Alemanha/Eleições: Conservadores vencem, AfD em segundo com votação recorde

O bloco conservador liderado por Friedrich Merz venceu as eleições legislativas alemãs com 28,4% dos votos, após uma contagem preliminar de 284 dos 299 distritos eleitorais, e a Alternativa para a Alemanha (AfD) consagrou-se a segunda força com 20,9%.

O Partido Social-Democrata (SPD), do chanceler cessante Olaf Scholz, terá obtido nas eleições de domingo cerca de 16,4%, enquanto os Verdes, parceiro de coligação, tiveram cerca de 11,6% dos votos. A Esquerda (Die Linke) terá alcançado cerca de 8,8%, acima dos 4,9% de 2012.

O líder conservador, Friedrich Merz, precisará de parceiros para formar governo.

Alice Weidel, líder da AfD, insistiu no domingo à noite que está disponível para negociações, mas o candidato da CDU reiterou que rejeita coligações com a extrema-direita, mantendo o ‘cordão sanitário’ contra a extrema-direita.

 

Partido de extrema-direita congratula-se com “resultado histórico »

A líder da extrema-direita alemã, Alice Weidel, saudou o “resultado histórico” do seu partido, a Alternativa para a Alemanha (AfD), de extrema-direita, nas eleições legislativas de hoje.

“Nunca fomos tão fortes a nível nacional”, disse Alice Weidel na sede do partido em Berlim, depois de a AfD, segundo as primeiras sondagens, ter obtido entre 19,5% e 20% dos votos, o dobro de há quatro anos e um resultado histórico para este partido anti-migrante e pró-russo fundado em 2013.

 

Social-democrata Scholz assume derrota histórica

O líder dos sociais-democratas alemães, Olaf Scholz, classificou hoje os resultados eleitorais como “uma derrota histórica”, depois de o partido estar no terceiro lugar, com 16,4% dos votos.

 

Com Agência Lusa.

 

Bloco conservador vence eleições alemãs.

Benfica vence Boavista e assume à condição liderança da I Liga

O Benfica venceu hoje na receção ao Boavista por 3-0, em jogo da 23ª jornada da I Liga de futebol, e subiu de forma provisória à liderança campeonato, aguardando agora pelo resultado do Sporting, que visita domingo o AVS.

No Estádio da Luz, em Lisboa, a formação orientada por Bruno Lage adiantou-se no marcador com um golo do italiano Andrea Belotti, aos 28 minutos, que se estreou a marcar pelos ‘encarnados’, e ampliou a vantagem com tentos do grego Pavlidis, aos 70, e do turco Kökçü, aos 77, de penálti, num jogo em que os ‘axadrezados’ jogaram com menos desde os 51 minutos, por expulsão de Reisinho.

Com este triunfo, o quarto seguido na I Liga, o Benfica subiu à condição à liderança, com 53 pontos, mais um do que o Sporting, que apenas joga domingo, enquanto o Boavista somou a oitava derrota consecutiva e não vence há 13 partidas, sendo 18.º e último, com apenas 12 pontos.

 

Resultados da 23ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 21 fev:

Sporting de Braga – Nacional, 1-0 (1-0 ao intervalo)

 

– Sábado, 22 fev:

Casa Pia – Gil Vicente, 1-0 (0-0)

Benfica – Boavista, 3-0 (1-0)

Estoril Praia – Rio Ave, 21:30

 

– Domingo, 23 fev:

Estrela da Amadora – Santa Clara, 16:30

Arouca – Farense, 16:30

AVS – Sporting, 19:00

Famalicão – Moreirense, 21:30

 

– Segunda-feira, 24 fev:

FC Porto – Vitória de Guimarães, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Papa Francisco passou uma noite tranquila e descansou – Vaticano

O Papa Francisco, internado no hospital Gemelli de Roma, passou uma noite tranquila e descansou, informou hoje a sala de imprensa do Vaticano.

