Dezenas de filmes portugueses – « Lisboa » – para ver no centro de Paris. Crónica

Em pleno centro de Paris – Forum des Images (Forum des Halles) – Vasto ciclo de cinema com várias dezenas de filmes dedicados a Lisboa. Para ver até 29 de março. 

Ouça a crónica de João Pinharanda, diretor do Instituto Camões e conselheiro cultural da Embaixada de Portugal:

O curador e historiador de arte João Pinharanda, atual adido cultural de Portugal em Paris, durante uma visita guiada à exposição « Arte em São Bento », em Lisboa, 4 de outubro de 2018. Pelo segundo ano consecutivo, a Residência Oficial do Primeiro-Ministro, no Palacete de São Bento, acolhe uma seleção de obras de arte portuguesa contemporânea, entre pintura, fotografia e escultura, meia centena de obras provenientes do Museu de Arte Contemporânea de Elvas – Coleção António Cachola, com curadoria de João Pinharanda. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

“Parasitas” e vozes femininas marcaram os Óscares numa Hollywood em transição

A 92.ª edição dos Óscares entrou para a história como a primeira que atribuiu a estatueta de Melhor Filme a uma produção em língua não inglesa, num momento de transição em que abundaram os pedidos de maior diversidade.

« Parasitas », do sul-coreano Bong Joon-ho, foi a vitória que mais surpreendeu a audiência de uma indústria que se reuniu em peso no Dolby Theatre, de Los Angeles, motivando uma ovação de pé na sala de entrevistas por onde passaram os vencedores.

O título saiu da cerimónia com quatro Óscares, sagrando-se nas categorias de Melhor Filme, Melhor Realização (Bong Joon-ho), Melhor Filme Internacional e Melhor Argumento Original.

Na categoria de Melhor Argumento Adaptado, a Academia premiou Taika Waititi, por « Jojo Rabbit », um filme que o argumentista considerou ser uma « resposta ao ressurgimento da intolerância e discurso de ódio ».

« No final da guerra havia uma regra clara, quem era nazi ia para a prisão. Agora, as regras mudaram e quem é nazi faz manifestações e chama os companheiros », disse Waititi no encontro com a imprensa, nos bastidores da cerimónia. « Esta é a altura perfeita para um filme como este. Sinto que se tornou mais importante e relevante hoje ».

Ao longo da noite, várias vozes femininas pediram maior diversidade e abertura na indústria, depois de a Academia ter sido criticada por ignorar mulheres realizadoras e atores não brancos.

Hildur Guðnadóttir, que ganhou o Óscar para Melhor Banda Sonora Original em « Joker », disse que está na altura de abrir a indústria a mais mulheres. Julia Reichert, que venceu o Óscar de Melhor Documentário por « Um Fábrica Americana », com Steven Bognar e o produtor Jeff Reicher, além de apelar ao sindicalismo, à união dos trabalhadores, também afirmou que as mulheres devem ajudar-se mutuamente e já não precisam de se encaixar no patriarcado. Laura Dern considerou que há agora papéis mais entusiasmantes para as atrizes, e que há alguns anos não teria tido a oportunidade de interpretar mulheres tão poderosas.

Joaquin Phoenix, que levou o Óscar de Melhor Ator Principal por « Joker », não passou pelos bastidores para dar entrevistas, mas usou o seu discurso para abordar várias causas.

Phoenix considerou que « o maior presente » que lhe foi dado, assim como aos seus colegas, foi « a oportunidade de usar a voz pelos que não têm voz ».

« Se falamos de desigualdade de género, racismo, direitos ‘queer’, direitos indígenas ou de direitos dos animais, estamos a falar de luta contra a injustiça », contra « a crença de que uma nação, um povo, uma raça, um género ou uma espécie tem o direito de dominar, controlar e usar e explorar outra sem impunidade », afirmou, sem deixar de acusar a exploração de vacas para produção de leite e a « cultura do cancelamento ».

« Estamos no nosso melhor quando nos apoiamos, não nos anulamos, nos ajudamos a crescer, quando nos educamos e nos redimimos », prosseguiu, aludindo, por fim, a seu irmão River Phoenix, o ator que morreu em 1993, aos 23 anos, para deixar uma mensagem de redenção, porque a ela « se seguirá a paz ».

