Portugal perde na Dinamarca na primeira mão dos ‘quartos’ da Liga das Nações

Portugal perdeu hoje na Dinamarca, por 1-0, em jogo da primeira mão dos quartos de final da Liga das Nações em futebol, em Copenhaga, e ficou em desvantagem na disputa pela presença nas meias-finais.

O suplente Hojlund marcou o golo dinamarquês, aos 78 minutos, quebrando a resistência do guarda-redes Diogo Costa, que se opôs com sucesso a uma grande penalidade cobrada por Christian Eriksen, aos 24.

Portugal e Dinamarca voltam a defrontar-se no domingo, a partir das 19:45, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, na segunda mão dos ‘quartos’.

A equipa das ‘quinas’, campeã da primeira edição da Liga das Nações, em 2019, procura regressar às meias-finais, depois das ausências em 2020/21 e 2022/23.

 

– Quinta-feira, 20 mar:

Quartos de final, primeira mão:

Liga A (Quartos de final):

Croácia – França, 2-0

Itália – Alemanha, 1-2

Países Baixos – Espanha, 2-2

Dinamarca – Portugal, 1-0

 

Com Agência Lusa.

« Uma mensagem de força e coragem »: Gisèle Pelicot vai contar a sua « história » « Um Hino à Vida » em janeiro de 2026

Gisèle Pelicot vai lançar um livro em janeiro de 2026 que conta a sua « história » para « transmitir uma mensagem de força e coragem ».

 

Um livro para contar a « (a sua) história » nas « (suas) próprias palavras ». Gisèle Pelicot vai lançar um livro a 27 de janeiro de 2026, pela Flammarion, intitulado « Um Hino à Vida ».

O seu objetivo: « transmitir uma mensagem de força e coragem a todos aqueles que estão a passar por momentos difíceis ».

 

« Conforto e esperança »

O livro será publicado em vinte línguas e contará a história de Gisèle Pelicot « nas suas próprias palavras », segundo disse ao ‘Guardian’ a ‘The Bodley Head’, a sua editora no Reino Unido.

O livro « oferecerá conforto e esperança e dará um contributo positivo para mudar a narrativa sobre a vergonha e tentar assim mudar um pouco o mundo ».

Dominique Pelicot, o principal arguido no julgamento de violação de Mazan e condenado a 20 anos de prisão, não recorreu da condenação. Ao contrário de 13 dos 51 homens condenados em Dezembro passado que recorreram. Vão comparecer ao tribunal em outubro.

O julgamento de violação de Mazan teve repercussão internacional, destacando em particular a questão da ‘submissão química’ e a coragem de Gisèle Pelicot, que decidiu renunciar ao anonimato durante a audiência.

 

 

 

Com BFMTV

Kirsty Coventry é a primeira mulher a presidir ao Comité Olímpico Internacional

A zimbabueana Kirsty Coventry tornou-se hoje na primeira mulher a presidir ao Comité Olímpico Internacional, sendo eleita logo na primeira ronda de votações para suceder ao alemão Thomas Bach durante os próximos oito anos.

Durante a 144ª Sessão do COI, a decorrer em Costa Navarino, na Grécia, a ex-nadadora zimbabueana surpreendeu ao ser eleita presidente, com maioria absoluta, logo na primeira ronda de votações, uma vez que era expectável que os candidatos fossem sendo eliminados um a um durante o sufrágio.

Kirsty Coventry vai assumir a liderança do COI em 23 de junho, sucedendo no cargo a Thomas Bach, que preside ao organismo desde 2013.

Na corrida com maior número de candidatos de sempre, a zimbabueana de 41 anos superou, na luta pela liderança do COI, o jordano Feisal Al Hussein, o francês David Lappartient, o sueco Johan Eliasch, o espanhol Juan Antonio Samaranch Jr., o britânico Sebastian Coe e o japonês Morinari Watanabe.

 

Com Agência Lusa.

Emigrantes querem voto eletrónico e lembram que pagam impostos por esta via

O voto eletrónico, reivindicado há vários anos pelos emigrantes portugueses, continua sem avançar por alegadas razões de segurança, embora as comunidades questionem por que razão os riscos são maiores para votar do que para pagar impostos eletronicamente.

A aplicabilidade do voto eletrónico foi o tema do primeiro painel da reunião anual do Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa, que decorre hoje e sexta-feira no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa.

