Desculpem, fiz as compras de Natal na Amazon

A Amazon, as compras de Natal, Davos, os multimilionários, os mais pobres e os tempos modernos. Volte a ouvir aqui a crónica desta sexta-feira de Ricardo Figueira, jornalista da Euronews, em Lyon:

 

Donald Trump põe fim temporário ao ‘shutdown’ sem ter dinheiro para o muro

O Presidente norte-americano assinou hoje uma legislação que permite o financiamento das estruturas governamentais até 15 de fevereiro, permitindo a sua reabertura após um ‘shutdown’ de 35 dias, o mais longo da história.

Donald Trump tomou a decisão sob uma crescente pressão e um alargamento de situações de rutura de funcionamento, designadamente em aeroportos e serviços fiscais, mas sem conseguir obter o dinheiro para financiar o muro que pretende na fronteira com o México.

O recuo de Trump ocorreu no 35.º dia do encerramento parcial de vários serviços do governo, quando se acumulavam várias situações de disfuncionalidade, como os atrasos crescentes nos aeroportos, e se tornava a passar pela situação de não pagamento dos salários a mais de 800 mil funcionários públicos.

A reabertura acordada entre democratas e republicanos e promulgada por Trump é de apenas três semanas, até 15 de fevereiro, data em que o Presidente quer ver negociado um acordo que inclua dinheiro para o muro.

Alfa/Lusa.

Naomi Osaka conquista segundo torneio do ‘Grand Slam’ consecutivo

A tenista japonesa Naomi Osaka, quarta do ‘ranking’ mundial, conquistou hoje o segundo torneio do ‘Grand Slam’ consecutivo, ao impor-se na final do Open da Austrália, face à checa Petra Kvitova, sexta.

Depois de ter fechado o ano passado com a vitória no Open dos Estados Unidos, Osaka, de 21 anos, impôs-se em três ‘sets’, pelos parciais de 7-6 (7-2), 5-7 e 6-4, num embate que durou duas horas e 27 minutos.

Com a vitória em Melbourne, a japonesa, que desperdiçou três ‘match points’ consecutivos no nono jogo do segundo ‘set’, vai assumir na segunda-feira a liderança do ‘ranking’ mundial, o que acontece pela primeira vez na sua carreira.

Por seu lado, Kvitova perdeu a sua primeira final de um ‘major’, depois de dois triunfos na relva de Wimbledon, em 2011 e 2014.

Alfa/Lusa.

Língua portuguesa. Lusodescendentes pedem « verdadeira campanha de promoção » em França

Lusodescendentes estão reunidos em Paris para a segunda edição dos Estados Gerais da Lusodescendência. Reuniões decorrem na Casa de Portugal da Cidade Universitária de Paris. O embaixador de Portugal em França, Jorge Torres Pereira, considerou a iniciativa importante. « É crucial a mobilização de esforços para que a língua portuguesa ganhe efetivamente a ‘batalha do paradigma’ e deixe de ser vista como uma língua de uma comunidade, ‘une langue d’immigration’, assumindo o seu lugar natural entre as línguas a serem aprendidas pelas crianças e jovens em França », afirmou o diplomata.

Confira aqui os objetivos e o programa dos « Estados Gerais »:

Comunicado da associação CAP MAGELLAN: 

No seguimento dos Primeiros Estados Gerais da Lusodescendência (EGL) que decorreram a 28 e 29 de janeiro de 2017, no quadro dos 25° aniversário,  e culminaram com a assinatura de uma Carta de compromisso por todas as estruturas presentes em prol de campanhas nacionais abordando vários temas como a participação cívica,  o recensamento eleitoral e a promoção da língua portuguesa, a Cap Magellan propõe os Segundos Estados Gerais da Lusodescendência, a decorrer nos próximos dias 26 e 27 de janeiro de 2019.

