Catherine Laborde, antiga apresentadora de meteorologia na TF1, morreu aos 73 anos.

Faleceu uma figura da televisão francesa. A antiga apresentadora de meteorologia da TF1, Catherine Laborde, morreu aos 73 anos, anunciou a sua família à AFP.

« Partiste em paz da tua casa na ‘Ile d’Yeu’, que tanto amavas », disse a irmã, a jornalista Françoise Laborde, numa mensagem enviada à agência noticiosa.

« Estavam à tua volta Gabrièle e Pia, as tuas filhas, e Jimmy, o pai. Estava presente também o teu marido Thomas, para os teus últimos dias. A Geneviève e eu estivemos contigo na semana passada », acrescentou na sua conta X.

Catherine Laborde partiu « em silêncio e em paz », escreveu a irmã.

Natural de Bordéus, Laborde, apresentou o boletim meteorológico neste canal durante 28 anos, entre 1988 e 2017. Sofria de uma doença neurodegenerativa desde 2014.

 

PJ detém português procurado em França por abuso sexual de criança

Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção, em Lisboa, de um homem procurado pelas autoridades francesas por mais de 200 crimes de abuso sexual de uma menor com a qual tinha parentesco, tendo ficado em prisão preventiva.

Fonte da PJ indicou à Lusa que o homem, de 51 anos, alvo de um mandado de detenção europeu, é de nacionalidade portuguesa e um comunicado daquela polícia refere que está indiciado por mais de 200 crimes de abuso sexual de criança e de coação, que ocorreram entre 2010 e 2015, iniciados quando a vítima tinha seis anos.

A operação que levou à detenção do suspeito esteve a cargo da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo e da Unidade de Cooperação Internacional da Polícia Judiciária, em cooperação com as autoridades policiais francesas e resultou de uma investigação que foi desenvolvida durante mais de um ano.

Presente a primeiro interrogatório judicial, no Tribunal de Sintra, o homem viu ser-lhe aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

 

Com Agência Lusa.

Coca-Cola recolhe produtos na Europa por elevados níveis de clorato

O engarrafador europeu da Coca-Cola na Bélgica anunciou hoje uma recolha em larga escala de produtos na Europa devido ao teor excessivo de clorato.

 

Em causa estão latas e garrafas de vidro de Coca-Cola, Sprite, Fanta, Fuze Tea, Minute Maid, Nalu, Royal Bliss e Trópico, que foram distribuídas na Bélgica, nos Países Baixos, no Reino Unido, na Alemanha, em França e no Luxemburgo, que estão em circulação desde o final de novembro.

A Coca-Cola Europacific Partners Belgium adiantou que não conhece o “número exato” de latas e garrafas a recolher, mas admite que se trata de “uma quantidade considerável”.

“A maioria dos produtos não vendidos em causa já foram retirados das prateleiras das lojas e continuamos a tomar medidas para retirar do mercado todos os restantes produtos”, avançou a empresa.

Num parecer científico de 2015, referido pela agência Lusa, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos considerou que a exposição a longo prazo ao clorato nos alimentos poderia causar problemas de saúde às crianças, em especial as que sofrem de deficiência de iodo.

 

Com Agência Lusa.

Argentino Martín Anselmi é o novo treinador do FC Porto

O argentino Martín Anselmi, que orientava os mexicanos do Cruz Azul, é o novo treinador do FC Porto, tendo assinado um contrato de duas épocas e meia, até 2027, anunciou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol.

“O Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD (« FC Porto ») informa o mercado, os seus associados, adeptos e simpatizantes, bem como o público em geral, que chegou hoje a acordo e celebrou contratos de trabalho com Martin Anselmi como treinador da sua equipa principal de futebol, bem como com a restante equipa técnica, válidos até ao final da época desportiva 2026/27”, refere o clube em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Os ‘dragões’ revelaram ainda que o espanhol Luis Pastur e o argentino Facundo Oreja (treinadores adjuntos), o uruguaio Diego Bottaioli (preparador físico), o argentino Darío Herrera e o português Diogo Almeida (treinadores de guarda-redes) completam a nova equipa técnica.

Anselmi, de 39 anos, substitui no cargo Vítor Bruno, que deixou o clube há uma semana, depois de três derrotas consecutivas, sendo que a transição foi assegurada pelo coordenador da formação dos ‘dragões’, José Tavares, que na quinta-feira liderou a equipa na derrota com o Olympiacos (0-1), para a Liga Europa, e no domingo no empate frente ao Santa Clara (1-1).

Os ‘azuis e brancos’ ocupam atualmente o terceiro lugar da I Liga, a seis pontos do líder Sporting, com os mesmos 41 pontos do Benfica, segundo colocado, tendo já sido afastados da Taça de Portugal e perdido nas meias-finais da Taça da Liga.

Há nove anos que o FC Porto não tinha um treinador estrangeiro, ou seja desde a saída do espanhol Julen Lopetegui, em janeiro de 2016. Desde então, passaram pelo cargo os portugueses Rui Barros (interino), José Peseiro, Nuno Espírito Santo, Sérgio Conceição e, esta temporada, Vítor Bruno.

O argentino integrou as equipas técnicas de Independiente (Argentina), Atlanta (Argentina), Independiente del Valle (Equador) e Internacional (Brasil), antes de se estrear como treinador principal ao serviço do Union La Calera, do Chile.

