Portugal. Política. Primeira rentrée do BE da era Mariana Mortágua arranca hoje em Viseu

Primeira rentrée do BE da era Mariana Mortágua arranca hoje em Viseu

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O Fórum Socialismo, a `rentrée´ política do BE, decorre a partir de hoje em Viseu e é o primeiro desde a eleição de Mariana Mortágua como líder bloquista, que fará o encerramento da iniciativa no domingo.

A opção do BE foi realizar o Fórum Socialismo no interior do país e um pouco mais tarde do que o habitual, sendo a Escola Superior de Educação de Viseu o palco para as cinco dezenas de debates que vão decorrer até domingo.

Numa altura em que passaram os primeiros 100 dias desde o início da sua liderança, Mariana Mortágua protagoniza a sua `rentrée´ de estreia como coordenadora em que temas como a habitação, o Serviço Nacional de Saúde e os salários estão no foco da discussão.

O momento político mais esperado é o discurso de Mariana Mortágua no encerramento do Fórum Socialismo, que está marcado para domingo à tarde.

A sessão internacionalista que hoje à noite marca a abertura desta iniciativa tem como tema “Combater o neofascismo”, contando com as intervenções de Marisa Matias, eurodeputada do BE, Ana Miranda, eurodeputada do Bloco Nacionalista Galego e de Manon Aubry, eurodeputada da França Insubmissa.

Entre as cinco dezenas de debates, destaca-se o painel de sábado, do antigo coordenador e fundador, Francisco Louçã, intitulado “Seis imagens que levam da utopia à distopia”, e, no dia seguinte, a antiga coordenadora bloquista Catarina Martins a falar sobre a saúde com o debate “SNS: nunca foram as PPP”.

Os fundadores do partido Luís Fazenda e Fernando Rosas também marcarão presença, como é habitual, para falar sobre “os perigos da guerra e os caminhos para a paz” e “neoliberalismo, a história de um mal”, respetivamente.

Em agosto, em antecipação a agência Lusa, o dirigente do BE Adriano Campos assinalou que se mantém a tradição de convidar pessoas de fora das hostes bloquistas, destacando Walter Baier, presidente do Partido da Esquerda Europeia que estará num painel com o antigo deputado José Manuel Pureza a discutir « Os diálogos entre o Cristianismo e o Marxismo ».

“Teremos também temas que nos trazem outras pessoas de fora do bloco, nomeadamente o Diogo Faro, que estará, que estará presente com um painel intitulado ‘Rir dos fascistas, a arma do humor contra a extrema-direita’ e teremos também a participação da deputada do PS Nathalie Oliveira num painel sobre a situação política em França”, referiu ainda.

“Como parar a tempestade perfeita na habitação?”, “Precários 5 estrelas: como resistir ao capitalismo de plataforma?”, “Regionalizar é levar o país a sério”, “Euribor e a distribuição de rendimento” ou “Como combater a violência machista” são alguns dos exemplos de outros painéis aos quais os participantes poderão assistir.

Adriano Campos referiu ainda a expectativa quanto “uma grande participação este ano no Fórum Socialismo”, uma iniciativa do partido que tem “ultrapassado os 400 participantes” nas edições anteriores.

Segundo as contas disponibilizadas esta semana nas redes sociais do partido, desde 2007 o Fórum Socialismo totaliza oito cidades diferentes em que se realizou, 630 debates e conversas e 518 pessoas convidadas para falar.

Planeta vive “risco real de fragmentação” com crises profundas – António Guterres

Planeta vive “risco real de fragmentação” com crises profundas – Secretário-geral da ONU, António Guterres

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O secretário-geral das Nações Unidas disse hoje que o planeta vive um “risco real de fragmentação”, com crises nos sistemas económicos e financeiros mundiais e uma situação de segurança marcada por conflitos e guerras.

“Existe um risco real de fragmentação – de uma Grande Fratura nos sistemas económicos e financeiros mundiais, com estratégias divergentes em tecnologia e inteligência artificial e quadros de segurança conflituosos”, afirmou António Guterres, numa conferência de imprensa.

“Felicito os países membros da ASEAN pelo seu papel vital na construção de pontes de entendimento. Precisamos disso mais do que nunca, num mundo cada vez mais multipolar e que exige instituições multilaterais fortes – baseadas na equidade, solidariedade e universalidade”, vincou.

Guterres falava em Jacarta, antes da abertura da Cimeira da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e das Nações Unidas, uma das reuniões que coincide com a 43ª. Cimeira da ASEAN, que marcará o fim da presidência rotativa da Indonésia e a sua passagem para o Laos.

