Reformados. Conselheiros das comunidades portuguesas querem meia pensão alargada a quem reside fora

Conselheiros das comunidades portuguesas querem meia pensão alargada a quem reside fora

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Alfa/ com Lusa
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whatsapp sharing buttonA presidente do Conselho Regional da Ásia e da Oceânia das Comunidades Portuguesas enviou uma carta ao primeiro-ministro a pedir o alargamento da atribuição do valor extra equivalente a meia pensão a quem reside no estrangeiro.

Na carta, datada de terça-feira e tornada pública este domingo, Rita Santos indicou que escreveu ao primeiro-ministro, ao Presidente da República e ao presidente do Conselho Permanente das Comunidades Portuguesas.

Na missiva pede-se que “sejam envidados todos os esforços, e adotadas as medidas necessárias, para a extensão dos suplementos extra de meia pensão a todos os pensionistas, independentemente do seu local de residência, repondo-se, assim, a justeza das medidas”.

A conselheira sublinhou que o “suplemento extra equivalente a meio mês de pensão pago de uma só vez em outubro de 2022 não contempla os pensionistas residentes nos países da Ásia e Oceânia”, lembrando que, do total de 2.794, 2.100 vivem em Macau e “que foram também muito afetados pela inflação, pela desvalorização acelerada do euro, que teve um forte impacto na conversão da taxa cambial das suas pensões, e pelo aumento dos preços dos bens essenciais”.

Por outro lado, Rita Santos assinalou que “todos os pensionistas da Caixa Geral de Aposentações sofreram cortes devido à Contribuição Extraordinária de Solidariedade (…) durante o período de 2011 a 2016, (…) que afetou (…) todos os pensionistas residentes nos países da Ásia e da Oceânia”.

“Pelo que consideramos incoerente, injusta e injustificável esta discriminação na atribuição dos apoios aos pensionistas portugueses na Caixa Geral de Aposentações”, concluiu.

A Associação dos Aposentados, Reformados e Pensionistas de Macau (APOMAC), já pedira este mês, em cartas enviadas ao primeiro-ministro e ao presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, o alargamento a todos os reformados do suplemento extra de meia pensão, classificando essa exclusão como uma “discriminação”.

“Isto é muito injusto para connosco. Até chega a ser alguma dose de discriminação”, disse à Lusa o presidente da APOMAC.

A 05 de setembro, o primeiro-ministro, António Costa, anunciou que os pensionistas vão receber um suplemento extra equivalente a meio mês de pensão pago de uma só vez em outubro, para mitigar o impacto do aumento do custo de vida no rendimento.

“Mon enfance dans le Mato Grosso“. O Livro da Semana. Os dois próximos programas

O Livro da Semana. Dois próximos programas.

Esta semana:

28 setembro, 2 e 4 de outubro:  MAZÉ TORQUATO CHOTIL, autora de « MON ENFANCE DANS LE MATO GROSSO”, e DOMINIQUE STOENESCO, tradutor

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Ou ouça aqui:

 

Mazé Torquato Chotil lançou este verão um novo livro e, agora, em edição bilingue.  “Mon enfance dans le Mato Grosso“ ou “Lembranças do Sítio” é um livro autobiográfico, ilustrado por Lourdes de Deus e traduzido para francês por Dominique Stoenesco.

Este mergulho no Mato Grosso do sul de há mais de 50 anos é feito através dos olhos de uma criança. A Mazé, que diz muitas vezes que “O Brasil tem a memória curta”, faz aqui exatamente um trabalho de memória.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Mazé Torquato Chotil e Dominique Stoenesco e descubra um Estado brasileiro pouco conhecido – o Estado do Mato Grosso do sul foi criado apenas nos anos 70 do século passado – e que se situa ali na fronteira com o Paraguai.

 

Na Rádio Alfa, na quarta-feira às 12h30 (versão curta) e no domingo às 14h30 (versão longa). Repetição na terça-feira à 01h30 (versão longa).

