Marcelo, em Angola, elogia Costa. « Ti Célito » cativou angolanos

Marcelo em Angola elogia Costa: “Seguro de vida do Governo foi o que fez ao serviço do país ». No balanço de três anos de mandato – feito a partir de Luanda – o Presidente elogia o Governo. E diz que no caso de não se recandidatar não sairá em festa. Se quiser ficar em Belém, será discreto a partir do dia do anúncio para não prejudicar concorrentes. Quanto a Angola, voltará em breve. Só não quis dizer quando.

Alfa/Resumo de um trabalho de Vítor Matos no Expresso online

Nas diversas reportagens publicadas sobre a visita de Estado do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa a Angola, o Expresso considera que a visita do PR foi um sucesso.

Foi uma onda de afetos e de banhos de multidão nunca vistos naquele país africano. Uma das reportagens do Expresso dava conta da forma como Marcelo foi recebido pela população angolana com este título: O “querido Ti Célito”, camarada Presidente de « Portangola ».

No mais recente trabalho, Vítor Matos escreve:

Ao fim de três anos em Belém – que Marcelo comemora hoje -, este estilo passou a ser a marca da Presidência. Sem querer dizer qual o principal desafio até ao final do mandato, na conferência de imprensa de balanço da viagem a Angola, Marcelo não admitiu ter sido o seguro de vida do Governo socialista, e acabou a fazer um elogio a António Costa e à ‘geringonça’ no dia em que o Público escreve que pondera vir a apoiá-lo: « O seguro de vida do Governo foi a sua base de apoio parlamentar e aquilo que fez ao serviço do país, isso é que foi o seu seguro de vida”. Depois justificou que jamais pensou “questionar a estabilidade da legislatura através de crises políticas ou incidentes de percurso” e realçou que o facto de ter uma relação antiga com Costa ajudou: « Podemos sempre dizer que o facto de conhecermos os protagonistas políticos facilita a cooperação. Não se trata de descobrir as pessoas quando se conhece as pessoas à décadas”, afirmou aos jornalistas. »

(…)

« Depois de ter dito ao Expresso este sábado que a criação de um clima de “otimismo” tinha sido o seu legado até agora na Presidência, reafirmou que os piores momentos que viveu em Belém foram os fogos: “As tragédias do verão e do começo do outono de 2017” (que o levou a forçar a saída da ministra da Administração Interna). Depois, desfiou um rol de aspetos positivos: “A saída do processo do défice excessivo, a saída da crise, a afirmação de Portugal nas instituições europeias, nos mercados internacionais, a presidência do Eurogrupo, o momento único da eleição do secretário-geral das Nações Unidas ou da Organização para as Migrações”. E ainda a vitória no euro ou na Eurovisão. Mais o “muito positivo”: “A noção de que os portugueses olham para o futuro com confiança – apesar das tensões e dos problemas e preocupações com o que se pode passar na Europa ou no mundo. Apaziguamento e estabilização é positivo ». »

Leia mais em expresso.pt

« Vão às manifestações, mas saiam antes do fim, por causa da violência » – Jérôme Rodrigues

Volte a ouvir aqui a entrevista exclusiva, nesta sexta-feira, à Rádio Alfa, do « colete amarelo » luso-francês, Jérôme Rodrigues. Muito motivado, apesar de ter perdido um olho, o conhecido « colete » condena a violência dos dois lados e dá conselhos aos manifestantes:

 

Viva Conan Osíris – opinião, por Ricardo Figueira

Viva o absurdo e Conan Osíris. « Às vezes também me apetece partir o telemóvel ». Volte a ouvir aqui a crónica desta sexta-feira, 08, do cronista Ricardo Figueira, da Euronews, em Lyon:

Portugal é o quinto país com menor nível de discriminação das mulheres. França é quarta

OCDE considera Portugal o quinto país com menor nível de discriminação contra mulheres.

Segundo um relatório publicado nesta sexta-feira, Portugal fica atrás da Suíça, Dinamarca, Suécia e França.

Portugal está com efeito em quinto lugar no Índice de Género e das Instituições Sociais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) graças aos muito baixos níveis de discriminação, refere um relatório publicado nesta sexta-feira.

