Classificação dos emigrantes portugueses como « inativos » no SNS revolta diáspora

Classificação dos emigrantes portugueses como « inativos » no SNS revolta diáspora

 

A classificação dos emigrantes portugueses como “inativos” no Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a revoltar os representantes desta comunidade, que criticam sobretudo a falta de informação sobre a medida, que arranca em janeiro.

“É extremamente grave que isto esteja a ser implementado sem um debate, sem falar com as pessoas, sem um pré-aviso”, disse à Lusa Paulo Costa, fundador do movimento “Também somos portugueses”.

E prosseguiu: “Se isto entrar em vigor a 01 de janeiro, sem ninguém estar informado, vamos ter aí casos muito complicados de pessoas que vêm cá e que contam que tudo funcione como habitualmente”, uma vez que são “portugueses e com número de utente”.

A medida resulta da aplicação de um despacho (n.º 1668/2023) que “define as regras de organização e os mecanismos de gestão referentes ao Registo Nacional de Utentes (RNU), assim como as regras de registo do cidadão no Serviço Nacional de Saúde e de inscrição nos cuidados de saúde primários”.

Fonte da ACSS indicou à Lusa que o despacho prevê que a inscrição numa Unidade de Cuidados de Saúde Primário pressupõe um registo ativo no RNU, que “tem como condição obrigatória a residência em Portugal”.

Além de deixarem de ter médico de família, no caso de o terem, estes utentes “inativos” terão de suportar o custo do atendimento: “Sobre o registo inativo, com exceção das situações de óbito, aplica-se a condição de encargo assumido pelo cidadão”.

“As pessoas vão ser apanhadas numa armadilha. Vão aos serviços e depois aparece-lhes uma conta”, adiantou Paulo Costa.

E acusou o Governo de estar a avançar com uma medida sem consulta prévia do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP), o que devia acontecer, uma vez que tem repercussões nos portugueses que vivem no estrangeiro.

Contactado pela Lusa, o presidente do CCP disse que “nada foi comunicado” a este órgão consultivo do Governo em matéria de comunidades.

“Trata-se de uma decisão bastante negativa e mais uma incompreensão do Governo em relação às comunidades e ao arrepio e descumprimento do que diz a lei do CCP e que se faz sem a manifestação” do conselho, afirmou.

Alfa/ com Lusa

Israel: AG da ONU aprovou com apoio esmagador resolução que exige cessar-fogo imediato

Israel: Assembleia-Geral da ONU aprovou com apoio esmagador resolução que exige cessar-fogo imediato

A Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU) aprovou ontem, com apoio esmagador de 153 países, uma resolução não vinculativa que exige um cessar-fogo humanitário imediato em Gaza, após o Conselho de Segurança ter falhado em aprovar a mesma exigência.

O projeto de resolução, apresentado à Assembleia pelo Egito, e copatrocinado por cerca de 80 Estados-membros da ONU, incluindo Portugal, obteve 153 votos a favor, 10 contra e 23 abstenções dos 193 Estados-membros da ONU.

Votaram contra este texto países como Israel, Estados Unidos ou Áustria e entre os países que se abstiveram estão Ucrânia, Itália, Reino Unido ou Cabo Verde.

A resolução manifesta preocupação com a “situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza”, “exige um cessar-fogo humanitário imediato” e apela à proteção dos civis, ao acesso humanitário e à libertação “imediata e incondicional” de todos os reféns.

Mas, tal como o texto adotado pela Assembleia-Geral no final de outubro – que apelava a uma « trégua humanitária imediata, duradoura e sustentada, que conduzisse à cessação das hostilidades », a resolução hoje aprovada não condena especificamente o grupo palestiniano Hamas, uma ausência que tem sido sistematicamente criticada por países como Estados Unidos, Reino Unido ou Israel.

Ao contrário das resoluções do Conselho de Segurança, as resoluções da Assembleia Geral não são juridicamente vinculativas. Mas, como disse na segunda-feira o porta-voz da ONU, Stepháne Dujarric, as mensagens da assembleia “também são muito importantes” e refletem a opinião da comunidade internacional.

Benfica e Braga no play-off da Liga Europa

O Benfica garantiu hoje a presença no play-off da Liga Europa de futebol, depois de vencer em casa do Salzburgo, por 1-3, na sexta e última jornada do Grupo D da Liga dos Campeões.

