Popularidade de Trump ao fim de 100 dias é a mais baixa de sempre – Sondagens

Diversas sondagens mostram que a popularidade do presidente dos EUA está em declínio à medida que se aproxima do 100º dia do seu segundo mandato.

À medida que se aproxima o 100º dia do seu segundo mandato, a taxa de aprovação de Donald Trump é inferior à de qualquer outro presidente dos EUA no mesmo período, de acordo com duas sondagens publicadas este domingo, 27 de abril.

De acordo com uma sondagem realizada pelo Instituto SSRS para a CNN, com 41% de opiniões favoráveis, a taxa de aprovação de Donald Trump é a mais baixa alguma vez registada por um presidente dos EUA ao fim de 100 dias, desde pelo menos Dwight Eisenhower.

A proporção de pessoas que aprovam a condução da presidência por Donald Trump caiu 4 pontos percentuais desde março e 7 pontos percentuais desde o final de fevereiro, de acordo com este inquérito.

Apenas 22% dos inquiridos afirmam concordar totalmente com a condução de Trump no seu cargo. 19% aprovam moderadamente esta gestão, enquanto 45% dizem discordar totalmente e 14% discordar moderadamente.

Uma outra sondagem, realizada pela Ipsos para a ABC e o Washington Post, mostra resultados semelhantes: mostra uma taxa de desaprovação de 55% para a condução da presidência por Donald Trump. Trinta e nove por cento dos inquiridos afirmam aprovar o início do seu segundo mandato.

Aqui, mais uma vez, de acordo com o Washington Post, « a taxa de aprovação de Donald Trump é inferior à de qualquer presidente anterior, 100 dias após o início do seu primeiro ou segundo mandato ». É ainda menor do que durante o seu primeiro mandato, quando obteve 42% de aprovação num momento semelhante.

 

Com Imprensa.

PASSAGE À NIVEAU – 27 Abril de 2025

Passagem de Nível, magazine de informação na Rádio Alfa com coordenação e apresentação de Artur Silva, aos domingos entre as 12h-14h.

Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h.

Ou aqui:

 

 

Passagem de Nível – Domingo 27 de abril de 2025. Os destaques

 

Automobilista atropela multidão em festival de Vancouver e mata várias pessoas

Um atropelamento em Vancouver, no Canadá, fez vários mortos e feridos. Um condutor avançou sobre uma multidão que participava num festival de rua. Numa publicação na rede social X a polícia informa que o condutor já foi detido.

 

« Há agora 11 mortes confirmadas, e acreditamos que dezenas de outras estão feridas, algumas em estado grave », disse Steve Rai, um alto funcionário da polícia de Vancouver, no domingo à noite, alertando que o número de mortos pode aumentar.

 

A festa de rua da comunidade filipina assinala o dia de Lapu Lapu, o nome do herói nacional que libertou o país do domínio espanhol e que matou o explorador português Fernão de Magalhães.O suspeito, com 30 anos e residente da mesma localidade, foi detido de imediato no local, confirmaram as autoridades.
Segundo habitantes locais, um SUV preto com a parte da frente destruída permaneceu no meio da estrada com a porta do lado do condutor aberta, enquanto um agente da polícia inspecionava o veículo.
O primeiro-ministro do país, Mark Carney, lamentou as mortes, classificando o atropelamento como “horrível”, e publicou uma mensagem de condolências dirigida à família das vitimas e à comunidade filipina e diz que o país está de luto.

 

 
Com Imprensa BFMTV, CNN Portugal e RTP. 

Marcelo condena ataque em Vancouver e manifesta pesar às autoridades canadianas

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condenou hoje “o terrível ataque” ocorrido durante um festival de rua em Vancouver, no Canadá, e manifestou profundo pesar às autoridades canadianas e aos familiares das vítimas.

“O Presidente da República condenou o terrível ataque que ocorreu durante um festival de rua, em Vancouver, no Canadá, que vitimou e feriu inúmeras pessoas”, lê-se numa nota publicada no portal da Presidência da República.

Na mesma nota, refere-se que, “neste momento de choque e luto, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa dirigiu às autoridades canadianas e aos familiares das vítimas profundo pesar, desejando também a rápida recuperação dos feridos”.

Pelo menos nove pessoas morreram no atropelamento coletivo que ocorreu no sábado à noite num festival em Vancouver, no Canadá, segundo números avançados hoje pela polícia.

