Passagem de Nível, magazine de informação da Rádio Alfa com coordenação e apresentação de Artur Silva, aos domingos entre as 12h-14h.
Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h.
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A judoca de Tomar iniciou o circuito da melhor forma, com uma entrada implacável na capital parisiense, onde derrotou hoje três adversárias do top-8, entre as quais as primeira e terceira cabeças de série na competição.
Na final, Sampaio derrotou a ex-campeã mundial e medalha de prata em Paris2024, Inbar Lanir, com uma projeção para ippon a 1.15 minutos do final, e quando a sua adversária israelita já tinha dois castigos.
Antes, a medalhada olímpica e o nome mais entusiasmante a atualidade no judo português, já tinha vencido, com o público da casa contra si, a francesa Audrey Tchumeo, que viu um terceiro castigo (desclassificação) a 57 segundos do final.
O dia tinha começado também com outra adversária pré-designada (sétima), mais nova, de 21 anos e uma promessa da modalidade, a neerlandesa Lieke Derks, a quem venceu por ippon, com uma imobilização (osaekomi).
Na subida ao lugar mais alto do pódio, em que se ouviu o hino português, Sampaio esteve acompanhada da ‘vice’ Inbar Lanir e das francesas Tcheumeo e Fanny Posvite, que terminaram com a medalha de bronze.
Para Sampaio foi um ano de 2024 de excelência, especialmente com a medalha em Paris2024 e que terminou com a medalha de bronze no Grand Slam de Tóquio, em dezembro, seguida agora de um 2025 prometedor.
O ouro em Paris coloca-a, tal como aconteceu com a medalha olímpica, a igualar proezas de Telma Monteiro, Nuno Delgado e Jorge Fonseca, numa restrita galeria de portugueses que conseguiram vencer no Grand Slam parisiense.
A judoca da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais passa a ter o mesmo ouro em Paris de Bárbara Timo (2021), Telma Monteiro, que terminou a carreira no final do ano, e foi primeira em 2012 e 2015, e de Pedro Soares (1998).
Logo após o combate de Sampaio, Jorge Fonseca entrou no tatami da Arena Bercy para disputar a medalha de bronze diante do russo Arman Adamian, a competir como neutro, mas o judoca do Sporting não resistiu a uma imobilização a 48 segundos do final.
Jorge Fonseca, que tem um bronze em Paris conquistado em 2017, teve um saldo de duas derrotas, a primeira nas meias-finais com o brasileiro Leonardo Gonçalves, e duas vitórias, diante do francês Cédric Olivar e do cubano Ivan Silva Morales.
Em competição também hoje, Joana Crisóstomo perdeu ao segundo combate que realizou, com a japonesa Mayu Honda, que terminaria no final com a prata em -70 kg, e Taís Pina perdeu na estreia na mesma categoria diante da romena Serafima Moscalu.
Com Agência Lusa.
Na Unity Arena, a seleção portuguesa chegou ao intervalo a perder por 19-17 e, apesar da boa resposta na segunda parte, não conseguiu evitar a derrota por apenas um golo de diferença, desperdiçando uma bola para a igualdade nos últimos segundos.
Apesar da derrota, a formação das ‘quinas’ terminou num histórico quarto lugar. Ainda hoje vai decidir-se o título mundial, com a Dinamarca, que venceu Portugal nas meias-finais e conquistou as três últimas edições da competição, a enfrentar a Croácia.
Portugal já tinha assegurado anteriormente, com o apuramento para os quartos de final, o seu melhor resultado de sempre em seis presenças em Campeonatos do Mundo (1997, 2001, 2003, 2021, 2023 e 2025), ao melhorar o 10.º lugar alcançado em 2021.
A Dinamarca sagrou-se hoje tetracampeã mundial de andebol, ao bater na final, disputada em Oslo, a Croácia por 32-26.
Os dinamarqueses, igualmente campeões olímpicos, chegaram ao intervalo a vencer já por quatro bolas de diferença (16-12) e aproveitaram essa vantagem para alargarem a diferença ao longo da segunda metade, fixando-a em seis golos no final.
