« Vamos ter um verão com emigrantes em Portugal » – Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita

O ministro português da Administração Interna, Eduardo Cabrita, disse hoje aos jornalistas que tudo aponta para que « vamos ter um verão com emigrantes em Portugal ».

Realçou que, embora com a necessária observação de regras sanitárias no país, vamos ter os « cidadãos nacionais residentes noutros países nas férias de verão em Portugal ».

O ministro Eduardo Cabrita, assumiu exatamente que o Governo vai « alargar gradualmente o movimento de pessoas nas fronteiras » com a Espanha e que é importante permitir a circulação de pessoas também para « animar a economia local ».

Perante os resultados positivos do desconfinamento, Cabrita concluiu que eles « permitem-nos olhar para um verão com emigrantes em Portugal ». Ouça o som do ministro:

No fundo o governante disse que o  Governo vai “aligeirar” controlos nas fronteiras e que Portugal quer emigrantes no verão.

O objetivo, disse,  é « permitir que os emigrantes passem o verão em Portugal ».

“Os resultados positivos que temos vindo a consolidar permitem-nos olhar para um verão com emigrantes em Portugal”, concluiu.

 

 

 

“Há uma resiliência, que o tuga tem, em qualquer parte do mundo” Ana Castelo, vocalista do Fado Lelé, em entrevista na Rádio Alfa

“Pop Gourmet” é o segundo disco do grupo Fado Lelé e foi lançado no dia 21 de março. Ana Castelo vai falar-nos destas novas canções no programa Back Stage, este sábado, a partir das 15 horas.

Fado Lelé

Quando « Pop Gourmet » foi lançado, Portugal já estava em confinamento,  curiosamente e sem que nada o fizesse prever, o primeiro single de apresentação do disco, « Tuga de Gema », já abordava a resistência, a resiliência e a força de que o povo português iria necessitar perante a pandemia que invadiu o mundo.

 

 

Este novo disco traz vários temas originais da autoria de Miguel Castro mas também algumas versões como por exemplo o « Ai mouraria » ou ainda o « Fadinho da ti maria benta » entre outros. Um disco para descobrir na Rádio Alfa.

 

 

Ana Castelo responde às perguntas de Ester de Sousa, este sábado, 23 de maio, a partir das 15 horas (14h em Portugal) no programa Back Stage.

Para ouvir em 98.6 FM (Paris e IDF) / DAB + (em Paris, Lille, Lyon, Estrasburgo) e http://radioalfa.net

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Covid-19. Aviões deixam de ter lotação de passageiros reduzida a partir de junho

Covid-19. Aviões deixam de ter lotação de passageiros reduzida a partir de junho

Ministério das Infraestruturas e da Habitação sublinha que “estratégia europeia e internacional” deve ser uniforme para se conseguir “a retoma do setor e da confiança dos passageiros”

 

O Governo anunciou esta quinta-feira que os aviões deixam de ter lotação de passageiros reduzida, de dois terços, a partir de 1 de junho e que o uso de « máscara comunitária é obrigatório » nos aviões.

Num comunicado, o gabinete do ministro das Infraestruturas e da Habitação indica que « importa agora alinhar as regras nacionais pelas regras europeias no que toca ao transporte em aviação civil, em que uma estratégia europeia e internacional uniformes são fundamentais para a retoma do setor e da confiança dos passageiros ».

« Em termos internacionais, têm vindo a ser estudadas e propostas recomendações sobre um conjunto de medidas sanitárias de combate à epidemia SARS-CoV-2 no setor dos transportes aéreos e a limitação de capacidade das aeronaves não faz parte dessas recomendações », refere o Governo, adiantando que « não se justifica, por isso, que Portugal as mantenha, prejudicando as companhias sujeitas à sua jurisdição ».

O executivo recorda que « a permanente avaliação nacional sobre a utilização de transportes públicos no decorrer da crise sanitária provocada pela pandemia covid-19 levou o Governo, num primeiro momento, a decretar uma redução da lotação de passageiros nos aviões » para dois terços.

Assim, com esta decisão do Governo fica revogada a portaria n.º 106/2020, de 02 de maio, com efeitos a partir do dia 1 de junho.

Covid-19. Passagem de Nível, Programa Especial. A vida em ritmo lento do desconfinamento. 24/5 – 12h

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 24 de Maio 2020.

