Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Domingo 22 Setembro 2024
Entre as 12h00 e as 14h00
Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h
Aqui fica a emissão:
Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Domingo 22 Setembro 2024
Entre as 12h00 e as 14h00
Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h
Aqui fica a emissão:
Entrevista com o secretádio de Estado das Comunidades, José Cesário – no programa Passagem de Nível deste domingo, 22.
Na entrevista a Artur Silva, o governante com a pasta das Comunidades, evocou a crise no ensino da língua portuguesa em França e noutros países – designadamente na Suíça – e reconhece os complexos e reais problemas.
Falou também no acesso dos portugueses residentes no estrangeiro ao Serviço Nacional de Saúde em Portugal, no próximo plenário mundial do Conselho das Comunidades portuguesas, nos problemas de atendimento nos consulados e nos subsídios atribuidos às associações portuguesas no estrangeiro.
Sobre a lei eleitoral, disse ser favorável ao voto eletrónico nas Comunidades e à eleição de mais deputados pelos círculos eleitorais fora de Portugal.
Ouça aqui, na íntegra, a entrevista de José Cesário:
Maria d’Apparecida não pôde cantar no Teatro municipal do Rio de Janeiro, nos anos 50, por causa da cor de sua pele.
Ganhou um prémio de canto na Itália e chegou a Paris onde, depois de muito trabalho, cantou Carmen na Ópera de Paris.
Após um acidente, foi para a MPB e gravou um disco (dos 20 que gravou) com o guitarrista Baden Powell.
Foi musa e amante do pintor surrealista Félix Labisse.
Morreu em Paris em 2017. A sua biografia foi publicada em francês e português e uma BD nas duas línguas.
Protestos contra os incêndios, o abandono do território e a monocultura do eucalipto estão marcados para hoje em 12 localidades em Portugal, sob o lema “O país arde, temos de acordar”.
Os cidadãos são chamados a saírem à rua em Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Castanheira de Pêra, Pedrógão Grande, Odemira, Vila Nova de Poiares, Sertã, Torres Novas, Gouveia, Arganil e Melres (Gondomar) “depois de mais um ano de mortes nas chamas, destruição de casas e infraestruturas em incêndios”, indicaram num comunicado os organizadores da iniciativa.
“A urgência de um sobressalto cidadão para criar uma floresta com futuro une as convocatórias que exigem uma transformação de fundo no território nacional, combatendo ativamente o abandono e a monocultura do eucalipto em Portugal como fatores essenciais dos fogos mortais”.
O grupo de cidadãos que organiza os protestos chama ainda a atenção para “uma nova realidade climática”, que acelera “um processo de desertificação para o qual os incêndios contribuem decisivamente”, adiantando que já em setembro de 2023 se realizaram manifestações “por uma Floresta do Futuro”.
Ou seja, “uma verdadeira floresta e bosques resilientes, que aguentem o futuro mais quente, que travem o deserto e promovam uma reabilitação do interior do país”.
Pelo menos sete pessoas morreram e 177 ficaram feridas devido aos incêndios que atingiram desde dia 15 sobretudo as regiões Norte e Centro do país e destruíram dezenas de casas.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) contabilizou cinco mortos, excluindo da contagem dois civis que morreram de doença súbita.
A área ardida já ultrapassou os 135 mil hectares, segundo o sistema europeu Copernicus.
Alfa/ com Lusa
Sara Roces e Maria Sanjurjo marcaram os golos espanhóis, no início de cada uma das partes da final.
A Espanha somou o seu oitavo título mundial, sucedendo no historial à Argentina, que soma seis troféus, enquanto Portugal, que disputou a sua quinta final, depois de 1998, 2000, 2008 e 2016, continua sem vencer a competição.
Com Agência Lusa.
Samu ‘bisou’ para os golos dos ‘dragões’, aos 47 e 59 minutos, e Pepê fixou o resultado, aos 88, deixando os ‘azuis e brancos’ no segundo lugar, com os mesmos 15 pontos do líder Sporting, que recebe o AVS, no domingo.
Com esta derrota, o Vitória de Guimarães cai para o quarto lugar, agora em igualdade com o Santa Clara, que venceu hoje em casa o Estrela da Amadora, e ao alcance de Famalicão e Benfica, que ainda defrontam nesta ronda Moreirense e Boavista, respetivamente.
Resultados da sexta jornada da I Liga portuguesa de futebol:
– Sexta-feira, 20 set:
Nacional – Sporting de Braga, 0-3 (0-0 ao intervalo)
– Sábado, 21 set:
Santa Clara – Estrela da Amadora, 1-0 (0-0)
Rio Ave – Estoril Praia, 2-2 (2-0)
Vitória de Guimarães – FC Porto, 0-3 (0-0)
Moreirense – Famalicão, 20:30
– Domingo, 22 set:
Gil Vicente – Casa Pia, 16:30
Farense – Arouca, 19:00
Sporting – AVS, 21:30
– Segunda-feira, 23 set:
Boavista – Benfica, 21:15
Com Agência Lusa.
Na cidade italiana de Novara, a formação lusa até começou melhor a ‘lotaria’ dos penáltis, com um golo de João Rodrigues, que acabou por ser o único a marcar, contra as conversões de Marti Casas e Pau Bargalló.
