Portugal. 5º Congresso dos jornalistas. PR Marcelo fala sobre crise no setor

5º Congresso dos jornalistas portugueses. PR Marcelo defende transparência sobre « quem lidera e gere o quê na comunicação social », referindo-se à crise que atinge o setor em Portugal.facebook sharing button

whatsapp sharing buttonO Presidente da República defendeu, no 5.º Congresso dos Jornalistas, que tem de haver transparência sobre « quem lidera e gere o quê na comunicação social », sem nomear nenhum grupo ou órgão em concreto.

A agência Lusa sublinha que, à chegada ao Cinema São Jorge, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa cumprimentou trabalhadores do grupo de Global Notícias – que tem entre os seus acionistas um fundo sediado nas Bahamas de proprietários desconhecidos – que seguravam uma faixa « em luta pela defesa dos postos de trabalho », sem prestar declarações.

O 5º Congresso dos Jornalistas portugueses decorre em plena crise no grupo Global Notícias, que detém diversos títulos como o DN, JN, TSF, o Jogo…

Na sua intervenção, depois de fazer um diagnóstico da situação do jornalismo em Portugal, o chefe de Estado afirmou: « Tudo isto torna inevitável, primeiro, que haja transparência no saber quem lidera e gere o quê na comunicação social, com que projetos editoriais, com que modelos, com que perfis e viabilidade de dar vida ao setor ».

Sporting goleia em Vizela e reforça primeiro lugar

Sporting goleia em Vizela e reforça primeiro lugar

 

O Sporting goleou ontem em casa do Vizela por 5-2, em jogo da 18.ª jornada da I Liga de futebol, resultado que permite aos ‘leões’ alargar provisoriamente para quatro pontos a sua liderança no campeonato.

Os minhotos, que somaram o oitavo jogo consecutivo sem vencer para a Liga, até foram os primeiros a marcar, através de Soro, aos 13 minutos, mas o Sporting, que atingiu a quinta vitória consecutiva, virou o resultado, igualando ainda antes do intervalo, por Gyökeres, aos 45+8.

No arranque da segunda metade, Francisco Trincão colocou os ‘leões’ na frente, aos 46, tendo Paulinho, aos 57, e Gyökeres, aos 86, que assim ‘bisou’ e passou a somar 13 golos no campeonato, a apenas um golo do líder Simon Banza, anotado os restantes tentos sportinguistas, enquanto Essende, aos 63, ainda tinha reduzido para o Vizela.

Com este triunfo, o Sporting reforça a sua liderança na prova, com 46 pontos, mais quatro do que o Benfica, que ainda recebe o Boavista na jornada, enquanto o Vizela ocupa para já o 17.º e penúltimo lugar, com 13 pontos.

Entretanto, em outro jogo da jornada, o Sporting de Braga venceu o Famalicão, por 2-1, numa partida decidida com um golo tardio da reviravolta de Álvaro Djaló, que quebrou uma série de três jogos sem triunfos dos bracarenses.

Nuno Borges, tenista português, vive « um sonho » no Open da Austrália

(Foto publicada no FB de Nuno Borges)

Open da Austrália: Nuno Borges está a “viver um sonho” e vai « à procura de mais »

 

O tenista português Nuno Borges confessou hoje estar “a viver um sonho” com a qualificação para a terceira ronda do Open da Austrália, após a primeira vitória sobre um ‘top 30’ mundial, o espanhol Alejandro Davidovich Fokina.

“Pela primeira vez na terceira ronda. Estou a viver um sonho e vou continuar a procurar mais. Quem quer que seja, vou tentar dar o meu melhor e continuar a alargar o sonho”, avançou o número um nacional e 69.º do ‘ranking’ ATP, que vai agora defrontar o búlgaro Grigor Dimitrov (13.º ATP), responsável pelo desaire do australiano Thanasi Kokkinakis (80.º ATP), por 6-3, 6-2, 4-6 e 6-4.

O tenista maiato, de 26 anos, contrariou hoje o favoritismo do adversário natural de Málaga, que figura no 24.º lugar na hierarquia mundial, e em três sets, pelos parciais de 7-6 (9-7), 6-3 e 6-3, tornou-se no terceiro português a alcançar a terceira ronda do ‘Happy Slam’, primeiro ‘major’ da temporada, depois de Frederico Gil e João Sousa.

“Estou muito contente, é uma grande altura para ter a minha melhor vitória de carreira, à melhor de cinco sets no Grand Slam vale mais, sem dúvida. Muito orgulhoso, muito feliz, mas já estou infelizmente a preparar-me para o próximo jogo de pares de amanhã de manhã [sexta-feira], portanto não tenho assim tanto tempo para desfrutar”, acrescentou.