A breve declaração do Vaticano não deu mais pormenores, depois de ter sido noticiado no sábado que “o estado do Santo Padre continua crítico” e que “de momento o seu prognóstico é reservado”.

O Papa sofreu uma crise respiratória asmática prolongada, que também exigiu a aplicação de oxigénio de alto débito”, explicou o relatório médico divulgado no sábado à tarde.

 

Com Agência Lusa.

MNE confirma morte de cidadão português em ataque terrorista em França

Um cidadão português de 69 anos morreu hoje quando se colocou entre os polícias e o atacante terrorista com uma faca na cidade francesa de Mulhouse, perto da fronteira com a Alemanha, confirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

« Um cidadão português de 69 anos que se encontrava no local ter-se-á interposto entre os polícias e o atacante, tendo sido esfaqueado e morto », disse a porta-voz do MNE à Lusa, acrescentando que « ficaram feridas outras cinco pessoas, incluindo os polícias [dois deles feridos graves] ».

« O agressor, já conhecido pela polícia e pelos serviços de investigações, foi detido », salientou ainda o MNE, acrescentando que « a investigação foi assumida pela Procuradoria Nacional Antiterrorismo (PNAT), o que indica que se trata de um ataque terrorista de inspiração islâmica radical », e que « a embaixada continua a acompanhar o caso ».

O emigrante português que morreu hoje no atentado terrorista era natural de Ermesinde, casado e com um filho, acrescentou o MNE, apontando que estava emigrado em França desde 1992.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, já disse não haver dúvida de que o ataque com uma arma branca em Mulhouse, que provocou um morto, foi um “ato de terrorismo” e “islâmico”.

Macron, que visitava a Feira Agrícola de Paris, gravou uma mensagem a expressar “a solidariedade da nação para com a família” da vítima mortal e enfatizou “a determinação do Governo » e de si próprio em « continuar com o trabalho que tem sido feito desde há oito anos para erradicar o terrorismo” do território.

O chefe de Estado indicou que o ministro do Interior, Bruno Retailleau, irá deslocar-se ao local e “falará à noite para dar detalhes do processo”.

A Justiça francesa está a investigar como um ato terrorista o ataque perpetrado esta tarde na cidade de Mulhouse por um homem que matou uma pessoa com uma faca e feriu três polícias municipais, antes de ser detido, à margem de uma manifestação de apoio à República Democrática do Congo.

Num comunicado enviado à agência de notícias Efe, a Procuradoria Nacional Antiterrorista (PNAT) indicou que durante a investida o suspeito gritou “Allah Akbar” (em árabe, “Alá é grande”).

O PNAT especificou que enviou um dos seus magistrados a Mulhouse para dirigir as operações no terreno e que foi aberta uma investigação sobre os crimes de homicídio terrorista e tentativa de homicídio terrorista de pessoas em posição de autoridade.

Vários meios de comunicação, citando o procurador de Mulhouse, revelaram que o agressor tem 37 anos, é um estrangeiro referenciado por risco de terrorismo e já foi alvo de uma ordem de expulsão de França.

Com Agência Lusa.

« Lino deve ser lembrado como um bom português e um bom pai de família » sugere Armindo Mendes

Covid-19: Primeiros casos eclodiram há cinco anos « como um vulcão »

Os dois primeiros casos de covid-19 eclodiram há cinco anos « como um vulcão » em Portugal, culminando semanas de anúncios de casos suspeitos e intensos preparativos dos hospitais para receber infetados, recordou à Lusa a então diretora-geral da Saúde.

Quando assumiu o cargo em outubro de 2017, Graça Freitas estava longe de pensar que iria enfrentar a batalha contra uma doença que mudou temporariamente o mundo, matou cerca de 29.000 pessoas em Portugal, impôs o isolamento social e transformou a forma de comunicar e até de comer.

Em entrevista à agência Lusa, a especialista em saúde pública relatou como foi viver a primeira fase da pandemia de covid-19, que descreveu como “muito intensa” e com várias etapas.

