Mais de mil mordomas percorreram as ruas de Viana do Castelo.
Polícia protegeu a maior montra de ouro a céu aberto do Mundo a festa começou no dia 14 e a romaria vai continuar até 22 de agosto.
Mais de mil mordomas percorreram as ruas de Viana do Castelo.
Polícia protegeu a maior montra de ouro a céu aberto do Mundo a festa começou no dia 14 e a romaria vai continuar até 22 de agosto.
O ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou, no Porto, que Portugal e outros países assinam hoje, na República Dominicana, uma declaração a pedir, mais uma vez, o fim da repressão e a libertação daqueles que foram “arbitrariamente detidos” na Venezuela.
No âmbito da tomada de posse do Presidente da República Dominicana, vai-se “assinar uma declaração a pedir mais uma vez o fim da repressão das manifestações e dos direitos da oposição, a libertação daqueles que foram arbitrariamente detidos e, para além disso, uma solução que seja uma solução negociada”, disse Paulo Rangel.
“A solução a sair deve ser uma solução de transição. Uma solução negociada”, frisou.
A Venezuela, país que conta com uma expressiva comunidade de portugueses e de lusodescendentes, realizou eleições presidenciais a 28 de julho, após as quais o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) atribuiu a vitória a Nicolás Maduro com pouco mais de 51% dos votos, enquanto a oposição afirma que o seu candidato, o antigo diplomata Edmundo González Urrutia, obteve quase 70% dos votos.
A oposição venezuelana e diversos países da comunidade internacional denunciaram uma fraude eleitoral e exigiram que sejam apresentadas as atas de votação para uma verificação independente, o que o CNE diz ser inviável devido a um “ciberataque” de que alegadamente foi alvo.
Os resultados eleitorais têm sido contestados com manifestações reprimidas pelas forças de segurança, com o registo oficial de mais de 2.220 detenções, 25 mortos e 192 feridos.
“Olhamos para isto sempre com acompanhamento direto da comunidade portuguesa, que tem mais de meio milhão de pessoas e, portanto, os lusodescendentes são para nós um motivo de grande atenção e de preocupação. Estamos em contacto com todas as estruturas representativas dessa comunidade, através dos nossos consulados e da nossa embaixada em Caracas, capital de Venezuela, e estamos ao mesmo tempo, nesta via de fomentar o diálogo que possa permitir ultrapassar este impasse político”, sublinhou o ministro, que falava aos jornalistas no final de uma visita ao Centro Social e Paroquial Nossa Senhora da Boavista, no Porto.
E acrescentou: “Isso é o que nós estamos a fazer, sempre defendendo a transparência, a democracia e os direitos políticos da oposição”.
Rangel sublinhou que “Portugal tem sido taxativo e determinante ».
« Julgo que não pode ser mais. Aconselho alguns que falam sobre estas matérias a ler todas as posições do Ministério dos Negócios Estrangeiros desde o dia das eleições, a 29 de julho”, acrescentou.
“Nós temos tido um esforço incansável para acompanhar a situação, para garantir os direitos das pessoas que estão detidas e o respeito pelos direitos da oposição em geral. É muito importante que haja, no fundo, um diálogo entre as forças no terreno e o atual poder na Venezuela para se encontrar uma solução pacífica e negociada”, afirmou.
Paulo Rangel disse ainda que, em relação à situação que se vive naquele país da América Latina, Portugal tem estado em “estreito, estreitíssimo, diálogo com o Brasil, Colômbia” e também com outros países, nomeadamente com parceiros europeus.
“Estou a pensar, em particular, na Espanha, na Itália e também no Alto Representante Joseph Borrel. Portanto, tem sido um acompanhamento diário, muitas vezes obrigando ao dispêndio de esforços diplomáticos grandes, mas estamos a fazê-lo de uma forma intensa”, acrescentou.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pediu ao Estado da Venezuela que adote medidas para garantir a vida e saúde do preso político luso-venezuelano Williams Dávila, renovando o seu estatuto de “situação de risco”.
