US Open: Nuno Borges vence checo Mensik e está nos ‘oitavos’ pela primeira vez

O tenista português Nuno Borges, 34º do ranking mundial, apurou-se no sábado pela primeira vez para os oitavos de final do US Open, último Grand Slam da temporada, ao bater o checo Jakub Mensik em cinco sets.

Numa super maratona de três horas e 54 minutos, o número um nacional continua a efetuar a sua melhor prestação no open norte-americano e já garantiu a presença na quarta ronda, tendo superado o 65.º da hierarquia mundial pelos parciais de 6-7 (5-7), 6-1, 3-6, 7-6 (8-6) e 6-0.

Nos oitavos de final, o jogador luso, que igualou o melhor resultado em grand slams, depois de também ter alcançado a quarta ronda no Open da Austrália este ano, vai defrontar o vencedor do encontro entre o italiano Flavio Cobolli, 31.º do ranking, e o russo Daniil Medvedev, quinto do mundo.

 

Com Agência Lusa.

Comunidade portuguesa na Alemanha integrada, mas “mais infeliz”

Comunidade portuguesa na Alemanha integrada, mas “mais infeliz” – conselheiros – Alfa/Lusa

 

Os quatro conselheiros traçam diferentes retratos da comunidade portuguesa a viver na Alemanha, defendendo que está “bem integrada”, mas “mais infeliz” do que há 60 anos, altura da assinatura do acordo bilateral entre os dois países.

“Quando eu vim havia muitas associações. Encontrávamo-nos muitas vezes, havia essa necessidade. Ultimamente já pouco há”, recorda Cândida de Melo, conselheira das comunidades portuguesas a viver há 40 anos na Alemanha.

“Em Estugarda, onde resido, já só existem um ou dois locais onde nos podemos encontrar (…). A comunidade é muito envelhecida, e os jovens já não têm muito interesse em conviver fora dos seus grupos e em partilhar a língua”, lamenta.

Cândida de Melo aponta a falta de interesse e de apoio social como os maiores problemas atualmente.

“Quando os meus dois filhos eram pequenos, lembro-me que tínhamos cerca de 200 crianças na nossa cidade na escola portuguesa. Havia muito interesse, os pais queriam que os filhos aprendessem a língua porque talvez pensassem em voltar. Hoje é completamente diferente, reduziu muito a procura”, aponta.

“A comunidade está mais infeliz e mais pobre do que há uns anos. Ainda há pessoas que foram envelhecendo aqui sozinhas, afastadas da família que têm em Portugal, e nós tentamos saber quem está doente ou vive sem apoio. Visitamos essas pessoas e tentamos levar-lhes algum conforto”, esclarece.

António Horta concorda que há uma diferença “do dia para a noite” da comunidade de hoje e de há 60 anos, mas acredita que se tem dado uma evolução normal.

“Há uma diferença enorme entre os portugueses que vieram para cá nos anos 60 e agora. Eram pessoas praticamente sem formação, que vinham porque não havia mão-de-obra. Os que cá chegam agora já vêm formados, são enfermeiros, médicos”, revela o conselheiro das comunidades a viver na Alemanha desde 1973.

“Agora as pessoas falam inglês e desenrascam-se. Antes as associações formavam-se porque era necessária entreajuda, era ali que as pessoas se encontravam, até para ajudar a encontrar casa”, aponta.

Devido à escassez de mão-de-obra, nos anos 1950, o Governo da República Federal da Alemanha recrutou trabalhadores temporários no estrangeiro através do programa “Gastarbeiterprogramm” para a reconstrução do país.

Em setembro deste ano comemora-se a assinatura do acordo bilateral entre Portugal e a Alemanha em 1964.

“Não só a comunidade portuguesa, mas a comunidade estrangeira em geral na Alemanha vive de uma outra maneira”, compara Manuel Machado a viver em Burscheid, perto de Colónia.

