Lisboa: Prevista uma invasão de católicos para a JMJ. Cidade pode ser pequena para tanta gente. Opinião

Lisboa, primeira semana de Agosto: esperada uma invasão de católicos para a Jornada Mundial da Juventude.

Anunciada também a presença do Papa Francisco, que irá igualmente a Fátima.

Crónica de Artur Silva, jornalista da Rádio Alfa, para ouvir na segunda-feira, 05.

Ou ouça aqui:

 

Artur Silva - Passagem de NÍvel

 

GNR conta com o apoio de militares de França, Espanha e Itália na Jornada Mundial da Juventude

GNR vai contar com o apoio de militares de França, Espanha e Itália na Jornada Mundial da Juventude

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linkedin sharing buttonAlfa / com Lusa (adaptação Alfa)
whatsapp sharing buttonA GNR anunciou que vai contar com o apoio de polícias de França, Espanha e Itália na Jornada Mundial da Juventude, que terá no dia de “maior esforço”, quando o Papa Francisco visitar Fátima, a 05 de agosto, 2.600 elementos mobilizados.

A operação que a Guarda Nacional Republicana tem montada para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que se realiza em Lisboa na primeira semana de agosto e vai contar com a presença do líder da Igreja Católica, foi explicada aos jornalistas pelo comandante-geral da GNR, José Santos Correia, que ontem visitou a sede do Comité Organizador Local (COL) da JMJ, no Beato.

“No dia de maior esforço teremos 2.600 militares para a operação em Fátima”, disse o comandante-geral da GNR, explicando que diariamente há um determinado número de militares que está orientado para a operação da JMJ em vários pontos do país, que atinge o máximo quando o Papa visitar Fátima, a 05 de agosto.

A operação que a GNR está a montar para a JMJ, que vai de 22 de julho a 07 de agosto, é na perspetiva do maior evento realizado em Portugal, tendo em conta o número de pessoas.

José Santos Correia sublinhou que esta operação está a ser pensada em várias vertentes, designadamente o número de pessoas que vai entrar no país por via terrestre, a segurança dos cidadãos porque existirá “uma pressão muito grande em inúmeras localidades” e o grande fluxo de pessoas a utilizar as vias rodoviárias.

“A GNR decidiu implementar quatro operações, uma primeira operação diz respeito àquilo que é controlo seletivo nas fronteiras nos termos que vier a ser decidido pelo Governo, uma segunda operação associada à operação em Fátima, que vai ser alvo de uma grande pressão de pessoas, e uma operação orientada para a segurança das pessoas que vão circular nas estradas », disse.

Para esta operação da JMJ, a GNR vai ter o apoio de militares de forças congéneres, nomeadamente para missões de visibilidade e patrulhamento de proximidade, estando por isso a corporação a contar com o apoio de militares de França, Espanha e Itália e outros países.

José Santos Correia não avançou com o número de militares de outros países envolvidos, sustentando que se está “numa fase de definição”.

Um dos trabalhos que vai ser feito em conjunto com outras forças é o controlo seletivo na fronteira terrestre com Espanha.

Durante a semana da JMJ, o controlo de fronteiras aéreas e marítimas vai ser reposto, mas não fechadas, como aconteceu durante os estados de emergência decretados no período da pandemia de covid-19.

“Este trabalho com as congéneres é feito em profundidade e o planeamento tem de ser iniciado além de Espanha”, disse, frisando que os critérios para o tipo de controlo nas fronteiras ainda aguardam decisão do Governo.

“A regra é cumprir as operações de forma contínua, iremos alocar os meios em função das necessidades. Para já o plano prevê diariamente para a operação em Fátima um número de militares que veem de várias partes do país”, disse, dando ainda conta que a GNR vai ter a responsabilidade nos acessos a Lisboa.

O comandante-geral da GNR considerou que a operação em Fátima será a mais difícil, uma vez que “onde há mais concentração de pessoas é sempre a mais complicada”, mas a corporação já realiza este policiamento há muitos anos e têm lições que retiraram de outras visitas do Papa.

José Santos Correia disse ainda que os meios que a GNR tem alocados aos incêndios florestais não vão ser desviados para esta operação da JMJ.

Considerado o maior acontecimento da Igreja Católica, a JMJ vai realizar-se entre 01 e 06 de agosto em Lisboa, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas.

A edição deste ano contará com a presença do Papa Francisco, que estará em Portugal entre 02 e 06 de agosto.

