Tribuna Desportiva – 09 Março de 2026

Um programa de Manuel Alexandre com Armindo Faria, Marco Martins e Eric Mendes. Atualidade Desportiva, Entrevistas, Comentários, Crónicas e Reportagens.

Tribuna Desportiva é um programa desportivo da Rádio Alfa às Segundas-feiras, entre as 21h e as 23h. Redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira (seguinte).

Primeira Hora:

 

Segunda Hora:

 

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Esta semana:
• Henrique Matos – Jornalista (estúdio)
• Filipe Lopes – Antigo Jogador VfB Stuttgart 1893
• Joshua Silva – Ex-jogador Fotballklubben Bodø/Glimt e Sporting CP (apenas no direto e redifusão)
• Tiago Gouveia – Jogador Sport Lisboa e Benfica emprestado ao OGC Nice
• Vincent Pinto – Jogador Râguebi Colomiers Rugby
Para ouvir também:
•Nuno Mendes – PSG – Paris Saint-Germain
•Daniel Semedo e Tiago Santos – Repor. LOSC x FC Lorient
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*Pode Participar na Tribuna Desportiva – Radio Alfa através do ‘Watsalfa’ +33 6 62 10 98 60.
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** Programa com redifusão às zero horas na noite de quarta para quinta-feira e Podcast em radioalfa.net
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L’univers lumineux de la peintre Gyslaine Lempereur à la MJC de Créteil

À partir du vendredi 13 mars, la MJC de Créteil accueillera l’exposition de la peintre Gyslaine Lempereur, qui présentera au public pas moins de 37 toiles. Le vernissage est prévu à 18h30, et l’exposition restera visible jusqu’au 15 avril.

Didier Caramalho est allé à la rencontre de cette prometteuse artiste le 6 mars dernier dans son atelier à Créteil :

 

Dans son atelier, où nous l’avons rencontrée vendredi dernier, les couleurs éclatent immédiatement. Sur les murs, les toiles composent un univers foisonnant, peuplé de personnages, de paysages oniriques et de scènes qui semblent toutes raconter une histoire. Une peinture lumineuse et profondément joyeuse, qui invite le visiteur à voyager dans un monde où l’imaginaire tient une place centrale.

L’univers pictural de Gyslaine Lempereur puise dans de nombreuses influences. On y devine l’intensité des couleurs et la matière vibrante de Vincent van Gogh, l’exotisme de Paul Gauguin, les motifs décoratifs et la sensibilité ornementale de Gustav Klimt, ou encore la poésie flottante de Marc Chagall. Mais au-delà des influences, son style affirme une identité très personnelle, nourrie par la littérature, les contes et la culture populaire. Les références qui traversent ses toiles sont nombreuses : l’univers poétique de Le Petit Prince d’Antoine de Saint-Exupéry, mais aussi des clins d’œil à la saga Star Wars ou au monde épique de Le Seigneur des anneaux. Autant d’inspirations qui nourrissent un imaginaire déjà riche et très accessible, où chacun peut retrouver des fragments de ses propres rêves.

Mais la singularité du travail de Gyslaine Lempereur tient aussi à sa méthode de création. L’artiste aime commencer par la tâche de peinture. Sur la toile, les couleurs sont d’abord posées librement, presque spontanément. Puis vient le moment de l’observation : elle regarde, cherche, interprète. Dans ces formes imprévues apparaissent peu à peu des silhouettes, des paysages, des mouvements. « Je lis les tâches de couleurs », explique-t-elle volontiers. À partir de ces traces colorées naît un dessin, puis une scène, et enfin une œuvre complète. Un processus où les formes surgissent peu à peu du hasard et de l’intuition.

Si la peinture occupe une place centrale dans sa démarche artistique, Gyslaine Lempereur explore également d’autres formes d’expression. Elle pratique notamment la sculpture, prolongeant son goût pour les formes et les volumes dans un dialogue constant entre matière et imagination.

