50 anos da Revolução dos Cravos no centro de Paris. Festa, música, baile… na praça do Châtelet e nos teatros
Week-end du 20 & 21/04 et le 25/04
Place du Châtelet & Théâtre de la Ville – Sarah Bernhardt
Dans le cadre des 50 ans de la Révolution des Œillets
Pour célébrer les 50 ans de la Révolution des Œillets, le Théâtre de la Ville propose un grand focus sur la place du Châtelet (gratuit) et dans tous les espaces du théâtre.
Au programme : chants traditionnels, chants d’intervention, musique contemporaine, bal dansant, expositions, ateliers, gastronomie et projections… Avec les grands noms de la scène artistique portugaise tels que Sopa de Pedra, B Fachada ou Tânia Carvalho & Joana Gama, Maria Reis.
As comemorações começam nestes 8 e 9 de abril com dois concertos de António Zambujo e Yamandu Costa e continuam no dia 19 e dias seguintes com uma exposição, na Praça de Châtelet, intitulada “Portugal: 25 Abril 1974, enfim a liberdade!”.
(Acontecimento com o apoio da Rádio Alfa)
Saiba mais neste endereço:
https://www.theatredelaville-paris.com/fr/spectacles/saison-2023-2024/revolution-des-oeillets/50-ans-de-la-revolution-des-oeillets
Vitória SC vence na visita ao FC Porto e aproxima-se dos ‘dragões’
O FC Porto foi hoje derrotado pelo Vitória SC, por 1-2, na 28ª jornada da I Liga de futebol, com os vimaranenses a ficarem a apenas dois pontos dos ‘dragões’, que somaram a segunda derrota consecutiva.
No Estádio do Dragão, os vimaranenses adiantaram-se no marcador aos 12 minutos, beneficiando de um autogolo de Galeno, e ampliaram a vantagem aos 33, por Jota Silva, com o mesmo Galeno a reduzir para os ‘dragões’, aos 44, num jogo em que Pepe foi expulso por protestos e deixou o FC Porto reduzido a 10, aos 69 minutos.
Com este resultado, o FC Porto, que soma já seis desaires no campeonato, não aproveitou as derrotas de Benfica frente ao Sporting e do Sporting de Braga com o Arouca, e está em terceiro, com 58 pontos, mais dois do que os bracarenses e o Vitória de Guimarães, ambos com 56, e menos nove do que o Benfica (67), enquanto os ‘leões’ lideram com 71, e menos um jogo.
O Vitória de Guimarães, que a meio da semana perdeu em casa com o FC Porto (1-0) na primeira mão das ‘meias’ da Taça de Portugal, continua num momento positivo no campeonato, com cinco vitórias seguidas.
Resultados da 28ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:
– Sexta-feira, 05 abr:
Farense – Boavista, 2-0 (2-0 ao intervalo)
– Sábado, 06 abr:
Rio Ave – Gil Vicente, 3-0 (2-0)
Famalicão – Vizela, 3-2 (2-0)
Sporting de Braga – Arouca, 0-3 (0-2)
Sporting – Benfica, 2-1 (1-1)
– Domingo, 07 abr:
Desportivo de Chaves – Portimonense, 2-3 (1-0)
Moreirense – Estrela da Amadora, 2-2 (2-0)
FC Porto – Vitória de Guimarães, 1-2 (1-2)
– Segunda-feira, 08 abr:
Casa Pia – Estoril Praia, 21:15
Com Agência Lusa.
Pedro Ferreira sagra–se campeão europeu de trampolim e Diogo Abreu é bronze
O ginasta Pedro Ferreira conquistou hoje a medalha de ouro na prova masculina de trampolim individual dos Europeus que decorrem em Guimarães e Diogo Abreu arrecadou o bronze, o que permite a Portugal encerrar a prova com 11 medalhas.
O português de 27 anos, ligado ao Sporting, garantiu o título europeu com 59.160 pontos, acima do francês Pierre Gouzou, prata, com 58.910, e do outro representante luso na final, Diogo Abreu, ginasta de 30 anos, também vinculado ao emblema de Alvalade, que já competiu nos Jogos Olímpicos Rio2016 e Tóquio2020, com 57.810 pontos.
Com estas dois resultados, a seleção portuguesa de ginástica de trampolins ‘assinou’ um último dia de Europeus com duas medalhas de ouro, de Pedro Ferreira e de Tiago Romão, no duplo minitrampolim, duas de prata, de Diana Gago, no duplo minitrampolim, e de Mariana Cascalheira, no ‘tumbling’, e duas de bronze, a de Diogo Abreu e a de Alexandra Garcia no duplo minitrampolim.
Portugal concluiu assim a 29ª edição da competição, decorrida pela segunda vez no pavilhão multiusos de Guimarães, com três medalhas de ouro, três de prata e cinco de bronze.
