Conan Osíris vence Festival da Canção

Conan Osíris é o representante português no Festival da Eurovisão

Conan Osíris é o vencedor do Festival da Canção com a canção ‘Telemóveis’. O músico conquistou a vitória no concurso depois de ser o mais votado tanto pelo júri como pelo público.

A final do certame realizou-se este sábado à noite na Portimão Arena, em Portimão.

‘Telemóveis’ será a canção representante de Portugal no festival da Eurovisão, que se realiza em Telavive, Israel, em maio.

A classificação final, combinando votos do júri nacional e do público, foi esta:

1. Conan Osíris – ‘Telemóveis’ (Conan Osiris)
2. NBC – ‘Igual a Ti’ (NBC)
3. Matay – ‘Perfeito’ (Tiago Machado e Boss AC)
4. Madrepaz – ‘Mundo a Mudar’ (Frankie Chavez)
5. Surma – ‘Pugna’ (Surma e Tiago Félix)
6. Calema – ‘A Dois’ (Calema e Nelson Hel

7. Mariana Bragada – ‘Mar Doce’ (Mariana Bragada)
8. Ana Cláudia – ‘Inércia’ (Alex D’Alva Teixeira e Ben Monteiro)

Depois da vitória, Conan OsÍris declarou: « Se calhar as pessoas precisaram de tempo para digerir ». Osíris admite que se calhar o público já o compreende melhor agora.

 

Benfica vence FC Porto por 2-1 e é o novo líder da Liga Portuguesa de futebol

O Benfica venceu  no terreno do FC Porto, por 2-1, e passou para a liderança da I Liga portuguesa de futebol, com uma vantagem de dois pontos sobre os ‘dragões’, a 10 jornadas do final do campeonato.

No ‘clássico’ da 24ª ronda, disputado no Estádio do Dragão, o espanhol Adrián López marcou para o FC Porto, aos 19 minutos, mas João Félix, aos 26, e Rafa, aos 52, fizeram os golos da vitória do Benfica, que não perde desde a visita ao Portimonense (2-0), na 15ª ronda, após a qual Bruno Lage assumiu o comando da equipa substituindo Rui Vitória.

O Benfica, que jogou desde os 77 minutos reduzido a 10, por expulsão de Gabriel, passou a somar 59 pontos, contra 57 do campeão nacional, cuja última derrota na I Liga tinha acontecido na Luz, perante os ‘encarnados’ (1-0), na sétima jornada. De então para cá, os ‘azuis e brancos’, acumularam 16 jogos sem perder.

O Sporting de Braga, terceiro classificado, com 49, e o Sporting, quarto, com 46, jogam no domingo, perante Rio Ave e Portimonense, respetivamente.

Resultados da 24.ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 01 mar:

Desportivo das Aves – Boavista, 2-0 (0-0 ao intervalo)

– Sábado, 02 mar:

Nacional – Tondela, 3-2 (1-1)

Moreirense – Vitória de Setúbal, 1-1 (1-1)

FC Porto – Benfica, 1-2 (1-1)

– Domingo, 03 mar:

Desportivo de Chaves – Santa Clara, 16:00

Belenenses – Feirense, 16:00

Rio Ave – Sporting de Braga, 18:30

Sporting – Portimonense, 21:00

– Segunda-feira, 04 mar:

Vitória de Guimarães – Marítimo, 21:15

Alfa/Lusa.

Conselheiros portugueses na Europa apelam a voto nas eleições. Luísa Semedo reeleita Presidente

Reunião anual no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa. A cronista regular da Rádio Alfa, Luísa Semedo, foi reeleita por unanimidade para a presidência da região Europa do Conselho das Comunidades Portuguesas. Conselheiros na Europa apelam a voto nas europeias e legislativas

Alfa/Lusa

A presidente do Conselho Regional da Europa do Conselho das Comunidades Portuguesas apelou na sexta-feira, 01, ao voto dos emigrantes nas próximas eleições europeias e legislativas, para « mostrar o interesse » da emigração por Portugal.

« A mensagem é votar, aproveitar este direito que conseguimos alcançar e mostrar que nos interessamos por Portugal e pela nossa vida lá fora, pela vida dos nossos filhos », afirmou Luísa Semedo, no final da reunião anual do Conselho Regional da Europa do Conselho das Comunidades Portuguesas, no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa.