Os  1os EGL, evento único, reuniram as diferentes realidades dos lusodescendantes, lusófonos e lusófilos, dirigentes associativos, professores, estudantes, empresários, responsáveis políticos e oficiais, com o objetivo de criar uma rede capaz de promover a divulgação da língua portuguesa, reforçar a participação cidadã, dar a conhecer e divulgar a cultura através dos intercâmbios, do turismo sustentável e dos investimentos. O sucesso dos 1os Estados Gerais vem, entre outros, da forte representação das principais estruturas que atuam diariamente para os benefícios da comunidade lusófona em França. Um conjunto de entidades dinâmicas lutando pelas mesmas causas, tornou-se então consciente da sua existência e reuniu-se.

Assim, participaram nesta primeira edição 185 estruturas associativas e representantes do corpo docente da França, mas também de Portugal, Luxemburgo e Bélgica. Uma rede nasceu. A estes actores damos o nome de “Rede dos Estados Gerais da Lusodescendência” e que aguarda agora o lançamento de verdadeiras campanhas nacionais. A primeira dessas vai dizer respeito à promoção da língua portuguesa.

Os Estados Gerais da Lusodescendência ocorrem de dois em dois anos, baseado numa lógica de trabalho em rede, em torno destas campanhas nacionais. O formato mantêm-se idêntico e realizar-se-á na Casa de Portugal da Cidade universitária de Paris:

  •   sábado 26 de janeiro e domingo 27 de janeiro, de manhã: reunião e animação da rede dos Estados gerais da lusodescendência (mais de 180 estruturas de todo o território representando as associações mais importantes e os estabelcimentos de ensino da língua portuguesa) para a preparação e o lançamento de uma verdadeira campanha de promoção da língua portuguesa em França, com uma lógica plurianual e lançada por toda a rede;
  • domingo 27 de janeiro à tarde: uma animação musical intimista e privada com artistas lusófonos.

CGD denunciou Sócrates e deu origem à Operação Marquês

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) denunciou José Sócrates, em abril de 2013, de “um esquema” segundo o qual “recebeu de forma indireta” mais de meio milhão de euros, notícia hoje o semanário Expresso. Segundo este jornal, ao denunciar Sócrates a CGD motivou a Operação Marquês.

Expresso avança que investigação ao ex-primeiro-ministro começou com relatório enviado em 2013 pela Caixa à PJ. Nele, o banco dizia que Sócrates usaria a conta da mãe como “conta de passagem”.

Extrato do trabalho publicado este sábado na edição semanal do Expresso pelo jornalista Micael Pereira:

« Investigação secreta. Sócrates foi denunciado pela CGD.

500 páginas de uma investigação anterior ao processo judicial só agora são conhecidas. Caixa deu primeiro alerta sobre esquema de recebimento de dinheiro de Sócrates em abril de 2013. A informação prestada pelo banco público foi além do mero reporte de uma transação suspeita e continha já a base do que veio a tornar-se a Operação Marquês. Instrução do caso começa segunda-feira e pode demorar um ano. Operação Marquês tem 53 mil páginas e 13,5 milhões de ficheiros informáticos

O Expresso foi analisar as versões integrais de dois processos administrativos (PA) que foram feitos antes sequer de haver autos, no âmbito da lei de prevenção de branqueamento de capitais, e revelam que foi a Caixa Geral de Depósitos (CGD) que denunciou Sócrates em abril de 2013. O relatório da CGD descreve como Sócrates recebeu três transferências de 100 mil euros cada — em junho, agosto e setembro de 2012 — vindas de uma conta detida pela mãe, mas que na verdade tiveram “origem numa conta sediada no BES, titulada por Carlos Manuel Santos Silva”.

Sócrates nunca apareceu referenciado, mas o facto de a transação suspeita envolver Santos Silva fez com que o procurador Rosário Teixeira determinasse a 17 de julho de 2013 que fosse integrado no PA principal, o 806/2013. Dois dias depois começava a Operação Marquês. »

Venezuela. Portugal com Macron, Merkel e Sanchez no ultimato a Maduro.