“Até à data, podemos confirmar que nove pessoas morreram depois de um homem se ter atirado contra uma multidão, ontem à noite, no festival Lapu-Lapu. Os nossos pensamentos estão com todas as pessoas afetadas por este trágico incidente”, anunciou a polícia canadiana na rede social X, citada pela agência de notícias AFP.

Segundo a AFP, as autoridades já excluíram a hipótese de terrorismo.

No sábado, pelas 20:00 locais (05:00 de hoje em Paris), na zona de Sunset on Fraser, ao volante de um jipe preto um homem, que foi depois detido no local, avançou a alta velocidade contra bancas de comida durante um festival que reúne a comunidade filipina de Vancouver, conhecido como Lapu Lapu, e que normalmente atrai grandes multidões.

O festival presta homenagem a um líder da luta anticolonialista do século XVI nas Filipinas.

O suspeito deste ataque, de 30 anos, tem antecedentes policiais, segundo informou a polícia numa conferência de imprensa após o incidente.

O jornal Vancouver Sun, citado pela agência Efe, refere que o suspeito tem problemas de saúde mental e que quando estava a ser interrogado pediu desculpa às pessoas que assistiam à cena, tendo-lhes pedido para não filmarem a sua cara com os telemóveis.

 

Com Agência Lusa.

Estrela da Amadora vence FC Porto e dá passo importante rumo à manutenção

O Estrela da Amadora deu hoje um passo importante para a manutenção na I Liga de futebol, ao vencer na receção ao FC Porto por 2-0, em jogo da 31ª jornada da prova.

A formação da Amadora, que vinha de duas derrotas consecutivas, adiantou-se aos 38 minutos, por Kikas, tendo Alan Ruiz, aos 62, ampliado a vantagem, na conversão de uma grande penalidade, enquanto os ‘azuis e brancos’, que viram interrompida uma série de duas vitórias, não conseguiram reagir e veem o terceiro lugar ficar um pouco mais longe.

Com o triunfo, o Estrela mantém o 15.º lugar, o primeiro que garante a manutenção direta, mas agora com 29 pontos, mais cinco do que o AVS, 16.º, em posição de play-off de manutenção e que joga no domingo em casa do Benfica, enquanto os ‘dragões’ conservam o quarto posto, com 62, menos dois do que o terceiro, o Sporting de Braga.

 

Resultados da 31ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 25 abr:

 

Famalicão – Sporting de Braga, 1-1 (1-0 ao intervalo)

 

– Sábado, 26 abr:

Santa Clara – Arouca, 2-0 (2-0)

Gil Vicente – Farense, 1-0 (0-0)

Estrela da Amadora – FC Porto, 2-0 (1-0)

 

– Domingo, 27 abr:

Moreirense – Nacional, 16:30

Benfica – AVS, 19:00

Vitória de Guimarães – Rio Ave, 19:00

Boavista – Sporting, 21:30

 

– Segunda-feira, 28 abr:

Casa Pia – Estoril Praia, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Judo/Europeus: Patrícia Sampaio sagra-se campeã europeia em -78 kg

A judoca Patrícia Sampaio sagrou-se hoje campeã europeia em -78 kg, ao vencer na final da competição que decorre em Podgorica, no Montenegro, a alemã Anna Monta Olek.

Numa final que opôs as duas primeiras favoritas, Sampaio, primeira cabeça de série, garantiu o seu primeiro título europeu depois de um combate que resolveu por ippon, a 02.21 minutos do final.

À semelhança do que tinha feito no bloco da manhã, a ‘confiança’ foi característica da portuguesa, que quis mostrar ao que vinha, claramente no melhor momento da sua carreira.

Patrícia ‘sem medo’ podia ser a designação certa para a judoca, que – sobretudo desde a medalha olímpica e afastada uma má fase de lesões – tem demonstrado ser o nome mais forte do atual panorama da modalidade em Portugal.

Diante de Olek, as tentativas de pega, no curto combate, foram quase todas da judoca de Tomar, que continua a mostrar-se imparável, com uma sede de vitória.

Foi uma questão de tempo, tal como nos anteriores três combates, até marcar, o que aconteceu quando ainda não se tinham atingido os dois minutos (01.41).

Uma ‘dança’ do quadril, com Patrícia Sampaio a aplicar um ‘sode’ para derrubar a alemã, garantindo o ippon e, ato contínuo, correr para os braços do amigo e selecionador Marco Morais, que, a par do irmão, Igor Sampaio, ‘moldam’ o trabalho da campeã.