Um encontro, referiu, que analisará várias questões, desde a cooperação da ONU com a ASEAN até às “preocupações regionais e desafios globais” e onde Guterres pretende sublinhar a “defesa determinada da Indonésia e da ASEAN sobre a crise climática, o desenvolvimento sustentável, a não proliferação e o desarmamento”.

“Unidade na diversidade não é apenas o lema nacional da Indonésia. É a chave para forjar um futuro melhor para todos nós”, disse aos jornalistas.

O secretário-geral da ONU referiu-se às presentes crises globais que deixaram o planeta “esticado ao ponto de rutura” e a temas como o agravamento da “emergência climática” e o aumento de guerras e conflitos, da pobreza, das desigualdades e das “tensões geopolíticas”.

Questões que exigem “cooperação em todas as frentes”, e onde a ASEAN pode ter um papel construtivo, como é o caso de “desanuviar as tensões desde o Mar do Sul da China até à Península da Coreia, dando prioridade ao diálogo e promovendo o respeito pelo direito internacional”, disse Guterres.

Manifestando-se “profundamente preocupado com o agravamento da situação política, humanitária e dos direitos humanos em Myanmar” (antiga Birmânia), saudou os esforços da ASEAN, através do “consenso de cinco pontos”, para procurar uma solução para a crise.

“Reitero o meu apelo urgente às autoridades militares de Myanmar para que ouçam as aspirações do seu povo, libertem todos os presos políticos e abram a porta ao regresso ao regime democrático”, afirmou.

António Guterres referiu-se ainda à situação económica global, considerando que é necessário “reformar a arquitetura financeira global, tornando-a verdadeiramente representativa das realidades económicas e políticas atuais, e mais reativa às necessidades das economias em desenvolvimento”.

“Precisamos de estabelecer um mecanismo eficaz de reestruturação da dívida para apoiar suspensões de pagamentos, prazos de empréstimo mais longos e taxas mais baixas”, disse, pedindo para canalizar 100 mil milhões de dólares (93,3 mil milhões de euros) disponíveis através de bancos multilaterais de desenvolvimento.

Guterres insistiu na necessidade de “maior cooperação no domínio do clima”, perante os crescentes sinais do profundo impacto das alterações climáticas que existem soluções imediatas conjuntas.

“Ainda podemos evitar o pior do caos climático – mas o tempo está a esgotar-se. Não temos um momento a perder”, disse, referindo-se à sua proposta de um pacto de solidariedade climática, “em que todos os grandes emissores façam esforços adicionais para reduzir as emissões e os países mais ricos mobilizem recursos financeiros e técnicos para apoiar as economias emergentes”.

“É necessária uma maior ambição a todos os níveis, juntamente com muito mais apoio e recursos”, afirmou.

Guterres irá ainda hoje manter um breve encontro com Xanana Gusmão, primeiro-ministro de Timor-Leste, que tem estatuto de observador na ASEAN.

Ronaldo lamenta que liga portuguesa seja tratada um pouco como um « circo »

O capitão da seleção portuguesa, Cristiano Ronaldo, afirmou hoje que há “demasiada polémica” na I Liga de futebol e lamentou que a competição esteja a ser tratada um pouco como um “circo”.

“Eu achava que Portugal podia entrar no top 4, top 5 das melhores ligas. Mas, assim não vai lá. Não digo nunca, mas vai ser difícil. Por exemplo, neste momento, a liga árabe é melhor do que a liga portuguesa. Não tem tanto barulho e a qualidade dos jogadores é maior. Aqui, a liga (portuguesa) está a ser tratada um pouco como um circo”, afirmou Cristiano Ronaldo.

O avançado do Al Nassr falava aos jornalistas em conferência de imprensa, na Cidade do Futebol, em Oeiras, minutos antes de mais um treino de Portugal, que está a preparar o duelo de sexta-feira com a Eslováquia, de apuramento para o Euro2024.

“Polémicas há em todos os campeonatos, mas em Portugal há muita. Isso é mau, muito mau. Espero que isso possa ser retificado o mais rápido possível. Fala-se muito pouco de futebol. Leio um jornal e as primeiras três noticias são polémicas fora de futebol. O mais importante é uma má noticia. Todos opinam sobre futebol”, frisou.

Sobre a ida, esta época, de vários jogadores de renome para a Arábia Saudita, Ronaldo mostrou-se orgulhoso por ter sido o “pioneiro” e lembrou que, no início, todos o apontavam com um “maluquinho” por ter tomado a decisão de assinar pelo Al Nassr.