Luísa Semedo sublinhou ainda que os emigrantes podem expressar « o sentimento de filiação à Pátria » no exercício do voto nas eleições europeias, em 26 de maio, e das legislativas, em 06 de outubro.

Nas eleições para o parlamento europeu de 2014, dos 244.986 eleitores portugueses inscritos em todo o mundo, em 71 consulados, apenas 5.129 votaram, a que correspondeu 2,09 por cento do universo de votantes.

Já na região Europa, somente 1.728 portugueses registados nos cadernos eleitorais votaram de entre os 80.932 eleitores inscritos em 29 consulados.

Ressalvando a importância do Conselho das Comunidades Portuguesas (CPP), por estar « acessível aos emigrantes », Luísa Semedo assinalou que « os portugueses não têm como chegar a quem os governa, a quem pode mudar as suas vidas ».

Luísa Semedo, que foi reconduzida hoje na presidência, fez um « balanço positivo » da reunião anual do Conselho Regional da Europa, com encontros com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, deputados e elementos representativos da sociedade civil, CGPT e Observatório da Emigração.

Entre os temas abordados na reunião do Conselho Regional da Europa do CPP estiveram o ‘Brexit’, o atraso na atribuição de pensões a emigrantes com carreira contributiva em Portugal, o ensino da língua portuguesa e a nova lei eleitoral.

« Uma das conclusões foi a de que há vários problemas que se têm arrastado ao longo destes anos e que não têm ainda solução. Continuamos a batalhar nas mesmas questões de há dez ou 20 anos. Não há vontade política », frisou, destacando os problemas orçamentais do CPP e do ensino de português.

Nesta última área, « não se tem conseguido uma continuidade no ensino, desde o pré-escolar ao liceu ».

Na eleição realizada hoje, Luísa Semedo foi reeleita para um mandato de um ano, com a unanimidade dos votos dos conselheiros de Alemanha, Andorra, Bélgica, França, Reino Unido, Luxemburgo, Suécia e Suíça.

O conselheiro das comunidades portuguesas na Suécia, Amadeu Batel, foi eleito secretário do Conselho Regional da Europa do Conselho das Comunidades Portuguesas.

Venezuela. Portugal oferece passaportes e cartões de cidadão (gratuitos)

Estado português já ofereceu 4 mil passaportes. O objetivo do Governo é facilitar a saída de portugueses da Venezuela. Ensino de português lá e criação de emprego cá são as prioridades

José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades, reconhece que a situação na Venezuela é delicada <span class="creditofoto">FOTO Alberto Frias</span>

José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades, reconhece que a situação na Venezuela é delicadaFOTO ALBERTO FRIAS

O objetivo do Governo é facilitar a saída de portugueses da Venezuela. Ensino de português lá e criação de emprego cá são as prioridades

Alfa/ Expresso – por MIGUEL SANTOS CARRAPATOSO

Paulo Rangel chamou-lhe “diplomacia de pantufas” e “política de veludo”. José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades, responde com outra provocação: “Onde é que esteve Paulo Rangel até agora?” Nos últimos anos, em particular desde 2016, o Governo garante ter intensificado os esforços no apoio à comunidade portuguesa na Venezuela e aos portugueses e lusodescendentes que querem regressar a Portugal. Deixou de cobrar qualquer valor pela emissão de passaportes, reforçou a rede consular e criou ofertas de emprego específicas para portugueses que residam na Venezuela e queiram começar uma nova vida em Portugal, por exemplo. Não se trata do plano de contingência pensado para o cenário mais extremo. Esse existe, mas tem carácter reservado, porque importa evitar fugas de informação como aquela que comprometeu a missão dos oito agentes das Operações Especiais da PSP (GOI), impedidos de entrar em Caracas no início de fevereiro. É antes um esforço para mitigar os efeitos de um eventual e acelerado regresso de milhares de cidadãos portugueses e lusodescendentes a Portugal — estima-se que existam 300 mil na Venezuela.

