Eleições para o CCP: Manuel Cardia Lima em entrevista ao « Passagem de Nível ».

Manuel Cardia Lima, da Lista B, « Em Defesa da Comunidade », candidato da área consular de Lyon/Marselha às eleições do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP), órgão de consulta do Governo para a emigração e Comunidades.

 

 

Foto. Em Defesa Da Comunidade
Foto. Eleições do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP).

 

O eleito será encontrado no próximo domingo,  26 de novembro, por meio de voto presencial nos consulados.

 

Entrevista Artur Silva.

Artur Silva - Passagem de NÍvel
Podcast – Passagem de Nível

Eleições para o CCP: Rui Ribeiro Barata em entrevista ao « Passagem de Nível ».

Rui Ribeiro Barata, candidato único da área consular de Estrasburgo às eleições do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP), órgão de consulta do Governo para a emigração e Comunidades.

 

 

Foto. Eleições do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP).

O eleito será encontrado no próximo domingo,  26 de novembro, por meio de voto presencial nos consulados.

 

Entrevista Artur Silva.

 

Artur Silva - Passagem de NÍvel
Podcast – Passagem de Nível

ESPAÇO ABERTO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO – 18 DE NOVEMBRO 2023

Todas as semanas a equipa do Espaço Aberto recebe em estúdio as associações lusófonas para a divulgação das atividades associativas. Divulgue também a suas, telefone 0145109860

Adeus, José Lopes

O José Lopes era uma pessoa boa, uma pessoa alegre, empenhada nas tarefas que fazia, um amigo que podiamos contar quando precisavamos dele.

Tinha valores e princípios aos quais era fiel, era um apaixonado pela fotografia… Paixão pela fotografia e pelos projectos que tinha para realizar em Portugal.

Estava sempre disponível para participar nos eventos organizados pela Rádio Alfa.

Aqui fica a última conversa nos nossos estúdios, em forma de homenagem.

Aconteceu na madrugada de 03 de dezembro de 2016, depois das 03 h, durante o Téléthon organizado pela Rádio Alfa e pela Associação Hirond’ Ailes, em que falou da paixão que tinha pela fotografia. A emissão foi ‘conduzida’ por Vítor Santos.

 

 

Pedro Proença nomeado para presidente da Associação das Ligas Europeias

Pedro Proença, presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), foi nomeado para presidir à Associação de Ligas Europeias, há dois anos gerida por uma Comissão Executiva, informou hoje a LPFP.

“Pedro Proença foi nomeado para assumir a presidência da Associação de Ligas Europeias (EL, na sigla inglesa), organismo que reúne 40 ligas profissionais, representando mais de mil clubes, provenientes de 34 países europeus”, lê-se no comunicado da LPFP.

De acordo com o organismo responsável pelas competições profissionais de futebol nacionais, a nomeação do antigo árbitro internacional, de 53 anos, vai ser ratificada na próxima Assembleia-Geral da EL, agendada para 30 de novembro.

“Após período de ponderada reflexão, informei os membros do ‘board of directors’ da minha disponibilidade para aceitar o convite que me foi dirigido para assumir o cargo de presidente da EL, decisão tomada após ter recebido a garantia, absolutamente imprescindível, de que o mesmo é compatível com o exercício do cargo de presidente da LPFP”, afirmou Proença, citado no mesmo comunicado.

O dirigente realçou ainda que esta nomeação “é a prova inequívoca do reconhecimento internacional do trabalho desenvolvido pelos clubes e pelo futebol profissional ao longo dos últimos anos, que colocou a LPFP no ‘board of directors’ da EL e em posição elegível para a presidência”.

A LPFP aponta como principais desafios de Proença na EL a estabilização da organização, a implementação do processo de revisão estatutária e a definição do perfil para a eleição do próximo presidente, em 2025, assim como colocar a agenda da organização no topo das prioridades.

Líder da LPFP desde julho de 2015, Proença assegurou que este cargo não vai impedir que conclua o seu terceiro mandato consecutivo.

“Não admitirei que a presidência da EL me faça desviar um milímetro do compromisso que, em junho deste ano, assumi com os clubes que compõem o futebol profissional e que subscreveram, por unanimidade, o programa eleitoral com que me apresentei para um novo mandato de quatro anos”, sublinhou o dirigente, que foi reeleito para um terceiro e último mandato em 01 de junho último.

Proença prometeu, ainda, continuar a “defesa intransigente da sustentabilidade e competitividade do futebol profissional”, propósito que apresentou quando chegou à liderança do organismo nacional.

Com sede em Nyon, na Suíça, a EL foi fundada em 06 de junho de 2005, então por 14 Ligas de países europeus.

O sueco Lars-Christer Olsson presidiu às Ligas Europeias até 26 de março de 2021, altura em que foram eleitos 13 membros para a ‘board’ do organismo, entre os quais Proença.

 

Com Agência Lusa.

Remessas dos emigrantes sobem 2,89% até setembro, para quase 3 mil milhões – BdP

As remessas dos emigrantes subiram 1,5% em setembro, fazendo que a subida dos primeiros nove meses, em comparação com o homólogo do ano passado, tenha sido de 2,9%, para 2.966,4 milhões de euros.

De acordo com os cálculos da Lusa com base nos dados do Banco de Portugal, hoje divulgados, os emigrantes enviaram, de janeiro a setembro deste ano, 2.966,4 milhões de euros, o que representa uma subida de 2,89% face aos 2.883,1 milhões enviados nos primeiros nove meses do ano passado.

Em sentido inverso, os estrangeiros a trabalhar em Portugal enviaram 44,1 milhões de euros para os seus países de origem, contribuindo para a subida de 8,9%, para 432,15 milhões de euros, das remessas enviadas de janeiro a setembro deste ano, em comparação com o período homólogo de 2022, no qual enviaram 396,8 milhões de euros.

