Democracia não deve ser interrompida. 25 de abril deve ser comemorado, mesmo com limitações, na AR portuguesa. Opinião

A democracia não deve ser interrompida, mesmo em tempo de perigoso vírus.

25 de abril deve ser dignamente comemorado na Assembleia da República portuguesa nem que seja apenas com duas dúzias de personalidades representativas presentes no hemiciclo.

É uma data fundamental para o país, que pôs fim a uma ditadura, à guerra colonial, ao analfabetismo e libertou a imprensa.

Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir nesta quarta-feira, 22, na Rádio Alfa.

 

Covid-19/Portugal: Forças Armadas podem ser chamadas a controlar fronteiras

Forças Armadas podem ser chamadas a controlar fronteiras – informa nesta terça-feira o jornal Público.

Ministros da Defesa e do Trabalho na visita ao Laboratório Militar Foto: LUSA/RODRIGO ANTUNES

« As Forças Armadas podem ser chamadas a controlar as fronteiras, se houver um esgotamento da capacidade da GNR e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras para continuarem a destacar os militares e agentes que actualmente cumprem esse serviço. O controlo fronteiriço consta de acções em planeamento num estudo da Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional do ministério de João Gomes Cravinho, que compara o envolvimento em tempo de covid-19 das forças militares de 19 países », lê-se na notícia do diário.

“Espero que essa operação fique em planeamento. Só quando as forças de segurança esgotarem as suas capacidades se justificará”, explicou, ao PÚBLICO, Gomes Cravinho. “As Forças Armadas não fazem acções de ordem pública, mas há planos, se necessário for”, admite o titular da Defesa Nacional » acresenta o Público.

O jornal acrescenta que o estudo indica que, sobre Portugal, aparecem dois casos em planeamento: o já referido controlo de fronteiras; e o apoio militar aos hospitais civis.

Confinamento/Covid-19. Dicas e conselhos da psicoterapeuta Marina Raquel (2)

Dicas e conselhos da psicoterapeuta Marina Raquel para viver o melhor possível em confinamento. Crónica número 2:

 

Amazon fecha todos os centros de distribuição em França. Análise

Ouça aqui análise de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, sobre este braço de ferro em tempo de confinamento e quarentena, durante o qual as compras online se desenvolveram imenso:

Covid-19. O colapso do petróleo em cinco perguntas e respostas (e não, não vamos ter combustível de borla)

Covid-19. O colapso do petróleo em cinco perguntas e respostas (e não, não vamos ter combustível de borla) – Um trabalho do Expresso, por Miguel Prado.

Pela primeira vez na história, o petróleo foi transacionado nos Estados Unidos a preços negativos. Saiba por que é que isso não significa que possamos ter gasolina grátis e que outros impactos podemos esperar desta queda inédita

O petróleo atingiu esta segunda-feira um marco inédito: foi pela primeira vez transacionado a valores negativos, sinalizando que os produtores (ou quem investe em petróleo) passou a pagar para que lhes fiquem com petróleo. O crude não é o único produto ou serviço de preços negativos. Mas o que podemos esperar agora? Teremos combustível mais barato nas estações de serviço? As petrolíferas vão falir?

POR QUE FOI O PETRÓLEO PARA PREÇOS NEGATIVOS?

Esta segunda-feira, o petróleo teve uma queda histórica no seu preço, mas apenas nos contratos futuros do WTI – West Texas Intermediate, um tipo de petróleo que é referência para o mercado norte-americano. A queda acentuada teve duas razões fundamentais. Por um lado, a queda da procura de combustíveis, que está a esgotar a capacidade de armazenamento de petróleo nos Estados Unidos da América. Por outro lado (e terá sido isto a justificar o colapso para preços negativos), a necessidade de muitos « traders » se desfazerem dos contratos futuros de maio, sob pena de, não os vendendo, terem de aceitar, no final do mês, ficar com os volumes físicos de petróleo que tinham em mãos, sem terem de facto onde armazenar o crude.

A conjugação dos dois fatores levou a que o WTI tenha pela primeira vez passado a ser transacionado a valores negativos, ou seja, quem comprou os futuros de maio, assumiu o risco de nas próximas semanas revendê-los ou ter de receber fisicamente os volumes contratados, e, em vez de pagar pelos contratos, está a ser remunerado por isso.

PREÇOS NEGATIVOS SIGNIFICA QUE VAMOS TER COMBUSTÍVEL GRÁTIS?

Não. Em primeiro lugar porque os preços negativos se verificaram no WTI, mas o « brent », tipo de petróleo que é usado como referência nos mercados europeus, continua a ser transacionado a preços acima de zero: esta noite estava a ser negociado a 26 dólares por barril (desvalorizando-se 7,6%, contra a desvalorização de 306% do WTI, para um valor negativo de 37,6 dólares por barril). Depois, mesmo que o « brent » caísse para zero, ou até para preços negativos, é necessário considerar outros fatores que compõem o preço de venda ao público da gasolina e do gasóleo.

