FUTEBOLISTA RENATO SANCHES INFETADO COM COVID-19
Covid-19/Portugal: Mais 313 casos, duas mortes e 363 recuperados
Covid-19: Mais 313 casos, duas mortes e 363 recuperados.
Informação oficial:
De acordo com os dados divulgados este sábado pela Direção-Geral da Saúde, há 313 novos casos de infeção e duas mortes.
Do total de novos casos, 241 foram registados na região de Lisboa e Vale do Tejo.
Quanto ao número de recuperados, são agora mais 363.
Nas últimas 24 horas, período a que se reportam os dados divulgados pela DGS, mais cinco pessoas foram internadas, mas há menos duas internadas em unidades de cuidados intensivos.
Ainda de acordo com o boletim, o número total de casos de infeção (isto é, desde o início da pandemia em Portugal) é de 48.390 e o de mortes é de 1.684.
Covid-19: OMS regista o maior aumento global de infeções desde o início da pandemia
Mais 238 mil casos de infeção no mundo
A Organização Mundial de Saúde (OMS) registou ontem, sexta-feira, o maior aumento de sempre de novos casos de infeção a nível global, com 237.743 situações nas últimas 24 horas.
As subidas mais acentuadas verificaram-se nos Estados Unidos, Brasil, India e África do Sul.
O total de casos de infeção no mundo está perto de 14 milhões e já se verificaram mais de 590 mil vítimas mortais.
Incêndio na catedral de Nantes (Loire-Atlantique) – Está circunscrito
O incêndio na Catedral de Nantes, em França, está circunscrito, tendo destruído o órgão da igreja, segundo as autoridades locais que sublinham que os estragos não são comparáveis ao fogo da Notre-Dame, em Paris, em 2019.
Segundo informações avançadas à agência de notícias France Presse, o incêndio que deflagrou esta madrugada na catedral gótica de Nantes já está circunscrito, tendo atingido o órgão principal da igreja.
“Os estragos estão concentrados no órgão que está completamente destruído. A plataforma sobre a qual se situa está muito instável e ameaça ruir”, afirmou o responsável dos bombeiros, Laurent Ferlay, numa conferência de imprensa que se realizou junto à igreja.
Os bombeiros foram alertados para o incêndio às 07:44 (às 06:44 em Lisboa) e por volta das 10:00 (09:00 em Lisboa) estavam no local 60 elementos a combater as chamas.
A catedral já tinha sido alvo de um incêndio em 1972, cujos trabalhos de recuperação terminaram em 1985, segundo informações da France Presse.
A presidente da câmara de Nantes Johanna Roland esteve no local e prestou declarações.

« Le feu n’est pas maitrisé, il est en cours d’attaque. C’est un feu important », a indiqué le Codis à l’AFP, précisant que les pompiers avaient été alertés à 7H44 et que 60 pompiers avaient été dépêchés sur les lieux. Deux nacelles de pompiers arrosent la façade avec de l’eau pour éteindre l’incendie.
Tout le quartier est bouclé. La police a élargi le périmètre de sécurité, pour éviter l’afflux de curieux.
Já é a segunda vez que o edifício sofre um incêndio
Esta catedral de Nantes do século XV, classificada de edifício histórico desde 1862 já foi vitima de um incêndio em Janeiro de 1972.
#Nantes | Courage aux sapeurs-#pompiers du @SDIS44 engagés sur l’#incendie à la cathédrale Saint-Pierre-et-Saint-Paul de #Nantes.
Protéger, secourir et sauver. pic.twitter.com/z8ZaigcI3s— Pompiers de France (@PompiersFR) July 18, 2020
Nasceu o primeiro bebé infetado em Portugal. Transmissão in utero do novo coronavírus
Mais de 130 crianças nasceram de mães com SARS-CoV-2, mas só uma foi contagiada in utero
Nasceu o primeiro bebé infetado em Portugal
Em todo o mundo há menos de uma dezena de casos conhecidos de transmissão vertical congénita do novo coronavírus
Um texto de CHRISTIANA MARTINS que pode ler na íntegra no Expresso
Extrato do trabalho:
A primeira criança em Portugal a ter sido infetada durante a gravidez nasceu há cerca de 15 dias no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa. A menina nasceu prematura com 34 semanas e dois dias e apresentava sintomas graves associados à covid-19, nomeadamente pneumonia e falta de ar, tendo sido ventilada e internada nos cuidados intensivos, onde ainda se encontra. Embora esteja a recuperar, continua a testar positivo para a presença do vírus SARS CoV-2. A mãe também está internada.
