Covid-19: Lisboa e Vale do Tejo com 77% das novas infeções até ontem

Covid-19: Lisboa e Vale do Tejo com 77% das novas infeções nas últimas 24 horas

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A região de Lisboa e Vale do Tejo registou 77% das novas infeções por covid-19 em 24 horas, com 254 dos 328 novos casos contabilizados no domingo pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

A região, contudo, continua pendente da verificação de dados relativos a 200 casos, ainda por incluir no total de casos confirmados referentes a testes realizados por um laboratório que em três dias desta semana não os registou no sistema para o efeito, estando a sua distribuição ainda a ser analisada pelas autoridades de saúde.

Lisboa e Vale do Tejo permanece como a região onde se regista o maior número de novos casos com 254 confirmados nas últimas 24 horas, o que representa um crescimento de 0,8%, para os 20.527 casos.

O total de óbitos registados na região aumentou 0,6%, para os 504, com as seis mortes contabilizadas nas últimas 24 horas.

A nível regional, o Norte registou nas últimas 24 horas 25 novos casos (7,6% das 328 infeções), o Centro 32 novos casos (9,8%), o Alentejo sete novos casos (2,1%) e o Algarve nove novos casos (2,7%).

No que diz respeito às regiões autónomas, só na Madeira se registam alterações, com mais um caso confirmado nas últimas 24 horas, aumentando o total para 93 casos.

A região de Lisboa e Vale do Tejo já contabiliza 20.527 casos confirmados e 504 mortes, o Norte tem 17.748 casos e 819 mortes, o Centro tem 4.189 casos e 248 mortes, o Alentejo tem 527 casos e 13 mortes e o Algarve tem 662 casos e 15 mortes.

Nas regiões autónomas, a Madeira tem 93 casos confirmados até ao momento e nenhum óbito registado e os Açores têm 151 casos e 15 mortes.

A distribuição do total de casos por concelho não foi hoje atualizada.

“Este relatório de situação não inclui a atualização da imputação de casos aos concelhos. A DGS está a realizar a verificação de todos os dados com as autoridades locais e regionais de saúde que ficará concluída durante os próximos dias”, lê-se no boletim de hoje.

Os concelhos de Lisboa e Porto, assim como o de Braga, são os que contabilizam a maior percentagem de infeções no país, com a região de Lisboa a registar um crescimento contínuo nas últimas semanas.

Portugal contabiliza pelo menos 1.614 mortos associados à covid-19 em 43.897 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da DGS.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 530 mil mortos e infetou mais de 11,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Covid-19: Mais de 531 mil mortos e mais de 11,3 milhões de casos no mundo – AFP

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Pelo menos 531.789 pessoas morreram em todo o mundo devido à pandemia do novo coronavírus desde que surgiu, em dezembro, na China, segundo um balanço da agência France Presse, às 20:00 de ontem, domingo, com base em fontes oficiais.

Mais de 11.343.890 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios, desde o início, dos quais 5.906.500 são dados como curados.

No entanto, este número de diagnosticados representa apenas uma parte do número real de contaminações porque alguns países testam apenas os casos graves e outros usam testes como prioridade no rastreamento, enquanto os territórios mais pobres têm esta capacidade limitada para a despistagem.

Desde a contagem realizada no sábado às 19:00 TMG (20:00 em Lisboa), registaram-se mais 4.205 novas mortes e foram diagnosticados 182.459 novos casos em todo o mundo.

Os países que registaram mais mortes são o Brasil, com 1.091 falecimentos, a Índia (613), e o México (523).

Os Estados Unidos (onde a primeira morte por covid-19 se verificou em fevereiro) é o país mais atingido, tanto em número de mortos (129.718) como de casos diagnosticados (2.852.807). Pelo menos 894.325 pessoas foram consideradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil, com 64.265 mortos e 1.577.004 casos diagnosticados, o Reino Unido, com 44.220 mortos (285.416 casos), a Itália com 34.861 mortos (241.611 casos), e o México com 30.366 mortos (252.165 casos).

Entre os países mais duramente afetados estão a Bélgica, que reporta mais número de mortos por habitantes, com 84 falecimentos por 100 mil habitantes, seguida pelo Reino Unido (65), Espanha (61), Itália (58), e a Suécia (54).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), regista oficialmente um total de 83.553 casos (8 novos surgidos entre sábado e hoje), dos quais 4.634 mortos (0 novos falecimentos), e 78.516 recuperados.

