Entrevista/José Luís Carneiro. « O 25 de Abril é uma data demasiado importante para não ser assinalada »

O antigo Secretário de Estado das Comunidades e actual Secretário-geral adjunto do PS, José Luís Carneiro, esteve em entrevista na Rádio Alfa, no quadro da Covid -19.

Para o deputado, o que está a acontecer é um autêntico ‘tsunami pandémico’.

 

José Luís Carneiro

 

 

Entrevista Ricardo José

Edição Manuel Alexandre

 

Rádio Alfa.

 

 

Andebol. PORTUGAL ESTÁ APURADO PARA O MUNDIAL DE 2021

A Seleção Nacional de andebol foi esta sexta-feira dada como apurada para a fase final do Campeonato do Mundo de andebol, que vai decorrer no Egito em janeiro de 2021.

A Federação Europeia de Andebol (EHF) anula a disputa dos play-off de qualificação, que decorreriam em junho e julho, e decidiu apurar as melhores equipas do último Europeu – Portugal terminou na melhor posição de sempre, o sexto lugar.

A mesma decisão é válida para a qualificação feminina para o Euro de dezembro na Dinamarca e Noruega.

 

 

Alfa/abola.pt

Pasmo entre médicos. Trump sugere injeções de desinfetante contra Covid-19

Donald Trump sugeriu, na última conferência de imprensa da Casa Branca sobre a Covid-19, que a injeção de desinfetante no corpo poderia ajudar a matar o novo coronavírus. O Presidente lançou ainda a hipótese de expor os doentes a radiações ultravioleta, uma vez que este vírus pode ser sensível ao calor.

Durante a conferência de imprensa, um especialista apresentou os resultados de uma investigação do Governo segundo a qual a aplicação de lixívia na saliva ou nos fluídos respiratórios expelidos mataram o novo coronavírus em apenas cinco minutos, sendo que o álcool isopropanol conseguiu matá-lo ainda mais rápido.No fim desta apresentação, Donal Trump frisou que as investigações devem ser tratadas com precaução, mas sugeriu mais avanços nas pesquisas sobre como matar o vírus. “Vejo que o desinfetante o mata num minuto. Um minuto. Existe alguma forma de conseguirmos fazer isso [no corpo], por exemplo através de uma injeção ou uma espécie de limpeza?”, questionou o Presidente norte-americano.“Eu não sou médico, mas sou uma pessoa com um bom instinto”, declarou Trump.

Referindo-se ao facto de o mesmo estudo indicar um enfraquecimento deste vírus quando exposto à luz solar e ao calor, Trump aproveitou para dar mais sugestões.

“Suponhamos que atingimos o corpo com uma tremenda luz, quer seja ultravioleta quer seja apenas uma luz muito poderosa (…), suponhamos que se leva a luz para dentro do corpo, o que podemos fazer através da pele ou de outra forma”, sugeriu o líder.

“Acho que disseram que iam testar essa hipótese. Parece interessante”, disse Trump a Deborah Birx, coordenadora da Casa Branca na resposta ao novo coronavírus. A responsável respondeu que nunca ouviu falar do uso de calor e luz como tratamento, apesar de “o calor da febre ajudar o corpo a responder”.

« Não sigam conselhos médicos vindos de Trump »
As declarações de Donald Trump provocaram rapidamente manifestações de preocupação por parte da comunidade médica. “A ideia de injetar ou ingerir algum tipo de desinfetante é irresponsável e perigosa”, defendeu à NBC News o pneumologista Vin Gupta. “É um método comummente utilizado por quem quer cometer suicídio”.Também o médico Kashif Mahmood lançou um alerta no Twitter: “Não sigam conselhos médicos vindos de Trump”. “Como profissional de saúde, não recomendo a injeção de desinfetante nos pulmões nem o uso de radiações ultravioleta no corpo para tratar a Covid-19”, acrescentou.

À Bloomberg News, o pneumologista norte-americano John Balmes explicou que até o ato de respirar lixívia pode causar danos à saúde. “Inalar lixívia seria absolutamente desastroso para os pulmões. Nem sequer uma fraca diluição desse produto ou de álcool desinfetante seria segura. É um conceito totalmente ridículo”, assegurou.

