FC Porto vence líder Benfica e coloca-se a quatro pontos da frente

O FC Porto reduziu hoje para quatro pontos a desvantagem para o líder Benfica, ao vencer os campeões em título por 3-2, no Estádio do Dragão, em encontro da 20ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Sérgio Oliveira, aos 10 minutos, Alex Telles, aos 38, de penálti, e Rúben Dias, aos 44, na própria baliza, marcaram para os ‘dragões’, que já tinham vencido as ‘águias’ na Luz (2-0), e Vinícius para os ‘encarnados’, aos 18 e 50.

Na classificação, o conjunto de Bruno Lage, que somava 16 triunfos consecutivos na prova e 19 fora, contando os últimos nove de 2018/19, manteve-se com 54 pontos, enquanto os comandados de Sérgio Conceição passaram a somar 50.

 

Resultados da 20ª jornada da I Liga de futebol:

 

– Sexta-feira, 07 fev:

Paços de Ferreira – Boavista, 0-1 (0-1 ao intervalo)

 

– Sábado, 08 fev:

Famalicão – Vitória de Guimarães, 0-7 (0-2)

Belenenses SAD – Santa Clara, 0-2 (0-2)

Sporting de Braga – Gil Vicente, 2-2 (2-0)

FC Porto – Benfica, 3-2 (3-1)

 

– Domingo, 09 fev:

Tondela – Marítimo, 16:00

Moreirense – Vitória de Setúbal, 16:00

Sporting – Portimonense, 18:30

Desportivo das Aves – Rio Ave, 21:00

 

Alfa/Lusa.

Vasto ciclo de cinema dedicado a Lisboa, com dezenas de filmes no centro de Paris

Em pleno centro de Paris – Forum des Images (Forum des Halles) – Vasto ciclo de cinema com várias dezenas de filmes dedicados a Lisboa.

Do célebre « A canção de Lisboa » aos filmes mais recentes. Uma viagem imperdível pelo cinema português.

Até 29 de março, no Forum des Images, Forum des Halles, em Paris. 

É este o destaque principal da crónica cultural de João Pinharanda, diretor do Instituto Camões em Paris e conselheiro cultural da embaixada de Portugal, para ouvir, na Rádio Alfa, na segunda-feira, 10.

Vírus: Número de mortos sobe para 722, ritmo de contágio voltou a aumentar

Vírus: Número de mortos sobe para 722, ritmo de contágio voltou a aumentar

Vírus: Número de mortos sobe para 722, ritmo de contágio voltou a aumentar

Alfa/Lusa
O número de mortos provocado pelo surto do novo coronavírus na China aumentou hoje para 722, anunciou a Comissão Nacional de Saúde chinesa, que registou um aumento de novos casos superior ao que se vinha verificando nos últimos dias.

Hoje contam-se mais 3.399 casos, enquanto na sexta-feira tinha havido 3.143 novas infeções, ao cabo de vários dias em que o número de novos casos tinha vindo a descer.

As autoridades de saúde estão a tratar 6.101 pacientes em estado grave e já deram alta a 2.050 pessoas que contraíram a pneumonia provocada pelo novo coronavírus, detetado pela primeira vez na cidade chinesa de Wuhan, na província central de Hubei.

Desde o começo do surto, já foram acompanhadas 345.498 pessoas por suspeita de infeção, 189.660 das quais continuam sob observação.

O médico chinês que deu o primeiro alerta sobre o surto do novo coronavírus morreu na quinta-feira, depois de ter contraído pneumonia na semana passada, anunciou o hospital onde estava internado.

O oftalmologista Li Wenliang de 34 anos, foi « infelizmente contaminado durante o combate à epidemia de pneumonia do novo coronavírus », afirmou, na sua conta na rede social Facebook, o hospital central de Wuhan.

A primeira pessoa a morrer por causa do novo coronavírus fora da China foi um cidadão chinês nas Filipinas.

Além do território continental da China e das regiões chinesas de Macau e Hong Kong, há outros casos de infeção confirmados em mais de 20 países.

A Organização Mundial de Saúde declarou em 30 de janeiro uma situação de emergência de saúde pública de âmbito internacional, o que pressupõe a adoção de medidas de prevenção e coordenação à escala mundial.

A doença foi identificada como um novo tipo de coronavírus, semelhante à pneumonia atípica, ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS, na sigla em inglês), que entre 2002 e 2003 matou 650 pessoas na China continental e em Hong Kong.