Os conselheiros europeus manifestaram vontade de contar com mais esta possibilidade de voto, tendo em conta as distâncias que por vezes têm de ser percorridas para votar nas assembleias de voto e os constrangimentos que o voto postal tem revelado.

António Cunha, conselheiro das comunidades portuguesas no Reino Unido há 22 anos, acompanha a discussão há já algum tempo e recorda que “há pessoas que têm de viajar de avião para poderem votar”, tal é a distância entre o local onde residem e o de voto.

Nas eleições para a Assembleia da República, como as que se realizarão a 18 de maio, os portugueses que residem no estrangeiro podem votar presencialmente ou por via postal, devendo fazer essa opção junto da respetiva comissão recenseadora no estrangeiro, até à data da marcação da eleição, pois se não escolher terá de votar por via postal. Nas eleições presidenciais e europeias, a votação só é presencial.

Segundo António Cunha, o voto eletrónico iria seguramente aumentar a participação dos emigrantes portugueses nos atos eleitorais em Portugal, devendo manter-se os outros, até porque “há muitos emigrantes com idade que não dominam os computadores”.

Carlos Cabreiro, diretor da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária, indicou que uma das preocupações que o sistema levanta é, desde logo, o uso das senhas de acesso, destinadas apenas ao votante.

Por outro lado, um atacante informático (“hacker”) consegue, ao entrar num sistema informático, aceder a vários domínios, inclusive ao voto eletrónico, referiu, acrescentando que não são conhecidos casos de manipulação dos processos eleitorais.

Carlos Pimentel, responsável pelo Gabinete de Segurança, no Serviço de Informática da GNR, sublinhou a importância de assegurar que quem vota é o eleitor e de uma forma livre.

Perante os riscos, defendeu uma resiliência social, ou seja, conhecimento e informação suficientes para se distinguir o verdadeiro do falso.

A conselheira Ângela Reis, que reside na Suíça, demonstrou uma das fragilidades do voto postal, pois “é possível levantar as cartas de outras pessoas”, com o respetivo boletim de voto.

No voto postal, o Ministério da Administração Interna português envia o boletim de voto para a morada indicada no caderno de recenseamento. O eleitor recebe o boletim de voto e dois envelopes: um de cor verde e outro branco, que serão devolvidos ao Ministério da Administração Interna.

O eleitor tem de assinalar com uma cruz a opção de voto, depois dobrar o boletim de voto em quatro e colocá-lo dentro do envelope de cor verde, fechando-o. Introduz este envelope verde no envelope de cor branca, juntamente com uma cópia do cartão de cidadão ou do bilhete de identidade, e, depois de fechado, deve enviá-lo pelo correio antes do dia da eleição.

Em fevereiro, o parlamento aprovou uma resolução proposta pelo PSD para testar testar o voto eletrónico na emigração.

O Presidente da República sugerira, em dezembro, uma experiência piloto de voto eletrónico nos círculos da emigração.

« Acho que não se perdia nada em fazer a experiência piloto e ver a que conclusões é que se chega », disse Marcelo Rebelo de Sousa, durante uma visita aos Países Baixos.

A aposta no voto eletrónico não presencial foi uma das medidas do programa do Governo de Luís Montenegro. O chumbo da moção de confiança ao Governo PSD/CDS-PP ditou a sua queda, a dissolução do parlamento e a marcação de legislativas antecipadas, a 18 de maio.

 

Com Agência Lusa.

Depressão Martinho motiva 5.800 ocorrências e deixa 15 pessoas desalojadas

O mau tempo registado à passagem da depressão Martinho pelo continente português deu origem a 5.800 ocorrências e 15 desalojados, de acordo com o mais recente balanço da Proteção Civil, que reconhece tratar-se de um número « acima da média ».

O registo diz respeito ao período entre as 00:00 de quarta-feira e as 11:00 de hoje, com destaque para a queda de árvores, tendo-se verificado ainda algumas inundações.

Segundo o balanço feito por Alexandre Penha, adjunto de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), 15 pessoas ficaram desalojadas e 13 tiveram de ser deslocadas, em resultado da passagem da depressão Martinho, que motivou um aviso meteorológico laranja (o segundo nível mais grave, numa escala de três) para vento e chuva durante a noite, em vários distritos. Mantêm-se ativos avisos amarelos para vento, chuva e agitação marítima durante o dia de hoje.

