TAP/polémica. Governo demite a secretária de Estado do Tesouro. Atualização

Polémica da TAP/Governo. Ministro das Finanças demite secretária de Estado do Tesouro.

linkedin sharing buttonwhatsapp sharing buttonA secretária de Estado do Tesouro, Alexandra Reis, apresentou hoje o pedido de demissão, solicitado pelo ministro das Finanças, Fernando Medina, divulgou a tutela. Na sequência da sua saída da TAP com indemnização de 500 mil euros.
TAP diz que Alexandra Reis pediu 1,4 ME de indemnização pela saída.

Antes o PR Marcelo considerara que esclarecimento sobre indemnização na TAP “é importante para todos”. A sua demissão foi anunciada durante a noite de ontem para hoje.

 

email sharing buttonAlfa/ com Lusa (adaptação Alfa)
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whatsapp sharing buttonO Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou ontem que o esclarecimento sobre o acordo (indemnização) celebrado entre a TAP e a atual secretária de Estado do Tesouro, Alexandra Reis (sobre a sua saída da companhia aérea), “é importante para todos”.
A governante garantia que cumpriu a lei.

“Se os dois ministros pedem esclarecimentos, é porque, aparentemente, sentem que é fundamental para o esclarecimento dos portugueses o perceber-se aquilo que aconteceu efetivamente”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, em Folgosinho, no concelho de Gouveia, distrito da Guarda, após uma visita ao quartel dos Bombeiros Voluntários e de contacto com pastores afetados pelos incêndios do verão na região da serra da Estrela.

O chefe de Estado disse aos jornalistas que “é fundamental” o esclarecimento da situação porque Alexandra Reis veio depois a exercer funções políticas.

“Para o Presidente da República, é importante porque o Presidente da República nomeou-a. Quer dizer, eu nomeei-a há cerca de um mês secretária de Estado no Ministério das Finanças. Penso que é importante para todos. Para quem nomeia, para quem é nomeado, para os portugueses, esclarecer efetivamente o que se passou nessa pré-história, isto é, na carreira profissional da pessoa”, disse.

O Correio da Manhã noticiou na edição de sábado que a nova secretária de Estado do Tesouro, Alexandra Reis, recebeu uma indemnização no valor de 500 mil euros por sair antecipadamente do cargo de administradora executiva da companhia aérea portuguesa, quando ainda tinha de cumprir funções durante dois anos.

Num comunicado ontem, segunda-feira, divulgado, os ministros das Finanças e das Infraestruturas, Fernando Medina e Pedro Nuno Santos, informam que “emitiram hoje um despacho a solicitar ao Conselho de Administração da Transportes Aéreos Portugueses, S.A., informação sobre o enquadramento jurídico do acordo celebrado no âmbito da cessação de funções como vogal da respetiva Comissão Executiva, de Alexandra Margarida Vieira Reis, incluindo sobre o apuramento do montante indemnizatório atribuído”.

A sua demissão foi anunciada durante a noite de ontem para hoje.

Suspeito de morte de curdos em Paris será presente a juíz na segunda-feira

Suspeito de morte de curdos em Paris será presente a juíz na segunda-feira

 

email sharing buttonAlfa/ com Lusa e outras fontes francesas
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whatsapp sharing buttonO homem de 69 anos suspeito de matar três curdos em Paris na sexta-feira deixou a ala psiquiátrica da sede da polícia e será presente a um juiz de instrução na segunda-feira, com vista a uma possível acusação.

A informação foi avançada pela procuradoria.

O suspeito foi hospitalizado no sábado numa unidade psiquiátrica.

O detido, que alega ter um “ódio patológico a estrangeiros », é um reformado francês que admitiu ter aberto fogo num centro cultural curdo e num salão de cabeleireiro em Paris, matando três curdos e ferindo outras três pessoas.

O homem, com antecedentes criminais por ataques racistas e libertado da prisão no dia 11 deste mês, tinha acesso a armas por fazer parte de um clube desportivo de tiro e não pertencia a qualquer grupo de extrema-direita, indicou, na altura, o ministro do Interior francês.