Avant l’exposition à la MJC de Créteil, certaines de ses œuvres avaient déjà été présentées dans un lieu emblématique de l’art contemporain : le Carrousel du Louvre. Une expérience marquante qui témoigne du chemin parcouru par l’artiste et de l’intérêt suscité par son travail. Avec cette nouvelle exposition, Gyslaine Lempereur propose au public une immersion dans un univers coloré et poétique, où l’imaginaire, les contes et la culture populaire dialoguent librement.

Du 13 mars au 15 avril, la MJC de Créteil accueille donc les toiles lumineuses et joyeuses de l’artiste Gyslaine Lempereur. Une exposition qui promet de séduire amateurs et passionnés. Alors, foncez !

Didier Caramalho

Festival OLÁ PARIS! confirma sucesso da segunda edição e reforça presença do cinema português em Paris

A segunda edição do OLÁ PARIS!, festival dedicado ao cinema português, terminou no dia 8 de março com um balanço positivo. Ao longo de três dias, o evento confirmou a sua vocação: dar a conhecer ao público parisiense a riqueza do cinema português atual.

Pelo segundo ano consecutivo, o festival teve lugar no cinema Le Club de l’Étoile, em Paris. A programação reuniu, este ano, sete longas-metragens, entre ficção e documentário, cinco das quais apresentadas em anteestreia. Vários dos filmes selecionados tinham já passado por importantes festivais portugueses, oferecendo assim ao público parisiense a oportunidade de descobrir obras que dificilmente chegam aos circuitos de exibição em França.

Entre os momentos fortes desta edição destacou-se a homenagem ao cinema de animação português em curta-metragem, uma escolha que permitiu dar visibilidade a um dos setores mais criativos do cinema nacional. As obras apresentadas revelaram a diversidade de estilos, técnicas e linguagens que marcam a nova geração de criadores portugueses, confirmando a originalidade da animação produzida em Portugal.

Outro dos pontos altos do festival foi a masterclass interativa da realizadora de animação Regina Pessoa, figura de referência neste domínio. Centrada no seu processo criativo, a sessão permitiu ao público mergulhar nos bastidores do trabalho da realizadora, desde as primeiras ideias até à concretização final das obras.

A masterclass despertou grande interesse entre estudantes, profissionais do setor e amantes de cinema, proporcionando um olhar privilegiado sobre as etapas e os desafios da criação no universo da animação. Ao partilhar a sua experiência, Regina Pessoa ofereceu também um testemunho inspirador sobre o percurso de uma autora portuguesa reconhecida internacionalmente.

Para além das projeções, o Festival OLÁ PARIS! afirmou-se também como um espaço de encontro e de diálogo entre artistas, profissionais do setor e público. Ao longo do festival, várias conversas e debates foram organizados após as sessões, permitindo criar momentos de troca direta entre os criadores e os espectadores.

Estes debates foram animados por jornalistas entre os quais Ana Roseira, da emissão Lusitânia da Rádio Aligre, Miguel Martins, da RFI Lusófona, Carlos Pereira, diretor do LusoJornal, e Didier Caramalho, do programa ALFA 10/13 da Rádio Alfa. Num ambiente descontraído e próximo, cineastas, jornalistas e espectadores puderam trocar impressões e partilhar olhares sobre o cinema português contemporâneo.

A abertura oficial do festival tinha tido lugar na quinta-feira 5 de março, durante uma receção organizada no Consulado-Geral de Portugal em Paris. A sessão de apresentação reuniu representantes institucionais, parceiros do festival e jornalistas, num momento que marcou simbolicamente o arranque desta segunda edição do Festival OLÁ PARIS!.

Depois do sucesso desta segunda edição, o festival já olha para o futuro. O Festival OLÁ PARIS! regressará em 2027, com a ambição renovada de continuar a promover e a dar visibilidade ao cinema português contemporâneo junto do público parisiense.

Didier Caramalho

Didier Caramalho © Arthur Enard
Didier Caramalho © Arthur Enard

“O cinema é um espaço de resistência e de mudança”, afirma Cléo Diára

Morreu o guitarrista e fadista Carlos Macedo, intérprete de « Até o Rei ia ao Fado »

O fadista e guitarrista Carlos Macedo, eleito rei do fado em Moçambique, em 1972, morreu hoje de manhã, aos 79 anos, no Hospital de Santa Maria, disse à agência Lusa fonte da Casa do Artista.