Em todo o mundo não se conhecem mais de uma dezena de casos de transmissão in utero do novo coronavírus. O caso português, que está a ser acompanhado pelo Instituto Ricardo Jorge, será em breve publicado numa revista internacional da especialidade. “Temos provas de que houve transmissão vertical congénita in utero, através de uma amostra de sangue retirada da criança, muito pouco tempo após o nascimento”, explicou ao Expresso Rita Perez, médica e presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, de que faz parte o São Francisco Xavier.
Naquela unidade, nasceram, além desta, mais 13 crianças de mães com SARS CoV-2. Em todo o país são já mais de 130 os bebés de mães infetadas e mais nenhum nasceu com a doença. A grande maioria das mães não apresentava qualquer sintomatologia no momento do parto.
(…)
DE MÃE PARA FILHO
A semana ficou marcada justamente pela divulgação de um estudo francês que aponta para a possibilidade de transmissão do SARS CoV-2 de mãe para filho, durante a gravidez. A investigação, publicada na revista “Nature Communications”, frisa, contudo, a raridade da situação.
No caso citado, registado num hospital de Paris, a mãe de 23 anos tinha sido diagnosticada com covid-19 em março. O vírus foi detetado em maior quantidade no tecido da placenta e acabou por ser encontrado no sangue do recém-nascido, que desenvolveu sinais de inflamação no cérebro. No artigo explica-se que a grávida, então com 35 semanas de gestação, terá chegado ao Hospital Paris-Saclay com sintomas de tosse e febre, tendo testado positivo para o novo coronavírus. A situação do feto entretanto agravou-se, o que obrigou a equipa médica a avançar com uma cesariana de emergência. O bebé chegou a ter de ser ventilado por algumas horas, mas, passados três meses, está a recuperar clinicamente.
(…)
Continue a ler em expresso.pt
Livro « Le destin du touriste », de Rui Zink, em destaque no Passagem de Nível de domingo, 19
« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 19 de Julho 2020
Emissão especial entre as 12h00 e as 13h00
Tema:
-Livro: Le destin du touriste, de Rui Zink éditions Métailié
Publicado em Portugal no ano 2008 e traduzido em francês em 2011, trata-se de um
romance assaz feroz, uma denúncia da posição do turista rico em países pobres, mas
também, mais alargadamente, uma reflexão do futuro do ser humano num planeta em
ruinas.
No programa deste domingo vamos ouvir a totalidade de entrevista da qual apenas foi difundida uma versão reduzida.
Apresentação e coordenação: Artur Silva
Imprensa. Jorge Jesus é o próximo treinador do Benfica
Jorge Jesus fechou acordo com o Benfica na madrugada desta sexta-feira, em conversa direta com Luís Filipe Vieira, tendo limado as últimas arestas do entendimento para assinar contrato por três anos.
Embora tudo se tenha fechado numa conversa direta com Jorge Jesus, as negociações entre o treinador e o Benfica foram conduzidas pelo empresário Costa Aguiar, que representou Jesus em todo este processo.
Depois disso, terá de fazer a transferência dos dois milhões de euros relativos à rescisão de contrato (um milhão da cláusula de rescisão e um milhão de ordenados já adiantados).
Recorde-se que os valores da cláusula de rescisão terá de ser entregue pelo próprio Jorge Jesus, embora seja o Benfica a avançar com o dinheiro.
Refira-se, de resto, que Jorge Jesus não deve viajar para Portugal antes de domingo, pelo que o mais certo é que só chegue a Lisboa a partir da próxima segunda-feira.
O treinador, recorde-se, deixou o Benfica no verão de 2015, para assumir o comando técnico do Sporting. Depois de três épocas em Alvalade, rumou à Arábia Saudita para orientar o Al Hilal.
Estava desde 2019 ao leme do Flamengo, clube ao serviço do qual conquistou seis troféus.
Cinco anos depois de deixar a Luz, Jorge Jesus está, assim, de regresso ao banco das águias.
