Covid-19: Portugal com mais 35 mortos em 24h

Covid-19: Portugal com 380 mortos e 13.141 infetados – oficial

Covid-19: Portugal com 380 mortos e 13.141 infetados

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Portugal regista hoje 380 mortos associados à covid-19, mais 35 do que na terça-feira, e 13.141 infetados (mais 699), segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).
O número de internados em cuidados intensivos passou de 271 para 245: são menos 26 pessoas a merecer cuidados especiais nos hospitais portugueses.
Desde o início da pandemia, já 196 pessoas foram dadas como curadas, depois de terem tido dois testes negativos.

Nova guerra. Não esqueçam os portugueses que morreram na Batalha de la Lys. Opinião

Estamos numa nova guerra? Estamos!

Mas, durante o confinamento para vencer o novo coronavírus, não esqueçam os portugueses que morreram em França durante a Primeira Guerra Mundial.

As comemorações da Batalha de la Lys foram anuladas por causa da nova guerra.

Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na Rádio Alfa nesta quinta-feira, 09.

Quando voltaremos a ver uma imagem como esta no cemitério português de Richebourg?

 

 

Covid-19: Reunião do Eurogrupo suspensa após 16 horas de discussão sem acordo

Covid-19: Reunião do Eurogrupo suspensa após 16 horas de discussão sem acordo.

A reunião do Eurogrupo foi suspensa esta madrugada após 16 horas de discussões sem consenso para um compromisso político sobre a resposta económica da Europa à crise provocada pela pandemia covid-19, sendo retomada na quinta-feira, foi hoje anunciado (Lusa).

« Se queremos ganhar a liberdade em maio, precisamos de a ganhar em abril » – PR Marcelo

Covid-19/Portugal. “É preciso em abril preparar um maio, maduro maio”, acrescenta o Presidente da AR, Ferro Rodrigues, citando uma célebre canção de Zeca Afonso

foto RODRIGO ANTUNES/LUSA

« (Precisamos) ganhar em abril o mês de maio. Portanto, é manter este esforço em abril », afirmou o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa ontem, terça-feira.

« Se queremos ganhar a liberdade em maio, precisamos de a ganhar em abril », acrescentou o PR.

Antes destas declarações, Marcelo já tinha dito numa entrevista à Antena1 que « não pode haver descompressão em abril ».

Comemorações do 25 de abril de 1974 não serão assinaladas com manifestações públicas e poderão mesmo decorrer com estado de emergência em vigor, se ele for prolongado mais uma vez, como tudo indica.

Pelo seu lado, o Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, parece alinhado com o PR Marcelo. « É preciso em abril preparar um maio, maduro maio », afirmou Ferro Rodrigues ao Expresso, citando a célebre música de Zeca Afonso escrita antes do 25 de abril.

Covid-19: EUA registam quase 2.000 mortes em 24h, o pior recorde mundial diário

Covid-19: EUA registam quase 2.000 mortes em 24 horas, o pior recorde mundial diário – Lusa

Covid-19: EUA registam quase 2.000 mortes em 24 horas, o pior recorde mundial diário

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Os Estados Unidos registaram esta terça-feira 1.939 mortes causadas pela covid-19 em 24 horas, o pior recorde mundial diário, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

O número total de mortes desde o início do surto nos Estados Unidos é agora de mais de 12.700.

Os Estados Unidos também são, de longe, o país do mundo com o maior número de casos confirmados: cerca de 396.000 pessoas infetadas no país, de acordo com a universidade norte-americana, que atualiza continuamente os dados.

A Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 13.798 mortos, entre 140.510 casos de infeção confirmados.

A China, sem contar com os territórios de Hong Kong e Macau, conta com 81.740 casos e regista 3.331 mortes. As autoridades chinesas anunciaram hoje 32 novos casos, todos oriundos do exterior, e pela primeira vez desde janeiro não reportou mortes.

Além de Itália, Espanha, Estados Unidos e China, os países mais afetados são França, com 10.328 mortos (78.167 casos), Reino Unido, 6.159 mortos (55.242 casos), Irão, com 3.603 mortos (58.226 casos), e Alemanha, com 1.607 mortes (99.225 casos).

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 1,4 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 80 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 260 mil são considerados curados.

Covid-19: a próxima pandemia vai chegar se não mudarmos a forma como interagimos com a vida selvagem

Investigadores afirmam que a pandemia de covid-19 deve ser encarada como um aviso mortal. Ou seja, devemos pensar nos animais como parceiros, cuja saúde e habitats têm de ser protegidos para evitar o próximo surto global.