O suspeito enfrenta potenciais acusações de homicídio e tentativa de homicídio com um motivo racista, segundo o Ministério Público parisiense.

A investigação não conseguiu até agora estabelecer quaisquer ligações particulares com a comunidade curda, e nem a análise do seu telefone, nem do computador que tinha em casa dos pais estabeleceram qualquer relação com a ideologia de extrema-direita.

As investigações excluem, para já, o caráter terrorista da ação, como defendido por representantes da comunidade curda em França, que colocam a Turquia por detrás dos acontecimentos, ocorridos quase dez anos depois do assassinato a sangue frio de três militantes curdos muito próximo do local onde este tiroteio teve lugar.

De acordo com uma informação divulgada hoje pela procuradora parisiense Laure Beccuau, o autor do tiroteio confessou aos investigadores que tinha tentado levar a cabo o massacre mais cedo na cidade vizinha de Saint-Denis e que a sua intenção era cometer suicídio « depois de matar os estrangeiros ».

De acordo com a declaração da procuradora, o suspeito afirmou que na sexta-feira de manhã se deslocou a Saint-Denis, cidade a norte de Paris conhecida por ser habitada por muitos imigrantes, com intenção de matar o máximo possível.

Embora estivesse a carregar a arma e munições, como não encontrou demasiadas pessoas desistiu do plano e regressou ao bairro onde vive, lembrando-se entretanto que havia ali um centro cultural curdo, comunidade que disse odiar por ter feito prisioneiros do autoproclamado Estado Islâmico (IS) e não os ter matado.

Ali cometeu o massacre, matando dois homens e uma mulher, os dois primeiros em frente ao centro cultural e o terceiro num restaurante curdo adjacente. Dois morreram no local, o terceiro no hospital.

O homem foi então para um cabeleireiro próximo, onde feriu mais três pessoas e onde foi desarmado por uma delas, até ser preso pelas forças de segurança.

Durante o interrogatório, que teve de ser adiado no sábado devido a problemas psiquiátricos, descreveu-se como « depressivo » e « suicida ».

Afirmou que o seu ódio aos estrangeiros começou quando em 2016 sofreu um roubo em sua casa.

Ao procurador, disse que « a única coisa » que lamenta é « não ter cometido suicídio », algo que planeia fazer « um dia », mas « não sem primeiro levar o maior número possível de inimigos », referindo-se a « todos os estrangeiros não europeus ».

Costa afirma que há razões para confiança apesar da incerteza internacional

Costa afirma que há razões para confiança apesar da incerteza internacional

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linkedin sharing buttonAlfa/ com Lusa
whatsapp sharing buttonO primeiro-ministro considerou ontem que há razões para os portugueses terem confiança, apesar do cenário de incerteza internacional, salientando que a trajetória de redução do défice e da dívida coloca Portugal “ao abrigo das turbulências do passado”.

Esta posição foi transmitida por António Costa na sua tradicional mensagem de Natal, a oitava que profere desde que exerce as funções de primeiro-ministro.

Para o líder do executivo, as três palavras que melhor exprimem o que se deseja nesta época do ano são a paz, a solidariedade e a confiança.

Na sua perspetiva, há razões para os portugueses terem confiança.

“Confiança é o que o nosso país nos garante hoje, quando tanta incerteza nos rodeia no cenário internacional. Confiança no futuro, pelo que estamos a fazer no presente”, defendeu.

Segundo o primeiro-ministro, a solidariedade com que os portugueses têm conseguido, “em conjunto, e lado a lado, enfrentar os desafios que os tempos exigentes colocam”, dá “confiança na mobilização de todos em torno dos desafios estratégicos: reduzir as desigualdades, acudir à emergência climática, assegurar a transição digital e vencer o desafio demográfico”.