Entre as 12h00 e as 13h30

Emissão especial:

-Covid-19: A vida quotidiana retoma em ritmo lento e cheia de chicanas…
-Governo interpelado por Parlamentares do Val-de-Marne: querem um fundo de urgência para apoiar os Departamentos
Convidado:
Pacal Savoldelli, Senador (PCF) do Val-de-Marne
-Em vésperas das negociações entre o Governo e os Sindicatos da Função Publica Hospitalar, o ponto da situação no Hôpital Henri Mondor, em Créteil
Convidado:
Fabien Cohen, o porta-voz da Coordenação de vigilância do GHU
H.Mondor/A.Chenevier/E.Roux
-Confinamento põe a Cultura entre parêntesis e as subvenções suspensas, ameaçando a existência de muitas companhias de Teatro, de Dança, etc
Convidado:
Fábio Lopez, Dançarino, Encenador e Director da Compagnie Illicite Bayonne
-Salas de cinema encerradas, filmes saem em VOD: TECHNOBOSS, de João Nicolau, sai em França no dia 27 de Maio

Apresentação e coordenação: Artur Silva

Covid-19: Emergência alimentar. Várias entidades apoiam com 800 mil euros

Covid-19: Várias entidades apoiam Banco Alimentar com 800 mil euros

Covid-19: Várias entidades apoiam Banco Alimentar com 800 mil euros

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Várias entidades, entre elas a Fundação Calouste Gulbenkian e a Google, anunciaram hoje um apoio de 800 mil euros para o Banco Alimentar, com o intuito de disponibilizar “alimentos básicos a milhares de famílias portuguesas” afetadas pela pandemia.

De acordo com um comunicado, o donativo é uma resposta ao apelo feito pela presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Gome, Isabel Jonet, e visa a criação de uma rede de emergência alimentar para providenciar “alimentos básicos a milhares de famílias portuguesas” que foram afetadas pela crise pandémica.

O apoio de 800 mil euros vai “responder, de forma excecional, à emergência social que resulta da crise sanitária”, evitando a “previsível rutura de ‘stocks’ nos bancos alimentares, que não pôde realizar em maio a habitual campanha de recolha de alimentos em supermercados”, decorrente da doença provocada pelo novo coronavírus.

Este contributo vai ser feito por seis instituições, a saber BPI | Fundação “la Caixa”, a TEAK Capital (holding da família de Carlos Moreira da Silva), a Fundação Calouste Gulbenkian, a Google, o Banco para o Desenvolvimento da América Latina e a Tabaqueira.

A nota sublinha que, em paralelo, a “campanha de angariação de donativos continua a decorrer e conta com o apoio institucional da RTP”.

Para aderir basta fazer uma transferência para o IBAN PT50 0010 0000 3642 8270 0032 2, através da plataforma MB WAY para o número de telemóvel 922201919 ou através de uma chamada para o número 761201919.

Portugal já registou 1.277 mortes por causa pandemia, em 29.912 pessoas confirmadas como infetadas. Há 6.452 doentes que recuperaram, de acordo o boletim epidemiológico diário divulgado na quinta-feira pela Direção-Geral da Saúde.

O Fundo Monetário Internacional prevê uma recessão de 08% em Portugal e uma taxa de desemprego de 13,9% em 2020.

A Comissão Europeia estima uma contração da economia portuguesa de 6,8%, menos grave do que a média europeia, mas projeta uma retoma em 2021 de 5,8% do PIB, abaixo da média da UE (6,1%) e da zona euro (6,3%).

Marcelo vê na harmonia entre espécies no Oceanário « um bom retrato » da política portuguesa

Alfa/Lusa

O Presidente da República considerou esta quinta-feira que a harmonia entre espécies no Oceanário de Lisboa « é um bom retrato » da realidade política portuguesa atual, com « unidade no diálogo e unidade tendencialmente na ação » face à covid-19.

 

Nuno Fox/Lusa

 

Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas no final de uma visita ao Oceanário de Lisboa que durou cerca de duas horas e meia, durante a qual se mostrou curioso com o convívio entre espécies de oceanos diferentes e ouviu explicações sobre os equilíbrios e hierarquias nos aquários, ficando a saber que neste caso quem manda é uma garoupa que comeu um tubarão.

Sem querer comentar diretamente a opinião do ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, de que a sua personalidade e a do primeiro-ministro, António Costa, « combinam harmoniosamente », o chefe de Estado preferiu falar em termos mais gerais, numa « unidade » em que incluiu também o presidente do PSD, Rui Rio, e a restante oposição.

« Eu acho que o Oceanário é um bom retrato daquilo que tem sido o enfrentar da pandemia nos últimos meses: a harmonia entre Presidente da República, presidente da Assembleia da República, primeiro-ministro, Governo, líder da oposição, partidos da oposição, em sessões epidemiológicas, no debate franco e na aprendizagem de um caminho comum », declarou.

Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, « tem havido ao longo dos meses essa harmonia e essa unidade, unidade no diálogo e unidade tendencialmente na ação », e isso é algo « que os portugueses respeitam e louvam, porque obviamente para vencer a pandemia é muito importante esta unidade ».

« Só assim foi possível pôr de pé o estado de emergência pela primeira vez na democracia portuguesa, renová-lo por duas vezes e continuar agora, numa diversa situação jurídica, o combate a uma pandemia que não desapareceu, que continua presente na vida de todos nós e que nós queremos que seja controlada ao mesmo tempo que abrimos a economia e a sociedade », defendeu.

Interrogado se entende que o ministro de Estado e das Finanças, Mário Centeno, está neste momento fragilizado, o Presidente da República respondeu que « não formula juízos sobre a realidade governativa, a não ser para dizer que, neste momento em que há um combate conjunto à pandemia, a convergência do maior número é fundamental ».

O chefe de Estado pediu que no futuro próximo se mantenha « diálogo entre os protagonistas políticos » sobre o « combate que já começou à crise económica e social ».

« E o mesmo quanto à realidade europeia: quanto maior for o consenso em Portugal, que tem havido, ao longo de décadas, em torno da realidade europeia, melhor, porque boa parte da solução desta crise passa pela União Europeia, passa pela Europa », acrescentou.

No interior do aquário, Marcelo Rebelo de Sousa viu um polvo que descreveu como « dissimulado » e um pinguim de 30 anos, no limite da esperança de vida, que pediu que fosse « tratado com carinho » pois « pertence ao grupo de risco ».

Ao passar por um cherne, observou: « Nunca percebi bem por que é que as pessoas têm esse sentido pejorativo ligado ao cherne. O cherne é um peixe bonito ».

« É um peixe muito dócil », retorquiu o presidente do conselho de administração do Oceanário, João Falcato, e o Presidente da República concordou: « Dócil, é ».

O chefe de Estado ouviu João Falcato contar a história da garoupa gigante que « é chefe do aquário » e que no tempo da Expo98 « resolveu comer com um tubarão, ficar com a cauda de fora e mostrar a toda a gente quem é que mandava », e explicar-lhe que « as garoupas nascem todas fêmeas e transformam-se em machos ».

« Vai-se aprendendo », comentou o Presidente da República, que ficou ainda a saber que « não são só os tubarões, há uma série de peixes que hoje se sabe que, quando há necessidade, conseguem reproduzir-se sem a presença de um macho ».

Covid-19: Acesso à praia é livre, vermelho não é proibição de entrar – ministro

O ministro do Ambiente garantiu hoje que “o acesso à praia é livre” e que o sinal vermelho é um aviso, mas não impede a entrada de pessoas, embora o “incumprimento reiterado” possa levar ao encerramento.

No briefing do Conselho de Ministros de hoje, o ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, foi questionado sobre as regras do acesso às praias devido à pandemia de covid-19 na época balnear.

“O acesso à praia é livre, o vermelho não significa nenhuma proibição de entrar na praia, significa que de facto as pessoas não devem ir para essa praia quando o sinal vermelho lhes é mostrado, mas não é uma nenhuma proibição. O acesso à praia é livre”, assegurou.

O que ficará claro no decreto-lei que ainda não foi publicado, de acordo com Matos Fernandes, é que “no caso de haver um incumprimento reiterado”, ou seja, “um, dois, três dias seguidos” em que a lotação da própria praia é ultrapassada, “por razões apenas de saúde pública, essa praia poderá ser encerrada”.

“Quero acreditar que não vamos ter nenhum caso desses durante o próximo verão em Portugal”, afirmou.

O ministro insistiu, por diversas vezes, que “o acesso à praia é livre”, mas “tem de ser feito com segurança.

“O risco de contágio numa praia é igual ao de qualquer outro local no espaço público. Não há nenhum risco acrescido”, apontou.

Portugal, segundo Matos Fernandes, “deve ser dos poucos países do mundo em que todas as praias são públicas” e “não existem praias privadas em Portugal”.

“E assim será e assim se manterá, sendo que temos que agir com toda a segurança para inibir o contágio”, avisou.

Por isso “foram definidas regras, que são essencialmente de afastamento e que preveem que numa praia não haja mais do que um determinado número de utentes porque são aqueles que em segurança aí conseguem estar”, lembrou o ministro.

“É fundamental é dar informação às pessoas para elas poderem escolher e por isso este código de cores – que nunca foi semáforo algum – que é o código de cores das praias. todos sabem o que é uma bandeira vermelha, amarela ou verde numa praia”, explicou.