 

Na próxima semana:

5, 9 e 11 Outubro: CARLA BESSA, autora de “URUBUS”

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Carla Bessa nasceu em Niterói e vive na Alemanha desde a década de 90. Estudou teatro ainda no Rio de Janeiro e é agora tradutora e escritora. Estreou-se como escritora em 2017 com o livro de contos “Aí Eu Fiquei Sem Esse Filho” (já traduzido e publicado na Grécia) e, em 2019, “Urubus”, o nosso livro da semana, e que reúne 18 contos povoados de personagens tão diversas como prostitutas, golpistas ou crianças a viver em lixeiras. Este livro, em 2020, foi o vencedor do Prémio Jabuti na categoria de contos e, no ano passado, foi traduzido e publicado na Alemanha.

 

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Carla Bessa e descubra um livro com uma linguagem dura e direta, tal qual as vivências das suas personagens.

Na Rádio Alfa, na quarta-feira às 12h30 (versão curta) e no domingo às 14h30 (versão longa). Repetição na terça-feira à 01h30 (versão longa).

Um programa do escritor Nuno Gomes Garcia:

Aumentos de salários em tempo de inflação. Sim ou não? Opinião

Aumentos de salários em debate.

O caso dos aumentos na cadeia Carrefour.

Análise de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, para ouvir na terça-feira, 27, na Rádio Alfa.

Ou ouça aqui:

 

Irmãos de Itália. Meloni reivindica liderança do próximo governo italiano

Meloni reivindica liderança do próximo governo italiano

 

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whatsapp sharing buttonA presidente do partido Irmãos de Itália (FdI), Giorgia Meloni, declarou hoje vitória nas eleições legislativas de domingo em Itália, reivindicando a liderança do próximo governo.

No primeiro discurso após a votação de domingo, Meloni garantiu que o partido irá governar « para todos » e « para que os italianos se possam orgulhar de ser italianos ».

« Os italianos enviaram uma mensagem clara de apoio a um governo de direita liderado » pelo FdI, disse Meloni, que deverá tornar-se a primeira mulher a liderar o executivo de Itália, à imprensa na capital, Roma.

De acordo com resultados parciais, a coligação de direita e extrema-direita – liderada pelo FdI e que reúne ainda a Liga, de Matteo Salvini, e o partido conservador Força Italia, de Silvio Berlusconi – obteve entre 43% dos votos nas legislativas.

O bloco de centro-esquerda, liderado pelo Partido Democrático, de Enrico Letta, deverá ter 26% dos votos.

« É hora de os italianos voltarem a ter um governo que sai de uma decisão nas urnas e é algo em que todos têm que prestar contas, » sublinhou Meloni.

A política de 45 anos lamentou uma campanha eleitoral que descreveu como « agressiva e violenta » e assegurou que « a Itália e a União Europeia precisam do contributo de todos perante a complexa situação » em que se encontram.

A participação nas eleições gerais da Itália no domingo foi de cerca de 63,81%, abaixo do valor de 72,9% registado nas eleições de 2018, disse a ministra do Interior italiana, Luciana Lamorgese.

Meloni lamentou a abstenção de 36%, a mais elevada de sempre, e assegurou que o objetivo será « reconstruir a relação entre o Estado e os cidadãos ».

« O desafio agora é fazer com que as pessoas acreditem nas instituições; muitos italianos ainda decidem não confiar », disse.

« Temos que entender a responsabilidade que nos deram dezenas de milhões de italianos, não vamos trair essas pessoas », prometeu Meloni.

Depois da vitória contra a Chéquia. Fernando Santos assume objetivo de conquistar título mundial este ano

Fernando Santos assume objetivo de conquistar título mundial este ano

 

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whatsapp sharing buttonO selecionador português de futebol, Fernando Santos, assumiu ontem que lhe falta conquistar o título de campeão mundial e que tem como objetivo consegui-lo este ano, no Campeonato do Mundo de 2022.

“O melhor [título de campeão mundial] está para vir. Mais concreto não posso ser. Sim, o melhor está para vir e é este ano”, afirmou o técnico, após a vitória sobre a República Checa (4-0), em encontro da penúltima jornada do Grupo A2 da Liga das Nações 2022/23, quando confrontado com os títulos que já conquistou e questionado sobre se o melhor ainda está para vir.

Fernando Santos, de 67 anos, foi apresentado como selecionador português de futebol em 24 de setembro de 2014, há oito anos, um dia depois de ter sido anunciado como sucessor de Paulo Bento.

