Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Domingo 23 de Abril 2023
Entre as 12h00 e as 14h00
Aqui fica a emissão:
Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Domingo 23 de Abril 2023
Entre as 12h00 e as 14h00
Aqui fica a emissão:
Portugal, o 25 de abril e a ditadura.
« Dantes é que era bom »? – Vamos lá falar um pouco sobre isso.
Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na quinta-feira na Rádio Alfa.
Ou ouça aqui:
De acordo com uma nota do gabinete do presidente da Assembleia da República, Santos Silva comunicou hoje à conferência de líderes que, “sempre que as suas deslocações em visita oficial a outros parlamentos incluam contactos com chefes de Estado, chefes de Governo ou ministros dos Negócios Estrangeiros”, deixará de ser acompanhado por deputados do Chega.
Na nota, Santos Silva considera que, pela sua prática, os representantes do Chega demonstraram que não garantem, “a 100%, que respeitam essas altas entidades e, em geral, as obrigações de respeito e cortesia que há muito caracterizam e distinguem a ação externa de Portugal”.
“Este critério aplica-se de imediato e significa a exclusão de qualquer representante do Grupo Parlamentar do Chega”, lê-se na nota.
Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o líder do Chega, André Ventura, considerou que esta decisão constitui “o grau zero da democracia” e qualificou-a de “atitude vingativa, infantil e ditatorial”.
“O Chega manifestou-se ontem [terça-feira], como o país todo viu, foi uma manifestação dentro do nosso mandato de deputados e enquanto representantes do povo português. A aplicação de sanções apenas desprestigiam o parlamento e acentuam um clima de conflitualidade já de si latente”, disse.
O líder do Chega acrescentou ainda que não há “nenhuma norma regulamentar nem regimental que permita a aplicação de sanções” e defendeu que a decisão de Santos Silva é “pura arbitrariedade e discricionariedade”.
Contrariando esta versão, Pedro Delgado Alves salientou que esta decisão tem « toda a base formal », uma vez que só cabe ao presidente da Assembleia da República decidir a composição das delegações que o acompanham ao estrangeiro.
“Não é uma sanção, é apenas dizer que, quem não está disponível no exterior, nem disponível esteve em sua casa, para respeitar um chefe de Estado estrangeiro (…) seguramente não pode arriscar a credibilidade, o prestígio, o respeito que a Assembleia da República quer que os outros Estados aliados, amigos, tenham pela República Portuguesa”, disse.
Na conferência de líderes, ficou também decidido que, no dia 10 de maio, será feita uma análise e reflexão sobre o incidente protagonizado pelo Chega durante a sessão de boas-vindas ao Presidente do Brasil, Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva.
Nessa sessão, no início do discurso de Lula da Silva, os deputados do Chega levantaram-se e empunharam três tipos de cartazes, nos quais se lia “Chega de corrupção”, “Lugar de ladrão é na prisão” e outros com as cores das bandeiras ucranianas.
O Presidente do Brasil continuou o seu discurso durante mais alguns minutos, mas mal houve uma pausa, as bancadas à esquerda e do PSD aplaudiram entusiasticamente, enquanto os deputados do Chega batiam na mesa, em jeito de pateada, o que levou Augusto Santos Silva a intervir.
“Os deputados que querem permanecer na sala têm de se comportar com urbanidade, cortesia e a educação exigida a qualquer representante do povo português. Chega de insultos, chega de degradarem as instituições, chega de porem vergonha no nome de Portugal”, afirmou Santos Silva, visivelmente irritado.
Nascida em Lisboa de pais cabo-verdianos, a Lura tem vindo a surpreender o público com a sua voz inconfundível, o seu talento e a sua energia, ao longo de 25 anos de carreira. Artista incontornável da música lusofóna, a Lura tem vários sucessos como ‘Na Ri Na‘, ‘Fitiço di Funana‘, ‘Moda Bô‘ com Cesária Evora o ainda ‘Mulemba Xangola‘ com Bonga.