“Toda gente pensava que era maluquinho. Pois, o maluquinho já não é tão maluquinho agora. Agora, já é normal jogar na liga árabe. Eu sabia que isto ia acontecer e fico contente por estar a ajudar a mudar uma cultura. Quero que a liga árabe continue a evoluir nos próximos anos para ser liga top”, confessou o jogador de 38 anos.

Apesar de estarem a atuar em continentes diferentes, Ronaldo abordou a sua rivalidade com o argentino Lionel Messi (agora no Estados Unidos) nas últimas duas décadas e considerou que ambos mudaram a “história do futebol” durante esse período.

“Mudámos a história e continuamos a mudar. Somos respeitados em todo o mundo. Cada um faz o seu caminho. Ele está bem nos Estados Unidos, eu tenho as coisas bem na Arábia Saudita. Não posso dizer que somos amigos, nunca jantei com ele. Mas respeitamo-nos mutuamente”, referiu.

Esta temporada, Ronaldo leva 12 golos em 11 jogos pelo Al Nassr e já marcou cinco em quatro encontros de Portugal na fase de apuramento para o próximo Europeu, que vai decorrer em 2024 na Alemanha.

 

Com Agência Lusa.

 

Patrick Burensteinas est l’invité de Didier Caramalho

Alchimiste, auteur et conférencier, Patrick Burensteinas est connu pour son enthousiasme et son esprit de conteur. Au micro de Didier Caramalho, il parle de son premier roman : La Bibliothèque perdue, le rêve de César (aux éditions Robert Laffont). L’occasion de parler longuement d’alchimie…

Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 6 septembre 2023 :

 

Patrick Burensteinas aime vulgariser les principes de l’alchimie. Dans une quête de bonheur et « d’amélioration d’incarcération » (comme il se plaît à dire de nos existences), il ouvre la voie vers une nouvelle perception du monde. Indéniablement, il cherche à comprendre le fonctionnement de nos sociétés et propose de nouvelles issues : passer d’un « monde de transformation » à un « monde de transmutation ».

Patrick Burensteinas | La Bibliothèque perdue - Le rêve de César. Robert Laffont, 384 p., 21 €
Patrick Burensteinas | La Bibliothèque perdue – Le rêve de César. Robert Laffont, 384 p., 21 €

Patrick Burensteinas est venu dans les studios de Radio Alfa parler de son premier roman : La Bibliothèque perdue, Le rêve de César, publié aux éditions Robert Laffont. Et si les ouvrages de la ​bibliothèque d’Alexandrie n’avaient pas disparu ? Voilà le point de départ de ce brillant roman co-écrit avec l’éditrice Anne Hémion.

Didier Caramalho et Patrick Burensteinas en studio.
Didier Caramalho et Patrick Burensteinas en studio.

Didier Caramalho

Na cauda da Europa. Salário de metade dos portugueses empregados não chega para as despesas – estudo

Salário de metade dos portugueses empregados não chega para as despesas – estudo

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whatsapp sharing buttonUm em cada dois portugueses atualmente empregados sente que o seu salário não cobre todas as suas despesas, de acordo com o primeiro Barómetro Europeu sobre Pobreza e Precariedade, divulgado hoje.

O relatório do estudo realizado pela empresa Ipsos referiu que a situação dos trabalhadores europeus é “muito preocupante, especialmente em Portugal e na Sérvia”.

“Ter um emprego não significa necessariamente ser capaz de sobreviver financeiramente”, escreveu num comunicado o autor do estudo, Etienne Mercier, sublinhando que esta situação afeta mais de um terço (36%) dos trabalhadores europeus.

O estudo, encomendado pela organização não governamental francesa Secours Populaire Français, ouviu dez mil indivíduos, com 18 anos ou mais, em dez países (Alemanha, França, Grécia, Itália, Polónia, Reino Unido, Moldávia, Portugal, Roménia e Sérvia).

Quase três em cada dez europeus, incluindo 49% dos gregos disseram que se encontram numa situação precária, o que os leva a renunciar a certas necessidades, como comer o suficiente ou aquecer as suas casas, alertou o barómetro.

Devido a uma “situação financeira difícil”, 62% dos europeus já restringiram as suas viagens e 46% já desistiram de aquecer as suas casas no inverno, apesar do frio.

Além disso, 38% dos inquiridos não fazem três refeições por dia, 39% deixaram de comprar carne para poupar dinheiro e 10% recorrem a associações de caridade para obter alimentos.

A situação “melhorou ligeiramente” em relação ao ano passado nos países mais fortemente afetados pela inflação, como a Grécia, mas continua “muito preocupante” em todos os países abrangidos pela investigação, disse o Secours Populaire Français.

