Covid-19/Portugal. CGTP: 1.º Maio na rua em 23 localidades com limitações e distanciamento

Covid-19: CGTP comemora 1.º Maio em 23 localidades com distanciamento

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Alfa/Lusa
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A CGTP vai comemorar o 1.º de Maio na rua em 23 localidades do país e deu conta disso ao diretor nacional da PSP, garantido que serão cumpridas as regras de distanciamento exigidas pelo combate à pandemia.

“Esta reunião tinha como objetivo a articulação entre a CGTP e a PSP, ao mais alto nível, para definir as medidas necessárias para a concretização das iniciativas de comemoração do 1.º de Maio, garantindo o distanciamento de segurança entre os participantes”, disse à agência Lusa Ana Pires, da Comissão Executiva da central sindical.

Segundo a sindicalista, a PSP pretendia saber quais as localidades com iniciativas marcadas e locais e horas de realização, para montar o dispositivo policial necessário.

Na semana passada, a CGTP reuniu-se com o ministro da Administração Interna e com a ministra da Saúde também com o objetivo de discutir a realização de ações de rua no Dia do Trabalhador.

A Intersindical assegurou que não vão realizar-se desfiles ou concentrações nesta data porque quer que sejam cumpridas as regras de segurança em vigor para evitar a propagação da covid-19.

“Por isso, este ano não fazemos um apelo de participação à população em geral, as nossa estruturas estão a mobilizar de forma muito dirigida, porque temos de garantir o distanciamento de segurança”, afirmou Ana Pires.

A ideia é que sejam os dirigentes e ativistas sindicais a vir para a rua, em representação de todos os trabalhadores, para afirmar as suas reivindicações.

“O objetivo é ter pessoas nos locais escolhidos para assinalar uma data tão importante como o Dia do Trabalhador e para chamar a atenção para os atropelos aos direitos dos trabalhadores que têm sido feitos com a desculpa da pandemia”, salientou Ana Pires.

A CGTP vai comemorar com iniciativas em Lisboa e no Porto e noutras 21 localidades.

As ações estão marcadas para jardins, largos e grandes avenidas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortos e infetou quase três milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Em Portugal, morreram 928 pessoas das 24.027 confirmadas como infetadas, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

O país cumpre o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o Governo já anunciou a proibição de deslocações entre concelhos no fim de semana prolongado de 01 a 03 de maio.

Brasil. Presidente Bolsonaro sob investigação judicial

Juiz do Supremo Tribunal Federal brasileiro determina abertura de inquérito contra Bolsonaro

Juiz do Supremo Tribunal Federal brasileiro determina abertura de inquérito contra Bolsonaro

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Um juiz do Supremo Tribunal Federal do Brasil determinou segunda-feira à noite a abertura de um inquérito para investigar as acusações de interferência em processos judiciais contra o Presidente Jair Bolsonaro, feitas pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro.

“A análise da petição formulada pelo Senhor Procurador-Geral da República revela práticas alegadamente delituosas que teriam sido cometidas pelo senhor Presidente da República em contexto que as vincularia ao exercício do mandato presidencial, circunstância essa que afastaria a possibilidade de útil invocação, pelo Chefe do Poder Executivo da União, da cláusula de ‘imunidade penal temporária’”, lê-se na decisão do juiz Celso de Mello, citada por vários órgãos brasileiros.

Na mesma nota, Celso de Mello apontou que a Polícia Federal tem 60 dias para interrogar Sergio Moro, ex-ministro da Justiça brasileiro.

Na sexta-feira à noite, o procurador-geral da República (PGR) brasileiro, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito para apurar as acusações feitas por Sergio Moro, contra Jair Bolsonaro.

O pedido entregue ao STF aponta a eventual ocorrência dos crimes de « falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça, corrupção passiva privilegiada, denúncia caluniosa e crime contra a honra ».

No documento, Augusto Aras afirma que, caso as declarações de Moro não se comprovem, poderá caracterizar-se o crime de denúncia caluniosa.

No pedido, o PGR sugere ao STF que, antes de deliberar sobre a abertura do inquérito, recolha o depoimento de Moro, para que ele preste formalmente esclarecimentos sobre os possíveis crimes envolvidos na conduta do chefe de Estado, e possa apresentar provas dessas interferências.