Formado em engenharia eletrónica e telecomunicações, o técnico levou a equipa das ‘quinas’ às inéditas conquistas do Euro2016 e da Liga das Nações 2018/19.

No Qatar, vai estar pela terceira vez num Campeonato do Mundo, competição em que nunca superou os oitavos de final, fase em que caiu em 2014, com a Grécia, frente à Costa Rica (1-1, 5-3 nas grandes penalidades), e em 2018, já na seleção lusa, perante o Uruguai (2-1).

Antes de chegar à equipa das “quinas”, Fernando Santos orientou, além da seleção grega, clubes como Estoril-Praia, Estrela da Amadora, FC Porto, Sporting e Benfica, em Portugal, AEK Atenas, Panathinaikos e PAOK Salónica, na Grécia.

No seu historial, além dos títulos de seleções, conta ainda com um campeonato nacional (1998/99), duas Taças de Portugal (1999/2000 e 2000/01), duas Supertaças Cândido Oliveira (1998/99 e 1999/2000), todos no comando do FC Porto, e uma Taça da Grécia (2001/02), pelo AEK.

Grande exibição contra a Chéquia

Com uma das melhores exibições dos últimos anos, Portugal bateu ontem a República Checa por 4-0 em Praga e vai discutir com a Espanha um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações na próxima terça-feira, em Praga.

Na capital da República Checa brilhou o defesa Diogo Dalot, com dois golos na sua conta pessoal. Bruno Fernandes e Diogo Jota fizeram os outros tentos dos lusos.

Portugal passa a liderar o grupo com 10 pontos já que no outro jogo, a Espanha perdeu em casa com a Suíça e manteve os oito pontos. Os helvéticos têm seis, os checos quatro.

Na próxima terça-feira em Braga, basta um empate diante da Espanha para a seleção das Quinas seguir em frente.

Itália decide hoje se próximo Governo será de extrema-direita

Itália decide hoje se próximo Governo será de extrema-direita

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As últimas sondagens indicam que o país deverá passar a ser dirigido pela extrema-direta. Mais de 46 milhões de italianos elegem hoje um novo parlamento, que depois poderá nomear um novo Governo de coligação da extrema-direita com direita.

De acordo com o resultado das últimas sondagens publicadas, em 9 de setembro (a publicação de sondagens só é permitida até duas semanas antes das eleições), o partido de extrema-direita, ‘Fratelli d’Italia’ ou Irmãos de Itália soma 24 a 25 por cento das intenções de voto, à frente do Partido Democrático, de centro esquerda, que deverá conquistar entre 21 e 22% dos votos.

Nos lugares seguintes deverão ficar o antissistema Movimento 5 Estrelas (13 a 15%) e os partidos de direita e extrema-direita Liga (12%) e Força Itália (8%).

O novo Governo, que irá substituir a coligação liderada pelo primeiro-ministro cessante Mário Draghi, deverá ser constituído por uma coligação de direita e extrema-direita, com 45% a 55% dos assentos parlamentares.

Caso o cenário se confirme no domingo, o cargo de primeira-ministra será ocupado por Giorgia Meloni, uma admiradora confessa de Benito Mussolini, que deverá assumir a liderança do Governo exatamente 100 anos depois da chamada marcha sobre Roma, uma grande manifestação fascista que aconteceu em 28 de outubro de 1922 na capital da Itália e que representou a ascensão ao poder do Partido Nacional Fascista pela nomeação de Benito Mussolini como chefe de Governo.

Com ela, e a chefiar os dois outros partidos da coligação de direita, estarão Sílvio Berlusconi, do partido conservador Força Itália e Matteo Salvini, da Liga, partido conhecido pela sua política dura contra os navios humanitários que resgatam migrantes no Mediterrâneo.

A campanha eleitoral foi dominada por temas como a inflação e os custos da energia, mas decorreu durante o verão, com muitos italianos de férias, e só incluiu um debate na televisão: entre Giorgia Meloni e Enrico Letta, do Partido Democrático, que ocupou o cargo de primeiro-ministro entre 2013 e 2014.