“A trajetória sustentada de redução do défice e da dívida coloca-nos ao abrigo das turbulências do passado. O investimento que temos feito nas qualificações, na ciência, na inovação, e na transição energética e climática garante-nos que estamos no pelotão da frente para vencer os desafios do futuro”, sustentou.

Neste contexto, dirigiu-se aos mais jovens, dizendo que podem ter confiança que em Portugal “terão a liberdade para seguir os seus sonhos e as oportunidades para construírem o seu futuro”.

Na parte inicial da sua mensagem, António Costa referiu-se à intervenção militar da Rússia na Ucrânia.

“Paz é o que todos ansiamos desde que o horror da guerra regressou à Europa. Acompanhamos a dor e o sofrimento do povo ucraniano e batemo-nos, lado a lado com a Ucrânia, pela paz e em defesa do direito internacional”, frisou.

A seguir, deixou “uma palavra de carinho especial à comunidade ucraniana que vive em Portugal”.

“Aos que há vários anos contribuem dedicadamente para o nosso desenvolvimento e aos que vieram nestes últimos meses à procura de segurança. A todos, desejo que em Portugal encontrem o maior conforto possível neste momento de angústia e saudade”, declarou.

Perante um cenário de guerra na Europa, de acordo com António Costa, a “solidariedade é, mais do que nunca”, o valor que deve guiar os cidadãos.

“Este ano, a inflação atingiu níveis que não vivíamos há três décadas; as taxas de juro subiram para valores que os mais novos não conheciam; e a fatura da energia cresceu, tanto para as famílias como para as empresas. Solidariamente, temos enfrentado estas dificuldades”, considerou.

Neste ponto, António Costa procurou realçar que “famílias, empresas, instituições do setor social, autarquias e Estado” estão “a lutar, lado a lado, para não deixar ninguém para trás, para proteger o emprego, para continuar a recuperar das feridas da pandemia, na economia, nas aprendizagens, na saúde, tanto física, como mental”.

“Só com este sentido de comunidade, de partilha, de solidariedade é que temos conseguido continuar a aproximar-nos das economias mais desenvolvidas da Europa, com o investimento das empresas, as exportações e o emprego a crescerem. Paz, solidariedade e confiança são as três mensagens que neste Natal de 2022 quero partilhar com todos os que vivem e trabalham em Portugal e com os portugueses que nos seguem de cada ponto da nossa diáspora”, assinalou.

Nesta sua mensagem, tal como tinha feito em anos anteriores, o primeiro-ministro transmitiu também “uma palavra de sincera gratidão aos profissionais, civis e militares, que, nesta quadra, asseguram o funcionamento de serviços essenciais”.

“E uma palavra especial de afeto e conforto a todos aqueles que, por vicissitudes da vida, se encontram sozinhos nesta quadra”, acrescentou.

José Mourinho, Abel Ferreira, Fernando Santos e Paulo Bento nomeados pela IFFHS

A Federação Internacional de História e Estatística (IFFHS) continua a divulgar os candidatos aos prémios de melhor do ano nas diferentes categorias. Entre os treinadores encontram-se dois portugueses: Abel Ferreira (Palmeiras) e José Mourinho (Roma).

Ambos conquistaram títulos em 2022. Abel Ferreira, que também foi candidato a este prémio em 2021, conduziu o Palmeiras à conquista da Recopa Sul-Americana, do Campeonato Paulista e, por fim, do Campeonato Brasileiro.

Mourinho, por sua vez, conquistou com a Roma a primeira edição da Liga Conferência e já venceu este prémio da IFFHS em quatro ocasiões: 2004, 2005 e 2010 e 2012.

No total são agora 15 treinadores a concorrer pelo prémio, que no ano passado foi atribuído ao alemão Thomas Tuchel, entretanto sem clube depois de ter sido demitido do Chelsea.

