Ceferin reeleito em Lisboa presidente da UEFA até 2027. Fernando Gomes eleito para o Conselho da FIFA

O esloveno Aleksander Ceferin foi hoje reeleito, por unanimidade e aclamação, em Lisboa, para um terceiro mandato na presidência da UEFA, para o qual elegeu como bandeiras a defesa e a unidade do futebol.

“Quero agradecer muito, do fundo do coração, [esta eleição] significa muito para mim. É um grande momento, mas também uma grande responsabilidade, pelo futebol. Prometo fazer o meu melhor para não vos desapontar. Muito, muito obrigado”, afirmou o já reeleito Ceferin, durante o 47.º Congresso da UEFA, que decorre em Lisboa.

Aos 55 anos, o antigo presidente da Federação de Futebol da Eslovénia deixa para trás um mandato em que teve de lidar com uma pandemia, uma guerra entre dois países europeus, a ambição dos clubes mais poderosos do continente, e a aprovação de mudanças em algumas competições como a Liga dos Campeões e a Liga das Nações.

Desde que foi eleito em 2016, depois da crise desencadeada pelo escândalo de corrupção que envolveu o então líder da UEFA, Michel Platini, o esloveno tem-se imposto com autoridade com ações e mensagens firmes contra o que considerou ser “o egoísmo” dos defensores da Superliga, e a “condenação da invasão militar da Rússia à Ucrânia”.

Confrontado com a guerra na Europa, Alexander Ceferin agiu quase de imediato, mudando a final da ‘Champions’ de São Petersburgo para Paris, menos de 24 horas após a Rússia ter invadido a Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022.

Três dias depois, rompeu o contrato com a Gazprom, a maior empresa de energia da Rússia, que patrocinava a UEFA desde 2012, e excluiu das competições as seleções da Rússia e da Bielorrúsia, bem como os clubes dos dois países.

Ceferin foi um firme opositor da ideia de a FIFA de realizar o Mundial de dois em anos, classificando o projeto “como populista e destruidor do futebol”.

Em abril de 2021, o líder da UEFA opôs-se ao projeto de criação de uma Superliga, idealizada por 12 dos mais poderosos clubes europeus, que pretendiam, à revelia do organismo europeu, desenvolver uma competição de elite.

Nascido em Grosuplje, a cerca de 20 quilómetros da capital da Eslovénia, Aleksander Ceferin, licenciou-se em direito, tendo representado vários atletas e clubes profissionais.

Casado e pai de três filhas, Ceferin chegou à liderança da federação de futebol do seu país em 2011.

As eleições de 14 de setembro de 2016, precipitadas pelo escândalo de corrupção que envolveu Platini, tornaram-no o sétimo presidente da UEFA.

Eleito, no congresso extraordinário eleitoral, em Atenas, com 42 votos a favor, contra 13 do neerlandês Michael van Praag, cumpriu um primeiro mandato de dois anos e meio, o que restava ao francês.

Em fevereiro de 2019, foi, tal como hoje, candidato único à liderança da UEFA.

Fernando Gomes eleito para o Conselho da FIFA por aclamação

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, foi hoje eleito por unanimidade e aclamação para o Conselho da FIFA, no 47.º Congresso da UEFA, em Lisboa.

Fernando Gomes, de 71 anos, foi o único candidato a sufrágio para o mandato de quatro anos no encontro na capital portuguesa, depois de Noël Le Graët se ter demitido da presidência da Federação Francesa de Futebol (FFF).

O português já cumpriu dois mandatos de dois anos cada neste órgão executivo da FIFA, o último até 2019, sem que se tivesse recandidatado em 2021, apesar de se ter mantido como membro executivo da UEFA.

O regresso de Gomes à FIFA coincide com a ‘corrida’ de Portugal, juntamente com Espanha, Ucrânia e Marrocos, à organização do Mundial2030 de futebol.

Também a ‘correr’ sozinho, o alemão Bernd Neuendorf foi eleito para a vaga de dois anos no Conselho da FIFA.

Na eleição para as vice-presidências europeias da FIFA, o húngaro Sándor Csányi, detentor do cargo, foi reeleito, em detrimento do finlandês Ari Lahti, enquanto a inglesa Debbie Hewitt tornou-se a primeira mulher a vencer um homem numa eleição para o organismo que rege o futebol mundial.

A líder da federação inglesa venceu a ‘corrida’ para ‘vice’ do organismo que rege o futebol mundial em representação das federações britânicas a David Martin, ao conquistar 39 votos, contra 16 do norte-irlandês.

 

Com Agência Lusa.

Tribunal/EUA. Donald Trump declara-se inocente de 34 acusações

Trump deixa tribunal criminal de Manhattan após declarar-se inocente de 34 acusações

email sharing button
Alfa/com Lusalinkedin sharing button
whatsapp sharing buttonO ex-presidente norte-americano Donald Trump deixou (ontem) o tribunal criminal de Manhattan após uma comparência histórica em tribunal, na qual se declarou perante um juiz inocente de 34 acusações.

