A brincadeira com o Conselho das Comunidades Portuguesas tem de acabar.
Uma história de eleições (quase sempre adiadas).
Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na quinta-feira, 17, na Rádio Alfa.
Ou ouça aqui:
A brincadeira com o Conselho das Comunidades Portuguesas tem de acabar.
Uma história de eleições (quase sempre adiadas).
Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na quinta-feira, 17, na Rádio Alfa.
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Duda declarou que a Polónia não vai invocar o artigo da NATO que prevê consultas entre aliados sempre que esteja ameaçada a « integridade territorial, a independência política ou a segurança » de qualquer dos estados-membros da Aliança Atlântica.
O chefe de Estado disse aos meios de comunicação social em Varsóvia que “é muito provável que o míssil tenha sido fabricado na União Soviética” e que se trate de um modelo S300, segundo a agência espanhola EFE.
Numa breve declaração transmitida pelo porta-voz da ONU, António Guterres apelou a uma « investigação exaustiva » da queda do míssil que matou duas pessoas na Polónia.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Polónia confirmou na noite de terça-feira que um “projétil de fabrico russo” atingiu o território deste país da NATO junto à fronteira com a Ucrânia, causando a morte a duas pessoas.
« Na vila de Przewodów (…), um projétil de fabrico russo caiu, matando dois cidadãos da República da Polónia », salienta-se num comunicado do porta-voz do ministério, Lukasz Jasina.
Na mesma nota acrescenta-se que o embaixador russo na Polónia foi convocado para prestar « explicações detalhadas ».
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse hoje que é improvável que o míssil que atingiu a Polónia e matou duas pessoas tenha sido disparado a partir da Rússia.
« Há informações preliminares que contestam isso », disse Biden aos jornalistas quando questionado se o míssil foi disparado da Rússia. « É improvável nas linhas da trajetória que tenha sido disparado da Rússia, mas veremos », acrescentou.
Por outro lado, os líderes do G7 e da NATO decidiram apoiar uma investigação sobre a queda do míssil de fabrico russo, revelou o Presidente dos EUA.
Em Bali, onde Joe Biden se encontra a participar na cimeira do G20, o governante explicou que este acordo foi alcançado « por unanimidade » durante uma reunião de emergência que decorreu esta manhã.
De acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP), o encontro realizou-se no hotel Grand Hyatt, em Bali, onde está hospedado Joe Biden.
Além de Biden, estiveram presentes no encontro de emergência o chanceler alemão, Olaf Scholz, os primeiros-ministros do Canadá, Reino Unido, Itália e Japão, Justin Trudeau, Rishi Sunak, Giorgia Meloni e Kishida Fumio, respetivamente, e o Presidente francês, Emmanuel Macron.
Também a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, encontram-se no local, informou a Casa Branca.
Sobre a renovação de Rúben Amorim, Frederico Varandas afirmou que « é um assunto em cima da mesa ». « Não vou conseguir ter Rúben Amorim por 20 anos. Vai dar o salto porque merece e porque é dos melhores treinadores do Mundo », acrescentou o presidente do Sporting.
Sobre a relação com o atual presidente do Benfica, Frederico Varanda referiu que « sempre tive uma boa relação com Rui Costa ».
Varandas afirmou ainda que gostaria de ter tido o João Pinheiro do FC Porto-Benfica no FC Porto-Sporting. « João Pinheiro teve uma arbitragem muito infeliz por o Coates ter sido expulso por uma simulação grosseira do Taremi e este ano, no jogo do Benfica, esteve muito melhor. O ambiente na arbitragem está muito melhor porque o Sporting não se queixa da arbitragem. Há este silêncio porque o Benfica está em 1º lugar, se estivesse em 2º ou 3º lugar, isto não estaria tão sossegado », acrescentou o presidente do Sporting.
Com Agência Lusa e RTP.
Aos 82 minutos, Jéssica Silva marcou o único golo do encontro e terminou o estágio da equipa das ‘quinas’ com dois triunfos, depois dos 5-0 ao Haiti, procurando preparar da melhor maneira o ‘play-off’, perante Camarões ou Tailândia, que se defrontarão antes.
Jéssica Silva dispôs da primeira oportunidade da partida, aos 15 minutos, mas, à ‘boca’ da baliza, não aproveitou o cruzamento de Ana Borges, num jogo com vários duelos e em que a Costa Rica deu uma boa réplica a Portugal, que passou algumas dificuldades.
A seleção costa-riquenha ameaçou mesmo o golo inaugural, aos 29, mas Rute Costa foi ‘gigante’ na baliza, com uma tripla defesa na mesma jogada, que alertou Portugal para tomar conta do encontro, mas, sem grande ligação de jogo, essa tarefa nunca foi fácil.