As pessoas infetadas podem transmitir a doença durante o período de incubação, que varia entre um dia e duas semanas, sem que o vírus seja detetado.

O vírus, o racismo e a ignorância. Opinião

O vírus que veio da China e que alimenta outros vírus – os do racismo e da ignorância

Ouça aqui a última crónica de Daniel Ribeiro:

«O juízo, o desporto e os fumos que nunca fumei, ajudaram-me a chegar aqui» João Pedro Pais em entrevista na Rádio Alfa

Confidências (de um homem vulgar) é o mais recente disco de originais do músico, autor, compositor, intérprete, João Pedro Pais e vai estar em destaque este sábado no programa Back Stage a partir das 15 horas com Ester de Sousa.

Com 8 discos de originais editados em mais de 20 anos de carreira, João Pedro Pais diz que é um privilegiado mas assegura que o caminho que o trouxe aqui foi pautado por muito juízo, carácter e identidade.

 

 

A poucas semanas de pisar o palco do centro cultural de Ormesson sur Marne (esgotado), o autor de « Fazes-me falta » confessa nesta entrevista que devido à falta de « experiência » nos palcos franceses se sente « um estranho » por cá, mas promete um grande concerto, seja para cem, seja para duas pessoas.

João Pedro Pais responde às perguntas de Ester de Sousa, este sábado, 8 de fevereiro, a partir das 15 horas (14h em Portugal) no programa Back Stage.

Para ouvir em 98.6 FM (Paris e IDF) / DAB + (em Paris, Lille, Lyon, Estrasburgo) e http://radioalfa.net

Não perca !

 

Fim dos vistos Gold em Lisboa e Porto. Chineses e brasileiros cancelam compras de casas

Vistos gold. Chineses e brasileiros já cancelam compras em Portugal

Proposta do PS e decisão do Parlamento travou contratos que estavam para ser assinados esta semana – informna a rádio TSF.

O vice-presidente da Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) refere que tem recebido uma « chuva » de telefonemas do estrangeiro na última semana, nomeadamente desde que na quarta-feira o Parlamento aprovou a limitação destes vistos dourados para travar o aumento dos preços da habitação em Lisboa e no Porto.

« No dia do anúncio da medida muitos contratos de promessa de compra e venda ou algumas escrituras não se chegaram a efetivar pela incerteza e agora pela confirmação da aprovação da medida com o Orçamento do Estado », conta Hugo Santos Ferreira.

« Muitos relatos, referentes a Lisboa e Porto, de contratos que estavam para ser assinados esta semana e que foram suspensos ou cancelados devido à decisão do Parlamento », sobretudo de investidores chineses e brasileiros.

Hugo Santos Ferreira conta que ele próprio na noite em que a mudança foi confirmada pelos deputados teve um telefonema de um investidor de Xangai: « Estava a analisar a aquisição de grandes ativos em Lisboa, promoção imobiliária para classe média e também dedicada ao visto gold, e afinal não ia avançar ».

« Coloquemos as coisas ao contrário: se fosse um português a investir na China ou no Brasil muito dificilmente iria investir num Interior que não conhece, mas sim nas principais cidades com expectativas de retorno e rentabilidade conhecidas com um risco mais diminuto », afirma.

Recorde-se que para ter um visto gold que permite entrar em Portugal e, dessa forma, no espaço da União Europeia, é preciso investir 500 mil euros na compra de imobiliário – pelo menos é esse o caminho que a esmagadora maioria tem seguido.

Dos 8.125 vistos concedidos entre outubro de 2012 e novembro de 2019 mais de metade, 4.441, foram entregues a chineses, e 858 a brasileiros. São, de longe, as principais nacionalidades a procurar Portugal através deste regime especial de Autorização de Residência para Atividade de Investimento.

(Leia artigo na íntegra em tsf.pt)

 

Associação « Cívica » fez 20 anos e apela ao voto nas municipais francesas de março

Associação « Cívica » já tem 20 anos de idade.

Foi fundada por iniciativa do seu presidente, Paulo Marques, no Senado, em Paris, a 05 de fevereiro de 2000,  com o objetivo de incentivar os portugueses e lusodescendentes a participarem ativamente na vida cívica e política francesa.

Esse objetivo foi em grande medida conseguido porque hoje já há, em França, numerosos eleitos de origem lusitana (em autarquias de todo o país).

