MORREU JAIME RIBEIRO, FIGURA HISTÓRICA DA COMUNIDADE PORTUGUESA EM FRANÇA

 

Patrício e Podence rescindem com Sporting. Provável vaga de saídas. Clube ameaçado de insolvência

Rui Patrício rescindiu com o Sporting e pode ter dado início a uma importante vaga de saídas dos nomes mais conhecidos do clube de Alvalade.

Jovem Daniel Podence seguiu o exemplo do « capitão » e também enviou uma carta com rescisão, justificando-a igualmente com justa causa.

Presidente Bruno de Carvalho resiste enquanto o clube está ameaçado de colapso, designadamente financeiro.

A crise aprofunda-se no Sporting Clube de Portugal, onde ninguém se entende e nem se sabe sequer que equipa técnica vai orientar o futebol profissional.

 Na realidade, o clube e a SAD estão ameaçados de insolvência.

Rui Patrício, capitão do Sporting , sportinguista e figura emblemática do clube apresentou um documento de 34 páginas ao Conselho de Administração em que avançou com os seus argumentos para justificar a justa causa e terminar com o contrato que o ligava ao clube.

A rescisão de Rui Patrício começou a desenhar-se na semana do ataque em Alcochete, antes da final da Taça. Segundo diversas fontes, muitos jogadores e também o treinador e equipas de apoio médico e técnico terão decidido não ficar em Alvalade com Bruno de Carvalho.

Funeral de Maëlys é neste sábado

Funeral de Maëlys de Araújo é neste sábado, 02 de junho.

A cerimónia « será aberta ao público », até ao limite de 400 pessoas, mas « os familiares não querem que a imprensa esteja presente ».

Restos mortais serão enterrados em Tour-du-Pin, na região da Isère.

Maëlys de Araújo, filha de pai de origem portuguesa e mãe francesa,  tinha nove anos e desapareceu no fim de Agosto do ano passado durante a noite de uma festa de um casamento, numa aldeia da região da Isère, perto de Grenoble e Lyon.

Maëlys desapareceu em Agosto

O corpo de Maëlys foi encontrado numa ravina pelos investigadores no passado dia 14 de fevereiro, depois de terem recebido as indicações exatas do local pelo autor da morte da menina, Nordahl Lelandais, que só nessa altura confessou o crime que chocou a França e a Comunidade portuguesa deste país.

Os últimos exames periciais aos restos mortais de Maëlys, não revelaram indícios de que tenha sido violada. A conclusão coincide com a versão do francês de 35 anos formalmente acusado do homicídio.  « Não há qualquer elemento que permita afirmar que ele tenha violado a criança », disse fonte citada pela imprensa francesa.

Os exames revelaram uma fratura na mandíbula da menina antes da morte, causada por um ou mais agressões violentas, acrescentou a mesma fonte. Estas agressões causaram a morte de Maëlys. « Não há outra lesão, nenhuma outra fratura ou fissura, apesar do exame muito detalhado feito aos seus ossos e crânio », sublinha a mesma fonte.

A espantosa morte e ressurreição de um jornalista russo. Agora esperamos dar a notícia da ressurreição da democracia na Rússia. CRÓNICA

Volte a ouvir aqui a última crónica de Ricardo Figeira

 

A espantosa morte e ressurreição de um jornalista russo. Agora esperamos dar a notícia da ressurreição da democracia na Rússia. Pelo jornalista da Euronews Ricardo Figueira.

Final do Euro2016 « joga-se » em espetáculo luso-francês durante o Mundial 2018.

O espetáculo ’Kif-Kif’, inspirado na final do Euro 2016 entre Portugal e França, vai estar na cidade francesa de Saran, no final de junho, e no Cacém e em Castelo Branco, no início de julho, informaram os promotores.

A peça é coproduzida pelas companhias portuguesas teatromosca e Terceira Pessoa e pela francesa Théâtre de la Tête Noire, com texto original do português Jorge Palinhos e da francesa Leïla Anis e encenação de Pedro Alves e Patrice Douchet.