A alegação de inocência foi feita durante a breve sessão no tribunal nova-iorquino, de cerca de 40 minutos, onde os procuradores revelaram a acusação do grande júri visando o ex-presidente e empresário.

No total, Trump enfrenta 34 acusações de falsificação de registos comerciais, de acordo com diversos órgãos de comunicação social.

As acusações estão ligadas ao caso de um alegado pagamento de suborno a uma ex-atriz pornográfica, Stormy Daniels, que terá servido para comprar o seu silêncio sobre um caso extraconjugal, antes da campanha eleitoral das presidenciais de 2016.

Presidente francesa da TAP: “Sou um mero bode expiatório” e fui demitida num “processo ilegal”

Crise na companhia aérea portuguesa.

Audição na comissão de inquérito à TAP: 

“Sou um mero bode expiatório” e fui demitida num “processo ilegal”

email sharing buttonwhatsapp sharing buttonA presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, disse hoje ser “um mero bode expiatório” no caso da indemnização a Alexandra Reis e acusou o Governo de fazer um despedimento “ilegal e pela televisão”, sem respeito por uma executiva sénior.

“Sou um mero bode expiatório”, afirmou a presidente executiva (CEO) da companhia aérea, na apresentação inicial da sua audição na comissão de inquérito à TAP, na qual está acompanhada pelos dois advogados.

“Eu fui demitida pela televisão, por dois ministros com um processo ilegal”, acusou a gestora.

Numa informação posterior, a agência Lusa informou:

A presidente executiva da TAP disse hoje que recebeu uma mensagem de Hugo Mendes, em 02 de fevereiro de 2022, a informar que Pedro Nuno Santos autorizava a indemnização a Alexandra Reis e a pedir que fechasse o acordo.

“No dia 02 de fevereiro de 2022 […], recebi uma mensagem de Hugo Mendes [então secretário de Estado] a informar que o ministro [Pedro Nuno Santos] autorizou”, e onde pediu que “fechasse o acordo”, afirmou Christine Ourmières-Widener, que está a ser ouvida na comissão de inquérito da TAP.

A ainda presidente executiva da companhia aérea sublinhou que “não tomou nenhuma decisão relevante” no processo de saída da ex-administradora Alexandra Reis, com uma indemnização de cerca de 500.000 euros, e que atuou como um intermediário entre o Governo e os advogados.

“Eu não sabia que não havia coordenação entre o Ministério das Infraestruturas e Habitação e o Ministério das Finanças, tão pouco sabia que o Ministério das Infraestruturas não tinha poder para aprovar este acordo, bem como não sabia que havia um risco legal, naquela altura”, acrescentou Ourmières-Widener.

 

 

TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 1 DE ABRIL 2023 :

O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan. Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Antonin agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.

Esta semana os TikTokers Eva, Malvina, Kateline e o Angelo estiveram na emissão e falaram  trends, das redes sociais e do percurso deles.

Aqui fica a emissão:

PASSAGE À NIVEAU – 2 AVRIL 2023

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Domingo 2 de Abril 2023
Emissão especial em directo de Nanterre

Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão:

NATO. Caças F-16 portugueses intercetaram aeronave militar russa no Mar Báltico

(Foto de abertura publicada pelo Diário de Notícias)

Caças F-16 portugueses intercetaram aeronave militar russa no Mar Báltico

 

email sharing button
Alfa/com Lusalinkedin sharing button
whatsapp sharing buttonDois caças F-16 portugueses identificaram e escoltaram no domingo uma aeronave militar russa IL-76 na costa da Estónia, no Mar Báltico, no âmbito da missão Baltic Air Policing, da NATO, divulgou esta segunda-feira a Aliança Atlântica.

A aeronave russa voava da Rússia continental para o enclave de Kaliningrado sobre as águas internacionais da costa do Mar Báltico da Estónia, explicou a NATO em comunicado divulgado no seu ‘site’.

“Como não havia plano de voo, nem o avião estava em contacto com o controlo de tráfego aéreo nem usava seu transponder, o Centro de Operações Aéreas Combinadas do Norte da NATO em Uedem, Alemanha, ordenou que os F-16 fossem lançados e confirmassem os detalhes da aeronave desconhecida”, detalhou a Aliança Atlântica.

Os caças portugueses, que tiveram a primeira saída de alerta no seu segundo dia da missão, foram lançados desde Šiauliai, na Lituânia.

“Depois de identificar e escoltar o avião russo, os caças portugueses regressaram em segurança a Šiauliai. Este foi um evento de rotina”, acrescentou.

Para o comandante do destacamento português, o tenente-coronel José Dias, citado no comunicado, a operação foi uma demonstração do “excelente empenho, dedicação e profissionalismo de todos os elementos que constituem o destacamento ».

Portugal lidera a 62.ª rotação da missão Baltic Air Policing da NATO. Quatro F-16 chegaram no início da semana passada e assumiram a responsabilidade de proteger o espaço aéreo regional da NATO juntamente com os F-16 da Força Aérea Romena em 30 de março, realçou ainda a Aliança Atlântica.