Durante a campanha, a coligação de direita defendeu o combate à ‘islamização’ da Europa, a favor dos “italianos em primeiro lugar”, apoiou as sanções contra a Rússia pela invasão da Ucrânia, e propôs uma ‘flat tax’, ou seja, uma escala única de impostos para todas as pessoas, independentemente dos salários.

As eleições de hoje foram marcadas depois de o Movimento 5 Estrelas ter decidido abandonar a coligação governamental e o primeiro-ministro, Mário Draghi, ter acabado por renunciar, em julho passado, fazendo cair o Governo, dois anos após a sua constituição.

Juste parmi Les Nations. Inaugurada em Paris a Promenade Aristides de Sousa Mendes

Inaugurada, hoje, dia 23, em Paris (8º e 17º bairro) a Promenade Aristides de Sousa Mendes, Juste parmi Les Nations.

A « Promenade » é no Boulevard de Batignoles e começa na rua Andrieux e termina na praça Prosper-Goubaux.

(fotos Hermano Sanches Ruivo)

Saiba mais aqui:

Som. Entrevistas sobre a inauguração da « Promenade Aristides de Sousa Mendes » em Paris. Exclusivo

 

 

Portugal “não se pode fechar” à vontade crescente dos franceses de se mudarem

Alfa/ com Lusa

Portugal “não se pode fechar” à vontade crescente dos franceses de se mudarem

Cerca de 20% dos franceses estão dispostos a mudar-se para Portugal, segundo um estudo da OpinionWay, e o Governo explica que o país não se pode fechar ao investimento estrangeiro.
O estudo foi realizado para o Salão do Imobiliário e do Turismo de Portugal em Paris, que abriu hoje de manhã, vai já na sua 9.ª edição e traz à capital francesa imobiliárias portuguesas, gabinetes de advogados internacionais e regiões portuguesas que querem mostrar as suas ofertas junto dos franceses que tenham interesse em se instalar em Portugal.

 

Numa altura em que os preços do imobiliário disparam em Portugal e se torna difícil para as famílias portuguesas adquirirem casa, o secretário de Estado da Internacionalização, Bernardo Ivo Cruz, defende que a economia portuguesa deve permanecer aberta ao investimento estrangeiro que gera riqueza para o país.

“O imobiliário está, como tudo, a sofrer o impacto da situação completamente anormal que estamos a viver. […] Não nos podemos fechar e precisamos de estar integrados numa economia aberta, europeia e atlântica. Nós atraímos pessoas e investimento para Portugal que, por sua vez, criam empregos que beneficiam os portugueses, com negócios que pagam impostos e permitem todas as políticas públicas”, declarou o governante.

Bernardo Ivo Cruz declarou ainda que tanto o Governo como as autarquias estão mobilizados para resolver o problema do alojamento em Portugal, havendo “um grande programa de investimento em imobiliário e construção e revitalização do arrendamento”.

Para o secretário de Estado, o perfil das pessoas que se mudam para Portugal também está a mudar, contribuindo para o desenvolvimento do país.

“Nós queremos atrair bom investimento para Portugal, um investimento estruturante que crie emprego e os franceses que estão a ir agora para Portugal pertencem a uma nova geração, são franceses mais novos, com filhos, que se instalam [no país] para trabalhar, gerar riqueza e criar as suas famílias”, explicou.

Num estudo feito junto a cerca de 1.000 franceses, cerca de 20% respondeu que poderiam efetivamente viver em Portugal caso tivessem um emprego que lhes permitisse trabalhar em teletrabalho.

Quanto às razões, o ‘bon vivre’, ou a qualidade de vida, é o que mais atrai os franceses, tal como o custo de vida, o clima, o preço das casas e a segurança.

Num clima de incerteza com o aumento geral dos preços e a guerra na Europa, estas características parecem tornar-se ainda mais atrativas para os franceses.

“Se queremos mudar de país, ao menos que seja para um país simpático, e quando eu tive de escolher, estava entre Portugal e a Polónia e não foi difícil escolher. É um movimento que se vai acelerando tendo em conta as diferentes eleições nos países europeus, Portugal é um país muito estável politicamente e isso atrai as pessoas. Dizem que há 80 mil franceses em Portugal, mas eu acho que são muitos mais”, indicou Marc Laufer.

