Cerca de 10 mil portugueses saíram da Venezuela

Portugueses da Venezuela. Informação oficial do secretário de Estado das Comunidades

Cerca de 10 mil portugueses regressaram da Venezuela

Foto: ANTÓNIO SILVA

Alfa/Lusa

Cerca de 10 mil portugueses e lusodescendentes saíram da Venezuela para Portugal, seis mil dos quais para a Madeira, tendo ainda sido registados fluxos significativos para Espanha e América Latina, disse ontem, dia 7,  o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

Em declarações aos jornalistas em Sardoal (Santarém), onde presidiu à inauguração do Gabinete de Apoio ao Emigrante (GAE), José Luís Carneiro referiu que « o pico » de chegadas a Portugal ocorreu em 2017, entre agosto e o final do ano, com um novo pico registado a partir de julho de 2018.

« Na Venezuela temos 179 mil portugueses e lusodescendentes registados nos postos consulares, sendo que no Censos de 2011 da Venezuela estão identificados 37 mil emigrantes » portugueses, disse José Luís Carneiro, dando conta que, entre 2015 e 2018, « entre cinco a 10 mil portugueses saíram da Venezuela para outros países da América Latina, « cerca de quatro mil dirigiram-se para Espanha », por « razões linguísticas », e « cerca de 10 mil regressaram a Portugal », a maioria desde o ano passado.

O governante aludiu a dados de um « relatório de janeiro » passado, segundo o qual a Região Autónoma da Madeira terá recebido « cerca de seis mil portugueses e lusodescendentes » e o continente « entre três a cinco mil, o que dará « cerca de 10 mil que regressaram da Venezuela ».

A estes números, observou, há que acrescentar « cerca de cinco mil venezuelanos que vieram com familiares portugueses ou pela situação lá vivida, e que estão em processo de obtenção de nacionalidade e autorização de residência ».

José Luís Carneiro disse ainda que o Governo tem vindo a « reforçar os Gabinetes de Apoio ao Emigrante, nomeadamente na região Centro e região Norte, onde há maior incidência no regresso de cidadãos » com origem na Venezuela.

Segundo o governante, « as maiores necessidades continuam a ser as ligadas à identidade e à nacionalidade dos cônjuges, esposas ou maridos, filhos ou netos que têm de obter documento de identificação, cartão de cidadão e depois obtenção da nacionalidade portuguesa, ou autorizações de residência, para as quais têm vindo a ser tomadas medidas de agilização », numa « resposta integrada » de vários ministérios do Governo português.

A crise política na Venezuela agravou-se em 23 de janeiro, quando o líder da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, se autoproclamou Presidente da República interino e declarou que assumia os poderes executivos de Nicolás Maduro.

Guaidó, 35 anos, contou de imediato com o apoio dos Estados Unidos e prometeu formar um governo de transição e organizar eleições livres.

Nicolás Maduro, 56 anos, no poder desde 2013, recusou o desafio de Guaidó e denunciou a iniciativa do presidente do parlamento como uma tentativa de golpe de Estado liderada pelos Estados Unidos.

A maioria dos países da União Europeia, entre os quais Portugal, reconheceram Guaidó como Presidente interino encarregado de organizar eleições livres e transparentes.

A repressão dos protestos antigovernamentais desde 23 de janeiro provocou já 40 mortos, de acordo com várias organizações não-governamentais.

Esta crise política soma-se a uma grave crise económica e social que levou 2,3 milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, segundo dados da ONU.

Na Venezuela, antiga colónia espanhola, residem cerca de 300.000 portugueses ou lusodescendentes, estando « 179 mil portugueses e lusodescendentes registados nos postos consulares », segundo dados do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

Os portugueses de França e Nossa Senhora de Fátima. Opinião, por Carlos Pereira

Os portugueses adoram a nossa senhora de Fátima e há estátuas por todo o lado em França. E são eles que dinamizam muitas paróquias neste país. Volte a ouvir aqui a crónica desta quinta-feira de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal:

Polémica luso-espanhola sobre comemorações dos 500 anos da primeira volta ao mundo