“A comunidade portuguesa está bem integrada, mas falta-lhe envolver-se mais no associativismo, não apenas português, mas na Alemanha, na política e na vida social. Aí falta alguma representação de Portugal e ficámos atrás”, revela.

Não entende os motivos, mas assume que talvez seja “falta de motivação”.

“Muitos portugueses compram casa, já não pensam voltar para Portugal como antigamente. Deve-se também às novas gerações que nasceram aqui”, indica o conselheiro das comunidades portuguesas na Alemanha.

Para Mário Botas, que chegou a primeira vez à Alemanha em 1966, o diagnóstico não é positivo.

“Os portugueses quando chegavam tinham uma estrutura que os podia apoiar, eram bem vistos. Atualmente, não (…). O estado alemão decidiu depois que os “gastarbeiter” deixavam de precisar de serviços sociais específicos, isso foi um retrocesso qualitativo (…). Entretanto, nos centros começou a haver uma certa dificuldade em dar continuidade ao trabalho porque a primeira geração estava cansada (…). O estado português não soube procurar um diálogo com o estado alemão e com a Caritas alemã”, realça.

“Agora só há um terço das associações. A pessoas que emigram para cá já não encontram uma comunidade forte com uma estrutura que os possa apoiar (…). Os portugueses chegam aqui e não sabem onde é o consulado, não sabem como o sistema social funciona, não se sabem defender. A situação é completamente outra”, lamenta.

Para este conselheiro das comunidades portuguesas na Alemanha houve um “desabar das antigas estruturas da comunidade portuguesa”, reivindicando ao Governo um “paradigma de consulado”.

“A capacidade de detetar situações graves de portugueses na Alemanha tornou-se muitíssimo difícil porque as plataformas de apoio diminuíram drasticamente » e « este estado de coisas a que se chegou já não se resolve com mais dinheiro e máquinas modernas », afirma.

« Tem de haver coragem e vontade para uma mudança de paradigma no que respeita ao acompanhamento da comunidade portuguesa na Alemanha”, apela.

Portugueses a viver na Alemanha deixam mala de cartão e levam títulos académicos

Novos desafios e perfis diferentes, com emigrantes altamente qualificados, é o retrato feito por três jovens portugueses a viver na Alemanha 60 anos após a assinatura do acordo bilateral entre os dois países.

“Falamos de comunidade portuguesa em geral, mas há uma grande diferença entre a comunidade atualmente e a de há 60, 70 anos. Na altura, os que saíam de Portugal faziam-no para trabalhar, sem escolaridade, ou apenas com a 4ª classe. Hoje emigram com títulos académicos nas mãos”, aponta Nélson Pereira Pinto.

O lusodescendente nascido em Colónia, com pais de Lamego, tem contacto com a língua portuguesa desde sempre e está intensamente envolvido no movimento associativo, mas admite que esse é cada vez mais um desafio da nova comunidade.

“Antigamente o problema era aprender o alemão para vir trabalhar. Agora o problema é quase inverso, para as terceiras e quartas gerações o desafio é aprender o português”, acrescenta o historiador e membro do Gri-Dpa, o Grupo de Reflexão e Intervenção da Diáspora Portuguesa na Alemanha.

Para Tiago Pinto Pais, a viver há 14 anos na Alemanha, “a comunidade portuguesa é diversa entre as gerações e os destinos”.

“Globalmente, continua a tratar-se de uma comunidade com facilidade na integração e que não gera controvérsia com a sua presença na Alemanha. Com o crescimento do turismo alemão para Portugal, há também maior exposição do país aos alemães, gerando mais empatia e envolvimento também da parte deles”, revela.

“O associativismo também tem evoluído, com várias associações no que se entende por ‘tradicionais’ e que foram essenciais no apoio social e socialização iniciais a encerrar e a definhar, com honrosas exceções que vão de vento em popa, a par da emergência de novas associações, algumas em diálogo com outras comunidades de língua portuguesa, e com objeto diferente, trabalhando nomeadamente conceitos que eram atípicos”, adianta o empresário e diretor do jornal Portugal Post.