Entre 2015 e 2018, chegaram a Portugal 10 mil pessoas vindas da Venezuela. Só a região da Madeira acolheu 6 mil. O Governo português acredita que chegarão mais e quer facilitar o regresso de milhares antes que a crise se torne ainda mais dramática. A não cobrança de atos consulares insere-se nessa estratégia: desde outubro de 2018, o Estado português deixou de cobrar qualquer valor pela emissão de passaportes, cartões de cidadão ou registos de nacionalidade na Venezuela. Foi o único país da União Europeia a fazê-lo, e só neste período já foram emitidos 4505 novos passaportes e 4076 cartões de cidadão. Isto depois de ter decidido, em 2016, congelar os preços dos atos consulares. No conjunto destes três anos, já foram emitidos mais de 60 mil passaportes.

(Continue a ler este trabalho em Expresso-semanário, edição deste sábado)

Coletes amarelos. É sábado, há novas manifestações em Paris, Lyon, Lille, Bordéus…

Novas manifestações este sábado em Paris, Lyon, Lille, Bordéus… Os coletes amarelos voltam a manifestar-se pelo 16º consecutivo.

Com esta nova jornada de mobilização que está a ser apresentada como sendo um prelúdio para uma mais forte mobilização em março, os « coletes » têm um objetivo: pretendem assinalar o fim do « grande debate » lançado pelo Presidente Emmanuel Macrom, que temina a meados do mês, com a apresentação das suas conclusões.

O Governo acentou o discurso repressivo contra os « casseurs » e o que chamou « os cúmplices » que com eles manifestam,

Portugal: Carnaval com chuva, vento e temperaturas mais baixas

A chuva vai chegar a Portugal continental no final desta tarde, tornando-se mais intensa durante domingo. Na terça-feira de Carnaval as temperaturas devem baixar e o vento vai soprar mais forte.

Foto: André Gouveia / Global Imagens

Segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), preveem-se períodos de chuva fraca ou chuvisco no litoral Norte e Centro a partir do final desta tarde, que se vão intensificar no domingo, estendendo-se a todas as regiões do Norte e Centro do país.

Para terça-feira, a probabilidade de ocorrência de precipitação varia entre 60% e 90% no Minho e Douro Litoral, entre 50% e 70% nas restantes regiões do Norte e Centro e entre 20% e 50% na região Sul.

A previsão especial de Carnaval do IPMA indica que o vento vai soprar fraco, mas ficará mais intenso a partir da manhã de domingo nas regiões Norte e Centro, voltando a abrandar na noite de domingo para segunda-feira.

Na tarde de terça-feira de Carnaval o vento vai novamente soprar mais forte, sobretudo no litoral Norte.

O IPMA prevê uma subida de temperatura, em especial da mínima, até sábado, e a partir de domingo uma descida, em especial da máxima, que na terça-feira de Carnaval deverá variar entre os 15º e os 19ºC e, no interior Norte e Centro, entre os 11ºC e os 14ºC.

A agitação marítima deverá ser forte, com ondas de oeste/noroeste com 3,5 a 4,5 metros a norte do Cabo da Roca a partir da tarde de domingo e manhã de segunda-feira.

Para a Madeira, o IPMA prevê céu muito nublado, com possibilidade de aguaceiros fracos nas vertentes norte e terras altas, com uma probabilidade de ocorrência de chuva entre 20% e 60% a partir da tarde de terça-feira.

O vento soprará de norte/nordeste fraco a moderado, por vezes forte nas terras altas, rodando para o quadrante leste na segunda-feira e para o quadrante sul na terça-feira de Carnaval, dia em que se vai intensificar, tornando-se moderado a forte.

 

Alfa/JN/Lusa

Crianças, a « Momo » não existe e não vos vai fazer mal

Desafio violento na Internet que tem crianças como alvo está a preocupar os pais, numa altura em que circulam novos relatos de casos. Instituto de Apoio à Criança apela à partilha e diálogo, para evitar consequências graves.

Há alguns meses que o nome « Momo » vai ganhando espaço nas redes sociais, nos jornais, nos alertas da Polícia e, sobretudo, na vida de pais preocupados incapazes de controlar tudo o que os filhos veem na Internet. É uma espécie de desafio, que começou há meses no WhatsApp e que é atribuído como causa de suicídios infantis e ataques violentos, à semelhança da « Baleia Azul ».