O ator ganhou sem surpresas, tal como os outros vencedores nas categorias de representação: Renée Zellweger venceu o Óscar de Melhor Atriz Principal por « Judy », e Laura Dern levou a estatueta de Melhor Atriz Secundária por « História de um Casamento », enquanto Brad Pitt abriu a cerimónia vencendo na categoria de Melhor Ator Secundário, por « Era Uma Vez… em Hollywood ».

É também de Brad Pitt a primeira afirmação política da noite, quando disse, ao receber o Óscar de Melhor Ator Secundário, que os 45 segundos que a Academia lhe dava para agradecer, eram « 45 segundos mais do que o Senado tinha dado ao embaixador John Bolton », como testemunha no processo de ‘impeachment’ de Donald Trump.

A seguir, nos bastidores, confessou-se « realmente dececionado » com o resultado da semana passada, porque « quando o espírito de ‘jogada’ supera o que é certo, é um dia triste em que não se deve deixar de pensar ».

Zellweger, por seu lado, a propósito do legado de Judy Garland, recordou os heróis que unem: « Os melhores entre nós que nos inspiram a encontrar o melhor em nós mesmos », como Neil Armstrong, Bob Dylan, Martin Scorsese ou a abolicionista Harriet Tubman, « os nossos professores os nossos homens e mulheres corajosos de uniforme, os nossos socorristas e bombeiros. E quando celebramos os nossos heróis, lembramo-nos de quem somos, como um povo, isso une », concluiu a atriz.

Dos nove títulos que concorreram ao Óscar de Melhor Filme, todos receberam pelo menos uma das estatuetas para que estavam nomeados à exceção de « O Irlandês ». O peso-pesado de Martin Scorsese e da Netflix tinha 10 nomeações mas não ganhou em qualquer categoria.

Ainda assim, o serviço de ‘streaming’ conquistou duas estatuetas, uma por « Marriage Story » e outra por « Uma Fábrica Americana », que ganhou o Óscar de Melhor Documentário em longa-metragem.

Da lista de surpresas na noite consta, além de « Parasitas » e Bong Joon-ho como Melhor Realizador, a vitória de « Toy Story 4 » como Melhor Filme de Animação (longa-metragem), contra os favoritos « Klaus » e « Missing Link ».

Nas categorias técnicas, reinou o drama histórico de Sam Mendes « 1917 », com vitória em Melhor Fotografia, Melhor Mistura de Som e Melhores Efeitos Visuais. « Le Mans ’66: O Duelo » levou a dianteira em Melhor Edição de Som, e « Era Uma Vez… em Hollywood » teve a Melhor Cenografia. A Melhor Canção Original foi « (I’m Gonna) Love Me Again », de Elton John e Bernie Taupin, para « Rocketman ».

« Mulherzinhas » ficou com o Óscar de Melhor Guarda-Roupa, com a vencedora Jacqueline Durran a revelar nos bastidores que nunca viu as versões anteriores da adaptação do livro de Louisa May Alcott, do século XIX, o que inclui, entre muitas outras, a versão de George Cukor, protagonizada pela jovem Katharine Hepburn, em 1933.

« Bombshell – Um Escândalo » ficou com o Óscar de Melhor Caracterização.

Esta edição dos Óscares, a segunda consecutiva que não teve apresentador, teve porém vários momentos de entretenimento que se destacaram, como Eminem a fazer uma interpretação inesperada de « Lose Yourself », que gerou reações na audiência e nas redes sociais.

A 92.ª edição dos prémios da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas, de Hollywood, realizou-se durante a noite de domingo, no Dolby Theatre, em Los Angeles, madrugada de segunda-feira em Portugal.