Por outro lado, o barómetro sublinha que 76% dos europeus disseram estar preparados para se envolverem pessoalmente na ajuda às pessoas que vivem em pobreza.

Um número que é “particularmente elevado nos países onde as dificuldades sociais são mais comuns: Grécia, Portugal e Sérvia”, com 84%, referiu o relatório.

Vitinha reclama o favoritismo de Portugal frente à Eslováquia

Portugal joga na sexta-feira contra a Eslováquia no apuramento para a fase final do Euro2024. Em conferência de imprensa, Vitinha afirmou que a seleção quer « ser uma equipa dominante, que quando perde a bola pressiona muito forte e muito rápido, e é o que vamos tentar fazer ».

« Vamos de certeza entrar com tudo e praticar o nosso futebol para estarmos mais perto de ganhar », declarou aos jornalistas.

« Temos muita qualidade nos jogadores, nos treinadores », acrescentou.

O jogador disse ainda que, « como todos os jogadores » da seleção, quer jogar no duelo com a Eslováquia.

« Eu sei que o selecionador tem um trabalho muito difícil, porque temos jogadores de muita qualidade para todas as posições, e o meu trabalho é só dificultar ainda mais ».

O jogador do Paris Saint-Germain falava aos jornalistas em conferência de imprensa, na Cidade do Futebol, em Oeiras, minutos antes de mais um treino da seleção nacional, que prepara o embate do Grupo J, agendado para sexta-feira, em Bratislava.

« Sabemos que podemos ficar perto do apuramento com duas vitórias. Penso que ficaremos apenas um ponto de garantir a qualificação. É isso que queremos. Frente à Eslováquia, queremos ser dominantes e pressionar bastante quando não temos a bola. É isso que vamos tentar fazer », frisou.

Questionado sobre se a seleção portuguesa é, com o selecionador Roberto Martínez, um grupo fechado em que poucos novos jogadores têm possibilidade de serem convocados, Vitinha rejeitou essa ideia e garantiu que « todos podem chegar » à equipa.

« Qualquer pessoa que diga que é um grupo fechado está enganada. A porta está aberta para entrar e sair. Quem está aqui, se não der o máximo sai facilmente. Quem não veio, tem de continuar a dar o máximo no seu clube », referiu.

A nível pessoal, Vitinha disse ter sido « um ano de muito crescimento » ao ter jogado num clube internacional, « com grandes colegas de equipa ».

« Permitiu-me crescer bastante. Apanhámos de tudo, apanhámos momentos difíceis também », confessou.

Portugal defronta a Eslováquia, em Bratislava, na sexta-feira, e, três dias depois, na segunda, recebe no Algarve o Luxemburgo.

Após quatro jornadas, a seleção nacional lidera o Grupo J, com 12 pontos, somando apenas vitórias, à frente da Eslováquia, segunda classificada, com 10, e do Luxemburgo, terceiro, com sete. Bósnia-Herzegovina e Islândia somam três pontos, enquanto o Liechtenstein continua a zero.

Os dois primeiros lugares do agrupamento dão acesso direto à fase final do Campeonato da Europa, que vai decorrer no próximo ano, na Alemanha.

Com Agência Lusa.

« J’ai envie de faire connaître les auteurs portugais en France » – Odette Branco

L’artiste plasticienne Odette Branco a échangé avec Didier Caramalho à l’occasion de la mise en scène de sa dernière œuvre : Jardins Nocturnes.

Retrouvez ci-dessous l’entretien mené par Didier Caramalho le 5 septembre 2023 dans l’ALFA 10/13, à deux jours de la première de Jardins Nocturnes :

 

Jardins Noturnos: inspirada na obra poética de Florbela Espanca.
Jardins Noturnos: livro inspirado na obra poética de Florbela Espanca.

Jardins Nocturnes, projet librement inspiré de l’œuvre de Florbela Espanca, est à découvrir au Théâtre Clavel, tous les jeudis, du 7 septembre au 26 octobre, à 19h30. Un spectacle mis en scène par Guy Calice, chorégraphié par Carole Hourseau et qui compte sur les interprétations de Christophe Daci, Sophie Cellier, Marco Guzzon et Carole Hourseau.

L’artiste est également revenue, le 6 octobre 2023, sur son nouveau projet: La vie dans la forêt enchantée. Une pièce de théâtre pour enfant qui encourage les comportements respectueux des différences.

 

Didier Caramalho

Rolling Stones preparam-se para lançar 1.º álbum de originais em 18 anos

A banda britânica Rolling Stones vai lançar um novo álbum de originais, intitulado ‘Hackney Diamonds’, o primeiro desde ‘A Bigger Bang’, de 2005, e desde a morte do baterista Charlie Watts.