Alfa/RTP/Bola/MaisFutebol.
Cristina Ferreira volta à TVI. Vai ganhar mais de 200 mil euros/mês. Transferência envolve 7 milhões de euros
Cristina Ferreira volta à TVI para ser acionista e diretora de entretenimento, SIC “lamenta a decisão abrupta e surpreendente”
ANA BAIÃO
“Trata-se de um regresso à casa mãe, com funções distintas e um projeto ambicioso ao qual era impossível dizer que não”, justifica a apresentadora. A SIC já reagiu e “informa que reserva todos os seus direitos em face desta situação”
Cristina Ferreira regressa à TVI como accionista e administradora: transferência envolve 7 milhões de euros
O regresso da apresentadora à “casa de origem”, agora como responsável pelo entretenimento e ficção e até dona de uma quota, acontece dois anos depois da sua saída. Cristina Ferreira só falou no assunto na SIC porque foi confrontada esta manhã com o rumor. Admitiu e apresentou a renúncia ao contrato.
Numa decisão que a SIC disse ser “unilateral”, “abrupta e surpreendente”, Cristina Ferreira anunciou esta sexta-feira a saída da estação para regressar à TVI, onde, além de assumir funções como diretora de entretenimento e ficção, deve ainda tornar-se accionista da Media Capital (a dona do canal de Queluz). O regresso também já tem data marcada: 1 de setembro.
A mudança foi confirmada ao final da tarde desta sexta-feira pela apresentadora através de um comunicado enviado às redações pela sua agência. “Trata-se de um regresso à casa mãe, com funções distintas e um projeto ambicioso ao qual era impossível dizer que não. É uma escolha conduzida pelo afecto com a firme vontade de contribuir para recolocar a TVI no coração de todos os portugueses”, diz Cristina Ferreira. “Neste momento de saída, não posso deixar de agradecer à SIC, à sua administração, a oportunidade que me foi concedida e a possibilidade de trabalhar com profissionais de exceção. O meu muito obrigada a todos. A SIC é uma estação de televisão de referência, onde fui muito bem acolhida e para a qual formulo votos de maior sucesso profissional para o futuro”, pode ainda ler-se na nota.
Pouco depois, também a SIC divulgou um comunicado em que refere a desilusão com a decisão de Cristina Ferreira, que põe “termo ao contrato que a vinculava até 30 de novembro de 2022”. “A SIC lamenta a decisão abrupta e surpreendente, mas apesar da desilusão, quer agradecer o trabalho de Cristina Ferreira desenvolvido ao longo deste curto mas intenso período, no seio de uma equipa vencedora, que continuará a empenhar o seu talento e profissionalismo para merecer a confiança do público”, lê-se na nota. “A SIC informa ainda que reserva todos os seus direitos em face desta situação.”
Também a Media Capital deu entretanto conhecimento do acordo com Cristina Ferreira para dirigir o departamento de entretenimento e ficção da TVI. “Este regresso à sua casa de sempre enche-nos de satisfação. Cristina Ferreira é querida dos portugueses e esta contratação reforça a estratégia do Grupo Media Capital de estar mais próximo das suas audiências, enriquecendo as áreas de Entretenimento e de Ficção do Canal”, disse em comunicado Manuel Alves Monteiro, administrador-delegado do grupo Media Capital, que confirmou ainda que a apresentadora “manifestou já junto da Prisa a intenção de adquirir uma participação no capital social da empresa”. “A concretizar-se, esse facto reforçará a ligação de Cristina ao Grupo e dará um significado ainda mais profundo a este regresso à TVI”, acrescentou.
O regresso de Cristina Ferreira à TVI aconteceu quase dois anos depois de a apresentadora ter deixado o canal de Queluz e ter assinado contrato com a SIC. O anúncio foi feito a 22 de agosto de 2018 e era então a maior transferência da história da televisão portuguesa. Além de assumir a condução de “O Programa da Cristina”, era consultora executiva da direção-geral de entretenimento do canal, liderada por Daniel Oliveira.
Antes, tinha estado desde 2004 à frente das manhãs da TVI ao lado de Manuel Luís Goucha. Cristina Ferreira encontrava-se quase no final do contrato com a estação de Queluz quando a SIC iniciou uma abordagem, tendo sido criadas condições para um entendimento.