Depois de Davidovich servir para fechar o set e ter tido um ‘set point’ no ‘tie-break’ da primeira partida, Nuno Borges conseguiu recuperar e, ao fim de duas horas e 18 minutos, encerrou o desafio com uma boa exibição e o apuramento inédito para a terceira ronda de um ‘major’.

“Foi um primeiro set fulcral. Senti que não joguei muito bem, mas não estava fácil. Estava bastante vento, muitos altos e baixos mesmo nesse primeiro set, eu achei-o um bocadinho cabisbaixo e senti que consegui aproveitar bem isso. Não comecei a servir muito bem, mas senti que acabei muito melhor, soube usar um bocadinho o vento a meu favor também e claro que, depois de ganhar aquele primeiro set, deu algum ascendente” confessou.

Além de defender que o adversário, de 24 anos, passou “a acreditar um bocadinho menos” e ter « oferecido mais um ponto ou outro”, o tenista do Centro de Alto Rendimento da Federação Portuguesa de Ténis acredita ter estado “muito bem na resposta” ao serviço “para saber aproveitar esses momentos.”

“Principalmente nos ‘break points’ que tive contra, senti que joguei bem. Fui duro, preciso, servi bem quando precisei e acho que, sem dúvida, fez a diferença no final do encontro”, justificou, frisando estar “muito contente com a exibição.”

Apesar de reconhecer ter sido difícil de “manter o foco no terceiro set”, principalmente quando teve oportunidade para fazer ‘break’ e não conseguiu, Borges lembra ter tido a capacidade de “aguentar o momento de nervos e ansiedade para fechar o encontro.”

Alfa/ com Lusa

Grande Noite de Fado de Paris 2024

A Rádio Alfa tem orgulho no nosso património nacional: o fado. Por isso mesmo, a rádio que nos liga organiza uma grande Noite de Fado de Paris na Sala Vasco da Gama na sexta-feira 26 de janeiro às 19h30.

Uma noite de gala com Tereza Carvalho, Lúcia Araújo, Claúdia Costa, Tony do Porto, Adriano Dias e a jovem Mariana Portugal. Na voz e na guitarra, Manuel Miranda, Tony Correia na viola baixo e Flaviano Ramos na viola de fado. São nove artistas reunidos para celebrar o estilo musical que foi elevado à categoria de Património Cultural e Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 2011.

Uma grande Noite de Fado com jantar incluído, apresentado pela Odete Fernandes.

Informações e reservas pelo 01.45.10.98.60 ou em radioalfa.net. Ao participar neste evento, maior ainda fica a dinâmica do fado em França!

Esta bela noite terá transmissão no programa Só Fado a partir das 21h. De relembrar que Odete Fernandes anima todas as semanas o Coração fadista, bem como o Só Fado com Manuel Miranda.

Ficam aqui abaixo algumas mensagens dos artistas da noite:

 

 

PASSAGE À NIVEAU – 14 DE JANEIRO 2024

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Domingo 14 de Janeiro 2024
Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão:

TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 13 DE JANEIRO 2024: SOPHIE E LUIS

“TEMPESTADE 2.1”

O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan.
Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Édouard agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.
Esta semana esteve em estúdio, Sophie e Luis, bailarinos e professores que vieram falar da grande paixão deles: a bachata.

Aqui fica a emissão:

André Villas-Boas, candidato « da mudança » à presidência do FC Porto

André Villas-Boas pugna pela renovação desportiva e financeira do FC Porto

 

A renovação desportiva e financeira do FC Porto encabeça os eixos da candidatura à presidência do clube de André Villas-Boas, ex-treinador da equipa principal de futebol, que apresentou ontem à noite o seu programa eleitoral na Alfândega do Porto.

“Acho que o FC Porto precisa de mudança e tenho vindo a preparar-me para ser o motor dessa transformação. O FC Porto precisa de se encontrar com as suas bases e valores, com os princípios fundamentais da instituição e com todos os sócios, além de demonstrar uma nova dinâmica e força e um modelo de gestão mais rigoroso. É tempo de o FC Porto entrar numa nova fase”, reconheceu aos jornalistas o candidato às eleições do clube, que devem decorrer em abril, logo após a cerimónia de lançamento da lista “Só há um Porto”.

André Villas-Boas procura implementar uma direção desportiva “competente, experiente, estruturada, profissional e interventiva”, que esteja à altura da “grandeza e exigência” dos ‘dragões’ e possa otimizar ativos e criar valor na equipa principal e nas camadas jovens.

Além de criar uma direção de ‘scouting’, um gabinete de performance e uma metodologia unificada na formação, o candidato deseja um centro de alto rendimento para as equipas profissionais no Olival, cujo plano de arquitetura vai ser divulgado em breve, enquanto os custos e as hipóteses de financiamento da obra serão debatidos em sede de campanha.

