A 10 de julho de 2016, Portugal sagrava-se pela primeira vez campeão da Europa em futebol, após vencer a França, no prolongamento, com um golo de Éder.
A Federação Portuguesa de Futebol relembra o momento com este vídeo.
A equipa nacional feminina parte hoje rumo à Nova Zelândia para uma inédita participação num Mundial, tendo Marcelo Rebelo de Sousa remontado às origens da seleção feminina portuguesa e as comparado com as origens do setor masculino, enaltecendo a maior rapidez em chegar a grandes competições para elevar ainda mais o feito atualmente alcançado.
“O nosso primeiro jogo internacional de mulheres foi em 1981, em França. Fomos convidados para ir lá e foi difícil arranjar equipa, andou-se a ver nas distritais o que havia e foi uma equipa de 16 jovens, e empatou-se. Nos homens, a primeira vez que se chegou a uma fase final de um Mundial foi em 1966, 45 anos depois do seu primeiro jogo internacional », salientou.
O chefe de estado português constatou, assim, que em mulheres Portugal chegou a uma fase final mais depressa e enalteceu ainda o espírito demonstrado pela equipa nacional feminina na abordagem a um desafio de tão elevado grau de dificuldade, incentivando-a a manter bem vincada a sua ambição.
“Era mau se o vosso espírito não fosse este, que fosse o espírito de ir lá para ver o que dá: ‘vamos ver o que dá, vamos lá para representar razoavelmente as cores nacionais, para empatar um jogo e encontrar uma forma simpática de resistir ao impossível’ – o vosso espírito é fazer o impossível,” elogiou, rendido à ambição das jogadoras de Portugal.
Por fim, Marcelo Rebelo de Sousa prometeu acompanhar os jogos da equipa portuguesa no Mundial e transmitir força à comitiva nacional tal como o restante público português.
“É uma grande honra para Portugal poder acompanhar à distância estas nossas compatriotas no outro lado do mundo, às 08:30 da manhã,” vincou o responsável máximo pelo Estado português.
Nas respetivas intervenções, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, e o selecionador nacional, Francisco Neto, agradeceram a Marcelo Rebelo de Sousa o carinho e apoio demonstrados.
“Não poderia deixar de agradecer ao Sr. Presidente da República neste momento, depois de nos ter recebido em fevereiro, por altura da conquista do nosso lugar no Campeonato do Mundo”, lembrou o responsável máximo pela Federação Portuguesa de Futebol.
Instantes depois, Francisco Neto mostrou-se convicto de que o trabalho até agora realizado estará a motivar o orgulho do chefe de estado nacional.
“Não é só neste momento, o Sr. Presidente tem feito também o acompanhamento ao crescimento desta seleção e temos a certeza de que, em nome dos portugueses, também deverá estar muito orgulhoso do que temos conquistado”, dedicou o técnico.
Após os três discursos, as capitãs da seleção feminina portuguesa, Dolores Silva, Sílvia Rebelo e Ana Borges, entregaram a Marcelo Rebelo de Sousa uma camisola, um cachecol e uma bola, devidamente autografados por toda a equipa.
O Presidente da República cumprimentou, em seguida, toda a comitiva lusa, tirou a sua característica selfie – fazendo uso do telemóvel da jogadora Kika Nazareth – e juntou-se ao grupo para uma fotografia oficial tirada enquanto todos os presentes entoavam o hino nacional, terminando com uma mensagem de incentivo para a equipa portuguesa que hoje parte para a Nova Zelândia.
A equipa das ‘quinas’ estreia-se num Campeonato do Mundo diante dos Países Baixos, seleção vice-campeã mundial, em 23 de julho, seguindo-se os confrontos com o Vietname, em 27, e os atuais detentores do cetro, os Estados Unidos, em 01 de agosto.
Na preparação, a seleção portuguesa defrontou a campeã europeia Inglaterra, com um nulo (0-0), e derrotou a Ucrânia em jogos disputados em dias consecutivos (2-0 na sexta-feira, no Estádio do Bessa, e 6-0 no sábado, à porta fechada), para dar confiança para o exigente Grupo E que vai encarar no Mundial da Nova Zelândia e Austrália, entre 20 de julho e 20 de agosto.