Funciona assim: um utilizador desconhecido, que tem como imagem associada a de uma mulher com os olhos esbugalhados e um sorriso que pode assustar os mais vulneráveis, coage menores a cometer atos violentos. Segundo explicou a Unidade de Investigação de Delitos Informáticos do Estado de Tabasco, no México, quem envia a mensagem dá indicações à criança para fazer mal a si própria, sob ameaça de que a família sofrerá se as mesmas não forem seguidas, garantindo ter acesso a informações pessoais do destinatário.

De acordo com a BBC, a imagem assustadora em causa pertence a uma escultura que representa uma mulher-pássaro e faz parte de uma exposição sobre fantasmas e espetros de uma galeria de arte em Ginza (Tóquio), de 2016.

Youtube nega « Momo » em vídeos

O fenómeno já não é novo, mas novos casos divulgados nos últimos dias no Facebook trouxeram-no novamente para a atualidade mediática. Pais de crianças – entre os quais uma mãe portuguesa a viver na Alemanha – alertaram, em publicações que se tornaram virais, que a tal figura apareceu em vídeos infantis no Youtube, nomeadamente no jogo Fornite e nos desenhos animados Porquinha Peppa. A plataforma respondeu, num comunicado internacional, não haver nenhuma evidência de vídeos a promover o desafio Momo.

« Contrariamente a relatos da imprensa, não temos recebido qualquer evidência de vídeos que mostrem ou promovam o desafio Momo no Youtube. Conteúdo desse tipo estaria a violar as nossas políticas e seria imediatamente removido quando detetado », esclareceu ao JN o Youtube.

Instituto de Apoio à Criança não recebeu queixas

No Reino Unido, a divulgação em massa de um novo relato levou especialistas e instituições de apoio à criança, nomeadamente de apoio em situação de risco de suicídio, a alertar que o fenómeno não é mais do que um caso de « pânico moral » criado por adultos.

Em Portugal, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) garante não ter recebido qualquer participação a dar conta do caso, considerando que, a ser verdade, é « muito grave e nefasto para a saúde mental e física das crianças », podendo provocar perturbações de sono, alimentação e outras.

« Geralmente, acontece numa fase em que a criança se está a construir e não tem ainda uma estrutura de personalidade formada para tomar decisões em consciência, não tendo noção do perigo real », explicou ao JN Melanie Tavares, coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do IAC.

A responsável disse ainda que este tipo de situação causa « angústia dupla », uma vez que as crianças sofrem por receberem as mensagens e por acharem que não as podem partilhar com os pais – segundo a indicação que recebem na mensagem.

O que se deve fazer?

Neste ou em qualquer caso que cause medo ou ansiedade, as crianças devem partilhar o que viram ou ouviram com os pais. « Não existe consequências » em fazê-lo, descansa a coordenadora.

Já os pais devem abordar as questões com os filhos, podendo aconselhá-los a falarem, em alternativa, com alguém próximo em quem confiem, « como a professora, a tia, o irmão mais velho ». Ocultar nunca é a solução. « Não há nada pior do que a falta de informação. As crianças vão acabar por ouvir falar disso, mas não sabem decifrar », disse Melanie.

Um caso detetado em Portugal

O Comando Territorial de Coimbra da GNR registou, no ano passado, uma ocorrência relacionada com o desafio viral protagonizado pela sinistra figura. A informação foi avançada ao JN na altura por fonte oficial da Guarda que, por se tratar de caso único, não quis avançar mais pormenores.

 

Alfa/JN

20 anos de Bloco: da extrema-esquerda à social-democracia. Editorial do Público

EDITORIAL do jornal Público desta sexta-feira, 01

20 anos de Bloco: da extrema-esquerda à social-democracia

Ao dizer numa entrevista que a expressão “extrema-esquerda até poderia ser ofensiva”, Catarina Martins quebrou um tabu de um partido que, da primeira vez que chegou ao Parlamento, insistiu em sentar-se à esquerda do PCP.

Uma das mudanças mais interessantes que aconteceram no quadro político português nestes últimos 20 anos foi como dois partidos que acreditavam na revolução popular e um outro que juntava alguns ex-militantes do PCP acabaram a produzir um partido social-democrata, reformista, que já não acredita na revolução como ela era entendida pelos seus pais fundadores, à época da criação do partido.