« O nosso ponto de partida foi a final de futebol do Euro 2016 perdida pela França contra Portugal, mas o espetáculo não fala apenas de futebol. Fala sobretudo da juventude de hoje, do que os jovens dos dois países contam uns aos outros, das histórias de amizade, de amor, de diferenças, de identidade », disse à Lusa o encenador francês.

Patrice Douchet explicou que o título ‘Kif-Kif’ é uma expressão comum em França, derivada do árabe « kif », que significa « igual, um resultado 50/50, sem vencedores nem vencidos », porque o projeto foi feito « a meias » entre as equipas francesas e portuguesas.

As companhias convidaram dois autores dos dois países para criar, cada um, peças de 45 minutos, cujos textos se vão cruzar no espetáculo de 90 minutos, falado nas duas línguas, legendado, e que junta jovens dos dois países em cima do mesmo palco.

Os autores deveriam inspirar-se no vídeo que, em julho de 2016 se tornou viral nas redes sociais, de um menino português a consolar um adepto francês na sequência da derrota francesa face a Portugal.

A peça, orientada para um público juvenil, reúne, assim, uma equipa portuguesa composta por um « treinador-encenador » e « 11 jogadores-atores » – nove jovens não-profissionais e dois atores profissionais -, uma equipa francesa com a mesma composição, e dois « árbitros-dramaturgos ».

« O futebol acaba por ser o pretexto. O espetáculo não é um jogo, é um encontro. Não estamos à espera de um resultado em que uns perdem e outros ganham. São só duas equipas que passam um momento juntas a entregar-se a uma paixão comum », continuou o encenador, precisando que os jovens não-atores são oriundos do Cacém e de Saran.

O objetivo é mostrar que o teatro e o futebol não são assim tão diferentes, porque « há regras comuns » no palco e dentro das quatro linhas: « há exigência, rigor, há uma união. Mas há coisas no teatro que talvez não se encontrem no futebol, como a humildade e a tolerância. Queremos mostrar o desporto como uma festa »,

‘Kif-Kif’ é « uma final jogada em duas mãos, em Portugal e em França »: a 29 e 30 de junho, às 20:30 (hora local), é apresentada no Théâtre de la Tête Noire, na cidade francesa de Saran, a 04 de julho, às 21:00, vai estar no AMAS – Auditório Municipal António Silva, no Cacém, e a 06 de julho, às 21:30, no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco.

« Não é impossível que França e Portugal se voltem a defrontar quando o espetáculo estiver em palco, já que vamos estar em pleno mundial », concluiu, com um sorriso, o encenador francês.

O espetáculo ‘Kif-Kif’ foi produzido no âmbito do projeto de cooperação internacional Ferry-Book, que une a companhia teatromosca (Sintra) à companhia francesa Théâtre de la Tête Noire (Saran), ao qual se juntou a companhia teatral Terceira Pessoa (Castelo Branco).

O teatromosca apresentou em Saran, em 2015, o espetáculo “Fahrenheit 451”, a companhia Théâtre de la Tête Noire apresentou em várias cidades portuguesas, em 2016, “Variations sur Hiroshima Mon Amour”, ano em que o coletivo Terceira Pessoa também apresentou em Sintra “The Old Image of Being Loved”.

Alfa/Lusa.

Quadro de Maria Helena Vieira da Silva em leilão em Paris na próxima semana

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O quadro « Red Houses », da pintora portuguesa Maria Helena Veira da Silva, vai a leilão na próxima quarta-feira, em Paris, com um valor estimado entre os 100 mil e os 150 mil euros, anunciou hoje a casa Sotheby’s.

 

Com data de 1963, « Red Houses » é o 14.º lote do leilão de arte contemporânea do próximo dia 06, da Sotheby’s Paris, e surge a par de obras de artistas como Jean Dubuffet, Gerhard Richter, Antoni Tàpies e Serge Poliakoff.