Confira a lista dos vencedores nas principais categorias

Melhor Filme

Melhor Realizador

Melhor Actor

Melhor Actriz

  • Renée Zellweger – Judy
  • Charlize Theron – Bombshell: O Escândalo
  • Scarlett Johansson – Marriage Story
  • Cynthia Erivo – Harriet
  • Saoirse Ronan – Mulherzinhas

Melhor Actor Secundário

  • Brad Pitt – Era Uma Vez… em Hollywood
  • Tom Hanks – A Beautiful Day in the Neighborhood
  • Al Pacino – O Irlandês
  • Joe Pesci – O Irlandês
  • Anthony Hopkins – Os Dois Papas

Melhor Actriz Secundária

  • Laura Dern – Marriage Story 
  • Scarlett Johansson – Jojo Rabbit 
  • Florence Pugh – Mulherzinhas
  • Margot Robbie – Bombshell: O Escândalo
  • Kathy Bates – O Caso de Richard Jewell

Melhor Argumento Adaptado

  • Taika Waititi – Jojo Rabbit
  • Steve Zaillian – O Irlandês
  • Anthony McCarten – Os Dois Papas
  • Greta Gerwig – Mulherzinhas
  • Todd Phillips e Scott Silver – Joker

Melhor Argumento Original

  • Bong Joon Ho e Han Jin Won – Parasitas
  • Quentin Tarantino – Era Uma Vez… em Hollywood
  • Noah Baumbach – Marriage Story
  • Sam Mendes e Krysty Wilson-Cairns – 1917
  • Rian Johnson – Knives Out

Melhor Filme de Animação

Melhor Documentário

Melhor Filme Internacional

Melhor Banda Sonora Original

Melhor Canção

  • (I’m Gonna) Love Me Again (Elton John, Rocketman)
  • Into the Unknown (Kristen Anderson-Lopez, Robert Lopez, Frozen 2)
  • Stand Up (Cynthia Erivo, Joshua Campbell, Harriet)
  • I Can’t Let You Throw Yourself Away (Randy Newman, Toy Story 4)
  • I’m Standing With You (Diane Warren, Breakthrough)

O impacto económico do Brexit em Portugal

O Brexit e Portugal.

Ouça, na Rádio Alfa, a análise de Pascal de Lima, professor em SciencesPo e economista, na terça-feira, 11.

Judoca francês Teddy Riner perde combate e quebra invencibilidade de nove anos

O judoca francês Teddy Riner sofreu hoje a primeira derrota após mais de nove anos de invencibilidade e 154 combates disputados, ao perder com o japonês Kokoro Kageura na terceira ronda de +100 kg do Grand Slam de Paris.

Riner, bicampeão olímpico e 10 vezes campeão mundial, tinha sido derrotado pela última vez em 13 de setembro de 2010, também por um judoca japonês, Daiki Kamikawa, na final dos Mundiais de Tóquio.

A derrota de Riner, de 30 anos, abre uma nova perspetiva na categoria mais pesada do judo, a seis meses do início dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, nos quais o atleta francês tentará conquistar um histórico terceiro título.

 

Alfa/Lusa.

Sporting vence Portimonense e recupera terceiro lugar da I Liga

O Sporting recuperou hoje o terceiro lugar da I Liga portuguesa de futebol, ultrapassando o Sporting de Braga, ao vencer por 2-1 na receção ao Portimonense, em encontro da 20ª jornada.

Jérémy Mathieu, de livre direto, aos 31 minutos, e Jadson, na própria baliza, aos 72, marcaram os tentos dos ‘leões’, que na última ronda tinham perdido em Braga por 1-0, depois do colombiano Jackson Martínez adiantar os algarvios, aos 26.

Na classificação, o ‘onze’ de Jorge Silas passou a somar 35 pontos, contra 34 do Sporting de Braga, que empatou a dois na receção ao Gil Vicente, e 32 do Famalicão, goleado em casa pelo Vitória de Guimarães por 7-0.