“A CIDH analisou a continuidade da situação de risco identificada em 2017. A informação apresentada refletiu a persistência de ameaças, vigilância, intimidação, assédio e ataques contra Williams Dávila num contexto de perseguição sistemática da oposição política no país”, explica a organização num comunicado.
Em 09 de agosto, o Governo português exigiu às autoridades venezuelanas “a libertação imediata e incondicional de Williams Dávila Barrios”, cidadão com nacionalidade portuguesa.
Alfa – Opinião (Daniel Ribeiro)
Foi ontem no Pontal (Algarve), na festa da rentrée do PSD.
Confesso que o título desta notícia é exagerado, porque ainda circulam comboios no país, mas o PM Montenegro anunciou várias medidas sociais, entre elas um passe de 20€ para andar de comboio em Portugal.
Trata-se evidentemente de uma boa notícia, mas é inócua porque o problema em Portugal é que em muitas regiões do interior, as linhas de caminho de ferrro foram completamente abandonadas desde há anos e nunca mais foram repostas.
Por exemplo: a linha da Beira Alta (De Coimbra para a fronteira, a Guarda e etc.) está há dois anos e meio sem funcionar e o fim das obras – pelos vistos eternas – não está à vista.
O país abandonou a linha férrea de proximidade no interior e os Governos só pensam nas estradas e no TGV que nunca mais virá e que não servirá de nada para as regiões abandonadas.
Mais acima da Guarda, no Nordeste – Bragança, Vila Real, Chaves…. – também não existe nada em termos de CF. Aqui, há estações que foram transformadas em bares com esplanadas em cima das linhas férreas. Estranho país, este… onde, em termos de linhas regionais, só parecem ter interesse as de Cascais e equiparadas.
Depois de duas vitórias em duas grandes Voltas com o esloveno Tadej Pogacar, um ‘fenómeno’ como há poucos na história do ciclismo, todas as atenções estarão voltadas para a UAE Emirates, ainda para mais depois de ‘castigar’ Juan Ayuso, deixando o espanhol de fora da ‘sua’ Vuelta.
Em vez disso, recompensou a lealdade de dois gregários de luxo para Pogacar, com João Almeida, a partir de casa com três etapas em Portugal nesta 79.ª edição, e o britânico Adam Yates como nomes à cabeça.
Depois do quarto lugar no Tour, e de já ter sido quarto também na Volta a Espanha, Almeida chega como principal candidato, não só pela valia nas montanhas, a par de Yates, mas também pela qualidade no contrarrelógio, em que o companheiro britânico é inferior.
Com Marc Soler, Pavel Sivakov, Brandon McNulty e Jay Vine, a formação dos Emirados Árabes Unidos tem um elenco de luxo para defender o líder que a estrada ditar e caçar etapas, além do jovem mexicano Isaac del Toro, que se estreia em grandes Voltas depois de vencer a Volta a França do Futuro em 2023.
A liderança partilhada com Yates, no papel, deixa à estrada o papel de definir o principal candidato, com o ciclista português de 26 anos, que foi quarto em 2022 e nono em 2023 nesta corrida, a beneficiar do contrarrelógio em Lisboa, a abrir, para partir na frente do britânico.
A dupla, de resto, sabe o que é partilhar as funções de chefe de fila, depois de se mostrarem dominadores na Volta a Suíça, em que Yates ganhou e Almeida, que venceu duas etapas, foi segundo.
A profundidade de opções da UAE Emirates não só faz dela o ‘alvo a abater’ como de João Almeida o principal candidato, sobretudo num ano em que o campeão de 2023, o norte-americano Sepp Kuss (Visma-Lease a Bike), teve vários azares.
Depois de triunfar no ano passado por estar melhor do que os líderes me prol de quem ia trabalhar, desta feita vem defendido pela equipa, com Cian Uijtdebroeks, Wout van Aert e Atila Valter no apoio, depois de a covid-19 o ter afastado do Tour.
Com o tricampeão da corrida entre 2019 e 2021, o esloveno Primoz Roglic, a Red Bull-BORA-hansgrohe tem um vencedor comprovado na corrida, de novo à procura de redenção após a desilusão na Volta a França, este ano numa nova equipa.