Antes da final, a portuguesa, que foi bronze olímpico em Paris2024 e que em Europeus já tinha uma medalha de bronze, em 2023, em Montpellier, também tinha mostrado toda a sua faceta explosiva, com vitórias por ippon frente à finlandesa Emma Krapu (em 57 segundos) e à russa Slaviana Rylkevich (13 segundos).

Nas meias-finais, com a conceituada francesa Audrey Tcheumeo, lutou com menor explosão, mas muita inteligência, quando nunca deixou de atacar a viu a sua adversária punida com três castigos e desclassificação, traduzida em novo ippon, aos 03.19 de combate.

Portugal sai dois Europeus de Podgorica com o ouro de Sampaio, a prata de Catarina Costa (-48 kg) e ainda um quinto lugar de Taís Pina (-70 kg), mostrando que o judo feminino luso continua em ‘alta’, mesmo apesar da retirada, aos 38 anos, da multicampeã Telma Monteiro.

 

Com Agência Lusa.

 

Ouça a entrevista de Patrícia Sampaio no podcast da Tribuna Desportiva de 28 de Abril de 2025. (Início da segunda hora).

Tribuna Desportiva – 28 Abril 2025

 

https://www.youtube.com/watch?v=u3VH_bdHbeY

 

 

 

 

 

Desporto Associativo – 26 Abril 2025

O desporto amador e as equipas das Associações portuguesas de França em destaque. Um programa de Sousa Gomes.

Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).

Ouça aqui:

 

Ouça outras Emissões do Desporto Associativo aqui.

 

Óbito/Papa: Francisco foi um « Papa no meio do povo » – Cardeal Re

O cardeal Giovanni Battista Re afirmou hoje que Francisco “foi um Papa no meio do povo, com um coração aberto a todos”, atento ao que “de novo estava a surgir na sociedade”.

Na homilia da missa do funeral do Papa Francisco, na Praça de São Pedro, no Vaticano, o decano do colégio cardinalício sublinhou “a manifestação popular de afeto e adesão, (…) nos últimos dias”, após a sua morte, mostram “quanto o intenso pontificado do Papa Francisco tocou mentes e corações”.

“Com o vocabulário que lhe era característico e com a sua linguagem rica de imagens e metáforas, procurou sempre iluminar os problemas do nosso tempo com a sabedoria do Evangelho, oferecendo uma resposta à luz da fé e encorajando-nos a viver como cristãos os desafios e as contradições destes anos cheios de mudanças, que ele gostava de descrever como uma ‘mudança de época’”, disse o cardeal Re, perante uma Praça de São Pedro cheia de fiéis anónimos e membros de mais de centena e meia de delegações oficiais.

Para o cardeal Giovanni Battista Re, a decisão do pontífice argentino de adotar o nome Francisco “manifestou-se logo como a escolha do programa e do estilo em que queria basear o seu pontificado, procurando inspirar-se no espírito de São Francisco de Assis”.

“Conservou o seu temperamento e a sua forma de orientação pastoral, imprimindo de imediato a marca da sua forte personalidade no governo da Igreja, estabelecendo um contacto direto com cada pessoa e com as populações, desejoso de ser próximo a todos, com uma atenção especial às pessoas em dificuldade, gastando-se sem medida, em particular pelos últimos da terra, os marginalizados”, acrescentou na sua homilia.

Francisco, “dotado de grande calor humano e profundamente sensível aos dramas de hoje, (…) partilhou em pleno as angústias, os sofrimentos e as esperanças do nosso tempo da globalização”, acrescentou o cardeal italiano.

Para Giovanni Battista Re, o “fio condutor” da missão de Francisco “foi também a convicção de que a Igreja é uma casa para todos, uma casa com as portas sempre abertas”.

“Várias vezes utilizou a imagem da Igreja como um “hospital de campanha” depois de uma batalha em que houve muitos feridos, uma Igreja desejosa de cuidar com determinação dos problemas das pessoas e das grandes angústias que dilaceram o mundo contemporâneo, uma Igreja capaz de se inclinar sobre cada homem, independentemente da sua fé ou condição, curando as suas feridas”, afirmou o presidente da missa do funeral do Papa Francisco.

 

Milhares em Roma participam na missa exequial de Francisco.

Milhares de fiéis anónimos e mais de uma centena meia de delegações oficiais estrangeiras assistem, na Praça de São Pedro, no Vaticano, às exéquias do Papa Francisco, presididas pelo decano do colégio cardinalício, Giovanni Batistta Re.