 

Resultados da 20ª jornada da I Liga de futebol:

 

– Sexta-feira, 07 fev:

Paços de Ferreira – Boavista, 0-1 (0-1 ao intervalo)

 

– Sábado, 08 fev:

Famalicão – Vitória de Guimarães, 0-7 (0-2)

Belenenses SAD – Santa Clara, 0-2 (0-2)

Sporting de Braga – Gil Vicente, 2-2 (2-0)

FC Porto – Benfica, 3-2 (3-1)

 

– Domingo, 09 fev:

Tondela – Marítimo, 0-0

Moreirense – Vitória de Setúbal, 1-1 (0-1)

Sporting – Portimonense, 2-1 (1-1)

Desportivo das Aves – Rio Ave, 21:00

 

Programa da 21ª jornada:

 

– Sexta-feira, 14 fev:

Vitória de Setúbal – Gil Vicente, 21:30

 

– Sábado, 15 fev:

Portimonense – Moreirense, 16:30

Santa Clara – Tondela, 16:30

Benfica – Sporting de Braga, 19:00

Rio Ave – Sporting, 21:30

 

– Domingo, 16 fev:

Marítimo – Paços de Ferreira, 16:00

Boavista – Belenenses SAD, 16:00

Vitória de Guimarães – Porto, 18:30

Famalicão – Desportivo das Aves, 21:00

 

Alfa/Lusa.

Rochele Nunes vence medalha de bronze no Grand Slam de Paris de judo

A judoca Rochele Nunes conquistou hoje a medalha de bronze na categoria de +78 kg do Grand Slam de Paris de judo, conquistando o único ‘metal’ da comitiva portuguesa na prova.

A portuguesa bateu, no combate pelo terceiro lugar, a tunisina Nihel Cheikh Rouhou, por ‘ippon’, depois de ambas já terem marcado um ‘waza ari’, no sexto combate do dia para a judoca lusa.

Antes, começou por vencer a cazaque Kamila Berlikash, na estreia, a que se seguiu a francesa Anne Fatoumata Bairo, a porto-riquenha Melissa Mojica e a argelina Sonia Asselah, em três combates decididos por ‘ippon’.

Nas meias-finais, defrontou a bielorrussa Maryna Slutskaya, que a derrotou ao fim de 2.34 minutos, caindo para o combate pelo bronze, no qual recolheu a única medalha da participação portuguesa na prova de Paris.

Para Rochele Nunes, esta é a quinta medalha de bronze a título individual desde que passou a representar Portugal e deixou o Brasil, depois do Grande Prémio de Telavive, o Grand Slam de Ecaterimburgo, o Grande Prémio de Tbilissi e o Grand Slam de Brasília, a que se soma uma medalha de prata nos Jogos Europeus do mesmo ano por equipas.

Antes, dois outros judocas falharam o bronze na repescagem, após terem atingido as meias-finais, casos de Bárbara Timo (-70 kg) e Anri Egutidze (-81 kg), que acabaram por se classificar em quinto lugar.

A judoca começou por bater a alemã Alina Boehm por ‘ippon’, a holandesa Sanne van Dijke com um ‘waza ari’, a espanhola Maria Bernabéu por ‘ippon’ e a sueca Anna Bernholm com ‘waza ari’, num combate de quase oito minutos.

Depois de perder, nas meias finais, com a japonesa Yoko Ono (‘ippon’), a luta pelo bronze ‘sorriu’ à britânica Gemma Howell, que aplicou um ‘ippon’ para vencer o combate.

Já Egutidze, registou três triunfos por ‘ippon’ para chegar às meias-finais: frente a Robin Pacek (Suécia), Etienne Briand (Canadá) e Kamoliddin Rasulov (Uzbequistão), antes de perder também por ‘ippon’ frente ao belga Matthias Casse, já nas ‘meias’.

Frente ao canadiano Antoine Valois-Fortier, o português tentou chegar à medalha ao longo de 6.31 minutos, mas acabou por ceder ‘ippon’ ao adversário.

Campeão do mundo de -100 kg em 2019, recaíam sobre Jorge Fonseca expectativas altas para a prova parisiense, mas o luso só disputou dois combates, vencendo o primeiro, frente a Adnan Khankan, da equipa de refugiados da Federação Internacional de Judo, por ‘ippon’.

Mais tarde, frente ao russo Arman Adamian, o português acabou derrotado em 1.56 minutos, também por ‘ippon’, ficando arredado da competição.

Yahima Ramírez ficou pelo caminho nas eliminatórias de -78 kg, ao perder com a russa Antonina Shmeleva, por ‘ippon’, já depois de vencer, pelo mesmo modo, Shu Huei Hsu Wang, de Taiwan, na estreia.