Este foi o quarto título mundial para a Dinamarca, o quarto seguido, depois das conquistas em 2019, 2021 e 2023, frente a uma Croácia que procurava o seu segundo título, depois de se sagrar campeã em 2023, quando a prova foi organizada em Portugal.
JOGO DE APURAMENTO DO TERCEIRO E QUARTO LUGARES:
– Domingo, 02 fev (Unity Arena, Oslo, Noruega):
França – Portugal, 35-34
FINAL
– Domingo, 02 fev (Unity Arena, Oslo, Noruega):
Croácia – Dinamarca, 26-32
Dinamarca vence o Mundial 2025
Com Agência Lusa.
Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
Ouça aqui:
Os ‘lobos’ não se livraram, no entanto, de algum sobressalto nos momentos finais, mas somaram mesmo o ponto de bónus ofensivo graças a uma diferença de três ensaios (6-3), apontados por Joris Moura (02, 60 minutos), Rodrigo Marta (09, 47), Vincent Pinto (30) e José Rebelo de Andrade (36).
Samuel Marques somou 10 pontos, em cinco transformações e assegurou a diferença no marcador, frente a uma Bélgica que conseguiu três toques de meta, por Florian Remue (20), Maximilien Hendrickx (40+3) e Jean-Baptiste Declercq (77), todos transformados por Hugo de Francq, que juntou ao pecúlio três penalidades (17, 26, 64).
Para ‘carimbar o passaporte’ para a Austrália, Portugal precisa, agora, de vencer apenas mais um dos próximos dois encontros do Grupo B do Rugby Europe Championship 2025 (REC25): contra a Alemanha, dia 09, novamente no Estádio do Restelo, ou na Roménia, uma semana depois, em 15 de fevereiro.
Ainda assim, o resultado foi claramente mais saboroso do que a exibição dos ‘lobos’, que acabaram o encontro em aparente desvantagem física frente aos belgas, mas tiveram o mérito de, com o ‘coração’, salvar dois ensaios com bola presa nos instantes finais da partida.
Após o sexto ensaio português, que colocou Portugal a vencer por 40-20, nada fazia prever que os ‘diabos negros’ pudessem reentrar na discussão do encontro, mas aparentaram melhor condição física nos últimos 20 minutos, aqueles que costumam ser decisivos nos jogos equilibrados.
Valeu, por isso, a vantagem conseguida na primeira hora de jogo, onde foram conseguindo capitalizar algumas boas jogadas à mão, que deixaram no ar algum ‘perfume’ do que encantou o mundo no Mundial de França2023, e aproveitar alguns erros infantis dos belgas nos seus últimos cinco metros.
A entrada forte de Portugal, com os primeiros ensaios de Moura e Marta, parecia querer afastar ‘fantasmas’ da derrota (10-6) de há um ano, em Mons, mas nas primeiras vezes que a Bélgica visitou a área de 22 metros portuguesa conseguiu sempre pontuar e foi para o intervalo claramente dentro do resultado (26-20), apesar de Vincent Pinto (30) e José Rebelo de Andrade (36) também terem cruzado a linha.
Os ‘bis’ de Marta e Moura, nos primeiros 20 minutos da segunda parte, pareciam ter colocado um ponto final na história do jogo (40-20), mas Portugal acabou por permitir aos belgas reentrarem na discussão.
Valeu, nos minutos finais, o ‘coração’ a defender a cinco metros da linha, evitando, com bola presa, dois ensaios dos belgas, que deixam Lisboa sem qualquer ponto e, por isso, com a vida mais complicada no que diz respeito ao apuramento para o Mundial.
Com este resultado, Roménia e Portugal lideram o Grupo B do REC25, ambos com cinco pontos, enquanto Bélgica e Alemanha não somaram qualquer ponto na primeira jornada.
Jogo no Estádio do Restelo, em Lisboa.
Portugal – Bélgica, 40-30.
Ao intervalo: 26-20.
Com Agência Lusa.