França, Espanha e Alemanha dão oito dias a Maduro para marcar eleições. Se não o fizer, os três países  reconhecem Guaidó como presidente interino. Na Venezuela residem cerca de 300.000 portugueses ou lusodescendentes. MNE português, Augusto Santos Silva, confirma ao Expresso a sintonia com Espanha, Alemanha e França. A posição conjunta ainda não foi alcançada, mas os objetivos da União Europeia já estão traçados.

Alfa/com Lusa, Expresso e outras fontes

Ultimato foi anunciado por Macron, Sánchez e Merkel e é possível que esta posição antecipe uma nova tomada de posição da União Europeia sobre a situação política na Venezuela.

Os três líderes europeus deram com efeito neste sábado oito dias a Nicolás Maduro para convocar eleições “transparentes”, caso contrário reconhecem Juan Guaidó como Presidente interino.

Numa sessão oficial no palácio da Moncloa, sede do Governo espanhol, o primeiro-ministro Pedro Sanchez sublinhou que Guaiadó deve liderar a transição para eleições livres na Venezuela, enquanto máximo representante da Assembleia Nacional venezuelana.

Emmanuel Macron optou pela rede social Twitter para passar a mesma mensagem: « O povo venezuelano deve poder decidir livremente o seu futuro. Se não forem anunciadas eleições em oito dias, poderemos reconhecer [Juan] Guaidó como ‘presidente interino’ da Venezuela para implementar esse processo político. Trabalhamos em conjunto com os nossos aliados europeus », anunciou o chefe do Governo francês.

A Alemanha acaba de anunciar a mesma possição através de um comunicado do Governo, citado pela agência France Press.

Recorde-se que, já na sexta-feira, o chefe da diplomacia portuguesa, Augusto Santos Silva, deixou claro que ou Nicolás Maduro aceita realizar “eleições livres no mais breve prazo possível”, ou a União Europeia (UE) reconhecerá que só Juan Guaidó o pode fazer.

“Se Nicolas Maduro mantiver a intransigência e se recusar a participar nesta solução de transição pacífica, isso significa que mais ninguém poderá contar com ele […] deixará de ser interlocutor válido” para a comunidade internacional, disse Santos Silva em Lisboa.

O ministro sublinhou que, a ser assim, isso significa “o reconhecimento de que só a Assembleia Nacional e o seu presidente estarão em condições de conduzir o processo eleitoral”.

Recorde-se que líder do parlamento venezuelano, Juan Guaidó, autoproclamou-se na quarta-feira Presidente interino da Venezuela.

A Venezuela, país onde residem cerca de 300.000 portugueses ou lusodescendentes, enfrenta uma grave crise política e económica que levou 2,3 milhões de pessoas a fugir do país desde 2015, segundo dados da ONU.

 

Criança encontrada sem vida 13 dias após queda num poço em Málaga

Espanha. Equipas resgatam Julen sem vida 13 dias após queda num poço.

Foto JON NAZCA/REUTERS

Eram 01h25 deste sábado, em Espanha, quando as equipas de resgate confirmaram o pior dos cenários: Julen, o menino de dois anos, foi encontrado morto. Estava preso no túnel com 107 metros de profundidade, onde caíu. Numa operação extremamente complexa, uma equipa de 100 operacionais esteve no terreno durante quase duas semanas a tentar resgatar o menino de dois anos que caiu num poço em Totálan, em Malága. Os pais mantiveram-se no local a acompanhar de perto os trabalhos, enquanto tentavam alimentar a mais pequena esperança de encontrar Julen com vida

Alfa/Expresso por Liliana Coelho

Foram precisos 13 dias para resgatar Julen. As autoridades espanholas anunciaram que os mineiros conseguiram alcançar finalmente esta sexta-feira o menino de dois anos que caiu num poço em Totálan, Málaga.

Numa operação de extrema complexidade, marcada por uma série de dificuldades técnicas e sem interrupções, uma equipa de 100 operacionais esteve no terreno durante quase duas semanas a tentar resgatar a criança. Os pais de Julen, José Roselló e Victoria García, mantiveram-se no local a acompanhar de perto os trabalhos, enquanto tentavam alimentar a mais pequena esperança de encontrar o filho com vida.