« Mas a nossa ação continua e queremos ver muitos e muitos portugueses a votar e a serem eleitos nas próximas municipais de março », afirma o político e militante associativo de Aulnay-sous-Bois, onde entrou para a equipa da Cãmara local quando ainda era muito jovem.

Parabéns, Paulo Marques. Ele foi um dos pioneiros na batalha pela participação dos portugueses na vida política francesa.

 

 

Vírus: Número de mortos subiu para 636, com mais de 31 mil casos confirmados

Vírus: Número de mortos subiu para 636, com mais de 31 mil casos confirmados

Vírus: Número de mortos subiu para 636, com mais de 31 mil casos confirmados

Alfa/Lusa
O número de mortos provocados pelo novo coronavírus subiu hoje para 636, com 31.161 pessoas infetadas, anunciaram as autoridades chinesas.

Desde o último balanço, na quinta-feira, registaram-se mais 73 mortes e 3.143 casos de infeção no surto que começou na cidade de Wuhan, na província central de Hubei.

Dos casos de infeção, 4.821 são considerados graves, enquanto 1.540 pessoas que estiveram doentes já tiveram alta, indicou a Comissão Nacional de Saúde chinesa.

As autoridades acompanharam mais de 314 mil pacientes, 186.000 dos quais continuam sob observação.

Na Europa, o número de casos confirmados chegou hoje a 31, com novas infeções detetadas no Reino Unido, Alemanha e Itália.

O médico chinês que deu o primeiro alerta sobre o surto do novo coronavírus morreu na quinta-feira, depois de ter contraído pneumonia na semana passada, anunciou o hospital onde estava internado.

O oftalmologista Li Wenliang, de 34 anos, foi « infelizmente contaminado durante o combate à epidemia de pneumonia do novo coronavírus », afirmou, na sua conta na rede social Facebook, o hospital central de Wuhan.

A primeira pessoa a morrer por causa do novo coronavírus fora da China foi um cidadão chinês nas Filipinas.

Além do território continental da China e das regiões chinesas de Macau e Hong Kong, há outros casos de infeção confirmados em mais de 20 países.

A Organização Mundial de Saúde declarou em 30 de janeiro uma situação de emergência de saúde pública de âmbito internacional, o que pressupõe a adoção de medidas de prevenção e coordenação à escala mundial.

Polémica sobre o ensino do português nas Comunidades. Paulo Pisco responde a Pedro Rupio. Carta aberta

(Esta carta surge depois de um texto do conselheiro do CCP Pedro Rupio, que a Rádio Alfa publicou recentemente em conjunto com o artigo do deputado Paulo Pisco. Sobre a situação da língua portuguesa, em França, pode igualmente ouvir a crónica de hoje de Carlos Pereira, diretor do Lusojornal, no site da Rádio Alfa)

« Exmo. Sr. Presidente da Comissão Permanente do CCP,

Exmos. Senhores Conselheiros do CCP,

 

Escrevo esta carta aberta ao Conselho das Comunidades Portuguesas e aos seus conselheiros para responder a um conjunto de considerações que considero infelizes do Sr. Conselheiro do CCP Pedro Rupio a propósito de um artigo que escrevi no jornal Público sobre o Ensino de Português no Estrangeiro, já que foi nesta qualidade que ele as difundiu publicamente para o CCP, para a imprensa e para outros endereços em geral. Se posso ser atacado por um conselheiro de forma ofensiva à minha reputação, também tenho o direito de me defender.

Considero lamentável que o sr. Conselheiro das Comunidades tenha decidido atacar-me de forma pouco razoável, estando mais preocupado com o facto de eu ter “posto em causa a credibilidade e a boa fé de um professor universitário”, do que em ter insinuado que um Deputado da Assembleia da República “mentia e manipulava”, sem que eu alguma vez me referisse a ele e sem nunca ter dito no seu texto onde é que eu mentia e onde é que eu manipulava.

Mas o Sr. Conselheiro sentiu-se visado e decidiu responder de forma pouco abonatória para a sua condição de conselheiro das Comunidades, que além de ser um órgão de consulta do Governo é também um espaço onde a opinião de cada um é respeitada. Não me parece que este tipo de atitudes seja positiva para a imagem do Conselho das Comunidades Portuguesas, que não é um órgão de combate às políticas do Governo, mas sim de consulta com um papel muito importante junto das nossas comunidades e de ligação entre as autoridades locais e as instituições portuguesas.