Não só a comunidade médica reagiu. Joe Biden, futuro rival de Trump nas eleições presidenciais de novembro, lançou uma sugestão a Trump no Twitter: “Raios UV? Injeções de desinfetante? Aqui vai uma ideia, senhor Presidente: mais testes. Agora. E equipamento de proteção para verdadeiros profissionais de saúde”.
Ainda esta semana o Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos tinha avisado os norte-americanos de que devem ser cuidadosos com os produtos de limpeza, numa altura em que dispararam as vendas dos desinfetantes.

“As chamadas telefónicas para os centros de envenenamento aumentaram fortemente no início de março de 2020 devido à exposição quer a produtos de limpeza, quer a desinfetantes”, refere a entidade, citada pela BBC.

Um alerta semelhante veio da agência federal Food and Drug Administration (FDA), segundo a qual a há várias pessoas a venderem falsos medicamentos com desinfetante entre os componentes, alegando que estes conseguem tratar uma série de doenças.

“A FDA recebeu queixas de consumidores que sofreram vómitos graves, diarreia, baixa pressão arterial provocada por desidratação, assim como insuficiência aguda do fígado depois de beberem esses medicamentos”, explicou a entidade.

Os Estados Unidos são a nação atualmente mais afetada pelo novo coronavírus, contando com mais de 874 mil pessoas contagiadas desde o início da pandemia, das quais apenas 71 mil recuperaram. O país regista quase 50 mil vítimas mortais.

 

 

Alfa/RTP/LePoint.

Covid-19/Portugal. Mais 34 mortos em 24h. Total: 22.797 infetados, 854 mortos e 1.228 recuperados

Covid-19 em Portugal: 22.797 infetados, 854 mortos e 1.228 recuperados.

Número de internados é agora de 1.068, menos 27 do que na quinta-feira.

Informação oficial:

Portugal regista hoje 854 mortos associados à covid-19, mais 34 do que na quinta-feira, e 22.797 infetados (mais 444), indica o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Comparando com os dados de quinta-feira, em que se registavam 820 mortos, hoje constatou-se um aumento percentual de 4,1%.

Relativamente ao número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, os dados da DGS revelam que há mais 444 casos do que na quinta-feira, representando uma subida de 2%.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (491), seguida da região Centro (183), de Lisboa e Vale Tejo (160), do Algarve (11), dos Açores (8) e do Alentejo, que regista um morto, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de quinta-feira.

Covid-19/UE: Macron favorável a plano europeu que combine empréstimos e subvenções

Covid-19: Macron favorável a plano europeu que combine empréstimos e subvenções – Lusa

Covid-19: Macron favorável a plano europeu que combine empréstimos e subvenções

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O Presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu que o plano de recuperação da União Europeia (UE) face à crise provocada pela pandemia deve incluir “não apenas empréstimos”, mas também subsídios, para prevenir o sobreendividamento de alguns Estados-membros.

Numa declaração transmitida pela Presidência francesa após o Conselho Europeu, por videoconferência,  Emmanuel Macron disse que “não houve consenso” entre os líderes quanto à distribuição dos montantes do plano de recuperação económica e social europeu.

“Se deixarmos cair uma parte da Europa, é toda a Europa que cairá”, advertiu o Presidente francês, defendendo transferências orçamentais para “as regiões e os setores” mais atingidos pela crise provocada pela pandemia associada ao novo coronavírus.

França já tinha defendido um plano de recuperação da ordem dos 5% a 10% do PIB europeu (800 mil milhões a 1,6 biliões de euros), o que, afirmou Macron, beneficia de um acordo de princípio na UE.

Quanto ao financiamento do plano, Macron disse ser partidário da emissão de dívida com “uma garantia comum” para “transferências orçamentais” com “regras muito claras para todos”.

Nesse ponto, disse, “não há consenso hoje”.