Para Flávio Ramos, presidente da ASPPA, a Associação de Pós-Graduados Portugueses na Alemanha, fundada em 2012, a comunidade portuguesa está “desconectada ou desligada”.

“Desligada com Portugal e consigo própria (…). Cada vez mais associações fecham, perdem membros, e ninguém procura ativamente juntar-se com gente da comunidade. O que é engraçado é que, ao mesmo tempo, quando nós tentamos conectá-los de volta com a comunidade vemos uma grande necessidade de que isso aconteça”, comenta.

“O modelo anterior das associações em que existia um espaço em que alguém liderava e as pessoas vinham, está a morrer. Mas quando existe uma procura ativa de gerar interações entre a comunidade, ela responde ativamente. A necessidade está lá (…) quando é a associação a perguntar às pessoas o que é que precisam, temos sempre respostas bastante positivas”, continua.

O português, a viver há seis anos na Alemanha, primeiro em Hamburgo e agora perto de Lübeck, acredita que o fenómeno não se restringe à comunidade portuguesa.

“O mundo ficou assim, não vivemos apenas de interações em restaurantes, em bares ou em espaços de lazer. Vivemos num misto de mundo virtual com mundo local, em que as duas têm de ter uma certa ligação”, sublinha em declarações à Lusa.

Para Nélson Pereira Pinto, é “importante existirem estrutura para aprender o português”.

“Para manter os nossos laços, os nossos vínculos com Portugal vivos. Não só a temas ligados com a família, mas também para o futuro, porque o português é uma das línguas mais faladas do mundo, por isso é uma mais-valia”, sustenta.

“Hoje, com o mundo mais global e maior exposição pelo menos ao inglês, a integração e socialização são inicialmente mais fáceis e é comum criarem-se laços fora da comunidade com outros estrangeiros e alemães”, partilha Tiago Pinto Pais, a viver em Berlim.

“É um dos destinos mais dinâmicos a nível da imigração portuguesa jovem e qualificada, pela sua vertente internacional e de empresas criativas e start-ups. Na capital alemã o número de portugueses tem crescido significativamente », embora frequentemente se observe tratar-se de uma emigração de curto prazo, contrastando com a emigração « de ‘Gastarbeiter’, que assistiu pessoas a fazerem vida na Alemanha e ainda hoje cá permanecerem pela família que criaram no destino do país”, conclui.

Devido à escassez de mão-de-obra, nos anos 1950, o Governo da República Federal da Alemanha recrutou trabalhadores temporários no estrangeiro através do programa “Gastarbeiterprogramm” para a reconstrução do país.

Em setembro deste ano comemora-se a assinatura do acordo bilateral entre Portugal e a Alemanha em 1964.

António Costa diz que respeito pelo direito internacional é tão relevante pela Rússia como por Israel

Costa diz que respeito pelo direito internacional é tão relevante pela Rússia como por Israel

O presidente eleito do Conselho Europeu, António Costa, considerou ontem que a Europa não pode ter “duplos critérios” sobre valores e que é tão relevante que haja respeito pelo direito internacional seja pela Rússia seja por Israel.

António Costa participou na noite de ontem na Academia Socialista, que decorre até domingo em Tomar, e fez um discurso muito centrado nas questões europeias, tema do qual se vai ocupar na presidência do Conselho Europeu.

“A Europa tem de saber liderar naquilo em que é imbatível, que é nos valores, e tem de o fazer de uma forma que não tenha duplos critérios e em que perceba como uma vida humana em Gaza vale tanto como uma vida humana na Ucrânia”, avisou.

Para o ex-primeiro-ministro, “o respeito pelo direito internacional pela Rússia é tão relevante como o respeito pelo direito internacional por Israel”.