Foi o português Fernão de Magalhães que iniciou a primeira circum-navegação ao mundo, em 1519, mas foi o espanhol Sebastián Elcano que a concluiu em 1522, após a morte do navegador português. Espanhóis acusam Portugal de desvalorizar o papel do espanhol. O 500º aniversário da partida da viagem comemora-se este ano. É a « eterna luta entre espanhóis e portugueses ». Eis um dos artigos que escreveu sobre o assunto o Diário de Notícias (leia e veja tudo, incluindo ilustrações, em dn.pt, texto de Céu Neves) sobre a polémica:

« Há 500 anos, Elcano foi a quinta escolha para completar volta ao mundo »

O diário espanhol ABC volta à carga sobre a alegada desvalorização que Portugal faz do envolvimento do espanhol Sebastián Elcano na volta ao mundo iniciada por Fernão Magalhães há 500 anos. E cita as declarações do historiador José Manuel Garcia ao DN, há 15 dias.

O jornal espanhol ABC voltou a acusar Portugal de estar a « monopolizar » as comemorações dos 500 anos da primeira circum-navegação ao mundo, iniciada por Fernão de Magalhães em 1519 e concluída por Sebastián Elcano, em 1522, após a morte do navegador português. Segundo o jornal, o papel do espanhol Elcano na viagem não está a ser devidamente enaltecido em Portugal.

Desta vez, para sustentar essa ideia, o ABC deu destaque a declarações que o historiador José Manuel Garcia fez ao DN. Num artigo publicado a 19 de janeiro, intitulado « Portugal acusado de tentar eliminar Espanha da primeira volta ao mundo« , o historiador afirmou que Sebastián Elcano « fez o feito de dar a volta completa ao mundo ilegalmente », já que na viagem de regresso a Espanha teve de usar a rota do cabo da Boa Esperança, contra indicações expressas do rei espanhol Carlos V.

« As palavras do historiador português José Manuel Garcia surpreenderam pela sua contundente etnocentrismo. Segundo ele, os espanhóis ‘desesperaram’, quando Fernando de Magalhães morreu antes de fazer o caminho de volta e tiveram que recorrer à proposta portuguesa de regressar pelo Cabo de Boa Esperança. ‘Foi uma questão circunstancial’, conclui o polémico intelectual », escreve esta terça-feira o ABC.

O diário critica, também, o primeiro-ministro português « por juntar mais achas para a fogueira ». Em causa um artigo de opinião de António Costa publicado no Le Monde Diplomatique, em que referiu o ano de 2019 « dará uma oportunidade única de celebrar os dois vínculos [dos países ibero-americanos] através do programa das Comemorações do V Centenário da circum-navegação sob a direção de Fernão de Magalhães (2019-2022), navegador que ligou os nossos dois continentes e os seus dois oceanos, deixando o seu nome na geografia desses lugares e um legado de abertura do mundo ao conhecimento mútuo », transcreve.

Sublinha o ABC que, mais uma vez, é Portugal a brilhar à custa da eliminação do papel de Elcano. Outro exemplo negativo que o jornal dá é a candidatura a património da UNESCO da Rota de Magalhães, uma das iniciativas inseridas no V Centenário. Protesta, também, contra o governo espanhol por não se insurgir contra tal atitude.

« Ninguém tinha o objetivo de dar volta ao mundo »

O historiador português diz ao DN não compreender a reação do jornal, sublinhando que as suas afirmações baseiam-se em factos. « Ninguém está a tirar o mérito a Sebastián Elcano, mas não foi ele quem dirigiu de início a expedição, só o fez nos últimos meses e foi a quinta escolha. Aliás, nem ele, nem Fernão de Magalhães tinham o objetivo de dar a volta ao mundo ».

Explica: « É necessário compreender a circunstância de Fernão de Magalhães, ao conceber e iniciar, em 1519, a sua grande viagem para ocidente, pretender chegar apenas às Molucas, na Ásia, sem ter como objetivo uma circum-navegação. Com efeito, Fernão de Magalhães nunca deu a entender, de forma alguma, ser essa a sua vontade, pois o projeto que alimentou consistia em ir às Molucas por uma via ocidental ». José Manuel Garcia acrescenta: « O navegador, ao querer voltar às ilhas por ocidente, depois de lá ter estado em 1512, sabia que iria fazer a segunda parte de uma volta do mundo mas de forma indireta, sem ter a preocupação de fazer uma volta ao mundo direta e completa ».