“Não obstante, é uma resposta que devemos dar e penso que a nossa Europa não tem futuro se não soubermos dar essa resposta”, afirmou.

Frisando que “o mercado único beneficia certos Estados e regiões mais produtivos porque produzem bens que podem vender a outras regiões”, advertiu que se essas regiões forem abandonadas, o benefício deixa de existir.

“Os países que bloqueiam são sempre os que conhecemos, os frugais: Alemanha e Holanda. Vão aceitá-lo? Estamos a discutir”, disse, acrescentando que se trata de países “cuja psicologia profunda e constrangimentos políticos justificam posições muito duras”.

Emmanuel Macron referiu-se ainda, entre os temas discutidos no Conselho, à necessidade de “ir mais longe e mais forte” no sentido de uma soberania europeia, “em particular económica, industrial, estratégica, militar, tecnológica, ambiental”.

Os chefes de Estado e de Governo da UE, reunidos hoje por videoconferência, encarregaram a Comissão Europeia de apresentar urgentemente uma proposta de fundo de recuperação da economia europeia para superar a crise provocada pela pandemia de covid-19.

O Conselho Europeu aprovou também o pacote de emergência de resposta à crise acordado há duas semanas pelo Eurogrupo, no montante global de 540 mil milhões de euros, indicando que o mesmo esteja já operacional em junho.

25 de abril – opinião

Os valores  de 25 de abril de 1974, cujo aniversário se celebra neste sábado, não estão de quarentena.

Ouça aqui a última crónica (de sexta-feira) de Daniel Ribeiro:

Covid-19: Se tudo se concretizar na UE vamos ter uma bazuca contra a crise – Costa

Covid-19: Se tudo se concretizar na UE vamos ter uma bazuca contra a crise – PM António Costa

Covid-19: Se tudo se concretizar na UE vamos ter uma bazuca contra a crise – Costa

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O primeiro-ministro considerou hoje que, se o fundo de recuperação económica se concretizar nos moldes defendidos pela maioria dos Estados-membros europeus, os países vão dispor de uma bazuca contra a crise provocada pela pandemia de covid-19.

« Se tudo se concretizar, será seguramente uma bazuca », declarou António Costa em conferência de imprensa, em São Bento, no final da reunião do Conselho Europeu, que se realizou por videoconferência.

O primeiro-ministro voltou a apontar que o fundo de recuperação poderá envolver verbas na ordem de 1,5 biliões de euros, às quais se juntam as medidas de emergência já aprovadas pelo Eurogrupo e que, no seu conjunto, atingem os 500 mil milhões de euros.

« Já sabemos que não será uma fisga [para enfrentar a crise]. Agora, estamos a discutir se é uma pressão de ar ou uma bazuca », sustentou o líder do executivo português.

António Costa fez questão de salientar que a verba em discussão entre os Estados-membros para o fundo de recuperação, embora ainda não seja final, chega aos 1,5 biliões de euros, como referiu a Comissão Europeia.

« O Banco Central Europeu falou de 1,6, biliões de euros, embora outros apontem um montante menor. Mas isto é três vezes as linhas de emergência já aprovadas pelo Eurogrupo. Portanto, será algo com uma grande capacidade e com uma grande robustez, tendo em conta o impacto da crise económica que temos pela frente », defendeu.

No entanto, de acordo com o primeiro-ministro, ainda não há acordo em relação à forma de concretizar esse fundo de recuperação económica – « e os detalhes são essenciais ».

« Falta saber quando teremos esse fundo disponível, qual o montante, em que condições cada Estado-membro tem acesso e como se distribuirá entre empréstimos e transferências. Relativamente a empréstimos, a existirem, é preciso saber qual será a taxa, qual será o período de carência e qual a sua maturidade », acentuou ainda António Costa.

Perante os jornalistas, o primeiro-ministro considerou essencial aguardar por 06 de maio para conhecer a proposta que será apresentada pela Comissão Europeia sobre o montante do fundo de recuperação, chave de repartição dos montantes entre Estados-membros e qual a parte de subvenções e de empréstimos.