O novo coronavírus, que já atravessou o mundo para infectar mais de um milhão de pessoas, começou como tantas pandemias e surtos no passado: dentro de um animal. O hospedeiro original do vírus foi quase certamente um morcego, tal como aconteceu com o ébola, o SARS, o MERS e vírus menos conhecidos como o Nipah e o Marburg. O VIH migrou para os seres humanos há mais de um século, vindo de um chimpanzé. O influenza A « saltou” das aves para os porcos e para as pessoas. Os roedores espalharam a febre de Lassa na África Ocidental. Mas, segundo os cientistas que estudam as doenças zoonóticas, que passam dos animais para as pessoas, o problema não são os animais, somos nós.

Os animais selvagens sempre foram portadores de vírus. O comércio mundial de animais selvagens no valor de milhares de milhões de dólares, a intensificação da agricultura, a desflorestação e a urbanização estão a aproximar as pessoas dos animais, dando aos seus vírus aquilo que precisam para nos infectar: oportunidade. A maioria falha, mas alguns são bem-sucedidos. Muito poucos, como o SARS-CoV-2, triunfam, ajudados por uma população humana interligada que pode transportar um agente patogénico para todo o mundo e em poucas horas.

À medida que o mundo se esforça por fazer face a uma crise económica e de saúde pública sem precedentes, muitos investigadores da doença afirmam que a pandemia de covid-19 deve ser encarada como um aviso mortal. Isso significa pensar nos animais como parceiros, cuja saúde e habitats devem ser protegidos para evitar o próximo surto global.

“As pandemias no seu conjunto estão a aumentar de frequência”, afirmou Peter Daszak, ecologista de doenças e presidente da EcoHealth Alliance, uma organização de saúde pública que estuda as doenças emergentes. “Não é um acto aleatório de Deus. É causado pelo que fazemos ao meio ambiente. Temos de começar a ligar essa cadeia e fazer estas coisas de forma menos arriscada.”

 

 

Segundo os cientistas, cerca de 70% das doenças infecciosas emergentes nos seres humanos são de origem animal e podem existir cerca de 1,7 milhões de vírus por descobrir na vida selvagem. Muitos investigadores estão à procura dos próximos vírus que poderão passar de animais para os humanos. Os pontos mais propícios à propagação de vírus têm três coisas em comum, disse Daszak: muitas pessoas, diversas plantas e animais e rápidas mudanças ambientais.

Os roedores e morcegos são dos mais prováveis hospedeiros para as doenças zoonóticas. Cerca de metade das espécies de mamíferos são roedores e cerca de um quarto são morcegos. Os morcegos constituem cerca de 50% dos mamíferos nas regiões tropicais com maior biodiversidade e, embora sejam valiosos polinizadores e devoradores de pragas, são também espantosos transmissores de vírus. Têm um sistema imunitário que é uma espécie de super-herói que lhes permite tornarem-se “reservatórios de muitos agentes patogénicos que não os afectam, mas que podem ter um impacto tremendo em nós se forem capazes de dar o ‘salto’”, afirmou Thomas Gillespie, ecologista de doenças da Universidade de Emory, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos da América. E cada vez tornamos o “salto” mais fácil.

No final do ano passado, um coronavírus de morcego-de-ferradura surgiu na China, onde o comércio de animais exóticos é impulsionado por gostos de luxo, pela caça e pela procura de produtos utilizados para fins medicinais. No wet market [mercados de animais selvagens ao ar livre​] em Wuhan ligado aos primeiros casos de covid-19, pelo menos uma loja vendeu animais como crias de lobo e gatos-civeta para consumo. Estes mercados, dizem os especialistas, apresentam animais stressados e doentes, empilhados em gaiolas, num ambiente repleto de fluidos corporais, onde também se abatem animais e corta carne — condições ideais para o “salto” do vírus entre espécies.

Embora os morcegos-de-ferradura sejam caçados e comidos na China, não é fácil perceber como é que o vírus do morcego infectou as primeiras pessoas. O rasto dos primeiros casos levou ao mercado de animais, mas o espaço foi fechado e higienizado antes de os investigadores conseguirem localizar o animal que poderia estar implicado. E provavelmente esta nem foi a localização do tal “salto” do vírus para os humanos em si, o que poderá ter acontecido semanas antes, possivelmente em Novembro. Alguns dos primeiros casos não tinham qualquer ligação com o mercado de animais.

Como o novo coronavírus não é idêntico a nenhum vírus conhecido de morcego, houve algures entre o morcego e o ser humano uma mutação em pelo menos um intermediário, talvez o ameaçado pangolim, um mamífero muito traficado pelas suas escamas.

surto de SARS de 2003, que acabou por ser associado aos morcegos-de-ferradura por cientistas que se embrenharam em escorregadias grutas forradas por guano [acumulação de fezes de morcegos e aves], foi também rastreado até aos mercados de animais selvagens. Os cientistas acreditam que esse coronavírus « saltou” de morcegos para gatos-civeta — mamíferos semelhantes a gatos, vendidos para carne — para humanos.