Lamento, por isso, que o Sr. Conselheiro Pedro Rupio tenha perdido a razão e que isso o tenha impedido de ler adequadamente o meu texto publicado no jornal Público, certamente mais movido pela vontade de me atingir do que em respeitar a liberdade de opinião, por razões que só o Sr. Conselheiro poderá explicar.

Se tivesse lido bem o meu texto, onde eu apenas assumi uma posição em toda a liberdade e convicção, não teria tido a torpeza nem a sobranceria de insinuar mentira, manipulação ou desconhecimento da realidade do ensino. Manipulação haverá se calhar em relação a algumas pessoas que assinaram a petição às cegas só porque pede ensino para todos. Também eu quero um ensino para todos e um ensino cada vez melhor, mais exigente e mais adequado aos públicos-alvo, que permita a todos os que queiram aprender que tenham escolas e professores à altura das expetativas. É este esforço, de resto, que está a ser feito pelo atual Governo, mesmo que não seja da forma nem com a extensão que algumas pessoas gostariam.

De resto, é fácil confirmar que depois de um período muito difícil que houve durante a crise económica e financeira, que nos últimos anos tem havido um esforço para melhorar o ensino de Português no Estrangeiro, para que haja mais alunos e professores, melhores condições para os professores e a criação de novas modalidades de ensino. Foram também lançados estudos de investigação, como o que está em curso pelo Consórcio para a Língua Portuguesa, que pretende melhorar as condições pedagógicas para o ensino do Português enquanto língua materna e enquanto língua estrangeira.

É bom lembrar que foi o PSD/CDS que introduziu a propina e que cortou mais de 200 professores, 49 dos quais após o início do ano letivo, deixando mais de um milhar de alunos sem aulas. E, portanto, aquilo que o Sr. Conselheiro Pedro Rupio está a fazer ao englobar no período dos últimos 10 anos a destruição que houve durante os quatro da governação do PSD/CDS, quando era Primeiro Ministro Passos Coelho, é tão só branquear esse passado. E foi a essa destruição que me opus, como me opus à propina e continuo a ser contra ela, como de resto refiro no meu texto, mas que é deturpado na leitura do Sr. Conselheiro. Só não lê quem estiver toldado pela má fé e porque achará que todos têm de pensar à sua maneira. Não me recordo, porém, de o Sr. Conselheiro Pedro Rupio ter na altura da introdução da propina ter liderado alguma petição para que fosse eliminada.

Também digo que o ensino da Língua é estratégico e que nenhum governo se atreverá a pôr-lhe fim e que há cada vez mais jovens a querer aprender Português, como se comprova pelo número de alunos da rede EPE oficial e apoiada fornecidos pelas coordenações do ensino projetados para este ano, que revelam mais cerca de 1500 alunos do que no ano anterior. Além disso, poderia dar, pelo menos, o benefício da dúvida ao programa do Governo que assume que vai continuar a haver mais meios para que haja mais alunos a aprender Português. Algumas quebras em anos anteriores devem-se a fatores como a passagem dos cursos em alguns países para os sistemas de ensino locais, a entrada em vigor de um sistema de registo mais rigoroso e fiável e até uma diminuição dos fluxos migratórios nos últimos anos, como é o caso da Suíça, em que em 2018 se registaram mais 900 saídas do que entradas.

Quanto ao resto, creio que é importante considerar que a Língua, seja ela materna, de herança ou estrangeira, permite sempre alguma forma de vinculação ao país que a fala, que naturalmente será mais forte se forem jovens portugueses ou de origem portuguesa que a aprendem. Parece claro que o impacto da Língua na aprendizagem depende menos do conceito pedagógico utilizado para a sua transmissão do que quem aprende a língua, ou seja, um jovem português ou de origem portuguesa cria necessariamente um vínculo diferente e mais forte a Portugal do que cria um jovem de outra nacionalidade, mas que não deixa de ser importante para a afirmação da Língua enquanto Língua global. Isto não invalida, obviamente, que se procure sempre que o ensino melhore e seja mais exigente e adaptado ao público-alvo. Como também não se podem escamotear as dificuldades que existem devido ao facto de em diferentes países haver dificuldades específicas colocadas pelos respetivos governos e administrações escolares à implementação do Ensino de Português, gerando uma diversidade de modalidades de ensino em função das possibilidades, mas que mais vale assim do que nada ter.