Segundo o estudo, as mulheres são sobretudo discriminadas no seio da família.

Encontro lusófono « “Força das Mulheres” este sábado em Paris

O encontro “Força das Mulheres”, organizado pela associação CCPF (Coordenação das Colectividades Portuguesas em França), é neste sábado, dia 9 de março, na Casa de Portugal, na Cidade Internacional Universitária de Paris, a partir das 14 horas.

Na reunião, a favor dos direitos das mulheres, participam  mulheres lusófonas que falarão da condição da mulher na Europa.

A deputada europeia Liliana Rodrigues e a Presidenta do Conselho Regional da Europa do CCP, Luísa Semedo, falarão sobre o assunto.

Outras mulheres do mundo associativo e empresarial têm intervenções programadas, nomeadamente,  entre outras, a Presidenta da Associação das Hirond’Ailes, Suzette Fernandes e a Presidenta da Associação cabo-verdiana ACRIDES-Associação Crianças Desfavorecidas, Lourença Tavares.

Está prevista também uma comunicação sobre « a luta das mulheres brasileiras contra Bolsonaro » com a intervenção de Rebeca Lang.

No fim dos discursos e do debate é anunciado um momento musical e gastronómico.

DAMIEN DA SILVA: « SERIA UM SONHO VESTIR A CAMISOLA DA SELEÇÃO NACIONAL »

O franco-português de 30 anos, Damien da Silva, tem estado em destaque na equipa do Rennes nesta época 2018/2019. O defesa-central, que chegou livre durante o verão de 2018 proveniente do Caen, era uma opção para a defesa, no entanto transformou-se num elemento indispensável e num titular indiscutível do Stade Rennais.

 

 

No Campeonato francês da primeira divisão, a Ligue 1, o Rennes tem andado no meio da tabela classificativa, no entanto noutras competições, a equipa da Bretagne tem tido sucesso. Na Taça de França, o clube do central Damien da Silva está nas meias-finais e defronta o Lyon no início de março para um lugar na final, e na Liga Europa, o Stade Rennais, pela primeira vez na sua história, apurou-se para os oitavos de final, aliás nesta quinta-feira, dia 7 de março, decorre a primeira mão com a equipa da Bretagne a receber os Britânicos do Arsenal.

Damien da Silva, que já realizou 37 jogos nesta época com o Stade Rennais e apontou 3 golos, admitiu em declarações ao LusoJornal que gostaria de ter uma oportunidade de representar a Seleção Nacional, ele que se impõe em todos os clubes onde chega quase ‘subestimado’.

 

Cada vez que chega num clube é para ser ‘mais’ uma opção, e acaba sempre por ser um titular indiscutível, o Damien é sempre subestimado?

Sinto-me bem nesse papel. Cada vez que chego a um clube, é para ser ‘mais’ uma solução, e não para ser um titular indiscutível. Eu gosto de estar nessa situação porque consigo subir etapa por etapa e chegar a clubes cada vez melhores. Gosto desses desafios, isso motiva-me. Gosto de mostrar que, cada vez que chego a um clube, consigo elevar o meu nível de jogo. Pouco importa para mim ser subestimado, o mais importante para mim é no fim provar que tenho o nível para estar no clube.

 

No Rennes é um elemento indispensável e ganhou mais visibilidade…

Com as competições europeias, a equipa tem mais visibilidade e eu também tenho mais visibilidade, é uma realidade. É o que eu queria. Caen é um clube que respeito muito, e tenho orgulho em ter representado esse clube, mas não tem a mesma visibilidade que um clube como o Rennes. Queria essa visibilidade, e espero atingir objetivos ainda mais altos.

 

Ser convocado para representar a Seleção portuguesa, seria esse o sonho ‘mais alto’?