“E é isso que dá credibilidade à Europa e que pode permitir à Europa afirmar-se com credibilidade ao nível global”, enfatizou.

Alfa/ com Lusa

Sporting vence FC Porto e assume comando provisório da Liga

O Sporting venceu hoje o clássico diante do FC Porto por 2-0, em jogo da quarta jornada da I Liga de futebol, assumindo provisoriamente o comando isolado da prova.

Um golo do avançado sueco Viktor Gyökeres, na conversão de uma grande penalidade, aos 72 minutos, e outro de Geny Catamo, aos 90+3, bastaram para os campeões nacionais, que somaram o quarto triunfo em outros tantos jogos, derrotarem os ‘dragões’, que pela primeira vez perderam pontos para o campeonato.

Com esta vitória, o Sporting assumiu o comando isolado da prova, com 12 pontos, mais três do que o Famalicão, que, no domingo, joga em casa do Vitória de Guimarães, e do que o FC Porto e o Santa Clara, ambos com quatro jogos.

 

Resultados da quarta jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 30 ago:

Moreirense – Benfica, 1-1 (0-0 ao intervalo)

 

– Sábado, 31 ago:

Santa Clara – AVS, 2-1 (1-1)

Boavista – Estoril Praia, 0-0

Estrela da Amadora – Casa Pia, 0-1 (0-0)

Sporting – FC Porto, 2-0 (0-0)

 

– Domingo, 01 set:

Nacional – Farense, 2-0 (1-0)

Rio Ave – Arouca, 1-0 (1-0)

Gil Vicente – Sporting de Braga, 0-0

Vitória de Guimarães – Famalicão, 2-1 (1-1)

 

Com Agência Lusa.

Treinador Roger Schmidt deixa o comando do Benfica

O treinador alemão Roger Schmidt deixou o comando do Benfica, com o qual tinha contrato até 2026, na sequência do empate com o Moreirense, na I Liga de futebol, anunciou hoje o presidente do clube, Rui Costa.

“Roger Schmidt já não é treinador do Benfica. Chegados ao fim de quatro jornadas, decidimos que era o momento de trocar de treinador, face aos resultados e às exibições que não conseguimos obter e que ambicionávamos nesta altura », disse Rui Costa, em conferência de imprensa, no centro de estágios do clube, no Seixal.

Na sexta-feira, as ‘águias’ empataram 1-1 em Moreira de Cónegos, na abertura da quarta jornada da I Liga, depois de terem perdido na estreia com o Famalicão (2-0) e, pelo meio, vencerem Casa Pia (3-0) e Estrela da Amadora (1-0), ambos em casa.

Após o encontro – e mesmo ao intervalo – a contestação dos adeptos benfiquistas presentes no estádio do Moreirense subiu consideravelmente de tom, com pedidos de « demissão », dirigidos ao presidente Rui Costa e ao treinador alemão, que, de resto, abandonou o relvado diretamente para os balneários assim que soou o apito final.

Schmidt, de 57 anos, chegou ao Benfica no início da época 2022/23, para render Nélson Veríssimo – que tinha substituído Jorge Jesus a meio de 2021/22 -, tendo acabado com o hiato de troféus dos ‘encarnados’ nesse mesmo exercício.

Sem erguer qualquer troféu desde a Supertaça de 2019, as ‘águias’ sagraram-se campeãs nacionais pela 38.ª vez, sob o comando do técnico germânico, além de terem conquistado a Supertaça, perante o FC Porto, poucos meses depois.

A campanha na Liga dos Campeões em 2022/23, em que o Benfica venceu um grupo com Paris Saint-Germain e Juventus, antes de atingir os quartos de final, em que foi eliminado pelo Inter Milão, reforçou ainda mais o estatuto de Schmidt entre as hostes benfiquistas.

