SÍNTESE: Sporting e Braga mantêm distâncias em campeonato com novo líder

O Sporting de Braga e o Sporting sairam hoje vencedores e mantiveram o terceiro lugar da I Liga separado do quarto por três pontos, numa 24ª jornada em que ganharam terreno ao FC Porto, graças ao Benfica, novo líder do campeonato.

Já depois de saber do regresso do Braga às vitórias – 2-1 na visita ao Rio Ave – o Sporting bateu em casa o Portimonense por 3-1, um dia após ao triunfo do Benfica no Dragão, por 2-1, que provocou a mudança no topo da classificação

Em Lisboa, os ‘leões’ pareciam ter resolvido cedo o encontro, com tentos de Diaby, de cabeça aos 10 minutos, e Raphinha, com remate entre o guarda-redes e o poste, aos 11, contudo o tento de Paulinho, com remate cruzado aos 30, devolveu os algarvios ao jogo.

A partida só ficou decidida ao minuto 90, com penálti convertido por Bruno Fernandes, que atingiu os 12 golos no campeonato.

Com o 49 pontos, o Sporting continua na quarta posição, a três do Sporting de Braga e agora a oito do FC Porto, enquanto saiu do ‘clássico’ no comando, com 57, mais dois do que os atual campeão nacional.

O Portimonense continua o pior período da época, com cinco derrotas nas últimas seis jornadas, mas manteve o décimo lugar, com 28 pontos, os mesmos do Rio Ave, nono.

O Sporting de Braga esteve em desvantagem em Vila do Conde frente ao Rio Ave, contudo a expulsão de Jambor (56) revelou-se decisiva na sua recuperação, consumada já na compensação, com golo de Wilson Eduardo, aos 90+1.

Carlos, aos 49, rematou à entrada da área para o 1-0, contudo Paulinho empataria aos 77, num jogo em que os ‘arsenalistas’ quebraram um ciclo de derrotas, com o Sporting (3-0) e o Belenenses (2-0) para a Liga, e com o FC Porto (3-0) para a Taça de Portugal.

O Belenenses goleou o lanterna-vermelha Feirense por 4-0, com golos do brasileiro Jonatan Lucca (05), Kikas (34 e 67) e Licá (84).

Os lisboetas são sétimos com os mesmos 36 pontos do Vitória de Guimarães, que é sexto e tem menos um jogo, enquanto o Feirense permanece no 18.º e último posto, com 14 pontos, após a sexta derrota seguida e sem vencer desde a segunda jornada.

Desportivo de Chaves e Santa Clara empataram 0-0, num desafio em que os insulares foram melhores na primeira parte e os transmontanos na segunda.

Os açorianos continuam no oitavo lugar, com 31 pontos, enquanto os flavienses, mais penalizados, ocupam a 17.ª e penúltima posição, com 20, a quatro da salvação.

A ronda encerra na segunda-feira, com a receção do Vitória de Guimarães ao Marítimo, 15.º, com 24 pontos.

Alfa/Lusa.

Marselha vence St Etiènne por 2-0, Mario Balotelloi marca e… partilha nas redes sociais

O Marselha recebeu e venceu o St. Étiènne por 2-0, no jogo que encerrou a jornada 27 da Ligue 1.

Os golos foram apontados por Mario Balotelli (12’) e Thauvin (21’), mas o grande destaque vai para o irreverente avançado italiano, que ao colocar o Marselha na frente do marcador pegou no telemóvel e gravou o festejo com os restantes colegas.

O vídeo, aliás, foi rapidamente publicado nas suas contas pessoais.

https://twitter.com/FinallyMario/status/1102336499171971072

MIGUEL CARDOSO JÁ NÃO É TREINADOR DO CELTA DE VIGO

Num curto comunicado, o Celta de Vigo anunciou o despedimento do treinador português Miguel Cardoso.

O clube espanhol agradeceu o trabalho feito pelo treinador e pela sua equipa técnica e deixou desejos de «êxitos futuros» ao técnico português.

https://twitter.com/RCCelta/status/1102296938391703554

 

 

Sporting vence Portimonense (3-1) e continua a três pontos do Braga na I Liga

O Sporting venceu hoje em casa o Portimonense, por 3-1, em jogo da 24ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e manteve-se a três pontos do Sporting de Braga, terceiro classificado.