Com Agência Lusa.
« Nasceu em Lisboa e representou Portugal na ginástica antes de a França a cativar quando tinha 12 anos. Pandemia empurrou-a para a piscina e para os mortais a 20 metros de altura », escreve o diário português.
É filha de pais franceses que residiram em Portugal e chegou a representar Portugal em competições internacionais.
« Madeleine Bayon fez história em Paris com um salto de 20 metros para o rio Sena, no dia 25 de junho. Se para os franceses ela é « a primeira francesa » a competir na Red Bull Cliff Diving World Series, para os portugueses ainda é uma desconhecida, apesar de ter nascido em Lisboa em 1997 e ter representado Portugal num Mundial de ginástica », acrescenta o DN. .
« Eu também sou francesa, por isso foi incrível. Sonhava com isto desde que vi uma prova dos saltos Red Bull em Paris. Fiquei com um pouco de medo, mas treinei tanto, tanto, que estava preparada », contou a atleta de 25 anos ao DN, que fez a primeira prova um mês antes deste salto e por isso tinha (e tem) pouca experiência, quando saltou para o Sena « com a Torre Eiffel como testemunha ».
Falou assim ao DN: « Estava feliz. Senti-me muito apoiada. Se o salto não for perfeito e não entrar na água a direito é certo que vai doer. A parte técnica é muito importante, assim como a parte física. Entramos na água a 80 ou 85 quilómetros por hora em menos de um segundo e o impacto pode mandar-te para o hospital. É preciso contrair pernas, tronco, virilhas e o abdómen no momento certo. E sem esquecer a preparação psicológica. Preciso estar bem comigo mesma para enfrentar o salto. Pensar que tenho medo e é muito alto, mas que consigo fazê-lo e estou preparada. Isso também se treina. »
« Filha de pais franceses que se mudaram para Lisboa porque adoravam a cidade, Madeleine foi obrigada pelos pais a praticar um desporto e a escolha recaiu na ginástica. Foi no Ginásio Clube Português que se apaixonou pela ginástica acrobática e representou Portugal no Campeonato do Mundo de 2010, na Polónia, juntamente com Vanessa Mendes e Mariana Fernandes. Ficaram em quinto lugar », explica o DN.
« Viveu em Portugal até aos 12 anos. Depois, a vida obrigou-a a tomar uma decisão demasiado cruel para a idade. Os pais separaram-se e ela teve de escolher entre ir com a mãe para a Bélgica ou ficar em Lisboa com o pai ».
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De acordo com uma publicação do canal Vatican News na rede social Twitter, o Papa Francisco anunciou, após a recitação da oração do Angelus, um consistório em 30 de setembro, véspera do início da próxima Assembleia Sinodal, para a criação de 21 novos cardeais, incluindo o bispo Américo Aguiar, o único português.
Segundo a agência Ecclesia, o Colégio Cardinalício tinha, até agora, 222 membros, incluindo cinco portugueses: Manuel Clemente, cardeal-patriarca de Lisboa, António Marto, bispo emérito de Leiria-Fátima, José Tolentino Mendonça, arquivista e bibliotecário da Santa Sé, Manuel Monteiro de Castro, penitenciário-mor emérito e José Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos.
Com Agência Lusa.
“A Associação de Futebol dos Emirados Árabes Unidos contratou o selecionador português Paulo Bento para assumir as funções da nossa primeira seleção nacional durante os próximos três anos”, assinalou o organismo, no site oficial na Internet.
O treinador luso, de 54 anos, que esteve mais de cinco anos como selecionador da Coreia do Sul, cargo que assumiu em agosto de 2018, conquistando um troféu, a Taça do Este Asiático, em 2019, salientou que vai em busca das vitórias, sem olhar para o passado.
“Conquistar as vitórias é a forma de deixar os adeptos dos Emirados felizes, com foco no presente, olhando para o futuro, mas não olhando para o passado”, expressou Paulo Bento, durante a conferência de imprensa realizada na sede do organismo no Dubai.