“Um dos principais ambientes para a ocorrência destes ‘saltos’ são os mercados e o comércio internacional de animais selvagens”, disse na quinta-feira Chris Walzer, director executivo do programa de saúde global da Wildlife Conservation Society (WCS), aos jornalistas.

Em África, a diminuição das populações de grandes mamíferos faz com que a caça aponte o alvo a espécies cada vez mais pequenas, incluindo roedores e morcegos, afirmou Fabian Leendertz, veterinário que estuda doenças zoonóticas no Instituto Robert Koch, em Berlim. Embora alguns animais sejam consumidos para subsistência ou fins tradicionais, as vendas de carne exótica são também uma “enorme economia” nas megacidades em rápido crescimento. “É algo que eu pararia primeiro”, disse. O risco reside “numa maior pressão de caça e numa maior taxa de contacto para aqueles que vão caçar e para aqueles que depois tratam a carne”.

O comércio internacional de animais de estimação exóticos, como répteis e peixes, também é preocupante, porque os animais raramente são testados para detectar agentes patogénicos que possam adoecer os humanos, disse Daszak. Assim como as grandes “explorações fabris” repletas de animais, afirma Gillespie. “Quando penso no principal factor de risco é a gripe A, que está ligada à produção de porcos e galinhas”, disse.

Mas a a criação de animais não é o único local em que um vírus pode passar a barreira de espécies. Os seres humanos partilham cada vez mais espaço com a vida selvagem e alteram-na de forma perigosa, dizem os investigadores. A doença de Lyme, causada por uma bactéria, propaga-se mais facilmente no Leste dos Estados Unidos porque as florestas fragmentadas têm menos predadores, como raposas e gambás, que comem ratos que albergam carraças que espalham Lyme, dizem estudos. A construção de edifícios leva a uma coexistência mais estreita com alguns animais selvagens, incluindo morcegos, disse Leendertz.

Os cientistas apontam o aparecimento na Malásia, em 1998, do vírus Nipah, que matou centenas de pessoas em vários surtos na Ásia, como um exemplo vívido de um vírus que passou a barreira e “saltou” para os humanos, alimentado pelas alterações ambientais e pela intensificação da agricultura. A desflorestação de florestas tropicais para a produção de óleo de palma e madeira deslocou morcegos-da-fruta, alguns dos quais acabaram em explorações de suínos, onde também cresciam mangueiras e outras árvores de fruto. Os morcegos “caem mais do que comem”, disse Gillespie — a saliva e as fezes infectaram os porcos que se encontravam em baixo. Os porcos adoeceram e infectaram os trabalhadores agrícolas e as pessoas próximos da indústria.

“Onde quer que estejamos a criar novas interfaces, este é provavelmente um risco que temos de considerar seriamente”, afirmou. “Está a forçar a vida selvagem a procurar novas fontes de alimento. Está a forçá-los a mudar o seu comportamento de formas que os colocam em melhor posição para transferir o patogénico para nós.”

À medida que a população humana da Terra se aproxima dos 8 mil milhões, ninguém pensa que a interacção entre seres humanos e animais vá diminuir. A chave está em reduzir o risco de um vírus que passe de animais para humanos, dizem os cientistas — e não em matar morcegos. Mas reconhecem que as pressões culturais e económicas tornam esta mudança difícil.

A Wildlife Conservation Society e outros grupos exortam os países a proibir o comércio de animais selvagens para fins alimentares e a fechar os mercados de animais vivos. Anthony S. Fauci, o maior especialista em doenças infecciosas dos EUA e o rosto da resposta do país à pandemia, disse na sexta-feira que a comunidade mundial deveria pressionar a China e outras nações que acolhem esses mercados para os fechar. “Fico perplexo como, quando temos tantas doenças que emanam dessa invulgar interface humano-animal, não nos limitemos a desligá-la”, disse Fauci à Fox News.

A China, que interrompeu brevemente o comércio de gatos-civeta após o surto da SARS, anunciou em Fevereiro uma proibição do transporte e venda de animais selvagens, mas apenas até que a epidemia do novo coronavírus seja eliminada. É necessária legislação permanente, afirmou Aili Kang, directora executiva do programa WCS para a Ásia.

 

 

Nem todos estão de acordo. As proibições podem fazer com que os mercados se movimentem nos bastidores, dizem alguns. Daszak observou que os ocidentais também comem animais selvagens frutos do mar e veados, por exemplo. Da mesma forma, diz, o comércio deve ser regulamentado e os animais devem ser rigorosamente testados quanto à presença de agentes patogénicos.