Com uma carreira de 60 anos, Carlos Macedo foi fadista, guitarrista, autor de poemas – faceta que iniciou ainda menino -, compositor e construtor de guitarras.

O músico gravou os primeiros discos em Moçambique, quando cumpria o serviço militar obrigatório.

As lides musicais, porém, começaram mais cedo, quando aos 17 anos formou um conjunto típico com o seu nome, com o qual se apresentou nas rádios nacionais.

José Carlos de Campos Macedo nasceu em 09 de dezembro de 1946, em Lousado, Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga. Aos 15 anos começou a trabalhar numa fábrica têxtil, onde se manteve até ao serviço militar que cumpriu em Moçambique, onde residiu até 1975.

No regresso a Portugal, apresentou-se no Clube Mil e Um, em Lisboa, e, posteriormente, no Chaparro, em Cascais. Em 1976, fez parte do elenco da casa de fados Mal Cozinhado, no Porto.

Em finais de 1977, partiu para França, para passar a atuar na casa de fados Saudade, em Versailles, regressando mais tarde a Portugal, para cantar e tocar nas casas Senhora das Preces, Tabuinhas e Kopus Bar, na área da Grande Lisboa.

Em 1982, atuou no Embuçado, em Lisboa, e iniciou um período longo na casa de fados da fadista Maria da Fé e do poeta José Luís Gordo, Senhor Vinho, onde se manteve até março de 2008.

Com Maria da Fé, Carlos Macedo realizou várias digressões nacionais, pela Europa e pela América do Sul, quer como guitarrista, quer como fadista.

Numa dessas digressões, ao Brasil, em 1984, por ocasião da denominada « Ponte Cultural », uma atuação sua, « feita de emergência », no Rio de Janeiro, « conquistou o Brasil », segundo noticiou o semanário Tal & Qual na época.

« Ele conquistou o Brasil enquanto Maria da Fé foi mudar de vestido », intitulou o semanário, explicando em seguida: « De repente, a grande cantora portuguesa Maria da Fé precisa de mudar de vestido e pede ao guitarrista Carlos Macedo que a substitua momentaneamente. Este canta três fados ‘Rapsódia’, ‘Recordação do Passado’ e ‘Até o Rei ia ao Fado’ e põe o público em delírio. Aplausos vibrantes e intermináveis. Estes momentos foram de autêntica glória para o grande artista Carlos Macedo, toda a plateia de pé aplaude entusiasticamente. No final a cantora brasileira Alcione cumprimenta o fadista e diz-lhe: ‘Você esteve simplesmente maravilhoso!’. No dia seguinte a imprensa brasileira, especialmente a do Rio de Janeiro, onde o espetáculo decorreu, dizia de Carlos Macedo: ‘Foi a surpresa da noite; foi a revelação de um fadista que sabe cantar Alfama com verdadeiros sentimentos' ».

Em 1975, gravou o seu primeiro álbum, que inclui o êxito « Até o Rei ia ao Fado » (Tó Moliças/Carlos Macedo).

Até ao final da década de 1980, gravou oito álbuns, aos quais se juntam « Fado », « O Nosso Amor Está por um Triz », « Desejos », « Este Meu Fado » e « Entre Nós e o Fado », saído em 2010 e que pôs fim a uma ausência de dez anos dos estúdios. Como guitarrista gravou com diversos artistas portugueses.

Entre os seus êxitos contam-se « Campa Florida », « Nosso Amor, Meu Amor », « Quero ir à Minha Terra » e « Sou Peregrino ».

 

Com Agência Lusa.

Portugal na final do Europeu de râguebi após exibição completa contra Espanha

Uma seleção portuguesa de râguebi sólida na defesa, disciplinada e altamente eficaz no último terço do terreno apurou-se hoje para a final do Rugby Europe Championship, após vencer a Espanha (26-7), nas meias-finais, em Lisboa.

