Internacional sub-20 Amílcar Silva assina contrato com o Mónaco

O defesa franco-português Amílcar Silva, de 19 anos, assinou o primeiro contrato profissional com o Mónaco, até 2022, revelou hoje o clube da liga francesa de futebol, que é treinado por Leonardo Jardim.

O lateral esquerdo, de origem portuguesa e que tem dupla nacionalidade, chegou a representar a seleção francesa no escalão de sub-17, mas depois optou por Portugal, tendo sido chamado à equipa de sub-20 lusa.

Esta temporada, o defesa disputou a Youth League pela equipa de juniores do Mónaco, mas fez parte do plantel profissional em 28 de novembro, tendo mesmo integrado a convocatória para a Liga dos Campeões com o Atlético Madrid.

O clube francês tinha em outubro despedido Leonardo Jardim, face aos maus resultados da equipa, em zona de descida, mas a entrada de Thierry Henry, juntamente com o adjunto português João Tralhão, não melhorou a situação.

Leonardo Jardim, que tinha levado o clube à conquista do título francês em 2016/17, acabou por regressar na semana passada, com a equipa a reforçar-se no ‘mercado de inverno’, com as chegadas, por empréstimo, dos internacionais portugueses Gelson Martins e Adrien Silva.

https://twitter.com/AS_Monaco/status/1093074686404108289

Alfa/Lusa.

Christian de Oliveira termina prova do slalom paralelo no 19° lugar

O selecionador nacional de snowboard, Nuno Marques, disse que Christian de Oliveira, o único português a participar nos Campeonatos do Mundo, que decorre nos Estados Unidos, « fez (ontem terça-feira) história ».

O luso-australiano, de 19 anos, terminou a prova de slalom paralelo na primeira metade da tabela, no 19.º lugar, entre 53 atletas, durante os campeonatos que decorrem até 10 de fevereiro em Park City, Estados Unidos.

Na prova de slalom gigante paralelo, o representante luso, nascido na Austrália, mas filho de pai português, terminou no 35.º posto, entre 56 concorrentes.

Nuno Marques, mais conhecido como « Mancha », elogia as capacidades do snowboarder e acentua ser um atleta ainda muito novo para a disciplina em que compete, embora « com uma mente muito forte ».

« São excelentes resultados. O snowboard fez hoje história », disse « Mancha » a partir do Irão, onde acompanha o snowboarder paralímpico Pedro Herdeiro, na Taça da Ásia.

Para o selecionador português, este é « um marco histórico », por antever ser o início de um percurso promissor do luso-autraliano.

« Ele compete com atletas com uma média de idades de cerca de 30 anos e tem 19. Tenho a certeza de que estamos perante um futuro atleta olímpico, que vai trazer muitas alegrias a Portugal », realça « Mancha ».

Bom plano na Nova Zelândia:

Christian de Oliveira é o primeiro português a disputar um Mundial de snowboard e já tinha, no ano passado, sido o primeiro atleta nacional da modalidade a participar no Campeonato do Mundo de juniores, na Nova Zelândia, no qual foi nono classificado no slalom gigante paralelo.

Pedro Farromba, presidente da Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDIP), chama a atenção para Christian de Oliveira ser um dos mais jovens em prova e mostra-se « muito satisfeito » com os resultados de um atleta « com uma enorme margem de progressão ».

« Ele tem uma margem de progressão gigantesca e fez resultados que nos deixam com uma grande vontade de continuar a trabalhar. Tem tudo para ser um atleta olímpico e para ser uma figura do snowboard a nível mundial », enfatiza Pedro Farromba, em declarações à agência Lusa.

Olhos postos em Pequim2022:
Christian de Oliveira integrou a preparação olímpica em snowboard para PyeongChang2018, mas não atingiu o objetivo por pouco e tem o foco nos Jogos Olímpicos de Pequim2022.
Questionado sobre o programa de preparação olímpica, o presidente da federação informa estar ainda a aguardar que o projeto submetido e aprovado em maio de 2018 ao Comité Olímpico de Portugal seja aprovado pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ).

« É importante que estes atletas se possam preparar para os Jogos Olímpicos de 2022 e tenham um tempo de preparação que nos permita ter mais atletas e com melhores resultados », vincou o presidente da FDIP, à Lusa.

Alfa/Lusa/RTP.