O anúncio foi feito através das redes sociais na segunda-feira e mais detalhes vão ser partilhados na quarta-feira, num evento em Hackney, uma zona de Londres, onde os membros da banda Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood vão ser entrevistados pelo apresentador de televisão norte-americano Jimmy Fallon.

De acordo com um comunicado dos Rolling Stones, citado pela Associated Press, « Hackney pode estar no centro de ‘Hackney Diamonds’, mas este é um momento verdadeiramente global que queremos partilhar com os fãs por todo o mundo via YouTube ».

A concretização do anúncio segue-se a uma campanha em que o logo do grupo foi projetado em várias cidades, como Nova Iorque e Paris, e do lançamento de um ‘site’ específico para o álbum.

Os Rolling Stones formaram-se em 1962, em Londres, mantendo atividade contínua — e popularidade – desde então, algo sem paralelo na história da música popular, como recorda a entrada do grupo na Enciclopédia Britânica.

Depois de ‘A Bigger Bang’, de 2005, o grupo lançou um disco de versões de ‘blues’ intitulado ‘Blue & Lonesome’, que conquistou um Grammy para melhor álbum daquele género, o segundo recebido pela banda de ‘Sympathy for the Devil’, depois de ‘Voodoo Lounge’ ter ganhado o prémio de melhor disco de rock.

Com Lusa

PASSAGE À NIVEAU – 3 SEPTEMBRE 2023

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Domingo 3 de Setembro 2023
Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão:

Sumário da Emissão

Análise da situação em Portugal. Conselho de Estado termina hoje reunião iniciada em julho

Conselho de Estado reúne-se hoje para concluir análise da situação do país. A reunião de 21 de julho, que durou cerca de quatro horas e meia, terminou sem a divulgação de conclusões, numa noite em que o primeiro-ministro, António Costa, tinha uma deslocação de avião para a Nova Zelândia para assistir à estreia da seleção portuguesa no mundial de futebol feminino.

 

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O Conselho de Estado vai reunir-se hoje para concluir a análise da situação económica, social e política do país iniciada na reunião de julho e também para fazer um balanço da situação internacional.

Esta reunião do órgão político de consulta do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, terá lugar no Palácio de Belém, em Lisboa, a partir das 15:00.

A reunião de 21 de julho, que durou cerca de quatro horas e meia, terminou sem a divulgação de conclusões, numa noite em que o primeiro-ministro, António Costa, tinha uma deslocação de avião para a Nova Zelândia para assistir à estreia da seleção portuguesa no mundial de futebol feminino.

A meio de agosto, o chefe de Estado comunicou que haveria nova reunião do Conselho de Estado em 05 de setembro, para terminar a reunião anterior.

Em declarações a partir do Algarve, onde passou férias, Marcelo Rebelo de Sousa confirmou que na reunião de 21 de julho, após terem falado os conselheiros de Estado, « ficou pendente » uma eventual intervenção do primeiro-ministro, assim como a sua habitual « intervenção de fecho ».

A reunião de 05 de setembro servirá para « concluir o Conselho anterior » e também para fazer « um balanço da situação internacional », com foco na guerra na Ucrânia – onde o Presidente da República esteve em agosto – e na situação económica global, adiantou Marcelo Rebelo de Sousa.

Presidido pelo chefe de Estado, este órgão político de consulta tem como membros por inerência os titulares dos cargos de presidente da Assembleia da República, primeiro-ministro, presidente do Tribunal Constitucional, provedor de Justiça, presidentes dos governos regionais e antigos presidentes da República.

Nos termos da Constituição, integra ainda cinco cidadãos designados pelo chefe de Estado – António Lobo Xavier, Luís Marques Mendes, Leonor Beleza, António Damásio e Lídia Jorge – e cinco eleitos pela Assembleia da República – que atualmente são Carlos César, Manuel Alegre, António Sampaio da Nóvoa, Francisco Pinto Balsemão e Miguel Cadilhe.

A reunião de 21 de julho foi anunciada em maio, na sequência da divergência pública entre Presidente da República e primeiro-ministro sobre a manutenção de João Galamba como ministro das Infraestruturas.

Marcelo Rebelo de Sousa ressalvou, porém, na altura, que não estava a convocar o seu órgão político de consulta « para o exercício de um poder » presidencial – como a demissão do Governo ou a dissolução do parlamento.

« Não planeio nenhuma ação em concreto para o pós Conselho de Estado. A menos que eu entenda que há uma razão para falar aos portugueses sobre uma determinada matéria. Isso eu decidirei depois de ouvir o Conselho de Estado », declarou.

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