Aos 38 minutos, Kika Nazareth rematou de primeira, a poucos centímetros da baliza ,e com a recuperação rápida da bola, a jovem do Benfica voltou a ficar perto do golo, de calcanhar, mas uma defesa contrária chegou a tempo de cortar a bola antes de entrar.
Sem grandes ideias, o intervalo chegou e, com os mesmos ‘onzes’ do primeiro tempo, Portugal voltou a assumir a posse da bola e, por um par de vezes, ameaçou a baliza de Priscila Tapia, como aos 58, quando um autogolo foi negado mesmo em cima da linha.
As comandadas de Francisco Neto continuaram a procurar o golo, mas a desinspiração era nota dominante e Jéssica Silva, aos 73, dominou uma bola já dentro da grande área e atirou ligeiramente por cima, mas, aos 82, a dianteira conseguiu faturar com sucesso.
Com uma boa desmarcação em direção à baliza, Jéssica Silva fintou a guarda-redes da Costa Rica e atirou para o fundo das redes, oferecendo o triunfo a Portugal, que ainda tentou o 2-0, através de Ágata Pimenta, mas Priscila Tapia travou com uma boa defesa.
Jogo realizado no Complexo Desportivo do FC Alverca, em Alverca.
Com Agência Lusa.
Em carta publicada nas redes sociais, os jogadores da equipa campeã mundial reconhecem o « contexto conturbado » que rodeia o torneio, cuja fase final se vai realizar no Catar, entre 20 de novembro e 18 de dezembro, e que contará com a participação de Portugal.
« Cada um de nós deve fazer a sua parte », defenderam os futebolistas convocados pelo selecionador Didier Deschamps, juntando a voz à de outras seleções que já se manifestaram contra violações dos direitos humanos no Qatar, como a Austrália, Dinamarca e Estados Unidos.
O apoio será disponibilizado através de um fundo designado ‘Geração 2018’, em referência ao título conquistado pela França no Mundial2018, na Rússia, criado há alguns meses e « destinado a financiar ações de impacto social ».
Os ‘bleus’ têm mantido alguma reserva relativamente à questão dos direitos humanos no Qatar, designadamente, as más condições de vida dos trabalhadores que construíram as infraestruturas do Mundial2022 e os estádios onde se vão disputar os jogos, em particular.
« A nossa paixão não deve ser motivo de mal-estar de outras pessoas », advertiram os jogadores selecionados para representar a França, apesar de a FIFA já ter pedido aos participantes na prova para se « concentrarem no futebol » e evitarem cair em « combates ideológicos ou políticos ».
Com Agência Lusa.
“Sobre a questão Ronaldo, há pouco a dizer. Não é a primeira vez que um jogador chega com problemas no clube e isso é tudo anulado [aqui na seleção]. Pensamos no objetivo coletivo e há pouco a dizer sobre isso. Quando chegamos a seleção é um outro grupo, portanto tentamos focar naquilo que é o mais importante. Não acredito que traga mais pressão, nem para ele, nem para os outros. Não acredito que traga mais pressão a ninguém”, começou por dizer o médio, de 29 anos, em conferência de imprensa.
Como já se previa, a conversa com os jornalistas, na Cidade do Futebol, em Oeiras, ficou marcada por questões relacionadas com os excertos que têm sido divulgados da entrevista dada por Cristiano Ronaldo, em que o capitão da seleção nacional ‘arrasou’ o Manchester United e o treinador Erik ten Hag.
“Honestamente, não acho que seja diferente. Sempre que venho à seleção as perguntas são sobre ele, as atenções estão viradas para ele”, acrescentou.
O internacional pela equipas das ‘quinas’ em 52 vezes ocasiões, que esta temporada leva 10 golos e oito assistências ao serviço dos ‘encarnados’, considerou, por outro lado, que atravessa o melhor momento da carreira e falou do sonho de vencer o Mundial, no Qatar.
“Sem dúvida que atravesso o melhor momento da minha carreira. Comparando com [o Europeu de] 2016, era muito novo e não tinha tanta experiência. Sinto-me muito confiante. Acredito muito que a seleção é o momento e os 10 jogadores que se vão estrear [em fases finais] é fruto do trabalho que fizeram. Passamos uma mensagem de confiança, daquilo que são as nossas ideias e, sem dúvida, que estão numa seleção que nos faz sonhar. Acreditamos todos que é possível ganhar este Mundial”, manifestou.