André Villas-Boas olha com “grande apreensão” para a promessa da direção do FC Porto em edificar uma academia na Maia, mas sublinha que respeitará os contratos assinados.

Completar os escalões em falta na formação e a nível sénior no futebol feminino e lançar bases para a criação do departamento de futsal surgem ainda nos planos desportivos da candidatura do ex-treinador, de 46 anos, que passou pelo comando dos ‘azuis e brancos’ em 2010/11 e venceu quatro provas, entre as quais a I Liga portuguesa e a Liga Europa.

“O motor do FC Porto é a sua gestão desportiva e essa, lamentavelmente, desapareceu. Com um enquadramento estruturado, podemos voltar a encontrar essa força. Vamos ter uma direção desportiva rigorosa e adequada à modernidade, composta por pessoas que representam a mística do clube e outras experientes e com nome no mercado”, apontou.

O equilíbrio financeiro é outro dos eixos programáticos de André Villas-Boas, que fala em racionalizar custos, estruturar e renegociar a dívida ou otimizar o ‘cash flow’ operacional, recorrendo a iniciativas que potenciem o aumento de receitas e o crescimento da marca.

A administração da SAD incluirá “profissionais credíveis, com comprovada experiência e reconhecidos pelo mercado pela sua competência, mérito e sucesso nos seus setores de atividade”, tendo “a transparência, a ética e a boa governança como pilares de atuação”.

Os encargos com a remuneração fixa dos elementos da sociedade atualmente presidida por Jorge Nuno Pinto da Costa vão ser reduzidos em mais de 50%, enquanto o montante variável passará a ter um teto máximo de 60% da fixa e um pagamento condicionado a ponderadores positivos das áreas financeira e desportiva, abrangendo cada colaborador.

Esse “modelo de gestão aberto” implica também a adoção de um portal da transparência, que contenha “informação fidedigna e atualizada aos sócios” acerca dos custos inerentes às transferências de atletas e aos negócios estruturantes efetuados pelo grupo FC Porto.

“Lamenta-se que, a três meses das eleições, estejam a ser tomadas decisões que podem hipotecar uma futura gestão do clube. Decisões desta relevância só sucedem quando se vende parte do clube ou uma das sociedades participadas ou quando se faz movimentos contabilísticos quanto à reavaliação dos ativos do clube, tal como é o Estádio do Dragão. Nesta fase, estamos muito ansiosos e à espera dessas decisões estruturantes que o FC Porto tomará para melhor compreendermos e adaptarmos as nossas estratégias”, frisou.

Em relação ao ecletismo, André Villas-Boas fortalece a aposta nas camadas jovens e na autossustentabilidade das modalidades, sem afetar a sua competitividade, e promove a prática do desporto amador através de um fundo apoiado pela futura fundação do clube.

Uma maior representação junto das entidades reguladoras do desporto orienta a vertente associativa da candidatura, que salvaguarda a manutenção da maioria da SAD e lança a eventualidade de o FC Porto fundar uma Associação Europeia de Clubes de Associados.

Modernizar a bilhética nas partidas, com “índices de proporcionalidade” que garantam um acesso “equitativo e justo” das casas do clube aos ingressos, é outra das propostas mais marcantes de André Villas-Boas, que se juntou hoje ao empresário Nuno Lobo, candidato vencido em 2020, no ato eleitoral para os órgãos sociais rumo ao quadriénio 2024-2028.

Pinto da Costa, de 86 anos, ainda não revelou se concorrerá a um 16.º mandato seguido, numa fase em que é o dirigente com mais títulos e longevidade do futebol mundial, tendo sido eleito pela primeira vez como 33.º presidente da história do clube em abril de 1982.

Alfa/ com Lusa

TAP: PSD acusa Pedro Nuno Santos de gerir “com ligeireza a coisa pública” e exige explicações

TAP: PSD acusa Pedro Nuno Santos de gerir “com ligeireza a coisa pública” e exige explicações 

 

O PSD exigiu hoje explicações ao secretário-geral do PS, considerando que a contestação da TAP à ação judicial da ex-presidente da empresa comprova que Pedro Nuno Santos gere “com ligeireza a coisa pública”.

“A leveza e a informalidade são uma marca inseparável de Pedro Nuno Santos. O Partido Socialista pode tentar pintá-lo como um fazedor, mas invariavelmente as suas ações acabam em recuos, em faturas pesadas para todos os contribuintes ou, como aqui, em processos judiciais”, afirmou o vice-presidente do PSD Miguel Pinto Luz.