A JMJ de Lisboa esteve inicialmente prevista para 2022, mas foi adiada devido à pandemia de covid-19.

Humanismo e consciência: Sousa Mendes/Eduardo Lourenço. E mais cultura a não perder no Passagem de Nível de 04. Entrevistas

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 4 de Junho de 2023. Das 12h00 às 14h00

 

-Livro “Pédagogie et Révolution à partir de Freire e Cabral” de Lidia M. Rodriguez, tradução de Lucila Ojea, nas éditions L’Harmatan.

-Livro “Cinéma et dissidence: les cine-clubs portugais pendant la dictature de Salazar”, de Eurydice Da Silva, éditions Presses universitaires de Paris Nanterre.

“Traces-Rastos” é o tema da 16ª Edição de “Parfums de Lisbonne” (5 de Junho-21 de Julho) o festival de urbanidades cruzadas entre Lisboa e Paris: Música, Teatro, Poesia, Dança, Cinema, Artes.
Convidada: Graça dos Santos, fundadora da Companhia de Teatro Cá e Lá, organizadora do evento, numa altura em a Companhia festeja o seu 40° aniversário.

“Sousa Mendes / Eduardo de Lourenço, humanismo e consciência: 100 imagens e pensamentos”, de 9 a 16 de Junho na Médiatèque de Guéret (Creuse). Uma exposição do Colectivo artístico Borderlovers em colaboração com o Comité Sousa Mendes, no âmbito do centésimo aniversário do nascimento de Eduardo Lourenço.
Convidados:
Isabel Barradas, Presidente do Comité Sousa Mendes
Pedro Amaral, co-fundador de Borderlovers e curador da exposição
Eric Correia, President de la communauté d’agglomération du Grand Guéret
Sylviane Sambor, co-fundadora das edições L’Escampette, que publicou imensas obras de Eduardo Lourenço e de poetas e escritores portugueses

-Livro “Le roi Sébastien de Venise, Histoire d’une rumeur”, de André Belo, éditions Chandeigne

Prémio (de tradução) Nelly Sachs para o poeta e tradutor Max de Carvalho, pela tradução de “La Muse irrégulière”, de Assis de Pacheco, nas éditions Chandeigne. A entrega do Prémio terá lugar no dia 7 de Junho às 19h00, na Librairie Portugaise et Brésilienne, 21 rue des Fossés Saint- Jacques – Paris 5

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Artur Silva - Passagem de NÍvel
Passagem de Nível

Programa com redifusão na noite de 4ª para 5a feira, entre as 0h00 e as 2h00

Assembleia da República de Portugal aprova voto de pesar pelo falecimento de Lídia Sales

Foi aprovado hoje por unanimidade na Assembleia da República, em Lisboa, um voto de pesar sobre o falecimento de Lídia Sales, co-fundadora do grupo de imprensa Lusopress, com sede em Paris e que faleceu há alguns dias e cujo funeral decorreu na capital portuguesa.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, marcou presença nas cerimónias fúnebres e fez um discurso de elogio à conhecida comunicadora radicada em França, que era sua amiga pessoal e que aliás condecorou postumamente.

Segundo informação que nos foi enviada esta tarde pelo primeiro subscritor do voto de pesar (Paulo Pisco – PS), o voto foi hoje lido e aprovado por unanimidade em sessão plenária da Assembleia da República e subscrito por algumas dezenas de deputados do PS.

 

“Relações entre Angola e Portugal nunca estiveram tão boas” – Entrevista PR João Lourenço

“Relações entre Angola e Portugal nunca estiveram tão boas”

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linkedin sharing buttonAlfa – com Lusa (entrevista conjunta à Lusa e ao Expresso)
whatsapp sharing buttonO Presidente angolano, João Lourenço, gaba o estado das relações com Portugal nas vésperas de receber o primeiro-ministro português e apela a um maior investimento das empresas portuguesas para diversificar a economia do seu país.

“As relações estão muito boas, nunca estiveram tão bem quanto agora, precisamos é de aumentar o investimento português em Angola e onde for possível”, afirma o Presidente angolano, numa entrevista conjunta concedida à Lusa e ao Expresso.

Dizendo esperar da visita de António Costa, entre 5 e 6 de junho, “o reforço das relações de amizade e de cooperação económica entre os dois países”, João Lourenço vê no aumento de uma linha de crédito para investimento um incentivo à deslocação das empresas, que incluiu nos aspetos da “mobilidade económica”.