No Estádio José Alvalade, em Lisboa, Diaby, aos 10 minutos, Raphinha, aos 11, e Bruno Fernandes, aos 90, de grande penalidade, marcaram para o Sporting, que vinha de um empate a zero na visita ao Marítimo, enquanto Paulinho fez o golo do Portimonense, aos 30.

Com 49 pontos, os ‘leões’ permanecem no quarto lugar, a três do Sporting de Braga, que hoje bateu o Rio Ave (2-1), e a oito do FC Porto, que no sábado foi derrotado em casa pelo Benfica (2-1), cedendo a liderança por dois pontos aos ‘encarnados’.

O Portimonense, que acumula cinco derrotas nas últimas seis jornadas, conservou o décimo lugar, com 28 pontos.

 

Resultados da 24ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 01 mar:

Desportivo das Aves – Boavista, 2-0 (0-0 ao intervalo)

– Sábado, 02 mar:

Nacional – Tondela, 3-2 (1-1)

Moreirense – Vitória de Setúbal, 1-1 (1-1)

FC Porto – Benfica, 1-2 (1-1)

– Domingo, 03 mar:

Desportivo de Chaves – Santa Clara, 0-0

Belenenses – Feirense, 4-0 (2-0)

Rio Ave – Sporting de Braga, 1-2 (0-0)

Sporting – Portimonense, 3-1 (2-1)

– Segunda-feira, 04 mar:

Vitória de Guimarães – Marítimo, 21:15

 

Programa da 25ª jornada (horas de Paris):

– Sexta-feira, 08 mar:

Desportivo de Chaves – Rio Ave, 21:30

– Sábado, 09 mar:

Marítimo – Moreirense, 16:30

Sporting de Braga – Vitória de Guimarães, 19:00

Boavista – Sporting, 21:30

– Domingo, 10 mar:

Portimonense – Nacional, 16:00

Santa Clara – Desportivo das Aves, 16:00

Vitória de Setúbal – Tondela, 18:30

Feirense – FC Porto, 21:00

– Segunda-feira, 11 mar:

Benfica – Belenenses, 21:15

 

Alfa/Lusa.

Atletismo/Europeus: Nélson Évora medalha de prata no triplo salto

Nelson Évora conquistou hoje a medalha de prata no triplo salto dos Campeonatos da Europa de atletismo de pista coberta, em Glasgow, na Escócia.

Com um salto de 17,11 metros, o seu melhor registo da época, o saltador português conseguiu a sua 11.ª medalha em grandes competições e finaliza a época como o terceiro melhor europeu do ano em pista coberta.

O vencedor do concurso foi o azeri Nazim Babayev, com 17,29 metros, que assim sucede a Évora, campeão de 2015 e 2017.

A medalha de bronze foi conquistada pelo alemão Max Hess, com 17,10 metros.

A lista dos melhores do ano fecha com o português Pedro Pichardo em primeiro (17,32), que ainda não pode competir oficialmente por Portugal, Babayev e Évora no ‘top-3’.

Alfa/Lusa.

“Caro Conan Osiris, não cantes para o apartheid israelita!”

“Conan Osiris, não cantes para o apartheid israelita!” – pedem o SOS Racismo, as Panteras Rosa (Frente de Combate à LesBiGayTransFobia) e o Comité de Solidariedade com a Palestina. As três organizações apelam a Conan Osiris para que não vá a Telavive em representação de Portugal na Eurovisão

Numa longa carta assinada pelas três organizaçõe, estas sublinham que “Israel não é um país normal” e que “a escassos minutos de onde terá lugar o Festival, Israel mantém um cerco ilegal a 1.8 milhão de palestinianos em Gaza, negando-lhes os direitos mais básicos. As condições de vida criadas por Israel são de tal forma desesperantes que as Nações Unidas declararam Gaza “inabitável”.”

“Cerca de 140 artistas europeus, incluindo vários finalistas do Festival da Eurovisão e o vencedor de 1994, subscreveram o boicote ao Festival da Canção de 2019 em Israel através de uma declaração publicada no jornal The Guardian”, lê-se no comunicado.

As três organizações signatárias juntam-se ao apelo de artistas palestinianos para o boicote e ao movimento internacional de BDS – Boicote, Desinvestimento, Sanções – que denuncia o uso da cultura por Israel como instrumento de propaganda para branquear a sua imagem. Este é uma forma não-violenta de pressão para que Israel respeite os direitos humanos da população palestiniana.