A incógnita da recuperação de lesões e quedas deixa a equipa expectante, mas com planos alternativos, uma vez que conta também com o russo Aleksandr Vlasov e o colombiano Daniel Martínez, segundo na Volta a Itália este ano, para atacar a geral.
Com o português Rui Costa na equipa, o equatoriano Richard Carapaz (EF Education-Easy Post) vai tentar voltar a vencer uma grande Volta, depois da Volta a Itália de 2019, enquanto a INEOS aposta no espanhol Carlos Rodriguez, principal esperança do país anfitrião na ausência de Ayuso.
As outras opções espanholas recaem sobre Enric Mas, líder da Movistar de Nelson Oliveira e três vezes segundo nesta corrida, numa equipa que traz também os colombianos Einer Rubio e o ‘regressado’ Nairo Quintana, e em Mikel Landa (Soudal-QuickStep), quinto no Tour.
Também a Lidl-Trek traz várias opções, a começar pelo britânico Tao Geoghegan Hart, que venceu a Volta a Itália em 2020, juntando-lhe o italiano Giulio Ciccone e o dinamarquês Mattias Skjelmose.
Outros candidatos incluem o italiano Antonio Tiberi (Bahrain-VIctorious), o australiano Ben O’Connor (Decathlon-AG2R), o francês Guillaume Martin (Cofidis) ou o italiano Lorenzo Fortunato (Astana).
No capítulo dos sprinters, o australiano Kaden Groves (Alpecin-Deceuninck), vencedor de quatro etapas na Vuelta e campeão dos pontos em 2023, está de regresso, com o percurso montanhoso a afastar vários sprinters puros – o belga Wout van Aert (Visma-Lease a Bike) é outro grande nome, mas o trabalho em prol de Sepp Kuss pode tirar-lhe a ponta final necessária.
O jovem checo Pavel Bittner (dsm-firmenich PostNL) venceu duas etapas na Volta a Burgos e pode surpreender, assim como o neozelandês Corbin Strong (Israel Premier Tech) e o espanhol Jon Aberasturi (Euskaltel-Euskadi).
A Vuelta, última grande Volta do ano, parte de Lisboa, no sábado, e terá três etapas em Portugal, terminando em Madrid em 08 de setembro.
Com Agência Lusa.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou ontem que o Governo vai aprovar um suplemento extraordinário para as pensões mais baixas, que irá variar entre os 100 e 200 euros, e será paga em outubro.
Numa intervenção de cerca de 20 minutos na Festa do Pontal, em Quarteira, distrito de Faro, que marca a ‘rentrée’ política do PSD, Luís Montenegro anunciou um « suplemento extaordinário » que será pago no mês de outubro e que será de 200 euros, para quem tenha pensão até 509,26 euros, de 150 euros para as pensões entre 509,26 e 1018,52 euros e 100 euros para as pensões entre 1018,52 e 1527,78.
O chefe do executivo anunciou também a criação de mais vagas para o curso de medicina, de forma a compensar as aposentações dos médicos do Serviço Nacional de Saúde, e um passe ferroviário de 20 euros mensais que dará acesso a todos os comboios urbanos, regionais, interrregionais e intercidades.
O passe está incluído num « plano de mobilidade » que será aprovado com os objetivo de faciltar a utilização de meios de transporte sustentáveis, que não causem problemas ambientais, disse ainda.
Alfa/ com Lusa
Foto de abertura: Lusa (Mário Cruz)
Alfa – Daniel Ribeiro
Depois do inegável êxito e da euforia dos JO Paris2024, a França permanece sob ameaça de uma crise política porque parece continuar difícil encontrar um consenso na Assembleia Nacional para aprovar o Orçamento do Estado (OE) para 2025 – (não é só em Portugal, onde o Governo também não conta com uma maioria no Parlamento que este problema específico existe).
Em França, a ameaça do chumbo do OE2025 parece forte.