Dois ensaios de Rodrigo Marta (27 e 55 minutos), ambos transformados por Domingos Cabral, que somou, ainda, quatro penalidades (15, 39, 60, 71) no Estádio do Restelo, permitiram aos ‘lobos’ igualar o seu melhor triunfo de sempre contra os ‘leones’, repetindo os 19 pontos de diferença (35-16) conseguidos há 23 anos, em Coimbra.

E a seleção portuguesa só não superou esse registo devido a um breve instante de distração que permitiu ao terceira linha Alex Saleta (68) sair de uma formação ordenada, com a bola na mão, sem oposição, para somar os únicos pontos dos espanhóis já para lá de metade da segunda parte.

Um detalhe que não mancha aquela que foi, provavelmente, a exibição mais completa de Portugal desde a chegada do selecionador Simon Mannix, e logo contra o velho rival ibérico que, há um ano, afastou os ‘lobos’ da decisão.

A jogar contra o vento, na primeira parte, a seleção lusa esteve seguríssima a defender no seu meio-campo, não consentido qualquer brecha aos espanhóis e, mais importante, não cedendo, sequer, uma penalidade que lhes permitisse somar pontos alvejando os postes.

Além disso, sempre que foi à área de 22 metros adversária, somou pontos, em duas penalidades de Domingos Cabral (15, 39) e num ensaio de Rodrigo Marta (27), ‘assistido’ por Tomás Appleton, a concluir um lance em que Hugo Camacho surpreendeu a defesa contrária ao cobrar de forma rápida uma penalidade à entrada dos 22 metros.

A vencer por 13-0 ao intervalo, Portugal voltou a entrar sólido na segunda parte e, agora, com o vento a favor, já conseguia usar o temível jogo ao pé das suas linhas atrasadas para empurrar os espanhóis para o seu meio-campo.

O inevitável Rodrigo Marta (55) consolidou o seu estatuto de melhor marcador de ensaios de sempre da seleção portuguesa, ao assinar o seu 43.º toque de meta pelos ‘lobos’, e uma penalidade de Domingos Cabral (60) deixou a Espanha a mais de três ensaios transformados de distância no marcador (23-0).

Cabral (71) fechou as contas com uma última penalidade, já após o ensaio espanhol, para ir mantendo as distâncias, mas o triunfo já não fugia, perante uma Espanha de cabeça perdida que nunca se encontrou consigo mesma no Restelo, dando a sensação de já ter a cabeça na final, mas esquecendo-se de que, primeiro, precisava de vencer a meia-final.

Os ‘leones’ ainda voltaram a cruzar a linha de meta já nos descontos, mas o videoárbitro viu que Martiniano Cian tinha pisado a linha e a diferença no marcador manteve-se em 19 pontos, o que deve permitir a Portugal (16.º) ultrapassar a Espanha (15.º) na próxima atualização do ranking mundial.

A final do Rugby Europe Championship 2026 está prevista para domingo, 15 de março, no Estádio Municipal de Butarque, em Leganés, nos arredores de Madrid.

Portugal volta à decisão, dois anos depois, contra a Geórgia, o mesmo adversário contra o qual perdeu a final de há três anos, em Badajoz (38-11), e de há dois anos, em Paris (36-10), e que venceu o torneio em 17 ocasiões, oito das quais de forma consecutiva.

Jogo no Estádio do Restelo, em Lisboa.

Portugal – Espanha, 26-7.

Ao intervalo: 13-0.

Sob arbitragem do irlandês Kean Davison, as equipas alinharam:

– Portugal: Luís Lopes, Luka Begic, António Prim, Martim Bello, José Madeira, David Wallis, Nicolas Martins, José Líbano Monteiro, Hugo Camacho, Domingos Cabral, Simão Bento, Tomás Appleton, Rodrigo Marta, Vincent Pinto e Manuel Vareiro.