Se a oportunidade aparecer, eu quero agarrá-la, nunca escondi essa vontade, esse sonho. Penso de vez em quando nisso, e acho que nunca é tarde. José Fonte chegou tarde à Seleção, é um exemplo para mim, e acredito que posso chegar lá. Ele é um grande defesa e muitas pessoas não entendem porque não foi convocado antes. Eu acredito que pode ser igual para mim, há muitos jogadores que chegam ‘tarde’ às Seleções. Eu estou a chegar tarde ao mais alto nível, mas acredito, e penso, que posso representar a Seleção portuguesa. Portugal tem grandes jogadores, mas gostaria de ter pelo menos uma oportunidade para mostrar o meu valor, nem que seja uma vez. Posso não conseguir afirmar-me, mas talvez consiga. É um verdadeiro desafio. Eu darei tudo se for convocado, para estar ao nível da Seleção. Espero merecer um dia essa oportunidade, trabalho para isso todos os dias. Seria um sonho vestir a camisola da Seleção nacional.

 

Artigo/Entrevista de Marco Martins-Lusojornal.

Novo. « Paris, Lisboa », de Salvador Sobral. Ouça o primeiro single

Chegou o novo single de Salvador Sobral, ‘Anda Estragar-me os Planos’. Ouça-o aqui

Alfa/Blitz/Expresso

O primeiro olhar sobre o novo álbum do cantor português

Foi disponibilizado esta sexta-feira o primeiro single do novo álbum de Salvador Sobral, « Paris, Lisboa », que será editado no dia 29 de março.

O tema tem como título ‘Anda Estragar-me Os Planos’ e pode ser escutado em todas as plataformas habituais.

A canção foi originalmente composta por Francisca Cortesão e Afonso Cabral, com vista à sua interpretação por Joana Barra Vaz na edição de 2018 do Festival da Canção.

Já o vídeo, animado, foi realizado pelos catalães Sol Domínguez e Juan Daniel González. Veja aqui:

 

 

Berlim: a primeira cidade da UE em que o Dia da Mulher é feriado

O Dia Internacional da Mulher já é feriado em países como a Rússia, a Guiné-Bissau ou o Vietname. Mas Berlim é o primeiro Estado federado da Alemanha e a primeira cidade da União Europeia a adotar esta mudança.

CARSTEN KOALL

Um século depois de ser permitido o voto feminino na Alemanha, Berlim torna-se a primeira cidade da União Europeia a decretar feriado no Dia Internacional da Mulher, que esta sexta-feira é celebrado.

A medida, apresentada pela coligação que lidera o parlamento regional deste Estado federado, composta pelo Partido Social Democrata da Alemanha (SPD), os Verdes (Die Grünen) e A Esquerda (Die Linke) foi aprovada no final do mês de janeiro.

« É a primeira vez na Alemanha que o Dia Internacional da Mulher é assinalado como feriado, e acontece aqui, em Berlim. Houve outros Estados que escolheram outros dias, religiosos, por exemplo, mas nós não queríamos isso. Enquanto for preciso lutar pela igualdade entre homens e mulheres, nos salários ou na política, precisamos de um dia que nos recorde disso, com um feriado, para dar mais relevo a este assunto », revelou à Lusa Silke Gebel, a líder parlamentar dos Verdes em Berlim.

Apesar de ter avançado, a proposta enfrentou resistência por parte da União Democrata Cristã (CDU), partido de Angela Merkel, do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) e do Partido Liberal Democrático (FDP).

« Tivemos um longo debate. Os partidos conservadores não gostaram da ideia de transformar este dia num feriado, mas na antiga Alemanha de Leste, o Dia da Mulher já tinha uma grande relevância no passado. Por isso, principalmente para a ala mais à esquerda da nossa coligação já é uma tradição. Agora sugerimos uma combinação entre a tradição do Leste e o feminismo existente nos Verdes, por exemplo », explica Silke Gebel.

O Dia Internacional da Mulher já é feriado em países como a Rússia, a Guiné-Bissau ou o Vietname, entre outros, mas Berlim é o primeiro Estado federado da Alemanha e a primeira cidade da União Europeia a adotar esta mudança.

« É curioso porque, pelo mundo, há outros países que não são propriamente muito democráticos e assinalam este dia como sendo feriado. Sei que há a tradição dos países chamados socialistas fazerem isso, mas o que nós queremos realmente é começar uma nova tradição, apoiada no feminismo, que seja como o Dia do Trabalhador, em que se luta pela igualdade e pela justiça laboral. Porque temos um longo caminho até que a mulher consiga de facto ter os mesmo direitos », sublinha a líder do grupo parlamentar dos Verdes em Berlim.