Com Agência Lusa.
Portugal apura-se para o Europeu feminino de andebol apesar da derrota
A seleção portuguesa feminina de andebol apurou-se hoje para a fase final do Europeu de 2024, apesar da derrota por 25-22 com a Chéquia, em Plzen, na sexta e última jornada do Grupo 3 da qualificação.
Portugal, que vai marcar presença pela segunda vez num Europeu, após a estreia em 2008, deu boa réplica às checas, oitavas classificadas no Mundial2023, e atingiu o intervalo a vencer por 13-10, depois de ter tido uma vantagem de sete golos aos 13-6.
A seleção orientada por José António Silva entrou bem na partida, com Isabel Góis em destaque na baliza, e abriu para uma vantagem de quatro golos aos 8-4, com um parcial de 4-0, por intermédio de Bebiana Sabino, Beatriz Sousa, Patrícia Rodrigues e Mihaela Minciuna.
A República Checa reduziu para três golos aos 6-9, com 20 minutos de jogo, após o que Portugal voltou a mostrar eficácia e com mais um parcial de 4-0, por Bebiana Sabino, Carolina Monteiro, Joana Resende e Beatriz Sousa, abriu para uma vantagem de sete aos 13-6.
O final da primeira parte foi marcado por uma série de erros do conjunto luso, principalmente nas ações ofensivas, que permitiu à República Checa, com um parcial de 4-0, reduzir a diferença e chegar ao intervalo a perder por 10-13.
Portugal segurou a liderança até aos 16-14, altura em que as checas, com um parcial de 3-0, tirando partido da falta de fluidez do ataque luso, diluíram a desvantagem e passaram para a frente do marcador, aos 17-16, pela primeira vez no encontro.
Patricia Rodrigues, Mariana Lopes (dois) e nova defesa de Isabel Góis devolveram a liderança a Portugal, aos 19-17, que a seleção nacional voltaria a perder aos 22-20, e desta vez definitivamente, com um parcial de 5-1.
No final do encontro, alguns erros e precipitações, bem como cansaço em peças fundamentais do selecionador José António Silva, ditaram a derrota final frente ao conjunto checo por três golos aos 25-22.
Mariana Lopes, com sete golos, e Beatriz Sousa, com cinco, foram as jogadoras em destaque na concretização na equipa lusa, enquanto que na República Checa esse papel pertenceu a Markéta Jerábkova, com sete, e Veronika Mala, com seis.
Apesar de derrota, Portugal garantiu o apuramento para a fase final do Europeu, que vai decorrer na Áustria, Hungria e Suíça, entre 28 de novembro e 15 de dezembro deste ano, repetindo o feito de 2008.
Portugal terminou o grupo no terceiro lugar, com quatro pontos, atrás dos Países Baixos, com 12, e República Checa, com oito, que se apuraram diretamente, e beneficiou do facto de ser um dos quatro melhores terceiros para também ‘carimbar’ a presença no Europeu.
Com Agência Lusa.
Estoril Open: Hurkacz derrota Martínez e conquista primeiro título em terra batida
O polaco Hubert Hurkacz, 10º jogador mundial, conquistou hoje o primeiro título da carreira em terra batida, ao impor-se na final do Estoril Open ao espanhol Pedro Martínez, em dois sets.
No Clube de Ténis do Estoril, o segundo cabeça de série confirmou o favoritismo diante do 77.º classificado do ranking ATP, vencendo com os parciais de 6-3 e 6-4, em uma hora e 27 minutos.
Hubert Hurkacz, de 27 anos, somou o oitavo título da carreira, primeiro em terra batida, e sucedeu no palmarés do único torneio ATP português ao norueguês Casper Ruud.
Lista dos campeões de singulares masculinos do Estoril Open em ténis, que terminou hoje no Clube de Ténis do Estoril:
2024 Hubert Hurkacz, Pol
2023 Casper Ruud, Nor
2022 Sebastián Báez, Arg
2021 Albert Ramos-Viñolas, Esp
(…) *
2019 Stefanos Tsitsipas, Gre
2018 João Sousa, Por
2017 Pablo Carreño Busta, Esp
2016 Nicolas Almagro, Esp
2015 Richard Gasquet, Fra
2014 Carlos Berlocq, Arg **
2013 Stanislas Wawrinka, Sui **
2012 Juan Martin del Potro, Arg ***
2011 Juan Martin del Potro, Arg
2010 Albert Montañes, Esp
2009 Albert Montañes, Esp
2008 Roger Federer, Sui
2007 Novak Djokovic, Ser
2006 David Nalbandian, Arg
2005 Gaston Gaudio, Arg
2004 Juan Ignacio Chela, Arg
2003 Nikolay Davydenko, Rus
2002 David Nalbandian, Arg
2001 Juan Carlos Ferrero, Esp
2000 Carlos Moyà, Esp
1999 Albert Costa, Esp
1998 Alberto Berasategui, Esp
1997 Alex Corretja, Esp
1996 Thomas Muster, Aut
1995 Thomas Muster, Aut
1994 Carlos Costa, Esp
1993 Andrei Medvedev, Ucr
1992 Carlos Costa, Esp
1991 Sergi Bruguera, Esp
1990 Emilio Sánchez, Esp
* O torneio não se realizou em 2020 devido à pandemia de covid-19.