Em conferência de imprensa na sede nacional do PSD, o dirigente do partido disse ter lido “com espanto” a contestação da TAP à ação movida pela ex-presidente executiva (CEO) em que uma das alegações é que Christine Ourmières-Widener « nunca foi trabalhadora da companhia ».

“A ex-CEO da TAP foi-nos apresentada por Pedro Nuno Santos, como uma grande contratação, como alguém com imensa experiência no setor da aviação e que iria revolucionar a gestão da companhia”, salientou, referindo-se à qualidade de ministro das Infraestruturas que tinha então o atual secretário-geral do PS.

Para o ‘vice’ do PSD, esta contestação significa que “a TAP, e consequentemente o Estado, assumem que Pedro Nuno Santos permitiu que a companhia fosse gerida por um CEO em situação ilegal”.

“A TAP e consequentemente o Estado, alegam que Christine Widener auferia um salário superior ao legalmente permitido, mas todos os meses esta verba foi paga e a tutela estatal, Pedro Nuno Santos, nada fez”, criticou.

Além de “exigir explicações” ao líder do PS durante esta fase de pré-campanha, uma vez que o parlamento já se encontra dissolvido, Miguel Pinto Luz disse que o PSD pretende “desmascarar a imagem de fazedor” que o PS procura dar do seu secretário-geral.

“Ele de facto faz, mas invariavelmente a seguir recua, a seguir temos erros, temos processos judiciais, temos ligeireza na gestão da coisa pública. Nós faremos diferente à frente dos destinos do país”, assegurou, relacionando este tema com “a moral e a ética do Estado”.

Alfa/ com Lusa

Emigração. 15 ex-residentes abrangidos pelo Regressar com rendimentos médios de 850 mil euros em 2022

Quinze ex-residentes abrangidos pelo Regressar com rendimentos médios de 850 mil euros em 2022

 

Um grupo de 15 ex-residentes abrangidos pelo regime fiscal do programa Regressar declararam rendimentos anuais médios de 853 mil euros, em 2022, superando o limite de 250 mil euros criado com o Orçamento do Estado para 2024 (OE2024).

Estes dados constam de um estudo do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) do Ministério das Finanças, onde os autores, Adriano Lopes e Paulo Costa, fazem uma análise ao programa Regressar, nomeadamente ao impacto orçamental da medida entre 2019 e 2022, beneficiários e respetivos rendimentos.

O Regressar permite aos ex-residentes que regressem e Portugal beneficiar de uma exclusão de IRS sobre 50% dos seus rendimentos de trabalho ou de rendimentos empresariais, durante um período de cinco anos, sendo que, para quem volte a partir de 2024, aquela exclusão opera até 250 mil euros de rendimento.

Conjugando este teto do valor de rendimentos abrangido pela medida (criado pelo OE2024) com o número de beneficiários do regime em 2022, os autores do estudo estimam que se naquele ano já estivesse em vigor aquele limite de rendimentos, haveria um impacto positivo de 4,1 milhões de euros na receita do IRS, sendo afetados 15 agregados.

« Apesar do reduzido número de agregados afetados, o impacto seria bastante significativo, com um aumento médio da coleta, por titular, em 145 mil euros e um aumento da receita orçamental em 4,1 milhões de euros », refere o documento.

Assim, concluem, a limitação do valor de isenção para os ex-residentes, apesar de afetar um número reduzido de agregados, tem um impacto significativo, quer na receita, quer no rendimento disponível dos agregados afetados.

O rendimento total destes 15 agregados (13 dos quais são casados ou unidos de facto e dois solteiros) ascendeu a 23,9 milhões de euros, em 2022, o que corresponde a um rendimento médio de 853 mil euros, por titular.

De acordo com o estudo, o número de beneficiários do Regressar aumentou todos os anos (no período considerado) tendo passado de 908 em 2019 para 3.940, correspondentes a 3.426 agregados fiscais em 2022 – último ano para o qual foi entregue a declaração anual do IRS.

Em termos de impacto na receita, a medida traduziu-se em 34 milhões de euros, o que corresponde a 0,19% da receita fiscal de 2022.

O Regressar foi inicialmente pensado para durar dois anos (2019 e 2020), mas já foi alvo de vários prolongamento, com o Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) a determinar que podem recorrer a este benefício fiscal os contribuintes que já tenham residido em Portugal no passado e que se tornem, de novo, fiscalmente residentes no país até 2026.

Com o OE2024 foi ainda aumentada, de três para cinco o número de anos de residência fiscal fora de Portugal para que se possa ser abrangido. Ou seja, no modelo até aqui em vigor, podiam usar a medida as pessoas que não tivessem sido fiscalmente residentes em Portugal nos três ano anteriores ao regresso, a partir deste ano, são exigidos cinco anos.

Alfa/ com Lusa