Israel/Palestina. Netanyahu declara guerra ao Hamas. Ataque a Israel causou pelo menos 26 mortos

Netanyahu declara guerra ao Hamas após ataque a Israel que já causou pelo menos 26 mortos

 

twitter sharing buttonAlfa/ com Lusa (adaptação Alfa)
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O primeiro-ministro israelita declarou hoje que Israel está “em guerra” com o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, na sua primeira intervenção pública após um múltiplo ataque deste grupo palestiniano a território israelita, causando pelo menos 26 mortos.

“Cidadãos de Israel, estamos em guerra. Não numa operação, não são rondas de combates, é uma guerra”, disse Benjamin Netanyahu, num vídeo difundido nas suas redes sociais.

“Estamos em guerra e vamos vencê-la”, sublinhou, horas depois do início de um ataque do Hamas, considerado um grupo terrorista por Israel, pelos Estados Unidos e pela União Europeia.

Segundo fontes oficiais israelitas e palestinianas, pelo menos 22 pessoas morreram em Israel pelo ataque do Hamas desde a Faixa de Gaza, enquanto quatro palestinianos morreram em Gaza.

“As vítimas mortais em Israel são pelo menos 22 pessoas”, disse fonte médica israelita à agência Efe, enquanto do lado palestiniano foram relatados quatro mortos em Gaza, um dos quais jornalista.

O primeiro-ministro israelita acrescentou que ordenou, “em primeiro lugar, que os militares limpassem as cidades onde se infiltraram militantes do Hamas, onde decorriam tiroteios com soldados israelitas.

“Isto está atualmente a ser feito. Ao mesmo tempo, ordenei uma ampla mobilização de reservas e que devolvamos o fogo com uma magnitude que o inimigo nunca conheceu. O inimigo pagará um preço sem precedentes », acrescentou.

Israel bombardeou pelo ar várias instalações do Hamas na Faixa de Gaza, no início da sua operação “Espadas de Ferro”, em resposta ao ataque surpresa que o grupo islâmico lançou hoje de manhã contra o território israelita, sob o nome de operação “Tempestade al-Aqsa”, e que incluiu o lançamento de milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar no território israelita.

As milícias de Gaza continuam a lançar foguetes e as sirenes de ataque aéreo não pararam de soar durante toda a manhã nas cidades do sul e centro de Israel, incluindo Telavive e Jerusalém.

Em Jerusalém, os civis deixaram as ruas desertas, muitos deles abrigaram-se em “bunkers”, enquanto numerosas tropas patrulham e inspecionam minuciosamente as ruas, parques e estacionamentos de centros comerciais.

« Nascer numa aldeia pobre e morrer em Paris » – opinião, Paulo Pisco

Nascer numa aldeia pobre e morrer em Paris

A emigração é um fenómeno que tem acompanhado Portugal ao longo de toda a sua História, é algo enraizado em todos nós, está entranhado na sociedade e, por isso mesmo, não pode haver um « nós » e um « eles », nem deixar que a passagem das fronteiras portuguesas possa apagar a nossa existência e história comum.

Altina Ribeiro, nascida em Chaves e a viver em Paris há mais de 50 anos, faz um relato surpreendente num livro de memórias de um emigrante que traça o seu percurso pessoal e familiar no tempo da ditadura e da pobreza, que é um espelho onde milhares de portugueses se podem rever. A emigração é a nossa história comum, que não podemos esquecer nunca e muito menos agora que preparamos as celebrações dos 50 Anos do 25 de Abril e o advento da liberdade e da democracia, do progresso económico e social.

É uma história de gerações que ganha dimensão a partir de uma aldeia muito pobre do Sabugal, onde uma família igualmente pobre tem uma filha, Maria José, que se torna professora em meados dos Anos 30, no período em que a autoridade do Estado Novo e da Igreja Católica estavam omnipresentes.

Ser professora era símbolo de respeito e importante estatuto social, tal como ser padre, médico, militar ou juiz. Mas a sua vida foi dura, obrigada a andar de aldeia em aldeia para dar aulas, por vezes com o filho nos braços, atravessando a pé terras pobres e pedregosas, a ter de ir buscar os alunos aos campos que os pais queriam na lavoura e não a aprender.