As cerimónias iniciaram-se com o rito de entrada, com a deposição do caixão com o corpo do pontífice argentino frente ao altar do recinto, quanto era entoada em latim a antífona “Concedei-lhe, Senhor, o descanso eterno e fazei brilhar sobre ele uma luz perpétua”.

A missa exequial conta com cerca de 980 concelebrantes – cardeais, bispos e sacerdotes.

Durante a cerimónia litúrgica, a Oração dos Fiéis terá uma das preces em língua portuguesa, segundo o guião disponibilizado pelo Vaticano.

“Pelos povos de todas as nações: que, praticando incansavelmente a justiça possam estar sempre unidos no amor fraterno e busquem incessantemente o caminho da paz”, é a oração proferida em português.

O Papa Francisco morreu na segunda-feira, aos 88 anos, depois de 12 de pontificado.

 

Ação em favor dos migrantes e em prol da paz lembrados na missa exequial.

A ação do Papa Francisco em favor do migrantes e refugiados, bem como os seus esforços em prol da paz, foram hoje destacados na homilia da missa do seu funeral, na Praça de São Pedro, no Vaticano.

“São inúmeros os seus gestos e exortações a favor dos refugiados e deslocados. Constante foi também a sua insistência em agir a favor dos pobres”, disse o cardeal Giovanni Battista Re na leitura da homilia.

Segundo o cardeal italiano, “é significativo que a primeira viagem do Papa Francisco tenha sido a Lampedusa, ilha símbolo do drama da imigração, com milhares de pessoas afogadas no mar”.

“Na mesma linha se inscreve a viagem a Lesbos, com o Patriarca Ecuménico e o Arcebispo de Atenas, e a celebração de uma missa junto da fronteira mexicana com os Estados Unidos, por ocasião da sua viagem ao México”, disse o cardeal decano do colégio cardinalício perante uma assembleia onde pontificava o Presidente norte-americano Donald Trump,

O cardeal Re fez ainda questão de evocar as “47 cansativas” viagens apostólicas do Papa Francisco, dando relevo à que “fez ao Iraque em 2021, desafiando todos os riscos”.

“Essa difícil Visita Apostólica foi um bálsamo para as feridas do povo iraquiano, que tanto tinha sofrido com a ação desumana do Estado Islâmico. Foi uma viagem importante também para o diálogo inter-religioso, outra dimensão relevante do seu trabalho pastoral”, afirmou.

Também as visitas a quatro nações da Ásia-Oceania, em 2024, a levarem o Papa “à periferia mais periférica do mundo”, mereceram referência na homilia, onde foi sublinhada sua luta contra a “cultura do descarte”.

As suas encíclicas, como a Fratelli Tutti, com a qual “pretendeu reanimar a aspiração mundial à fraternidade”, ou a Laudato SI, chamando a atenção “para os deveres e a corresponsabilidade em relação à ‘casa comum’”, ou a sua defesa de que “ninguém se salva sozinho”, foram também referidas na homilia do cardeal italiano.

Giovanni Battista Re não deixaria, também, de sublinhar o papel do Papa nos apelos à paz.

“Perante o eclodir de tantas guerras nos últimos anos, com horrores desumanos e inúmeras mortes e destruições, o Papa Francisco levantou incessantemente a sua voz implorando a paz e convidando à sensatez, a uma negociação honesta para encontrar soluções possíveis, porque a guerra – dizia ele – é apenas morte de pessoas e destruição de casas, hospitais e escolas”, disse o presidente da cerimónia.

A finalizar a homilia, Re lembrou que “construir pontes e não muros” foi uma expressão muito repetida por Francisco.

Logo após a missa exequial que está a decorrer na Praça de São Pedro, no Vaticano, o corpo de Francisco será transportado para a Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, onde ficará sepultado.

 

Com Agência Lusa.

Passagem de Nível – Domingo 27 de abril de 2025. Os destaques

« Passagem de Nível » na Rádio Alfa, Domingo 27 de abril de 2025, Entre as 12h00 e as 14h00 com Artur Silva.

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Principal destaque:

-Ínicio na Radio Alfa, da campanha eleitoral para as Legislativas antecipadas em Portugal marcadas para o dia 18 de maio 2025.
Convidados:
Emilia Ribeiro, cabeça de lista do Partido Socialista (PS) pelo Círculo da Europa.
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Emilia Ribeiro, cabeça de lista do Partido Socialista (PS) pelo Círculo da Europa.
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Teresa Duarte Soares, cabeça de lista do Bloco de Esquerda (BE) pelo Círculo da Europa.
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Teresa Duarte Soares, cabeça de lista do Bloco de Esquerda (BE) pelo Círculo da Europa.
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José Manuel Fernandes, cabeça de lista da Coligação AD (PSD / CDS) pelo Círculo da Europa.
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José Manuel Fernandes, cabeça de lista da Coligação AD (PSD / CDS) pelo Círculo da Europa.