As atualizações que são feitas semanalmente nas estações de serviço em Portugal (por norma à segunda-feira) ponderam a variação média das cotações dos refinados (a gasolina e o gasóleo, e não o crude) na semana anterior. Embora as cotações dos refinados tendam a acompanhar a tendência do petróleo, não são necessariamente coincidentes e é isto que explica que numa semana o preço final da gasolina possa descer e o do gasóleo subir, e vice-versa. As cotações dos refinados são influenciadas pela evolução do mercado petrolífero mas também por fatores específicos dos mercados de gasóleo e gasolina.

Finalmente, os impostos. Em Portugal o Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) é cobrado com um valor absoluto por litro. O que significa que mesmo que a cotação internacional da gasolina fosse zero, cada litro de gasolina nas bombas em Portugal custaria 66,7 cêntimos (de ISP), acrescidos do custo logístico da sua comercialização e do IVA. O mesmo raciocínio aplica-se ao gasóleo, que suporta um ISP de 51,3 cêntimos por litro.

QUE OUTROS EXEMPLOS HÁ DE PREÇOS NEGATIVOS?

Há vários mercados de preços negativos além do petróleo. Em vários países europeus, a eletricidade é transacionada no mercado grossista a preços negativos, quando há mais oferta do que procura. Nessa situação os produtores de eletricidade estão dispostos a pagar, em determinados momentos, para continuarem a produzir, porque o custo de pararem as suas centrais elétricas e de voltarem a arrancar mais tarde é especialmente elevado. Mas há outros mercados que também operam com preços negativos. É o caso do sistema financeiro: há países que emitem dívida com taxas de juro negativas (em vez de pagarem para se endividarem, recebem por isso) e há bancos que também pagam aos bancos centrais para aí poderem aplicar o dinheiro dos clientes, em vez de receberem um juro por essas aplicações.

AS COMPANHIAS PETROLÍFERAS VÃO FALIR?

Poder-se-ia dizer, neste caso, que prever a morte das petrolíferas com base nos preços negativos do petróleo é manifestamente exagerado. A indústria petrolífera é extremamente volátil e está habituada a viver com grandes amplitudes de preços da matéria-prima. Não sabemos quanto tempo vai durar o fenómenos dos preços negativos no WTI, nem se este movimento irá contagiar a cotação de outros tipos de petróleo.

Mas grande parte das petrolíferas (como a Galp) estão presentes em toda a cadeia de valor, desde a extração do crude à comercialização dos refinados, tendo algumas delas diversificado para as energias renováveis. A Galp já assumiu nos seus planos de negócio que os seus projetos petrolíferos são rentáveis com o petróleo a 25 dólares (tudo o que estiver acima dessa cotação é lucro adicional). Um outro desafio será o de responder à queda global da procura (desde o combustível de aviação aos combustíveis rodoviários). Não sabemos ao certo quanto tempo o confinamento irá durar, mas a recuperação das economias implicará necessariamente o retomar da mobilidade, que, no curto prazo, continuará a ser feita com produtos petrolíferos.

QUE CONSEQUÊNCIAS PODEM TER OS PREÇOS NEGATIVOS DO PETRÓLEO?

Há diversas consequências. Por um lado, a pressão negativa do WTI pode ter um efeito de arrasto noutros mercados petrolíferos e nas bolsas. Por outro lado, pode contaminar outros produtos, como, por exemplo, o preço do gás natural. Se isso acontecer, uma queda dos preços do gás significa que tendencialmente também parte da produção de eletricidade (a que usa centrais de ciclo combinado que queimam gás para gerar energia elétrica) fica mais barata.

Mas há também consequências macro-económicas importantes, sobretudo para os países mais dependentes da produção e exportação de petróleo, cujos orçamentos estejam especialmente dependentes desse recurso. Qualquer país que assume um exercício orçamental com base num determinado preço do petróleo pode ser chamado a rever as suas contas se a cotação do produto baixar de forma relevante. Apontando um exemplo simples: este ano, quer por via da queda do consumo com a pandemia, quer pela forte queda de preço, as receitas do Estado português com os combustíveis (em ISP e IVA) serão menores.

Leia a versão original deste artigo em expresso.pt

Covid-19: Costa recebe setores da hotelaria e restauração para preparar relançamento

Covid-19: Costa recebe hoje setores da hotelaria e restauração para preparar relançamento – Lusa

Covid-19: Costa recebe hoje setores da hotelaria e restauração para preparar relançamento

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O primeiro-ministro recebe hoje, em São Bento, representantes da hotelaria e da restauração para preparar medidas de relançamento da atividade, num momento em que estes setores registam perdas substanciais por causa da pandemia de covid-19.

