O líder FC Porto empatou hoje 2-2 na visita ao Benfica, na 25ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, num jogo em que esteve a vencer por dois golos de diferença, mas permitiu a recuperação dos ‘encarnados’.
No Estádio da Luz, em Lisboa, os ‘dragões’ inauguraram o marcador com um golo do dinamarquês Froholdt, aos 10 minutos, e ampliaram a vantagem com um tento do polaco Pietuszewski, aos 40, mas os ‘encarnados’ responderam na segunda parte, com golos do norueguês Schjelderup, aos 69, e do luxemburguês Leandro Barreiro, aos 88.
Com este resultado, aliado ao empate do Sporting na visita a Braga (2-2), o FC Porto lidera o campeonato com 66 pontos, mantendo quatro pontos de vantagem sobre o Sporting, segundo, e sete em relação ao Benfica, terceiro e que continua invicto na I Liga.
Resultados da 25ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:
Passagem de Nível, magazine de informação na Rádio Alfa com coordenação e apresentação de Artur Silva, aos domingos entre as 12h-14h.
Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h.
Ou aqui:
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Passagem de Nível com Artur Silva – em estúdio Métin Yavuz (DVD) Presidente da ´Mairie’ de Valenton (94). Eleições municipais em França 15 e 22 de março.
Os Bandidos do Cante e o tema “Rosa” foram hoje os vencedores da final do Festival da Canção 2026 e vão representar Portugal no 70º Festival Eurovisão da Canção, na Áustria, e no qual irão participar 35 países.
A canção foi a mais votada, tendo alcançado 22 pontos, entre 12 pontos do público e 10 do júri.
Em segundo lugar ficou o tema “Jurei”, de Dinis Mota, enquanto a canção “Fumo”, do grupo Nunca Mates o Mandarim, conseguiu a terceira classificação.
A edição portuguesa deste ano do festival, que decorreu no sábado nos estúdios da Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, no concelho de Oeiras (Lisboa), contou com dez canções a concurso, selecionadas em duas semifinais.
Os Bandidos do Cante vão agora representar Portugal no 70.º Festival Eurovisão da Canção, marcado para maio, na Áustria.
A edição portuguesa deste ano ficou marcada pela polémica em torno da participação de Israel no Festival da Eurovisão, o que fez com que alguns dos participantes tivessem anunciado que caso ganhassem não representariam Portugal.
Anteriormente, numa publicação nas redes sociais, Os Bandidos do Cante referiram que, “se um dia o público e o júri” entendessem que a canção que apresentam devia vencer, iriam “representar Portugal com responsabilidade, respeito e dignidade”.
A Áustria venceu o 69.º Festival Eurovisão da Canção, que aconteceu em Basileia, na Suíça, com o tema “Starmania”, interpretada por JJ, numa edição em que Portugal conseguiu o 21.º lugar, com “Deslocado” dos NAPA.
Este ano serão 35 os países a competir na Eurovisão, após desistências de Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia, devido à participação de Israel no concurso, e regressos à competição da Bulgária, Roménia e Moldávia, ao fim de três, dois e um ano de ausência, respetivamente.
Os boicotes devem-se aos ataques militares de Israel no território palestiniano da Faixa de Gaza, nos dois últimos anos, que mataram pelo menos 72 mil pessoas e foram classificados como genocídio por uma comissão internacional independente de investigação da Organização das Nações Unidas.
O Festival Eurovisão da Canção é organizado pela União Europeia de Radiodifusão (UER) em cooperação com operadores públicos de televisão de mais de 35 países, entre os quais a RTP.
O Festival Eurovisão da Canção realiza-se anualmente desde 1956 e já houve países excluídos, caso da Bielorrússia, em 2021, após a reeleição do presidente Aleksandr Lukashenko, e da Rússia, em 2022, após a invasão da Ucrânia.
Israel foi o primeiro país não europeu a poder participar, em 1973, e ganhou quatro vezes.
Portugal participou pela primeira vez no Festival Eurovisão da Canção em 1964, tendo entretanto falhado cinco edições (em 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016).
Em 2017, Portugal venceu pela primeira e única vez o concurso com a canção “Amar pelos dois”, de Luísa Sobral, interpretada por Salvador Sobral.