A artista luso-africana esteve à conversa com Didier Caramalho sobre o concerto caritativo na Olympia, sobre os seus longos anos de carreira e sobre o seu regresso aos álbuns, marcado para agosto de 2023. Ouça a entrevista:
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Saiba que entre os dias 24 de abril e 3 de maio de 2023, a Rádio Alfa permite-lhe ganhar um convite duplo para assistir a este concerto único. Para isso, basta só ficar atento e mandar uma mensagem vocal para o WhatsApp da rádio que nos liga (06 62 10 98 60) dizendo que quer ir ver o concerto da Lura. Pode participar ao longo dia: no ‘Bom dia!’ com Ester de Sousa e Vítor Santos, no ‘ALFA 10/13’ com Didier Caramalho, no ‘Lounge’ com José Freitas e no ‘Ir e Voltar’ com Jorge Leandro.

Depois de ter sentenciado praticamente a eliminatória com um 5-0 na Madeira, o ‘onze’ de Artur Jorge esteve a vencer por 2-0, com golos do sérvio Urus Racic, aos 33 minutos, de penálti, e Rodrigo Gomes, aos 48, mas os brasileiros Clayton, aos 72, e Dudu, aos 90+3, de penálti, restabeleceram a igualdade.
A formação ‘arsenalista’, que fica agora à espera do vencedor da meia-final entre Famalicão e FC Porto, conta três triunfos na prova, em 1965/66, 2015/16 e 2020/21, e ainda quatro finais perdidas, em 1976/77, 1981/82, 1997/98 e 2014/15.
A final da Taça de Portugal está agendada para 04 de junho, um domingo, no Estádio Nacional, no Jamor, a partir das 18:00.
MEIAS-FINAIS:
– Primeira mão:
– Quarta-feira, 12 abr:
Nacional (II) – Sporting de Braga (I), 0-5 (Racic 25, 53 gp, Pizzi 43, Banza 76 gp, 90+1)
– Quarta-feira, 26 abr:
Famalicão (I) – FC Porto (I), 21:30
– Segunda mão:
– Terça-feira, 25 abr:
Sporting de Braga (I) – Nacional (II), 2-2 (Racic 33 gp, Rodrigo Gomes 48/ Clayton 72, Dudu 90+3 gp)
– Quinta-feira, 04 mai:
FC Porto (I) – Famalicão (I), 21:30
FINAL:
– Domingo, 04 jun (Estádio Nacional, no Jamor)
Sporting de Braga (I) – Famalicão (I)/FC Porto (I), 18:00
Com Agência Lusa.
Marcelo Rebelo de Sousa assumiu esta posição no seu discurso na sessão solene comemorativa do 49.º aniversário do 25 de Abril na Assembleia da República, a propósito da sessão de boas-vindas ao Presidente brasileiro, Lula da Silva, que aconteceu imediatamente antes, o que no seu entender « faz todo o sentido », porque o Brasil « foi precursor na descolonização ».
« Portugal deve desculpa e responsabilização plena pela colonização »
« Também isso nos serve para nós olharmos para trás, a propósito do Brasil. Mas seria também possível a propósito de toda a colonização e toda a descolonização, e assumirmos plenamente a responsabilidade por aquilo que fizemos » considerou o Presidente.
« Não é apenas pedir desculpa – devida, sem dúvida – por aquilo que fizemos, porque pedir desculpa é às vezes o que há de mais fácil, pede-se desculpa, vira-se as costas, e está cumprida a função. Não, é o assumir a responsabilidade para o futuro daquilo que de bom e de mau fizemos no passado » defendeu Marcelo Rebelo de Sousa.