Com 110 metros de profundidade e cerca de 30 centímetros de largura, o poço para onde caiu Julen localiza-se numa área montanhosa de difícil acesso, o que dificultou bastante a operação. “Resgate inédito e único no mundo”, “uma obra de engenharia humanitária”, “a montanha manda no nosso trabalho”, foram algumas das considerações feitas pelos especialistas, realçando os esforços hercúleos envolvidos na operação, que idealmente exigiam, no mínimo, meses de análise e estudos prévios por parte de empresas de engenharia.

OPERAÇÃO EM CONTRARRELÓGIO

Ao segundo dia, as autoridades começaram a traçar três hipóteses para salvar o pequeno Julen. Em contrarrelógio, a Guardia Civil decidiu experimentar ao mesmo tempo as três técnicas com vista a aumentar as hipóteses de encontrar a criança com vida. Uma deles passava por extrair areia do poço, enquanto outra consistia em abrir um buraco paralelo ao existente, de forma a evitar que a criança pudesse ser soterrada e a última técnica passava por abrir outro buraco, a partir da mesma boca do poço.

Entretanto, as autoridades, conseguiram encontrar um saco de guloseimas que a criança trazia consigo na altura da queda e pouco depois localizaram cabelos no interior do poço, cujo exame de ADN comprovou pertencerem a Julen.

Após a avaliação das três técnicas, as autoridades decidiram-se pela abertura de um túnel lateral e horizontal de cerca de 80 metros para tentar alcançar a zona onde se encontrava a criança, acreditando que esta seria aquela que implicava menos riscos. Mas as sucessivas dificuldades – nomeadamente as formações rochosas do terreno e um erro de cálculo do diâmetro do furo – obrigaram as equipas a recuar, por diversas vezes, atrasando os trabalhos antes de abrirem um novo túnel.

Só ao décimo dia, os mineiros se preparavam para avançar com a etapa final do resgate. Contudo, um novo obstáculo voltou a atrasar a operação. E só entre esta quinta e sexta-feira, os oito elementos da Brigada de Salvamento Mineiro das Astúrias avançaram para o interior do túnel para escavar manualmente os últimos quatro metros de uma galeria vertical até ao local onde caiu Julen. “A fase mais crítica”, segundo o comandante da operação. Mas a extrema dureza do terreno obrigou a quatro microexplosões, que voltaram a atrasar a operação, antes de os mineiros resgatarem Julen.

No local, esteve cerca de uma centena operacionais apoiados por várias máquinas, da Corporação de Bombeiros, Proteção Civil, Equipa de Resgate na Montanha de Álora e Granada, Brigada de Salvamento Mineiro das Astúrias, mergulhadores e especialistas de empresas de engenharia nacionais e internacionais.

QUASE DUAS SEMANAS DE ANGÚSTIA

Para a família foram quase duas semanas de angústia. Acompanhados por uma equipa de psicólogos, José Roselló e Victoria García estiveram sempre na pequena localidade de Totálan, com cerca de 700 habitantes, recebendo diariamente millhares de mensagens de apoio após o incidente que ocorreu no dia 13 de janeiro.

Foi por volta das 14h locais (13h em Lisboa) desse domingo, que Julen caiu num poço ilegal em Totálan quando se dirigia com a família para a casa de um familiar que vivia na zona. Iam preparar paella para o almoço. Os pais dizem que só se aperceberam da queda do filho quando o ouviram chorar por breves instantes.

Nestes dias ali se mantiveram à espera de um ‘milagre’. Um milagre que não aconteceu quando, em 2017, José Roselló e Victoria García perderam o filho mais velho, de três anos, que caiu inanimado no passeio marítimo de Palo, na sequência de um problema cardíaco. E o fim trágico voltou a repetir-se. O chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, já enviou as condolências à família.