Dino, o companheiro com quem vivia e com quem partilhava o amor por Portugal e pela rádio, diz que “tenho a alegria de anunciar a morte do cancro, mas nesta luta de 4 anos, a Maria perdeu a vida”. Acompanharam-na também nestes últimos momentos de vida, a filha e o filho.
Maria de Fátima Sampaio animou durante muitos anos programas de rádio em língua portuguesa em várias rádios de Reims e de Fismes, promovendo assim a música e a língua portuguesa.
Criou o programa “Bom Dia Portugal” na rádio Soleil Media, depois passou para a rádio Phare, para a rádio Primitive e finalmente para a rádio Graffiti. Sempre acompanhada por Dino, o casal percorria mais de 150 quilómetros por semana para apresentarem programas em duas línguas – português e francês – e na resposta de um, percebia-se a pergunta do outro.
Maria de Fátima Sampaio foi também, durante alguns anos, membro do Conselho Consultivo do Consulado Geral de Portugal em Paris.
Natural do concelho de Carrazeda de Ansiães, morou na região parisiense, antes de se mudar para a região de Laon.
A direção da Rádio Alfa e todos os seus colaboradores apresentam as mais sinceras condolências a toda a família e amigos.
Com Lusojornal
Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa « saúda a libertação de Ofer Kalderon, cidadão luso-franco-israelita », referindo que tinha sido « capturado pelo Hamas há mais de um ano » e « agora poderá, finalmente, reunir-se com a sua família ».
« Que esta libertação seja mais um passo para a concretização do cessar-fogo e a cessação permanente do conflito na região », acrescenta o chefe de Estado, na mesma nota.
O luso-franco-israelita Ofer Kalderon foi um dos três reféns libertados hoje pelo Hamas, no quadro de um acordo de cessar-fogo em Gaza.
Quando foi anunciado esse acordo, Marcelo Rebelo de Sousa manifestou « a esperança de que o cessar-fogo seja efetivo e contribua para um acordo de paz duradouro no respeito das populações, da lei internacional, das resoluções das Nações Unidas, nomeadamente o estabelecimento de dois Estados », Israel e Palestina.
Depois de ter sido feito refém no ataque do Hamas de 07 de outubro de 2023, Ofer Kalderon, de 54 anos, obteve a nacionalidade portuguesa, pela sua origem sefardita, com um pedido de urgência na análise do seu processo, por razões humanitárias.
Os seus dois filhos foram libertados em novembro de 2023.
Em reação à libertação do luso-franco-israelita, o Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou hoje, numa mensagem na rede social X, que partilhava « o imenso alívio e alegria » dos familiares, « após 483 dias de um inferno inimaginável ».
Com Agência Lusa.
A seleção portuguesa, que marcou presença pela primeira vez nas meias-finais de um mundial, chegou ao intervalo a perder já por quatro golos (20-16), tendo a atual tricampeã mundial aumentado a diferença progressivamente na segunda parte, que fechou com uma vantagem de 13 golos.
No domingo, Portugal, que já assegurou a sua melhor classificação de sempre em mundiais, vai defrontar, igualmente em Oslo, a França, no embate que vai definir o terceiro posto e que antecede a final, a disputar entre Dinamarca e Croácia.
MEIAS-FINAIS:
– Quinta-feira, 30 jan (Arena Zagreb, Croácia):
MF1: França – Croácia, 28-31
– Sexta-feira, 31 jan (Unity Arena, Oslo, Noruega):
MF2: Dinamarca – Portugal, 40-27
JOGO DE APURAMENTO DO TERCEIRO E QUARTO LUGARES:
– Domingo, 02 fev (Unity Arena, Oslo, Noruega):
França – Portugal, 15:00
FINAL
– Domingo, 02 fev (Unity Arena, Oslo, Noruega):
Croácia – Dinamarca, 18:00
Nota: Os três primeiros classificados de cada grupo da fase preliminar qualificam-se para a ronda principal, enquanto os quartos e últimos posicionados são relegados para a disputa da Taça Presidente. Na ronda principal, os dois primeiros classificados de cada grupo apuram-se para os quartos de final.







