Incêndios: PR apresenta condolências à família do operacional que morreu hoje

O Presidente da República apresentou hoje « sentidos pêsames » à família do operacional que morreu esta madrugada na sequência dos ferimentos durante o combate ao incêndio no Sabugal.

Numa nota publicada no ‘site’ da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa apresentou « sentidos pêsames à Família de Daniel Esteves, Sapador Florestal da Afocelca, que tragicamente perdeu a vida na sequência do combate direto aos incêndios florestais no concelho do Sabugal ».

Por sua vez, numa mensagem publicada na rede social X (antigo Twitter), o primeiro-ministro expressou « muita tristeza » pelo falecimento do sapador florestal.

« Deixo à família e aos amigos sentidas condolências e o agradecimento do País », acrescentou Luís Montenegro.

Também a Afocelca, empresa de proteção florestal detida pelos grupos do setor da celulose Altri e Navigator, manifestou hoje, em comunicado, « profundo pesar » pela morte do seu operacional, que ocorreu esta madrugada na sequência dos ferimentos em operações de combate ao incêndio no concelho do Sabugal.

A empresa endereçou ainda « as mais sinceras condolências à família, colegas e amigos » do trabalhador, indicando que está « disponível para prestar todo o apoio necessário ».

Também a Altri endereçou « à família, amigos e colegas do Daniel, as mais sinceras condolências », avançando, também em comunicado, que está « disponível para, em conjunto com a Afocelca, prestar todo o apoio que seja necessário ».

Já a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) apresentou « as mais sentidas condolências à família, amigos, colegas e à Afocelca neste momento de dor e luto », destacando ainda a « coragem, abnegação e elevado sentido de dever » do operacional.

« Com elevada consternação para todos os que servem a proteção e socorro em Portugal, lembramos, com enorme gratidão, a forma generosa, profissional e sempre abnegada com que, todos os dias, milhares de operacionais integram este esforço nacional de defesa da floresta contra os incêndios », acrescentou, em comunicado.

O operacional da Afocelca, de 45 anos, tinha 75% do corpo queimado e outras comorbidades prévias e “faleceu esta madrugada, vítima do quadro grave que tinha”, disse à Lusa fonte do Hospital de São João, no Porto.

A vítima foi estabilizada no local pelas equipas de emergência e posteriormente transportado, pelo helicóptero do INEM, para o Hospital de São João, no Porto.

Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais de grande dimensão desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Os fogos já provocaram quatro mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, alguns com gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.

Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ao abrigo do qual dispõe de dois aviões Fire Boss, um helicóptero Super Puma e dois aviões Canadair.

Segundo dados oficiais provisórios, até 23 de agosto arderam cerca de 248 mil hectares no país, mais de 57 mil dos quais só no incêndio que teve início em Arganil.

 

Com Agência Lusa.

Passageiro português tenta invadir cabine do piloto num voo entre Lyon e o Porto

Um passageiro de nacionalidade portuguesa tentou invadir a cabine dos pilotos de um voo da EasyJet entre Lyon e Porto na noite de sexta-feira, informaram hoje a polícia e a companhia aérea.

O passageiro, que se encontrava em estado de delírio, tentou entrar na cabine pouco depois da descolagem do aeroporto Lyon Saint-Exupéry, informou a EasyJet à AFP.

O sujeito foi imobilizado por outros passageiros e mantido algemado até o retorno ao aeroporto, onde foi colocado sob custódia policial, informou a polícia francesa.

Exames médicos confirmaram que o passageiro de 26 anos, de nacionalidade portuguesa, sofria de enjoos e delírios e foi hospitalizado.

O voo descolou novamente em direção ao Porto, onde aterrou no final da noite, informou a EasyJet.

 

Com Agência Lusa.

Incêndios: Fogos em Pedrógão Grande já chegaram à Sertã – Proteção Civil

Os dois fogos que estão hoje a consumir floresta em Pedrógão Grande já atingiram o concelho da Sertã, estando a ser empenhados vários meios nos dois territórios para combater o incêndio, disse à Lusa a Proteção Civil.

O comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil de Leiria, Carlos Guerra, disse à Lusa que os dois incêndios nas freguesias de Pedrógão Grande e da Graça (do concelho de Pedrógão Grande), surgiram com a diferença de cerca de uma hora e cuja distância um do outro é muito curta, causaram projeções que já atingiram o concelho vizinho da Sertã, no distrito de Castelo Branco.

“Nas operações de combate estão todos os meios disponíveis na zona e as dificuldades são acrescidas devido ao vento. O segundo incêndio obrigou-nos a separar os meios no teatro de operações e a reposicioná-los”, afirmou o comandante.

Carlos Guerra revelou ainda que estão a ser desviados os meios do incêndio com início em Piódão, no concelho de Arganil, distrito de Coimbra, para Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, e a projeção na Sertã levou também a que os meios do Comando sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Beira Baixa fossem para o local [da projeção].

“Quem conhece este território [Pedrogão Grande] sabe que os incêndios oferecem risco à população, uma vez que há sempre povoações e casas isoladas e dispersas. A nossa preocupação é sempre a proteção de pessoas e bens”, sublinhou, confirmando que existem “habitações na linha de fogo”.

Os dois incêndios que deflagraram hoje à tarde em Pedrógão Grande, já levaram ao corte do itinerário complementar 8, entre Pedrógão Grande e Pedrógão Pequeno, e da Estrada Nacional 2, bem como de outras estradas secundárias, disse à Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana.

Segundo a página da internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, pelas 17:05, estavam no primeiro incêndio 391 operacionais, apoiados por 100 viaturas e 17 meios aéreos.