« Red Houses » é uma das têmperas sobre tela apresentadas pela pintora portuguesa, em 1963, nas galerias Jeanne-Bucher, em Paris, Knoedler, em Nova Iorque, e na Phillips Collection, em Washington.

Com 37 centímetros de largura por 54 centímetros de comprimento, este quadro foi originalmente vendido pela galeria nova-iorquina, e seguiu para a Galeria Albert Loeb, também representada na capital francesa, onde um colecionador de Milão o adquiriu, de acordo com a genealogia agora apresentada pela leiloeira, que não indica alguma exposição pública da obra nem a passagem por Portugal.

O atual proprietário, um colecionador privado suíço, segundo os mesmos dados, comprou o quadro em 1999, através da galeria Applicat-Prazan, na capital francesa.

Entre os 43 lotes do leilão de arte contemporânea da Sotheby’s Paris, do próximo dia 06, encontram-se igualmente obras de Damien Hirst, Keith Haring, Roberto Matta, Tom Wesselmann, Manolo Valdés, com estimativas de venda que vão dos 150 mil aos 700 mil euros.

Um óleo sobre tela do pintor chinês Zao Wou-Ki, entre os 2,2 milhões e os 3,2 milhões de euros, outro do pintor japonês Kazuo Shiraga, dos 1,8 milhões aos 2,5 milhões de euros, e « Portrait d’homme moustachu façon carton pâte », quadro de Jean Dubuffet, com uma expectativa de venda entre 1,25 milhões e 1,80 milhões de euros, são os que apresentam as estimativas mais altas, para este leilão.

Na obra de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), « Red Houses » é contemporâneo de « Estela » (1964), outra têmpera, adquirida pelo Centro Georges Pompidou, em Paris, e óleos como « La Mer » (1961), « Au fur et à mesure » (1965) e « L’Esplanade » (1967), de maiores dimensões, que estão entre as seis telas adquiridas pelo Estado português, no ano passado, por 5,6 milhões de euros, e que fazem agora parte da coleção patente no Museu Arpad Szénes-Vieira da Silva.

No leilão de arte contemporânea de 06 de dezembro de 2017, a Sotheby’s Paris vendeu outro quadro da pintora, « Rue de la Glacière », um óleo sobre tela de 1955, por 309 mil euros.

No passado mês de março, o óleo de Vieira da Silva « L’Incendie » atingiu o valor de 2,29 milhões de euros, num leilão da Christie’s, em Londres. Trata-se de um dos quadros emblemáticos da artista, feito em 1944, durante o exílio no Brasil, e que fez parte da coleção Jorge de Brito.

Na passada segunda-feira, a Direção-Geral do Património Cultural publicou em Diário da República um anúncio relativo à proposta de classificação de interesse público da pintura « Les bicycletes ou Les Cycles », de Vieira da Silva, datada de 1951, na posse de um colecionador privado.

Alfa/Lusa

Portugal tem recorde de 608 zonas balneares e 128 são interiores

Portugal atingiu um recorde de zonas balneares, com 608 praias, realçou hoje a Zero, que defende ser necessário resolver os cinco casos de má qualidade da água e a falta de utilização balnear no estuário do Tejo.

 

« Existem em Portugal 608 zonas balneares que poderão ser frequentadas, mais sete do que no ano passado, um recorde desde que entrou em vigor a nova legislação », sendo 480 costeiras ou de transição e 128 interiores, de rios ou lagoas, refere a Associação Sistema Terrestre Sustentável, Zero, em comunicado.

Com base no historial e de acordo com a legislação, que define a realização de análises até ao final da época balnear anterior, « houve uma melhoria entre 2017 e 2018, com mais 36 praias de qualidade excelente », referem os ambientalistas.

Depois da análise aos dados disponíveis na Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a Zero conclui que há oito novas zonas balneares, seis das quais interiores, o que « é particularmente significativo ».

As duas novas praias costeiras são em Machico, na Madeira (Maiata e Quinta do Lorde), a que se juntam as interiores de S. Gião, no concelho de Oliveira do Hospital, Albufeira de Esteveínha, em Alfândega da Fé, Fontes, em Abrantes, Castelo Novo, no Fundão, Mega Fundeira, em Pedrógão Grande, e Alqueidão, em Tomar.