OUTRAS CANDIDATURAS JÁ TÊM ENTREVISTAS AGENDADAS PARA OS DOMINGOS 4 de MAIO (CDU e CHEGA) e 11 de MAIO (PAN e LIVRE) NO PROGRAMA “PASSAGEM DE NÍVEL »

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Outros Destaques:
-Cesária Évora em Paris: uma rua, uma escola e desta feita uma exposição que vai estar patente ao público entre 28 de abril e 2 de junho – Les Berges de la Seine, rampe Châtelet no 4ème arrondissement.
Convidado: Hermano Sanches Ruivo, Conseiller municipal de Paris.
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Cesária Évora – uma exposição que vai estar patente ao público entre 28 de abril e 2 de junho.
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-”La Fleur au Fusil”, a peça de teatro alusiva ao 25 de abril 1974, de Lionel Cecilio, vai , ser representada no Théâtre des Gémeaux Parisiens – 15 rue du Retrait, Paris 20 Métro Gambetta – nos dias 3, 10, 17 e 23 de maio.
O texto integral da peça foi publicado por Thebookeditions.com.
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”La Fleur au Fusil”, a peça de teatro alusiva ao 25 de abril 1974, de Lionel Cecilio.
”La Fleur au Fusil”, a peça de teatro alusiva ao 25 de abril 1974, de Lionel Cecilio.

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Passagem de nível » na Radio Alfa 
Apresentação e Coordenação: Artur Silva
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Jornalista Artur Silva
Nota:
-Emissão com redifusão na noite de terça para quarta-feira, entre as 0h00 e as 2h00 e no podcast www.radioalfa.net
Difusão da Rádio Alfa
FM (98.6): Paris et région parisienne
Dab+ : Paris, Lille, Lyon, Strasbourg, Monaco et Côte d’Azur

Entrevista exclusiva. Badoxa na Rádio Alfa

Edgar Silva Correia, de nome artístico Badoxa, nasceu em Portimão, em 1992. Filho de Pai Cabo Verdiano e Mãe Angolana. Desde criança que demonstrou muita facilidade em aprender música e a cantar. Badoxa em entrevista à Rádio Alfa.

 

Tudo começou aos seus 8 anos de idade na capoeira, onde aprendeu a tocar vários instrumentos, tais como : Berimbau, Atabaque, Pandeiro, tendo depois começado a cantar nas rodas de capoeira, tendo ganho inclusive um campeonato de canto (Capoeira) em 2003 no Algarve.

Em 2004 viu pela primeira vez uma banda a tocar ao vivo e ficou encantado!
Não resistiu e pediu para tocar um pouco de percussão, foi então que descobriu a sua paixão pela música ao vivo, pouco tempo depois começou por tocar percussão numa banda chamada « Kalulu », onde foi crescendo e evoluindo como músico. Em 2006 recebe um convite do músico e cantor « Xico Barata », tendo acompanhado esse grande músico e animador Angolano por Portugal inteiro. Em 2007 foi-lhe oferecida uma viola acústica, começando desde logo a aprender a tocar viola e piano com grandes músicos, tais como : Xico Barata, Joaquim Brandão, Zé Manel Martins, Tuka Moura, Tuniko Goulard, Leo, Marquinho, Nuno Miguel, Marcelão, Beto Kalulu, Carlos Morais, Sebastião, Tony Mickael, entre outros. Em 2009 começa a produzir e compor as suas próprias músicas. Em 2010 teve o privilégio de começar a acompanhar na guitarra e a cantar com uma das maiores referências da música africana “Micas Cabral” vocalista e guitarrista da banda “Tabanka Djazz” , acompanhando o mesmo durante 2 anos, começa a percorrer o pais de Norte a Sul tendo também actuado algumas vezes no estrangeiro. Nunca deixando de acompanhar o “Xico Barata”. No decorrer de 2010 começa a trabalhar com G-Amado que é hoje em dia uma das referências da música africana. Em 2011 trabalhando em parceria com a Yellow Squad e sempre acompanhado de G-Amado começa a colocar guitarra em várias musicas e a produzir para vários artistas : Hugo Pina , Ravidson , 2Much, G-Amado, Paulo Tavares, Celma Ribas, Xico Barata, William Araújo, Dj Barata, Dj Pausas entre outros.
Ainda em 2011 lança a música “Sabor a Maracujá” tornando-se uma referência nas pistas de dança e lançando a sua carreira como cantor. Em 2012 continua a actuar de Norte a Sul do pais e começa a fazer os seus primeiros shows a solo como cantor , lança também no decorrer deste ano as músicas “Tás Maluca” e “Amor” músicas essas que lhe abrem portas em diversas casas nacionais e internacionais. Em Janeiro de 2013 decide seguir as pisadas do seu grande amigo G-Amado e começa a trabalhar com a produtora É-Karga Eventz que decide apostar no seu talento e produzir o seu album , lança o seu 1º single do álbum em Maio desse ano intitulado “Eu Faço a Mboa Vibrar” música essa que conta com a participação de “Os Originais” intérpretes do famoso tema “Lhe Dá”.