Em causa estão as declarações feitas na manhã de sexta-feira por Sergio Moro, que acusou o Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, de estar a fazer « interferência política na Polícia Federal », na sequência da demissão do ex-chefe da Polícia Federal do país Maurício Leite Valeixo, publicada em Diário Oficial da União.

Moro, que junto com as acusações apresentou a sua demissão, afirmou que Bolsonaro exonerou a liderança da Polícia Federal porque pretende ter acesso às investigações judiciais, algumas das quais envolvem os seus filhos ou aliados.

« O Presidente disse-me, mais de uma vez, expressamente, que ele queria ter uma pessoa do contacto pessoal dele [para quem] ele pudesse ligar, [de quem] ele pudesse colher informações, [com quem] ele pudesse colher relatórios de inteligência. Seja o diretor [da Polícia Federal], seja um superintendente », declarou Sergio Moro.

O ex-juiz declarou que o Presidente brasileiro lhe disse pessoalmente que queria mudar o chefe geral da Polícia Federal porque estava preocupado com investigações em curso no STF, que podem envolver os seus filhos ou aliados políticos, e queria ter acesso a relatórios sigilosos sobre investigações.

Bolsonaro, por sua vez, negou a acusação de interferência feita por Moro, disse que o delegado Valeixo foi exonerado porque pediu para deixar o cargo e frisou que é atribuição do Presidente do Brasil escolher quem deve ser o chefe da Polícia Federal.

Covid-19/Mundo: Número de infetados ultrapassa os três milhões

Covid-19: Número de infetados ultrapassa os três milhões – AFP

Covid-19: Número de infetados ultrapassa os três milhões

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Mais de três milhões de pessoas foram contagiadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, 80% das quais na Europa e nos Estados Unidos da América, de acordo com o último balanço feito hoje, às 20:50, pela agência France-Presse.

Pelo menos 3.003.344 casos de infeção pelo SARS-CoV-2, assim como 209.388 mortes, foram registadas no mundo inteiro desde o início da pandemia.

A Europa continua a ser o continente mais afetado, com 1.399.779 casos confirmados e 126.223 óbitos.

Os Estados Unidos são o país mais atingido pela doença covid-19, com 980.008 casos de contágio e 55.637 mortes.

Contudo, a agência noticiosa francesa adverte que o número de casos diagnosticados poderá refletir apenas uma fração do número total de infeções no planeta, uma vez que vários países apenas estão a testar os casos graves.

Covid-19. Economia francesa foi duramente atingida. Retoma vai demorar longos meses. Por Pascal de Lima

Setores fundamentais da atividade – como o turismo, a hotelaria, a restauração e outros, foram duramente atingidos.

A retoma da economia francesa vai demorar meses após o desconfinamento.

Ouça aqui a análise do economista e professor em SciencesPo, Pascal de Lima:

Covid-19/França. PM Édouard Philippe apresenta hoje primeiras medidas de desconfinamento

O Presidente Emmanuel Macron pretende flexibilizar algumas das medidas de confinamento a partir de 11 de maio, reabrindo inicialmente as escolas e outros setores prioritários.

Será o primeiro-ministro Édouard Philippe que vai apresentar o plano do governo de começar a levantar o isolamento neste dia 28 de abril ao Parlamento. Mas há algumas críticas da oposição por não ter sido previsto, na sua opinião, tempo suficiente para o debate.

O PM Philippe escreveu na sua conta no Twitter no domingo que o plano do governo se concentrará em algumas áreas principais – saúde pública, escolas, empresas, transporte público e reuniões públicas.

A questão do uso de máscaras em locais públicos também será colocada.

Uma das questões que provoca debate é a discussão sobre se deve ou não ser desenvolvida uma aplicação de software para telefone móvel de modo a rastrear o coronavírus. Algumas personalidades e políticos manifestam preocupações sobre potenciais violações de privacidade.

O número de mortos por covid-19, em França, aumentou em 437 mortos em 24h. Sefundo o último balanço de ontem há agora 23.293 mortos no total registados em França desde o início da epidemia.