A Europa totalizava, às 20:00 de hoje, 199.310 mortos e 2.725.090 casos diagnosticados, os Estados Unidos e o Canadá 138.446 mortos (2.958.343 casos), a América Latina e as Caraíbas 126.861 mortos (2.876.303 casos), a Ásia 37.904 mortes (1.472.426 casos), o Médio Oriente 17.833 mortos (825.224 casos), a África 11.302 mortos (476.535 casos), e a Oceânia 133 mortes (9.972 casos).

Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da Agência France Presse junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

FC Porto vence Belenenses SAD e consolida liderança da I Liga

O FC Porto restabeleceu hoje a vantagem de seis pontos na liderança da I portuguesa de futebol sobre o perseguidor Benfica, ao vencer por 5-0 o Belenenses SAD, em jogo da 30ª jornada da prova.

Os golos de Soares (31 minutos), Marega (58), Alex Telles (75, de grande penalidade), Fábio Vieira (82) e Luis Díaz (90+2) permitiram à equipa portuense conquistar o terceiro triunfo seguido na prova, em contraponto com os lisboetas, que não vencem há cinco partidas.

A quatro rondas do fim do campeonato e com 12 pontos em disputa para cada equipa, o FC Porto reforçou o comando, com 73 pontos, mais seis do que o campeão Benfica, segundo classificado, enquanto o Belenenses SAD manteve-se no 14.º lugar, com 31, a quatro da zona de despromoção.

 

Resultados da 30ª jornada da I Liga de futebol:

 

– Sexta-feira, 03 jul:

Santa Clara – Marítimo, 0-1 (0-0)

 

– Sábado, 04 jul:

Vitória de Setúbal – Paços de Ferreira, 2-3 (2-0)

Portimonense – Vitória de Guimarães, 0-1 (0-0)

Benfica – Boavista, 3-1 (3-0)

Sporting de Braga – Desportivo das Aves, 4-0 (0-0)

 

– Domingo, 05 jul:

Gil Vicente – Rio Ave, 1-0 (1-0)

Tondela – Famalicão, 0-1 (0-0)

FC Porto – Belenenses SAD, 5-0 (1-0)

 

– Segunda-feira, 06 jul:

Moreirense – Sporting, 22:00

 

Alfa/Lusa.

 

 

Covid-19: Número de mortos em Reguengos de Monsaraz sobe para 12 com mais três óbitos

Covid-19: Número de mortos em Reguengos de Monsaraz sobe para 12 com mais três óbitos

 

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 A morte de três pessoas infetadas com covid-19 elevou hoje para 12 o número de óbitos relacionados com o surto em Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, informou hoje o município.

As vítimas, uma mulher de 93 anos, um homem de 82, e outro de 52, que é a primeira vítima na comunidade do surto detetado num lar em 18 de junho, estavam todas internadas no Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE).

Trata-se do dia mais ‘negro’ desde a deteção do surto no lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS), que não tinha ainda registado mais do que duas vítimas mortais num único dia.

Nas instalações do lar ocorreram três óbitos, com a morte de um utente com cerca de 70 anos (no dia 24) e de uma utente de 92 anos (dia 25), às quais se juntou, na quinta-feira, o falecimento de uma mulher de 94 anos.

No HESE faleceram as restantes nove vítimas, de 82 anos (dia 27), de 91 e 89 anos (na segunda-feira), de 92 e 42 anos (na quarta-feira) e de 87 anos (na sexta-feira), além das três registadas hoje.

Pese embora os três óbitos, o número de doentes internados no HESE subiu hoje para 20, (eram 17 no sábado), dos quais cinco encontram-se na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).

Entre os doentes internados na UCI estão quatro utentes do lar da FMIVPS e um dos casos de infeção na comunidade.

Dos restantes infetados, os funcionários da instituição encontram-se a recuperar nas suas residências, assim como alguns dos utentes, enquanto mais de meia centena de idosos foram transferidos das instalações do lar, na sexta-feira, para um pavilhão montado para o efeito no parque de feiras de Reguengos de Monsaraz.

A atualização do boletim epidemiológico divulgada hoje pela Autoridade de Proteção Civil local dá conta, ainda, de uma redução do número de casos ativos para 141 (eram 143 no sábado), que se explica com os três óbitos de hoje e a deteção de apenas um novo caso positivo entre os cerca de 30 testes cujos resultados foram conhecidos ontem.