De tal forma que o treinador, que inicialmente tinha assinado por duas temporadas com o clube, acabou por renovar a ligação por mais dois anos, até 2026, quando ainda nem estava concluída a primeira época ao serviço do emblema lisboeta.

Contudo, apesar da conquista da Supertaça, a temporada passada ficou muito aquém do expectável, desde logo com a quebra considerável na qualidade do futebol praticado pela equipa, aliada aos resultados na Liga dos Campeões, em que o Benfica caiu na fase de grupos (com quatro derrotas, uma vitória e um empate) e foi relegado para a Liga Europa, sendo eliminado nessa competição nos ‘quartos’, face ao Marselha.

Na anterior edição da I Liga, em que somaram 25 vitórias, cinco empates e quatro derrotas, as ‘águias’ terminaram em segundo lugar, a 10 pontos do campeão Sporting, tendo ainda sido eliminadas nas meias-finais da Taça de Portugal, pelo rival lisboeta, e da Taça da Liga, pelo Estoril Praia. Pelo meio, sofreram uma das mais pesadas derrotas dos últimos anos, em casa de outro rival, o FC Porto, por 5-0, em março.

Nesta nova temporada, o nível exibicional da equipa não registou qualquer evolução e a contestação ao treinador ganhou contornos ainda maiores, particularmente após o encontro com o Moreirense, que ditou o ponto final na ligação de Schmidt ao Benfica.

 

Com Agência Lusa.

Portugal. Encontrado corpo do quinto militar da GNR nas buscas subquáticas no rio Douro

Encontrado corpo do quinto militar da GNR nas buscas subquáticas no rio Douro – Lusa

 

O corpo do quinto militar da GNR vítima do acidente no rio Douro, em Lamego, foi encontrado pelas 16:10 de hoje (hora local) durante as buscas subaquáticas na zona onde o helicóptero caiu, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

No local, a Lusa observou muitas movimentações por parte dos operacionais e embarcações que estão dentro do rio Douro, na zona de Samodães, Lamego, na zona onde a aeronave caiu na sexta-feira.

Dos cinco militares da GNR que seguiam a bordo, faltava apenas encontrar um, de 29 anos, o que aconteceu esta tarde.

O helicóptero de combate a incêndios florestais caiu no rio Douro na sexta-feira, e transportava um piloto e uma equipa de cinco militares da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPC) que regressavam de um fogo no concelho de Baião.

Os militares que perderam a vida neste acidente tinham entre os 29 e os 45 anos, três eram naturais de Lamego, um de Moimenta da Beira e outro de Castro Daire, no distrito de Viseu.

O piloto da aeronave foi resgatado com vida, apenas com ferimentos ligeiros.

O comandante regional da Polícia Marítima do Norte avançou hoje que o impacto do helicóptero que caiu no Douro, na sexta-feira, com seis pessoas a bordo, foi de “forte violência”.

“Face àquilo que já encontrámos e às imagens que temos registadas, tudo indica que [o impacto] foi de forte violência e causou a destruição total da aeronave”, afirmou Rui Silva Lampreia, que falava aos jornalistas após a retirada do rio de parte dos destroços do helicóptero.

Nesta conferência de imprensa, que decorreu no posto de comando destas operações, localizado no cais de Lamego, também estiveram presentes o ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, e o chefe do Estado-Maior da Armada, Gouveia e Melo.

As causas do acidente ainda não são conhecidas.

O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), organismo do Estado Português, tem uma equipa no terreno e que está a investigar o acidente.

O helicóptero acidentado, do modelo AS350 – Écureuil, é operado pela empresa HTA Helicópteros, sediada em Loulé, Algarve.