Jogaram ainda: Cody Thomas, Nuno Mascarenhas, Diogo Hasse Ferreira, Guilherme Costa, João Granate, Tomás Amado, Guilherme Vasconcelos e Manuel Cardoso Pinto.

Ensaios (2): Rodrigo Marta (27, 55).

Conversões (2): Domingos Cabral (28, 56).

Penalidades (4): Domingos Cabral (15, 39, 60, 71).

Treinador: Simon Mannix

– Espanha: Hugo Pirlet, Álvaro García, Jon Zabala, Matt Foulds, Ignacio Piñeiro, Alex Saleta, Manex Arcieta, Vicente Boronat, Kerman Aurrekoetxea, Lucian Richardis, Alberto Carmona, Gonzalo López Bontempo, Alvar Gimeno, Martiniano Cian e John Wessel Bell.

Jogaram ainda: Santiago Ovejero, Luca Tabarot, Joel Merkler, Imanol Urraza, Matheo Triki, Estanislao Bay, Iñaki Mateu e Alejandro Laforga

Ensaios (1): Alex Saleta (68).

Conversões (1): Lucian Richardis (68).

Treinador: Pablo Bouza

Ação disciplinar: Nada a registar.

Assistência: cerca de 4.000 espetadores.

 

Com Agência Lusa.

FC Porto ‘desperdiça’ vantagem de dois golos e empata na visita ao Benfica

O líder FC Porto empatou hoje 2-2 na visita ao Benfica, na 25ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, num jogo em que esteve a vencer por dois golos de diferença, mas permitiu a recuperação dos ‘encarnados’.

No Estádio da Luz, em Lisboa, os ‘dragões’ inauguraram o marcador com um golo do dinamarquês Froholdt, aos 10 minutos, e ampliaram a vantagem com um tento do polaco Pietuszewski, aos 40, mas os ‘encarnados’ responderam na segunda parte, com golos do norueguês Schjelderup, aos 69, e do luxemburguês Leandro Barreiro, aos 88.

Com este resultado, aliado ao empate do Sporting na visita a Braga (2-2), o FC Porto lidera o campeonato com 66 pontos, mantendo quatro pontos de vantagem sobre o Sporting, segundo, e sete em relação ao Benfica, terceiro e que continua invicto na I Liga.

 

Resultados da 25ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 06 mar:

Famalicão – Arouca, 1-0 (0-0 ao intervalo)

– Sábado, 07 mar:

Alverca – AVS, 0-0

Moreirense – Nacional, 1-1 (1-0)

Sporting de Braga – Sporting, 2-2 (1-2)

Estoril Praia – Casa Pia, 0-0

– Domingo, 08 mar:

Estrela da Amadora – Gil Vicente, 2-2 (0-1)

Benfica – FC Porto, 2-2 (0-2)

Santa Clara – Vitória de Guimarães, 21:30

– Segunda-feira, 09 mar:

Tondela – Rio Ave, 21:15

 

Com Agência Lusa.

« PASSAGE À NIVEAU » – Emissão de 08 Março de 2026

Passagem de Nível, magazine de informação na Rádio Alfa com coordenação e apresentação de Artur Silva, aos domingos entre as 12h-14h.

Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h.

Ou aqui:

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Passagem de Nível com Artur Silva – em estúdio Métin Yavuz (DVD) Presidente da ´Mairie’ de Valenton (94). Eleições municipais em França 15 e 22 de março.

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Passagem de Nível – Domingo 08 Março de 2026. Os destaques

Bandidos do Cante vencem o Festival da Canção 2026

Os Bandidos do Cante e o tema “Rosa” foram hoje os vencedores da final do Festival da Canção 2026 e vão representar Portugal no 70º Festival Eurovisão da Canção, na Áustria, e no qual irão participar 35 países.

A canção foi a mais votada, tendo alcançado 22 pontos, entre 12 pontos do público e 10 do júri.

Em segundo lugar ficou o tema “Jurei”, de Dinis Mota, enquanto a canção “Fumo”, do grupo Nunca Mates o Mandarim, conseguiu a terceira classificação.