Segundo Presidente da República portuguesa, a colonização do Brasil também teve fatores positivos, « a língua, a cultura, a unidade do território brasileiro ». « De mau, a exploração dos povos originários, denunciada por António Vieira, a escravatura, o sacrifício do interesse do Brasil e dos brasileiros », apontou. « Um pior da nossa presença que temos de assumir tal como assumimos o melhor dessa presença. E o mesmo se diga do melhor e do pior, do pior e do melhor da nossa presença no império ao longo de toda a colonização » acrescentou.
O povo é « o supremo senhor » da democracia e « há sempre caminhos »
O Presidente da República afirmou hoje que o povo é « o supremo senhor do 25 de Abril » e « efetivo garante da estabilidade » e que em democracia há « sempre a possibilidade de se criar caminhos diversos ».
Marcelo Rebelo de Sousa realçou as diferentes visões que existiram logo na altura da Revolução dos Cravos e falou das frustrações dos que não viram as suas expectativas realizadas ao longo destas décadas de democracia.
« Mas este é um tempo de esperança, porque a liberdade e a democracia, mesmo quando nos trazem muitas desilusões – a sensação de tempo perdido, de adiamento – nos dão sempre a esperança que a ditadura não tolera, que é a esperança na mudança » considerou Marcelo Rebelo de Sousa.
« Em ditadura, ou se está pela ditadura ou se combate e se derruba a ditadura. Em democracia, há sempre a possibilidade de se criar caminhos diversos, sempre. Pode demorar tempo a surgir, podem ser insuficientes, podem ser imperfeitos, mas existem sempre, existiram sempre ao longo destes 50 anos » acrescentou.

O chefe de Estado dirigiu-se, logo no início da sua intervenção, àqueles que « teriam preferido que não tivesse acontecido o 25 de Abril », declarando: « A esses, cuja saudade e nostalgia se respeita, há que dizer que o tempo não volta para trás. E aquilo que veem como tendo sido o 24 de Abril em muitos dos seus traços globais verdadeiramente não existiu, é um refazer da História ». No fim do discurso, referindo-se em geral às manifestações por motivos internos e de política externa, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que, independentemente do « número real ou sonhado » de pessoas que juntem, « esse pluralismo é essencial, faz parte da essência da democracia », realçando que « em ditadura nunca haveria ».
« E essa é a razão da nossa esperança, é o sabermos que verdadeiramente o supremo senhor do 25 de Abril, da democracia e da liberdade, e por isso efetivo garante da estabilidade, se chama há 50 anos povo. E o povo vai escolhendo, com sentido de Estado, com bom senso, com moderação e com boa educação, ao longo do tempo, o 25 de Abril que quer. E mudando quando entende que deve mudar, ou mantendo se entende que deve manter – nem que seja para se arrepender, por quanto inovou ou manteve algum tempo volvido » afirmou.
Marcelo Rebelo de Sousa já tinha feito uma anterior menção à estabilidade, ao mencionar que desde o 25 de Abril de 1974 « houve presidentes de direita com governos de direita e com governos de esquerda, presidentes de esquerda com governos de esquerda e governos de direita, e houve ganhadores e perdedores ». « E a concretização dos sonhos de cada ato eleitoral também ela foi uma concretização que muitas das vezes ficou largamente frustrada. Nuns casos, tendo levado à permanência da legislatura, noutros, mais raros porque mais pesados, à sua redução » completou o Presidente.
Ouça agora as principais reacções partidárias na sessão solene comemorativa do 49.º aniversário do 25 de Abril na Assembleia da República, neste noticiário do Didier Caramalho:
Artigo da Rádio Alfa com a Agência Lusa
Pedro Gonçalves, aos 47 minutos, para o seu 15º golo na prova, e o brasileiro Arthur Gomes, aos 90+3, selaram o triunfo dos ‘leões’, que haviam empatado o último encontro no campeonato, na receção ao Arouca (1-1).
Na classificação, o Sporting segue em quarto, com 61 pontos, a sete do Sporting de Braga, terceiro, enquanto o Vitória de Guimarães, que somou o quinto desaire nos últimos seis jogos, caiu para sétimo, mantendo-se com 41.
