Jogadores dos clubes da Liga NOS associam-se a campanha por um regresso seguro do futebol

Os clubes da Liga NOS aderiram à ação de sensibilização lançada pela Federação Portuguesa de Futebol e pela Liga Portugal que promove as orientações da Direção Geral da Saúde para garantir um regresso em total segurança do futebol.

Jogadores dos clubes que disputam a Liga NOS juntaram-se a figuras do futebol, designadamente antigos internacionais e Embaixadores da Liga bem como diretores da FPF, além de conhecidos adeptos de vários clubes, na divulgação de importantes informações e conselhos quando nos aproximamos da hora do regresso da competição.

Dieguinho e Nuno Coelho (Belenenses Sad), Carraça (Boavista FC), Afonso Figueiredo (CD Aves), Fábio Cardoso (CD Santa Clara), Defendi (FC Famalicão), Marco Baixinho (FC Paços Ferreira), Otávio e Manafá (FC Porto), Vitor Carvalho (Gil Vicente FC), Luís Machado (Moreirense FC), Tarantini (Rio Ave FC), Jardel (SL Benfica), Wilson Eduardo (SC Braga) Neto (Sporting CP), Claudio Ramos (Tondela), Semedo (Vitória FC), João Carlos Teixeira (Vitória SC) participam nesta ação partilhada nas plataformas de todos os clubes, bem como da FPF e Liga Portugal.

Todos unidos num apelo muito importante aos adeptos portugueses, para que cumpram todas as regras da DGS, quando a bola voltar a rolar nos relvados nacionais.

 

Confrontos entre manifestantes e polícias abalam principais cidades dos EUA

Confrontos entre manifestantes e polícias abalam principais cidades dos EUA

Confrontos entre manifestantes e polícias abalam principais cidades dos EUA

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twitter sharing buttonLusa/ Associated Press (AP)
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Confrontos entre manifestantes e polícias abalaram no sábado à noite as principais cidades dos Estados Unidos, colocadas sob recolher obrigatório, na sequência da morte do afro-americano George Floyd.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu « travar a violência coletiva », após várias noites de distúrbios em Minneapolis, onde Floyd, de 46 anos, foi morto na segunda-feira passada pela polícia local.

De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), a polícia deteve cerca de 1.400 pessoas em 17 cidades norte-americanas.

Em Minneapolis, no estado do Minnesota (norte), agentes com equipamento antimotim carregaram sobre manifestantes, que desafiaram o recolher obrigatório, disparando granadas de gás lacrimogéneo e de atordoamento.

Confrontos registaram-se também em Nova Iorque, Filadélfia, Los Angeles e Atlanta, levando os responsáveis destas duas últimas cidades, bem como os de Miami e de Chicago, a anunciar a imposição do recolher obrigatório.

Trump, que denunciou já repetidamente a « morte trágica » de Floyd, atribuiu os confrontos a « grupos da extrema esquerda radical » e ao « Antifa » (antifascistas).

« Não devemos deixar que um pequeno grupo de criminosos e vândalos destrua as nossas cidades », declarou.

Também o governador do Minnesota, Tim Walz, denunciou elementos exteriores ao estado e que apontou como possíveis anarquistas, mas também supremacistas brancos ou traficantes de droga.

Para controlar a situação, Walz anunciou a mobilização dos 13 mil soldados da Guarda Nacional do estado e pediu ajuda ao Departamento de Defesa.

Unidades da polícia militar foram colocadas em estado de alerta para uma eventual intervenção em Minneapolis, no prazo de quatro horas, precisou o Pentágono.

A polícia militar só pode intervir em território norte-americano em caso de insurreição.

Centenas de manifestantes concentraram-se em protesto também em Dalas, Las Vegas, Seattle e Memphis, entre outras cidades.

Em Washington, junto à Casa Branca, as granadas de gás lacrimogéneo e focos de incêndio marcaram a noite de sábado.

Em Nova Iorque, mais de 200 pessoas foram detidas, na sequência de confrontos com a polícia. Vários agentes ficaram feridos, enquanto em Atlanta ou em Miami, numerosos veículos policiais foram incendiados.

Pelo menos cinco agentes ficaram feridos em Los Angeles e centenas de pessoas foram detidas, na sequência de confrontos, pilhagens e incêndios, sobretudo em lojas de luxo de Beverly Hills.

Em todo o país, pelo menos duas pessoas morreram nos incidentes e dezenas ficaram feridas.

Na origem dos protestos está a morte do afro-americano George Floyd, de 46 anos, às mãos da polícia, depois de ter sido detido sob suspeita de ter tentado usar uma nota falsa de 20 dólares (18 euros) num supermercado de Minneapolis, no estado de Minnesota.