António Costa reúne-se primeiro, pelas 14:30, com representantes das cadeias de hotéis Vila Galé, Porto Bay, Pestana e Sana, encontrando-se depois, pelas 17:00, com dirigentes da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).

Estas reuniões vão decorrer no âmbito dos encontros que o líder do executivo iniciou na semana passada, que começaram com as instituições responsáveis por projeções sobre a evolução da economia portuguesa (Instituto Nacional de Estatística, Banco de Portugal e Conselho de Finanças Públicas), às quais se seguiram audições com economistas e com os parceiros sociais.

No caso do setor do turismo, na quinta-feira passada, na Assembleia da República, António Costa deixou um apelo à generalidade dos portugueses no sentido de que este ano passem as suas férias de verão em Portugal, de forma a atenuar o impacto da crise neste setor, que é um dos que possui maior peso no Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Já em relação à restauração, na entrevista que concedeu à agência Lusa no passado dia 10, o primeiro-ministro apontou, precisamente, este setor como exemplo da sua opção de rejeitar « a receita da austeridade de há 10 anos », alegando que um caminho de cortes salariais e de pensões geraria, novamente, um problema de procura na economia portuguesa.

« O primeiro-ministro quer ouvir as principais preocupações e as posições dos setores hoteleiro e da restauração. É preciso encontrar soluções de forma coordenada no terreno », disse à agência Lusa fonte do executivo.

Na semana passada, após ter sido recebido pelo primeiro-ministro, o presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Calheiros, manifestou-se « muito preocupado » com o que poderá acontecer neste verão em termos de consequências económicas para o setor, salientando que 90% das empresas têm agora « vendas zero ».

« Em março, praticamente, tivemos quebras de 50% em toda a atividade. Em abril e maio, mais de 90% das nossas empresas vão ter vendas zero. Já tivemos o problema da Páscoa, mas estamos bastante preocupados com o que pode acontecer no verão », declarou o presidente da CTP.

Pouco depois destas declarações do presidente da CTP, o ministro de Estado e da Economia, Pedro Siza Vieira, afirmou que a grande preocupação do Governo, em interação com a banca, é fazer com que o dinheiro dos apoios chegue à tesouraria das empresas até ao fim deste mês.

« O esforço que temos feito, quer pelo lado do Governo, quer na interação que temos com o sistema bancário, é de assegurar que o dinheiro chega à tesouraria das empresas a tempo do cumprimento dos compromissos no final deste mês de abril. Esse é o nosso objetivo – e é para isso que temos estado a tentar mobilizar o mais possível o sistema bancário », acrescentou.

Covid-19/França. Barreira dos 20.000 mortos ultrapassada

Covid-19: França ultrapassa 20.000 mortos. Informação oficial : Lusa

Covid-19: França ultrapassa 20.000 mortos

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A França registou 547 mortos devido à covid-19 nas últimas 24 horas em meio hospitalar e nos lares, perfazendo assim um total de 20.265 mortos desde o início da pandemia, anunciou hoje fonte oficial.

Os números do avanço do vírus em França foram divulgados numa conferência de imprensa de Jérôme Salomon, diretor-geral da Saúde, que lamentou os mais de 20 mil mortos no país.

« Esta noite, o nosso país atinge uma barreira simbolicamente dolorosa e deplora mais de 20.000 mortos », afirmou Salomon, indicando ainda que a pandemia « está longe de ter terminado » e já matou mais do que qualquer surto de gripe sazonal em França.

Desde 01 de março, em meio hospitalar morreram 12.513 pessoas e nos lares foram registados 7.752 óbitos no mesmo período.

Em França há 30.584 pessoas hospitalizadas devido à covid-19 e 5.683 destes pacientes estão nos cuidados intensivos.

Tanto o número de pessoas hospitalizadas como os pacientes em estado grave tem vindo a descer.

O país registou 114.657 casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 165 mil mortos e infetou quase 2,5 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 537 mil doentes foram considerados curados.

Preço do petróleo em valores abaixo de zero. Galp suspende Sines. Escoamento da produção impossível

Covid-19. Preço do barril de petróleo WTI cai pela primeira vez para valores abaixo de zero. Galp suspende atividade em Sines – Lusa

Preço do barril de petróleo WTI cai pela primeira vez para valores abaixo de zero

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O preço do barril de petróleo no mercado de futuros caiu pela primeira vez na história abaixo de zero, entrando em território negativo, devido ao colapso da procura e à dificuldade de armazenar o crude.