É um despropósito sobranceiro que o Sr. Conselheiro afirme que eu sou dos que “desconhecem e desvalorizam a importância dos cursos de LCP para os filhos dos emigrantes”. Pelo contrário, valorizo a Língua portuguesa em todas as suas dimensões e modalidades, mas não fico preso a apenas uma, porque considero que a Língua Portuguesa é muito mais do que uma mera ferramenta de afirmação de patriotismo. É uma língua que veícula identidade, história e cultura. É uma Língua universal, pluricontinental, é uma língua para todos os que a queiram aprender, a começar, como é óbvio, pelos jovens portugueses e lusodescendentes. E é esta a sua maior riqueza, em que os métodos pedagógicos de transmissão da Língua não se incompatibilizam, antes se adaptam e complementam, pela qualidade da formação e dedicação dos professores, aos alunos que manifestam o seu interesse na nossa Língua comum, mais comum a cada vez mais falantes, felizmente, e não fechada sobre si própria.

Terminaria dizendo apenas ao Senhor Conselheiro Pedro Rupio que acho manifestamente deslocado e de má fé dizer que tenho preconceitos em relação à diáspora, eu que vivi na diáspora, precisamente na Bélgica e que desde sempre luto pelo seu reconhecimento e valorização, que estou permanentemente junto das nossas comunidades, e que tenho passado a vida precisamente a lutar contra os preconceitos que existem relativamente a elas. Aí, perdoará a imodéstia, mas posso assegurar que já fiz infinitamente mais do que alguma vez o Sr. Conselheiro fará para contribuir para acabar com os preconceitos que existem contra as comunidades portuguesas.

 

Com o maior respeito e consideração pelo CCP e pelos seus Conselheiros

Paulo Pisco

Deputado do Grupo Parlamentar do PS eleito pelo Círculo da Europa

«Sábado»: Megainquéritos de alegada fraude fiscal no futebol português

Revista adianta que vantagem patrimonial obtida ilegalmente pelo FC Porto pode chegar aos 20 milhões de euros, mas investigações também envolvem Benfica, SC Braga, Estoril, V. Guimarães, Portimonense, Marítimo e Sporting.

 

 

A revista «Sábado» noticia, na edição desta semana, que o Ministério Público (MP) e a Autoridade Tributária (AT) têm cinco megainquéritos a decorrer, por suspeitas de fraude fiscal e branqueamento de capitais em transferências que envolveram alguns dos principais emblemas do futebol português.

Embora faça referência também a Benfica, Sp. Braga, Estoril, Vitória de Guimarães, Portimonense, Marítimo e Sporting, a publicação adianta que o processo-crime mais adiantado é aquele que envolve o FC Porto, e que pode implicar uma vantagem patrimonial ilegal na ordem dos 20 milhões de euros.

A «Sábado» faz referência a quinze transferências do emblema liderado por Pinto da Costa, como Jackson Martínez, Radamel Falcao, James Rodríguez ou Danilo.

O FC Porto reagiu em comunicado divulgado ainda na noite de quarta-feira, assim que começaram a surgir informações sobre a reportagem da Sábado. O texto garante que «nunca a FC Porto SAD e/ou o presidente do seu Conselho de Administração foram interpelados, ouvidos ou interrogados em qualquer tipo de inquérito ou diligência judicial similar sobre qualquer uma destas matérias».

A reportagem faz referência também a alguns negócios do Benfica que estarão sob investigação, como as contratações de Carrillo, Pizzi, Jiménez, Júlio César, Ola John e Jonas. Contactada pelo Maisfutebol, fonte do Benfica garantiu que a SAD encarnada também desconhece qualquer investigação, e como tal nem está prevista qualquer reação formal.

O Sp. Braga é que reagiu em comunicado, já nesta quinta-feira, para afiançar que «desconhece qualquer investigação em curso e que não recebeu nenhum contacto das autoridades no sentido de prestar qualquer informação adicional àquela que é de acesso público e que está devidamente verificada e validada pelos auditores e pelos reguladores, bem como pelas regulares fiscalizações da Autoridade Tributária».

A «Sábado» fala em 40 alvos envolvidos nestes megainquéritos, e faz referência ao empresário Jorge Mendes e à esposa deste, assim como a Carlos Osório de Castro, empresário que trabalha com a Gestifute.

 

Alfa/Revista Sábado/MaisFutebol.