Disse lembrar-se “perfeitamente do último dia do ano de 2019” quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para uma nova doença provocada por um vírus desconhecido em mercados onde se vendiam animais vivos na China.

Inicialmente, a reação não foi “nem de alerta nem de alarme”, uma vez que todos os anos surgem notícias sobre novos vírus, mas a experiência com a síndrome respiratória aguda grave (SARS) em 2003, fez com que os médicos se mantivessem vigilantes, embora confiantes de que o foco seria contido.

À medida que chegavam mais informações, as autoridades perceberam que “a situação podia complicar-se” e, no dia 21 de janeiro de 2020, a DGS criou uma « task force », com especialistas que trabalharam em todas as epidemias desde 1997.

Tinham, contudo, diferentes correntes de pensamento, com alguns mais conservadores e outros mais flexíveis nas medidas a adotar.

As divergências criaram “uma espécie de rutura interna” e levaram a uma discussão de “tantas horas” que os especialistas encomendaram, pela primeira vez, refeições por estafetas.

“Mal sabíamos que se iria tornar uma coisa corriqueira nos dias de hoje e ia ser tão importante na pandemia”, comentou Graça Freitas, com um sorriso.

Antes de a OMS declarar a pandemia, em 11 de março, Portugal já tinha ativado o plano de contingência utilizado na pandemia de gripe A em 2009, que tinha como referência os hospitais São João, no Porto, Curry Cabral e Dona Estefânia, em Lisboa, que se prepararam para lidar com o aumento de casos.

A Linha de Apoio ao Médico, antes voltada para doenças como o Ébola e a SARS, foi reforçada com dezenas de médicos para responder ao aumento significativo de chamadas com casos suspeitos.

Até que, “no dia 2 de março foi como um vulcão; eclodiram, finalmente, os dois primeiros casos”, um com origem em Itália e outro em Espanha: “Sabíamos que os íamos ter, só não sabíamos quando”.

Os casos aumentavam diariamente e, em 26 de abril, o país entrou na fase de mitigação (vírus disseminado), e passou “a atender-se gente em todos os hospitais, em todos os serviços de saúde”.

Para Graça Freitas, o que se passou naquelas primeiras semanas “hoje até parece irreal”, como o encerramento da cidade de Whuan, o número de mortos em Itália, além de imagens marcantes, como a do Papa a celebrar “a missa sem ninguém a assistir”.

A comunicação também se tornou “um desafio imenso” à medida que a pandemia alastrava, com o dia 11 de março a ser determinante para a sua transformação.

“Percebemos que era preciso haver uma comunicação direta e diária (…) porque eram semanas de enorme incerteza” e “havia uma velocidade enorme de notícias, de imagens do mundo inteiro” e a passar nas redes sociais, salientou.

Uma das grandes mudanças trazidas pela pandemia foi o formato das conferências de imprensa ‘online’. Durante a primeira videoconferência, a 11 de março, Graça Freitas teve de improvisar a indumentária, recorrendo aos lenços de uma amiga para esconder a roupa informal, antes de entrar no ar, para estar “mais apresentável”.

Estas videoconferências passaram a ser diárias com a ministra da Saúde ou o secretário de Estado da Saúde e a diretora-geral da Saúde a transmitirem informações em tempo real.

“Foi uma pandemia ‘online’. As coisas aconteciam diretamente e ao vivo”, disse Graça Freitas, acrescentando: “Todos os dias tínhamos uma aprendizagem nova”.

O objetivo era ser “o mais transparente possível e claro”, não entusiasmando demasiado as pessoas, mas também não as angustiando demasiado.

A nova forma de comunicar envolvia a parte técnico-científica, liderada pela DGS, e a política, relacionada com a responsabilidade final pelas decisões e medidas adotadas.

Nem sempre a DGS e o Governo estiveram de acordo nas medidas tomadas, “mas cada um cumpriu a sua parte”.