O dramatismo da queda é ilustrado pelos valores: a cotação do barril de referência dos EUA, o West Texas Intermediate (WTI), para entrega em maio, estava em 35,20 dólares negativos, às 14:30 (19:30 de Lisboa). Esta diferença é quase de 60 dólares em relação ao início do ano, antes de o confinamento das populações ter abalado o mundo e paralisado fábricas, escritórios e veículos automóveis.

Muita da queda hoje verificada é atribuível a razões técnicas – o período de negociação dos contratos para entrega de petróleo em maio está perto do seu fim, o que reduz o seu volume e pode exacerbar a variação da cotação.

Mas os preços para entregas para meses posteriores, que tiveram maiores volumes negociados, também caíram. Por um lado, a procura de petróleo colapsou e, por outro, as instalações de armazenagem do petróleo estão quase cheias.

Os depósitos podem atingir os seus limites dentro de três semanas, segundo Chris Midgley, analista-chefe da S&P Global Platts.

E os envolvidos nas transações (traders) estão dispostos a pagar a alguém que fique com este petróleo para entrega em maio e transferir este peso de procurar solução para o que fazer com ele.

Já o preço do barril WTI para entrega em junho, que apresenta um preço mais ‘normal’, caiu 16,5%, para 20,90 dólares por barril.

Os grandes produtores de petróleo têm anunciado cortes na produção, com a esperança de equilibrar melhor a oferta com a procura, mas muitos analistas dizem que não é suficiente.

“Basicamente, os ursos estão à procura de sangue”, comentou o analista Naeem Aslam, da Avatrade, num relatório.

“A acentuada queda no preço deve-se à falta de procura suficiente e à falta de capacidade de armazenagem, uma vez que os cortes na produção não conseguiram resolver o excesso da oferta”, especificou.

A Halliburton evoluiu na bolsa entre acentuados ganhos e perdas, mesmo depois de ter apresentado resultados no primeiro trimestre acima do esperado pelos analistas.

Os dirigentes deste grupo de engenharia petrolífera consideraram que a pandemia criou tanta perturbação que “não se pode estimar com razoabilidade” quanto tempo vai durar.

Para o conjunto do ano 2020, e em especial com referência aos EUA, a Halliburton espera uma descida em receitas e rentabilidade.

Galp suspende atividade na refinaria de Sines a partir de 04 de maio

Covid-19: Galp suspende atividade na refinaria de Sines a partir de 04 de maio

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A Galp vai suspender a atividade na refinaria de Sines a partir de 04 de maio e durante cerca de um mês, por impossibilidade de escoamento “dos produtos produzidos”, na sequência da pandemia, confirmou hoje fonte da empresa.

“Será necessário estender as medidas de ajustamento no funcionamento da refinaria de Sines [distrito de Setúbal], suspendendo temporariamente a operação da generalidade dessas instalações a partir de 04 de maio de 2020, por um período expectável de um mês”, confirmou hoje à agência Lusa fonte oficial da empresa.

A Galp justifica a decisão com a “evolução da conjuntura nacional e internacional decorrente da prorrogação do estado de emergência”, decretado por causa da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), que impôs “medidas extremas de contenção, quarentenas cada vez mais restritivas e a paralisação da maioria das atividades económicas”.

Estas medidas criaram “restrições operacionais severas”, que levaram a “interrupções na cadeia de abastecimento, em particular por não ser possível escoar os produtos produzidos”, adianta.

A empresa recorda que este “ajustamento planeado” também já levou à suspensão da atividade na refinaria de Matosinhos, distrito do Porto.

A notícia de que a maior refinaria do país iria suspender o funcionamento foi avançada hoje pelo Observador.

A Galp garante ainda que esta paragem “não terá impacto nas pessoas afetas à refinaria da Galp” e que está “assegurado o abastecimento das necessidades de mercado”.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 167 mil mortos e infetou mais de 2,4 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 537 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 735 pessoas das 20.863 registadas como infetadas, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Estados Unidos enchem reserva estratégica de petróleo para aproveitar queda do preço

Covid-19/Portugal. Mais 21 mortos em 24h. País com 735 mortos e 20.863 infetados

Informação oficial. Covid-19: Portugal com 735 mortos e 20.863 infetados.

Portugal tem mais 657 infetados e menos mortos nas últimas 24 horas: 21 óbitos.

Fonte: Boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Há 1208 pessoas internadas em hospitais, sendo que 215 delas estão nos cuidados intensivos. Portugal tem 610 recuperados.

Comparando com os dados de domingo, em que se registavam 714 mortos, hoje constatou-se um aumento percentual de 2,9%.

Relativamente ao número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, os dados da DGS revelam que há mais 657 casos do que no domingo, representando uma subida de 3,3%.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (424), seguida pelo Centro (164), pela região de Lisboa e Vale Tejo (130), do Algarve (11) e dos Açores (6), adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de domingo.