Sporting goleia Nacional depois de recuperar de dois golos de desvantagem

 O Sporting venceu hoje em casa o Nacional por 5-2, depois de ter estado a perder por 2-0, na 13ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, mantendo-se no segundo lugar, a dois pontos do FC Porto.

O holandês Bas Dost, aos 35 e 87 minutos, ambos de penálti, Bruno Fernandes, aos 70 e 90+1, e o francês Mathieu, aos 75, de livre direto, marcaram para os ‘leões’, depois dos golos de João Camacho, aos seis, e do sérvio Palocevic, aos 25.

Com este triunfo, o sexto em seis jogos na ‘era’ Marcel Keiser e o sexto consecutivo no campeonato, o Sporting passou a somar 31 pontos, enquanto o Nacional, que não perdia há quatro encontros, manteve-se com 13, no 13º lugar.

Resultados da 13.ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 14 dez:

Portimonense – Vitória de Setúbal, 3-1 (2-0 ao intervalo)

Sporting de Braga – Feirense, 4-0 (3-0)

– Sábado, 15 dez:

Boavista – Tondela, 2-0 (2-0)

Desportivo de Chaves – Moreirense, 1-2 (0-0)

Desportivo das Aves – Vitória de Guimarães, 1-1 (1-1)

Santa Clara – FC Porto, 1-2 (1-1)

– Domingo, 16 dez:

Rio Ave – Belenenses, 2-2 (1-0)

Marítimo – Benfica, 0-1 (0-1)

Sporting – Nacional, 5-2 (1-2)

Alfa/Lusa.

Estrasburgo. Terrorismo. Número de mortos sobe para cinco

0

O número de vítimas mortais do atentado terrorista de terça-feira em Estrasburgo elevou-se hoje para cinco, após a morte de um dos feridos graves, um homem de nacionalidade polaca, hoje ocorrida, indicaram fontes judiciais.

“O meu irmão Barto Pedro Orent-Niedzielski acaba de nos deixar. Ele agradece-vos o vosso amor e a força que lhe deram”, escreveu na rede social Facebook o irmão do residente em Estrasburgo de 36 anos, originário de Katowice, na Polónia.

O atentado, que fez também 11 feridos, alguns dos quais se encontram ainda em estado grave, ocorreu no centro de Estrasburgo, no espaço do mercado de Natal, e o seu autor, Chérif Chekatt, de 29 anos, foi abatido na quinta-feira pela polícia, após dois dias em fuga.

Sete pessoas foram detidas e interrogadas no âmbito da investigação aberta pelo ministério público de Paris.

Os pais e dois irmãos de Chekatt foram libertados no sábado sem acusações, perante a ausência de elementos que os incriminassem, e hoje outras duas pessoas próximas do autor do ataque foram libertadas, também sem acusações, ao passo que a sétima pessoa continua detida.

Alfa/Lusa.

Benfica vence Marítimo com penálti de Jonas

O Benfica manteve-se hoje a quatro pontos do líder FC Porto, ao vencer por 1-0 no reduto do Marítimo, em encontro da 13ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Uma grande penalidade concretizada pelo brasileiro Jonas, que marcou pelo quinto jogo consecutivo no campeonato, nos descontos da primeira arte, aos 45+2 minutos, decidiu o encontro.

Os ‘encarnados’, que somaram o quatro triunfo seguido na prova e quinto – sempre sem sofrer golos – em todas as competições, passaram a somar 29 pontos, contra 30 do Sporting de Braga, segundo, e 33 do líder FC Porto.

Por seu lado, o Marítimo somou o nono jogo consecutivo sem ganhar no campeonato e 13º em jogos oficiais, mantendo-se com 11 pontos, no 15º lugar.

Resultados da 13ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 14 dez:

Portimonense – Vitória de Setúbal, 3-1 (2-0 ao intervalo)

Sporting de Braga – Feirense, 4-0 (3-0)

– Sábado, 15 dez:

Boavista – Tondela, 2-0 (2-0)

Desportivo de Chaves – Moreirense, 1-2 (0-0)

Desportivo das Aves – Vitória de Guimarães, 1-1 (1-1)

Santa Clara – FC Porto, 1-2 (1-1)

– Domingo, 16 dez:

Rio Ave – Belenenses, 2-2 (1-0)

Marítimo – Benfica, 0-1 (0-1)

Sporting – Nacional, 21:00

Alfa/Lusa.

França é campeã da Europa de andebol feminino

A França, detentora do título mundial feminino de andebol, sagrou-se campeã europeia pela primeira vez ao bater por 24-21 a campeã olímpica Rússia.

Numa reedição da final dos Jogos Olímpicos 2016, na qual a Rússia venceu a França (22-19), a seleção gaulesa vingou a derrota, após uma partida em que liderou praticamente desde o início.

