Portugal/Eleições. Votos dos emigrantes. CNE admite elevada taxa de votos nulos (entre 30 e 50%)

Votos dos emigrantes. CNE admite elevada taxa de votos nulos – a informação está a ser avançada pela RTP.

 

Segundo a TV pública, entre 30 a 50% dos votos dos emigrantes podem ser considerados nulos, porque « muitos eleitores não enviaram a cópia obrigatória do cartão de cidadão com o boletim ».

A contagem dos votos dos círculos da Europa e fora da Europa termina na quarta feira, dia em que deverão ser anunciados os resultados finais das eleições legislativas.
Entretanto, segundo outras fontes, até ao fim do dia de ontem, a contagem parcial dos boletins provenientes do estrangeiro aponta para surpresas: o Chega será o partido mais votado nos círculos eleitorais da emigração no final do primeiro dia de apuramento de resultados, segundo o jornal Público.
Este diário adianta que o partido liderado por André Ventura segue em primeiro lugar no círculo da Europa, com 21 mil votos, enquanto o PS regista 17.900 e a AD 15.556.
No círculo Fora da Europa, a mesma fonte avança que o Chega registou, para já, 4300 votos, mas a liderança cabe à AD, com cerca de 6000 votos. O PS segue na terceira posição com 3800 votos. 

O Livro da Semana. Eduardo Jorge Duarte apresenta “Três-Setes”

O Livro da Semana, próximas edições:

20, 24 e 28 de MARÇO: EDUARDO JORGE DUARTE, autor de TRÊS-SETES

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (13h30), aos domingos (14h30) e às quintas (03h). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Eduardo Jorge Duarte é algarvio, de Monchique, e estudou Geografia e Planeamento Regional, em Lisboa, passou pelo Alentejo, regressou a Monchique, voltou a Lisboa e finalmente fixou-se em Viseu, onde reside e trabalha atualmente. Por entre todas estas deambulações, ele de uma coisa tem a certeza: nunca abandonará as suas raízes bem assentes na serra algarvia.

Durante muito tempo manteve um programa de rádio onde falava dos livros que lia.

Enquanto autor, Eduardo tem contos publicados em coletâneas, tanto na edição portuguesa do Le Monde Diplomatique, como na imprensa da sua terra, o Jornal de Monchique. Em 2017, publicou “Montanário” e, em 2018, “Uma Coruja nas Ruínas”, saltando desde então entre a poesia e o conto.

A sua mais recente publicação “Três-Setes”, saído no ano passado, é mais um livro de contos que reúne em livro, as histórias que foi publicando no Jornal de Monchique.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Eduardo Jorge Duarte e descubra a obra de um geógrafo que se expande na literatura.

Portugal/Eleições: Ventura diz que PR lhe garantiu que não se oporá a Chega no Governo

Eleições: Ventura diz que PR lhe garantiu que não se oporá a Chega no Governo

O líder do Chega disse ontem que o Presidente da República lhe transmitiu que não se oporá a que o seu partido integre o próximo Governo e insistiu que só viabilizará um Orçamento do Estado com negociação.

« Posso dizer que o senhor Presidente da República desmentiu cabalmente e categoricamente que tivesse manifestado qualquer intenção de impedir que o Chega fizesse parte integrante ou liderante ou de qualquer outra forma do Governo da República », afirmou.

André Ventura falava aos jornalistas à saída de uma audiência de uma hora com Marcelo Rebelo de Sousa, que decorreu no Palácio de Belém, em Lisboa.

De acordo com o líder do Chega, Marcelo Rebelo de Sousa « desmentiu categoricamente a informação de que teria preferência para que o Chega não estivesse no Governo », sustentando que « não faria nenhum sentido, quem escolhe é o povo ».

« Agradecemos-lhe a clareza em nome da direção do Chega e do Grupo Parlamentar, porque era importante que o país não vivesse numa mentira de que o chefe de Estado estaria a querer boicotar a presença do Chega no Governo », afirmou Ventura.

Sobre o Orçamento do Estado, o presidente do Chega defendeu que « não faz nenhum sentido que um partido viabilize com o voto favorável um orçamento sem negociar ».

Mas admitiu que « há medidas pontuais como a equiparação do suplemento de missão aos polícias e aos militares, a recuperação do tempo de serviço dos professores, a reforma estrutural do combate à corrupção, a independência da justiça, isso pode ser feito medida a medida, e aí o Chega estará sempre disposto a trabalhar ».

No final da audiência, que decorreu na sequência das eleições legislativa de 10 de março, o presidente do Chega disse também ter transmitido ao Presidente da República que « não há ainda nenhum acordo, nem nenhum entendimento com a Aliança Democrática que permita garantir a estabilidade do Governo a quatro anos ».

André Ventura afirmou que, « para haver maioria [parlamentar], é preciso Chega e PSD » e que « só essa maioria dá garantias de estabilidade », indicando que tentará « até ao fim chegar a um entendimento » com o PSD por forma a « evitar uma nova crise política ».

O presidente do Chega, que tem insistido num « acordo de governo », voltou também a colocar a responsabilidade no líder do PSD caso continue a recusar esse acordo.

« Se Luís Montenegro quer precipitar o país para eleições em sete meses ou oito meses é uma escolha que Luís Montenegro fará », disse, defendendo que, « se houver acordo de Governo haverá estabilidade, se não houver acordo de Governo, o PSD será responsável pela instabilidade que gerar ».