 

Lista completa de nomeados:

Carlo Ancelotti (Itália/Real Madrid)

Jürgen Klopp (Alemanha/Liverpool)

Pep Guardiola (Espanha/Manchester City)

Unai Emery (Espanha/Villarreal e Aston Villa)

Julian Nagelsmann (Alemanha/Bayern)

Oliver Glasner (Áustria/Eintracht Frankfurt)

José Mourinho (Portugal/Roma)

Luciano Spalletti (Itália/Nápoles)

Dorival Júnior (Brasil/Ceará e Flamengo)

Luiz Felipe Scolari (Brasil/Athletico Paranaense)

Abel Ferreira (Portugal/Palmeiras)

Hugo Ibarra (Argentina/Boca Juniors)

Walid Regragui (Marrocos/Wydad Casablanca)

Brian Schmetzer (EUA/Seattle Sounders)

Albert Riera (Espanha/Auckland City)

 

Apesar de terem deixado o comando das Seleções de Portugal e Coreia do Sul após o Mundial-2022, Fernando Santos e Paulo Bento integram a lista de 20 nomeados para o prémio de melhor selecionador do ano da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS).

lista de nomeados:
Zlatko Dalic – Croácia

Didier Deschamps – França

Fernando Santos – Portugal

Louis van Gaal – Países Baixos

Gareth Southgate – Inglaterra

Czeslaw Michniewicz – Polónia

Murat Yakin – Suíça

Lionel Scaloni – Argentina

Tite – Brazil

Gustavo Alfaro – Equador

Walid Regragui – Marrocos

Aliou Cissé – Senegal

Otto Addo – Gana

Rigobert Song – Camarões

Jalel Kadri – Tunísia

Gregg Berhalter – Estados Unidos

Graham Arnold – Austrália

Hajime Moriyasu – Japão

Paulo Bento – Coreia do Sul

Hervé Renard – Arábia Saudita.

 

Com Jornal aBola-on-line.

Papa condena guerra sem sentido na Ucrânia e apela para silenciamento das armas

O Papa Francisco apelou hoje para o « silenciamento das armas » na Ucrânia, que está a braços com uma « guerra sem sentido », durante a tradicional mensagem de Natal no Vaticano, em que voltou a falar de uma « terceira guerra mundial ».

“Que o nosso olhar se preencha com os rostos dos nossos irmãos e irmãs ucranianos que estão a viver este Natal no escuro, no frio ou longe de casa, devido à destruição causada por dez meses de guerra », disse o Papa argentino, perante milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro em Roma, alguns dos quais agitando bandeiras ucranianas.

« Que o Senhor nos prepare para gestos concretos de solidariedade para ajudar aqueles que sofrem, e que ilumine as mentes daqueles que têm o poder de silenciar as armas e pôr um fim imediato a esta guerra sem sentido », acrescentou o pontífice, que incessantemente tem apelado à paz desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em fevereiro.

Francisco lamentou ainda que as pessoas prefiram “ouvir outros argumentos ditados pela lógica do mundo” e observou « com tristeza que os ventos da guerra continuam a soprar o frio sobre a humanidade ».

Antes de pronunciar a bênção « Urbi et Orbi » (« à cidade e ao mundo »), o Papa deu a sua habitual visão geral dos conflitos no mundo, nomeando dez países afetados pela violência ou tensão, que descreveu como « teatros desta terceira guerra mundial ».

Entre eles estão o Afeganistão, o conflito israelo-palestiniano, o Iémen, a Síria, Myanmar, mas também o Líbano, que está a braços com uma crise económica e social sem precedentes, e o Haiti, onde mais de 1.400 pessoas foram mortas violentamente este ano, de acordo com a ONU.

Pela primeira vez, o Papa mencionou o Irão, que tem sido alvo de uma onda de protestos sem precedentes desde a Revolução Islâmica de 1979.

Desencadeados por reivindicações em defesa dos direitos das mulheres, os protestos levaram já à detenção de cerca de 14.000 pessoas desde meados de setembro, segundo a ONU, e à morte de 469 manifestantes, de acordo com a organização de Direitos Humanos do Irão, sediada em Oslo.

O líder da Igreja Católica exortou ainda à não-utilização de alimentos « como arma », numa alusão aos conflitos no Corno de África.