Independência de Timor Leste e fadista Mísia – os destaques do Passagem de Nível de 01/09

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo 1 de setembro de 2024. Das 12h00 às 14h00

 

DESTAQUES:

Timor-Leste: Do massacre, dia 12 de novembro 1991 no Cemitério de Santa Cruz ao referendo pela independência em 30 de agosto de 1999.
-12 de Novembro de 1991. Massacre no Cemitério de Santa Cruz, um documento sonoro
produzido pela Rádio Nova (Porto, 1992), editado no CD “Xanana” pela Tradisom (1995)
-O Prémio Nobel da Paz 1996 atribuído aos timorenses José Ramos Horta e Ximenes Belo.
Em Paris, no dia 23 de novembro, Ramos Horta diz à rádio alfa (AS) que os premiados são Xanana Gusmão e o Povo timorense
30 de agosto de 1999, mais de 80% dos timorenses votam a favor da independência, e uma vaga de violência por parte das milícias a soldo da indonésia fez 1 400 mortos e centenas de milhar de refugiados. Apontamentos sonoros realizados em directo (essencialmente da Rádio Alfa) entre finais de agosto e meados de setembro 1999.

A fadista Mísia faleceu no dia 27 de julho de 2024 e pouco mais de um mês depois vamos evocar a sua pessoa e o seu trabalho inovador a nível musical, onde o fado atingiu outra dimensão.
-Entrevista nos estúdios da Rádio Alfa (Programa Passagem de nível) dia 12 de janeiro de 2020.

-Testemunhos:
Richard Zimler, escritor e amigo pessoal de Mísia
Agnès Jaoui, actriz, cenarista, realizadora e cantora, que trabalhou várias vezes com Mísia
Christophe Girard, ancien Maire-adjoint chargé de la Cultura de la Mairie de Paris (sous les
mandatures de Bertrand Delanoë et Anne Hidalgo)

 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Artur Silva - Passagem de NÍvel
Podcast – Passagem de Nível

-Emissão com redifusão na noite de 3ª para 4a feira, entre as 0h00 e as 2h00 e no podcast www.radioalfa.net

Roberta Metsola evoca altruísmo dos militares mortos em queda de helicóptero no Douro

Presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, lembra altruísmo dos militares mortos em queda de helicóptero no Douro

 

A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, manifestou tristeza pela morte dos militares da GNR na queda de um helicóptero no rio Douro, garantindo que a “Europa ficará para sempre grata pelo seu altruísmo”.

“É com tristeza que tomo conhecimento do trágico acidente que ocorreu no rio Douro, em Portugal. Os meus pensamentos vão para as famílias e entes queridos dos corajosos militares que perderam a vida, enquanto tentavam proteger os outros”, destacou a maltesa, numa mensagem escrita em português na sua conta na rede social X.

Metsola frisou ainda que “a Europa ficará para sempre grata pelo seu altruísmo”.

O helicóptero de combate a incêndios florestais caiu no rio Douro pelas 12:50 de ontem, próximo da localidade de Samodães, Lamego, e transportava um piloto e uma equipa de cinco militares da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPC) que regressavam de um fogo no concelho de Baião.

O piloto da aeronave foi resgatado com vida, apenas com ferimentos ligeiros.

Até ao momento foram localizados os corpos de quatro militares da GNR, continuando desaparecido um outro elemento, e as buscas continuam.

As causas do acidente ainda não são conhecidas.

O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), organismo do Estado Português, tem uma equipa no terreno e que está a investigar o acidente.

O helicóptero acidentado, do modelo AS350 – Écureuil, é operado pela empresa HTA Helicópteros, sediada em Loulé, Algarve.

Alfa/com Lusa

Sorteios. Liga Europa com FC Porto e SC Braga e Liga Conferência com Vitória SC

O Manchester United constitui o principal adversário do FC Porto nos oito que foram hoje sorteados para os ‘dragões’ no novo formato da Liga Europa de futebol, ditou o sorteio que decorreu no Mónaco.

Num calendário a ser divulgado posteriormente, os ‘dragões’ vão receber a equipa inglesa, sendo ainda anfitriões dos gregos do Olympiacos, dos dinamarqueses do Midtjylland e dos alemães do Hoffenheim.