O Partido Socialista Revolucionário, PSR, oriundo da LCI (Liga Comunista Internacionalista), na época dirigido por Francisco Louçã, juntou-se à UDP liderada por Luís Fazenda – União Democrática Popular, um partido revolucionário que teve algum impacto nos primeiros anos da democracia – e à Política XXI de Miguel Portas e fizeram o partido que se transformou em algo que os três abjurariam na juventude.

O primeiro fundador a perceber que o Bloco de Esquerda estava destinado a ser um partido social-democrata, a ocupar um espaço às vezes deixado vago pelo PS, mas que deveria trabalhar perto do PS, que defendeu essa linha, foi Miguel Portas, que não viveu o suficiente para ver os resultados.

Ao dizer numa entrevista recente que a expressão “extrema-esquerda até poderia ser ofensiva”, Catarina Martins quebrou um tabu de um partido que, da primeira vez que chegou ao Parlamento, insistiu em sentar-se à esquerda do PCP, precisamente no extremo esquerdo do hemiciclo.

Alguma direita não percebe isto, ou não quer perceber, porque lhe dá jeito colar o Bloco ao “estalinismo” e à extinção da democracia. O PCP percebe bem demais. O Bloco não pode falar sobre o assunto: a palavra social-democracia está demasiado colada ao PSD, o partido que em Portugal se chama “social-democrata”, embora seja o PS a pertencer à Internacional Socialista.

A expressão “social-democratizante” foi sempre o ataque que o PCP fez ao Bloco, assim como sempre foi um argumento de todas as tendências minoritárias que são contra a actual direcção – e de muitos dos militantes que abandonaram o partido. É de certa maneira, a expressão tabu dentro do BE, que não pode dizer aquilo que realmente é, sob pena de um tsunami. As questões de identidade partidária sempre foram um mau karma – em quase todos os partidos, na realidade.

Benefícios fiscais: Afinal, apenas 3 mil franceses se instalaram em Portugal? Opinião

O estatuto de residente não habitual e o nùmero de franceses que se instalaram em Portugal. Os nùmeros oficiais estão muito longe do que se dizia: chegiou a falar-se em 50 mil! Tente perceber as razões desta grande confusão com o jornalista Carlos Pereira, diretor do Lusojornal. Volte a ouvir aqui a sua crónica de quinta-feira: 

Venezuela: Rangel desafia Governo a esclarecer se há portugueses entre refugiados. « Se há, vá buscá-los »

Venezuela: Rangel acusa Governo de usar “diplomacia de pantufas” e desafia a esclarecer se há portugueses entre refugiados.

O cabeça-de-lista do PSD às europeias desafiou o Governo a esclarecer se há portugueses entre os “3,5 milhões de refugiados” que deixaram a Venezuela, acusando o executivo de usar uma “diplomacia de pantufas” nesta matéria.
Venezuela: Rangel acusa Governo de usar “diplomacia de pantufas” e desafia a esclarecer se há portugueses entre refugiados
Alfa/Lusa

“Eu ouvi o Presidente da República quando recebeu o Presidente do Peru dizer que havia portugueses entre os refugiados no Peru. O Governo português nunca nos falou nisso, será que eles existem, estão identificados, está a ser canalizada ajuda?”, questionou Paulo Rangel, numa intervenção no jantar das jornadas parlamentares do PSD, que decorrem até sexta-feira no Porto.

Paulo Rangel – que esteve recentemente na fronteira da Colômbia com a Venezuela – pediu ao Governo que, se estes refugiados existirem, “os vá buscar ao Peru, ao Brasil e à Colômbia e lhes dê condições de dignidade em Portugal”.

“A forma como este Governo tratou a questão da Venezuela é o que chamo de diplomacia de pantufas ou uma política de veludo”, acusou, atribuindo esta atitude a anteriores “cumplicidades e intimidades” com este país.

“Não há milagres, as pessoas que integram este Governo, os seus principais ministros, alguns secretários de Estado promovidos, eram as pessoas que andavam a atravessar o Atlântico com os computadores Magalhães no tempo de Hugo Chávez”, criticou.

Ainda em matéria internacional, Rangel acusou o Governo de falhar “completamente a visão geoestratégica” sobre o ‘Brexit’.

“Não há um único estudo público do Governo português sério, detalhado, devidamente fundamentado, sobre o impacto em cidadãos em empresas e na economia do impacto do ‘Brexit’”, criticou, dizendo que o único que existe é de uma confederação empresarial.

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