Leonardo Jardim regressa ao Mónaco

Leonardo Jardim volta ao comando do Mónaco e assina até 2021

Leonardo Jardim volta ao comando do Mónaco e assina até 2021

Foto: SEBASTIEN NOGIER

O treinador português Leonardo Jardim assinou contrato com o Mónaco por duas épocas e meia.

O técnico regressa ao comando dos monegascos quase quatro meses depois de ter abandonado a equipa.

O Mónaco é atualmente o penúltimo classificado da liga francesa de futebol.

Em comunicado divulgado na página oficial na internet, o clube do Principado anuncia que o treinador luso, de 44 anos, celebrou contrato até junho de 2021 e “iniciará funções, juntamente com a sua equipa técnica, no domingo”.

O Mónaco já tinha anunciado ter cessado o vínculo com o francês Thierry Henry, que tinha substituído Jardim em outubro de 2018.

https://twitter.com/AS_Monaco/status/1088897057757294598

Alfa/Lusa.

« La Chambre de Pinóquia » (Lídia Martinez) na Maison du Portugal-Cité Universitaire

0
Du 18 janvier au 25 février 2019.
EXPOSITION DE LIDIA MARTINEZ 
à la Maison du Portugal André Gouveia-Cité Universitaire, 
La Chambre de Pinóquiases tableaux, dessins, broderies intimes, les objets, les céramiques…
 
                                                                      » O mundo é feito para mim.
                                                                                    Eu sou o centro da vida.
                                                                                    Eu nunca minto. « 
( ouvert de 14hs à 18h 30’).
 

“Rui Pinto é o John”. Português é a fonte dos Football Leaks

“Rui Pinto é o John”, assume o seu advogado. William Bourdon, antigo advogado de Edward Snowden e atual advogado de Rui Pinto, revela numa entrevista concedida à revista alemã Der Spiegel que o português detido na Hungria na semana passada é o John, a fonte de 70 milhões de documentos partilhados com o consórcio EIC, de que o Expresso faz parte, e de todas as histórias publicadas a partir dos Football Leaks

RAFAEL BUSCHMANN, CHRISTOPH WINTERBACH E MICHAEL WULZINGER (DER SPIEGEL, CONSÓRCIO EIC)

Alfa/Expresso (extrato)

Na semana passada, a polícia de Budapeste prendeu Rui Pinto. Pode dizer-nos se existe alguma diferença entre Rui Pinto e John, o whistleblower dos Football Leaks?
Rui Pinto é o John. Dito isso, não estou a dizer que ele é o único whistleblower do Football Leaks. Ele faz parte do Football Leaks, mas há, claro, outras fontes.

Por que está a revelar a sua identidade agora?
A prisão trouxe-lhe muito stress e, depois de recuperar disso, ficou claro para ele que tinha de confirmar o facto de que é o John. Ele precisava de um pouco de tempo para isso, o que é compreensível. Ter sido preso e ter sido quase extraditado foi devastador para ele e para a sua família. Além disso, imediatamente após a sua detenção, ele foi apresentado pelos media portugueses simplesmente como um hacker, quando ele é um whistleblower relevante.

Em que condições se encontra o seu cliente? Como é que ele lidou com os acontecimentos dos últimos dias?
Tive a oportunidade de estar com os pais dele, que apoiam totalmente o filho. Eles estão, obviamente, assustados com toda a cobertura mediática. Tivemos uma reunião intensa para prepararmos a sua defesa. Estou convencido de que ele tem agora uma equipa jurídica internacional muito forte e competente, dedicada a defendê-lo. Acreditamos que podemos reunir argumentos fortes e convincentes. Claro que não somos ingénuos. Considero que este é um caso histórico e sem precedentes para a Europa. Baseia-se no contraste entre as acções agressivas das autoridades portuguesas, por um lado, e o interesse de várias autoridades [de outros países] em obter o seu testemunho e acesso a todos os dados e discos rígidos para poderem ser usados nas suas investigações criminais.

Continue a ler em expresso.pt