Hélder Nunes, por duas vezes, Xavi Cardoso, Gonçalo Pinto e Zé Miranda marcaram os golos luso, enquanto Marc Grau e Pau Bargalló, também com dois golos cada, e Ignacio Alabart, marcaram os tentos espanhóis.
No domingo, a Espanha, recordista de triunfos em Campeonatos do Mundo, com 18, disputa o cetro frente à Argentina, campeã em título, que venceu hoje a anfitriã Itália, por 5-4.
Com Agência Lusa.
As zonas mais afetadas pelos fogos dos últimos dias são a região de Viseu Dão Lafões, com uma área consumida pelas chamas superior a 52.000 hectares, Tâmega e Sousa (mais de 25.000 hectares), Região de Aveiro (mais de 24.000 hectares), seguido da Área Metropolitana do Porto, Alta Tâmega e Ave, com uma área ardida superior a nove mil hectares cada.
De acordo com o sistema europeu de observação da Terra Copernicus, que recorre a imagens de satélite com resolução espacial a 20 metros e 250 metros, a contabilização da área ardida desde domingo chega aos 135.752 hectares.

O sistema europeu Copernicus dá também conta que este ano ocorreram em Portugal 170 incêndios significativos.
Em comparação com os restantes países da União Europeia, Portugal está este ano no topo da tabela em percentagem de área ardida, seguido do Chipre, Bulgária, Croácia e Grécia.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) não regista hoje ocorrências significativas de incêndio, apesar de ainda existirem meios no terreno, nomeadamente 226 operacionais e dois meios aéreos no fogo da região de Castro Daire (Viseu).
Pela primeira vez desde domingo que a página da internet da ANEPC não tem hoje “vermelhos” de incêndios ativos.
O Governo declarou situação de calamidade em todos os municípios afetados pelos incêndios nos últimos dias.
Os incêndios atingiram as regiões do norte e centro do país e provocaram 17 feridos graves e cinco mortos contabilizados pelas autoridades, tendo ainda deixado um rasto de destruição.
Alfa/ com Lusa
Vários empresários portugueses a viver na Alemanha assumem os muitos desafios que a utilização da Inteligência Artificial (IA) irá trazer, mas admitem estar otimistas em relação às soluções e oportunidades de futuro.
“É um pau de dois bicos. Uma oportunidade e um risco”, assume Paulo Nunes, fundador e diretor executivo da empresa TwoImpulse, que ajuda outras empresas a tornarem-se mais eficientes através da tecnologia.
“Os trabalhos que se chamavam de colarinho branco, em que as pessoas passavam os dias sentadas no escritório a passar papel de um lado para o outro, têm agora uma oportunidade de deixar fazer esse trabalho tedioso. Podem passar a usar a sua capacidade para um trabalho mais criativo”, realça o português, que fundou a sua empresa na Alemanha, em Munique, há oito anos.
“A burocracia e a língua são uma barreira de entrada a muitas empresas portuguesas. Mas como falo a língua, conheço a burocracia e estou bastante integrado, vi uma boa oportunidade. A empresa opera na Alemanha, os clientes estão cá, mas temos uma grande parte do talento a trabalhar em Portugal”, diz, em declarações à Lusa.
Paulo Nunes participou no “Entrepreneur network”, uma iniciativa organizada pela Associação de Pós-Graduados Portugueses na Alemanha (ASPPA) que juntou profissionais e empreendedores. Para o empresário português, a IA traz “mais oportunidades que riscos”. Uma opinião partilhada por Daniela Marques, diretora executiva da Marley Spoon Europa.
“Ter estas soluções só nos vai ajudar a responder rapidamente a grandes problemas da sociedade ou exigências do consumidor”, assume a portuguesa, que começou na Marley Spoon, uma empresa dedicada à entrega de refeições prontas a cozinhar, há oito anos, como manager de logística.
“É verdade que muitos trabalhos vão ser obsoletos, mas cabe às empresas definir estratégias para investir em pessoas, reintegrá-las noutro tipo de trabalho, ensiná-las a adaptar-se a outros meios. Isso é muito importante e as empresas têm de assumir essa responsabilidade”, frisou.
Nuno Martins, diretor executivo da Caixa, defende que a IA vai “mudar muito” a forma como trabalham, sublinhando a importância de a “colocar ao serviço da boa utilização”.
“É o mesmo que o telemóvel para as crianças, é algo que andou muito rápido e que temos de usar no bom caminho”, exemplificou.
“Através dos motores de busca podemos ter acesso a essa forma de retirar informação da web de uma forma filtrada e com interações que consigam melhorar a ligação a esses sistemas (…) agora vem para ser feita na ótica do utilizar e democratizar o seu uso. Torna mais universal a sua utilização e acelera o que já estava em curso”, apontou, não escondendo os desafios que se avizinham.
O encontro, que decorreu em Berlim, contou com vários oradores e participantes, entre eles o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, o embaixador de Portugal em Berlim, Francisco Ribeiro Menezes, Tiago Taveira, fundador e diretor técnico da Cozero, uma empresa de software na área ambiental, e Pedro Lucena, fundador da startup Salectiv.
Alfa/ com Lusa