Nos vídeos feitos por transeuntes e difundidos ‘online’, um dos quatro agentes, que participaram na detenção, tem um joelho sobre o pescoço de Floyd, durante mais de oito minutos.

Os quatro foram já despedidos da força policial e o agente Derek Chauvin foi acusado de homicídio involuntário.

Covid-19. Medo de novos surtos esvaziou Lisboa. Verão sem espetáculos também em Paris. Opinião

O receio de uma nova vaga de vírus esvaziou Lisboa e deixa verão sem espetáculos também em Paris.
Há novos surtos inquietantes na região de Lisboa e do Vale do Tejo.
Em Portugal só se vêem pessoas nas praias que garantem respeitar o distanciamento social.  Veremos.
Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir na segunda-feira, 01. 

PM Costa/Declarações. Estamos sem pressas na reabertura da fronteira com Espanha.

Em Portugal Continental não vai haver quarentena para turistas e emigrantes. Só nas ilhas há exceções. Garantia dada pelo primeiro-ministro.

Foto TIAGO PETINGA

No final de um Conselho de Ministros de quase oito horas, que se reuniu para fazer o balanço das medidas da segunda fase de desconfinamento e tomar decisões relativamente à terceira fase, no âmbito da pandemia de covid-19, António Costa foi questionado se Portugal estava a negociar com algum país para que turistas possam entrar no país sem quarentena.

« Em Portugal Continental não vigorou, não vigora e nem pretendemos que venham a vigor normas de quarentena, têm sido única e exclusivamente adotadas pelas Regiões Autónomas, nunca o Governo da República as adotou e nunca as irá adotar », afirmou.

Primeiro-ministro, António Costa, sobre a quarentena:

Questionado se concorda com o anúncio feito pelo seu homólogo espanhol, Pedro Sánchez, de que a fronteira terrestre não reabra antes de 15 de julho, o primeiro-ministro remeteu o tema para negociações bilaterais.

« Estamos totalmente tranquilos e sem pressas na reabertura da nossa fronteira, respeitamos integralmente a sua vontade de não proceder à reabertura antecipada de fronteiras », afirmou.

Primeiro-ministro, António Costa, sobre a reabertura das fronteiras terrestres com Espanha:

António Costa salientou que esta fronteira terrestre se mantém aberta para transporte de mercadorias, trabalhadores transfronteiriços e para os emigrantes que pretendam atravessar a Espanha para vir a Portugal, recordando que França já assegurou que os portugueses não terão de cumprir quarentena no regresso de férias.

Questionado sobre as críticas do setor da cultura quanto às regras restritivas de reabertura – comparativamente com o da aviação, por exemplo -, o primeiro-ministro salientou que foi dado « o passado muito importante da reabertura de acordo com as regras de segurança » para os cinemas, teatros e outros espetáculos.

« As regras de segurança da aviação civil foram definidas a nível europeu, não poderíamos prejudicar nem o destino Portugal, nem a companhia aérea nacional relativamente às demais », disse, apontando que estas regras têm sido justificadas com « a qualidade do ar e o sistema de depuração existe nas cabines dos aviões », bem como pelo uso de máscara obrigatório.

A partir de 01 de junho, os aviões vão poder votar com a lotação completa e não a dois terços da capacidade, como até agora.

 

Setor cultural em França passa « verão do silêncio » devido à pandemia

Setor cultural em França passa « verão do silêncio » devido à pandemia

Alfa/Lusa

Teatro, música ou festivais continuam à espera de medidas concretas de apoio em França, após quase três meses de paragem e sem retorno à vista, alegando que promessas do Presidente para um plano de ajuda não passaram do papel.

« É o verão do silêncio. Em França e em todo o lado. A dificuldade de um festival face a uma digressão é que os concertos podem adiar-se, mas o festival tem um período certo. […] Para os festivais e para a cultura em geral, esta situação é uma catástrofe total », afirmou Fernando Ladeiro Marques, português radicado em França desde a infância, e que é diretor do Festival MaMa, em Paris, em declarações à agência Lusa.Devido às interdições decretadas na sequência da pandemia da covid-19 em França, desde março que todas as áreas da cultura estão paradas, uma situação inédita num país que vive do seu setor cultural.Após protestos de várias figuras públicas devido à precariedade em que muitos artistas e profissionais do espectáculo se encontram, Emmanuel Macron, Presidente francês, anunciou no início de maio um plano para permitir a estes profissionais ultrapassarem um « ano branco » sem trabalho e benefícios até 2021, mas sem verbas concretas.

« Espero que haja um plano para a Cultura porque o que faz ainda hoje a força da França, que é considera uma potência mundial, já vimos que não é a economia. Se ainda é conhecida assim é graças à Cultura », indicou José Cruz, ator de origem portuguesa e que, devido à pandemia, teve de adiar mais de 10 datas da digressão do seu espectáculo, que ia passar por toda a França.

A cultura emprega mais de 600 mil pessoas no país e representa 2,3% do PIB. Nos anúncios do Presidente, apenas um número: 50 milhões de euros para o Centro Nacional da Música. Um número longe dos 18 mil milhões prometidos ao turismo, que contribui com 7,2% para o PIB, ou dos apoios à indústria automóvel.

« A cultura traz mais dinheiro a França do que a indústria automóvel. É incrível, mas é a realidade. O facto de não haver festivais das várias artes cria um choque económico muito grande, mas também social. As pessoas estão habituadas a ir a estes sítios. Os teatros em Paris estão sempre cheios », reforçou Fernando Ladeiro Marques.

O choque do afastamento dos palcos tem levado a « uma angústia » no setor que impede muitas vezes uma projeção para além dos tempos de pandemia.

« Não conseguir antecipar o encontro com o público é algo muito difícil. […] Imaginar o público com máscaras e espalhado numa sala a mim não me dá gosto nenhum. Nem me consigo projetar. É uma situação que me traz alguma angústia », confessou Alain Paulo, cantor e compositor de origem portuguesa, que adotou o nome artístico de Sou Alam.

Ansiando também o regresso aos palcos dentro da normalidade, José Cruz passou os meses de confinamento a investir em conteúdos para as redes sociais gravando vídeos humorísticos e outros em que explica algumas particularidades de Portugal em francês. O seu vídeo sobre a saudade já vai com mais de 800 mil visualizações.

« Enquanto não puder ir aos palcos, a ideia é divulgar cada vez mais vídeos e trabalhar cada vez mais numa realização profissional. Investi em material profissional e estou a montar uma equipa dedicada ao audiovisual », explicou o ator.

José Cruz preferiu reembolsar todos os bilhetes para as datas marcadas e conseguiu recuperar a maior parte do dinheiro de viagens e deslocações, tendo remarcado salas a partir de setembro. Teme agora que muitas salas por onde tem passado venham a fechar.

« O impacto foi muito forte e muito difícil. Um teatro tem custos fixos. Tenho amigos que dirigem teatros e um teatro com 120 lugares custa 18 mil euros por mês, é um valor que não pode baixar », indicou.

Para além de algumas datas anuladas no verão, Sou Alam tinha uma residência artística marcada para o final do verão no 360 Paris Music Factory, na capital francesa. « Também foi anulada. Tudo o que estava ligado a subvenções públicas e dependia de comissões, foi anulado », contou.

Para já, a edição deste ano do MaMa, que reúne 6.000 profissionais do setor da música com conferências e concertos, em Paris, mantém-se, já que só se realiza em outubro.

« Vamos propor medidas para que os concertos e as conferências possam acontecer. Vamos dar máscaras e vamos dar gel para que todos possam ter condições mínimas. Vamos ser o primeiro evento que vai permitir às pessoas do setor reunir-se, depois desta paragem, é um momento importante », disse Fernando Ladeiro Marques.

O MaMa reúne cerca de 54 nacionalidades, mas este ano o organizador admite que será um evento « muito mais francês e, a nível estrangeiro, muito mais europeu », devido a possíveis restrições a participantes vindos de fora do Espaço Schengen.

Ladeiro Marques é também um dos organizadores do MIL – Lisbon International Music Network, em Lisboa, cuja edição deste ano foi cancelada devido à imposição da quarentena. No entanto, o festival está a reinventar-se com conferências à distância.

A Sou Alam, cujo repertório inclui música de intervenção de José Afonso e música em mirandês, resta agora a esperança de poder realizar um recital à luz das velas, previsto para o início de agosto, perto de Miranda do Douro.

« Estamos à espera dos anúncios de França e Portugal para ver se esse concerto será possível », sublinhou.

O primeiro-ministro francês anunciou na quinta-feira a abertura progressiva de museus, cinemas e salas de espectáculo, a partir de 2 junho, nas zonas menos atingidas pelo vírus e, a partir do dia 22, nas zonas mais afetadas, como a região parisiense.

Todos os eventos culturais e desportivos estão porém proibidos até 22 de junho.

Férias/Verão. Emigrantes portugueses só correm riscos se não cumprirem regras básicas

Ministra diz que emigrantes portugueses só correm riscos se não cumprirem regras básicas

in Jornal Notícias de Coimbra

A ministra da Saúde afirmou hoje que os emigrantes portugueses são “muito bem-vindos” e que só correrão riscos se não cumprirem as “regras básicas do distanciamento físico”.

“Não é pela circunstância das pessoas trabalharem num outro país e virem visitar os seus [em Portugal] que há um risco específico”, disse Marta Temido durante a conferência de imprensa diária sobre a evolução da covid-19.

E acrescentou: “O risco específico decorre do incumprimento das regras básicas, do distanciamento físico – que eu compreendo que seja mais difícil de manter quando nós não vemos os nossos há longo tempo – e das medidas básicas de utilização de equipamento de proteção individual, lavagem das mãos e não partilha de objetos”.

A governante manifestou-se convicta de que os emigrantes “entrarão no país cumprindo as regras que é preciso cumprir em qualquer sítio do mundo”. serão muito bem-vindas.

Mas ressalvou que a sua equipa está a “aferir, a cada momento, a possibilidade de fazer, uma vez mais, campanhas de informação, mas para reforço genérico das mensagens”.

A comunidade portuguesa em vários países europeus planeia passar as férias de verão em Portugal, depois dos planos de visitar o país na Páscoa não se ter concretizado devido ao estado de emergência em resposta à pandemia de covid-19.

A agência Lusa contactou conselheiros das comunidades na Alemanha, França e Suíça, tendo de todos obtido a garantia que é propósito destes emigrantes visitar a família e os amigos em Portugal.

A grande dúvida é o transporte e percurso a realizar, uma vez que estando aberto o espaço aéreo europeu, as companhias aéreas só agora começam a retomar alguns voos.

Mas mesmo que as ligações comecem a ser mais frequentes, os emigrantes nestes países mostraram-se mais inclinados para realizarem esta viagem de carro, atravessando assim as fronteiras terrestres.

Portugal contabiliza pelo menos 1.396 mortos associados à covid-19 em 32.203 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Relativamente ao dia anterior, há mais 13 mortos (+0,9%) e mais 257 casos de infeção (+0,8%).

O número de pessoas hospitalizadas desceu de 529 para 514, das quais 63 se encontram em unidades de cuidados intensivos (mais uma).

O número de doentes recuperados é de 19.186.

Covid-19: Números de hospitalizações e mortes em França continuam a descer

Covid-19: Números de hospitalizações e mortes em França continuam a descer

Covid-19: Números de hospitalizações e mortes em França continuam a descer

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França continua a registar uma diminuição diária do número de hospitalizações devido à covid-19 com 227 nas últimas 24 horas e 57 mortos desde sexta-feira, segundo dados oficiais hoje divulgados.

Os dados foram atualizados hoje pela Direção Geral da Saúde francesa e dão conta de um total de 28.771 mortos, com 18.444 óbitos em meio hospitalar e 10.327 em lares de idosos e em centros de acolhimento para a terceira idade.

Os números dos lares só voltarão a ser atualizados na terça-feira, já que este é um fim de semana prolongado em França.

Há atualmente 14.380 pessoas hospitalizadas, das quais 1.325 estão internadas em unidades de cuidados intensivos.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 364 mil mortos e infetou mais de 5,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,4 milhões de doentes foram considerados curados.

Covid-19: Mais 257 infetados em Portugal (e 13 mortos)

Covid-19: Mais 257 infetados em Portugal (e 13 mortos)

Informação oficial: Portugal com 1396 mortos e 32203 infetados.

O boletim da DGS deste sábado dá conta de mais 257 pessoas infetadas por coronavírus no nosso país e mais 13 mortes.

PR Marcelo elogia « duplo papel » dos Bombeiros no combate ao Covid-19 e aos incêndios

Primeiro Ministro, António Costa e Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, homenagearam hoje 0 « duplo papel » dos Bombeiros Portugueses no combate à pandemia da Covid-19 e na batalha contra os incêndios e outros sinistros.

Declarações proferidas nas cerimónias do Dia Nacional do Bombeiro Português, que é celebrado todos os anos no último fim-de-semana do mês de maio.

O discurso de Marcelo Rebelo de Sousa aos Bombeiros Portugueses:

 

Desconfinamento em França: Jardins abertos em Paris

Os parques e jardins reabrem nas zonas onde estavam fechados, designadamente em Paris.

L'Esplanade des Invalides.
A Esplanada des Invalides. Ludovic Marin/AFPCafés e restaurantes também vão abrir em França, sobre os que têm esplanadas, a partir de terça-feira.Contudo, para evitar ajuntamentos estão previstos controlos nos jardins pela polícia designadamente nos jardins e parques da capital.

Todos os despartamentos estão em zona « verde », com exceção da região de Paris (Île-de-France), a Guiana e Mayotte, que passaram do « vermelho » ao « laranja ».

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