Exemplificou com uma medida que a DGS defendeu de um fecho seletivo de escolas em Felgueiras, onde ocorreu o primeiro surto de covid-19, e “o Governo decidiu, por motivos de alarme social, fechar todas as escolas até à Páscoa”.

“E não foi uma medida errada”, disse, comentando: “Os políticos tinham de pensar no impacto na sociedade, na economia, e muitas vezes no pânico que podia gerar-se na segurança das pessoas e, portanto, houve aqui uma complementaridade”.

“Fiquei sempre muito confortável, mesmo quando as opiniões não convergiam, porque eram, de facto, papéis e visões diferentes », explicou.

 

Graça Freitas, antiga diretora-geral da Saúde e atual Provedora do Utente no IPO, durante entrevista à Agência Lusa, Lisboa, 12 de fevereiro de 2025. (ACOMPANHA TEXTO DE 22-02-2025) MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Covid-19: Missão de Graças Freitas resistiu a críticas, ameaças e cancro:

Críticas à forma como geria a resposta à covid-19, ameaças e um cancro foram alguns dos desafios que Graça Freitas enfrentou na pandemia, mas nada a fez desistir da sua missão enquanto diretora-geral da Saúde.

Cinco anos depois da deteção dos primeiros dois casos de covid-19 em Portugal, em 02 de março de 2020, Graça Freitas recordou, em entrevista à agência Lusa, como foi viver aquele período de incertezas, ao mesmo tempo que enfrentava um cancro da mama, e como se protegeu das duras críticas de que foi alvo.

Graça Freitas contou que familiares, amigos, e a equipa da Direção-Geral da Saúde criaram “uma barreira de proteção” para que não lesse as críticas, que começaram logo em janeiro de 2020, quando afirmou não existir “grande probabilidade” de o vírus, que tinha sido detetado no final de 2019 numa cidade chinesa, chegar a Portugal.

“Tinha a noção de que não podia levar com aquele embate tão doloroso, provavelmente, seria muito difícil. E, portanto, tive mecanismos de proteção”, relatou.

Apesar de, por vezes, achar que as críticas eram “injustas”, afastava rapidamente esse pensamento, pois a prioridade era o combate à pandemia.

“Também tinha esse lado pragmático, não podia estar a chorar de uma injustiça”.

Embora legítimo, “aquele maldizer do dia-a-dia (…)causava algum desconforto”, havendo dias em que era mais difícil de suportar.

Percebeu, contudo, a gravidade da situação quando, após uma das conferências de imprensa diárias sobre a covid-19, foi informada de que passaria a ter escolta policial, tal como a ministra da Saúde, Marta Temido.

Nunca questionou a razão da medida nem a comentou com a ministra: “Saí absolutamente calada e, enfim, de certa forma arrasada com o peso da medida”, porque indicava que haveria “ameaças importantes” à sua segurança.

A ex-diretora-geral admitiu que sem essa proteção as coisas poderiam “não ter corrido bem”.

Em relação às críticas sobre a gestão da pandemia, afirmou que fez “o melhor que sabia e podia” com os dados e o conhecimento disponíveis na altura.

“Se alguma vez falhei ou não disse exatamente o que era verdade, naquele momento estava convicta de que o era”.

“Não foi perfeito. Isso tenho a certeza absoluta que não foi. Podia ter sido melhor, podia ter sido feito por outras pessoas com outro tipo de capacidades, mas foi o que foi e foi a minha realidade”, declarou Graça Freitas, que lida com emergências de saúde pública desde 1997.

O período de incerteza da pandemia, com o número de mortos e infetados a multiplicarem-se, exigia um esforço imenso das equipas que trabalhavam dia e noite para acompanhar a evolução científica do novo coronavírus SARS-CoV-2 e delinear as medidas necessárias.

Esta exigência tornou-se um desafio para conciliar o descanso e o sono: “Para mim, foi doloroso. Senti que a idade já contava alguma coisa para o pouco descanso que tinha”.