Portugal tem, segundo a Zero, 529 zonas balneares excelentes, 46 boas, oito aceitáveis e cinco más, sendo as restantes novas ou ainda não classificadas.

Com base na avaliação ao longo de três ou quatro anos, as cinco as praias com qualidade má representam mais uma que na época balnear passada, como já tinha sido referido pela Agência Europeia do Ambiente (EEA na sigla em inglês), no seu relatório divulgado na terça-feira, no qual, por outro lado, concluía que Portugal tem 87,7% de zonas balneares com água de qualidade excelente.

As zonas classificadas com qualidade má são Gorgulho (Funchal, na Madeira), uma zona costeira, e a Praia do Forte (Figueira da Foz), esta de transição, ambas recorrentes.

A Foz do Lizandro-Rio, no concelho de Mafra, uma praia interior, Zebreiros (Gondomar), zona de transição, e Merelim S.Paio (Braga), zona interior são as restantes praias com água com má qualidade, segundo a Zero que acrescenta que as últimas duas não vão abrir este ano.

« Portugal continua a falhar objetivo da diretiva europeia », nesta matéria, alertam os ambientalistas.

As regras europeias referem que todas as águas balneares deviam ser classificadas como ‘aceitável’ até ao final da época balnear de 2015 e cada país devia tomar as medidas consideradas adequadas para aumentar o número de águas balneares classificadas com ‘excelente’ ou ‘boa’.

O estuário do Tejo volta a estar em foco na análise da Zero ao considerar que a entrada em funcionamento das zonas balneares, que não aconteceu, seria uma « prova de despoluição » do rio.

« Continua a existir alguma vulnerabilidade à poluição, nomeadamente no que diz respeito às falhas no saneamento básico e aos problemas de gestão da bacia hidrográfica, os quais estarão na origem de análises com elevados índices de poluentes », aponta.

Para a associação, « os enormes investimentos » em tratamento de águas residuais ainda não se traduziram numa melhoria que permita a utilização balnear das praias no estuário do Tejo.

Hoje há mais 190 praias que começam a sua época balnear, vindo juntar-se às 49 já em funcionamento.

Alfa/Lusa

Lusodescendente lidera revolução em romance que contesta sistema educativo no Luxemburgo

A escritora luxemburguesa Béatrice Peters, que assina um romance sobre a luta de um lusodescendente para revolucionar o ensino no Luxemburgo, defendeu na quinta-feira que é necessário adaptar a escola aos alunos estrangeiros, tornando-a mais inclusiva.

 

« Diz-se que temos todos as mesmas oportunidades, mas não é verdade. Já não se escreve a profissão dos pais no boletim escolar, mas vemos a diferença quando os alunos chegam à escola e as dificuldades que têm », afirmou a escritora, durante um debate sobre a integração dos estrangeiros nas escolas, organizado pela Associação de Apoio aos Trabalhadores Imigrantes (ASTI), no Luxemburgo.

« Fremde Heimat » (« Pátria Estrangeira », em português) conta a história de Jo (diminutivo de João), filho de imigrantes portugueses no Luxemburgo e que lidera um partido político para defender a igualdade de oportunidades para os estrangeiros, mas acaba em confrontos com a justiça e os sindicatos de professores.

Segundo a sinopse do moderador do debate, trata-se de « um romance sociológico que aborda de maneira frontal os problemas da discriminação e da igualdade de oportunidades », através da personagem de « um jovem brilhante de origem portuguesa que é a exceção que confirma a regra », já que « os alunos portugueses têm menos hipótese de chegar a fazer estudos superiores do que os alunos luxemburgueses ».

Revoltado com a discriminação dos seus compatriotas e dos imigrantes em geral, Jo lança uma consulta na rede social Facebook para saber quantos se sentem discriminados e querem mudar o sistema escolar, mas acaba por ser acusado de incitação ao ódio racial, decidindo então fundar um partido político para defender os direitos dos estrangeiros.