Youtube acolhe evento global de cinema a 29 de maio em parceria com maiores festivais

Alfa/Lusa

A plataforma digital Youtube vai acolher a 29 de maio um evento global de cinema, em parceria com vinte festivais, entre os quais os de Cannes, de Veneza, Locarno e de Macau, foi hoje anunciado.

De acordo com a revista Variety, o Youtube será o anfitrião do festival We Are One, entre 29 de maio e 07 de junho, com exibição ‘online’ e gratuita de longas e curtas-metragens, entre ficção e documentário, e inclusão de debates.

Com o anúncio da programação a ser remetido para as próximas semanas, sabe-se que o evento está a ser coordenado pelo festival de Tribeca (Estados Unidos) e que contará com a participação de outros festivais, como Cannes, Sundance, Veneza, Locarno, Karlovy Vary, San Sebastian, Macau, Tóquio e Guadalajara.

O festival “vai unir curadores, artistas e contadores de histórias para entreter e dar algum conforto a públicos de todo o mundo. Em articulação com extraordinários festivais e com o Youtube, esperamos que todos sintam o que torna cada festival um evento único e que aproveitem a arte e o poder de um filme”, afirmou Jane Rosenthal, cofundadora do festival de Tribeca, citada pela publicação Deadline.

Apesar de o festival ser gratuito, a organização explica que os espectadores serão convidados a fazerem donativos que reverterão para a Organização Mundial de Saúde e para entidades que estão na frente de combate à pandemia da doença covid-19.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortos e infetou quase três milhões de pessoas em 193 países e territórios.

As recomendações de confinamento social e o decretar do estado de emergência em vários países levou o Fundo Monetário Internacional (FMI) a fazer previsões sem precedentes nos seus quase 75 anos: a economia mundial poderá cair 3% em 2020, arrastada por uma contração de 5,9% nos Estados Unidos, de 7,5% na zona euro e de 5,2% no Japão.

Covid-19: Mundo devia ter ouvido melhor OMS em janeiro diz diretor-geral

Alfa/Lusa

O diretor-geral da OMS afirmou hoje que o mundo devia ter ouvido melhor quando foi declarada emergência global de saúde em janeiro passado, frisando que os países que seguiram as orientações da organização estão melhor do que os que as ignoraram.

Em conferência de imprensa a partir de Genebra, Tedros Ghebreyesus frisou que a Organização Mundial de Saúde declarou a 30 de janeiro “o nível mais alto de emergência global” quando o surto do novo coronavírus estava concentrado na China e só havia “82 casos” fora daquele país asiático.

“O mundo devia ter ouvido com atenção nessa altura, quando só havia 82 casos e nenhuma morte fora da China. Todos os países podiam ter desencadeado todas as medidas de saúde pública possíveis. E isso basta para atestar a importância de ouvir os conselhos da OMS”, declarou.

Tedros Ghebreyesus acrescentou que os procedimentos aconselhados pela OMS em janeiro antes de ser declarada a pandemia da covid-19 – “encontrar casos, testar, isolar e rastrear contactos” – são baseados na “melhor ciência e provas disponíveis” .

“Podem ver que os países que os seguiram estão hoje numa posição melhor do que outros. Isso é um facto”, afirmou, ressalvando que cabe aos países “aceitar ou rejeitar” o que a OMS diz.

“Não temos mandato para obrigar os países a aplicar o que aconselhamos”, reconheceu, frisando que “cada país assume as suas próprias responsabilidades”.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortos e infetou quase três milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Perto de 810 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 928 pessoas das 24.027 confirmadas como infetadas, e há 1.357 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Covid-19/França. Mais 437 mortos em 24h. 23.293 mortos no total

Covid-19/França. Informação oficial, nesta segunda-feira, 27, da Direção Geral francesa da Saúde: Mais 437 mortos em 24h. 23.293 mortos no total registados em França desde o início da epidemia.

 La pandémie a fait au moins 200 000 morts dans le monde depuis son apparition en décembre en Chine (illustration)
Foto LP / Marine Legrand
Em França, 14.497 pessoas faleceram nos hospitais e 8.796 em estabelecimentos sociais (lares) ou outros.
A DGS francesa indica que 28.055 pessoas estão neste momento internadas em hospitais devido ao covid-19, menos 162 do que no domingo. 7.527 estão em cuidados intensivos.
Desde o início da pandemia, as autoridades francesas registaram 128.339 casos confirmados de covid-19.