Em 2022, regressou ao Independiente del Valle, mas para ser o responsável máximo, pouco tempo depois de o português Renato Paiva ter deixado o comando dos equatorianos.

Pela formação de Sangolquí conquistou a Taça Sul-americana desse ano, numa final frente ao São Paulo, e em 2023 arrecadou a Supertaça sul-americana, diante do Flamengo, então treinado pelo português Vítor Pereira, além de ter vencido a Taça e a Supertaça do Equador. No campeonato, atingiu a final, perdida para a Liga de Quito.

Rumaria ao México em 2024, para liderar o Cruz Azul, ficando no segundo lugar da fase regular do ‘Clausura’ e, depois, perdendo a final para o Club América. No ‘Abertura’ de 2024/25, foi primeiro classificado na fase regular, mas acabou derrotado nas meias-finais, novamente pelo Club América.

 

Com Agência Lusa.

 

 

Meio milhar de portugueses foram vítimas do regime nazi

0

Mais de meio milhar de portugueses terão sofrido às mãos do regime nazi durante a II Guerra Mundial. Trabalhos forçados em campos de concentração e até fuzilamentos. A história é contada numa exposição que pode ser visitada no Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira.

Rádio Alfa com RTP

China considera extremamente improvável que vírus tivesse vazado de laboratório

0

A China afirmou hoje ser « extremamente improvável » que a covid-19 tenha vazado de um laboratório chinês, na sequência de uma acusação nesse sentido, feita pela agência de espionagem norte-americana CIA.

« A conclusão científica autorizada a que chegou o grupo conjunto de peritos da China e da Organização Mundial de Saúde (OMS), com base em visitas no terreno aos laboratórios relevantes em Wuhan, é que é extremamente improvável que tenha havido uma fuga do laboratório », disse Mao Ning, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês. »Este facto foi amplamente reconhecido pela comunidade internacional e pela comunidade científica », sublinhou a porta-voz, em conferência de imprensa.Este fim de semana, a CIA considerou que o « mais provável » é que o vírus tenha escapado de um laboratório chinês, ao invés de ter sido transmitido por animais.Esta posição surge na sequência da confirmação, na quinta-feira, de John Ratcliffe como diretor da CIA, após o início do segundo mandato do Presidente norte-americano, Donald Trump. »A CIA acredita, com um baixo grau de confiança e com base em todos os relatórios disponíveis, que uma origem relacionada com trabalhos de pesquisa da covid-19 é mais provável do que uma origem natural », afirmou no sábado um porta-voz da agência.

Até à data, a agência não tinha chegado a qualquer conclusão sobre se a covid-19 resultou de um acidente de laboratório ou se foi transmitida por animais.

« Os Estados Unidos devem parar de politizar e explorar esta questão e parar de difamar e culpar outros países », sublinhou Mao Ning.

As autoridades norte-americanas devem « responder o mais rapidamente possível às preocupações legítimas da comunidade internacional » e « partilhar proativamente com a OMS os dados sobre os primeiros casos suspeitos », acrescentou.

Rádio Alfa com RTP

Líderes europeus pedem que a memória do Holocausto não desapareça

0

Líderes europeus estão a assinalar hoje os 80 anos da libertação do campo de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, construído pelos nazis durante a II Guerra Mundial na Polónia, e apelaram para que a memória do Holocausto não desapareça.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, manifestou hoje a sua solidariedade com as vítimas dos campos de concentração e de extermínio da Alemanha nazi. « Filhos, filhas, mães, pais, amigos, vizinhos, avós: mais de um milhão de indivíduos com esperanças e sonhos foram assassinados por alemães em campos de extermínio. Lamentamos as suas mortes. E expressamos as nossas mais profundas condolências », escreveu Scholz na rede social X. »Nunca os esqueceremos, nem hoje, nem amanhã », disse o primeiro-ministro alemão, referindo-se às vítimas dos campos de concentração e de extermínio nazis durante a II Guerra Mundial.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, cujo país luta contra a invasão russa há três anos, apelou hoje ao mundo que « impeça que o mal vença ». »A memória do Holocausto está gradualmente a desaparecer. Não devemos permitir o seu esquecimento », disse Zelensky, ele próprio de origem judaica. »A missão de todos é fazer tudo o que for possível para impedir que o mal vença », acrescentou, numa clara referência à Rússia.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, prometeu hoje que o seu país « não cederá perante o antissemitismo em todas as suas formas ».

« O universalismo da França é alimentado por estas lutas (…) », escreveu no livro de visitas do Memorial da Shoah, na manhã de hoje, em Paris.

O Presidente da Polónia, Andrzej Duda, disse que « os polacos são os guardiões da memória » das vítimas dos nazis nos campos de Auschwitz-Birkenau, que foi libertado pelo exército soviético há 80 anos.

Estima-se que 1,1 milhões de pessoas tenham perdido a vida em Auschwitz, a maioria das quais judeus. No total, estima-se que cerca de seis milhões de judeus foram mortos durante a II Guerra Mundial pelos nazis.

Cerca de 60 líderes mundiais participam hoje nos eventos que assinalam o 80.º aniversário da libertação de Auschwitz-Birkenau.

Rádio Alfa com RTP

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x