“Não posso falar de recordes […], mas posso dizer que é uma situação que ultrapassa a média de ocorrências para um fenómeno deste tipo”, assinalou o adjunto de operações na sede da ANEPC, no concelho de Oeiras (distrito de Lisboa).

« Nesta altura é difícil ter um quantitativo de todos [os meios mobilizados], porque estamos a falar de diversas entidades, (…) mas [estarão] acima dos milhares », estimou.

A maior incidência de ocorrências registou-se na área da Grande Lisboa, com 35%, seguindo-se Setúbal, com 10%, e depois Porto e Coimbra, ambas acima das 300 ocorrências, especificou Alexandre Penha.

O cenário de chuva e vento forte vai manter-se nos próximos dias, pelo menos até sábado, realçou, admitindo que possa haver “algum desagravamento”, mas não descartando “fenómenos de vento extremo”, especialmente no litoral e nas zonas Centro e Sul do país.

“A agitação marítima vai manter-se permanente”, assinalou, apelando à população para que tenha cuidado e se afaste do mar.

O aumento do caudal dos rios e das bacias hidrográficas – sobretudo as do Tejo, Mondego e Guadiana – poderá resultar em inundações e cheias, acrescentou, prevendo ainda a queda de neve abaixo da área mais habitual da serra da Estrela.

A Proteção Civil pede à população para que evite deslocações e “riscos desnecessários”, reforce a fixação de objetos soltos e limpe os sistemas de drenagem da água.

No balanço feito à comunicação social, não foram indicados feridos da depressão Martinho além dos já reportados anteriormente: na noite de quarta-feira a Proteção Civil deu conta de uma pessoa ferida com gravidade em Sintra (distrito de Lisboa) devido à queda de uma árvore durante a tarde e hoje de manhã o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, referiu seis feridos ligeiros, entre agentes policiais e de proteção civil e civis.

 

Registadas 920 ocorrências na cidade de Lisboa sobretudo queda de árvores

A cidade de Lisboa contabilizou 920 ocorrências, entre as 21:00 de quarta-feira e as 16:00 de hoje, devido à passagem da depressão Martinho, sendo que a maioria está associada a queda de árvores, com 433 situações.

Num novo balanço sobre os efeitos das condições meteorológicas adversas na capital, a Câmara de Lisboa informou que, pelas 16:00, se encontravam ativas 358 das 920 ocorrências registadas, sublinhando que as restantes 562 ocorrências estavam já fechadas.

Segundo os dados enviados à agência Lusa, a maioria das ocorrências está relacionada com queda de árvores (433), queda de estruturas (285) e queda de revestimentos (169).

A Câmara de Lisboa tem ainda registo de inundações (18), acidentes rodoviários (oito) e apoio à população (sete).

O total de 920 ocorrências na cidade de Lisboa, entre as 21:00 de quarta-feira e as 16:00 de hoje, corresponde à soma dos dados registados pelo Serviço Municipal de Proteção Civil, pelo Regimento de Sapadores Bombeiros e pela Polícia Municipal.

Relativamente à distribuição destas ocorrências pelas 24 freguesias lisboetas, a maioria foi em Alvalade (75), Olivais (72), Marvila (60), Benfica (59), Penha de França (59), São Domingos de Benfica (50), Santa Maria Maior (47), Lumiar (46), Belém (44) e Arroios (40).

As restantes freguesias também registaram situações, nomeadamente a Ajuda (31), Areeiro (31), Avenidas Novas (31), Campo de Ourique (29), Campolide (27), São Vicente (27), Estrela (26), Santo António (26), Alcântara (25), Beato (25), Carnide (23), Misericórdia (20), Parque das Nações (19) e Santa Clara (18), segundo os dados disponibilizados pela autarquia.

Segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), a passagem da depressão Martinho em Portugal continental provocou um total de 5.800 ocorrências entre as 00:00 de quarta-feira e as 11:00 de hoje, sobretudo queda de árvores, mas também incêndios rurais no Alto Minho, num contexto de ventos muito fortes.

 

Com Agência Lusa.

Fernando Gomes é o novo presidente do Comité Olímpico de Portugal

O antigo presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, foi eleito quarta-feira, presidente do Comité Olímpico de Portugal.