« Cada guerra causa fome e utiliza a própria comida como arma, impedindo a sua distribuição às populações que já sofrem », lamentou o jesuíta argentino, apelando a um compromisso « para que a comida seja apenas um instrumento de paz ».

 

Com Agência Lusa.

Tiroteio Paris: 3 mortos e 3 feridos

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Tiroteio em Paris.

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Agênciaslinkedin sharing button
whatsapp sharing buttonPelo menos dtrês pessoas morreram e três  ficaram feridas, duas com gravidades, num tiroteio registado em Paris, tendo a polícia já detido um suspeito para interrogatório.
O tiroteio ocorreu na rua de Enghien, no 10.º Bairro parisiense, perto do Centro Cultural Curdo Ahmet-Kaya, no centro da capital francesa.

Um homem entre os 60 e os 70 anos abriu fogo na direção de várias pessoas.

Quando detido pela polícia, as forças de segurança francesas conseguiram apreender-lhe a arma.

“Sete a oito tiros na rua, foi o pânico total, ficamos trancados lá dentro [da loja] », disse à agência noticiosa France-Presse (AFP) um lojista de um prédio vizinho que pediu anonimato.

Na rede social Twitter, a polícia francesa pediu aos parisienses que “evitem passar pelo setor” abrangido pelo tiroteio, de forma a, também permitir a intervenção dos serviços de socorro e de emergência no bairro que engloba o Grand Rex e a Porta de Saint-Denis.

Ataque a tiro no centro de Paris. Pelo menos três mortos e vários feridos.

Noticia em atualização – Um ataque a tiro no centro de Paris provocou pelo menos três mortos e vários feridos esta sexta-feira 23, antes do meio-dia. A polícia francesa já deteve pelo menos um homem, mas a operação ainda está a decorrer.

Os disparos aconteceram na rua d’Enghien, no 10.º bairro da capital francesa, perto do Centro Cultural Curdo Ahmet-Kaya. Segundo uma testemunha, foram disparados « cerca de sete a oito tiros ». Uma fonte policial afirma que o homem detido é francês e tem 69 anos.

O suspeito, cognominado William M., já é conhecido da polícia « por atos de violência cometidos em 2016 e por tentativa de homicídio num campo de migrantes no 12.° barrio de Paris a 8 de dezembro de 2021 ». Ele seria, segundo Anne Hidalgo, Presidente da Câmara de Paris, de « extrema-direita ».

As motivações do ataque ainda não são conhecidas. Para já, as autoridades não estão a tratar o caso como se fosse um ataque terrorista. O Ministério Público de Paris abriu por agora “uma investigação sobre o homicídio, homicídio voluntário e violência agravada”.

Manifestação organizada sábado, Place de la République em Paris

Segundo Le Monde, as três vítimas eram militantes curdos. Há vários feridos em estado grave. Após o ataque, o Conselho Democrático Curdo em França (CDCF) apelou à uma « grande manifestação amanhã, sábado às 12h, Place de la République em Paris ».

Polícia pede aos parisienses que « evitem a zona » do ataque

No Twitter, a polícia pede aos parisienses que « evitem a zona » e « deixem os serviços de emergência actuar » no bairro que inclui o Grand Rex ou a porta de Saint-Denis, o seja o centro de Paris.

https://twitter.com/prefpolice/status/1606246708140072960?s=20&t=3DKyeBz2gM_K9fimWwewCQ

Elisabeth Borne fala num « acto odioso »

No Twitter, Elisabeth Borne fala num « acto odioso ». A Primeira-Ministra também aproveitou para agradecer à polícia e aos bombeiros de Paris.

 

Arouca dá a volta ao resultado e está nas meias-finais da Taça da Liga

O Arouca deu a volta ao resultado e venceu na visita ao Moreirense por 1-2, em jogo dos quartos de final da Taça da Liga de futebol, garantindo a última vaga nas meias-finais da competição.