Estas são vantagens que a região de Leiria quer fazer valer, estando presente neste certame, com um espaço dedicado onde mostra as valências das cidades desta região do país.

“É a primeira vez que participamos neste evento e o objetivo é tentar apresentar a região nas diversas áreas passíveis de investimento, seja o turismo, seja novas empresas, apresentando o que temos, as nossas condições e o que oferecemos para tentar suscitar o investimento não só da diáspora, mas também dos franceses”, declarou o presidente da Câmara Municipal da Batalha, Raul Miguel de Castro.

O investimento dos emigrantes, especialmente da comunidade portuguesa instalada em França, continua a ser também uma das prioridades para Portugal.

“É sempre uma boa altura para o emigrantes investirem em Portugal. Eu tenho tido muitas conversas e muitas reuniões com a nossa comunidade espalhada por todo o mundo e há uma vontade muito grande de todos de investir. Desde os grandes investimentos até aos pequenos investimentos nas aldeias de onde as pessoas saíram e todos eles são muito importantes”, concluiu Bernardo Ivo Cruz.

O « Dia de Portugal », no Hipódromo de Paris Vincennes, é já este domingo !

L’Hippodrome Paris Vincennes propõe um dia excecional dedicado ao nosso país com o apoio da Rádio Alfa, parceira do evento.

Após dois anos de ausência « La Journée du Portugal » assinala, em 2022, a sua 10ª ediçao!

Corridas de alto nível, animações gratuitas, música e gastronomia, não faltam pontos de interesse para dar um saltinho ao hipódromo no domingo à tarde!

Quem diz hipódromo diz cavalos e corridas, e, haverá nove às quais poderá assistir entre as quais, em cabeça de cartaz, as dos prémios Prix des Elites e Prix Georges Dreux.

Durante este dia especial estarão também presentes vários ranchos folclóricos para mostrar as nossas raízes tradicionais portuguesas e as especialidades gastronómicas também não vão faltar desde bolinhos de bacalhau, bacalhau à brás ou ainda o famoso pastel de nata…

Domingo a partir das 12h e até às 18h30

VINCENNES HIPPODROME DE PARIS

2 Route de la ferme 75012 PARIS

Note que é possivel obter bilhetes gratuitos através do site do evento: https://www.vincennes-hippodrome.com/ basta para tal preencher um formulário!

Este é mais um evento com o apoio da rádio que nos liga!

Destaques do Passagem de Nível. Domingo, 25, 12h. Política, cultura, economia. Entrevistas

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo 25 de setembro. Das 12h às 14h

Temas em destaque:

Région Île de France: redução do número de comboios e autocarros, falta de maquinistas e de motoristas, aumento do preço do passe navigo, grave crise nas escolas, liceus e nas universidades, alguns dos temas a debater com Céline Malaisé, presidente do grupo Gauche Communiste Écologiste et Citoyenne

Forum d’Affaires Portugal, dia 29 de Setembro, no Senado francês
Convidado: Eduardo Henriques, Director da AICEP e Conselheiro Económico e Comercial junto da Embaixada de Portugal em Paris

-No âmbito da exposição de pintura “Modernités Portugaises”, patente ao público até ao dia 30 de Outubro na Maison Caillebotte, em Yerres, realiza-se no dia 1 de Outubro uma conferência sobre Fernando Pessoa, com o professor, tradutor e grande especialista do poeta português, Patrick Quillier

Sou, acompanhado pelos seus músicos, em concerto no dia 30 de Setembro às 20h30, no Théâtre de Bry-sur-Marne (94), para apresentar o seu mais recente álbum

Le Grand Soir II, uma instalação lúdica, artística e comestível à volta de obras originais de OH’SMALL e do fotógrafo de origem portuguesa JM Simões, a partir das 15h00 na péniche La Grande Fantaisie, 3 quai de l’Oise (Canal de l’Ourq), Paris 19

Livro: Terra Fria, de Ana Maria Torres, Éditions La Grange Batelière

Apresentação e coordenação: Artur Silva

Programa com redifusão na noite de 4ª para 5a feira, entre as 0h00 e as 2h00