PR Marcelo: « Portugal não precisa de um conflito de raças »

Presidente foi ao bairro Jamaica e Embaixador de Angola ligou para Belém a agradecer a Marcelo. Jornal de Angola pôs na capa foto do Presidente português no bairro. Marcelo, que já tinha ido almoçar com o PR de Cabo Verde e que visita Angola daqui a um mês, tenta serenar os ânimos. Portugal « não precisa de um conflito de raças ».

Alfa/Expresso. Por Angela Silva

Duramente criticada por dirigentes sindicais da polícia que não gostaram de ver Marcelo Rebelo de Sousa a confraternizar com moradores do Jamaica, a visita do Presidente da República ao problemático bairro do Seixal foi um sucesso diplomático junto das autoridades de Angola e de Cabo Verde.

O Jornal de Angola puxou para a primeira página da sua edição desta quarta-feira uma foto do Presidente português abraçado a uma residente no bairro, com o título ‘PR Marcelo visitou o Jamaica’. E o embaixador de Angola em Lisboa, apurou o Expresso, telefonou na terça-feira para o Palácio de Belém a agradecer o gesto de Marcelo junto dos moradores do bairro, onde habitam cabo-verdianos mas sobretudo angolanos.

Após os confrontos do passado dia 19 entre residentes e agentes da PSP que terminaram com cinco detidos e um polícia ferido, as autoridades de Angola e de Cabo Verde foram rápidas a reagir. Com as redes sociais em Angola a incitarem a ações de retaliação contra cidadãos portugueses que residem no país, o Ministério do Interior angolano emitiu um comunicado onde afirmava estar a « acompanhar com alguma preocupação » os acontecimentos e apelava à calma. Enquanto, em Lisboa, o embaixador tentava apurar responsabilidades.

O Presidente da República de Cabo Verde escrevia, pelo seu lado, na sua página no Facebook que estava a « procurar informações concretas » sobre os incidentes. E foi neste contexto que Marcelo Rebelo de Sousa, atento ao clima de crispação social, tratou de tentar evitar a crispação diplomática.

A caminho do Panamá, onde foi ao encerramento das Jornadas Mundiais da Juventude, Marcelo fez escala em Cabo Verde para ir almoçar com o Presidente Jorge Carlos Fonseca. Objetivo: « acalmar os ânimos », como explicou ao Expresso. No final, uma declaração conjunta dos dois PR punha a tónica no apuramento « do que se passou » mas, sobretudo, na necessidade de « não empolar, generalizando aquilo que são casos específicos ».

« Estivemos de acordo quanto à necessidade de haver serenidade para que a radicalização no tratamento da matéria não gere radicalização », afirmou o Presidente português aos jornalistas. Enquanto preparava a visita ao Jamaica.

Segunda-feira de manhã, à margem da sua agenda oficial e sem pré-aviso à comunicação social, Marcelo Rebelo de Sousa visitou o bairro do Seixal. E as fotos de amena confraternização com moradores, incluindo com Hortêncio Coxi que fontes da PSP garantiram ao Expresso já ter sido detido várias vezes por tráfico de heroína, tentativa de roubo e participação num motim contra a polícia em 2009, enfureceram dirigentes sindicais da polícia.

O Presidente foi acusado de « discriminação » por ter ido ao encontro dos moradores do Jamaica enquanto nunca recebeu os sindicatos da polícia e Marcelo veio responder. Aproveitando uma audiência que tinha no palácio de Belém, abriu as portas aos jornalistas e falou do tema sobre o qual todos o queriam ouvir.

Sem responder diretamente aos dirigentes policiais, o Presidente rejeitou a ideia de « um bairro negro contra uma polícia branca ou uma polícia branca contra um bairro negro. Nada disso ». « Colocados os dois no mesmo plano », Marcelo avisou « que a última coisa de que Portugal precisa é de qualquer tipo de comportamento que crie um empolamento artificial na sociedade e um conflito de raças ».

Quanto à selfie com Hortêncio Coxi, o Presidente diz que quando se aproxima dos portugueses não lhes pergunta pelo cadastro: « Quando ando na rua, não peço cadastro fiscal, moral ou criminal aos portugueses. É com todos », afirmou.

Biografia de C. Gulbenkian e outras novidades da Biblioteca da Fundação em Paris. Crónica

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Novidades da Biblioteca Gulbenkian de Paris. Destaque para uma nova biografia de Calouste Gulbenkian, que chegou a ser o homem mais rico do mundo. Acaba de chegar ao mercado, mas já pode requisitar gratuitamente o livro na imensa Biblioteca da Gulbenkian da capital francesa. Volte a ouvir aqui a crónica desta segunda-feira de Miguel Magalhães, diretor da delegação da Fundação na capital francesa: 

 

Macron: Dizer é fazer, mas fazer-se compreender é melhor. Opinião, por Pascal de Lima

Os três desafios de Macron para 2019. O Presidente precisa de comunicar bem. Dizer é fazer, mas fazer-se compreender é melhor. Volte a ouvir aqui a crónica desta terça-feira do economista e professor de SciencesPo, Pascal de Lima:

Portugal recebe troféu das Energias Renováveis. Ministro João Pedro Matos Fernandes, em entrevista, em direto na Alfa, dia 7, às 11h

Ministro do Ambiente e da Transição Energética recebe, na UNESCO, troféu das Energias Renováveis, este ano atribuído a Portugal.

Entrevista com o ministro, João Pedro Matos Fernandes, nesta quinta-feira, sete, às 11 horas.

A atualidade, o Clima e a importância da Transição Energética.

Entrevista, em direto na Alfa, quinta-feira, 7, às 11 horas.

 

 

 

Cineasta Teresa Villaverde: retrospectiva integral no centro Pompidou, em Paris

« Teresa Villaverde vai ter retrospectiva integral no Pompidou » – informa o jornal Público.

« O centro de artes parisiense vai revisitar a filmografia da cineasta portuguesa, de A Idade Maior a O Termómetro de Galileu. Programa da integral inclui uma masterclass e um novo filme, encomendado pelo próprio Pompidou », acrescenta o diário português.

Foto . Público
DR

Uma retrospectiva integral para ver, no Centre Georges Pompidou, de 14 de Junho a 1 de Julho.

« O programa prevê também a estreia de um novo filme, encomendado pelo próprio centro, sobre o qual não há ainda informações disponíveis », acrescenta o Público.

No total serão projetados 15 filmes da realizadora de « Os mutantes », « Colo » e de « Transe ».

Pelo menos 10 mortos num incêndio em Paris. Uma mulher detida. Pista criminosa evocada

Um violento incêndio destruiu um prédio de habitação no bairro número 16, em Paris.

 

10 mortos e 36 feridos, seis deles bombeiros, foi o balanço provisório fornecido pelas autoridades a meio da manhã.

 

O fogo deflagrou durante a noite de segunda para terça-feira e apenas foi extinto já de manhã.
Vários residentes refugiaram-se no telhado deste prédio de oito andares localizado num dos bairros mais caros e mais luxuosos de Paris.
Les sapeurs-pompiers étaient encore déployés sur les lieux du sinistre à 5 heures ce mardi matin pour finir de le maîtriser. AFP/Geoffroy Van der Hasselt
Desconhece-se a origem do incêndio.
Autoridades confirnaran esta manhã que uma mulher que habitava no prédio foi detida e que a pista criminosa « é possível ».
A mulher estava em estado de ebriedade e, quando foi presa, estava a incendiar um automóvel, justicando o seu gesto devido a um conflito com um vizinho.
O incêndio ocorreu no 17 bis rue Erlanger e apenas foi declarado controlado às 7 horas, menos uma hora em Portugal continental.
Alguns das vítimas morreram quando saltaram pelas janelas para fugir às chamas muito violentas.
A meio da manhã ainda continuavam buscas nos escombros.

Entretanto, foi aberto um inquérito por “destruição voluntária pelo fogo resultando em morte”, informa o Ministério Público da capital francesa.

Os bombeiros apenas conseguiram dar o incêndio como controlado após cinco horas de combate às chamas.

Governo admite base aérea de Monte Real (Leiria) como aeroporto civil

Governo admite base aérea de Monte Real como aeroporto civil

« O governo assume pela primeira vez, em público, a possibilidade de a base aérea de Monte Real poder vir a ser utilizada como aeroporto civil para passageiros », escreve o JE.

Cristina Bernardo

Eis a notícia, importante para Leiria e toda a região centro:

O Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, surpreendeu, ao emitir um comunicado esta quinta-feira ao final do dia, reveland0 a ocorrência de uma reunião sobre a possibilidade de utilização civil da Base de Monte Real. Ou seja, sobre a possibilidade de essa infraestrutura passar a ser utilizada como um aeroporto para o tráfego de passageiros.

“Representantes dos ministérios da Defesa Nacional e do Planeamento e Infraestruturas reuniram-se com o presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria, com o qual fizeram um ponto de situação relativo ao estudo sobre a utilização civil da Base Aérea de Monte Real”, adianta a nota do ministério liderado por Pedro Marques.

Segundo esse comunicado, “esta reunião, foi analisado o trabalho já realizado e equacionadas as próximas etapas do mencionado estudo”, sem adiantar quaisquer pormenores. Presume-se que a reunião tenha ocorrido ontem, mas o comunicado não esclarece que detalhes foram discutidos com o preisdnete da CIMRL, Raul Castro.

O Ministério do Planeamento e das Infraestruturas acrescenta apenas que, “em julho de 2018, a CIM da Região de Leiria entregou ao Governo um estudo sobre a utilização civil da Base Aérea de Monte Real, tendo os ministérios da Defesa Nacional e do Planeamento e Infraestruturas assumido o compromisso de analisar o documento, em articulação com as estruturas intermunicipais”.

Desde essa altura, o Jornal Económico tentou várias vezes obter um comentário do ministério liderado por Pedro Marques, sem qualquer resultado prático. Aliás, o assunto foi desvalorizado pelos responsáveis do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas nesses diversos contactos.

O PNI – Plano Nacional de Investimentos 2030, recentemente apresentado pelo Governo, e agora em em discussão na Assembleia da República, não contempla qualquer possibilidade de investimento na base aérea de Monte Real e na sua transformação em aeroporto civil.

Em julho de 2018, os responsáveis da CIM da Região de Leiria, incluindo diversos autarcas, consideraram que esta era a melhor solução para complementar a oferta do aeroporto da Portela, em detrimento do Montijo.

A transformação da base aérea do Montijo em aeroporto civil complementar ao aeroporto Humberto Delgado foi a opção escolhida pelo Governo, mas as vozes discordantes estão a subir de tom, e ainda falta a aprovação, incontornável, por parte da Agência Portuguesa do Ambiente para que este empreendimento possa seguir em frente.

Esta semana ocorreu um acidente entre um avião da Força Aérea e uma ave no estuário do Tejo, sublinhando alguns dos obstáculos que os ambientalistas apontam para esta localização do aeroporto complementar à Portela.

O ano ainda agora começou e já morreram 9 mulheres em Portugal vítimas de violência doméstics

Desde o início do ano já morreram nove mulheres vítimas de violência doméstica

Alfa/Sol/JN

Já foram assassinadas nove mulheres desde o início do ano em contexto de violência doméstica, números preocupantes dado que estamos apenas em fevereiro.

Segundo o Jornal de Notícias, o primeiro caso remonta a 5 de janeiro, em Lagoa, no Algarve. Um casal foi encontrado morto em casa. Acredita-se que Nuno Guerreiro terá assassinado a companheira, Lúcia Rodrigues, suicidando-se de seguida com a mesma arma.

Apenas dois dias depois, nos Açores, um homem de 52 anos matou a cunhada, de 46 anos, à pancada. Em causa estaria uma disputa pela habitação que pertencia à mãe do homicida.

O mesmo jornal escreve que o terceiro homicídio por violência doméstica registado em Portugal em 2019, acontecia a 11 de janeiro. Vera Silva foi encontrada morta na própria casa, no Pragal, vítima de espancamento.

No mesmo dia, no Alandroal, um homem, de 83 anos, matava a mulher e a cunhada. Depois do crime, o suspeito tentou suicidar-se, mas foi encontrado ainda com vida. Acabou por morrer já no hospital.

A 17 de janeiro, em Oeiras, um homem de 72 anos matou a mulher, de 71 anos, com um tiro de caçadeira e suicidou-se no apartamento onde ambos residiam há cerca de 40 anos.

27 de janeiro, Santarém. Uma mulher de nacionalidade brasileira, de 48 anos, foi encontrada num cenário sangrento numa habitação. Além de agredida com violência, a vítima foi degolada. Na origem do crime terão estado negócios de prostituição.

No último dia dos mês de janeiro, dia 31, em Moimenta da Beira, um homem era detido suspeito de matar à facada a namorada de 25 anos e acabou por confessar a autoria do crime.

Esta segunda-feira, 4 de fevereiro, uma mulher de 60 anos morreu no Seixal. Terá sido o genro a deferir duas facadas sobre a vítima.