Simultaneamente, Graça Freitas lutava silenciosamente contra um cancro de mama, já numa fase “mais controlada”, mas com dores “bastante intensas” devido ao tratamento.

A queda do cabelo era também um desafio, numa altura em que aparecia diariamente na televisão e os cabeleireiros estavam encerrados.

Contudo, tinha uma certeza: “Não podia abandonar nenhuma das lutas. Não podia deixar a medicação. Isso era impensável, era a minha cura à vida (…) e também, de certa forma, não pararia a missão que tinha”, a não ser que lhe dissessem que já não era necessária.

Graça Freitas aposentou-se em agosto de 2023, ao fim de cinco anos à frente da DGS. Questionada se teria aceitado o cargo sabendo que iria enfrentar a pandemia, que causou cerca de 29.000 mortos em Portugal, disse não conseguir responder.

“Não pelo trabalho, porque o trabalho não me assusta, não pelo que eu acho que fiz bem, do ponto de vista técnico e científico, mas pela exposição, é uma pergunta que ainda hoje não sei responder”, afirmou.

Sobre o que mudaria na gestão da pandemia, afirmou que “mudaria tudo”, mas, principalmente, a forma de comunicar e reforçaria a equipa da DGS, que fez “verdadeiros milagres” com os recursos de que dispunha.

Também destacou a importância de reservar 15 minutos diários para refletir, o que não conseguiu fazer devido à intensidade e rapidez dos acontecimentos, sobretudo, nos picos da pandemia, com novas variantes e altas taxas de mortalidade, chegando a registar 300 mortes diárias.

Esta sucessão de acontecimentos fez com que Graça Freitas não tivesse “uma visão muito abrangente” do impacto do que estava a ocorrer “do lado lá do ecrã”.

Só com o passar do tempo, e com o abrandamento da pandemia, em que começou a ter “mais tempo e liberdade”, se apercebeu da importância da sua presença nas conferências de imprensa.

Recordou uma senhora que encontrou no IPO e que lhe agradeceu por ter sido “companhia” durante “87 almoços” em que esteve em confinamento imposto pela pandemia.

 

*** Helena Neves (texto), Jorge Coutinho (vídeo), Manuel Almeida (fotos), da agência Lusa ***

Com Agência Lusa.

Vitória SC defronta Betis nos oitavos da UEFA Conference League

O Vitória SC vai enfrentar os espanhóis do Betis nos oitavos de final da Liga Conferência em futebol, ditou o sorteio hoje realizado em Nyon, na Suíça.

A formação minhota, que procura igualar o seu maior feito europeu, a presença nos ‘quartos’ da Taça UEFA em 1986/87, joga a primeira mão em Sevilha, em 06 de março, e a segunda no D. Afonso Henriques, uma semana depois, no dia 13.

Caso consiga o apuramento, o Vitória SC defrontará nos quartos de final, em 10 e 17 de abril, os polacos do Jagiellonia ou os belgas do Cercle Brugge.

 

Programa dos oitavos de final da Liga Conferência em futebol, de acordo com o sorteio realizado hoje na sede da UEFA, em Nyon, na Suíça:

Primeira mão

– Quinta-feira, 06 mar:

Betis, Esp – Vitória de Guimarães, Por

Jagiellonia, Pol – Cercle Brugge, Bel

Celje, Slo – Lugano, Sui

Panathinaikos, Gre – Fiorentina, Ita

Copenhaga, Din – Chelsea, Ing

Molde, Nor – Legia Varsóvia, Pol

Pafos, Chp – Djugarden, Sue

Borac, Bos – Rapid Viena, Aut

Segunda mão

– Quinta-feira, 13 mar:

Vitória de Guimarães, Por – Betis, Esp

Cercle Brugge, Bel – Jagiellonia, Pol

Lugano, Sui – Celje, Slo

Fiorentina, Ita – Panathinaikos, Gre

Chelsea, Ing – Copenhaga, Din

Legia Varsóvia, Pol – Molde, Nor

Djugarden, Sue – Pafos, Chp

Rapid Viena, Aut – Borac, Bos

Quartos de final (10 e 17 de abril)