Questionado se exigirá integrar o Governo, Ventura referiu que “o que faz sentido é que haja um acordo de governo com pessoas, com políticas, com objetivos, a questão aqui nunca foi pastas”.

André Ventura salientou igualmente que não aceitará “de ânimo leve” uma eventual indigitação de Pedro Nuno Santos como primeiro-ministro se, depois de finalizado o apuramento dos votos, o PS vier a ser o partido mais votado ou com mais deputados.

E apelou a uma convergência à direita para apresentar uma solução alternativa ao Presidente da República, que permita a constituição de um governo alternativo, à semelhança do que aconteceu em 2015.

O Chega está confiante que poderá eleger mais deputados nos círculos da Europa e Fora da Europa, juntando aos 48 que já conseguiu.

Sobre a contagem dos votos dos emigrantes, que decorre até quarta-feira, André Ventura disse ter « vários relatos » de « situações de potencial irregularidade e centenas de pessoas que voltaram a não ter boletins de voto ou cujos boletins de voto só chegaram agora ».

O líder do Chega adiantou que, « depois de finalizado o processo, com todas as instituições a funcionarem », o Chega irá apresentar « uma iniciativa no parlamento » sobre esta matéria, mas recusou dizer qual « para não prejudicar a credibilidade do processo que está em curso ».

Questionado também se foi abordada nesta audiência a possibilidade de o Chega vir a estar representado no Conselho de Estado, Ventura respondeu: « Lateralmente falámos da presença do Chega nalguns órgãos como resultado desta votação, presença que é institucional e, portanto, é automática em relação à votação ».

Alfa/ com Lusa

FPF apresenta equipamentos da seleção para o Euro2024

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) apresentou hoje os novos equipamentos da seleção para o Euro2024, em que a camisola principal respeita as “cores clássicas” da bandeira nacional e a alternativa homenageia o “tradicional azulejo azul”.

“Os novos equipamentos da seleção nacional reinterpretam a tradição e a imagética portuguesas, com uma perspetiva moderna, para amplificar a paixão de todos os adeptos que se unem em torno das nossas seleções”, indica o comunicado divulgado no sítio oficial da FPF na Internet.

A camisola do equipamento principal, maioritariamente vermelha, presta “homenagem à bandeira portuguesa e à criatividade cultural do país”, enquanto a do alternativo inspira-se “na arte arquitetónica tradicional do país”, apresentando o design do azulejo azul, em fundo branco.

Sob o lema “Partilha a paixão”, o organismo federativo pretende que “o amor à camisola extravase fronteiras (…), gerando uma enorme onda de apoio” à seleção portuguesa no Euro2024, cuja fase final se realiza na Alemanha, entre 14 de junho e 14 de julho.

A equipa das ‘quinas’ está integrada no Grupo F do Euro2024, em que vai defrontar Turquia, República Checa e o vencedor do caminho C do play-off (Geórgia, Luxemburgo, Grécia ou Cazaquistão), que será conhecido este mês.

A estreia no Europeu está marcada para 18 de junho, com os checos, em Leipzig, seguindo-se os duelos com os turcos, em 22 de junho, em Dortmund, e com o adversário a sair do play-off, em 26 de junho, em Gelsenkirchen.

 

Com Agência Lusa.

TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 9 DE MARÇO 2024 – MAZÉ TORQUATO CHOTIL

O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan.
Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Édouard agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.
Esta semana em estúdio esteve a Mazé Torquato Chotil, autora e presidente da União europeia dos escritores de língua portuguesa.

Aqui fica a emissão:

ESPAÇO ABERTO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO – 9 DE MARÇO 2024

Todas as semanas a equipa do Espaço Aberto recebe em estúdio as associações lusófonas para a divulgação das atividades associativas.
Divulgue também a suas, telefone 0145109860

Morreu Nuno Judíce, grande poeta e amigo da Rádio Alfa, que apoiou sem cessar como conselheiro cultural da Embaixada

Morreu, aos 74 anos de idade, o ensaísta, ficcionista e professor universitário Nuno Júdice. Foi um grande amigo da Rádio Alfa e um dos principais autores numa época de transição de poesia portuguesa, da década de 1960, dos anos 80 e seguintes. Estreou-se em 1972 com o livro de poesia « A Noção de Poema ».
Natural da Mexilhoeira Grande, em Portimão, no distrito de Faro, foi professor associado da Universidade Nova de Lisboa. Desempenhou funções como conselheiro cultural da Embaixada de Portugal em Paris (1997-2004) e diretor do Instituto Camões na capital francesa.
Nessa altura apoiou com grande empenho a Rádio Alfa com a qual colaborou regularmente designadamente através da sua participação praticamente semanal em algumas emissões culturais. Esse apoio honrou-nos muito e Nuno Júdice contribuiu decisivamente para a afirmação da nossa rádio como emissora cultural importante.
Ao longo da carreira literária, Nuno Júdice foi distinguido com diversos prémios, entre os quais o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana, em 2013, o Prémio Pen Clube, o Prémio D. Dinis da Casa de Mateus. Recebeu o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, por « Meditação sobre Ruínas », finalista do Prémio Europeu de Literatura.
(via RTP Notícias / SIC Notícias / Lusa / Foto RTP Memórias)

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