A final reeditou também o jogo da primeira fase de grupos, em que a Rússia venceu a França por 26-23 e terminou na condição de líder, à frente das gaulesas, situação que se manteria na segunda fase, em que partilharam o Grupo A.

O equilíbrio foi uma constante ao longo de toda a partida, em que as francesas ficaram órfãs da sua capitã, Allison Pineau, aos 36 minutos, após ter rematado um livre de sete metros a roçar na cara da guarda-redes russa Anna Sedoykina.

O encontro terminou com o triunfo por 24-21 da França, que junta o inédito título europeu, depois de ter sido terceira classificada nas edições de 2002, 2006 e 2016, ao Mundial, conquistado em 2017, na Alemanha.

A russa Anna Vyakhireva, autora de sete golos e considerada a melhor jogadora do encontro, e a francesa Alexandra Lacrabere, com seis tentos, foram as principais marcadoras da final.

No encontro de atribuição do terceiro e quarto lugares, a Holanda venceu a Roménia, por 24-20, e terminou o Europeu2018 no terceiro lugar. A Noruega, que defendia o título, terminou na quinta posição, após derrotar a Suécia, por 38-29.

Alfa/Renascença/Lusa.

 

Pepe rescinde contrato com o Besiktas

 O futebolista internacional português Pepe rescindiu, por mútuo acordo, o contrato com o Besiktas, quarto classificado do campeonato turco, informa hoje a agência noticiosa local DHA, sem precisar o motivo da saída do defesa central.

Pepe, de 35 anos, deverá deixar a Turquia durante os próximos dias, de acordo com a mesma fonte, deixando o Besiktas com um único jogador português, o avançado Ricardo Quaresma, ao lado do qual se sagrou campeão na seleção lusa, no Europeu de 2016, em França.

O veterano defesa central termina a ligação com o clube de Istambul após uma época e meia, durante a qual participou em 52 jogos e marcou sete golos.

Pepe foi contratado pelo Besiktas em julho de 2017, após seis épocas no Real Madrid, durante as quais conquistou três edições da Liga dos Campeões, em 2014, 2016 e 2017, e três títulos de campeão espanhol, em 2008, 2012 e 201, entre outros títulos.

Alfa/Lusa.

FC Porto reforça liderança da I Liga com triunfo sobre Santa Clara

 O FC Porto reforçou hoje a liderança da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer por 2-1 no reduto do Santa Clara, depois de ter estado a perder, em encontro da 13ª jornada da prova.

O ex-portista Zé Manuel adiantou os açorianos, aos 38 minutos, mas os ‘dragões’, que somaram o sexto triunfo consecutivo no campeonato e 13º em todas as provas, responderam por intermédio do brasileiro Soares, aos 45+1, e do maliano Marega, aos 56.

Na classificação, o ‘onze’ de Sérgio Conceição voltou a contar mais três pontos do que o Sporting de Braga (4-0 ao Feirense, na sexta-feira) e passou a somar, provisoriamente, mais cinco do que o Sporting e sete em relação ao Benfica.

Resultados da 13ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 14 dez:

Portimonense – Vitória de Setúbal, 3-1 (2-0 ao intervalo)

Sporting de Braga – Feirense, 4-0 (3-0)

– Sábado, 15 dez:

Boavista – Tondela, 2-0 (2-0)

Desportivo de Chaves – Moreirense, 1-2 (0-0)

Desportivo das Aves – Vitória de Guimarães, 1-1 (1-1)

Santa Clara – FC Porto, 1-2 (1-1)

– Domingo, 16 dez:

Rio Ave – Belenenses, 16:00

Marítimo – Benfica, 18:30

Sporting – Nacional, 21:00.

Alfa/Lusa.

Coletes querem o RIC: referendo de iniciativa cidadã

A polícia conseguiu até agora, em Paris, “parquear” os manifestantes nos Campos Elísios, na Ópera e em Saint-Lazare. Há menos manifestantes em todo o país do que nos sábados anteriores, mas o movimento ainda não morreu. Há incidentes esporádicos e, agora, os coletes pedem democracia direta. Manifestações continuam esta tarde

“Coletes amarelos” concentrados em frente à Ópera de Paris, este sábado – JEFF J MITCHELL / GETTY IMAGES

Alfa/Expresso. Adaptação, por Daniel Ribeiro

A estratégia das forças da ordem, em Paris, tinha dado resultados até ao princípio da tarde. Os manifestantes — “alguns milhares”, segundo a prefeitura — foram literalmente cercadas e “parqueados” nas principais zonas em que se concentraram desde o início da manhã: nos Campos Elísios, na Ópera e em Saint-Lazare.

Verificaram-se alguns incidentes e confrontos (algumas dezenas de coletes foram detidos para averiguações), mas nada que se pareça com a violência e o vandalismo que marcou os dois últimos sábados, onde se chegou a viver “um ambiente insurrecional”, segundo a fórmula de um polícia, contatado pelo Expresso.

Mas toda a gente que este sábado saía ou entrava nessas zonas era revistada e identificada. Mesmo fora delas, como na Bastilha, onde até eu fui revistado e vi o meu nome ser registado num bloco de notas de um agente apesar de mostrado o cartão de acreditação profissional em França junto do Ministério dos Negócios Estrangeiros. A Bastilha, bem como a praça da República, são mais dois dos locais referenciados para mais manifestações esta tarde.

Os protestos continuam a decorrer este sábado em todo o país e o Governo ainda só avançou com números e estimativas parciais. No sábado passado, só em Paris, os números oficiais, ao fim do dia, apontaram para dez mil manifestantes. Hoje, o Governo aponta, às 14 horas, para um pouco mais de 2200 manifestantes em Paris e mais de 30 mil em todo o país.

Entretanto, pela primeira vez desde o início, há quase um mês, do movimento, três dos coletes mais conhecidos, do grupo de ativistas — “coletivo França em cólera” — falaram aos “coletes” e lançaram três novas reivindicações principais. Reclamaram, na praça da Ópera, através de um megafone, baixa das taxas sobre os produtos de primeira necessidade — “vestuário incluído”, sublinharam —, diminuição das “rendas”, “pensões eternas” e dos salários dos ricos e dos altos funcionários e, pediram o RIC — referendo de iniciativa cidadã.

Este último apelo à democracia direta, que visa limitar a chamada democracia representativa, era um dos mais ouvidos na concentração de mais de um milhar de coletes na praça da Ópera, em Paris, onde se verificaram alguns confrontos com a polícia.

No entanto, no resto das manifestações, na capital, a palavra de ordem mais ouvida continua a ser, neste momento, “Macron demissão”.

Neste sábado decorrem manifestações em todo o país, até agora apenas com incidentes menores.

Ninguém gosta do amarelo. Opinião. Por Ricardo Figueira

Ninguém gosta do amarelo. Salvo do dos elétricos de Lisboa e do dos ovos mexidos. Uma crónica contra os « coletes amarelos ». Volte a ouvir aqui a opinião (difundida nesta sexta-feira) do jornalista da Euronews, Ricardo Figueira:

Coletes amarelos. Ato V. Governo pede tréguas. « Polícia está cansada »

Governo pede tréguas aos ‘coletes amarelos’ na sequência do ataque jiadista em Estrasburgo e da comunicação ao país de Emmanuel Macron

Alfa/Expresso. Adaptação de um trabalho publicado este sábado na edição semanal do Expresso. Por Daniel Ribeiro

Com a morte de Cherif Chekatt, abatido pela polícia anteontem, às 21 horas, em Estrasburgo, os franceses respiraram de alívio, sobretudo os alsacianos, que não vislumbravam o regresso a uma vida calma durante as 48 horas que o “terrorista do mercado de Natal” andou em fuga. Antes de morrer, o homem que matou três pessoas e feriu 13 ainda abriu fogo contra os agentes da lei numa rua do bairro de Neudorf.

O ataque do islamita — 29 anos, 27 condenações por delitos comuns em França, na Alemanha e na Suíça —, ao início da noite de terça-feira, travou o debate que decorria no país desde o discurso do Presidente francês, na véspera. Emmanuel Macron fez cedências aos ‘coletes amarelos’.

O Governo jogou a unidade nacional contra o terrorismo e pediu aos ‘coletes’ para não saírem à rua, no chamado Ato V, hoje, o quinto sábado consecutivo de manifestações pelo aumento do poder de compra e contra as desigualdades sociais. Diversos governantes argumentaram com a segurança e o cansaço das forças policiais, que terão, a um tempo, de tentar controlar concentrações e bloqueios de estradas e prevenir ou combater eventuais novos atentados.

O movimento dos ‘coletes amarelos’ está dividido entre radicais e moderados, e o êxito do Ato V é incerto, devido ao clima sombrio que o terrorismo instalou de novo no país. O discurso de Macron teve receção positiva entre certas categorias de ‘coletes’, abrindo portas a um “diálogo social por todo o país” nos próximos meses.

MOÇÃO DE CENSURA FALHOU

Durante um debate na Assembleia Nacional, quinta-feira ao fim do dia, de uma moção de censura apresentada pelo conjunto da esquerda e apoiada pela extrema-direita (chumbada, como se previa), o primeiro-ministro assegurou que o Executivo está a avançar em duas das principais reivindicações dos ‘coletes’: justiça fiscal e poder de compra. Édouard Philippe socorreu-se do “grande debate nacional” anunciado pelo Presidente, a arrancar nas próximas semanas.

O chefe do Governo foi impreciso, contudo, no que toca ao financiamento de algumas das medidas mais importantes anunciadas por Macron — suspensão de parte das contribuições sociais dos reformados que recebem pensões até 2000 euros, aumento do salário mínimo em 100 euros e horas extraordinárias de trabalho sem imposto —, que custarão 10 mil milhões de euros ao Estado.

A esta estimativa devem somar-se pelo menos 4000 milhões de euros relacionados com o anterior recuo no aumento dos preços dos combustíveis, gás e eletricidade. Philippe disse apenas que na próxima semana serão apresentadas “medidas de poupança orçamental e receita relacionadas com as empresas”.

As principais cedências de Macron aos ‘coletes amarelos’ custarão 10 mil milhões de euros ao Estado

Também quinta-feira, em Bruxelas, Macron surgiu fragilizado perante os parceiros europeus, mas tentou tranquilizá-los sobre o prosseguimento das reformas no seu país e o respeito pelos critérios do défice na zona euro. Afirmou que não desistiu da sua ambição de “reconstruir a Europa”. Já numa reunião com deputados franceses, terça-feira, justificou a derrapagem orçamental: “Em momentos de crise, as contas são secundárias.” No discurso que fez ao país, quase pediu desculpa aos franceses por ter parecido arrogante e, aos ‘coletes’, disse: “A vossa cólera é justa.”

Em Bruxelas, o chefe de Estado francês falava aos europeus depois de ter estado dois dias consecutivos em reuniões, no Palácio do Eliseu, com banqueiros e grandes empresários. Macron e Philippe foram obrigados a recuar devido à dimensão que a revolta dos ‘coletes amarelos’ atingiu. Esperam para ver o que acontecerá nas ruas este fim de semana.

Muitos dos ativistas continuam a pedir mais: aumentos gerais dos salários e das pensões mais baixas, reposição do imposto sobre a fortuna que Macron revogou e, no campo político, introdução do sistema proporcional na lei eleitoral para as legislativas e referendos de iniciativa popular.

Depois da comunicação do Presidente e do atentado de Estrasburgo, os ‘coletes amarelos’ continuam a ser apoiados por mais de 70% dos franceses, segundo uma sondagem divulgada ontem. Todavia, o mesmo estudo indica que apenas 52% pensam que o movimento deva continuar na rua, ao passo que 48% defendem que os ‘coletes’ devem entrar em negociações.

Diversas personalidades, incluindo da direita, socialistas e sindicalistas moderados, que até agora apoiavam o protesto, pediram uma atitude “razoável”. Os ‘coletes’, que ontem continuavam a bloquear estradas, garantem que o Ato V vai acontecer. “O povo vai continuar a gritar”, afirmou um deles, numa rotunda da Bretanha. “A polícia está cansada”, reconheceu o porta-voz do Governo, Benjamin Griveaux.

Estado Islâmico reivindicou atentado de Estrasburgo

0

O autor do atentado que ocorreu na terça-feira à noite em Estrasburgo, França, no qual morreram pelo menos três pessoas, é um “soldado” do Estado Islâmico (EI), anunciou esta quinta-feira a agência de propaganda daquele grupo extremista, Amaq.

AFP/Alain JOCARD

Num comunicado da Amaq, citado pelo grupo de monitorização de redes extremistas SITE, Chérif Chekatt “fazia parte dos soldados do Estado Islâmico e conduziu esta operação em resposta ao apelo para atingir os cidadãos [dos países] da coligação internacional” que combate o EI na Síria e no Iraque.

Chérif Chekatt foi abatido esta quinta-feira à noite pela polícia francesa. A cadeia de televisão BFM-TV noticiou que Chekatt foi morto no bairro de Neudorf, onde se tinha refugiado depois do ataque que fez três mortos e 13 feridos, segundo o mais recente balanço.

A operação policial de que resultou a morte do atacante, de 29 anos, que na terça-feira à noite, abriu fogo sobre as pessoas que se encontravam no mercado de Natal de Estrasburgo, gritando « Allah Akbar! » (« Deus é grande! »), foi a segunda de ontem, após a detenção de uma quinta pessoa com ele relacionada.

Os pais do autor do tiroteio e dois dos seus irmãos tinham já sido detidos na noite de terça para quarta-feira.

Até agora, a morte de Chekatt não foi oficialmente confirmada pela polícia, embora uma fonte policial citada pela agência noticiosa francesa AFP tenha declarado: “Ele disparou sobre uma equipa de polícias de segurança pública que ripostou”.

Três dos 13 feridos do atentado saíram hoje do hospital e outros três encontram-se “entre a vida e a morte”, indicou o ministro do Interior francês, Christophe Castaner.

Mais de 700 efetivos policiais procuravam Chekatt desde o atentado e várias operações tinham já sido realizadas em Neudorf, bairro do sul de Estrasburgo onde ele cresceu.

Alfa/Lusa/AFP