Para se ser professor era preciso ser leal ao regime de Salazar. Defendê-lo ativamente, professar os seus valores e fazer sacrifícios por eles, combater as atividades subversivas e o comunismo, que era o grande papão de Salazar. Por isso tinha de fazer parte da Legião Portuguesa, comprovado com o cartão, que a identificava como tal e expunha o catálogo de regras de obediência e submissão.

A professora, a quem carinhosamente chamavam Dona Zezinha, queria que o filho fosse padre e por isso mandou-o para o Seminário de Beja, mesmo contra a sua vontade. E aí o sistema de ensino era absurdamente repressivo, com uma pedagogia do castigo, da bofetada e da humilhação. Uma opressão pela religião e uma repressão por via da máquina do Estado e da sua polícia política, a PIDE.

O marido da professora, mesmo sendo oriundo da burguesia rural, foi o primeiro a emigrar para França no início dos anos sessenta, passando a fronteira a salto e sendo acolhido depois no conhecido bidonville de Champigny, onde viveu em condições miseráveis, até se mudar para um pequeno quarto mais próximo do centro de Paris. Depois partiu o filho, que a mãe, numa rara desobediência ao regime, mandou para França a pretexto de ir passar umas férias com o pai, quando na verdade queria evitar que fosse morrer na Guerra Colonial, transformando-o assim em desertor. Entretanto, as aldeias iam-se esvaziando e não voltaram a ganhar população.

Um pouco mais tarde é a mãe que vai para França, porque achava que o filho estava a tornar-se muito independente e subversivo. Na realidade, o filho estava a libertar-se da educação castradora que recebera e a gozar a liberdade que nunca teve na aldeia, nem nas escolas religiosas por onde passou. Como viviam num espaço muito apertado, Maria José torna-se porteira, para ter um salário e melhores condições. Para ela foi um choque, perder o seu estatuto de professora e deixar de ser a figura central como era na aldeia, para passar a ser a « Madame Arraújo« , a cuidar do prédio e dos caixotes do lixo. Mas adapta-se. Não tem outro remédio. O filho casa-se com uma francesa, deixa descendentes franco-portugueses e a vida vai seguindo o fio do tempo.

Entretanto, o pai já morrera em 1975 e depois Maria José falece em 2008, sem nunca ter deixado de ser porteira. Finalmente, é o filho Carlos que parte, em 2019. Saíram de uma aldeia portuguesa e ficarão para sempre em França.

Esta é uma história real e viva, relatada no livro Dona Zezinha, que transportamos na nossa identidade coletiva, com meio século de opressão, uma vida dura de sacrifícios que as gerações mais novas nem sequer imaginam. Mas é também uma história de superação, como é próprio da emigração portuguesa. E é esta história que os portugueses e os seus descendentes transportam ainda hoje, mesmo que já não tenham consciência disso. E será uma grande falha se não a soubermos honrar e integrar devidamente no nosso sistema de valores.

 

Deputado do PS

Macron desvaloriza falta de unanimidade na UE sobre migrações

Macron desvaloriza falta de unanimidade na UE sobre migrações

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whatsapp sharing buttonO Presidente francês, Emmanuel Macron, desvalorizou ontem a falta de unanimidade entre os países da União Europeia sobre o tema das migrações na Cimeira de Granada.

“A falta de consenso entre os 27 sobre a imigração irá bloquear a adoção de uma declaração conjunta na cimeira de Granada”, reconheceu o Presidente francês, mas qualificando os “desentendimentos” de “algo secundários », porque esta matéria « avança por maiorias qualificadas”.

A Comissão Europeia propôs o novo Pacto em matéria de Migração e Asilo em setembro de 2020, com o objetivo de « construir da melhor forma um sistema de gestão e normalização da migração a longo prazo, plenamente assente nos valores europeus e no direito internacional », na sequência da crise migratória de 2015-2016.