Destes casos ativos, 91 estão diretamente relacionados com o lar, divididos entre 22 funcionários (um caso curado e um óbito) e 69 utentes (10 óbitos), enquanto os restantes 50 dizem respeito à infeção na comunidade (um caso curado e um óbito).

O número de casos curados (dois) manteve-se inalterado, apesar de terem sido iniciados na sexta-feira os testes de cura ao 14.º dia, que de acordo com a norma n.º 004/2020 da DGS « deve realizar-se aos 14 dias após o início de sintomas e se o doente estiver assintomático durante três dias consecutivos ».

Para hoje e segunda-feira está prevista a realização de mais cerca de 50 testes, que continuam a decorrer na Área Dedicada Covid-19 de Reguengos de Monsaraz, entretanto transferida do Parque de Feiras e Exposições para o Pavilhão Polidesportivo da Escola António Gião (Escola Amarela).

Os números divulgados referem-se a um universo de cerca de 1.730 testes com resultado conhecido até ao final de sábado.

A Câmara de Reguengos de Monsaraz ativou, na quinta-feira, o Plano Municipal de Emergência para gerir o surto de covid-19 no concelho, depois de a generalidade de Portugal continental ter entrado em situação de alerta na véspera.

Com a situação no lar, o concelho de Reguengos de Monsaraz regista o maior surto da doença provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 do Alentejo, atualmente com doze mortos e 141 casos ativos.

Em Portugal, morreram 1.605 pessoas das 43.569 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Som. Museus franceses reabrem. No Louvre e no Pompidou, pode ver obras de artistas portugueses

Museus franceses reabrem ao público.

Atenção ao Louvre e ao Centro Pompidou onde se podem ver obras de Domingos Sequeira, Baltazar Gomes Figueira, Josefa de Óbidos e de Vieira da Silva.

Ouça a última crónica de João Pinharanda, diretor do Instituto Camões em Paris:

 

 

Vieira da Silva, La partie d’échecs, 1943. Óleo sobre tela. Coleção centro Pompidou

Covid-19: Quebras no turismo triplicam desemprego no Algarve

Covid-19: Quebras no turismo triplicam desemprego no Algarve

 

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O desemprego no Algarve aumentou mais de 200% em maio para quase 28 mil desempregados, atingindo sobretudo o setor da hotelaria, que desespera pela chegada de turistas para atenuar o « golpe » de quase três meses de prejuízos.

O calor que abraça o Algarve lembra que julho chegou, ao contrário dos turistas, que por esta altura já deviam estar a encher os hotéis, praias e restaurantes da região, mas que teimam em não aparecer na quantidade habitual para a época do ano.

Como o início da pandemia de covid-19 coincidiu com o arranque das contratações para a época turística, milhares de pessoas nem sequer chegaram a ser contratadas, enquanto outras foram dispensadas ainda durante o período experimental.

Num verão normal, o Tivoli Hotels & Resorts teria cerca de 1.000 pessoas a trabalhar nas seis unidades do Algarve – fora aquelas que são contratadas à hora, ao dia, ou à semana – mas, neste momento, tem apenas cerca de metade, diz à Lusa o diretor regional de operações do grupo, Jorge Beldade.

“Nós, em março, quando foi o início desta pandemia, estávamos em fase de início de contratação para a época de cerca de 350 pessoas. Acabámos por contratar só 89 e, obviamente, todas as outras deixaram de ser contratadas e a seguir os hotéis fecharam e passámos todas as pessoas a ‘lay-off’”, conta.

No Algarve, 85% dos hotéis reabriram em junho ou reabrem agora, no início de julho, um número, ainda assim, animador – tendo em conta as previsões do setor no início da pandemia, que não apontavam para que tantas unidades reabrissem ainda este ano.

Depois da época baixa, quando se preparava para entrar na época turística, a região depara-se com um verão “que não será comparável” ao do ano passado e entra novamente numa estação baixa, o que, na prática, será equivalente “a três estações baixas seguidas”, resume o líder da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

“O efeito nas receitas das empresas e o impacto no emprego é indiscutível e será uma realidade incontornável”, disse à Lusa Elidérico Viegas, estimando que a partir do mês de setembro os números se “agravem novamente”.

Segundo dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), em maio de 2020 o Algarve foi a região que registou o maior aumento de desempregados inscritos no país, com um crescimento de 202,4%, face ao mesmo mês do ano passado.

“É um situação complicada, com um número de desemprego bastante elevado, que nos preocupa. Em fevereiro ninguém acreditaria que isto iria acontecer, porque estávamos com um dinamismo da economia cada vez maior, com o emprego a aumentar e o desemprego a diminuir”, desabafa a delegada regional daquele instituto.

