O desporto amador e as equipas das Associações portuguesas de França em destaque. Um programa de Sousa Gomes.
Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
Ouça aqui:
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O líder do governo, que falava na localidade onde ocorreu o acidente (Adamuz, em Córdova, na Andaluzia), prometeu também tornar públicas, « com transparência e claridade », as conclusões da investigação do acidente, que qualificou como « uma tragédia » que deixa « dor em toda a Espanha ».
O acidente envolveu dois comboios de alta velocidade e fez também mais de 100 feridos, 48 dos quais permanecem hospitalizados, avançou o presidente do governo regional da Andaluzia, Juanma Moreno, em declarações em Adamuz, ao lado de Sánchez.
Pelo menos dois cidadãos portugueses estavam no acidente que envolveu o descarrilamento de dois comboios no sul de Espanha e matou, até ao momento, 39 pessoas, anunciou hoje fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros à Lusa.
De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, os dois cidadãos tratam-se de uma portuguesa que « já se encontra bem e em casa » e de um « outro caso, que foi sinalizado pelas autoridades espanholas », mas de que não se sabem ainda detalhes relativamente ao estado de saúde.
O acidente ocorreu por volta das 19:45 de domingo, no município de Adamuz e envolveu dois comboios de alta velocidade, um da empresa privada Iryo (que tinha saído de Málaga e tinha como destino Madrid), e outro da empresa pública Renfe (que seguia em sentido contrário, desde Madrid para Huelva, perto da fronteira com Portugal, no Algarve).
Os três últimos vagões do comboio Iryo descarrilaram e invadiram outra via onde circulava o comboio da Renfe, num local conhecido como o apeadeiro de Adamuz, onde existe uma « subestação » de manutenção da linha e onde há um ponto de mudança de agulhas.
O comboio da companhia Iryo, que tinha partido de Málaga às 18:40 de domingo com destino a Puerta de Atocha (Madrid) com perto de 70 pessoas a bordo, descarrilou e três vagões invadiram a via contígua, pela qual circulava, nesse mesmo momento, outro comboio da Renfe com destino a Huelva, que também descarrilou.
Os vagões do comboio da Iryo colidiram com os dois primeiros vagões do comboio da Renfe, que foram projetados e caíram por um aterro de cerca de quatro metros.
O líder do Governo, que falava na localidade onde ocorreu o acidente (Adamuz, em Córdova, na Andaluzia), prometeu também tornar públicas, « com transparência e claridade », as conclusões da investigação do acidente, que qualificou como « uma tragédia » que deixa « dor em toda a Espanha ».
O acidente fez também mais de 100 feridos, 48 dos quais permanecem hospitalizados, avançou o presidente do governo regional da Andaluzia, Juanma Moreno, em declarações em Adamuz, ao lado de Sánchez.
Também hoje o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, manifestou ao seu homólogo espanhol a solidariedade de Portugal e disponibilizou o apoio « para o que for necessário ».
O ministro das Infraestruturas de Portugal, Miguel Pinto Luz, tinha igualmente manifestado solidariedade para com Espanha, sublinhando disponibilidade das entidades portuguesas para prestar apoio, no âmbito da cooperação institucional e técnica entre os dois países.
Com Agência Lusa.
Na sequência dos resultados da primeira volta da eleição presidencial em Portugal, e fiel aos seus compromissos de sempre, a Cap Magellan reafirma o seu apego aos valores fundamentais que sustentam qualquer democracia: a liberdade, a igualdade, a dignidade humana, a solidariedade e o respeito por todas e todos. Estes princípios, que não pertencem a nenhum campo político nem a uma ideologia partidária, constituem o alicerce indispensável da convivência democrática.
Cinquenta anos após o 25 de Abril de 1974, a progressão e a normalização da extrema-direita, hoje presente na segunda volta, fragilizam diretamente estes fundamentos. Perante esta realidade, o silêncio não é uma opção.
Esta tomada de posição é cívica. A extrema-direita não constitui uma alternativa política como qualquer outra: os seus discursos assentam na estigmatização, no medo e na divisão. Banalizam a xenofobia e o racismo, incentivam a homofobia, alimentam o ódio contra as minorias e colocam em causa direitos fundamentais garantidos pela Constituição da República Portuguesa. O ódio e a discriminação não são opiniões; são incompatíveis com a democracia e com os princípios republicanos.
A História de Portugal, marcada por décadas de ditadura, de exílio e de privação de liberdades, impõe uma vigilância particular. O país construiu-se através da emigração, da abertura ao mundo e da diversidade. Fazer da origem, da religião, da orientação sexual ou da diferença um problema é profundamente contrário a essa história.
Nenhuma crise encontrará soluções duradouras no rejeitar do outro, no autoritarismo ou no enfraquecimento das liberdades individuais. A extrema-direita explora os medos, fragiliza a coesão social e coloca em perigo a democracia.
O papel do Presidente da República em Portugal é central. Enquanto garante da Constituição e do equilíbrio institucional, dispõe de poderes significativos. Confiar esta função a um Presidente oriundo da extrema-direita, ou que partilhe as suas ideias, representaria um risco grave para a democracia e para os contrapoderes.
Perante estes desafios, a nossa responsabilidade é clara: permanecer fiéis aos nossos valores e recusar a banalização do ódio.
Assim, apenas uma via é possível nas eleições presidenciais do próximo dia 8 de fevereiro: a responsabilidade democrática impõe-nos que façamos frente à extrema-direita, ao partido Chega e ao seu candidato.
Nunca mais um Portugal algemado.
Texto de Lurdes Abreu, Presidente da Cap Magellan
O estudo do LabCom, no âmbito do ODEPOL – Observatório de Desinformação Política, monitorizou a desinformação relacionada com a presença digital dos pré-candidatos e candidatos nas redes com maior expressão em Portugal (Facebook, Instagram, X, TikTok, Threads e Youtube) e começou a ser elaborado em 17 de novembro de 2025, dia do primeiro frente a frente na televisão entre André Ventura e António José Seguro.
Os conteúdos desinformativos atingiram, no total, segundo os investigadores, 8.392.713 visualizações nas redes sociais (todas as vezes que o conteúdo aparece aos utilizadores, incluindo repetições), e geraram 347.228 reações, 64.151 comentários e 27.178 partilhas.
Na pré-camopanha e campanha da primeira volta das presidenciais foram identificados 17 casos de desinformação e André Ventura, segundo candidato mais votado, foi responsável por 82,4% dos casos identificados, enquanto os restantes foram de pré-candidatos que não foram aceites pelo Tribunal Constitucional (TC) e André Pestana (5,9%).
O vídeo foi o formato preferencial para a desinformação, tendo sido utilizado em 70,6% dos casos, comparando com as fotografias, com 29,4%.
Por tipo de desinformação, divide-se entre a descredibilização dos media e dos jornalistas (41,2%), seguida de conteúdo manipulado (23,5%), sondagem de empresa não registada na ERC e sem metodologia tornada pública (17,6%), conteúdo enganoso (5,9%), falsificação de informação (5,9%) e uso de contexto falso (5,9%).
A maioria dos casos foi identificada nas redes sociais da Meta, tendo a partilha de desinformação ocorrido de forma simultânea em 100% dos casos no Facebook e 94,1% no Instagram.
O X concentrou 82,4% das ocorrências, enquanto o Threads registou 29,4% e o TikTok, 17,6%.
Dos 17 casos detetados, quatro (23,5%) envolveram a utilização de Inteligência Artificial (IA), nomeadamente sobre a divulgação de intenções de voto, por André Ventura, geradas por empresas de análise política com recurso a algoritmos de previsão eleitoral.
O único caso de utilização direta envolveu André Pestana, que recorreu à IA para criar imagens hiper-realistas que simulavam André Ventura com expressões de raiva e a fazer uma saudação nazi.
O líder do Chega é o autor de todos os casos de desinformação com maior impacto, tendo a publicação mais visualizada 2.083.040 de visualizações.
Realizada no dia 26 de novembro de 2025, a publicação remetia para um caso documentado em 2018 pela organização PETA (sigla em inglês de People for the Ethical Treatment of Animals), relativa a maus-tratos a animais utilizados no transporte de turistas no Egito.
No vídeo partilhado por André Ventura, o candidato responsabiliza a comunidade cigana pelos maus-tratos, acrescentando uma legenda que questiona se os partidos portugueses à esquerda ficarão “em silêncio por ser esta comunidade”.
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, no domingo, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23%.
Em terceiro lugar ficou Cotrim Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, com 16,%, à frente de Gouveia e Melo, com 12%, e de Marques Mendes, apoiado pelo PSD e CDS, com 11%.
À esquerda, Catarina Martins (BE) teve 2%, António Filipe (PCP) teve, 1,6% e Jorge Pinto (Livre) 0,6%, que ficou abaixo do cantor Manuel João Vieira que conseguiu 1%. O sindicalista André Pestana recolheu 0,2% e Humberto Correia 0,08%.
Rádio Alfa com LUSA
Em comunicado, o BE explicou que entregou, no passado dia 14, um requerimento na Assembleia da República a questionar o Ministério do Ambiente e da Energia (MAEN) sobre o projeto da Galp, cuja fase de estudo prévio esteve em consulta pública.
Para o deputado do BE, Fabian Figueiredo, que assina o documento, “o projeto impõe impactos ambientais, sociais, económicos e paisagísticos significativos e irreversíveis ao território”, criando “mais uma zona de sacrifício no litoral alentejano, cofinanciada pelo Estado”.
Em causa está o projeto do Parque Eólico das Cachenas, que abrange os territórios de quatro freguesias nos concelhos de Odemira, no distrito de Beja, de Santiago do Cacém e de Sines, no de Setúbal.
Segundo o estudo prévio, consultado pela agência Lusa, o futuro parque eólico consiste numa unidade de produção para autoconsumo e prevê a instalação de 19 aerogeradores, com uma potência unitária de 6,8 MW (megawatts), correspondendo a uma potência total instalada de 129,2 MW.
No requerimento, o BE aludiu a “denúncias de ativistas ambientais e sociais do litoral alentejano” para alegar que “o projeto comporta riscos ambientais relevantes”.
“Uma vez que as áreas de implantação abrangem territórios da Rede Natura 2000, do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) e Áreas Prioritárias para a Conservação”, alertou.
O projeto, de acordo com o mesmo partido, “não apresenta salvaguardas à saúde e qualidade de vida das populações” e envolve “impactos socioeconómicos negativos que incluem a perda de postos de trabalho permanente, a diminuição da qualidade de vida e da atratividade do território”.
O deputado ‘bloquista’ considerou ainda que “não existem benefícios energéticos diretos ou estruturantes para o território, enquadrando-se o projeto numa lógica extrativista que prejudica as populações locais e não contribui em nada para o desenvolvimento da região”.
Por isso, no requerimento, o BE disse querer saber como justifica o MAEN a viabilidade ambiental deste projeto numa área que abrange a Rede Natura 2000 e o PNSACV e se foi feita uma avaliação de custo-benefício ambiental que compare a degradação permanente do ecossistema com o curto período de produção energética.
O Bloque de Esquerda reclamou ainda explicações do Governo sobre se o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) contempla uma avaliação específica sobre os impactos na saúde e qualidade de vida das populações residentes e de que forma o MAEN responde à perda de postos de trabalho permanentes e diminuição da atratividade do território.
Se existem salvaguardas previstas para impedir que o litoral alentejano se transforme numa “zona de sacrifício” para benefício exclusivo de polos industriais externos e porque não foi priorizada a instalação destas infraestruturas em áreas já industrializadas ou com menor impacto ecológico foram outras questões colocadas.
O deputado questionou ainda o Governo sobre o montante exato de cofinanciamento público (nacional e europeu) previsto para este projeto e como foram integradas as conclusões da consulta pública na decisão final.
O parque, que tem um prazo de vida útil de 35 anos, visa o fornecimento de energia elétrica renovável necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na Unidade de Produção de Hidrogénio da Galp em Sines.
Designada GalpH2Park, a unidade ficará situada numa área adjacente à refinaria na Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS).
Rádio Alfa com LUSA
Depois de terem visto Samu desperdiçar uma grande penalidade aos 27 minutos, os ‘dragões’ marcaram aos 85 minutos, frente à única equipa pela qual foram derrotados esta época para as competições nacionais, em 04 de dezembro passado nos ‘quartos’ da Taça da Liga, troféu que os vimaranenses conquistaram.
O FC Porto segue confortável na liderança da I Liga, com 52 pontos, mais sete do que o Sporting, e mais 10 do que o Benfica, segundo e terceiro, respetivamente, enquanto o Vitória de Guimarães é oitavo classificado, com 25.
Resultados da 18ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:
– Sexta-feira, 16 jan:
Sporting – Casa Pia, 3-0 (2-0 ao intervalo)
– Sábado, 17 jan:
Gil Vicente – Nacional, 2-1 (1-1)
AVS – Arouca, 0-1 (0-1)
Alverca – Moreirense, 2-1 (0-0)
Rio Ave – Benfica, 0-2 (0-2)
– Domingo, 18 jan:
Santa Clara – Famalicão, 0-1 (0-0)
Tondela – Sporting de Braga, 0-1 (0-0)
Vitória de Guimarães – FC Porto, 0-1 (0-0)
– Segunda-feira, 19 jan:
Estrela da Amadora – Estoril Praia, 21:15
Com Agência Lusa.
“O apelo ao voto no candidato António José Seguro não significa um apoio ao candidato António José Seguro e àquilo que ele defendeu enquanto candidato e o que tem defendido ao longo da sua atividade política, mas significa a vontade imperiosa de derrotar o candidato André Ventura e é isso que estará, fundamentalmente, em causa nestas eleições”, afirmou o candidato apoiado pelo PCP, em declarações aos jornalistas num hotel em Lisboa, frente à sede do partido.
António Filipe considerou que o resultado obtido pela sua candidatura, com cerca de 1,5% dos votos, “ficou aquém do que o país precisa”.
Assim, prosseguiu, “em face do pacote laboral que o Governo PSD/CDS pretende levar por diante, da degradação do Serviço Nacional de Saúde que está em curso, da negação do direito à habitação, dos ataques que se vão intensificar contra os direitos sociais consagrados na Constituição, o povo português terá de encontrar a força necessária para lutar contra esses propósitos reacionários [do candidato apoiado pelo Chega]”.
Questionado pelos jornalistas, António Filipe disse não ter qualquer arrependimento relativamente à sua candidatura.
“Se voltássemos ao princípio, por mim, faríamos exatamente o mesmo por entender que esta candidatura se impunha, era uma candidatura que era necessária perante os candidatos do consenso neoliberal que estavam apresentados”, salientou.
O candidato apoiado pelo PCP considerou que o povo português vai enfrentar tempos exigentes e garantiu que estará “convictamente ao seu lado na luta pelos seus direitos, sem qualquer desânimo ou vacilação, desde já com o seu pronunciamento na segunda volta”.
“A partir de amanhã [segunda-feira], estaremos cá com a mesma determinação e coragem com que fizemos esta campanha”, garantiu.
Radio Alfa com LUSA
« Estou muito feliz pela participação que os portugueses tiveram neste ato eleitoral. Esse é o único elemento que neste momento é factual », disse aos jornalistas António José Seguro, acompanhado pela família, no caminho entre a sua casa e o Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, onde vai acompanhar a noite eleitoral.
Apesar da insistência dos jornalistas, o candidato apoiado pelo PS remeteu qualquer declaração para quando « houver resultados oficiais ».
« Neste momento a única afirmação é de uma saudação aos portugueses pela sua participação eleitoral, pelo civismo, pela tranquilidade com que decorreu este ato eleitoral. Todos os portugueses estão de parabéns », elogiou.
Cerca das 20:10 quando Seguro falou aos jornalistas enquanto subia umas escadas que davam acesso a uma entrada lateral do centro de congressos – e não a principal – mas escusou-se a comentar as projeções enquanto não houvesse dados oficiais.
Alguns apoiantes surgiram nesta zona, mas a maioria está concentrada na entrada principal e no foyer do CCC.
Momentos antes, quando faltavam cerca de 10 minutos para serem divulgadas as projeções das televisões, às 20:00, os apoiantes de Seguro começaram a juntar-se em frente a quatro televisões montadas no foyer do Centro Cultural e de Congressos (CCC) das Caldas da Rainha.
Com a chegada dos resultados às 20:00, a espera deu lugar à euforia perante as projeções, que dão António José Seguro como certo na segunda volta das eleições presidenciais, com um resultado próximo ou acima dos 30%.
Muitas palmas e gritos de “Seguro, Seguro, Seguro” ou de “Portugal Presente, Seguro a Presidente” ouviram-se no foyer, seguindo depois os apoiantes para a entrada do centro cultural, aguardando a chegada do candidato que acabou por entrar por outra porta.
Radio Alfa com LUSA
No discurso de reação aos resultados destas presidenciais, no Amarante Cine-teatro, ‘quartel-general’ da sua candidatura, Jorge Pinto assegurou estar de “consciência tranquila” e com um sentimento de “dever e missão cumprida”, uma vez que conseguiu “marcar agenda e mostrar que se pode fazer política de uma maneira diferente”.
“Objetivo cumprido, graças a vocês. (…) Quando nesse dia dissemos que íamos colocar a regionalização na agenda, colocámos. Quando nesse dia dissemos que íamos falar dos problemas do SNS (…) marcámos a agenda, estamos todos de parabéns. Quando aqui nesta sala dissemos que o grande tema desta campanha tinha de ser a defesa da Constituição quando ela está a ser seriamente ameaçada, cumprimos”, enumerou.
O candidato presidencial apoiado pelo Livre congratulou-se por ter “obrigado os outros candidatos a vir a jogo” e a dizerem como “querem defender esta Constituição”, garantindo que “este marcar de agenda vai continuar”.
“Que ninguém ache que daqui para a frente vamos baixar os braços, que ninguém ache que vamos sair da arena política. Isto é apenas o começo. Amanhã cá continuaremos com a mesmíssima força, a mesmíssima energia que mostrámos nesta campanha”, afirmou.
Depois de ao longo da campanha ter dito diversas vezes que seria a “boa surpresa” destas eleições, Jorge Pinto reiterou que “foi mesmo a boa surpresa” destas presidenciais, uma vez que passou de “um perfeito desconhecido para uma pessoa que boa parte do país respeita e admira”.
O também deputado do Livre argumentou que também foi a boa surpresa porque mostrou que “a idade não é o posto”, que “há quem não desiste do país” e quem faça política de uma “maneira positiva e afirmativa”.
“E estou muito convencido, e perdoem-me a imodéstia, que daqui para a frente essa boa surpresa se vai afirmar independentemente dos resultados”, anteviu.
Radio Alfa com LUSA
Na cidade dinamarquesa de Herning, Portugal, que soma a sua nona participação em campeonatos da Europa, chegou ao intervalo a vencer por dois golos de diferença (15-13), mas não conseguiu garantir o triunfo, que praticamente teria assegurado a passagem à fase seguinte.
Portugal, que no primeiro jogo bateu a Roménia por 40-34, assumiu provisoriamente a liderança do Grupo B, com três pontos, mais um do a Dinamarca, que ainda hoje joga com a Roménia.
Na terceira e decisiva jornada, a seleção portuguesa defronta na terça-feira a Dinamarca, tetracampeã mundial e campeã europeia em 2008 e 2012.