“É necessária uma vigilância mais rigorosa das doenças dos animais selvagens » — encará-los como “sentinelas”, disse Leendertz. Certo é que há uma percepção generalizada de que a construção em habitats selvagens pode alimentar crises de saúde pública, afirmou Gillespie. Muitos investigadores afirmam que a actual pandemia sublinha a necessidade de uma abordagem mais holística de “saúde única”, que encara a saúde humana, animal e ambiental como estando interligadas.

“É necessário que haja uma mudança cultural a partir de um nível comunitário sobre a forma como tratamos os animais, a nossa compreensão dos perigos e dos riscos para a biossegurança a que nos expomos”, afirmou Kate Jones, professora de Ecologia e Biodiversidade do University College London. “Isso significa deixar os ecossistemas intactos, não destruí-los. Significa pensar de uma forma mais duradoura.”

 

Exclusivo Jornal PÚBLICO/The Washington Post.

 

Covid-19: BCE empresta quase 20 mil milhões de euros a 99 bancos a 77 dias

O Banco Central Europeu (BCE) emprestou hoje a 99 bancos da zona euro 19.507 milhões de euros a 77 dias, na quarta das suas operações de refinanciamento adicional.

Segundo a agência Efe, a procura de liquidez baixou em relação à semana passada, quando 107 bancos pediram 43.713 milhões de euros a 84 dias, e na semana anterior tinham pedido 79.673 milhões de euros a 91 dias.

O BCE levará a cabo, semanalmente, até finais de junho, operações adicionais de financiamento a prazo mais longo, de forma temporária, para proporcionar um apoio de liquidez imediato ao sistema financeiro da zona euro.

Estas operações efetuar-se-ão mediante um procedimento de leião a taxa de juro fixa com adjudicação plena, com uma taxa de juro igual à taxa média aplicável à facilidade de depósito, que está atualmente nos -0,50%.

O juro do empréstimo calcula-se e paga-se na data de vencimento, pelo que poderão ser de -0,50% se o BCE não baixar a facilidade de depósito.

Todas estas operações adicionais de liquidez em condições favoráveis vencem em 24 de junho, quando o BCE levar a cabo uma operação de liquidez a muito longo prazo da sua terceira série.

 

Alfa/Lusa.

Covid-19: França ultrapassa 10.000 mortos com mais 607 óbitos num dia

O número total de mortos em França devido à pandemia de covid-19 é agora de 10.328, tanto em meio hospitalar como nos lares e há 30.000 casos registados apenas em lares, anunciou hoje fonte oficial.

Segundo anunciou Jérôme Salomon, diretor-geral da Saúde, desde 01 de março foram registadas, em meio hospitalar, 7.091 mortes, e nos lares morreram outras 3.237 pessoas.

Se é possível contabilizar que nas últimas 24 horas houve 607 novos óbitos em meio hospitalar, quanto aos lares, que registaram um aumento de 820 óbitos, Salomon afirmou que os números dizem respeito a todo o período do fim de semana.

Ainda em relação aos lares, o diretor-geral da Saúde indicou que há 30.902 casos confirmados de covid-19 nestas estruturas.

Há atualmente 30 mil pessoas hospitalizadas em França e 7.313 destes pacientes estão nos cuidados intensivos.

Daquelas, 104 em estado grave têm menos de 30 anos.

Com a concentração de esforços médicos na luta contra a covid-19, Salomon lembrou que as restantes doenças ou situações de saúde como a gravidez, continuam a ser acompanhadas e que estes cuidados não podem ser negados.

« Não se deve renunciar aos cuidados de saúde indispensáveis », indicou.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 75 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 290 mil são considerados curados.

 

Alfa/Lusa.

Entrevista/Carlos Gonçalves. « A Europa ainda vai ter de evoluir em diversas áreas »

O deputado do PSD, eleito pelo círculo da Europa, Carlos Gonçalves foi um dos convidados da Rádio Alfa no quadro da Covid-19.

Para Carlos Gonçalves « esta Europa vai ter de dar mais alguns passos noutras áreas, sendo que o principal objectivo de todos, nesta altura, é combater este inimigo invisível ».

 

Carlos Gonçalves.

 

 

Entrevista Ricardo José.

 

 

 

Entrevista/Mário Martins. « As dificuldades são imensas, só todos juntos conseguiremos ultrapassar esta crise »

O empresário Mário Martins foi o primeiro convidado esta tarde, no quadro das entrevistas que a Rádio Alfa tem realizado sobre a Covid-19.

Para o proprietário da empresa MRTI (empresa de transportes), esta crise vai ser ultrapassada com a união de todos.

 

Mário Martins

 

 

Entrevista Ricardo José e Manuel Alexandre.