Há precisamente um século era concedido o direito às mulheres de votarem na Alemanha. « Foi também por isso que achámos que era a altura certa para começar um novo movimento feminista », justificou Silke Gebel, revelando que, em Berlim, a primeira mulher votou a 19 de março de 1919.

« A 18 de Março celebra-se o ‘equal pay day’ [equidade salarial] em que são comparados os salários dos homens e das mulheres. E entre o 08 e o 18 de março, nós, os Verdes, vamos levar a cabo várias iniciativas para discutir os direitos das mulheres. Acredito que vá existir uma grande atenção por parte dos meios de comunicação. Espero que outras cidades e países também possam reproduzir este dia no futuro », frisou.
Para a deputada dos Verdes é importante que as mulheres desempenhem cada vez mais altos cargos para que temas como a igualdades ou a violência doméstica sejam mais debatidos e tenham mais destaque.

« Há uns meses recebemos uns dados assustadores. Praticamente 25% das mulheres a viver na Alemanha já foram vítimas de algum tipo de maltrato ou violência doméstica. E é um número que não está ligado a nenhuma classe social ou económica, diz respeito a todas as mulheres. Tentamos investir mais em casas refúgio para mulheres, para que possam ser acolhidas, mas também fazemos um esforço para que este tema seja cada vez mais debatido », revelou Silke Gebel.

O dia 08 de março foi assinalado, pela primeira vez, pelas Nações Unidas, em 1975, Ano Internacional das Mulheres. Mas só em 1977 é que a Assembleia Geral da ONU o reconheceu como o Dia dos Direitos da Mulher e da Paz Mundial.

Alfa/Lusa/Expresso

Dia Internacional da Mulher: A história de uma luta com mais de um século

Em 1975 as Nações Unidas instituíram o dia 8 de março como o Dia Internacional da Mulher. Uma viagem às origens da data que simboliza uma luta de mais de 100 anos por direitos e igualdade.

Foto: DR

Antes de existir o dia já havia a luta. No final do século XIX as mulheres começaram a sair à rua para pedir mais direitos. Organizações femininas dentro dos movimentos operários protestavam contra as 15 horas de trabalho diárias e os salários baixos.

As origens do Dia Internacional da Mulher chegam a 1857. A 8 de março um grupo de trabalhadoras da indústria têxtil organizou uma marcha em Nova Iorque para exigir melhores condições de trabalho, a jornada diária reduzida para 10 horas e direitos iguais para homens e mulheres. Cinquenta e um anos depois, a 8 de março de 1908, um outro grupo de trabalhadoras em Nova Iorque escolheu a data para avançar para uma greve, homenageando as antecessoras. Queriam o fim do trabalho infantil e o direito de votar.

O primeiro dia consagrado às mulheres e aos seus direitos surgiu um ano depois, assinalando essa greve. Nos Estados Unidos, a 28 de fevereiro de 1909, o Partido Socialista da América instituiu o Dia Nacional da Mulher. No ano seguinte, na Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em 1910, em Copenhaga, na Dinamarca, foi aprovada uma resolução que propunha seguir o exemplo norte-americano, dando-lhe um caráter universal. O Dia Internacional das Mulheres nasceu aí e as comemorações foram-se estendendo pela Europa.

Mas há uma outra data importante nesta história – 25 de março de 1911. Nesse sábado, 146 mulheres morreram num incêndio na fábrica Triangle Shirtwaist, em Nova Iorque. A maioria das vítimas era imigrante. Os relatos desse dia contam que as mulheres estavam trancadas num nono andar. Muitas morreram queimadas, outras da queda, depois de se atirarem em desespero pelas janelas. O acidente chocou os norte-americanos e tornou-se emblemático da falta de condições de trabalho para as mulheres.

Num outro contexto, na Rússia, o Dia Internacional da Mulher começou a ser celebrado em 1913, e acontecia no último domingo de fevereiro. Ficou para a história o ano de 1917, durante a Primeira Guerra Mundial. A 23 de fevereiro (8 de março, no calendário gregoriano) centenas de trabalhadoras de fábricas têxteis entraram em greve e saíram à rua num protesto que pedia Pão e Paz.