Questionado sobre a fiscalização das praias, Matos Fernandes usou as palavras do primeiro-ministro, António Costa, “no dia em que o conselho de ministros aprovou o decreto lei que fixa a regra para as praias”: “nós temos de ser fiscais de nós próprios”.

“A ideia das equipas é uma ideia que nasce nas câmaras municipais do Algarve, isto é, a contratação de pessoas, algumas delas com formação na área do turismo, que falam várias línguas e que possam dar apoio junto das praias com o objetivo de ajudar a dar informação para preencher a aplicação, para dar conselhos às pessoas”, respondeu.

Essas equipas, explicou o governante, “não têm competências de fiscalização”, sendo estas da responsabilidade das autoridades públicas.

Já o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, André Moz Caldas, foi questionado sobre a possibilidade de o Governo prolongar o mecanismo de ‘lay off’ devido à pandemia e sobre o protesto dos representantes das empresas de diversão que decorreu junto ao Palácio da Ajuda, onde se tem reunido o executivo, o governante começou por referir que “nenhuma das duas matérias foi objeto do Conselho de Ministros de hoje”.

“No primeiro caso, o senhor primeiro-ministro teve a oportunidade ontem [quarta-feira], no debate quinzenal na Assembleia da República, de se pronunciar. Não há nada a acrescentar”, respondeu, em relação ao ‘lay off’.

Sobre o protesto, André Moz Caldas referiu que o “Governo já teve a oportunidade de os receber no início deste mês”.

“O Governo tem acompanhado a situação destes agentes económicos bem como de toda a economia portuguesa e acompanhar com preocupação as necessidades que se estão a viver”, afirmou, remetendo para um futuro Conselho de Ministros no qual será dada nota das “medidas que vierem a ser aprovadas para estes e para outros setores da economia portuguesa que vivem numa situação difícil decorrente da pandemia”.

 

Alfa/Lusa.

Wuhan proibiu o consumo de animais selvagens

De recordar que Wuhan, uma cidade localizada na província de Hubei, na China, foi o epicentro da pandemia de Covid-19. Com 11 milhões de habitantes, viu os primeiros casos confirmados no final do ano passado.

As autoridades da cidade chinesa de Wuhan anunciaram, esta quarta-feira, a proibição de consumo de qualquer tipo de animal selvagem.

De acordo com o The Independent, a administração local disse que Wuhan se vai tornar num « santuário da vida selvagem », isto porque tanto o consumo como a caça de animais selvagens está proibida. Existem, no entanto, exceções como o uso destes animais para « estudos científicos, regulação populacional, monitorização de epidemias e outras circunstâncias especiais ».

Foi ainda criado um apoio para os agricultores/produtores para deixarem de fazer criação de animais exóticos.

 

Alfa/TVI24

Mapril Baptista/Entrevista. « Eu acredito no Adérito Moreira. é uma pessoa séria, conhece bem o clube, este campeonato e a região de Paris »

O presidente do Lusitanos de St Maur, Mapril Baptista, garantiu esta tarde à Rádio Alfa que a contratação de Adérito Moreira para ‘manager’ geral da equipa tem como objetivo de colocar a formação da comunidade portuguesa de Paris no bom ‘caminho’.

« O Adérito Moreira é uma pessoa séria, conhece bem o clube, este campeonato e a região de Paris. »

 

 

Mapril Baptista falou da ausência de portugueses na equipa e do anterior técnico, Bernard Bouger. O empresário português começa no entanto por dizer que o regresso de Adérito Moreira é como o regresso de um ‘filho’ a casa:

 

Entrevista, montagem e edição: Manuel Alexandre.

 

VILLAS BOAS REJEITOU PROPOSTA CHORUDA DO NEWCASTLE

Com o futuro no Marselha recheado de pontos de interrogação, André Villas Boas rejeitou, nos últimos dias, uma proposta «milionária» do Newcastle para assumir o comando técnico do clube que irá ser comprado por um consórcio saudita.

A revelação é feita pelo L’Équipe e vai de encontro às recentes declarações do treinador português, que afirmou não ter nos seus planos um regresso à Premier League.

 

André Villas Boas recusou também a oferta de renovação de contrato do Marselha e a sua continuidade no Velòdrome não é certa, sobretudo depois da saída do diretor-desportivo Andoni Zubizarreta.

 

Para já, o Marselha não deverá fazer outra oferta para renovar e Villas Boas já tem os planos para a pré-temporada definidos. O regresso aos trabalhos está marcado para 15 ou 27 de junho, dependendo do arranque da Ligue 1 a 7 ou 22 de agosto.

 

Alfa/abola.