25 Abril: Associação lamenta que luto nacional abranja dia que se comemora a Revolução dos Cravos

A Associação 25 de Abril lamentou hoje que luto nacional pela morte do Papa Francisco abranja o dia em que se assinala os 51 anos da Revolução dos Cravos e apelou à participação no desfile na sexta-feira em Lisboa.

Em comunicado, a associação presidida por Vasco Lourenço alegou que, se o Papa Francisco fosse um militar português em 1974, “decerto seria um Capitão de Abril”, tendo em conta que “toda a sua vida e todo o seu percurso apostólico se fundamentaram na defesa da liberdade, paz, democracia, igualdade e justiça social”.

Adiantou que, embora não aceite que um Estado laico tome esta decisão devido à morte de um chefe religioso, no caso da Igreja Católica, “não questiona a declaração de luto nacional, por três dias, pela morte de um chefe de um Estado amigo”.

A associação lamentou o período decretado pelo Governo para o luto nacional – hoje, sexta-feira e sábado -, alegando que é “muito divergente ao procedimento que o próprio Estado do Vaticano pratica”.

O luto no Vaticano dedicado a Francisco, o tradicional período conhecido como « novendiales » após a morte de um Papa, começa no sábado e termina em 04 de maio, antecedendo o conclave do Colégio Cardinalício.

“Essa decisão do Governo de gestão português fez com que o período de luto atinja o dia 25 de Abril, dia em que Portugal festeja o acontecimento que lhe abriu as portas à liberdade”, adiantou ainda o comunicado.

Depois de salientar a “enorme surpresa” pelas datas escolhidas, a Associação 25 de Abril questionou ainda quais os atos em que o Governo deixará de participar durante o período de luto nacional.

“O facto é que desconhecemos que, para além da sessão solene na Assembleia da República, onde o Governo se limitará a fazer o papel de corpo presente, existam quaisquer outros atos comemorativos oficiais, com uma prevista participação do Governo”, referiu a associação.

“Estamos certos de que o Governo terá a sua devida resposta da parte dos portugueses que, respeitando a memória de Francisco, festejarão mais um aniversário do dia que lhes garantiu e garante a liberdade, a paz e a democracia”, considerou a associação, que apelou para que “todos, todos, todos” participem no desfile popular a realizar na avenida da Liberdade, em Lisboa, na tarde do 25 de Abril.

O Governo esclareceu hoje que o decreto que instituiu o luto nacional pela morte do Papa Francisco não impõe quaisquer restrições à celebração do 25 de Abril por entidades públicas ou privadas, limitando-se a definir a conduta dos membros do executivo.

O decreto « não impõe ou fixa, ele próprio, quaisquer medidas ou restrições específicas às atividades de entidades e pessoas públicas ou privadas », apenas se « limita a determinar o luto e fixar as respetivas datas », lê-se numa nota oficial da Presidência do Conselho de Ministros destinada a esclarecer « dúvidas suscitadas » quanto ao impacto do diploma.

« As opções de conduta definidas pelo Governo aplicam-se aos seus membros, e em nenhum momento foram dadas instruções relativamente a atividades de outras entidades (incluindo municípios e associações) ou das populações », lê-se no comunicado.

O programa de eventos de natureza festiva que estavam previstos para a residência oficial do primeiro-ministro « foram adiados para o dia 01 de maio seguinte, mas não foram cancelados », esclarece ainda o comunicado.

 

Com Agência Lusa.

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