Já o grande mérito e feito de Juan Sebastián Elcano « foi o de concluir a primeira volta ao mundo depois de ter passado a comandar a nau Victoria após a morte de sucessivos comandantes desse navio. Com grande esforço ele comandou o regresso a Espanha dos sobreviventes da expedição, completando assim a primeira volta ao mundo em continuidade. Só o fez porque teve de seguir, como último recurso, a bem conhecida rota do cabo da Boa Esperança, a qual, por ser portuguesa, lhe estava oficialmente interdita pelo seu soberano Carlos V, e por isso, como já atrás sublinhámos, cometeu então uma ilegalidade, contra a qual D. João III muito se insurgiu, em 1522 ».

José Manuel Garcia frisa ainda que aqueles factos estão provados através das ordens de proibição dadas por Carlos V, « e, nesse sentido, Elcano completou a volta ilegalmente ».

« Eterna luta entre espanhóis e portugueses »

A terminar, sublinha que « o mais importante é que Fernão de Magalhães foi o primeiro homem a dar dado uma volta ao mundo mas não consecutiva, pois deu-a em duas etapas ». A primeira etapa entre 1505 e 1513 foi de Lisboa às Molucas, na segunda etapa, entre 1519 e 1521, foi foi de Sanlúcar de Barrameda às Filipinas.

Também o El País escreveu recentemente sobre a participação de Fernão Magalhães e de Sebastián Elcano na primeira volta ao mundo, caracterizando-a « como a eterna luta entre os espanhóis e os portugueses ».

E a ministra do Mar, na apresentação do programa das comemorações do V Centenário, há uma semana, sublinhou que a candidatura da primeira volta ao mundo a património da humanidade da UNESCO será apresentada por Portugal e Espanha. Ana Paula Vitorino justificou com o facto de a viagem ter sido iniciada por um português e terminada por um espanhol.

Corpo retirado do avião no Canal da Mancha é de Emiliano Sala

Corpo retirado do avião no Canal da Mancha é de Emiliano Sala: O futebolista argentino, que voava de Nantes para Cardiff, estava desaparecido desde 21 de janeiro.

A polícia de Dorset confirmou que o corpo resgatado do avião que caiu no Canal da Mancha era do futebolista argentino Emiliano Sala, avança o “The Guardian”.

« O corpo que foi transportado hoje para Portland Port foi formalmente identificado como sendo do futebolista profissional Emiliano Sala », pode ler-se num tweet da polícia de Dorset. « As famílias do senhor Sala e do piloto David Ibbotson foram informadas. Os nossos pensamentos mantêm-se com eles. »

 

Carlos do Carmo anuncia que vai abandonar os palcos

« O mais considerado fadista português fará os seus últimos concertos em novembro, em Lisboa e no Porto », escreve a BLITZ.

Carlos do Carmo, que a 21 de dezembro completa 80 anos, anunciou hoje em comunicado que vai abandonar os palcos.

Os seus últimos concertos irão acontecer a 2 de novembro no Coliseu do Porto e a 9 de novembro no Coliseu dos Recreios.

O fadista é um grande amigo da Rádio Alfa e de muita gente nesta casa.

França e Itália à beira da crise de nervos por causa dos Coletes Amarelos

França chama seu embaixador em Itália a Paris depois de « ataques sem precedentes ». MNE francês considerou “provocação inaceitável” encontro entre vice-PM italiano e “coletes amarelos” franceses.

O ministério francês dos Negócios Estrangeiros deploa as « acusações repetidas » e « declarações ultrajantes » da parte de Roma.

A França chamou o seu embaixador na Itália para consultas face a « uma situação grave » que « não tem precedentes desde o fim da guerra », anunciou nesta quinta-feira, 7, a porta-voz do MNE.