** O torneio denominava-se Portugal Open.
*** O torneio denominou-se Estoril Open entre 1990 e 2012, sob uma organização diferente.
Com Agência Lusa.
PASSAGE À NIVEAU – 07 Abril 2024
Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Domingo 07 de Abril 2024
Entre as 12h00 e as 14h00
Aqui fica a emissão:


José Cesário: da situação « caótica » nos consulados ao ensino. As prioridades do Secretário de Estado das Comunidades. Exclusivo
Alfa/ Daniel Ribeiro
“A situação (nos consulados) é caótica, sendo extremamente difícil o simples agendamento do atendimento nos postos”, diz José Cesário em declarações exclusivas à Rádio Alfa. Nestas suas primeiras declarações depois de há três dias ter tomado posse – pela sexta vez como Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, revela -, José Cesário define as primeiras prioridades para a sua ação no Governo. A atenção à situação nos consulados será uma das principais, bem como ao ensino da língua portuguesa (defende por exemplo o fim da propina), no quadro do que diz ser « a proximidade e a disponibilidade (que) serão palavras de ordem sempre bem presentes ».
José Cesário, quadro histórico do PSD, natural de Viseu e com 65 anos de idade, foi professor e eleito diversas vezes deputado, tem uma longa carreira política e é reconhecidamente um profundo conhecedor da realidade das Comunidades e dos meandros da Secretaria de Estado que agora volta a dirigir.
Alfa- Segundo as notícias publicadas sobre si, é a quarta vez que tomou posse como Secretário de Estado das Comunidades. Agora, assume a pasta de novo, com que estado de espírito?
José Cesário – Verdadeiramente, é a sexta vez que tomei posse como Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas. Sinceramente, estou extremamente animado e entusiasmado pois sinto que há muito para fazer para superar a enorme falta de atenção que tem sido dada às nossas Comunidades, sobretudo de 2019 a esta parte.
Alfa- Já definiu as principais prioridades para os primeiros meses?
José Cesário – Há muito que equacionei o plano para estes próximos tempos…
Em primeiro lugar, há que estar muito mais presente junto dos portugueses que estão no estrangeiro. A proximidade e a disponibilidade serão palavras de ordem sempre bem presentes.
Em segundo lugar, é necessário olhar com muita atenção para o que se passa nos nossos consulados. A situação é caótica, sendo extremamente difícil o simples agendamento do atendimento nos postos, o que causa enormes embaraços aos nossos utentes.
Depois é também fundamental criar um novo espírito na relação com as nossas numerosas associações e, muito particularmente, com os lusodescendentes.
Espero igualmente ser capaz de dar uma nova dinâmica à relação com o Conselho das Comunidades, que será um parceiro essencial para as mudanças a efetuar.
Espero também conseguir dar uma nova dinâmica às políticas de ensino da nossa Língua, procurando olhar para as novas comunidades ao mesmo tempo que tentaremos consolidar e melhorar a oferta para as Comunidades mais antigas.
Finalmente, tentaremos igualmente introduzir melhorias na legislação eleitoral, em diálogo com a Assembleia da República, e nas políticas de incentivo à participação cívica.
Alfa – Que papel pode ter no que respeita ao ensino da língua, que por exemplo em França enfrenta grandes problemas?
José Cesário – A Língua Portuguesa é um elemento central da nossa identidade, enquanto portugueses. Por isso, merecerá toda a nossa atenção.
Por um lado, procuraremos dinamizar o conjunto de Escolas Portuguesas que temos nos países lusófonos, que são estratégicas para o futuro do Português.
Por outro lado, olharemos para o chamado Ensino Português no Estrangeiro com um novo espírito, reforçando o chamado ensino paralelo ao mesmo tempo que apostaremos na integração do ensino do Português nos sistemas educativos locais.
Não escondo que é também minha intenção acabar com a propina durante a vigência da presente Legislatura, sem pôr em causa a aposta na avaliação e na certificação das aprendizagens e no incentivo à leitura.
Em suma, temos muito trabalho pela frente. Só espero não desiludir os milhões de portugueses que vivem no estrangeiro.