Jogo 1: Betis, Esp/Vitória de Guimarães, Por – Jagiellonia, Pol/Cercle Brugge, Bel

Jogo 2: Celje, Slo/Lugano, Sui – Panathinaikos, Gre/Fiorentina, Ita

Jogo 3: Copenhaga, Din/Chelsea, Ing – Molde, Nor/Legia Varsóvia, Pol

Jogo 4: Pafos, Chp/Djugarden, Sue – Borac, Bos/Rapid Viena, Aut

Meias-finais (01 e 08 de maio)

Jogo 5: Vencedor Jogo 1 – Vencedor Jogo 2

Jogo 6: Vencedor Jogo 3 – Vencedor Jogo 4

Final

(28 de maio, em Wroclaw, Polónia)

Vencedor Jogo 5 – Vencedor Jogo 6

 

Com Agência Lusa.

 

 

Passagem de Nível – domingo 23/02/25. Os destaques

Passagem de nível » na Radio Alfa Domingo 23 de fevereiro de 2025, entre as 12h00 e as 14h00.

.

-Alerta aos pais de alunos : Querem manter ou criar cursos de Português no ensino Primário em França ? – Devem pedir aos directores das escolas o respectivo questionário, preencher e entregrar. Comunicar a ‘demarche’ à Coordenação Ensino Português França.

Convidada : Isabel Sebastião, responsável da Coordenação Ensino Português França.

Foto. epefrance.org

.

-A Université Toulouse – Jean Jaurès lançou um questionário em linha, totalmente anónimo, https://enquetes.univ-tlse2.fr/index.php/687347, sobre a participação cívica dos cidadãos da União Europeia residentes em França.

Convidado: David Gouard, da Université Toulouse – Jean Jaurès, responsável do estudo.
Questionário. Participação cívica dos cidadãos da União Europeia residentes em França.
.
-Protecção dos direitos de autores relativamente à reprodução das partituras posto em questão na Assembleia da República.
Convidada: Anne Victorino d’Almeida, compositora e violinista.
Foto. Anne Victorino D’almeida.
.
-Livro: Itinéraires du refus, de Jorge Valadas, Editions Chandeigne & Lima.
Uma viagem através do tempo, dos anos 50 até aos nossos dias, de Portugal à França, uma certa história do militantismo na Europa.
Capa. Itinéraires du refus, de Jorge Valadas.
.
-O Duo ALMA LAZULI (Dan INGER DOS SANTOS e Bruno Rouillé) em concerto domingo, dia 2 de março às 15h00 no Théâtre Les Rendez-Vous d’ailleurs, 109 rue des Haies 75020 – Paris.
Duo ALMA LAZULI – Dan INGER DOS SANTOS e Bruno Rouillé.
.
-Livro: Le chemin des vièrges enceintes, de Jean-Yves Loude, fotografias de Viviane Lièvre, Editions Chandeigne & Lima.
Livro. Le chemin des vièrges enceintes, de Jean-Yves Loude.
.
Um inquérito realizado numa caminhada de Puy-en-Velay (França) até Santiago de Compostela, passando por Portugal, à procura das estátuas dedicadas à Virgem grávida que a igreja católica escondeu.
.
.
Passagem de nível » na Radio Alfa 
Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Jornalista Artur Silva
Nota:
-Emissão com redifusão na noite de terça para quarta-feira, entre as 0h00 e as 2h00 e no podcast www.radioalfa.net
Difusão da Rádio Alfa
FM (98.6): Paris et région parisienne
Dab+ : Paris, Lille, Lyon, Strasbourg, Monaco et Côte d’Azur

Benfica reencontra FC Barcelona nos ‘oitavos’ da Liga dos Campeões

O Benfica vai defrontar os espanhóis do FC Barcelona nos oitavos de final da Liga dos Campeões em futebol, ditou o sorteio hoje realizado em Nyon, na Suíça.