Fernando Gomes arrecadou 57 por cento dos votos, num sufrágio com uma participação de 99 por cento. Assim, o antigo presidente da FPF sucede a Artur Lopes, que estava na presidência do COP desde a morte de José Manuel Constantino.
Os resultados foram anunciados por Vasco Lynce, presidente da Comissão Eleitoral do Comité Olímpico de Portugal.
Questionado pela RTP sobre a recusa em debater com Laurentino Dias, o outro candidato à presidência do COP, Fernando Gomes fugiu à questão e declarou que o objetivo principal da sua candidatura foi passar a mensagem, lembrando que a sua campanha começou tarde mas que sempre manteve uma postura ética.

Constituição dos novos órgãos sociais do Comité Olímpico de Portugal (COP), depois das eleições que decorreram na sede do organismo, em Lisboa:

– Comissão Executiva:

Presidente: Fernando Gomes.

Vice-presidente: Domingos Castro (Federação Portuguesa de Atletismo).

Vice-presidente: Ricardo Machado (Federação Portuguesa de Canoagem).

Vice-presidente: Vasco Costa (Federação Portuguesa de Ténis).

Secretário-geral: Diana Gomes.

Membro: Rosa Mota.

Membro: Catarina Rodrigues (Federação Portuguesa de Judo).

Membro: Miguel Pereira (Federação Portuguesa de Basquetebol).

Membro: Pedro Farromba (Federação de Desportos de Inverno de Portugal).

– Conselho Fiscal:

Presidente: Leandro Silva.

Vice-presidente: Ana Paula Monteiro.

Secretário: António Vieira Nunes.

– Conselho de Ética:

Presidente: Tiago Brandão Rodrigues.

Vice-presidente: Marina Frutuoso de Melo.

Vogal: Duarte Vasconcelos.

Vogal: Patrícia Monteiro.

Vogal: José Pedro Sarmento.

 

Com RTP e Lusa.

Coleta de Páscoa 2025 da Santa Casa da Misericórdia de Paris

A Rádio Alfa volta a ser parceira da Santa Casa da Misericórdia de Paris, na COLETA DE PÁSCOA 2025. Vamos ajudar quem mais precisa!

Junte-se a esta iniciativa e, até 20 de abril, contribua com:

Biscoitos, café, cereais, chocolate em pó, farinha, leite em pó, legumes secos, massa, purés, arroz, açúcar, tabletes de chocolate, conservas…

Mas também:

Alimentação para bébés e fraldas ou ainda produtos de higiene pessoal e da casa.

Pode deixar o seu contributo nos seguintes locais de colecta:

– Sanctuaire Notre Dame de Fatima, Paris
– Paroisse Portugaise de Gentilly
– Paroisse Notre-Dame du Travail, Paris
– Comunidade Portuguesa de Sainte-Marie des Batignolles, Paris
– Comunidade Católica Portuguesa de Eaubonne, Eglise Notre-Dame

Consulte o facebook, “misericordiadeparis”

Pode também ligar para a Rádio Alfa: 01 45 10 98 60 ou 70

Seja solidário e ajude!

Mais uma iniciativa com o apoio da rádio que nos liga.

Angola no Salão do Turismo 2025 em Paris

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Ricardo José esteve a conversa com Cristiano Barros, adido de imprensa da Embaixada de Angola em França e Isabel Apolinario, country-manager da COSMOS Viagens de Angola. Duas entrevistas no Salão do Turismo 2025, na Porte de Versailles em Paris.

 

Cristiano Barros:

Isabel Apolinario:

 

Ricardo José

Portugal na lista dos 100 melhores pães do mundo

Portugal volta a estar em evidência na plataforma TasteAtlas, desta vez com destaque para os seus pães tradicionais.

A mais recente atualização da lista dos 100 melhores pães do mundo, divulgada este sábado, inclui sete variedades portuguesas. O pão alentejano é o mais bem classificado, ocupando a sétima posição. Segundo a plataforma, « a sua crosta grossa contrasta com um interior macio, oferecendo um sabor e textura únicos, tornando-o um acompanhamento perfeito para diversas refeições portuguesas ».

Na décima posição, surge o bolo do caco, típico da Madeira. O bolo lêvedo dos Açores  marca presença no 50.º lugar. Outros pães portugueses que integram o ranking incluem o folar de Chaves (54.º), o folar de Valpaços (59.º), a broa de milho (74.º) e, por fim, a broa tradicional, que fecha a lista na 100.ª posição.

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