« A larga maioria dos Estados-membros entendeu que deveria ter como base subvenções, alguns entenderam que deveria ser um equilíbrio entre subvenções e empréstimos e uma pequena maioria defenderam que só deveriam ser empréstimos », disse, aqui numa alusão à Holanda, Áustria, Finlândia e Suécia.

« A Comissão Europeia tem de desenhar o conjunto do programa, tem de reformular a sua própria proposta de Quadro Financeiro Plurianual (QFP), apresentando a sua proposta em 06 de maio », declarou.

Na conferência de imprensa, o primeiro-ministro fez questão de especificar que a Alemanha não faz parte desse grupo minoritário de Estados-membros que recusa a modalidade de subvenções aos países no mecanismo de acesso às verbas do fundo.

« A esperança que tenho e que seja possível chegar ao verão com um acordo político sobre o QFP e sobre o fundo de recuperação. Vão ser meses muito trabalhosos, mas acho que há uma vontade política de todos em não frustrar aquilo que é a exigência de todos os europeus. A União Europeia tem de revelar capacidade de decisão, respondendo àquilo que é necessário », disse.

Em relação à abertura de fronteiras externas da União Europeia e internas, António Costa frisou que ainda não há qualquer data, mas referiu que esse processo « terá em vista o período de férias que se avizinha e a importância do turismo ».

« Portugal insistiu bastante neste ponto da importância que há em procurar salvaguardar um setor vital para a economia de toda a Europa, que é o turismo », acrescentou.

Covid-19. Conselho das Comunidades pede ao Governo contactos para apoiar emigrantes

Conselheiros das Comunidades pedem ao Governo contactos para apoiar emigrantes

O Conselho Permanente das Comunidades Portuguesas enviou na quinta-feira um conjunto de recomendações ao Governo para que os emigrantes que precisem de apoio social possam ter, durante a pandemia, quem contactar.

A carta é dirigida à secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes

MANUEL TELES/LUSA

Entre as recomendações está, em primeiro lugar, a criação de uma linha telefónica gratuita e centralizada em Lisboa para apoio aos emigrantes portugueses que necessitem de informações ou de apoio social.

A carta, dirigida à secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, e assinada pelo presidente do Conselho Permanente, Flávio Alves, defende, “por analogia aos casos de repatriação, a criação de uma linha telefónica gratuita de apoio emergencial, centralizada nos serviços em Lisboa”, às comunidades portuguesas que “necessitem de alguma informação ou apoio social neste grave momento”.

“A disponibilização [e ampla divulgação] pelos postos consulares de linha telefónica (local) de emergência, para receber demandas [pedidos] de portugueses/as em situação de vulnerabilidade e que necessitem de urgente apoio médico ou social”, é a segunda das recomendações feitas.

Os conselheiros pedem ao Governo que passe aos consulados os contactos diretos dos conselheiros do Conselho das Comunidades Portuguesas da referida área, para que com estes possam partilhar e divulgar informações ou ações conjuntas que visem “o atendimento urgente aos mais vulneráveis”.

Na mesma carta, divulgada à Lusa, a presidência do Conselho Permanente afirma que pediu aos conselheiros para verificarem junto das suas comunidades um conjunto de situações, incluindo a eventual existência de pessoas com carências ou a necessitarem de algum apoio social na área consular, e se tinham ou não conseguido esse apoio.

Pediu ainda aos conselheiros se tinham conhecimento, além da linha para regresso, para quem estava em viagem (+351 217 929 755), de mais outra linha de emergência disponibilizada pelos consulados da sua área para receberem pedidos de pessoas em dificuldades.

Com base nas respostas o Conselho concluiu que,“em função da pandemia, os postos consulares têm o seu atendimento reduzido ou mesmo encerrado presencialmente”, o que considera “admissível neste grave período”, mas alguns disponibilizaram email ou linha telefónica de emergência local para atendimento.

Porém, há portugueses “residentes no estrangeiro atingidos mortalmente pela Covid-19” e há casos de vulneráveis que necessitam de algum apoio, até pessoas acamadas ou que não podem ou, por medo, não querem sair de casa”.