“O senhor [Luigi] Di Maio, que tem responsabilidades governamentais, deve ter o cuidado de não minar, através das suas repetidas ingerências, as relações bilaterais”, informou o MNE francês. Na véspera, o líder do Movimento Cinco Estrelas manifestara apoio à lista dos “gilets jaunes” para as eleições europeias. “O vento da mudança atravessou os Alpes”, afirmou

“Esta nova provocação é inaceitável entre países vizinhos e parceiros no seio da União Europeia (UE). O senhor Di Maio, que tem responsabilidades governamentais, deve ter o cuidado de não minar, através das suas repetidas ingerências, as nossas relações bilaterais, tanto no interesse da França como da Itália”, acrescentou o Quai d’Orsay.

Na véspera, o líder do movimento italiano Cinco Estrelas reuniu-se com o porta-voz dos “coletes amarelos”, Christophe Chalençon, e com Ingrid Levavasseur, que lidera uma das listas do movimento de protesto antigovernamental francês às eleições de maio para o Parlamento Europeu.

Herrera evita nos descontos derrota FC Porto em Moreira de Cónegos

Um golo de Herrera, aos 90+2 minutos, evitou a derrota do FC Porto em casa do Moreirense, em jogo da 21ª jornada da I Liga de futebol, que terminou igualado 1-1.

A equipa de Moreira de Cónegos adiantou-se no marcador aos 79 minutos, pelo uruguaio Texeira, mas os ‘dragões’ ainda conseguiram evitar a derrota, através de um tento do mexicano Herrera, aos 90+2.

Com este empate, o FC Porto conservou a liderança, agora com 51 pontos, mais quatro do que o Benfica, segundo, enquanto os ‘cónegos’ são quintos com 35.

Programa da 21ª jornada (Horas de Paris):

– Sexta-feira, 08 fev:

Moreirense – FC Porto, 1-1

– Sábado, 09 fev:

Marítimo – Desportivo das Aves, 16:30

Portimonense – Rio Ave, 19:00

Tondela – Vitória de Guimarães, 21:30

– Domingo, 10 fev:

Sporting de Braga – Desportivo de Chaves, 16:00

Boavista – Santa Clara, 16:00

Benfica – Nacional, 18:30

Feirense – Sporting, 21:00

– Segunda-feira, 11 fev:

Vitória de Setúbal – Belenenses, 21:15

Alfa/Lusa.

Portugal mantém sexto lugar e Qatar com a maior subida no ranking da FIFA

O top 10 da FIFA não sofreu alterações. A Bélgica está no topo da tabela, seguida por França, segunda colocada, Brasil, Croácia, Inglaterra, Portugal, Uruguai, Suiça, Espanha e Dinamarca.

Portugal manteve o sexto lugar do ranking de seleções de futebol da FIFA, divulgado esta quinta-feira, que continua a ser liderado pela Bélgica e no qual o Qatar protagonizou a maior subida, depois de ter vencido a Taça Asiática.

Numa tabela que não sofreu alterações no ‘top 10’, a Bélgica lidera, com um ponto de vantagem sobre a França, segunda colocada, seguida do Brasil, terceiro, Croácia e Inglaterra, quarto e quinto classificados, respetivamente.

O Irão, que até à semana passada foi orientado pelo português Carlos Queiroz, subiu do 29.º para o 22.º posto, depois de ter chegado às meias-finais da Taça Asiática, nas quais foi afastado pelo Japão, que subiu 23 posições, até ao 27.º lugar.

O Qatar protagonizou a maior ascensão da tabela, ao subir 35 posições, para o 55.º lugar, depois de se ter sagrado, pela primeira vez, campeão asiático de futebol, depois de ter derrotado na final o Japão, por 3-1.

A Coreia do Sul, orientada por Paulo Bento, que foi eliminada pelo Qatar nos quartos de final da Taça Asiática, subiu do 53.º para o 38.º lugar.

O Burkina Faso, treinado por Paulo Duarte, ocupa o 62.º lugar, Cabo Verde, de Rui Águas, está no 74.º, e Moçambique, de Abel Xavier, no 116º.

‘Ranking’ da FIFA a 7 de fevereiro:

1. (1) Bélgica, 1.727.

2. (2) França, 1.726.

3. (3) Brasil, 1.676.

4. (4) Croácia, 1.634.

5. (5) Inglaterra, 1.631.

6. (6) Portugal, 1.614.

7. (7) Uruguai, 1.609.

8. (8) Suíça, 1.599.

9. (9) Espanha, 1.591.

10. (10) Dinamarca, 1.589.

(…)

38. (53) Coreia do Sul, 1.451.

62. (61) Burkina Faso, 1.371.

74. (72) Cabo Verde, 1.325.

116. (117) Moçambique, 1.167.

118. (120) Guiné-Bissau, 1.158.

125. (125) Angola, 1.131.

183. (183) Macau, 925.

185. (185) São Tomé e Príncipe, 920.

196. (196) Timor-Leste, 900.

 

https://twitter.com/fifacom_fr/status/1093435956940718080

 

 

Alfa/Lusa.

 

Corpo recuperado no interior de avião que transportava Emiliano Sala

As equipas de regaste recuperaram na quarta-feira um corpo do interior do avião que transportava o futebolista Emiliano Sala, que desapareceu do radar em 21 de janeiro, no Canal da Mancha, anunciou a investigação britânica de acidentes aéreos (AAIB).

“Em condições difíceis, a AAIB e os seus funcionários especializados conseguiram recuperar o corpo que tinha sido visto no interior dos destroços. A operação decorreu com a maior dignidade possível e as famílias foram sendo informadas dos progressos”, refere em comunicado.

O avião que transportava o jogador argentino de 28 anos desapareceu dos radares em 21 de janeiro, pelas 20:00, quando o futebolista argentino e o piloto David Ibbotson, de 59 anos, seguiam viagem de Nantes para Cardiff, onde o jogador era esperado no dia seguinte para treinar no seu novo clube.

No domingo, os destroços da aeronave foram localizados por uma equipa de busca privada comandada pela família Sala e, no dia seguinte, um corpo foi localizado na aeronave.

O avião foi encontrado no Canal da Mancha a cerca de 20 quilómetros a norte de Guernsey, perto da zona da sua última transmissão.

“O corpo está a ser transportado para a ilha de Portland », acrescentou a AAIB, sem indicar a identidade, acrescentando que as tentativas para recuperação dos destroços falharam, com as operações a serem afetadas pelo mau tempo.

Sala, que havia assinado por três anos e meio, foi a maior transferência já feita pelo clube galês, que atualmente luta para se manter na ‘Premier League’, a divisão maior em Inglaterra.

O argentino iniciou a carreira nos portugueses do FC Crato e representou também o Bordéus, o Orleáns, o Chamois Niortais e o Caen. O atleta tinha sido treinado por Sérgio Conceição, atual técnico do FC Porto, no Nantes, no qual foi companheiro de Sérgio Oliveira, na altura emprestado pelos ‘dragões’.

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Fernando Gomes reeleito para o Comité Executivo da UEFA

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, foi hoje reeleito para um mandato de quatro anos no Comité Executivo da UEFA, que integra desde 2013, tornando-se o dirigente português com maior longevidade no organismo.

O vice-presidente da UEFA recebeu 45 votos, entre 53 válidos, no 43º congresso da UEFA, que decorre em Roma, sendo reeleito ao lado do húngaro Sándor Csányi e do croata Davor Suker, tendo-se registado ainda as entradas do espanhol Luis Rubiales, do dinamarquês Jesper Moller Christensen, do albanês Armand Duka, do cazaque Kairat Boranbayev, do ucraniano Andrii Pavelko. A francesa Florence Hardouin foi eleita por quota obrigatória reservada a mulheres.

Fernando Gomes, que foi cooptado para o Comité Executivo em 2013 e eleito dois anos depois, é o quarto português no órgão de cúpula da UEFA e será, no final do mandato, o que mais tempo terá permanecido no cargo, que também já foi ocupado por Cazal-Ribeiro (1968), Silva Resende (1984) e Gilberto Madaíl (2007).

No 43.º congresso ordinário do organismo de cúpula do futebol europeu, o líder da FPF desde 2011 poderá ainda ser eleito para o Conselho da FIFA, um cargo que já ocupa desde 2017.

Alfa/Lusa.