Nos quatro jogos fora, a equipa portuguesa, vencedora da Liga Europa em 2010/2011 e da antiga Taça UEFA em 2002/2003, vai a casa dos italianos da Lazio, dos israelitas do Maccabi Telavive, dos noruegueses do Bodo/Glimt e dos belgas do Anderlecht.

Os italianos da Roma e da Lazio são dois dos adversários mais difíceis do Sporting de de Braga.

A equipa bracarense vai receber a Lazio, os israelitas do Maccabi Telavive, os noruegueses do Bodo/Glimt e os alemães do Hoffenheim.

Num calendário que será divulgado brevemente, o Sporting de Braga, vai a casa dos italianos da Roma, dos gregos do Olympiacos, dos belgas do Union Saint-Gilloise e dos suecos do Elfsborg.

A Liga Europa de futebol inicia esta época, a exemplo da Liga dos Campeões e da Liga Conferência, um novo modelo competitivo, com um campeonato de 36 equipas, que disputarão oito jogos, quatro em casa e quatro fora, com adversários diferentes inseridos numa só liga, ao invés de uma fase de grupos.

As equipas que ficarem nos primeiros oito lugares apurar-se-ão automaticamente para os oitavos de final, enquanto as posicionadas entre os nono e 24º postos disputarão um play-off, a duas mãos, para definir as restantes oito formações que seguem para os ‘oitavos’.

Os 12 clubes que terminarem da 25ª posição para baixo serão automaticamente eliminados, não tendo sequer a possibilidade de serem ‘relegados’ para a Liga Conferência.

Os adversários das equipas nacionais na Liga Europa:

FC Porto
Manchester United (casa)
Lazio (fora)
Olympiacos (casa)
Maccabi Tel-Aviv (fora)
Midtylland (casa)
Bodo Glimt (fora)
Hoffenheim (casa)
Anderlecht (fora)

SC Braga
Lazio (casa)
Roma (fora)
Maccabi Tel-Aviv (casa)
Olympiacos (fora)
Bodo Glimt (casa)
Union Saint-Gilloise (fora)
Hoffenheim (casa)
Elfsborg (fora)

 

Fiorentina no caminho do Vitória SC

Os italianos da Fiorentina constituirão um dos adversários mais difíceis para o Vitória SC no novo formato da Liga Conferência.

Os vimaranenses, que tiveram de ultrapassar três eliminatórias para chegar à fase regular, vai receber a equipa italiana, bem como os checos do Mlada Boleslav e os eslovenos do Celje.

Num calendário que será conhecido no sábado, o Vitória de Guimarães desloca-se a casa dos suecos do Djurgarden, dos cazaques do Astana e dos suíços do St. Gallen.

A Liga Conferência de futebol inicia esta época, a exemplo da Liga dos Campeões e da Liga Europa, um novo modelo competitivo, com um campeonato de 36 equipas, mas, ao contrário das duas outras competições, cujas equipas vão disputar oito jogos, as formações da terceira competição da UEFA vão disputar seis jogos, três em casa e três fora, com adversários diferentes inseridos numa só liga, ao invés de uma fase de grupos.

As equipas que ficarem nos primeiros oito lugares apurar-se-ão automaticamente para os oitavos de final, enquanto as posicionadas entre os nono e 24º postos disputarão um play-off, a duas mãos, para definir as restantes oito formações que seguem para os ‘oitavos’.

Os 12 clubes que terminarem da 25ª posição para baixo serão automaticamente eliminados das competiçoes europeias.

Os adversários do Vitória SC:

Fiorentina (casa)
Djurgarden (fora)
Mladá Boleslav (casa)
Astana (fora)
St. Gallen (fora)
Celje (casa)

 

Com Agência Lusa.