O Sporting de Braga e o Sporting empataram hoje 2-2, na 25ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, com os ‘arsenalistas’ a chegarem à igualdade com um golo já aos 90+6 minutos.
Em Braga, os ‘leões’ adiantaram-se no marcador com um golo de Gonçalo Inácio, aos 22 minutos, mas o Sporting de Braga chegou ao empate aos 34, por Ricardo Horta, antes de o colombiano Luis Suárez, aos 45+2, de grande penalidade, dar nova vantagem ao Sporting. Já aos 90+6, também de penálti, o uruguaio Zalazar fez o golo do empate para os bracarenses.
Com este resultado, o Sporting continua em segundo, com 62 pontos, a três do líder FC Porto e com mais quatro do que o Benfica, terceiro, equipas que se defrontam domingo no Estádio da Luz, enquanto o Sporting de Braga, que vinha de dois triunfos, continua em quarto, com 46.
Resultados da 25ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:
A seleção portuguesa feminina de futebol venceu hoje a Eslováquia por 4-0, em jogo da segunda jornada do Grupo B3, na qualificação para o Mundial de 2027, e lidera a ‘poule’ de forma isolada.
Depois do triunfo na estreia frente à Finlândia (2-0), a formação das ‘quinas’, que caiu para a Liga B ao ser quarta classificada do Grupo A3 da Liga das Nações de 2025, bateu hoje em Barcelos as eslovacas, com golos apontados por Ana Capeta, aos 19 e 44 minutos, Carolina Santiago, aos 48, e Jéssica Silva, aos 74.
Na classificação, de um grupo que qualifica os três primeiros para os play-offs e promove o primeiro à Liga A, Portugal lidera isolado com seis pontos, seguindo-se a Eslováquia e a Finlândia, ambas com três, enquanto a Letónia segue em último, ainda sem pontuar.
«Passagem de nível» na Radio Alfa, Apresentação e Coordenação de Artur Silva. Domingo dia 08 Março de 2026, Entre as 12h00 e as 14h00.
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-Le 48è Festival International de Films de Femmes de Créteil, prévu du 6 au 14 mars 2026 est reporté à une data ultérieur, selon un communiqué de l’organisation de l’évènement. La baisse des financements publics, plus de 30 % et le contexte économique, n’a pas permis la réalisation du Festival – le Conseil Départemental du Val-de-Marne a supprimer ses subventions.
-Convidada : Jackie Buet, co-fundadora e directora do Festival.
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48è Festival International de Films de Femmes de Créteil.
em colaboração com a Coordenação do Ensino português em França.
O tema deste ano « O português, língua international de comunicação e de cultura ».
Convidado : António Oliveira, secretário-geral da ADEPBA.
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Concurso Escolar 2026 : Organizado pela Adepba : Association pour le Développement du Portugais et de la lusophonie.
-Histoire de l’Afrique Lusophone (édition augmentée et actualisée) de Arnelle Enders et Michel Cahen, Editions Chandeigne & Lima (2025).
30 ans après la 1er édition il était imperatif de faire une nouvelle édition à expliqué l’historien Michel Cahen.
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Histoire de l’Afrique Lusophone (édition augmentée et actualisée).
– Fábio Lopez, fondateur, directeur artistique et chorégraphe de la compagnie Ballet Illicite, a reçu le 18 février dernier la Médaille d’or du Rayonnement culturel de la Renaissance française, dans la salle de fêtes d’Anglet (Pays Basque).
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Fábio Lopez, fondateur, directeur artistique et chorégraphe de la compagnie Ballet Illicite.
-Armande de Polignac – Piano Works, label : GRAND Piano (Naxos) en première mondiale le CD est en vente depuis le 27 février.
Bruno Belthoise (piano solo) avec João Costa Ferreira (dans les œuvres pour piano à quatre mains).
Et un Concert du cycle Musicorama – Saison 2025/2026, qui aura lieu le lundi 16 mars à 19h, à l’Ambassade du Portugal.
Ce concert, intitulé « Compositrices inspirées », proposera des œuvres d’Armande de Polignac, Michèle Reverdy. Mel Bonis et une nouvelle œuvres en création mondiale de la compositrice portugaise Inés Badalo.
Concert du cycle Musicorama – Saison 2025/2026, qui aura lieu le lundi 16 mars à 19h, à l’Ambassade du Portugal..
-Livre “FOOT MANIFESTO”,15 propositions pour sauver le balon rond, Editions Divergences (2026). Sous la direction de Mickaël Correia et Sébastien Thibault.
L’écrivain portugais António Lobo Antunes est décédé ce jeudi 5 mars. Considéré comme l’un des auteurs portugais les plus influents de la seconde moitié du XXᵉ siècle, il a été récompensé en 2007 par le Prix Camões, la plus importante récompense de la littérature lusophone. Le libraire, éditeur et traducteur, Michel Chandeigne, nous en parle.
Michel Chandeigne est l’une des figures françaises les plus engagées dans la diffusion de la culture lusophone. En 1986, il fonde à Paris la Librairie portugaise et brésilienne, à deux pas du Panthéon : aujourd’hui, l’unique librairie en France entièrement consacrée aux littératures lusophones. Six ans plus tard, il crée avec Anne Lima les Éditions Chandeigne & Lima, une maison indépendante dédiée à la littérature, aux récits de voyage et à l’histoire des mondes lusophones.
António Lobo Antunes
Parallèlement à son travail d’éditeur, Michel Chandeigne a signé ou dirigé de nombreux ouvrages et traduit près d’une quarantaine de recueils de poésie portugaise, contribuant à faire découvrir au public français des auteurs majeurs comme Fernando Pessoa, Eugénio de Andrade ou Nuno Júdice. Sous le pseudonyme de Xavier de Castro, il s’est également imposé comme un spécialiste reconnu de l’histoire des grandes explorations, notamment à travers ses travaux consacrés au voyage de Ferdinand Magellan.
Pour l’ALFA 10/13, Michel Chandeigne revient sur la vie et l’œuvre de l’écrivain portugais António Lobo Antunes, disparu jeudi à l’âge de 83 ans.
O escritor português António Lobo Antunes morreu esta quinta-feira, deixando um legado literário marcante com cerca de quatro dezenas de livros publicados. Considerado um dos autores portugueses mais influentes da segunda metade do século XX, foi distinguido com o Prémio Camões em 2007.
A primeira hora do ALFA 10/13 desta quinta-feira, 5 de março, foi totalmente dedicada ao desaparecimento de António Lobo Antunes:
António Lobo Antunes nasceu a 1 de setembro de 1942, na freguesia de Benfica, em Lisboa, no seio de uma família da alta burguesia. O pai era um reconhecido neurologista português. Frequentou o Liceu Camões e formou-se em Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa em 1969. Apesar de a escolha do curso ter sido motivada sobretudo pelo desejo de corresponder às expectativas familiares, acabaria por especializar-se em psiquiatria após regressar da guerra colonial. Pois, entre 1970 e 1973 esteve em Angola, mobilizado numa experiência que viria a influenciar profundamente a sua obra literária.
A carreira literária começou em 1979, com a publicação de Memória de Elefante e Os Cus de Judas, a que se seguiu Conhecimento do Inferno em 1980. Estes primeiros romances, fortemente autobiográficos e ligados à experiência da guerra, tornaram-se rapidamente referências na literatura contemporânea portuguesa.
Em 1981 publicou Explicação dos Pássaros, obra que aprofundava temas como a angústia humana e a complexidade psicológica das personagens, refletindo também a sua experiência como psiquiatra. O reconhecimento consolidou-se com Fado Alexandrino (1983) e, dois anos depois, com Auto dos Danados, romance que lhe valeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores.
A partir da década de 1980, os livros de Lobo Antunes começaram a ser traduzidos e publicados em vários países europeus, incluindo Espanha, França, Alemanha, Itália e Reino Unido, bem como no Brasil, Estados Unidos e Canadá. Em 1987 recebeu o Prémio Literário Franco‑Português pela tradução francesa de Os Cus de Judas, o primeiro grande reconhecimento internacional da sua carreira.
Durante vários anos, António Lobo Antunes conciliou a literatura com a prática médica no Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa. A partir de 1985 passou a dedicar-se sobretudo à escrita, embora tenha mantido durante algum tempo uma presença semanal no hospital, que dizia ser uma forma de preservar o equilíbrio mental. O escritor descrevia frequentemente a escrita como um processo exigente e solitário, insistindo que “um escritor tem de escrever” e que esse trabalho requer disciplina, humildade e persistência.
Ao longo de mais de quarenta anos publicou dezenas de romances, entre os quais As Naus (1988), Tratado das Paixões da Alma (1990), A Ordem Natural das Coisas (1992), A Morte de Carlos Gardel (1994), Manual dos Inquisidores (1996) e O Esplendor de Portugal (1997). Nos seus livros, o autor explorou frequentemente memórias pessoais e uma visão crítica da história portuguesa. Em 1999, venceu novamente o Grande Prémio de Romance da APE com Exortação aos Crocodilos. Nos anos seguintes publicou obras como Não Entres Tão Depressa Nessa Noite Escura (2000), Que Farei Quando Tudo Arde? (2001), Boa Tarde às Coisas Aqui em Baixo (2003) e Eu Hei-de Amar Uma Pedra (2004). Nas últimas duas décadas manteve um ritmo constante de publicação, com títulos como Ontem Não Te Vi em Babilónia (2006), O Meu Nome é Legião (2007), O Arquipélago da Insónia (2008), Que Cavalos São Aqueles que Fazem Sombra no Mar? (2009), Comissão das Lágrimas (2011), Caminho Como uma Casa em Chamas (2014) e O Tamanho do Mundo (2022).
O seu livro mais recente, Crónicas II, chegou às livrarias em outubro do ano passado, reunindo quase duas centenas de textos.
Formado em medicina, acabou por encontrar na literatura a sua verdadeira forma de existir: uma vocação que o tornou numa das figuras centrais da literatura portuguesa contemporânea.
Segundo uma sondagem realizada pela Elabe para a BFMTV, publicada esta quarta-feira, 4 de março, 56% dos inquiridos rejeitam qualquer envolvimento direto de Paris na guerra.
Apenas 5% defendem uma intervenção militar direta. Ainda assim, 38% mostram-se favoráveis a ações defensivas pontuais, nomeadamente ataques direcionados a instalações iranianas que representem uma ameaça às bases militares francesas e europeias no Médio Oriente.
O conflito intensificou-se após a ofensiva américo-israelita lançada contra o Irão no passado dia 28 de fevereiro, aumentando a tensão em toda a região.
Numa alocução solene ao país, o Presidente francês, Emmanuel Macron, revelou que as forças armadas francesas abateram drones “em legítima defesa” nas primeiras horas do conflito, com o objetivo de proteger o espaço aéreo dos aliados.
Também o ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot, afirmou na BFMTV-RMC que a França está preparada para defender os seus parceiros, a seu pedido, de forma proporcional e no quadro da legítima defesa.
Entretanto, a decisão de destacar o porta-aviões Charles de Gaulle para o Mediterrâneo oriental está a dividir a opinião pública.
Para 51% dos franceses, trata-se de uma “má decisão”, que poderá expor desnecessariamente as forças armadas. Já 48% consideram que é uma “boa decisão”, defendendo que permitirá salvaguardar os interesses franceses na região durante o período de conflito.
O primeiro-ministro afirmou hoje que a primeira prioridade do Governo é o repatriamento em curso dos portugueses que se encontram nas regiões do Médio Oriente atingidas pelo conflito militar entre Irão e Estados Unidos e Israel.
“A primeira prioridade, aquela que é o motivo da nossa intervenção mais imediata, é a proteção e a segurança dos portugueses que residem ou se encontram naquela região”, declarou Luís Montenegro em resposta a uma intervenção do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, no debate quinzenal no parlamento.
De acordo com o líder do executivo, perante o conflito, o Governo aumentou os esforços de contacto e de recolha de informação.
“Temos já em curso operações de repatriamento que estão, neste momento, a decorrer e que, naturalmente, têm contornos que não podem ser totalmente publicitados, precisamente por razão da segurança”, disse.
Também de acordo com o primeiro-ministro, o Governo convocou uma reunião extraordinária do Gabinete Coordenador de Segurança para reforçar as medidas de segurança interna.
Medidas que, segundo Luís Montenegro, relacionam-se “com o reforço da segurança de infraestruturas críticas, de aeroportos, de portos e de embaixadas.
“Também fizemos uma reunião interministerial para analisar o impacto económico-financeiro e antecipar alguns riscos e mesmo algumas medidas que se impõem nesta ocasião”, completou.
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