Um dos acordos que será assinado em Luanda durante a visita de António Costa é precisamente o aumento da linha de financiamento de 1,5 mil milhões para 2 mil milhões de euros, negociado no início de abril numa visita do ministro das Finanças português, Fernando Medina.

Esta linha de financiamento permanente garante o pagamento à empresa em caso de incumprimento do Estado angolano e permite financiar projetos definidos Angola.

Segundo João Lourenço, o crédito à exportação “incentiva a deslocação das empresas portuguesas para Angola, uma vez que elas se sentem mais confortáveis e com a garantia de que o que vêm fazer a Angola fica coberto por esse crédito”.

Para o governante angolano, esse crédito deverá ser utilizado “em princípio”, para a construção de infraestruturas, nomeadamente a construção da Basílica da Muxima e um conjunto de estradas nacionais.

Além disso, João Lourenço assinalou em particular alguns setores da economia nos quais Luanda gostaria de ver um maior investimento português.

“Onde pretendemos maior investimento privado estrangeiro é, nomeadamente, na agropecuária, turismo – onde o investimento português é mais baixo comparativamente com investimentos em outros países – (…), na agricultura, nas pescas, nas indústrias, fora a indústria petrolífera”, indica.

Para Lourenço, Luanda gostaria também de ver os investidores portugueses a adquirir mais ativos que estão a ser alienados, no quadro das atuais privatizações.

“Há um conjunto grande de ativos na esfera pública que queremos passar para a esfera privada, os investidores portugueses estão convidados a habilitarem-se à compra desses mesmos ativos”, destaca ainda.

E sublinha: “o investimento português não tem baixado, mas nós não estamos ainda satisfeitos, pensamos que ainda há muito espaço para crescer, pode haver muito mais do que aquele que Angola tem recebido”.

De acordo com o chefe de Estado angolano, depende apenas da capacidade do empresariado português aumentar a sua presença, porque – insiste – “o interesse [de Angola] nunca deixou de existir, o interesse sempre foi grande”.

Nesta entrevista, o Presidente João Lourenço reconhece também que Luanda está “em falta” para com algumas empresas portuguesas relativamente a créditos por liquidar, estando ainda por pagar cerca de 100 milhões de euros da chamada “dívida certificada”, a que é reconhecida pelo Estado angolano.

“Estou a referir-me à dívida certificada, que anda à volta dos 500 milhões de euros, um pouco mais de 500 milhões”, diz, assinalando que, desse valor, Angola pagou quase 400 milhões.

“Isto significa dizer que estamos em falta para com algumas empresas portuguesas no valor de cerca de 100 milhões de euros, isso com relação à dívida certificada”, afirma o dirigente angolano.

Quanto à dívida “não certificada”, diz que ela ascende a cerca de 200 milhões de euros, que ainda precisam de ser validados pelas autoridades angolanas.

Outro dos aspetos relevantes da relação entre os dois países é o que diz respeito ao destino das participações da Sonangol, no Millennium BCP e na Galp, bem como da Efacec.

Sobre a decisão da Galp de alienar os blocos petrolíferos que detinha em Angola, João Lourenço limitou-se a dizer: “é evidente que se permanecessem seria melhor, mas eles terão as suas razões para se terem retirado”.

Já no que respeita à possibilidade de a Sonangol vir a alienar as suas participações naquelas empresas portuguesas, João Lourenço disse que não há qualquer decisão. “Se algum dia houver esse interesse da parte da Sonangol, esse interesse será manifestado, se não acontecer, está tudo bem, vamos continuar”, diz.

Já quanto ao destino da Efacec, que foi nacionalizada por Portugal, João Lourenço assegura que o Governo português “não deu passo nenhum sem consultar as autoridades angolanas”.

“No quadro da recuperação de ativos, o importante é que Angola não perca e, em princípio, temos assegurado que Angola não vai perder. Eu não posso, ao meu nível, entrar no detalhe, a única garantia é que devo dar é que os interesses de Angola estarão sempre salvaguardados”, conclui.

Ucrânia. Macron não vê « discussão útil » com Putin nesta fase

Macron não vê « discussão útil » com Putin nesta fase

O presidente francês, Emmanuel Macron, disse, esta quinta-feira, que não vê, nesta fase, uma « discussão útil » com o homólogo russo, Vladimir Putin, embora não exclua mudanças no futuro.