O antigo selecionador de Portugal, entre 2010 e 2014, revelou que vai “procurar conhecer os jogadores com mais rigor”, realçando que quer uma equipa “ambiciosa de forma a atingir os objetivos”.
« Vamos procurar conhecer os jogadores com mais rigor no próximo período, visitando os seus campos no estrangeiro, para a preparação da nova época. Os critérios de seleção nesta fase assentam nos elementos de desempenho e comportamento, independentemente da idade », concluiu.
Paulo Bento estava fora dos holofotes desde a eliminação da Coreia do Sul nos oitavos de final do Mundial do Qatar, em jogo diante do Brasil (4-1), e prepara-se agora para orientar a terceira seleção na carreira.
O antigo futebolista internacional português iniciou a carreira de treinador a nível sénior no Sporting, transitando dos juniores, assumindo mais tarde a seleção de Portugal, o Cruzeiro do Brasil, o Olympiacos da Grécia e os chineses do Chongqing Dandai.
Com Agência Lusa.
Com o apuramento e o primeiro lugar já assegurado, a equipa das ‘quinas’ marcou por Miguel Falé (08 minutos) e João Vasconcelos (75), com Tuma (72) ainda a empatar, no único golo de Malta no Europeu.
Portugal termina o Grupo A, com nove pontos, mais cinco do que Itália e Polónia, que empataram a um golo, com os italianos a seguirem para as meias-finais, enquanto Malta termina sem pontos.
Com Agência Lusa.
A propósito do anúncio norte-americano de envio de bombas de fragmentação para a Ucrânia, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) e o Ministério da Defesa Nacional (MDN) garantiram que Portugal irá continuar a apoiar a Ucrânia “pelo tempo que for necessário, nos planos político, militar, financeiro e humanitário”.
No entanto, numa resposta escrita conjunta enviada à Lusa, os responsáveis recordaram que Portugal é “signatário da Convenção de Oslo sobre Munições de Dispersão, que promove a proibição de bombas de fragmentação”.
“Recorde-se que este tipo de armas pode provocar vítimas numa área muito alargada e, por vezes, mesmo muito tempo depois de terem sido lançadas”, afirmam o MNE e MDN.
Os dois ministérios garantiram ainda que “Portugal continuará a apoiar a Ucrânia na sua legítima defesa contra a invasão ilegal e injustificada por parte da Rússia”.
O Governo norte-americano defendeu hoje que a Rússia é o « único obstáculo » a uma « paz justa », um dia após ter anunciado que iria fornecer munições de fragmentação (‘cluster’), ultrapassando assim uma barreira importante no tipo de armamento oferecido a Kiev para se defender da Rússia.
O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, frisou na sexta-feira que as munições que entregarão têm uma taxa de não explosão – ou seja, permanecem no solo por detonar – inferior a 2,5%, indicando que haverá muito menos cartuchos não detonados que podem resultar em mortes não intencionais de civis.
Por outro lado, as bombas de fragmentação que a Rússia supostamente usou têm uma taxa de não explosão de 30 a 40%, de acordo com Sullivan.
Mais de uma centena de países, incluindo membros da NATO como a França e a Alemanha, opõem-se ao uso de bombas de fragmentação e ratificaram a Convenção sobre Munições de Fragmentação, da qual a Ucrânia, a Rússia e os Estados Unidos não fazem parte.
Antes da confirmação por parte da Casa Branca, também o secretário-geral da ONU, António Guterres, tinha condenado o uso de munições de fragmentação.
O Reino Unido e o Canadá também já se manifestaram contra o uso de bombas de fragmentação.
O primeiro-ministro britânico Rishi Sunak lembrou que o Reino Unido é um dos 123 países signatários da Convenção sobre Munições de Fragmentação de 2008, lembrando que Londres está a fornecer tanques e armas de longo alcance a Kiev para lutar contra a invasão russa.
A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
« Acabo de assinar um decreto, que será publicado no domingo no diário oficial, proibindo a venda, porte ou transporte de fogos de artifício », disse Borne em entrevista publicada ‘online’ pelo jornal Le Parisien.