 

 

 

Martínez fala em « novo ciclo » e chama Quenda para ter « sangue novo »

O selecionador Roberto Martínez afirmou hoje que Portugal iniciou um novo ciclo, estando agora com as atenções viradas para o Mundial2026 de futebol, e justificou a chamada de Quenda pela necessidade de ter “sangue novo” na equipa.

“Começámos um novo ciclo, um ciclo para preparar o próximo Campeonato do Mundo. A Liga das Nações é o primeiro passo, é um passo importante”, afirmou Roberto Martínez, na conferência de imprensa de divulgação da lista dos convocados para a estreia na Liga das Nações, na Cidade do Futebol, em Oeiras.

Geovany Quenda, extremo do Sporting de apenas 17 anos, é a grande surpresa das escolhas do selecionador nacional, mas as novidades não ficaram por aí, com Renato Veiga (Chelsea), Tiago Santos (Lille), Pedro Gonçalves e Trincão, ambos do Sporting, a merecerem a chamada.

“O Quenda é um novo talento a acompanhar, é um jogador que vive do desequilíbrio. Fez um Europeu de sub-17 muito bom. Gostámos do que fez na pré-época e é um jogador que pode ser interessante ver neste estágio e a forma como vai entrar num patamar internacional”, explicou o técnico de 50 anos.

Já sobre Pedro Gonçalves e Trincão, o selecionador luso considerou que este foi “o momento certo” para convocar a dupla do Sporting.

Martínez assumiu que nomes habituais como Rui Patrício, Danilo e João Cancelo ficaram de fora devido a terem falhado a pré-temporada com os respetivos clubes, assim como Matheus Nunes e Francisco Conceição, e assumiu que este é o “momento para utilizar mais jogadores”.

“É importante ter mais jogadores com competitividade. É importante, nesta fase, ter sangue novo”, reforçou.

O técnico adiantou ainda que Otávio, que falhou a fase final do Euro2024 devido a lesão, estava na lista de convocados, mas acabou por ser excluído novamente devido a problemas físicos.

No arranque da quarta edição da Liga das Nações, a seleção lusa recebe a Croácia, em 05 de setembro, no Estádio da Luz, em Lisboa, e, três dias depois, defronta a Escócia, no mesmo recinto, com ambos os jogos a terem início às 20:45 (hora em Paris).

Portugal conquistou a primeira edição da Liga das Nações, em 2019, tendo depois falhado a qualificação para a ‘final four’ em 2020/21 e 2022/23.

 

Lista dos 25 jogadores hoje convocados pelo selecionador de futebol, o espanhol Roberto Martínez, para os jogos frente à Croácia e Escócia da Liga das Nações:

– Guarda-redes:

Diogo Costa (FC Porto), José Sá (Wolverhampton, Ing) e Rui Silva (Betis Sevilha, Esp).

– Defesas:

Diogo Dalot (Manchester United, Ing), Rúben Dias (Manchester City, Ing), António Silva (Benfica), Gonçalo Inácio (Sporting), Nuno Mendes (Paris Saint-Germain, Fra), Nélson Semedo (Wolverhampton, Ing), Tiago Santos (Lille, Fra) e Renato Veiga (Chelsea).

– Médios:

João Palhinha (Bayern Munique, Ale), João Neves (Paris Saint-Germain, Fra), Rúben Neves (Al-Hilal, Ara), Bernardo Silva (Manchester City, Ing), Bruno Fernandes (Manchester United, Ing), Vitinha (Paris Saint-Germain, Fra) e Pedro Gonçalves (Sporting).

– Avançados:

Cristiano Ronaldo (Al Nassr, Ara), João Félix (Chelsea, Ing), Rafael Leão (AC Milan, Ita), Diogo Jota (Liverpool, Ing), Pedro Neto (Chelsea, Ing), Geovany Quenda (Sporting) e Francisco Trincão (Sporting).

 

Com Agência Lusa.

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x