De acordo com Madalena Feu, o aumento do desemprego, contrariando a tendência dos últimos anos, tem vindo em crescendo, face aos mesmos meses de 2019: em março havia na região 21.636 desempregados inscritos (mais 41%), em abril mais 26.379 (mais 120%) e em maio 27.675 (mais 202%).

A delegada regional do IEFP nota que há “novos” desempregados: 28% são estrangeiros – na sua maioria brasileiros, indianos e nepaleses, que trabalhavam na agricultura e na hotelaria –, e outros, ainda, são pessoas que vieram de fora da região.

No concelho de Albufeira, que concentra boa parte dos hotéis da região e cujos negócios giram quase todos à volta do turismo, a situação é preocupante, segundo nota à Lusa o presidente da Câmara, José Carlos Rolo.

“A recuperação não vai ser tão rápida e tão linear quanto isso. Não nos podemos esquecer que a seguir temos o inverno e que no inverno, naturalmente, as pessoas não acorrem a lugares turísticos de sol e praia”, sublinha.

Segundo o autarca, além dos “muitos hotéis fechados”, estão também encerrados muitos estabelecimentos comerciais. Alguns até abriram, mas depois acabaram por encerrar, por falta de clientes, atirando as pessoas para o desemprego ou para ‘lay-off’.

Muitas das pessoas que de um momento para o outro se viram no desemprego começaram a pedir ajuda, sobretudo alimentar, a instituições da área social, que veem agora os pedidos disparar, como é o caso do Movimento de Apoio à Problemática da Sida (MAPS).

O presidente da instituição, Fábio Simão, diz à Lusa acreditar que em setembro ou em outubro se comecem a sentir “os efeitos mais sérios da crise” e a surgir muitos mais pedidos de apoio, pois quem perdeu o emprego não tem como “dar a volta” à situação.

“A economia começou a dar alguns passos, mas com vergonha, porque as pessoas estão a acautelar-se e provavelmente os postos de trabalho não vão ser todos readmitidos”, conclui.

L’Algarve sans Britanniques ? Une catastrophe économique pour la région portugaise

L’Algarve sans Britanniques ? Une catastrophe économique pour la région portugaise – Courrier Internacional

Le Royaume-Uni a décidé d’exclure le Portugal de sa liste des destinations sûres. Il n’y aura donc pas de pont aérien entre les deux pays. Une décision lourde de conséquences pour le tourisme portugais, particulièrement dans le sud.

Le Portugal redoutait cette décision, se refusait à y croire. Et pourtant : le Royaume-Uni a décidé le 3 juillet d’exclure son partenaire commercial historique de la liste des pays européens avec qui des ponts aériens (ou “couloirs touristiques”) seront mis en place à partir du 10 juillet. Une terrible nouvelle pour le Portugal, dont l’économie estivale dépend largement des touristes et des résidents britanniques (leur communauté, d’ailleurs, est celle qui a le plus fortement augmenté l’an passé sur le sol portugais parmi les populations immigrées).

Un manque à gagner énorme

Pour le Royaume-Uni, principal marché émetteur de touristes au Portugal, le pays n’est plus une destination sûre, à cause de la hausse des cas positifs au coronavirus constatée ces dernières semaines dans la banlieue lisboète. Le site Eco résume, concrètement, ce qu’implique cette décision :

Cela signifie que les Portugais qui se rendent en Angleterre ou les Anglais qui reviennent du Portugal devront observer une période de quarantaine de 14 jours à leur arrivée.”

Cette entrave à la circulation sera lourde de conséquences. Le manque à gagner pour l’Algarve, région du sud du Portugal et de prédilection des Britanniques, a été chiffré cette semaine par l’Office du tourisme à 3,3 milliards d’euros, rapporte le Correio da Manhã. Cette somme colossale correspond à ce qu’ont rapporté les seules nuitées des touristes britanniques (9,4 millions) l’an passé au Portugal.

“Absurde, injuste et très décevant”

Les dirigeants portugais encaissent le choc. “C’est absurde, injuste et très décevant”a réagi le ministre des Affaires étrangères, Augusto Santos Silva, qui a rappelé que le Portugal, lui, n’imposait aucune quarantaine aux Britanniques, alors que la situation sanitaire était bien pire dans leur pays. Le Premier ministre Antonio Costa a d’ailleurs tweeté un graphique qui le prouve, avec ce commentaire : “Quel est l’endroit le plus sûr ?”