– Sexta-feira, 21 abr:
Casa Pia – Sporting de Braga, 0-1 (0-0 ao intervalo)
– Sábado, 22 abr:
Famalicão – Marítimo, 3-2 (0-2)
Boavista – Rio Ave, 3-2 (3-1)
Paços de Ferreira – FC Porto, 0-2 (0-0)
– Domingo, 23 abr:
Portimonense – Gil Vicente, 1-0 (0-0)
Santa Clara – Desportivo de Chaves, 1-1 (0-0)
Benfica – Estoril Praia, 1-0 (1-0)
Arouca – Vizela, 1-0 (1-0)
– Segunda-feira, 24 abr:
Vitória de Guimarães – Sporting, 0-2 (0-0)
– Sexta-feira, 28 abr:
Rio Ave – Arouca, 21:15
– Sábado, 29 abr:
Marítimo – Vitória de Guimarães, 16:30
Sporting de Braga – Portimonense, 16:30
Vizela – Paços de Ferreira, 19:00
Desportivo de Chaves – Casa Pia, 19:00
Gil Vicente – Benfica, 21:30
– Domingo, 30 abr:
Estoril Praia – Santa Clara, 16:30
FC Porto – Boavista, 19:00
Sporting – Famalicão, 21:30
Com Agência Lusa.
A cerimónia, que está marcada para as 16h00 locais, no Palacio Nacional de Queluz, no concelho de Sintra, está integrada na visita oficial a Portugal do Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que começou na sexta-feira, dia 21, e decorre até terça-feira, dia 25, e será presidida pelos chefes de Estado do Brasil e de Portugal.
Chico Buarque foi galardoado com o Prémio Camões em 2019, mas a cerimónia de entrega nunca se realizou depois de ter feito várias críticas às políticas culturais do anterior Presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que na altura se recusou a assinar o diploma, cuja entrega formal estava prevista para abril de 2020.
O autor de « Estorvo » e « Leite Derramado » é um apoiante do Partido dos Trabalhadores (PT), defensor de Luiz Inácio Lula da Silva, que foi novamente eleito em outubro do ano passado.
Chico Buarque foi também um crítico do governo de Jair Bolsonaro.
Entretanto, a pandemia de covid-19 obrigou ao adiamento da cerimónia de entrega do prémio, que foi agora remarcada, coincidindo com as celebrações do 25 de Abril e com a visita de Estado, de cinco dias, de Lula da Silva a Portugal.
Sobre a entrega do Prémio Camões de 2019 que agora se concretiza em Portugal, a ministra brasileira da Cultura, Margareth Menezes, considerou que simboliza o regresso aos valores democráticos no Brasil, lembrando que Chico Buarque é “um artista que sempre se envolveu e se colocou na luta a favor da democracia » e contra a ditadura, através das suas obras.
Também a editora Clara Capitão, do grupo Penguim Random House Portugal, que edita a obra de Chico Buarque, na chancela Companhia das Letras, destacou que a entrega do prémio ao escritor e músico brasileiro, « depois de anos de espera, significa que o Brasil voltou a viver um tempo de democracia e esperança ».
Nos termos do Regulamento, Portugal e o Brasil organizam de forma alternada as reuniões e as cerimónias de entrega deste galardão.
Depois de Chico Buarque, foram distinguidos o professor e ensaísta português Vítor Manuel Aguiar e Silva (2020), a escritora moçambicana Paulina Chiziane (2021) e o escritor brasileiro Silviano Santiago (2022).
« Tanto Mar (Letra)
Contrariamente ao habitual, a sessão solene do 25 de Abril, na terça-feira, vai começar às 11h30 (locais), uma vez que às 10h30 decorrerá a sessão solene de boas-vindas ao Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que se encontra em Portugal numa visita de Estado de cinco dias.