Segundo a missiva, o apoio a estas pessoas “tem sido feito pela sociedade civil, conselheiros e/ou movimentos associativos locais”, ou pela criação de grupos em redes sociais nos quais são partilhadas boas práticas e informações oficiais.

Além disso, “a única divulgação massiva em todas as comunidades foi a difusão da linha telefónica + 351217929755, para tratar do repatriamento de quem reside em Portugal”.

Na carta dirigida a Berta Nunes, os conselheiros apontam algumas falhas à comunicação social portuguesa no relato do que se passa nas comunidades.

“O importante trabalho da comunicação social portuguesa ao divulgar o impacto da Covid-19 (em Portugal e em outros países) deveria estender-se a relatos ao que passam as nossas comunidades, em diferentes graus e, especialmente, os mais vulneráveis”, apontam.

Em 19 de março, o Conselho das Comunidades Portuguesas recomendou ao Governo que não se esquecesse dos emigrantes espalhados pelo mundo e que estivesse em permanente contacto com os postos consulares e os governos locais durante o cenário de pandemia.

“Espera-se que as comunidades portuguesas espalhadas por todos os continentes não sejam esquecidas e que Portugal esteja em permanente contacto com os postos consulares e com os governos dos países de acolhimento, a fim de saber como estão e do que precisam as nossas comunidades”, lia-se num comunicado enviado à Lusa, na altura.

O Conselho das Comunidades Portuguesas é o órgão de consulta do Governo português para a área das comunidades.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 186 mil mortos e infetou mais de 2,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 708 mil doentes foram considerados curados.

Lusa/Observador

Covid-19/EUA: Mais de três mil mortos em 24 horas. Total de quase 50 mil mortos

Covid-19: Mais de três mil mortos nos EUA nas últimas 24 horas

Covid-19: Mais de três mil mortos nos EUA nas últimas 24 horas

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Alfa/Lusa
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Os Estados Unidos registaram 3.176 mortos nas últimas 24 horas devido à pandemia da covid-19, um dos piores registos diários no país, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

No total, quase 50 mil pessoas morreram nos Estados Unidos. O número de infetados subiu para mais de 860 mil, depois de terem sido identificados 26.971 novos casos.

No final da semana passada, os Estados Unidos registaram os dois piores balanços diários: mais de 3.800 e de 4.500 mortos. Uma situação que foi justificada em parte devido à adição de mortes « provavelmente ligadas » à covid-19 e que anteriormente não tinham sido levadas em consideração.

O último balanço diário realizado na noite de quinta-feira (madrugada de hoje em Lisboa) é a terceira mais mortal registada num país desde o início da pandemia.

Apesar desta contabilidade, vários estados norte-americanos, como Texas, Vermont e Geórgia, decidiram aliviar as restrições e autorizaram certas empresas a reabrir portas.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou cerca de 190 mil mortos e infetou mais de 2,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 708 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram entretanto a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria, Espanha ou Alemanha, a aliviar algumas das medidas.

Covid-19: França regista mais 516 mortos, total é agora de quase 22.000

A França registou 516 mortos nas últimas 24 horas em meio hospitalar e nos lares, perfazendo assim um total de 21.856 mortos desde o início da pandemia, anunciou hoje fonte oficial.

Os números do avanço do vírus em França foram divulgados hoje através de comunicado da Direção Geral da Saúde.

Desde 01 de março, em meio hospitalar morreram 13.547 pessoas e nos lares foram registados 8.309 óbitos no mesmo período.

Em França há 29.219 pessoas hospitalizadas devido à covid-19 e 5.053 destes pacientes estão nos cuidados intensivos.

Há duas semanas consecutivas que o número de pacientes em estado grave devido a esta doença tem vindo a diminuir. Também o número total de pessoas hospitalizadas tem vindo a diminuir nos últimos dias.

A França registou 120.804 casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia já provocou mais de 184 mil mortos e infetou mais de 2,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Cerca de 700 mil doentes foram considerados curados.

 

Alfa/Lusa;

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