“Só os profissionais que vão organizar os fogos de artifício nos municípios poderão comprá-los”, acrescentou a chefe do Governo.
Nos últimos dias, a polícia apreendeu vários carregamentos de fogos de artifício com destino duvidoso, o maior dos quais com 2,7 toneladas detetado perto de Rennes (noroeste).
Borne prometeu o envio de « meios em massa para proteger os franceses » na noite de 13 e no dia 14, já que reconheceu que há preocupação na população e nas autoridades locais com a possibilidade de novos distúrbios.
A primeira-ministra disse ter pedido às plataformas das redes sociais que atuem para travar a divulgação de material violento que possa incitar mais tumultos. « Mas é claro que não vamos privar os franceses da internet porque há violência », acrescentou.
Os distúrbios, que duraram seis noites consecutivas, começaram depois de um jovem de 17 anos de origem argelina ter sido morto a tiro em 27 de junho por um polícia durante um controlo de trânsito na cidade de Nanterra, nos arredores de Paris, do qual fugiu por não ter habilitações para conduzir.
Borne lembrou que na pior noite de tumultos, na quinta-feira, havia entre 7.000 e 8.000 pessoas violentas nas ruas, entre os quase seis milhões de habitantes dos bairros sujeitos a políticas especiais devido ao alto índice de população desfavorecida.
A primeira-ministra voltou a acusar o líder do partido de esquerda e ex-candidato presidencial com cerca de 22% dos votos em 2022, Jean Luc Mélenchon, de irresponsabilidade por não condenar a violência.
“Quando dizem que alguns prédios não devem ser queimados, dão a entender que fazer o mesmo com outros não é grave”, acusou a governante, da mesma forma que criticou a extrema-direita de Marine Le Pen de procurar “bodes expiatórios, respostas fáceis” aos motins, numa referência às suas críticas à imigração.
Borne destacou que a resposta do Governo, com 3.700 detenções, um terço delas menores, e 585 comparências imediatas no tribunal e 450 prisões, mostram « uma resposta muito firme » do Estado.
Os tumultos em várias cidades francesas provocaram incêndios prédios, carros, edifícios da administração pública e esquadras, deixando igualmente dezenas de feridos entre manifestantes e polícias.
Apesar d proibida, hoje foi realizada uma concentração em Paris relacionada com a morte de Adama Traoré, jovem negro que morreu pouco depois de ser detido pelos ‘gendarmes’ [guardas militarizados] em julho de 2016.
Em Paris, segundo a agência France-Presse, mais de duas mil pessoas reuniram-se à tarde em memória do jovem e a sua irmã, Assa Traoré que se tornou numa figura na luta contra a violência policial, falou num banco na praça da República perante a assistência e vários eleitos do partido França Insubmissa e cercada por uma grande força policial.
Apesar de alguns momentos de tensão, os manifestantes acabaram por abandonar o local pacificamente.
“O Botafogo comunica que chegou a um acordo com o português Bruno Lage para assumir o comando técnico da equipa profissional. Seja bem-vindo ao Glorioso, Professor!”, escreveu o clube carioca nas redes sociais, por enquanto sem revelar mais detalhes do acordo, nomeadamente a duração do contrato assinado com Lage.
Bruno Lage, de 47 anos, estava sem clube desde que deixou o comando dos ingleses do Wolverhampton, em outubro do ano passado, depois de ter liderado os ‘wolves’ durante pouco mais de uma época.
O técnico luso, campeão nacional pelo Benfica em 2018/19, vai substituir no cargo Luís Castro, que recentemente deixou o emblema brasileiro para assumir o Al Nassr, de Cristiano Ronaldo.
O Botafogo lidera isolado o campeonato brasileiro, com 33 pontos, mais sete do que o segundo classificado, o Grêmio, sendo que na última partida, diante do Vasco da Gama, foi orientado pelo interino Cláudio Caçapa, face à saída de Luís Castro.
Com Agência Lusa.
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— Botafogo F.R. (@Botafogo) July 8, 2023