Desde a adesão da Estónia, Letónia e Lituânia em 2004, os aliados da NATO revezaram-se no destacamento de uma capacidade de policiamento aéreo para Šiauliai para proteger a integridade territorial dos três aliados Bálticos numa forte demonstração de coesão e solidariedade da Aliança, sublinhou ainda a organização.

Uma em cada seis pessoas no mundo sofre de infertilidade diz OMS

Uma em cada seis pessoas no mundo sofre de infertilidade, estima um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) hoje divulgado.

O relatório teve por base dados de mais de uma centena de estudos sobre a prevalência da infertilidade à escala global e regional, entre 1990 e 2021.

A infertilidade é a doença do sistema reprodutor masculino ou feminino que se traduz na incapacidade de conseguir uma gravidez após um ano ou mais de relações sexuais desprotegidas.

Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, citado em comunicado, « a proporção de pessoas afetadas » no mundo pela infertilidade revela « a necessidade de alargar o acesso aos tratamentos de fertilidade e garantir que o assunto não seja mais deixado de lado na investigação e nas políticas de saúde ».

« Para que formas seguras, eficazes e acessíveis de obter a paternidade estejam disponíveis para aqueles que a procuram », sublinhou.

O relatório assinala que a prevalência da infertilidade atinge sem grandes variações tanto os países ricos como os países pobres.

Contudo, nos países mais pobres as pessoas gastam uma proporção maior do seu rendimento em tratamentos de fertilidade face às dos países mais ricos.

« Milhões de pessoas enfrentam custos catastróficos de saúde depois de procurarem tratamento para a infertilidade », alertou o diretor para a Investigação em Saúde Sexual e Reprodutiva da OMS, Pascale Allotey, considerando que « melhores políticas e financiamento público podem melhorar significativamente o acesso aos tratamentos e proteger as famílias mais pobres ».

A OMS salienta que os elevados custos impedem frequentemente as pessoas de acederem a tratamentos ou deixam-nas depauperadas.

Num estudo separado, publicado na revista da especialidade Human Reproduction Open e financiado pela OMS, investigadores concluíram que os custos médicos pagos pelos doentes nos países de baixo e médio rendimento por um tratamento de fertilização ‘in vitro’ costumam ser mais altos face ao que ganham em média por ano.

Parisienses votaram para acabar com trotinetes elétricas

Parisienses votaram para acabar com trotinetes elétricas

 

Alfa/com Lusafacebook sharing button
twitter sharing button
email sharing button
linkedin sharing button
whatsapp sharing buttonOs cidadãos de Paris votaram para banir as trotinetes elétricas da cidade a partir de setembro, num referendo consultivo feito pelo município que contou com a participação de 103.000 pessoas, disse a presidente Anne Hidalgo.

Segundo a presidente do município de Paris, os resultados do referendo foram “muitos claros”, com 89% dos votos a rejeitarem a presença das trotinetes na capital francesa.

“Não haverá mais trotinetes de aluguer em Paris a partir de 01 de setembro”, disse Hidalgo, uma vez que os contratos da cidade com as três empresas responsáveis por este serviço expiram em agosto.

A votação do referendo foi aberta aos 1,38 milhões de eleitores registados no município, mas pouco mais de cem mil pessoas votaram, facto criticado pelas empresas detentoras do serviço.

“O resultado é baseado em apenas cerca de 100.000 votos expressos, o que equivale a uma participação eleitoral de 7,46%”, disse o porta-voz da empresa TIER, que adiantou que estes resultados permitem que um grupo pequeno de pessoas tenha uma “influência desproporcional” no sistema de mobilidade urbana da cidade.

No mesmo sentido, em declaração conjunta, as entidades Lime, Dott e TIER acusaram o município de utilizar métodos de votação restritivos.

“Lamentamos que os parisienses percam uma opção de transporte compartilhado e verde. É um retrocesso para os transportes sustentáveis em Paris”, acrescentaram.

Apesar dos resultados, o tema das trotinetes ainda divide os cidadãos de Paris entre aqueles que consideram que as trotinetes constituem um perigo para o trânsito na cidade, e os que consideram que estas atendiam a uma necessidade real.

A presidente Anne Hidalgo e os deputados do seu partido para o município já tinham feito uma campanha para banir o aluguer das trotinetes, considerando-o de “flutuação livre” uma vez que estas são deixadas pela cidade sem controlo.

Três mortos e vários feridos em tiroteios em Marselha na noite de domingo para 2ª feira

Pelo menos três mortos e vários feridos em tiroteios em Marselha. Imprensa diz que tiroteios estão ligados ao tráfico de droga.

Incidentes começaram nos bairros do norte da cidade e alguns feridos encontram-se em estado crítico.

Desde o início deste ano de 2023, 13 pessoas foram mortas por bala na capital do sul da França em incidentes ligados ao tráfico de droga, segundo jornais franceses.

 

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x