Tantas referências a 8 de março terão levado as Nações Unidas a eleger a data oficialmente como Dia Internacional da Mulher em 1975.

A luta pelos direitos das mulheres tem mais de um século, mas as conquistas continuam a não ser universais.

Alfa/TSF

(Por Joana Carvalho Reis)

Gonçalo M. Tavares finalista do prémio europeu de literatura Jean Monnet

Vencedor do Prémio Jean Monnet será conhecido a 16 de novembro, em França. Entre os vencedores de anteriores edições contam-se autores como a portuguesa Lídia Jorge, o Nobel Patrick Modiano, J.G. Ballard, Claudio Magris, Hans Magnus Enzensberger ou Erri de Luca

D.R.

Alfa/Lusa

O escritor português Gonçalo M. Tavares é finalista do prémio Jean Monnet para o melhor livro europeu publicado em França, com a obra « Uma menina está perdida no seu século à procura do pai », anunciou a editora. Gonçalo M. Tavares figura assim numa lista de « grandes nomes da literatura europeia, como o alemão Bernard Schlink, ou os ingleses Julian Barnes e Graham Swift », indica a Porto Editora, que editou este livro em Portugal, em 2014.

Em França, o romance « Uma Menina Está Perdida no seu Século à Procura do Pai » foi editado em 2018 pela Viviane Hamy, numa tradução de Dominique Nédellec. O mesmo livro já havia sido finalista do Prémio Oceanos, no Brasil, e havia recebido o Prémio Tabula Rasa em Portugal, em 2015.

O vencedor do Prémio Jean Monnet será conhecido a 16 de novembro, em França. Entre os vencedores de anteriores edições contam-se autores como a portuguesa Lídia Jorge, o Nobel Patrick Modiano, J.G. Ballard, Claudio Magris, Hans Magnus Enzensberger ou Erri de Luca. O vencedor da primeira edição do prémio, em 1995, foi o italiano Antonio Tabbuchi com « Afirma Pereira ».

Esta não é a primeira vez que Gonçalo M. Tavares é apontado como um dos favoritos ao prémio, já que em 2015 também foi finalista com o romance duplo « Um homem: Klaus Klump » e « A Máquina de Joseph Walser », editado pela Caminho. « Gonçalo M. Tavares é atualmente um dos escritores europeus mais traduzidos e premiados. Está a ser editado em mais de 50 países e já recebeu vários prémios internacionais, o último dos quais no final de 2018, na Roménia, pelo conjunto da sua obra », destaca a Porto Editora.

Em França, recebeu em 2010 um dos « mais importantes prémios », o Prémio para o Melhor Livro Estrangeiro, com « Aprender a rezar na Era da Técnica » — prémio que foi atribuído a autores como Elias Canetti, Robert Musil, Orhan Pamuk, John Updike, Philip Roth, Gabriel García Márquez, e que é visto, por muitos, como uma antecâmara do Nobel, acrescenta. O autor recebeu ainda, no mesmo país, o ‘Prix Littéraire Européen’ 2011, com « O Senhor Kraus », e o ‘Grand Prix Littéraire Culture’ 2010.

Foi ainda finalista, por duas vezes, do ‘Prix Médicis Étranger’ (com « Uma Viagem à Índia » e « Aprender a Rezar na Era da Técnica »), outras duas, do ‘Prix Femina’ (com « Matteo perdeu o Emprego » e « Aprender a Rezar na Era da Técnica ») e do ‘Prix Cévennes’ (com « Jerusalém »).

Os restantes finalistas do Prémio Jean Monnet para o melhor livro europeu editado em França em 2019 são « Olga », do alemão Bernard Schlink, « La Capitale », do austríaco Robert Menasse, « Idiss », do francês Robert Badinter, « Grace », do irlandês Paul Lynch, e « Ásta », do islandês Jón Kalman Stefánsson.

Terminam a lista dos finalistas a este prémio as italianas Helena Janeczek e Rosella Postorino, respetivamente com « La Fille au Leica » e « La Goûteuse d’Hitler », bem como os ingleses Julian Barnes, com « La Seule historie » e Graham Swift, com « De l’Angleterre et des Anglais ».