Com o pré-acordo desta semana, a nível de embaixadores, poderiam ser concluídas as negociações entre o Conselho e o Parlamento Europeu, sendo que o objetivo era que estas tivessem encerradas até final do ano, de modo a que o pacto fosse formalmente adotado ainda nesta legislatura, ou seja, antes das eleições europeias de junho de 2024.

A pressão da Polónia e Hungria levou hoje à retirada de um parágrafo sobre as migrações da declaração final do Conselho Europeu informal de Granada, por estes países contestarem as novas regras migratórias e defenderem uma votação por unanimidade.

Emmanuel Macron destacou ainda que os chefes de Estado e de Governo estão presentes a cimeira para “definir estratégias comuns e tomar decisões”.

“Há a convicção de que temos que ir mais rápido”, disse Macron, reconhecendo que nem todos os países estão de acordo e que preferem manter os atuais “esquemas clássicos”.

O Presidente destacou ainda que os desafios que o mundo enfrenta, tanto em questões geopolíticas como em questões económicas, exigem que a UE “esteja unida, com mais ambição em termos de investimento e tenha coerência em assuntos comerciais”.

Macron manifestou ainda a sua satisfação pelos progressos registados no acordo para a Comissão Europeia criar “mecanismos de investimento” que ajudem os países de origem e trânsito dos migrantes.

Face à estratégia de alargamento dos 27, o Presidente admitiu também que existem diferenças entre os países.

Fontes europeias revelaram hoje à agência Lusa que a Declaração de Granada – assim designada numa alusão à cidade espanhola onde decorreu a cimeira informal – foi aprovada por unanimidade, com exclusão do parágrafo das migrações.

Esse parágrafo foi antes substituído por uma declaração do presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, sobre a questão migratória, de acordo com as mesmas fontes.

Este foi sempre o ponto de maior discórdia da reunião de hoje, por Varsóvia e Budapeste insistirem numa menção à necessidade de consenso, face à contestação da votação por maioria qualificada. Com unanimidade, Hungria e Polónia podem vetar.

De acordo com o rascunho a que a Lusa teve acesso, o parágrafo referia que “a migração é um desafio europeu que exige uma resposta europeia”, nomeadamente no que toca à migração irregular, que “deve ser abordada de imediato e de forma determinada”.

Isso mesmo manteve-se na declaração que passou então apenas a ser subscrita por Charles Michel.

Portugal vence Arménia e reforça liderança no apuramento para Mundial2024 de futsal

A seleção portuguesa de futsal venceu hoje na Arménia, por 5-6, em jogo da terceira jornada do Grupo E da Ronda de Elite europeia de qualificação para o Mundial2024, e reforçou a liderança do agrupamento.

Em Erevan, a seleção lusa, que já vencia ao intervalo por 4-2, marcou por intermédio de Tomás Paçó e Pany Varela, ambos por duas vezes, e por Tiago Brito e Pauleta, enquanto Vladimir Sanosyan, com um ‘hat-trick’, e João Carvalho, com um ‘bis’, anotaram os tentos dos arménios.

Com este resultado, Portugal lidera o grupo com nove pontos, fruto de três vitórias em outros tantos jogos, seguido pela Geórgia e Finlândia, com três mas menos um jogo, enquanto a Arménia tem zero. A seleção das ‘quinas’ vai receber os arménios na quarta jornada, em jogo agendado para 11 de outubro, na Póvoa do Varzim.

 

Com Agência Lusa.

Cultura e Comunidades, « Vistos para a vida » – os destaques do Passagem de Nível de 08/10

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 08 Outubro 2023. Entre as 12h00 e as 14h00

-Eleições para o Conselho das Comunidades (CCP) 26 de Novembro 2023, Ensino do Português no Estrangeiro (EPE), situação nos Consulados, temas a debater com Pedro Rúpio, Conselheiro das Comunidades (Bélgica)

 

-O Cemitério português de Richebourg, onde estão sepultados 1 831 soldados portugueses, mortos durante a I Guerra Mundial, foi classificado Património Mundial da Humanidade pela UNESCO
Convidado: Jerôme Demullier, Maire de Richebourg