Covid-19. Mais um artigo em França sobre o « milagre português » (agora da RTL)

EUROPE – UN BILAN ENCOURAGEANT

Peut-on parler de « miracle » portugais?

Auteur: Romain Van Dyck|Actualisé: 27.04.2020 18:02

© AFP

Le bilan de l’épidémie de Covid-19 s’améliore au Portugal. Si le pays s’en sort mieux que ses voisins, ne parlons pas pour autant de « miracle », avait rappelé le président portugais.

Le Portugal, qui n’a pas été frappé aussi durement que l’Espagne voisine par la pandémie de coronavirus, recense tout de même 928 morts et 24.027 cas déclarés de Covid-19, selon un bilan officiel publié ce lundi à 12h. Soit 163 cas positifs et 25 décès en plus que la veille. Des chiffres en baisse sensible depuis plusieurs jours. Le bilan quotidien est désormais redescendu au niveau qu’on pouvait observer il y a plus d’un mois au Portugal.

L’état d’urgence, une première depuis la chute de la dictature, a été instauré mi-mars et est en vigueur jusqu’au 2 mai prochain. Il limite fortement les déplacements dans un pays qui espère avoir endigué l’épidémie, en affichant en tout cas un bilan bien plus enviable que beaucoup de pays européens.

« NOUS SOMMES UN MIRACLE VIVANT »

Cependant, il est malvenue de parler de « miracle » portugais, a rappelé le président Marcelo Rebelo de Sousa le 16 avril dernier dans une allocution faite pour annoncer le prolongement de l’état d’urgence. Si le pays s’en sort moins mal que les autres en ces temps de pandémie, c’est simplement le fruit de “l’important sacrifice”, de la “solidarité” ou encore de la “discipline” des Portugais, a-t-il affirmé.

Son discours, dont se fait l’écho le site Observador, s’est conclu par ces mots : « Si ceci est un miracle, comme on le dit à l’étranger, alors nous, peuple portugais, sommes un miracle vivant depuis bientôt neuf siècles. Si ceci est un miracle, ce miracle s’appelle le Portugal.

Selon le journal Publico, le Portugal serait l’un des pays qui teste le plus rapporté à sa population (environ 11 millions d’habitants), une politique qui a un coût : 87,85 euros par test pour la Santé portugaise.

« Living in a Ghost Town », a canção que os Stones gravaram durante o isolamento

É o primeiro novo tema da banda britânica, em 8 anos.

Escrita por Mick Jagger e por Keith Richards, « Living in a ghost town » foi criada e gravada entre Los Angeles e Londres ao longo do período de isolamento que ainda vivemos.

Sobre o tema – o primeiro novo tema da banda britânica, em 8 anos – escreve Mick Jagger: « Os Stones estavam em estúdio a gravar novo material antes da quarentena e havia uma canção que pensávamos que ressoaria nos tempos que estamos a viver. Trabalhámos isoladamente. E aqui está, chama-se « Living in a ghost town » – espero que gostem.”

Keith Richards reforça a ideia quando diz que selecionaram « esta canção há mais de um ano, em Los Angeles, para fazer parte de um novo álbum, algo que está em andamento ». Com a pandemia, acrescenta o guitarrista, « eu e o Mick decidimos que precisávamos de trabalhar nela agora e então aqui está, ‘Living In A Ghost Town’. Mantenham-se seguros! »

Na canção « Living in a ghost town », Mick Jagger é a voz – claro – mas também toca harmónica e guitarra. Keith Richards e Ronnie Wood são os guitarristas e Charlie Watts assume a bateria. No baixo está Darryl Jones e Matt Clifford tem a seu cargo os teclados e os instrumentos de sopro.

Eis o vídeo, acabado de partilhar, na página de YouTube da banda The Rolling Stones.

 

 

Por causa da pandemia da Covid-19, os Rolling Stones adiaram a « No Filter Tour« . Este mês, a banda participou no concerto « One World: Together At Home » e interpretou, a partir da casa, « You Can’t Always Get What You Want« .

 

Alfa/SIC.

 

 

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