Angel Di María (32 minutos), Rafa (45+1) e Arthur Cabral (90+2) marcaram os golos do primeiro triunfo do Benfica nesta edição da ‘Champions’, com Sucic (57) a reduzir para os austríacos.

Com este triunfo, o Benfica, que tem mais golos marcados, garantiu o terceiro lugar, com quatro pontos, os mesmos do Salzburgo, quarto, com a Real Sociedad a vencer a ‘poule’, com os mesmos 12 pontos do Inter Milão.

 

Sporting de Braga perde em Nápoles e ‘cai’ da Champions

 

Foto. facebook.com/SCBragaOficial

O Sporting de Braga foi hoje afastado da Liga dos Campeões de futebol, ao perder em casa dos italianos do Nápoles por 2-0, acabando relegado para a Liga Europa, ao beneficiar da derrota do Union Berlim.

A precisar de vencer por dois golos de diferença para poder se manter na Liga ‘milionária’, a equipa bracarense cedo viu a missão complicada, ao chegar ao intervalo a perder por 2-0, depois dos tentos de Serdar Saatçi, aos nove, na própria baliza, e de Osimhen, aos 33.

Restou à equipa ‘arsenalista’ a possibiidde de seguir em frente na Liga Europa, tendo a derrota dos alemães do Union Berlim na receção ao Real Madrid, por 3-2, permitido ao Sporting de Braga apurar-se para o play-off de acesso aos oitavos de final da segunda competição da UEFA, na qualidade de terceiro no Grupo C.

 

Com Agência Lusa.

Tribuna Desportiva – 11 Dezembro 2023

Um programa de Manuel Alexandre com Armindo Faria, Marco Martins e Eric Mendes. Atualidade Desportiva, Entrevistas, Comentários, Crónicas e Reportagens.

Tribuna Desportiva é um programa desportivo da Rádio Alfa e um dos mais antigos da nossa Rádio. Acontece às Segundas, entre as 21h e as 23h e tem redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira.

Primeira hora:

 

Segunda hora:

 

Foto. Tribuna Desportiva

PASSAGE À NIVEAU – 10 DE DEZEMBRO 2023

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Domingo 10 de Dezembro 2023
Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão:

TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 9 DE DEZEMBRO 2023:  Filipa Reis e João Miller Guerra

“TEMPESTADE 2.1”

O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan.
Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Édouard agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.

Esta semana en destaque Filipa Reis e o João Miller Guerra, os realizadores do filme Légua, que chega aos cinemas, esta quarta-feira, 13 de dezembro.

Aqui fica a emissão:

 

ESPAÇO ABERTO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO – 9 DE DEZEMBRO 2023

Todas as semanas a equipa do Espaço Aberto recebe em estúdio as associações lusófonas para a divulgação das atividades associativas. Divulgue também a suas, telefone 0145109860

França. Nova lei da imigração rejeitada na Assembleia – derrota para Macron e o Governo

Alfa

 

Foto de abertura de Soazig de la Moissonnière – Presidência francesa, foto oficial

A Assembleia Nacional Francesa rejeitou nesta segunda-feira, dia 11, um controverso projeto de lei de imigração. É uma pesada derrota política para o presidente Emmanuel Macron e o Governo, sublinham os observadores.

A esquerda, a direita e a extrema-direita votaram em conjunto mas por motivos diferentes contra o que se chamava a nova lei da imigração.

O projeto foi chumbado por 270 votos contra 265, através da aprovação de uma moção de rejeição. O ministro do Interior, Gérald Darmanin, que defendia a nova legislação, sai muito enfraquecido deste caso.

O ministro chegou mesmo a apresentar a sua demissão após a rejeição mas foi recusada por Emmanuel Macron.
 

O texto chumbado incluia medidas para facilitar a expulsão de estrangeiros « delinquentes » e desencorajar futuras entradas, dois pontos que foram criticados pela esquerda.

Por outro lado, foi considerado demasiado liberal por alguns conservadores e pela extrema-direita, designadamente sobre o endurecimento do acesso gratuito aos cuidados de saúde para os imigrantes de fora da União Europeia, assim como a facilitação de contrato de trabalhadores por exemplo para o setor da restauração.

Segundo contas oficiais citadas por agências e a imprensa, a França tem 5,1 milhões de estrangeiros regularizados, equivalentes a 7,6 por cento da sua população, e acolhe meio milhão de refugiados. Os cidadãos estrangeiros ilegais serão entre 600.000 a 700.000, de acordo com estimativas das autoridades.

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