No sábado, apenas Telma Monteiro chegou às meias-finais, e por isso pôde disputar medalhas, mas uma desclassificação no combate com Sumiya Dorjsuren, da Mongólia, por um gesto involuntário que poderia magoar a oponente, impediu-a de disputar, depois, o combate pela medalha de bronze, uma decisão que a portuguesa já criticou.

 

Alfa/Lusa.

Morreu ROBERT CONRAD

Morreu o ator americano Robert Conrad, aos 84 anos de idade. A sua família confirmou a notícia: « Ele viveu uma vida maravilhosamente longa e, embora a família esteja triste pela sua morte, ele viverá sempre nos seus corações« .

 

 

Ao longo da sua carreira, deu cartas no mundo da televisão, do cinema e ainda da música. Deixa a participação em sucessos como Hawaiian Eye, The Wild Wild WestCentennial Baa Baa Black Sheep.

Telma Monteiro desclassificada nas `meias` do Grand Slam Paris falha medalhas

A judoca portuguesa Telma Monteiro foi ontem desclassificada nas meias-finais do Grand Slam de Paris nos -57 kg, ficando, depois, impedida de combater pela medalha de bronze, acabando no quinto lugar.

Frente a Sumiya Dorjsuren, da Mongólia, a lusa perdeu ao fim de 58 segundos, sendo desqualificada devido a um gesto involuntário que poderia magoar a oponente.A ação disciplinar impediu-a também de aceder ao combate com a japonesa Momo Tamaoki, que entrou no ‘tatami’ para lutar pela medalha de bronze sozinha, vencendo imediatamente.

A medalhada de bronze no Rio2016 foi a única da comitiva lusa a chegar às meias-finais do primeiro dia do torneio da capital francesa, com a vencedora da prova em 2012 e 2015 a começar por eliminar a romena Corina Stefan e a alemã Inês Beischmidt, antes de bater a kosovar Nora Gjakova.

Joana Ramos ainda ultrapassou as duas primeiras rondas na categoria de -52 kg, ao impor-se à turca Irem Korkmaze à australiana Tinca Easton, mas perdeu com a japonesa Ai Shishime.

Na categoria de -66 kg, João Crisóstomo e Sergiu Oleinic não passaram do primeiro combate, perdendo ambos por ‘ippon’ com o francês Kevin Azema e o israelita Tal Flicker, respetivamente.

Jorge Fernandes teve idêntica sorte em -73 kg frente ao tajique Somon Makhmadbekov (depois de ter conquistado um ‘waza-ari’), tal como Francisco Mendes na categoria de -60 kg, perante o brasileiro Felipe Pelim, ambos eliminados na estreia e também por ‘ippon’.

Alfa/Lusa.

Vírus: 811 mortos. Criança de nove anos infetada em França. Cinco novos casos: infetados sobem para 11 em França. Actualizado

Coronavírus: Há mais cinco novos casos de contaminação confirmados em França, entre eles uma criança. Novos casos foram anunciados neste sábado, 08. Entretanto, o novo balanço do número de vítimas mortais do vírus, anunciado este domingo, é 811 mortes, tendo superado o total de mortes por SARS em 2002-03

Neste momento o número total de pessoas contaminadas em França com o coronavírus é de 11.

Novos voos com repatriamentos de franceses e outros europeus residentes na China estão previstos para este domingo, 09.

Todos os cinco novos casos confirmados de coronavírus em França são cidadãos britânicos e entre os infetados está uma criança de nove anos.
O novo balanço global do número de vítimas do vírus, anunciado este domingo, é de 811 mortes, tendo superado o total de mortes por SARS em 2002-03.
Com efeito, o número de mortes por coronavírus aumentou hoje para 811, superando as mortes por SARS em 2002-2003, com um total de casos a chegar a 37.198, segundo dados oficiais.

No sábado, a Comissão Nacional de Saúde da China tinha anunciado 722 mortos pelo surto do novo coronavírus.

OMS (Organização Mundial de Saúde) confirma envio de missão internacional para a China

Em Paris, a fobia da doença leva a que as pessoas estão a deixar de frequentar restaurantes chineses em Belleville e no bairro número 13, onde eles são em número elevado.

 

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