“Vistos para a Vida” é uma série documental dedicada a Aristides de Sousa Mendes, em cinco episódios apresentados pela OPTO-SIC. Um trabalho de quase três anos, sete países e dezenas de entrevistas sobre a importância do antigo Cônsul de Portugal em Bordéus na História e na vida de milhares de refugiados, vítimas do nazismo.
Convidada: Lúcia Gonçalves, jornalista, autora da série documental

 

-Teatro: Les Sables de l’impereur (As Areias do Imperador) espectáculo do ator e encenador luso-moçambicano Victor de Oliveira, baseado num livro de Mia Couto, que questiona a história comum dos dois países (Portugal e Moçambique) e o peso da História sobre aqueles que a vivem.
Representações de 10 a 14 de outubro no Célestins, Théâtre de Lyon e no mês de março 2024 na MC93 – Bobigny

 

ENSAIO DA PECA AS AREIAS DO IMPERADOR DE VITOR OLIVEIRA NO TEATRO AVEIRENSE EM AVEIRO
ENCENADOR

Fusionnaire: un dictionnaire participatif des mots issus de la fusion de deux langues, le Français et une langue étrangère ou régionale foi lançado por Filipe Vilas-Boas, um artista de multimédia que explora os acessos e os excessos do digital. Tem trabalhos na exposição permanente do Musée national de l’histoire de l’immigration, Palais de la Porte Dorée (Paris 12)

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Artur Silva - Passagem de NÍvel
Podcast – Passagem de Nível

Nota: Emissão com redifusão na noite de 4ª para 5a feira, entre as 0h00 e as 2h00

João Neves pela primeira vez na seleção portuguesa, Raphaël Guerreiro regressa

João Neves foi hoje chamado pela primeira vez para a seleção portuguesa de futebol, para os jogos frente a Eslováquia e Bósnia-Herzegovina, de qualificação para o Euro2024, numa lista de 26 que conta com o regressado Raphaël Guerreiro.

Aos 19 anos, o médio do Benfica, internacional sub-21, estreia-se entre os eleitos do selecionador Roberto Martínez, que mantém os convocados relativamente às vitórias com Eslováquia (1-0), fora, e Luxemburgo (9-0), em casa, promovendo ainda o regresso do lateral esquerdo do Bayern Munique, depois de recuperar de lesão.

O capitão Cristiano Ronaldo lidera as escolhas do selecionador, que integram ainda Bernardo Silva, que também recuperou de problemas físicos que o afastaram da competição.

Portugal defronta a Eslováquia na próxima sexta-feira, dia 13 de outubro, no Estádio do Dragão, no Porto, às 20:45, e, em caso de vitória, garante automaticamente a qualificação para a fase final do próximo Europeu. Três dias depois, no dia 16, a seleção nacional joga na Bósnia-Herzegovina, às 20:45 (hora de Paris).

Após seis jornadas, a equipa lusa continua totalmente vitoriosa e lidera o Grupo J com 18 pontos, mais cinco do que a Eslováquia, segunda classificada. O Luxemburgo é terceiro, com 10, seguido de Bósnia e Islândia, ambos com seis, e do Liechtenstein, ainda sem pontos.

Além de seis triunfos no mesmo número de partidas, a equipa de Roberto Martínez leva um registo de 24 golos marcados e nenhum sofrido.

Em novembro, Portugal fecha a fase de apuramento com uma deslocação ao Liechtenstein e a receção à Islândia.

Os dois primeiros lugares do agrupamento dão acesso direto à fase final do Euro2024, que vai ser disputada na Alemanha.

Lista dos 26 convocados:

– Guarda-redes: Diogo Costa (FC Porto), José Sá (Wolverhampton, Ing) e Rui Patrício (Roma, Ita).