Leia aqui o texto completo da carta:

Caro Conan Osiris,

Este ano tencionas participar no Festival da Canção da Eurovisão, que terá lugar em Telavive, Israel.

Enquanto activistas pelos direitos humanos e apoiantes do povo palestiniano na sua luta contra a opressão e a colonização, gostaríamos com esta carta de te informar melhor sobre o país anfitrião da final da Eurovisão e o apelo dos artistas palestinianos ao boicote do evento.

Israel não é um país normal. A escassos minutos de onde terá lugar o Festival, Israel mantém um cerco ilegal a 1.8 milhão de palestinianos em Gaza, negando-lhes os direitos mais básicos. As condições de vida criadas por Israel são de tal forma desesperantes que as Nações Unidas declararam Gaza “inabitável”.

Israel massacrou 62 palestinianos em Gaza, incluindo seis crianças, apenas dois dias depois da vitória de 2018 na Eurovisão em Lisboa. Naquela mesma noite, Netta Barzilai realizou um concerto de comemoração em Telavive e disse: « Temos um motivo para estarmos felizes ».

Também a escassos minutos de Telavive, 2.7 milhões de palestinianos da Cisjordânia vivem aprisionados por um muro de apartheid ilegal. Israel continua a expandir a sua colonização na Cisjordânia, com o intuito de expulsar mais famílias palestinianas, entregando assim as terras e casas confiscadas a colonos israelitas.

Este estado de apartheid, dentro de Israel ou nos territórios ocupados, acaba de ser legitimado pela aprovação no parlamento israelita da “Lei do Estado-Nação do povo judeu”. Uma lei que declara a superioridade racial de israelitas judeus e condenada pela União Europeia, incluindo Portugal.

Assim como os artistas tiveram um papel histórico e decisivo na luta contra o apartheid sul-africano, recusando-se a tocar em Sun City, artistas de todo o mundo se juntaram ao boicote cultural a Israel, em resposta ao apelo palestiniano, recusando-se a branquear a imagem do país com o prestigioso Festival da Canção e eventos semelhantes.

Cerca de 140 artistas europeus, incluindo vários finalistas do Festival da Eurovisão e o vencedor de 1994, subscreveram o boicote ao Festival da Canção de 2019 em Israel através de uma declaração publicada no jornal The Guardian. Entre eles, o músico australiano Nick Seymour, o coreógrafo belga Alain Platel, o actor dinamarquês Jesper Christensen, o dramaturgo judeu Moni Ovadia, o compositor catalão Lluís Llach, o músico norueguês Moddi, o coro esloveno ŽPZ Kombinat, o actor norte-americano Alia Shawkat, bem como cineasta vencedores do Festival de Cannes (Alain Guiraudie, Ken Loach, Mike Leigh, Eyal Sivan e Aki Kaurismäki).

Em Novembro, um conjunto de figuras portuguesas apelou à RTP para não participar nesta edição do Festival. Alexandra Lucas Coelho (escritora), Joana Villaverde (artista plástica), Francisca Cortesão (cantora), João Grosso, Maria do Céu Guerra e Manuela Freitas (atores), Teresa Dias Coelho (pintora), Susana Sousa dias (cineasta), Nuno Lobito (fotógrafo), José Mário Branco (músico) e Tiago Rodrigues (diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II) são alguns dos signatários.

Mais recentemente, um conjunto de artistas britânicos juntou a sua voz ao crescente coro para um boicote do Festival da Canção, entre eles os Wolf Alice, a Vivienne Westwood, o Peter Gabriel e o Roger Waters dos Pink Floyd.

Temos consciência de que para ti a participação na Eurovisão é a realização de um sonho e o fruto de um trabalho importante. Mas pedimos que a tua participação não se faça à custa da liberdade e dos direitos humanos do povo palestiniano.

Caso sejas escolhido para representar Portugal no Festival da Canção, terás a oportunidade de fazer história, e de tomares uma decisão de coragem e princípio, recusando-te a ires para Israel e a ajudares a legitimar a opressão de todo um povo.

Se tomares essa decisão, queremos que saibas que terás não só o nosso apoio e admiração, mas também o de milhares de pessoas à volta do mundo, que apoiam este crescente movimento de liberdade, justiça e igualdade para o povo palestiniano.

Continua a cantar livremente, mas respeitando a dignidade e a liberdade do povo palestiniano!