Tal como em Portugal, a França também conheceu eleições legislativas antecipadas decididas pelos respetivos presidentes – Marcelo e Macron – que, ambas, não resultaram em maiorias absolutas em ambos os parlamentos.
Em Portugal, o PM Montenegro tenta acordos parlamentares de recurso com o PS e, em França, o PM de « gestão » Attal, enfrenta um problema talvez ainda mais grave porque a oposição no Parlamento é bem mais radical do que em Portugal.
O filme “Grand Tour”, de Miguel Gomes, está entre as 29 primeiras obras selecionadas para os Prémios do Cinema Europeu, anunciou hoje a organização.
Na lista encontra-se ainda “Misericórdia”, do francês Alain Guiraudie, com coprodução portuguesa pela Rosa Filmes.
Em comunicado, a Academia Europeia do Cinema lembrou que a seleção foi feita por um painel, consultando vários peritos europeus, e que é desta lista que resultarão os nomeados aos prémios, que são entregues em dezembro, na Suíça.
Os restantes filmes selecionados vão ser anunciados em setembro e as nomeações reveladas em 05 de novembro.
A história de « Grand Tour » segue um romance de início do século XX, com Edward (Gonçalo Waddington), um funcionário público do império britânico que foge da noiva Molly (Crista Alfaiate) no dia em que ela chega para o casamento.
“Contemplando o vazio da sua existência, o cobarde Edward interroga-se sobre o que terá acontecido a Molly… Desafiada pelo impulso de Edward e decidida a casar-se com ele, Molly segue o rasto do noivo em fuga através deste ‘Grand Tour’ asiático”, refere a sinopse.
Miguel Gomes já conquistou o prémio de melhor realização no festival de Cannes deste ano com “Grand Tour”, um feito até aqui inédito para o cinema português.
Na preparação deste filme, ainda antes da pandemia da covid-19, Miguel Gomes fez um arquivo de viagem pela Ásia – por exemplo, Myanmar (antiga Birmânia), Vietname, Tailândia, Japão -, para traçar o trajeto das personagens, recolhendo imagens e sons contemporâneos para uma longa-metragem de época de 1918.
Só depois desse périplo, Miguel Gomes rodou as cenas com os atores em estúdio, em Roma. O argumento é coassinado pelo cineasta com Mariana Ricardo, Telmo Churro e Maureen Fazendeiro.
“O que é interessante no cinema é que se pode viajar para um mundo alternativo, um mundo ficcional que contém todos os tempos; as memórias do tempo passado, o tempo atual em que vivemos, o presente”, disse Miguel Gomes em conferência de imprensa em Cannes.
“Grand Tour” foi produzido por Uma Pedra no Sapato, de Filipa Reis, em coprodução com Itália, França, Alemanha, China e Japão.
Alfa/Lusa
Iúri Leitão e Pedro Pichardo igualaram o feito de Carlos Lopes, ao juntarem uma medalha de prata ao título olímpico, algo que o antigo maratonista considerou ontem mostrar que Portugal tem melhores desportistas do que se imagina.
Na estreia lusa em provas masculinas de pista, em Paris2024, Iúri Leitão e Rui Oliveira venceram no madison e juntaram-se a Carlos Lopes, Rosa Mota, Fernanda Ribeiro, Nélson Évora e Pedro Pichardo, todos campeões olímpicos no atletismo, com o vianense, prata no omnium, a tornar-se ainda no primeiro a conquistar duas medalhas na mesma edição dos Jogos Olímpicos.
Antes, já Pichardo, campeão do triplo salto em Tóquio2020, tinha arrecadado a prata em Paris2024, igualando Carlos Lopes, ouro na maratona em Los Angeles1984 e prata nos 10.000 metros em Montreal1976.
Ontem, na inauguração da iluminação à rotunda existente em sua homenagem, em Viseu, a sua terra natal, salientou a importância destas conquistas recentes, nomeadamente a primeira medalha de ouro fora do atletismo.