« Hoje não há matéria para uma discussão útil », disse em conferência de imprensa, após a segunda cimeira da Comunidade Política Europeia em Bulboaca, na Moldávia. « Se surgir a oportunidade, e dependendo do conteúdo, não a excluo », continuou o presidente francês, que tem sido um dos poucos líderes ocidentais a manter diálogo com Vladimir Putin desde o início da ofensiva militar. « Se as questões nucleares civis e de segurança [da central de Zaporijia] o exigirem ou se houver avanços, aberturas que o permitam e justifiquem, fá-lo-ei sem qualquer hesitação », afirmou.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, disse na sexta-feira que estava pronto para retomar o contacto com Vladimir Putin sobre a Ucrânia « quando chegar a hora ».

No futuro imediato, a Ucrânia deve obter garantias de segurança « mais fortes, tangíveis e muito claras » na cimeira da NATO em julho, insistiu Emmanuel Macron, observando que esta é também uma « mensagem clara no contexto atual para a Rússia« . « Também teremos que dar perspetivas de longo prazo à Ucrânia » quanto ao seu pedido de integração à NATO, mesmo que « a adesão plena não seja imediatamente acessível » por causa da guerra iniciada pela Rússia, afirmou.

O presidente francês mostrou-se confiante de que a próxima cimeira da NATO, na Lituânia em 11 e 12 de julho, vai enviar uma « mensagem clara » de « apoio » à Ucrânia, e que se consigam « garantias mais fortes » e « tangíveis » de segurança para Kiev.

Macron também destacou que França está pronta para treinar pilotos de caça e técnicos aeronáuticos ucranianos, compromisso que ratificou hoje na reunião na Moldávia com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

PASSAGE À NIVEAU – 25 MAI 2023

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Domingo 25 de Mai 2023
Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão:

A Turquia entre a tradição e a modernidade. A reeleição de Erdogan. Análise

Turquia. Entre a tradição e a modernidade.

A reeleição de Erdogan – Análise

Crónica de Ricardo Figueira jornalista da Euronews, em Lyon, para ouvir na Radio Allfa na sexta-feira, 02.

Ou ouça aqui:

 

Sevilha conquista Liga Europa pela sétima vez ao bater Roma nos penáltis

O Sevilha conquistou hoje a Liga Europa pela sétima vez, ao derrotar a Roma, treinada pelo português José Mourinho, por 4-1 no desempate nas grandes penalidades, em Budapeste, depois do empate 1-1 no tempo regulamentar e no prolongamento.

Mancini e o brasileiro Ibanez desperdiçaram castigos máximos para os romanos, enquanto os sevilhanos converteram as quatro grandes penalidades que dispuseram no desempate do encontro, depois de o argentino Dybala te dado vantagem à formação italiana, aos 35 minutos, e de os espanhóis terem empatado, com um autogolo de Mancini, na segunda parte, aos 55.

O Sevilha consolidou o estatuto de recordista de triunfos na prova, ao somar sete troféus, em sete finais, impondo a Mourinho a primeira derrota numa final europeia, depois dos triunfos na Liga dos Campeões em 2004, no FC Porto, e 2010, no Inter Milão, na Liga Europa em 2003, no clube portuense, e 2017, no Manchester United, e na Liga Conferência Europa, no ano passado, já na Roma.

 

Com Agência Lusa.

https://twitter.com/EuropaLeague/status/1664031743232339968

 

Museu Benfica representará Portugal nas Festas Consulares em Lyon no próximo fim de semana

O Museu Benfica representará Portugal, a pedido do Consulado Geral de Portugal em Lyon, nas Festas Consulares nos dias 3 e 4 de junho.

Esta é a 20ª edição de uma iniciativa organizada pela Cidade de Lyon e que reúne as delegações internacionais presentes na localidade, mostrando os seus contributos culturais.

 

Os jogos tradicionais e os desportos do mundo estarão em destaque na edição deste ano.

A Rádio Alfa falou com Daniela Silva, mediadora Cultural do Museu Benfica – Cosme Damião que destacou a presença do Museu do novo Campeão Nacional nestas Festas Consulares.

Foto. Daniela Silva – Mediadora Cultural do Museu Benfica – Cosme Damião

 

 

Entrevista de Manuel Alexandre.

 

 

 

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