– Defesas: Diogo Dalot (Manchester United, Ing), Nélson Semedo (Wolverhampton, Ing), João Cancelo (FC Barcelona, Esp), Rúben Dias (Manchester City, Ing), Danilo Pereira (Paris Saint-Germain, Fra), António Silva (Benfica), Toti Gomes (Wolverhampton, Ing), Gonçalo Inácio (Sporting) e Raphaël Guerreiro (Bayern Munique, Ale)

– Médios: Palhinha (Fulham, Ing), João Neves (Benfica), Rúben Neves (Al-Hilal, Ara), Bernardo Silva (Manchester City, Ing), Bruno Fernandes (Manchester United, Ing), Otávio (Al Nassr, Ara) e Vitinha (Paris Saint-Germain, Fra).

– Avançados: Cristiano Ronaldo (Al Nassr, Ara), Gonçalo Ramos (Paris Saint-Germain, Fra), João Félix (FC Barcelona, Esp), Rafael Leão (AC Milan, Ita), Diogo Jota (Liverpool, Ing), Ricardo Horta (Sporting de Braga) e Pedro Neto (Wolverhampton, Ing).

 

Com Agência Lusa.

Festi’Val-de-Marne 2023 ! José Tavares, programmateur du festival, sur Radio Alfa

Pour sa 37ème édition, le FestiVal de Marne se propose d’irriguer le territoire avec plus de 90 artistes en concert dans 32 villes et 41 lieux du Val-de-Marne (94). José Tavares, programmateur du festival depuis 2000, nous donne plus de détails.

Une entretien conduit par Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 06 octobre 2023:

 

Du 30 septembre au 21 octobre 2023, retrouvez vos artistes préférés au Festi’Val de Marne, l’événement phare de la rentrée culturelle en Île-de-France ! Sans oublier la Journée des Initiatives Musicales Indépendantes (JIMI), le rendez-vous de la musique indé qui soutient et révèle depuis plus de 10 ans des jeunes indépendants.

Programme complet :

Champigny-sur-Marne – Samedi 30 septembre (20h30)
Louis Chedid & Yvan Cassar + Ysé
Plus d’informations >> cliquez ici <<

Chevilly-Larue – Mardi 3 octobre (20h00)
Alexis Hk+ Poppy Fusée
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Vincennes – Mercredi 4 octobre (20h00)
Blick Bassy + Nina Versyp
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Athis-Mons – Vendredi 6 octobre (19h30)
Niro + Beendo Z + Vicky R
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Sucy-en-Brie – Vendredi 6 octobre (20h00)
Jeanne Added + Kriill
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Villejuif – Vendredi 6 octobre (20h00)
Arthur H + Lisa Ducasse
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Choisy-le-Roi – Vendredi 6 octobre (20h00)
Gisela João + Monica Cunha
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Cachan – Vendredi 6 octobre (20h30)
Dakh Daughters + Gabriel Tur
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Le Kremlin-Bicêtre – Samedi 7 octobre (19h30)
Marie-Flore + Le Noiseur
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Gentilly – Samedi 7 octobre (20h00)
Lucas Santtana + Lass
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Ivry-sur-Seine – Samedi 7 octobre (20h00)
Les Musiques à Ouïr + Valérie Louri
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Nogent-sur-Marne – Vendredi 13 octobre (19h00)
Angélique Kidjo & Invites + Dowdelin
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Créteil – Vendredi 13 octobre (20h00)
Kikesa + Doums + Skia
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Villiers-sur-Marne – Vendredi 13 octobre (20h00)
Tagada Jones + The Foxy Ladies
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Vitry-sur-Seine – Vendredi 13 octobre (20h00)
Structures + Meule
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Arcueil – Samedi 14 octobre (19h30)
Maher Beauroy
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Ormesson-sur-Marne – Samedi 14 octobre (19h30)
Youv Dee + Nuit Incolore + Timéa
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Fresnes – Samedi 14 octobre (20h00)
Labess + Alee & Mourad Musset (de La Rue Kétanou)
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Saint-Maur-des-Fossés – Samedi 14 octobre (20h30)
Bertrand Belin + Adélys
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Arcueil – Mardi 17 octobre (20h00)
Mokaiesh chante Moustaki + Louise Combier
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Saint-Mandé – Mardi 17 octobre (20h30)
Noa + Claire Days
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Alfortville – Mercredi 18 octobre (20h30)
Madame Arthur + Sophie Maurin
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Rungis – Jeudi 19 octobre (20h00)
Julien Granel + Pi Ja Ma
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Fontenay-sous-Bois – Vendredi 20 octobre (20h00)
Meryl + Eesah Yasuke
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Maisons-Alfort – Vendredi 20 octobre (20h00)
Souad Massi + Dafné Kritharas
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L’Haÿ-les-Roses – Vendredi 20 octobre (20h30)
Mentissa + Arthur Ely
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Le Perreux-sur-Marne – Vendredi 20 octobre (20h30)
November Ultra + Martin Luminet
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Villeneuve-saint-Georges – Vendredi 20 octobre (20h30)
Patrice + Madjo
Plus d’informations >> cliquez ici <<