“Portugal ter ganho e o [ciclista] Iúri [Leitão] ter ganho duas medalhas é bom para o desporto português, é bom para ele e, acima de tudo, para abrir a mente das pessoas, porque é possível sermos muitos mais e melhores desportistas do que aquilo que as pessoas imaginam”, afirmou o antigo maratonista, agora com 77 anos.
Carlos Lopes conquistou o primeiro ouro luso há 40 anos e um dia, em 12 de fevereiro de 1984, o título olímpico na maratona dos Jogos Los Angeles1984, então juntando-o à prata nos 10.000 metros em Montreal1976.
“Ou um tipo vai para lá para ganhar ou, se vai com medo, o que é que ganha? Nada. Está sujeito a desistir, porque o medo faz parte do cidadão, mas ao não ter medo de perder está mais perto de ser campeão”, defendeu.
O antigo atleta elogiou as “qualidades extraordinárias” dos jovens portugueses, reconhecendo que “é muito mais difícil” alcançar resultados sem o apoio do Estado.
“Também temos de ter coragem de dizer: sem o Estado estar presente nisto é muito mais complicado, é muito mais difícil, porque a vida não está fácil para ninguém e nós fazemos um esforço tremendo sem condições e assim vamos continuar a ter muitos problemas”, acrescentou.
Nesse sentido, alertou que o desporto não existe “de quatro em quatro anos”, com os Jogos Olímpicos, realçando que o fenómeno “é grande, ultrapassa fronteiras e une pessoas”.
“O desporto é todos os dias, o trabalho é diário para que, naquele dia, as coisas saiam perfeitas. Já há condições, mas é curto e nós temos jovens com qualidades extraordinárias”, salientou o antigo atleta, considerando que os olímpicos lusos presentes em Paris2024 foram “potências”, alguns que fizeram “partir o coração, quando perderam”.
Paris recebeu, entre 26 de julho e o último domingo, os Jogos Olímpicos da XXXIII Olimpíada, com Portugal a conquistar quatro medalhas, com o destaque a ir para o ouro no madison dos ciclistas Rui Oliveira e Iúri Leitão, que foi prata no omnium masculino, com Pedro Pichardo a ser segundo no triplo salto e a judoca Patrícia Sampaio a conquistar o bronze em -78kg, além de outros 10 diplomas.
Além de Leitão, Pichardo, Lopes e Ribeiro, também Rosa Mota, ouro em Seul1988 e bronze em Los Angeles1984, ambas na maratona, e Fernanda Ribeiro, ouro em Atlanta1996 e bronze em Sydney2000 nos 10.000 metros, contam dois ‘metais’, tal como o cavaleiro Luís Mena e Silva, bronze em Berlim1936 e Londres1948, e o canoísta Fernando Pimenta, prata em Londres2012 e bronze em Tóquio2020.
Alfa/Lusa
O número de passageiros nos aeroportos nacionais aumentou 5,2% no primeiro semestre, para 32,9 milhões, tendo sido registados máximos históricos nos valores mensais na primeira metade do ano, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgados.
Segundo as estatísticas rápidas do transporte aéreo, o aeroporto de Lisboa movimentou 50,8% do total de passageiros, que corresponde a 16,7 milhões e um aumento de 5,3% comparando com o mesmo período de 2023.
Já o aeroporto do Porto concentrou 22,8% do total de passageiros movimentados (7,5 milhões; +5,8%), enquanto o aeroporto de Faro registou um crescimento de 3,3% no movimento de passageiros, totalizando 4,3 milhões.
Alfa/ com Lusa
A evacuação decidida pelo Governo da região administrativa de Belgorod foi tomada quando a Ucrânia afirma comtrolar 1.000 km2 de território no sul da Rússia.
Reagindo à situação, o Presidente Putin disse que a incursão militar ucraniana compromete conversações de paz e prometeu uma « resposta firme ».
As forças ucranianas desencadearam na passada terça-feira uma forte incursão militar na região fronteiriça russa de Kursk.
Segundo Moscovo, um dos objetivos da invasão ucraniana na região de Kursk, decidida pelo Presidente Zelensky, é tetar travar a ofensiva de Moscovo no leste e sul da Ucrânia.