A formação ‘encarnada’, pela sétima vez nos ‘oitavos’ desde que esta fase foi introduzida na ‘Champions’ em 2003/04, joga a primeira mão no Estádio da Luz, em Lisboa, em 04 ou 05 de março, e a segunda em Barcelona, uma semana depois, em 11 ou 12.

Caso consiga o apuramento, o Benfica vai medir forças nos quartos de final, em 08 e 09 de abril (primeira mão) e 15 ou 16 do mesmo mês (segunda), com os franceses do Lille ou os alemães do Borussia Dortmund.

 

Programa dos oitavos de final da Liga dos Campeões em futebol, de acordo com o sorteio realizado hoje na sede da UEFA, em Nyon:

Oitavos de final:

Primeira mão (04 e 05 de março)

Paris Saint-Germain, Fra – Liverpool, Ing

Club Brugge, Bel – Aston Villa, Ing

Real Madrid, Esp – Atlético de Madrid, Esp

PSV Eindhoven, Hol – Arsenal, Ing

Benfica, Por – FC Barcelona, Esp

Borussia Dortmund, Ale – Lille, Fra

Bayern Munique, Ale – Bayer Leverkusen, Ale

Feyenoord, Hol – Inter Milão, Ita

Segunda mão (11 e 12 de março)

Liverpool, Ing – Paris Saint-Germain, Fra

Aston Villa, Ing – Club Brugge, Bel

Atlético de Madrid, Esp – Real Madrid, Esp

Arsenal, Ing – PSV Eindhoven, Hol

FC Barcelona, Esp – Benfica, Por

Lille, Fra – Borussia Dortmund, Ale

Bayer Leverkusen, Ale – Bayern Munique, Ale

Inter Milão, Ita – Feyenoord, Hol

Quartos de final (08 e 09 de abril e 15 e 16 de abril)

Jogo 1: Liverpool, Ing/Paris Saint-Germain, Fra – Aston Villa, Ing/Club Brugge, Bel

Jogo 2: Arsenal, Ing/PSV Eindhoven, Hol – Atlético de Madrid, Esp/Real Madrid, Esp

Jogo 3: FC Barcelona, Esp/Benfica, Por – Lille, Fra/Borussia Dortmund, Ale

Jogo 4: Bayer Leverkusen, Ale/Bayern Munique, Ale – Inter Milão, Ita/Feyenoord, Hol

Meias-finais (29 e 30 de abril e 06 e 07 de maio)

Jogo 5: Vencedor Jogo 2 – Vencedor Jogo 1

Jogo 6: Vencedor Jogo 3 – Vencedor Jogo 4

Final

(31 de maio, na Allianz Arena, em Munique)

 

Com Agência Lusa.

 FC Porto falha ‘oitavos’ ao perder em Roma

O FC Porto foi hoje afastado da Liga Europa em futebol, ao perder por 3-2 no reduto dos italianos da Roma, na segunda mão do play-off de acesso aos oitavos de final, depois do empate 1-1 no Dragão.

Os ‘azuis e brancos’ ainda se adiantaram, com um golo acrobático do espanhol Samu, aos 27 minutos, mas, depois, a ‘magia’ do argentino Paulo Dybala virou o jogo, com um ‘bis’, aos 35 e 39, antes de Niccolò Pisilli sentenciar, aos 83, já depois de Stephen Eustáquio ser expulso nos ‘dragões’, aos 51.

O FC Porto, que ainda reduziu aos 90+6 minutos, num autogolo do neerlandês Devyne Rensch, sofreu o primeiro desaire na ‘era’ Martín Anselmi, ao sexto jogo, depois de duas vitórias e três empates.

Nos oitavos de final, em 06 e 13 de março, a Roma, finalista da Liga Europa em 2022/23, sob o comando do treinador português José Mourinho, vai defrontar a vizinha Lazio ou os espanhóis do Athletic Bilbau.

 

Com Agência Lusa.

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x