Villejuif – Samedi 21 octobre (20h00)
Gabi Hartmann + Anwar
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Vitry-sur-Seine – Samedi 21 octobre (20h00)
Voyou + Flavien Berger
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Zelensky diz ter “acordos claros” com europeus para mais sistemas antiaéreos. Visita a Portugal ainda sem data

Zelensky diz ter “acordos claros” com europeus para mais sistemas antiaéreos

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linkedin sharing buttonAlfa/ com Lusa
whatsapp sharing buttonO Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse ontem ter recebido “acordos claros” de Estados europeus para receber mais sistemas antiaéreos e de artilharia, após uma cimeira em Granada, Espanha.

« Teremos mais defesa aérea – os acordos são claros. Isto é muito importante antes do inverno. Espanha, Itália, França, Alemanha, Grã-Bretanha – obrigado! », disse Zelensky na sua mensagem diária transmitida nas redes sociais.

O Presidente ucraniano também anunciou que o exército receberá “mais artilharia e mais armas de longo alcance” dos parceiros mencionados.

Reunidos no sul de Espanha, em torno de Volodymyr Zelensky, os líderes europeus enviaram hoje um sinal sobre um aumento da ajuda militar à Ucrânia, face aos receios de uma redução do apoio norte-americano devido à crise política em Washington.

Na sequência de reuniões bilaterais, o chefe de Estado ucraniano recebeu em Granada do seu homólogo francês, Emmanuel Macron, a promessa de “apoio infalível” durante “o tempo que for necessário”, e de Berlim a de um novo sistema americano de defesa aérea ‘Patriot’.

A Alemanha fará “tudo” para que “a Ucrânia possa proteger-se do terror dos mísseis de Putin”, acrescentou a ministra dos Negócios Estrangeiros alemã, Annalena Baerbock.

Mas, mesmo que prometam mais ajuda, os europeus não pretendem substituir os norte-americanos, alertou o chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Josep Borrell, à chegada à cimeira da comunidade política europeia.

“A Europa está a aumentar a sua ajuda”, estando em discussão um pacote de 50 mil milhões de euros, mas “será que a Europa conseguirá preencher o vazio deixado pelos Estados Unidos?”, questionou Borrell, que respondeu: “Obviamente, a Europa não pode substituir os Estados Unidos”, que são de longe os principais fornecedores de armas à Ucrânia.

Única nota discordante nesta unanimidade europeia em torno do Presidente ucraniano, a Eslováquia anunciou que iria congelar as suas decisões sobre a ajuda militar à Ucrânia, enquanto se aguarda a constituição do futuro governo de Robert Fico, considerado pró-Rússia.

O Presidente ucraniano denunciou em Granada um ataque com ‘rockets’ russos contra uma loja de uma aldeia no leste da Ucrânia, que matou pelo menos 51 pessoas, e foi um dos ataques mais mortíferos dos últimos meses.

Zelensky, que participou em Granada numa cimeira da Comunidade Política Europeia com cerca de 50 líderes europeus com o intuito de angariar apoios para o seu país em guerra, classificou o ataque como um “crime russo comprovadamente brutal” e “um ato de terrorismo completamente deliberado”.

O chefe de Estado ucraniano instou os aliados ocidentais a ajudarem a fortalecer as defesas aéreas da Ucrânia, alegando que “o terror russo tem de ser travado”.