O seu objetivo é diversificar o sistema escolar luxemburguês, em que a alfabetização se faz em alemão, sendo a língua francesa introduzida a partir do terceiro ano e o luxemburguês usado como língua de comunicação na generalidade das aulas, o que torna mais difícil o sucesso dos portugueses.

« Para os portugueses e os romanófonos, aprender alemão é como ‘beber o mar’, é muito difícil », explicou Béatrice Peters, que foi professora primária durante 20 anos e teve « muitos alunos portugueses ».

No livro, o lusodescendente propõe a criação de escolas públicas segundo o modelo da Escola Europeia, permitindo a escolha dos idiomas e promovendo o uso da língua materna – uma proposta que deixou de ser ficção em 2016 (na mesma altura em que o livro foi publicado), quando o Governo luxemburguês inaugurou uma Escola Internacional em Differdange, mas que ainda só abrange algumas centenas de alunos.

« Foi uma coincidência e fiquei muito feliz, porque pensei ‘talvez não esteja assim tão enganada e as mudanças vão mesmo nesse sentido' », disse à Lusa a escritora, que admite que o romance é um manifesto pela reforma do ensino.

« Sentia-me revoltada. Via que as crianças chegavam aos seus limites [para conseguir ter sucesso na escola] e nada mudava, ou mudava muito pouco », explicou à Lusa.

Apesar disso, Béatrice Peters não acredita que o livro venha a influenciar a política educativa: « Não posso mudar o sistema educativo no Luxemburgo. Escrevi um romance, não é uma revolução ».

Para o porta-voz da ASTI, Sérgio Ferreira, o livro « é uma pedrada no charco », mas « não teve a visibilidade que deveria na sociedade luxemburguesa », por abordar um tema « que ainda é tabu, e não se quer falar de questões que incomodam ».

« Além do interesse literário, tem um interesse social, e em vésperas de eleições legislativas [agendadas para outubro], achamos que o sistema de ensino deve ser debatido », afirmou.

As dificuldades dos alunos portugueses no Luxemburgo são uma realidade: continuam a ser uma minoria no secundário clássico, conhecido como a « via rápida para a universidade », com a maioria (60%) no ensino secundário técnico, de vocação profissional, segundo dados do Ministério da Educação de 2014.

Na maior parte dos casos, o problema é o alemão, mas há também « preconceitos dos professores », queixou-se uma mãe portuguesa, durante o debate.

O filho, que se chama João, como a personagem principal do livro, « aprendeu luxemburguês em apenas três meses », mas enfrenta dificuldades na escola, onde é o único português.

« Quando faz os trabalhos de casa mal feitos, o professor diz ‘é porque és preguiçoso’, mas se os fizer bem, diz-lhe ‘está bem feito porque foi a tua mãe que os fez », contou.

Segundo um estudo da Universidade do Luxemburgo, que a Lusa noticiou em 16 de outubro de 2016, os professores luxemburgueses são influenciados « por preconceitos involuntários » quando os alunos são portugueses, cometendo mais erros com estes na altura de decidir se vão para o técnico ou o clássico.

Alfa/Lusa

Espanha. Rajoy cai. Pedro Sánchez é o novo chefe do Governo de Madrid

Moção de censura aprovada. Rajoy cai.

Pedro Sánchez é o novo primeiro-ministro de Espanha.

Sai Rajoy, entra Sánchez. 180 votos a favor, 169 contra e uma abstenção foi o resultado da votação da moção de censura ao Governo de Mariano Rajoy.

O socialista Pedro Sánchez assume assim o cargo de primeiro-ministro espanhol

Portugueses com dupla nacionalidade já são a maioria na chamada Comunidade Portuguesa de França. Crónica

Volte a ouvir aqui a última crónica de Carlos Preira

Os portugueses e luso-franceses votam nas eleições francesas. É um erro dizer o contrário, garante Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal.