Covid-19: França perto dos 150 mil casos confirmados desde o início da pandemia (28.714 mortos no total)

Covid-19: França perto dos 150 mil casos confirmados desde o início da pandemia – oficial

Covid-19: França perto dos 150 mil casos confirmados desde o início da pandemia

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A França registou 149.668 casos confirmados da covid-19 desde o início da pandemia, com 597 novos casos nas últimas 24 horas, segundo as autoridades do país.

Os dados foram atualizados ontem pela Direção Geral da Saúde francesa e dão conta de um total de 28.714 mortos no total, com 18.387 óbitos em meio hospitalar e 10.327 óbitos em lares de idosos e em centros de acolhimento para a terceira idade.

Nas últimas 24 horas, houve 61 novos mortos devido à covid-19.

O número de casos com necessidade hospitalização continua a descer no país, havendo atualmente 14.695 pessoas hospitalizadas e 1.361 destes pacientes estão internados nas unidades de cuidados intensivos.

Hoje foi ainda divulgado que desde 11 de maio, fim do período de confinamento, houve 109 novos focos de contágio do vírus em França, mas sem sinais de retoma da epidemia em França.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 360 mil mortos e infetou mais de 5,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,3 milhões de doentes foram considerados curados.

Covid-19: Marcelo agradece sentido de Estado das confissões religiosas

Covid-19: Marcelo agradece sentido de Estado das confissões religiosas

Covid-19: Marcelo agradece sentido de Estado das confissões religiosas

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twitter sharing buttonOficial – site da Presidência
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O Presidente da República agradeceu hoje às confissões religiosas o sentido de Estado e de « serviço à vida e à saúde » durante os últimos dois meses de pandemia, no dia em que voltam a ser permitidas as cerimónias religiosas.

Numa curta mensagem colocada no ‘site’ da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa escreve que “no momento em que as confissões religiosas regressam à prática de atos coletivos públicos de culto, o Presidente da República agradece o sentido de Estado e, sobretudo, de serviço à vida e à saúde que demonstraram, ao longo de dois meses e meio, a pensar nos portugueses e em Portugal”.

As cerimónias religiosas comunitárias regressam hoje após uma pausa de mais de dois meses provocada pela covid-19, com regras excecionais, tendo a Direção-Geral da Saúde (DGS) alertado para o « risco aumentado » de propagação do novo coronavírus.

No documento em que define as medidas de prevenção e controlo a adotar em locais de culto pelas instituições religiosas e pelos cidadãos, a DGS reforçou que « nos locais de culto e religiosos existe risco de transmissão direta e indireta de SARS-CoV-2 [o novo coronavírus, que provoca a doença covid-19] », que exigem cuidados máximos.

Do lado das confissões religiosas, a retoma das celebrações presenciais está a ser encarada com um misto de alegria e cautela, segundo os responsáveis de várias entidades contactadas pela Lusa, nomeadamente, os porta-vozes da Igreja Católica, da Comunidade Islâmica de Lisboa, da Comunidade Israelita e da Aliança Evangélica Portuguesa.

Em comum, a vontade de voltar a partilhar os espaços de culto com os fiéis, e a noção de responsabilidade em cumprir as novas normas acordadas com a DGS de forma a maximizar a segurança dos participantes nos rituais religiosos.

Em Portugal, morreram 1.383 pessoas das 31.946 confirmadas como infetadas, e há 18.911 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

Desconfinament0/ Lisboa: centros comerciais fechados e carros têm limite de passageiros até 4 de junho

Tal como aqui se previu num artigo ontem, o desconfinamento doi adiado em Lisboa: centros comerciais ficam fechados e carros têm limite de passageiros até 4 de junho.Em causa está o facto de a grande maioria dos novos casos de covid-19 em Portugal se estar a verificar na área metropolitana de Lisboa

NUNO ANDRÉ FERREIRA/LUSA

Alfa / EXPRESSO

O aumento de casos em Lisboa vai mesmo levar a que o alívio das restrições seja atrasado na região. Ao contrário do que vai acontecer no resto do país, onde a terceira fase de desconfinamento arranca segunda-feira, na área metropolitana de Lisboa (Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra, Vila Franca de Xira) os centros comerciais continuam fechados até 4 de junho – o Governo reavalia nesse mesmo dia se permite a reabertura no dia seguinte.

Não é a única diferença entre Lisboa e Vale do Tejo e o resto do território português: também as lojas do cidadão, as lojas com mais de 400 metros quadrados e as feiras – estas últimas por decisão da Câmara Municipal de Lisboa – permanecem encerradas até 4 de julho. O anúncio foi feito por António Costa esta sexta-feira, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Ainda na região de Lisboa, que a Direção-Geral de Saúde dizia esta semana representar uma situação « complexa » – conta com um índice de contágio mais elevado do que o norte ou o centro -, vão ser proibidos ajuntamentos de mais de dez pessoas (no resto do país sobe para 20) e a lotação dos transportes privados (Uber,por exemplo) fica limitada a dois terços, sendo obrigatório o uso de máscara. Haverá também um reforço da vigilância epidemiológica nas obras de construção civil e nos locais de trabalho temporário, assim como a previsão de planos de realojamento de emergência.

São medidas muito específicas e não é por acaso: como os especialistas em Saúde Pública explicaram na reunião desta semana no Infarmed aos responsáveis políticos, os novos surtos em Lisboa verificaram-se em boa parte em lugares onde há bolsas de pobreza, muitas vezes em comunidades de imigrantes que partilham habitações – em condições degradadas – ou em que são transportados sem cuidados, em grupo, para trabalhos temporários.

LOJAS, RESTAURANTES E GINÁSIOS ABERTOS NO RESTO DO PAÍS

Exceto em Lisboa, esta segunda-feira, 1 de junho, é mesmo o dia marcado para a reabertura das lojas maiores, assim como das lojas e restaurantes inseridos em centros comerciais, como estava previsto. E vai cumprir-se o desejo que o primeiro-ministro tinha expressado a 15 de maio, quando apresentou a segunda fase de desconfinamento: vai terminar a restrição aplicada, até agora, aos restaurantes, que só podiam receber até 50% da sua lotação máxima; ficam, no entanto, obrigados a manter a distância mínima de 1,5 metros entre os clientes – mas só podem usar todo o espaço se recorrerem a barreiras de acrílico.

Segunda-feira será também a data de reabertura dos ginásios (incluindo em Lisboa, das lojas do cidadão (em Lisboa ficam fechadas pelo menos até dia 4) – com marcação e uso de máscara obrigatório -, de cinemas, teatros, salas de espetáculo e auditórios (de acordo com as normas definidas pela DGS).

O teletrabalho continuará a ser obrigatório apenas para imunodeprimidos, doentes crónicos, pessoas com deficiência superior a 60% e pais que tenham de ficar com os filhos em casa. Nos restantes casos começará a ser desfasado – as empresas vão ter de definir turnos para garantir que continuam a não contar com todos os trabalhadores fisicamente presentes.

Apesar de o pré-escolar arrancar a 1 de junho, os ATL que não estiverem integrados em escolas só reabrem a 15 de junho. O que recomeça já este sábado são as cerimónias religiosas, embora respeitando as normas definidas em colaboração com a DGS.

Desconfinamento/Lisboa. Aumento de casos Covid-19, põe problema de abertura de Centros Comerciais

Grande centros comerciais podem não abrir já na Grande Lisboa.

Devido ao constante e elevado número de novos casos de infetados (350, nas últimas 24h, contra 304 na véspera) que continuam a subir há vários dias em Portugal, sobretudo na zona de Lisboa e do Vale do Tejo, a abertura dos grandes centros comerciais poderá ser adiada.

O número de novos infetados é agora o mais alto dos últimos 21 dias e tem crescido de forma constante desde o último desconfinamento. Lisboa e Vale do Tejo contabilizam 92% dos novos casos.

(Ouça no fim deste texto as declarações de Graça Freitas, diretora da DGS, sobre os novos surtos)

O novos casos de contaminação por coronavírus em Portugal continuam a subir: há mais 350 infetados  (14 mortos) e também mais pessoas internadas com a doença

Devido a esta situação,  o próprio Primeiro-ministro, António Costa, admitiu atrasar a abertura de centros comerciais, que estava prevista para segunda-feira, dia 1.

Mas a decisão ainda está em aberto e decorrem reuniões em Lisboa para tomar decisões sobre o assunto.

Para já não é preciso, mas para travar um crescimento do surto na Grande Lisboa até cercas sanitárias podem vir a ser consideradas necessárias. Zonas onde habitam pobres e imigrantes são mais afetados pelo vírus, devido a habitações degradadas e partilhadas e às difíceis condições de trabalho.

A taxa de transmissão da doença na região de Lisboa e do Vale do Tejo está acima da média nacional e, pior, o comportamento do vírus não está a acompanhar a dinâmica do resto do país.

Das conclusões sobre esta segunda fase de desconfinamento, existe outra constatação: a maior parte dos novos infetados têm entre 20 e 39 anos.

Eis o que disse sobre este assunto – os novos surtos do vírus na zona de Lisboa – hoje, em conferência de imprensa, Graça Freitas, diretora da DGS:

 

 

Covid-19: Não basta o dinheiro de Bruxelas, é preciso que a economia arranque – Marcelo

Covid-19: Não basta o dinheiro de Bruxelas, é preciso que a economia arranque – Marcelo

Covid-19: Não basta o dinheiro de Bruxelas, é preciso que a economia arranque – Marcelo

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O Presidente da República considerou hoje que o apoio União Europeia para minimizar os efeitos da covid-19 « ajuda muito », mas advertiu que « não basta o dinheiro de Bruxelas » e « é preciso que a economia arranque ».

« As notícias que vieram de Bruxelas foram boas notícias, mas também é importante que a economia funcione. Não basta só o dinheiro de Bruxelas. Ajuda muito, se se puder confirmar em junho ou julho aquele tipo de montantes, ajuda muito. Mas é preciso que a economia arranque », declarou Marcelo Rebelo de Sousa.

O chefe de Estado, que falava aos jornalistas no final de uma visita à Livraria Barata, em Lisboa, referiu que « as notícias são de que as empresas já estão a arrancar mais e de que já há situações em que quem estava em ‘lay-off’ passou a trabalho ».

« Mas é preciso que isso se confirme », acrescentou.

O Presidente da República insistiu que, « se houver meios financeiros », deve haver um prolongamento do mecanismo de ‘lay-off’ simplificado atualmente em vigor, para « permitir a recuperação das empresas, que não é de um dia para o outro », e conter o desemprego.

Quanto ao prazo desse prolongamento, Marcelo Rebelo de Sousa remeteu a questão para o Governo: « Isso é um juízo que eu não gostava de formular. Quem tem de decidir é que tem de fazer esse juízo no caso concreto ».

Questionado se entende que há condições para a realização da Festa do Avante, do PCP, no início de setembro, o Presidente da República respondeu que, « neste momento, esse tipo de realidades não está nem proibida nem permitida » e insistiu que é importante haver regras conhecidas com antecedência e iguais para todos.

« O que se espera em relação a essas realidades que venham a existir é que se conheça com antecipação as regras das autoridades de saúde, e que elas sejam iguais para todas – qualquer que seja o partido, qualquer que seja a associação, qualquer que seja a confissão religiosa, qualquer que seja a iniciativa regional ou local ou social. Que sejam conhecidas as regras, para não haver a ideia de que se beneficia um ou outro ou prejudica um ou outro, com tempo, e sejam aplicadas de forma igual », defendeu.

O chefe de Estado realçou que, atualmente, « aquilo que está proibido, em princípio, são festivais e espetáculos análogos, desde que não haja lugares marcados, desde que não se respeitem determinado número de regras sanitárias », e que nesse quadro legal « não entram outras realizações políticas, político-partidárias, religiosas, sociais, as mais diversas », cabendo essa qualificação ao « próprio organizador ».

Covid-19: Louvre, Torre Eiffel e Versailles vão continuar fechados aos turistas

Covid-19: Louvre, Torre Eiffel e Versailles vão continuar fechados aos turistas

Covid-19: Louvre, Torre Eiffel e Versailles vão continuar fechados aos turistas

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O museu do Louvre, a Torre Eiffel e o Palácio de Versailles são alguns dos monumentos icónicos franceses cujas visitas continuarão interditas, mesmo quando o país levantar as restrições relativas à pandemia da covid-19 na próxima semana.

A Torre Eiffel provavelmente não poderá reabrir antes da segunda quinzena de junho, disse o representante do sindicato dos trabalhadores daquele monumento, Stephane Dieu.

Segundo explicou, ainda será preciso ajustar, em conjunto com a direção, a melhor forma de proteger funcionários e visitantes e manter o distanciamento social.

“Neste momento, não é possível [reabrir], mesmo com toda a boa vontade do mundo”, garantiu Stephane Dieu.

Quando a torre reabrir, os turistas que procuram as vistas deslumbrantes de Paris podem exercitar-se nas escadas porque os elevadores, que normalmente levam os visitantes aos três níveis da Eiffel, deverão permanecer fechados, adiantou.

No Museu do Louvre, a informação transmitida pela direção aos trabalhadores dá conta da vontade de reabrir entre final de junho e meados de julho, disse o sindicalista Andre Sacristin, que esteve envolvido nas discussões de planeamento, adiantando que haverá regras rígidas de higiene pública.

A visita ao “Louvre não será como antes. Isso é impossível”, asseguro Sacristin, acrescentando que todos, funcionários e visitantes, terão de usar máscaras.

Cerca de 20% a 30% das salas do museu deverão manter-se fechadas, mesmo depois de julho, mas “claro que será possível ver a Mona Lisa”, admitiu Sacristin.

Quanto ao Palácio de Versalhes, antiga residência dos reis de França, não reabrirá na terça-feira, quando a maioria das restrições serão levantadas em França, não existindo ainda data para a abertura de portas aos visitantes.

A adaptação dos principais locais onde os turistas fazem questão de ir aos novos imperativos do coronavírus também está a ser complicada noutros locais, como é o caso de alguns dos principais museus de Madrid.

Os museus do Prado, da Rainha Sofia e o Thyssen – o chamado “triângulo das artes” da cidade espanhola – têm a sua reabertura programada para 06 de junho, duas semanas depois de terem sido oficialmente autorizados a receber novamente visitantes.

Inicialmente, parte do espaço de exibição manter-se-á fechado e o número de visitantes será limitado a 30% do limite anterior à pandemia.

Enquanto os museus espanhóis menores foram rápidos a reabrir portas já este mês, os principais disseram que precisavam de mais tempo para preparar equipamentos de proteção para funcionários, gerir as verificações de temperatura dos visitantes e projetar as medidas de controlo de multidões.

O Prado, a joia da coroa dos museus espanhóis, com obras de Francisco de Goya, Diego de Velazquez e outros mestres, está fechado desde 11 de março, o período de encerramento do museu mais longo em oito décadas, desde a Guerra Civil de 1936-1939.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 360 mil mortos e infetou mais de 5,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,3 milhões de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados (mais de 2,7 milhões, contra mais de 2,1 milhões no continente europeu), embora com menos mortes (quase 156 mil, contra mais de 176 mil).

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

Covid-19/Portugal: Mais 14 mortos e número de novos casos voltam a aumentar em Lisboa

Covid-19: mais 14 mortes, números de novos casos (350) voltam a subir em Portugal, sobretudo na zona de Lisboa

O novos casos de contaminação por coronavírus em Portugal continuam a subir: há mais 350 infetados, 14 mortos, e também mais pessoas internadas com a doença. Marcelo revela que faz testes de 15 em 15 dias e pede aos jovens que pensem nos “avós, pais e tios”.

 

Informação oficial:

Covid-19: Portugal com 1.383 mortos e 31.946 infetados

Covid-19: Portugal com 1.383 mortos e 31.946 infetados

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Portugal regista hoje 1.383 mortes relacionadas com a covid-19, mais 14 do que na quinta-feira e 31.946 infetados, mais 350, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde.

Número de internados tem maior aumento em três semanas

Há hoje mais 17 pessoas internadas devido à covid-19 do que na véspera: são agora 529 (um aumento de 3,3%).

Em números absolutos, é o maior crescimento em 24 horas das últimas três semanas: para encontrar um valor superior temos de recuar a 7 de maio, em que se registaram mais 36 internados, o que então correspondeu a um aumento relativo de 4,3%.

Quanto aos infetados em unidades de cuidados intensivos (UCI) em Portugal, há agora 66, mais um do que ontem (+1,5%). Interrompeu-se assim um ciclo de descida que durou 12 dias consecutivos.

14 mortes, 350 novos casos e 274 recuperados

O boletim de hoje da Direção-Geral da Saúde regista mais 14 mortes, 350 casos de covid-19 e 274 curados em Portugal (dados relativos a quinta-feira).

No total, há agora 1.383 vítimas mortais, 31.946 casos confirmados e 18.911 recuperados.

O número de novos infetados supera o de ontem (304) e é agora o mais alto dos últimos 21 dias. Pela primeira vez nesse período (ou seja, desde 8 de maio) a taxa de crescimento é também superior a 1%: em rigor, é de 1,1%.

Quanto aos óbitos, mantêm um registo estável: hoje registaram-se oficialmente 14 mortos em 24 horas, mais um do que ontem. É o nono dia consecutivo em que este valor oscila entre 12 e 14. A taxa de crescimento dos óbitos é de 1%.

Há ainda mais 274 pessoas curadas a somar hoje (+1,5%), num total de 18.911. Após a explosão de domingo (mais 9.844 pessoas), o crescimento mantém-se estável, entre os 288 de ontem (+1,6%) e os 253 de quarta-feira (+1,4%).

« A história de um povo, é a sua música tradicional » Fernando Pereira em entrevista na Rádio Alfa

Depois de ter  fundado notáveis grupos da música tradicional portuguesa, “Trovador” é o primeiro disco em nome própio para Fernando Pereira e vai estar em destaque este sábado no programa Back Stage com Ester de Sousa.

São mais de quatro décadas na música. Uma aventura que começou nos anos 70 e que sempre se orientou para a divulgação da música tradicional portuguesa, uma paixão que começou na infância.

 

 

Em « Trovador » Fernando Pereira contou com músicos como Edu Miranda, exímio executante de bandolim e guitarra, responsável pela produção musical e gravação do projeto, José Salgueiro reconhecido músico que passou pelos grupos « Trovante » e « Resistência » nas percussões e flugel, Carlos Lopes no acordeão, Paulo Loureiro nos teclados, João Ramos no violino e flautas, Ana Laíns e Filomena Pereira nas vozes.

Não perca a entrevista este sábado, 30 de maio, a partir das 15 horas (hora francesa) na Rádio Alfa.

Para ouvir em 98.6 FM (Paris e IDF) / DAB + (em Paris, Lille, Lyon, Estrasburgo) e http://radioalfa.net

 

Bruno de Carvalho admite processar o estado português e pedir indemnização

Bruno de Carvalho admite processar o estado português. Em entrevista à TVI, o antigo presidente do Sporting assume que pretende exigir uma indemnização por danos causados e pede aos sportinguistas o seu regresso à condição de « sócio de plenos poderes ».

Bruno de Carvalho, ex-presidente do Sporting, assumiu em entrevista à TVI que irá mover um processo ao estado português na sequência da sua absolvição no processo da invasão da Academia de Alcochete. « Ação ao estado português? Pecuniária, sim? », limitou-se a dizer.

O ex-líder leonino acrescentou ainda que « os sportinguistas deviam pensar no que aconteceu e solicitar uma Assembleia Geral » para que o próprio Bruno de Carvalho possa « regressar como associado de plenos poderes ». « Acho que fiz um excelente trabalho em algo que me acho muito bom », assumiu.

Bruno de Carvalho assumiu que « fez-se justiça naquilo que é o processo penal », mas lembrou que « isto não é o fim ». « Foi muito pesado para mim e para a minha família. Foi um assassínio de caráter. E na rua as pessoas dizem que não foi feita justiça », justificou, deixando bem vincado que « a decisão por falta de provas não corresponde a verdade ». « Esta procuradora [Cândida Vilar] tentou por todos os meios defender a tese da acusação. Era sempre o Bruno de Carvalho o tema do julgamento », frisou.

Sobre o resultado do julgamento, Bruno de Carvalho considerou « estranho » o facto de « o Ministério Público não ter pedido a extração de uma certidão para pessoas que ficaram envolvidas neste processo. Foram produzidas provas estranhas e é bom lembrar que Cândida Vilar escondeu o apenso D da investigação ». O ex-dirigente do Sporting explicou então melhor a sua tese: « O autor moral é alguém que tem a autoria do principio ao fim. E ficou provado que uma pessoa disse que ‘saiam, saiam’ e essa pessoa sai incólume disto tudo. »

Bruno de Carvalho considera que existe uma razão por ter sido envolvido neste processo da invasão a Alcochete: « Mexi em muitos interesses e a verdade é que há muitos processos, que estão a decorrer, que têm por base acusações que fiz. Era impensável no Benfica ou no FC Porto acontecer o que aconteceu… Como cidadão fiquei horrorizado com o que aconteceu em Alcochete, mas três meses antes aconteceu o mesmo em Guimarães e ninguém ligou nenhuma. Foram crimes hediondos e eu não percebo o que ganhava com aquele crime. »

O ex-dirigente revelou ainda qual foi o seu pensamento assim que foi declarado inocente no julgamento desta quinta-feira: « Não dirigi o meu pensamento para lado nenhum porque era óbvio que ia haver uma absolvição. Pensei ir abraçar a minha família porque eles sofreram o que nunca deviam ter sofrido, só porque um dia eu tive a ambição de ser presidente do Sporting. E pensei que ia ter de lutar pela minha honra e dignidade. »

Plano da Renault para despedir 15 mil trabalhadores não deverá ter impacto em Portugal

Plano da Renault para despedir 15 mil trabalhadores não deverá ter impacto em Portugal – Expresso

OLIVIER MARTIN GAMBIER OMG.OMG@W

Na fábrica portuguesa de Cacia, em Aveiro, está agora em curso um investimento de 100 milhões de euros. Nesta unidade da Renault em Portugal trabalham 1100 pessoas

Espresso. Por Vítor Andrade

O grupo Renault apresenta esta sexta-feira o seu projeto de plano estratégico, que tem como objetivo obter uma economia superior a 2 mil milhões de euros, em três anos, o que passa pelo despedimento de quase 15 mil trabalhadores – cerca de 4.600 em França e outros 10 000 no resto do mundo.

A fábrica da Renault em Cacia, perto de Aveiro, deverá ficar fora desta vaga de despedimentos, segundo disse ao Expresso uma fonte da empresa onde trabalham mais de 1100 pessoas e onde está atualmente em curso um investimento de 100 milhões de euros.

A importância estratégica da fábrica de Cacia é tal que, hoje, “não há nenhum veículo da Renault em circulação no mundo inteiro que não tenha pelo menos uma componente fabricada em Portugal”, sublinha ainda a mesma fonte. Em Cacia a Renault produz sobretudo caixas de velocidades convencionais e, no futuro, não está posta de parte a hipótese de ali se virem a produzir caixas para carros elétricos e autónomos.

A nível global o grupo Renault, para além das dificuldades financeiras que se agravaram em 2019, enfrenta ainda a crise excecional que agora atravessa toda a indústria automóvel, assim como a urgência ligada à transição ecológica, que são os imperativos que levam a empresa a acelerar a sua transformação.

Quanto ao plano estratégico hoje apresentado, dele consta a melhoria da eficácia e redução dos custos de engenharia, beneficiando das competências da Aliança (Renault, Nissan e Mitsubishi), em cerca de 800 milhões de euros; otimização do aparelho industrial com uma economia de cerca de 650 milhões; maior eficiência das funções de suporte para uma redução de cerca de 700 milhões e ainda um recentrar das atividades para otimizar a alocação de recursos.

Estas propostas serão agora apresentadas às instâncias representativas dos trabalhadores.