Por fim, comentou a primeira chamada à seleção ‘AA’ do colega de equipa António Silva, que considera estar pronto para ser titular na equipa treinada por Fernando Santos.
“Todos os que estão aqui têm qualidade para serem titulares. Tem todas as características para fazer uma grande carreira, porque é muito responsável e muito maduro. Está pronto para ajudar, seja de início ou no decorrer dos jogos”, concluiu.
Portugal tem agendado um jogo de preparação com a Nigéria, de José Peseiro, na quinta-feira, às 18:45, no Estádio José Alvalade, em Lisboa.
Na sexta-feira, a comitiva lusa partirá para o Qatar, tendo estreia marcada no Grupo H do Mundial2022 para 24 de novembro, diante do Gana, antes de defrontar o Uruguai, em 28 de novembro, e a Coreia do Sul, de Paulo Bento, em 02 de dezembro.
A 22.ª edição do Campeonato do Mundo arranca no domingo, com o duelo entre o anfitrião Qatar e o Equador, para o grupo A, e termina em 18 de dezembro.
Com Agência Lusa.
Com Lusa
A população mundial, que levou até 1800 para chegar a mil milhões e que há 100 anos ainda não chegava aos dois mil milhões, continua a atingir metas em ritmo acelerado.
O mundo precisou cerca de 12 anos para passar de 7.000 para 8.000 milhões, mas o crescimento demográfico vem desacelerando há décadas.
A taxa de crescimento anual atingiu o pico em 1964, quando atingiu 2,2%, e não parou de ser reduzida para menos de 1%.
De acordo com cálculos da ONU, vai demorar pelo menos 15 anos para o mundo somar os próximos mil milhões de habitantes.
O organismo projeta que o mundo terá cerca de 9,7 mil milhões de pessoas até 2050 e que chegará a 10,4 mil milhões durante a década de 2080, permanecendo nesse nível pelo menos até 2100.
Atualmente, o crescimento populacional está concentrado em alguns países.
É esperado que mais da metade do aumento populacional entre 2022 e 2050 ocorra apenas na República Democrática do Congo, Egito, Etiópia, Índia, Nigéria, Paquistão, Filipinas e Tanzânia.
Todavia, nesse período, espera-se também que a população de 61 países ou áreas diminua em pelo menos 1% devido às baixas taxas de natalidade.
Para a ONU, a marca de 8.000 milhões é um momento para comemorar, pois reflete um mundo com maior esperança média de vida, menos mortes maternas e infantis e sistemas de saúde cada vez mais eficazes.
“Sei que este momento pode não ser comemorado por todos. Alguns expressam preocupação de que o nosso mundo esteja sobrelotado, com muitas pessoas, e que não haja recursos suficientes para sustentar as suas vidas. Estou aqui para dizer claramente que o grande número de pessoas vidas não é motivo de medo”, explicou a diretora executiva do Fundo de População da ONU (UNFPA), Natalia Kanem, numa reunião com jornalistas no mês passado.
A ONU insiste que não há razão para “alarmismo” demográfico e lembra que a melhor maneira de conter o crescimento populacional é promover o desenvolvimento, especialmente para as mulheres.
No presente, a China é o país mais populoso do mundo, mas espera-se que até 2023 seja superada pela Índia, de acordo com as projeções.
Os dois gigantes asiáticos têm cada um mais de 1,4 mil milhões de habitantes e são de longe as maiores potências em termos demográficos.
Os Estados Unidos são o terceiro país mais populoso do mundo, com cerca de 337 milhões, seguidos pela Indonésia (275 milhões), Paquistão (234 milhões) e Nigéria (216 milhões).
Ronaldo e as consequências da sua bombástica entrevista, para ele e para a seleção, a poucos dias do Mundial do Qatar.
A entrevista provocou grandes turbulências, incluindo na seleção das Quinas. Ele cortou relações com o Manchester United. Mas vai ser um caso muito difícil de gerir.
Crónica de Daniel Ribeiro, para ouvir na Rádio Alfa na quarta-feira, 16.
Ou ouça aqui:
« A degradação dos serviços consulares continua », afirma o antigo secretário de Estado das Comunidades e ex-deputado numa entrevista à Rádio Alfa.
Nesta entrevista, realizada no domingo, 13, no programa Passagem de Nível, o atual coordenador do secretariado nacional do PSD para as Comunidades diz que há muita « demagogia » no Governo socialista e critica também, entre outras, as medidas previstas para a rede do ensino de português no estrangeiro.
E critica na globalidade o Orçamento para as Comunidades.
Ouça aqui na íntegra a entrevista de José Cesário, conduzida por Artur Silva: