Presidenciais: Mendes assume total responsabilidade pelo resultado e não declara apoio na segunda volta

0

O candidato presidencial Luís Marques Mendes assumiu hoje total responsabilidade pelo resultado negativo nas eleições e disse que não apoiará qualquer dos adversários que passe à segunda volta.

« A responsabilidade é minha, toda minha e apenas minha”, afirmou o candidato apoiado por PSD e CDS-PP.

O candidato, que leu a sua intervenção e não respondeu a perguntas, esclareceu também que não endossará apoio na segunda volta, começando por felicitar os adversários que passarão a essa fase, à partida António José Seguro e André Ventura, candidatos apoiados por PS e Chega, respetivamente.

“Não vou fazer o endosso dos votos que me foram hoje confiados. Tenho a minha opinião pessoal, mas enquanto candidato, que é a única posição que tenho aqui hoje, não sou dono dos votos que em mim foram depositados. Cada um dos que votaram em mim decidirá na altura própria de acordo com a sua liberdade e com a sua consciência”, afirmou.

Mendes, que as projeções televisivas à boca das urnas colocam fora da segunda volta e em quarto ou quinto lugar, entrou na sala acompanhado pela mulher e pelo ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, e foi recebido com aplausos de pé pelos apoiantes.

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais: Seguro é o « grande vencedor » – José Luís Carneiro

0

O secretário-geral socialista declarou hoje António José Seguro como “o grande vencedor” e afirmou que os eleitores terão de escolher entre o candidato “das prioridades que servem as pessoas” e o que quer colocar “uns contra os outros”.

“António José Seguro é o grande vencedor da noite”, afirmou José Luís Carneiro, referindo que o PS, que apoiou a candidatura do antigo secretário-geral socialista, “vive com muita alegria este momento especial da vida democrática” do país.

Carneiro falava à imprensa na sede nacional do PS, no Largo do Rato, em Lisboa, onde o secretariado nacional do Partido Socialista esteve reunido desde o início da noite para acompanhar e analisar os resultados eleitorais, quando Seguro seguia na frente da contagem, com cerca de 30% dos votos.

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais: Catarina admite resultado abaixo do que esperava e votará em Seguro na segunda volta

0

A candidata presidencial Catarina Martins reconheceu hoje que o resultado obtido nas eleições ficou “muito abaixo do que esperava” e anunciou que vai apoiar e votar em António José Seguro na segunda volta.

“Os resultados que temos indicam que a segunda volta será disputada entre António José Seguro e André Ventura. Já felicitei António José Seguro pelo seu resultado e disse-lhe que contará com o meu voto na segunda volta contra André Ventura”, revelou Catarina Martins.

Recebida pelos aplausos de dezenas de apoiantes que a esperavam no ‘quartel-general’ da sua candidatura, no Fórum Lisboa, Catarina Martins reagiu aos resultados provisórios da primeira volta das eleições presidenciais.

“Tive um resultado muito abaixo do que esperava e daquele para que lutei, mas quero agradecer a toda a gente que comigo fez campanha, a toda a gente que votou na minha candidatura”, afirmou a candidata apoiada pelo BE.

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais/resultados: António José Seguro é o candidato mais votado com 30,56%, com 2718 freguesias apuradas

0

António José Seguro é o candidato mais votado com 30,56% nas eleições presidenciais de hoje, quando estão apurados os resultados provisórios em 2718 das 3259 freguesias e 69 de 109 consulados.

André Ventura é o segundo candidato mais votado, com 25,59%, e João Cotrim de Figueiredo é o terceiro, com 14,02%, segundo os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna – Administração Eleitoral.

É o seguinte o quadro completo dos resultados globais às 21:00 horas (hora de Lisboa), de acordo com os resultados provisórios divulgados pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna – Administração Eleitoral:

Freguesias apuradas: 2.718

Freguesias por apurar: 541

Concelhos apurados: 178

Concelhos por apurar: 130

Consulados apurados: 69

Consulados por apurar: 40

Candidato %Votos Votos

António José Seguro 30,30% 788.471

André Ventura 25,59% 665.790

João Cotrim de Figueiredo 14,02% 364.852

Luís Marques Mendes 13,08% 340.306

Henrique Gouveia e Melo 12,00% 312.143

Catarina Martins 1,89% 49.098

António Filipe 1,27% 32.975

Manuel João Vieira 0,92% 23.920

Jorge Pinto 0,62% 16.052

André Pestana da Silva 0,22% 5.813

Humberto Correia 0,10% 2.651

Outros dados das eleições Presidenciais 2026:

Inscritos: 4.913.912

% Votos brancos: 1,12%

% Votos nulos: 1,27%

% Votantes: 54,25%

% Abstenção: 45,75%

Fontes: Agência Lusa, SGMAI-AE – Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna – Administração Eleitoral

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais’26: Mobilização para votar nunca vista nos Consulados de Portugal

Os Consulados de Portugal em França registaram esta manhã uma afluência inédita de eleitores para as eleições presidenciais de 2026. No Consulado-Geral de Paris, a circulação tem sido rápida, permitindo que os cidadãos exercam o voto em poucos minutos, segundo relatos de quem esteve no local.

Outros Consulados franceses, como os de Bordeaux, Marselha, Lyon, Estrasburgo e Toulouse, assim como os Consulados Honorários em Clermont-Ferrand, Nice, Montpellier, Orléans e Tours, também registaram grande movimento.

Apesar desta mobilização, surgem críticas devido à ausência de mesas de voto no Consulado Honorário de Lille e no Escritório Consular de Nantes, o que obrigou alguns eleitores a deslocarem-se a Paris ou a outras cidades para poder votar.

A tendência não se limita a França. Na Suíça, por exemplo, o fluxo de votantes tem sido igualmente elevado, refletindo um aumento significativo do interesse dos portugueses no estrangeiro pelo sufrágio. Muitos cidadãos viajaram centenas de quilómetros, como eleitores de Lille e Nantes a caminho de Paris, ou de Dijon para Lyon, demonstrando um envolvimento cívico sem precedentes.

Historicamente, a participação de portugueses no estrangeiro tem sido baixa nas eleições presidenciais devido ao número limitado de mesas de voto. Este ano, no entanto, parece ter ocorrido um verdadeiro “despertar democrático”, com muitos mais cidadãos a dirigirem-se às urnas.

Com LusoJornal.

 Benfica regressa às vitórias em visita ao Rio Ave

O Benfica venceu o Rio Ave por 0-2, em jogo a contar para a I Liga de futebol portuguesa, regressando assim às vitórias após derrotas frente a Braga (Taça da Liga) e FC Porto (Taça de Portugal).

Em Vila do Conde, a equipa orientada por José Mourinho entrou dominante em campo, encostando a equipa da casa à sua defesa e chegando ao intervalo já com vantagem de dois golos, resultado de um cabeceamento certeiro de Leandro Barreiro, logo aos 16 minutos, e de um autogolo de Ntoi menos de dez minutos depois.

Na segunda parte, a equipa da casa exibiu-se em melhor plano – tendo até um golo invalidado pelo VAR aos 68 -, mas o resultado manter-se-ia inalterado até final.

Com mais um jogo que FC Porto, o Benfica segue na terceira posição com 42 pontos, menos sete que o líder e a três do Sporting. O Rio Ave é 11º, com 20 pontos.

 

Resultados da 18ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 16 jan:

Sporting – Casa Pia, 3-0 (2-0 ao intervalo)

 

– Sábado, 17 jan:

Gil Vicente – Nacional, 2-1 (1-1)

AVS – Arouca, 0-1 (0-1)

Alverca – Moreirense, 2-1 (0-0)

Rio Ave – Benfica, 0-2 (0-2)

 

– Domingo, 18 jan:

Santa Clara – Famalicão, 16:30

Tondela – Sporting de Braga, 19:00

Vitória de Guimarães – FC Porto, 21:30

 

– Segunda-feira, 19 jan:

Estrela da Amadora – Estoril Praia, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Presidenciais: Marcelo considera que quem lhe suceder terá tarefa mais difícil devido à situação global

0

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje que quem lhe suceder terá a tarefa mais difícil devido à situação da Europa e do resto do mundo, que descreveu como mais complicada e imprevisível.

« O Presidente próximo encontra o mundo e a Europa numa situação mais complicada do que eu encontrei. Há que fazer essa justiça », declarou o chefe de Estado aos jornalistas, no Beato, onde participou num fórum empresarial com o Presidente da Estónia, Alar Karis.

Marcelo Rebelo de Sousa descreveu a situação global como « de imprevisibilidade enorme, que não havia há 10 anos ou não havia há 15 anos ».

« O mundo está mais imprevisível, a Europa está mais imprevisível. Isso torna a política mais difícil, torna as decisões económicas e sociais mais difíceis. Obriga as pessoas, elas próprias, ao pensar na sua vida, a terem preocupações maiores do que tinham antigamente », prosseguiu.

Por isso, na sua opinião, « olhando para o Presidente que vai ser eleito este fim de semana, ou que, pelo menos, a primeira votação será neste fim de semana, é mais difícil a tarefa que ele tem » do que a sua.

Quanto a Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que o país não está pior, economicamente, referindo que quando iniciou funções, em 2016, se estava « a sair ainda do processo de défice excessivo e a banca estava muito mal, no sentido de que estava com sinais de necessidade de capitalização e de reformulação ».

« Mas o mundo e a Europa estão mais complicados. E, portanto, para Portugal, apesar da situação existente agora e dos fundos europeus, do PRR, que dá uma ajuda nos próximos anos, e do Portugal 2030, apesar dessa situação económica, é evidente que o Presidente vai ter uma situação mais complicada que vem do mundo e da Europa », reforçou.

No último dia de campanha eleitoral para as presidenciais de domingo, em resposta aos jornalistas, o chefe de Estado manifestou-se a favor de se manter um dia de reflexão, no sábado, « um compasso de espera de 24 horas », em vez de se « avançar imediatamente para o voto ».

O Presidente da República argumentou que « as campanhas estão a ser e vão ser cada vez mais intensas » e que, também devido à conjuntura externa, « naturalmente há uma controvérsia e um debate muito mais aceso » e chega-se ao fim das campanhas « de uma forma muito emocional » e « muito confrontacional ».

« A vantagem do dia da de reflexão é as pessoas, que então na ponta final, viveram intensamente, minuto a minuto, segundo a segundo, hora a hora, a campanha, poderem respirar, poderem pensar noutras coisas das suas vidas, e haver uma distensão », defendeu.

Rádio Alfa com LUSA

Presidenciais: Seguro apela ao voto útil de moderados e progressistas para evitar desperdício

0

António José Seguro pediu hoje aos moderados e progressistas para que concentrem os votos na sua candidatura presidencial, apelando ao voto útil para evitar “desperdiçar” escolher outros candidatos sem possibilidade de chegar à segunda volta.

“Esta é a única candidatura progressista que pode passar à segunda volta. Não há no campo dos progressistas nenhum outro candidato que esteja em condições de poder passar à segunda volta. O que os progressistas têm de decidir, cada portuguesa e cada português, é se querem desperdiçar o seu voto em candidaturas que não têm a mínima possibilidade de passar à segunda volta ou se, pelo contrário, querem votar de forma útil para que a nossa candidatura possa estar na segunda volta e disputar as eleições presidenciais”, apelou Seguro num almoço em Vila Nova de Gaia, Porto, no último dia de campanha.

De acordo com Seguro, a sua candidatura “é a única candidatura moderada que pode passar à segunda volta” e “não há outra candidatura moderada que o possa fazer”.

“Porque um voto noutra candidatura de um moderado não vai ajudar a que a nossa candidatura esteja na segunda volta”, avisou.

Por isso, o candidato apoiado pelo PS fez um derradeiro apelo aos “progressistas e moderados” para concentrar o voto na sua candidatura.

“Sim, é o voto dos progressistas, é o voto dos moderados, é o voto dos democratas, mas também é o voto dos humanistas, democratas cristãos, socialistas, sociais-democratas”, pediu.

Seguro, cuja voz começa a dar sinais de desgaste, fez um dos discursos mais curtos neste tipo de ações e voltou a pedir para pôr « um pouco de água na fervura » com os bons resultados das sondagens.

« Eu sei que hoje há imensa gente que me disse que já ganhámos, vai ser Presidente, já me tratam por Presidente. Não é verdade. Quem ganha em democracia não são as sondagens, são os votos de cada portuguesa e de cada português », apontou.

Voltando ao seu papel de viticultor, o candidato citou um provérbio popular que diz que « até ao lavar dos cestos é vindima ».

« Então vamos fazer uma boa vindima neste domingo. Quero ver de novo neste domingo a esperança a renascer em Portugal. E há uma coisa que vos digo: se me ajudarem, a cada dia dos próximos cinco anos eu trabalharei para honrar o vosso voto », prometeu.

Rádio Alfa com LUSA

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x