A edição portuguesa deste ano do festival, que decorreu no sábado nos estúdios da Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, no concelho de Oeiras (Lisboa), contou com dez canções a concurso, selecionadas em duas semifinais.

Os Bandidos do Cante vão agora representar Portugal no 70.º Festival Eurovisão da Canção, marcado para maio, na Áustria.

A edição portuguesa deste ano ficou marcada pela polémica em torno da participação de Israel no Festival da Eurovisão, o que fez com que alguns dos participantes tivessem anunciado que caso ganhassem não representariam Portugal.

Anteriormente, numa publicação nas redes sociais, Os Bandidos do Cante referiram que, “se um dia o público e o júri” entendessem que a canção que apresentam devia vencer, iriam “representar Portugal com responsabilidade, respeito e dignidade”.

A Áustria venceu o 69.º Festival Eurovisão da Canção, que aconteceu em Basileia, na Suíça, com o tema “Starmania”, interpretada por JJ, numa edição em que Portugal conseguiu o 21.º lugar, com “Deslocado” dos NAPA.

Este ano serão 35 os países a competir na Eurovisão, após desistências de Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia, devido à participação de Israel no concurso, e regressos à competição da Bulgária, Roménia e Moldávia, ao fim de três, dois e um ano de ausência, respetivamente.

Os boicotes devem-se aos ataques militares de Israel no território palestiniano da Faixa de Gaza, nos dois últimos anos, que mataram pelo menos 72 mil pessoas e foram classificados como genocídio por uma comissão internacional independente de investigação da Organização das Nações Unidas.

O Festival Eurovisão da Canção é organizado pela União Europeia de Radiodifusão (UER) em cooperação com operadores públicos de televisão de mais de 35 países, entre os quais a RTP.

O Festival Eurovisão da Canção realiza-se anualmente desde 1956 e já houve países excluídos, caso da Bielorrússia, em 2021, após a reeleição do presidente Aleksandr Lukashenko, e da Rússia, em 2022, após a invasão da Ucrânia.

Israel foi o primeiro país não europeu a poder participar, em 1973, e ganhou quatro vezes.

Portugal participou pela primeira vez no Festival Eurovisão da Canção em 1964, tendo entretanto falhado cinco edições (em 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016).

Em 2017, Portugal venceu pela primeira e única vez o concurso com a canção “Amar pelos dois”, de Luísa Sobral, interpretada por Salvador Sobral.

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Com Agência Lusa.

Sporting Braga ‘resgata’ empate nos descontos frente ao Sporting

O Sporting de Braga e o Sporting empataram hoje 2-2, na 25ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, com os ‘arsenalistas’ a chegarem à igualdade com um golo já aos 90+6 minutos.

Em Braga, os ‘leões’ adiantaram-se no marcador com um golo de Gonçalo Inácio, aos 22 minutos, mas o Sporting de Braga chegou ao empate aos 34, por Ricardo Horta, antes de o colombiano Luis Suárez, aos 45+2, de grande penalidade, dar nova vantagem ao Sporting. Já aos 90+6, também de penálti, o uruguaio Zalazar fez o golo do empate para os bracarenses.

Com este resultado, o Sporting continua em segundo, com 62 pontos, a três do líder FC Porto e com mais quatro do que o Benfica, terceiro, equipas que se defrontam domingo no Estádio da Luz, enquanto o Sporting de Braga, que vinha de dois triunfos, continua em quarto, com 46.

 

Resultados da 25ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 06 mar:

Famalicão – Arouca, 1-0 (0-0 ao intervalo)

– Sábado, 07 mar:

Alverca – AVS, 0-0

Moreirense – Nacional, 1-1 (1-0)

Sporting de Braga – Sporting, 2-2 (1-2)

Estoril Praia – Casa Pia, 21:30

– Domingo, 08 mar:

Estrela da Amadora – Gil Vicente, 16:30

Benfica – FC Porto, 19:00

Santa Clara – Vitória de Guimarães, 21:30

– Segunda-feira, 09 mar:

Tondela – Rio Ave, 21:15

 

Com Agência Lusa.