Le président de la République, de son côté, a évoqué “une leçon d’histoire”, celle qui unit les deux pays, partenaires commerciaux depuis des siècles. Marcelo Rebelo de Sousa a souligné qu’ils s’étaient toujours aidé quand l’un ou l’autre était au plus bas.

Vincent Barros

Covid. Mais de 11,1 milhões de casos em todo o mundo. Mortes superam as 527 mil

Mais de 11,1 milhões de casos em todo o mundo. Mortes superam as 527 mil

AFP

Pelo menos 527.241 pessoas morreram em todo o mundo devido à pandemia do novo coronavírus, desde que este surgiu, em dezembro na China, segundo um balanço da Agência France Presse, às 20h de Portugal Continental deste sábado.

Mais de 11.145.640 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da pandemia, dos quais pelo menos 5.727.400 foram considerados curados.

No entanto, este número de diagnósticos representa apenas uma parte do número real de contaminações. Alguns países testam apenas os casos graves, outros usam os testes como prioridade no rastreamento, e muitos países pobres têm uma capacidade de rastreamento limitada.

Desde a contagem realizada na sexta-feira (às 20h), registaram-se mais 4.376 mortes e foram diagnosticados mais 180.827 casos em todo o mundo. Os países com mais novas mortes são o Brasil, com 1.290, o México, com 654, e a Índia, com 442.

Benfica vence Boavista por 3-1 no primeiro jogo pós Bruno Lage

O Benfica venceu hoje na Luz o Boavista por 3-1, num encontro da 30ª jornada da I Liga portuguesa de futebol em que foi comandado pela primeira vez por Nélson Veríssimo, sucessor provisório de Bruno Lage.

André Almeida, aos 13 minutos, Pizzi, aos 31, e Gabriel, aos 42, apontaram os tentos dos campeões nacionais, que somavam cinco jogos sem vencer em casa em todas as competições, enquanto Dulanto faturou para os ‘axadrezados’, aos 64.

O Sporting de Braga impôs-se hoje por 4-0 na receção ao lanterna-vermelha Desportivo das Aves, em jogo que marcou a estreia de Artur Jorge no comando técnico dos minhotos.

 

Resultados da 30ª jornada da I Liga de futebol:

 

– Sexta-feira, 03 jul:

Santa Clara – Marítimo, 0-1 (0-0)

 

– Sábado, 04 jul:

Vitória de Setúbal – Paços de Ferreira, 2-3 (2-0)

Portimonense – Vitória de Guimarães, 0-1 (0-0)

Benfica – Boavista, 3-1 (3-0)

Sporting de Braga – Desportivo das Aves, 4-0 (0-0)

 

– Domingo, 05 jul:

Gil Vicente – Rio Ave, 18:00

Tondela – Famalicão, 20:15

FC Porto – Belenenses SAD, 22:30

 

– Segunda-feira, 06 jul:

Moreirense – Sporting, 22:00

 

Alfa/Lusa.

Covid-19: Portugal com mais sete mortos e 413 casos confirmados, 317 na região da capital

Covid-19: Portugal com mais sete mortos e 413 casos confirmados

Covid-19: Portugal com mais sete mortos e 413 casos confirmados

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Portugal regista hoje mais sete mortos devido à covid-19, em relação a sexta-feira, e mais 413 infetados, dos quais 317 na região de Lisboa e Vale do Tejo, divulgou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico diário da DGS, o total de mortos por covid-19 desde o início da pandemia é de 1.605 e o total de casos confirmados é de 43.569 infetados.

Mais informação:

Portugal: mais 413 casos de infeção, 7 mortes e 348 doentes recuperados

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 413 casos de infeção pelo novo coronavírus, o número mais elevado desde domingo passado, e sete vítimas mortais, um abrandamento em comparação com o período anterior, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado neste sábado pela Direção Geral da Saúde.

O número de doentes recuperados subiu em 348, há menos seis pessoas internadas em unidades hospitalares, mas existe mais um doente em cuidados intensivos.

Seguindo a tendência das semanas mais recentes, a maioria dos casos de infeção verificou-se na região de Lisboa e Vale do Tejo, com mais de 76% das situações identificadas, equivalentes a 317 casos. Açores e Madeira não têm registo de novos casos de covid-19.

Desde o início da pandemia, Portugal registou 43.569 casos de infeção e 1.605 vítimas mortais.

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