Em Moreira de Cónegos, a formação da casa, atual líder da II Liga, adiantou-se no marcador com um golo do avançado brasileiro André Luís, aos 44 minutos, de penálti, mas o primodivisionário Arouca deu a volta ao resultado, com tentos de Tiago Esgaio, aos 70, e do espanhol Rafael Mujica, aos 79.

Nas meias-finais da competição, que se vão disputar em Leiria, o Arouca, que chega pela primeira vez à ‘final four’, vai enfrentar o Sporting, enquanto o FC Porto e o Académico de Viseu, agora único representante da II Liga, disputam a outra vaga na final.

 

FINAL FOUR (em Leiria):

MEIAS-FINAIS:

– Terça-feira, 24 jan 2023:

Jogo 6: FC Porto – Académico Viseu

 

– Quarta-feira, 25 jan 2023:

Jogo 5: Arouca – Sporting

FINAL:

– Sábado, 28 jan:

Vencedor do jogo 5 – Vencedor do jogo 6

 

Com Agência Lusa.

Cabaz básico dos portugueses para a ceia de Natal custa mais 23% do que em 2021

Um quilo de bacalhau graúdo da Noruega está 2€ mais caro do que no início de janeiro (uma subida de 19% em média). Uma garrafa de azeite custa mais 1,43€ e por um quilo de couves os portugueses pagam doravante mais 43 cêntimos (o preço passou de 0,99€ para 1,42€).

Produtos básicos na alimentação dos consumidores e essenciais na ceia de Natal como as as couves e as batatas tiveram assim subidas de preço acima dos 30 pontos percentuais.

O cenário é semelhante nos ingredientes para os doces como açúcar, farinha, leite e ovos: a meia dúzia de ovos está 0,45€ mais cara, um pacote de açúcar custa agora mais 0,49€ e um quilo de farinha mais 0,40€.

No geral em Portugal, todos os alimentos ficaram mais caros. De acordo com os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística, a inflação dos produtos alimentares atingiu no mês de novembro os 18,4 pontos percentuais.

Rádio Alfa com Jornal Expresso

Portagens aumentam 4,9% já a partir do dia 1 de janeiro

As portagens vão aumentar 4,9% a partir de janeiro, anunciou hoje o ministro das Infraestruturas, no final do Conselho de Ministros, considerando “equilibrada” a solução a que foi possível chegar e agora aprovada.

“Era para nós claro que um aumento de 9,5% e 10,5% era insuportável, mas também há contratos e responsabilidades (…) e tentámos encontrar uma solução equilibrada que permitisse um aumento menor”, disse o ministro Pedro Nuno Santos.

Assim, a partir de 01 de janeiro, as taxas de portagens terão um aumento que será 4,9% a ser suportado pelos utilizadores. Acima deste valor, precisou o governante, “2,8% serão responsabilidade do Estado e o remanescente, até 9,5% ou 10,5%, será suportado pelas concessionárias”.

 

Estado vai gastar 140 milhões de euros para mitigar aumento das portagens

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, afirmou hoje que o Estado vai gastar cerca de 140 milhões de euros para limitar o aumento das portagens.

Este custo de 140 milhões de euros para o Estado, ao longo do período de concessão, foi transmitido por Pedro Nuno Santos na conferência de imprensa do Conselho de Ministros.

Interrogado sobre os custos financeiros para o Estado em resultado da adoção desta fórmula para mitigar o aumento das portagens para os utilizadores em 2023, o membro do Governo estimou-os em 140 milhões de euros.

“O Governo considerou que um aumento das portagens de 10,5% a partir de janeiro seria incomportável e insuportável para as famílias portuguesas. As famílias portuguesas estão a passar por uma fase difícil, razão pela qual seria incompreensível que, perante a iminência de um aumento das portagens em 10,5%, o Governo ficasse a assistir”, declarou membro do Governo.

Pedro Nuno Santos considerou “equilibrada e justa” a solução partilhada encontrada e manifestou-se convicto que as próprias concessionárias “compreenderam” os limites agora introduzidos.

 

Com Agência Lusa.