Covid-19: Número de hospitalizações devido ao vírus aumenta em França
Covid-19: Número de hospitalizações devido ao vírus aumenta em França
Devido à covid-19, há agora 6.688 pessoas hospitalizadas no país, mais 42 que na véspera, com 477 pacientes internados em unidades de cuidados intensivos, segundo a Direção-Geral da Saúde francesa.
Numa entrevista concedida esta noite à televisão France 2, o primeiro-ministro Jean Castex afirmou que a situação no país não é grave, mas os franceses « têm de ser mais vigilantes » na utilização dos gestos barreira.
Esta constatação veio depois de se saber que o nível de contaminação nalgumas regiões, como a Mayenne, está a aumentar e em 100.000 há 52,7 pessoas contaminadas enquanto no resto do país a média é de 04 pessoas. Também noutras regiões como a Bretanha os índices estão a voltar a subir.
A França contabilizou nas últimas 24 horas 14 mortes associadas à covid-19 em meio hospitalar, elevando o total de óbitos desde o início da pandemia para 30.152. Do total de mortes, 19.611 foram registadas nos hospitais.
Os dados dos lares são agora atualizados semanalmente e só voltarão a ser conhecidos no dia 21 de julho (o número até agora é de 10.541 mortos).
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 590 mil mortos e infetou mais de 13,83 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Covid-19: Portugal quer chegadas ao Reino Unido sem quarentena o mais breve possível
Covid-19: Portugal quer chegadas ao Reino Unido sem quarentena o mais breve possível
Berta Nunes explicou que o Reino Unido está “a criar algumas dificuldades” e que os emigrantes que viajam para Portugal, ao regressarem, têm de fazer quarentena, esperando ver essa situação alterada.
“Temos o problema do Reino Unido que esperamos vir a poder ultrapassá-lo com a maior brevidade possível”, destacou.
“Na verdade, no Reino Unido, também há surtos todos os dias e o que nós temos são surtos que estão controlados, não temos uma situação pandémica descontrolada, por isso Portugal é um país seguro”, frisou.
A governante falava após a assinatura de protocolos relativos à criação dos Gabinetes de Apoio aos Emigrantes (GAE) do Alto Tâmega e Barroso, que decorreu em Montalegre, no distrito de Vila Real.
Para a secretária de Estado, a mensagem para a comunidade portuguesa no estrangeiro é muito clara: “Venham, Portugal é um país seguro e são bem-vindos”.
Berta Nunes alertou, no entanto, para que sejam cumpridas as “regras de segurança” em vigor em Portugal.
Para a governante, Portugal tem “muitos poucos casos” e tem surtos, tal como está a acontecer em todos os países.
A secretária de Estado realçou ainda que nos países onde estão as maiores comunidades de portugueses, à exceção do Reino Unido, estes podem viajar para Portugal e regressar “sem qualquer problema”.
Referindo-se a países como a Alemanha, Suíça, França ou Luxemburgo, a governante explicou ainda que a Bélgica impõe algumas condicionantes para o regresso de portugueses de algumas zonas de Lisboa.
Berta Nunes sublinhou também que os emigrantes têm “um grande desejo” de viajar para Portugal e que apenas não vêm se não puderem.
“Alguns referiram que têm situações de maior fragilidade económica e não têm dinheiro para fazer a viagem, ou devido a situações no trabalho, por pressão do patrão, para que não venham porque há sempre alguma incerteza”, referiu.
Portugal foi excluído dos “corredores de viagem internacionais” com destinos turísticos que o Reino Unido abriu para permitir aos britânicos passarem férias sem cumprir quarentena no regresso.
O sistema divulgado em 03 de julho e que entrou em vigor em 10 de julho permite evitar que quem chegue destes países tenha de ficar 14 dias em isolamento, como acontece atualmente com todas as pessoas que chegam a Inglaterra do estrangeiro, ou arriscam uma multa de mil libras (1.100 euros).
Mesmo assim, todas as pessoas que chegam têm de preencher um formulário com os contactos pessoais e informações sobre o local onde vão ficar alojadas.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 590 mil mortos e infetou mais de 13,83 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 1.682 pessoas das 48.077 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