CONAN OSIRIS, NÃO CANTES PARA O APARTHEID ISRAELITA!

Comité de Solidariedade com a Palestina

SOS Racismo

Panteras Rosa (Frente de Combate à LesBiGayTrans)

Português, « lingua de imigrante » em França

A língua portuguesa discriminada em França na reforma do Liceu e do Baccalauréat. Um problema para a relação bilateral França-Portugal. Volte a ouvir aqui a crónica de Daniel Ribeiro, na Rádio Alfa, na sexta-feira, 01:

 

Sporting de Braga conquista Mundialito de futebol de praia

O Sporting de Braga venceu hoje o Mundialito de futebol de praia, ao vencer os italianos do Catania, por 7-6, na final da competição disputada em Moscovo.

Leo Martins, no primeiro e aos sete minutos, Jordan, aos dois, Gentilin, na própria baliza, aos três, Bókinha, aos 19, Bruno Xavier, aos 24, e Filipe Silva, aos 33, marcaram os golos dos bicampeões nacionais e europeus, que se tornaram no primeiro clube português a alcançar o título mundial.

Os golos do Catania foram marcados por Jordan, na própria baliza, no segundo minuto, Bryshtel, aos 14, Lucão, aos 18, Gentilin, aos 24, Bokach, aos 31, e Zurlo, aos 33.

O Sporting de Braga sucede ao Lokomotiv Moscovo no historial do Mundialito, que foi disputado fora do Brasil pela primeira vez.

Antes, tinham erguido o troféu o Vasco da Gama, em 2011, quando bateu na final o Sporting (4-2), o Lokomotiv, em 2012 e 2017, o Corinthians, em 2013, e o FC Barcelona, 2015.

Alfa/Lusa.

«PAGÁMOS AO ÁRBITRO E DROGÁMOS OS JOGADORES DO PSG» Marc Fratani

Marc Fratani deu uma entrevista ao Le Monde onde confessou um passado de ilegalidades no Marselha. O dirigente desportivo trabalhou no emblema do sul de frança durante mais de 30 anos com o presidente Bernard Tapie.

«Num dos jogos com o Paris Saint-Germain, não posso revelar qual, subornámos o árbitro. Nesse jogo também acabámos por utilizar Haldol para drogar jogadores. Colocámos numas garrafas de água que sabíamos que eles iam beber no balneário», começou por revelar.

Fratani falou ainda de uma partida frente ao Rennes, em que os jogados adversários adormeceram na viagem para o Estádio, devido ao cansaço extremo que sentiam. Isto depois de todos terem bebido o mesmo sumo de laranja durante a concentração no hotel.

Recorde-se que o Marselha atingiu o ponto alto do futebol europeu durante o reinado de Bernard Tapie, chegando mesmo a vencer uma Liga dos Campeões em 1993. No entanto, o emblema do sul de França foi apanhado num esquema de corrupção durante essa temporada, acabou por ser despromovido à segunda divisão.

Alfa/aBola/Le Monde.

Atletismo/Europeus: Patrícia Mamona quarta e Susana Costa quinta no triplo salto

As portuguesas Patrícia Mamona e Susana Costa terminaram hoje nas quarta e quinta posições, respetivamente, ambas com 14,43 metros, da final do triplo salto dos campeonatos da Europa de atletismo em pista coberta, em Glasgow, na Escócia.

Patrícia Mamona (Sporting), que defendia a medalha de prata conquistada em 2017, conseguiu a melhor marca na primeira das seis tentativas, ficando a um centímetro do recorde nacional, que a própria melhorou em fevereiro, seguindo-se dois nulos e ainda saltos de 14,29, 14,39 e 14,21.

Susana Costa melhorou a sua melhor marca pessoal ao igualar Mamona no segundo salto, depois de ter começado a final com um nulo.

Depois, a saltadora da Academia Fernanda Ribeiro não conseguiu melhor do que 14,21 na quinta tentativa, num concurso em que registou outro nulo e ainda 14,04 e 14,10.

A espanhola Ana Peleteiro conquistou o título europeu, ao saltar 14,73, estabelecendo o novo recorde de Espanha na especialidade, quer em pista coberta ou ao ar livre.

Os restantes lugares do pódio foram alcançados pela grega Paraskevi Papahrístou, com 14,50, e pela ucraniana Olha Saladukha, com 14,47.

Alfa/Lusa.