A participação do chefe de Estado brasileiro numa sessão na Assembleia da República no dia da Revolução dos Cravos esteve envolta em polémica, e mereceu fortes críticas da Iniciativa Liberal e do Chega, partido que anunciou uma manifestação de repúdio em frente ao parlamento.
Além desta ação de protesto anunciada pelo Chega, estão previstas mais três concentrações em locais próximos à Assembleia da República durante a manhã, de acordo com a PSP, que reforçará o policiamento com várias valências, incluindo o corpo de intervenção.
Depois da sessão de boas-vindas, que contará com intervenções de Lula da Silva e do presidente da Assembleia da República, arrancará a tradicional sessão solene do 25 de Abril, à qual o Presidente do Brasil já não assistirá, seguindo para Madrid com uma agenda que inclui reuniões com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, Filipe VI de Espanha e ainda um fórum empresarial.
No hemiciclo, às 11h30 começa a sessão solene, prevendo-se discursos dos oito partidos com assento parlamentar, por ordem crescente de representatividade: Livre, PAN, BE, PCP, IL, Chega, PSD e PS.
Discursará ainda o presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, cabendo a última intervenção, como é habitual, ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
No ano passado, na sessão comemorativa do 48.º aniversário do 25 de Abril, que decorreu cerca de dois meses após o início da guerra na Ucrânia, Marcelo Rebelo de Sousa centrou o seu discurso na necessidade de se investir mais e se darem mais condições às Forças Armadas.
À tarde, entre as 15h30 e as 18h00, o parlamento estará aberto ao público, assim como a residência do primeiro-ministro, em São Bento, estando previsto que os visitantes possam “circular diretamente” entre os dois espaços.
Nos jardins do Palacete de São Bento, está também previsto um programa com uma forte tónica cultural, que arranca às 14h30 e incluirá danças, espetáculos infantis, oficinas de prática artesanal ou ainda concertos, como o da fadista Ana Moura.
Ao mesmo tempo, decorre o habitual desfile popular pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, promovido por mais de 40 organizações da sociedade civil, partidárias e sindicais, entre as quais a Associação 25 de Abril, PCP, Bloco de Esquerda, PS, BE, PEV, ou ainda as centrais sindicais CGTP e UGT.
No apelo à participação deste ano, a comissão promotora do desfile enumera as áreas em que considera que “é preciso cumprir Abril”, como a educação, saúde ou condições de vida, e defende em particular que é preciso responder ao “clamor dos professores”.
Ao contrário dos últimos dois anos, em que organizou uma iniciativa própria, a Iniciativa Liberal vai também integrar este desfile, segundo disse fonte oficial do partido à Lusa.
Ainda durante a tarde, pelas 15h00, Marcelo Rebelo de Sousa irá participar, no Palácio de Belém, na cerimónia de tomada de posse dos três novos juízes do Tribunal Constitucional, em substituição de João Caupers, Pedro Machete e Lino Ribeiro.
O Livro da Semana. Próximos programas:
26 e 30 Abril e 2 de Maio: BRUNO PAIXÃO, AUTOR DE “OS SEGREDOS DE JUVENAL PAPISCO”
O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.
Ou Ouça aqui:
“Os segredos de Juvenal Papisco” é o romance de estreia de Bruno Paixão, que venceu a II edição do Prémio Literário Luís Miguel Rocha.
Nascido em Coimbra, o Bruno, que é também jornalista e professor universitário, leva-nos, com este romance, através de uma viagem pela arquitetura do realismo mágico latino-americano, até um lugar fictício chamado Orão, onde o sangue quente e as superstições dos habitantes, acrescidos às injustiças que passam de geração em geração, incendeiam os ânimos. E o título da obra aponta logo para a personagem principal da obra, um tal Juvenal Papisco, padre misterioso, que tem tanto de bondade como de amor pela boa vida.
Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Bruno Paixão e descubra uma terra latina e tropical onde se cruzam curandeiras e alcaides corruptos.