“Agora estamos a falar com os líderes europeus, em particular, sobre o reforço da nossa defesa aérea, o fortalecimento dos nossos soldados, a proteção do nosso país contra o terrorismo. E responderemos aos terroristas”, acrescentou.

“O mais importante para nós, especialmente antes do inverno, é fortalecer a defesa aérea, e já existe uma base para novos acordos com parceiros”, disse Zelensky, num comunicado publicado no canal de mensagens Telegram.

No inverno passado, a Rússia atacou o sistema energético da Ucrânia e outras infraestruturas vitais através de ataques constantes de mísseis e ‘drones’ (aparelhos não tripulados), provocando cortes contínuos de energia em todo o país.

O sistema energético da Ucrânia demonstrou um elevado grau de resiliência e flexibilidade, ajudando a aliviar os danos, mas tem havido preocupações de que a Rússia intensifique novamente os seus ataques às instalações elétricas à medida que o frio se aproxima.

Sporting sofre primeira derrota da época frente à Atalanta na Liga Europa

O Sporting foi hoje derrotado em casa pela Atalanta por 1-2, em jogo da segunda jornada da Liga Europa de futebol, o que permitiu aos italianos isolarem-se na liderança do Grupo D.

No Estádio José Alvalade, os italianos adiantaram-se no marcado por Scalvini, aos 33 minutos, e ampliaram a vantagem aos 43, por Ruggeri, com o sueco Viktor Gyökeres a reduzir aos 76, de penálti, insuficiente para evitar a primeira derrota dos ‘leões’ em jogos oficiais esta época.

Com este resultado, a Atalanta lidera o grupo com seis pontos, enquanto o Sporting está em segundo com três, os mesmos dos austríacos do Sturm Graz, que hoje venceram por 1-0 os polacos por Rakom, últimos ainda sem qualquer ponto somado.

 

Com Agência Lusa.

Mais três empresários luso-sul-africanos sequestrados na África do Sul

Três empresários luso-sul-africanos sequestrados na África do Sul – ONG

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Alfa/ com Lusa (adaptação Alfa)linkedin sharing button
whatsapp sharing buttonPelo menos três empresários luso-sul-africanos foram sequestrados na noite desta quarta-feira na província sul-africana de Gauteng, disse hoje à Lusa o dirigente da organização comunitária Fórum Português da África do Sul.

“Recebemos a informação esta manhã”, explicou Manny Ferreirinha, dirigente da Organização Não-Governamental (ONG) luso-sul-africana que deu o alerta por SMS, na tarde de hoje.

“Há pouca informação, normalmente as famílias têm muito receio em falar, e as equipas estão em contacto”, salientou o empresário lusodescendente de origem madeirense, em declarações à Lusa.

O dirigente comunitário avançou que os incidentes se circunscrevem a Joanesburgo, a capital económica, e Pretória, a capital do país, onde as famílias das vítimas estão a ser acompanhadas pela ONG em articulação com a Polícia sul-africana (SAPS).

Contactada pela Lusa, a porta-voz do comando nacional da SAPS, Athlenda Mathe, confirmou a ocorrência de um dos sequestros, em Gauteng, sem avançar detalhes.

Manny Ferreirinha sublinhou ainda à Lusa que ascendem agora a nove casos o número de portugueses sequestrados nos últimos três meses na África do Sul.

“Houve um mês em que registámos seis sequestros”, adiantou, referindo-se ao passado mês de agosto, acrescentando que “todos pagaram resgate” pela sua libertação, sem avançar detalhes.

A Lusa tentou também obter mais informações junto das autoridades consulares portuguesas no país, mas a Cônsul-Geral de Portugal em Joanesburgo, Graça Freitas, não respondeu até ao momento a um pedido de esclarecimento por e-mail.

O Fórum Português apelou na tarde de hoje aos mais de 300 mil portugueses no país africano a que “estejam atentos”, numa mensagem SMS, também divulgada através da rede social WhatsApp.

“Houve três sequestros na noite passada e uma tentativa na sexta-feira. Por favor, fique atento”, referiu a organização luso-sul-africana na mensagem à comunidade portuguesa local.

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