Os brasileiros em Portugal representam cerca de metade do total das remessas enviadas para os países de origem, tendo remetido para o país lusófono da América do Sul 212,4 milhões de euros de janeiro a setembro, o que representa uma subida de quase 10% face aos 193,74 milhões de euros que tinham enviado nos primeiros nove meses do ano passado.

 

Com Agência Lusa.

Portugal soma primeira derrota no apuramento para o Euro2025 de sub-21

A seleção portuguesa de futebol de sub-21 averbou hoje a primeira derrota na fase de qualificação para o Euro2025 da categoria, ao perder por 2-1 na visita à Grécia, em jogo do Grupo G, realizado em Tripoli.

Portugal esteve na frente do marcador, com um golo de Francisco Conceição, aos 30 minutos, mas Tzolis repôs a igualdade logo de seguida, aos 31, antes de Panagidis completar a reviravolta helénica, aos 50.

A seleção comandada por Rui Jorge vê, assim, chegar ao fim um percurso de 21 partidas seguidas sem qualquer derrota em fases de apuramento para campeonatos da Europa, sendo que o último desaire remontava a 11 de outubro de 2019, frente aos Países Baixos, na qualificação para o Euro2021.

Apesar da derrota, Portugal mantém-se na liderança do Grupo G, com 12 pontos, mais um do que a Grécia, segunda, com 11 em seis partidas, enquanto a Croácia, que hoje bateu a Bielorrússia por 1-0, é terceira colocada, com 10 em quatro encontros. Seguem-se Ilhas Faroé, com sete pontos, Andorra e Bielorrússia, ambas com três.

 

Com Agência Lusa.

País envelhecido. Portugal perdeu mais de um milhão de crianças e jovens nos últimos 50 anos

Portugal perdeu mais de um milhão de crianças e jovens nos últimos 50 anos – Pordata

Portugal perdeu mais de um milhão de crianças e jovens nos últimos 50 anos e tornou-se no segundo país europeu mais envelhecido, salienta a Pordata, cujo retrato demográfico mostra que quase 5% dos 1,3 milhões de jovens são estrangeiros.

A Pordata, a base de dados estatísticos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, resolveu assinalar o Dia Universal dos Direitos das Crianças, que se comemora hoje, com a compilação de uma série de informação que ajuda a fazer um retrato demográfico dos mais jovens.

Desde logo, é possível verificar que “nos últimos 50 anos, Portugal perdeu mais de um milhão de crianças e jovens”, franja que representa hoje 12,8% do total da população.

Segundo a Pordata, e tendo por base dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2022, viviam em Portugal 1,3 milhões de crianças e jovens até aos 15 anos, dos quais 51% do sexo masculino e 49% do sexo feminino.

“O número de crianças e jovens diminuiu para quase metade em 50 anos (-46%): até ao início da década de 1980, as crianças e jovens perfaziam pelo menos um quarto da população e, em 2022, representavam 12,8%. O decréscimo registou-se em todos os grupos etários, destacando-se o das crianças entre os 5 e os 9 anos (-50%)”, refere a Pordata.

Isto faz com que Portugal seja “o segundo país da União Europeia com menor proporção de crianças e jovens na sua população”, só atrás da Itália, que ocupa o topo da tabela.

“De acordo com as projeções do INE, a tendência é que a população jovem em Portugal diminua dos 1,3 milhões em 2022 para 1,1 milhões em 2050 e para 1 milhão até 2080”, acrescenta.

Por outro lado, “mais de 65 mil crianças e jovens em Portugal têm nacionalidade estrangeira, representando 4,9% do total da população com menos de 15 anos”, sendo que 18% dessas crianças já nasceram em Portugal.

Entre as 65 mil crianças estrangeiras destacam-se as nacionalidades brasileira (45%), angolana (8%) e chinesa (4%), com igual preponderância entre as cerca de 12 mil crianças nascidas em Portugal e cuja distribuição por nacionalidade faz-se com 29% brasileiras, 15% chinesas, 9% angolanas, 6% cabo-verdianas e 5% ucranianas.

No que diz respeito ao contexto familiar dos 1,3 milhões de crianças e jovens, a Pordata revela que a maioria (81%) vivia em núcleos familiares compostos por um casal, enquanto 19%, ou seja, mais de 254 mil, vivia numa família monoparental, sobretudo com a mãe (89%).

“Relativamente à escolaridade, o retrato demonstra que Portugal se destaca como o país da UE com maior proporção de crianças no pré-escolar com 30 ou mais horas semanais, mas também que a taxa de cobertura das respostas sociais de creche, face ao número da população-alvo, não chega a metade das crianças”, assinala a Pordata.

Por outro lado, 89% das crianças entre os 3 e a idade de escolaridade obrigatória (6 anos) frequentavam o ensino pré-escolar, valor ligeiramente acima da média europeia (88%).

O retrato feito pela Pordata foi também verificar quantas crianças em Portugal vivem em situação de pobreza, tendo constatado que em 2021, o ano mais recente com dados estatísticos disponíveis, havia 266 mil crianças e jovens pobres, dos quais 76 mil com menos de 6 anos.

O impacto dessa pobreza reflete-se na saúde, com 6,6% das famílias pobres a admitirem que as suas crianças não conseguiam aceder a cuidados médicos, proporção que sobe para 17,7% quando estão em causa cuidados dentários.

Segundo a Pordata, Portugal é mesmo o país da Europa com maior proporção de crianças pobres sem acesso a cuidados de saúde oral.

Alfa/ com Lusa