No segundo incêndio, no mesmo concelho de Pedrógão Grande, na freguesia da Graça, estão 191 operacionais, apoiados por 51 veículos e três meios aéreos.

Com estes dois incêndios, a população de Pedrógão Grande voltou hoje a ser surpreendida pelas chamas, oito anos depois dos grandes fogos que atingiram aquele concelho.

Os incêndios que deflagraram em 17 junho de 2017 em Pedrógão Grande e que alastraram a concelhos vizinhos provocaram a morte de 66 pessoas, além de ferimentos a 253 populares, sete dos quais graves. Os fogos destruíram cerca de meio milhar de casas e 50 empresas.

Às 18:00, a combater os dois incêndios de Pedrógão Grande estavam 676 operacionais apoiados por 178 viaturas e 15 meios aéreos.

 

Com Agência Lusa.

Incêndios: Governo atribui 50 mil euros a bombeiros de concelhos afetados pelos fogos

O secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, anunciou hoje a agilização do pagamento de 50 mil euros às corporações de bombeiros dos concelhos afetados pelos incêndios florestais por enfrentarem despesas “extraordinárias”.

“Nalguns teatros de operações, as despesas são muito elevadas, muito significativas para os orçamentos das Associações Humanitárias. Temos um conjunto de mecanismos agilizados para rapidamente ressarcirmos todas as despesas que, nalguns casos, são muito significativas”, afirmou no final de uma reunião em Ponte da Barca.

O encontro, o primeiro de um “périplo” que Rui Rocha vai fazer pelos concelhos fustigados pelos fogos, serviu para Rui Rocha informar a autarquia, os bombeiros, a GNR e outras entidades do concelho de Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo, que o Governo decidiu “agilizar o adiantamento, até ao valor de 50 mil euros”, sem necessidade de entrega, no imediato, do comprovativo das despesas.

Rui Rocha disse que o “mais importante, neste momento, é garantir a gestão de tesouraria das Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários, prolongando a obrigatoriedade da entrega dos comprovativos das despesas até 30 dias e, nalguns casos, até final do ano”.

“O Governo não será um problema, será parte da solução e, por isso, temos neste momento a agilização de processos e de pagamentos rápidos”, disse Rui Rocha, que se escusou a responder a mais questões dos jornalistas.

No encontro participou também o presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, José Manuel Moura.

O incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), único parque do país, consumiu 5.786 hectares daquela zona natural protegida, de acordo com os dados provisórios do Instituto para a Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), revelou à Lusa fonte oficial.

O fogo, que deflagrou no dia 26 de julho em Ponte da Barca e foi dado como dominado uma semana depois, atingiu uma área total de 7.550 hectares, sendo que a área do PNPG ardida é de 5.786 hectares, de acordo com um levantamento que ainda não é definitivo, especificou a mesma fonte do ICNF.

O PNPG ocupa uma área de 69.596 hectares e abrange os distritos de Braga (concelho de Terras de Bouro), de Viana do Castelo (concelhos de Melgaço, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca) e de Vila Real (concelho de Montalegre).

Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais de grande dimensão desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Os fogos provocaram três mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, alguns com gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.

Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ao abrigo do qual dispõe de dois aviões Fire Boss e de um helicóptero Super Puma, estando previsto chegarem hoje mais dois aviões Canadair.

Segundo dados oficiais provisórios, até 22 de agosto arderam cerca de 234 mil hectares no país, mais de 53 mil dos quais só no incêndio que teve início em Arganil.

 

Com Agência Lusa.

Canoagem/Mundiais: K4 500 metros de Portugal conquista medalha de ouro

Os canoístas Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha sagraram-se hoje campeões do Mundo de K4 500 metros, em Milão.

A largar na pista seis, o quarteto luso, que em junho se sagrou campeão da Europa, concluiu a sua prova em 1.18,93 minutos, superando a Hungria por cinco centésimos de segundo e a Espanha por 40.

Esta é a primeira medalha de Portugal nos Mundiais de Milão, nos quais João Ribeiro e Messias Baptista defendem ainda o título de K2 500 metros e Fernando Pimenta o ouro em K1 1.000.

 

Com Agência Lusa.

José Maria Canossa chega a Fátima dia 23 de Agosto

« Vítor Santos esteve à conversa em direto com o José. Amanhã vive-se um momento especial: a tão aguardada chegada a Fátima! Mas a caminhada não fica por aqui — a aventura continua, até Arcos de Valdevez. Já pode ouvir o podcast completo. »

José Maria Canossa, 40 anos, residente em Viry-Châtillon, partiu a 17 de maio para a maior aventura da sua vida: ligar Paris a Fátima apenas com a força das pernas… e da fé!

@rumoafatima

No caminho, já passou por Bordéus e pelo santuário de Lourdes. Amanhã chega a Fátima entre as 10h e as 12h e vai ficar o dia inteiro no santuário. Vai poder acompanhar em directo e em vídeo através da conta do José no TikTok

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Recorde aqui o que José nos disse, um mês antes da partida!

Vai ligar Paris a Arcos de Valdevez a pé! Entrevista aqui

 

Incêndios: 65 incêndios hoje – balanço

O continente português registou até às 17:00 (18h em Paris) de hoje 65 incêndios, especialmente no Norte e Centro, nos quais estiveram empenhados 1.714 operacionais, com o apoio de 456 veículos e 174 missões aéreas.

Num balanço do dia de incêndios rurais feito pelo segundo comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil, José Ribeiro, na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, foi divulgado também que na tarde de hoje havia cinco incêndios mais preocupantes, dois deles começaram esta quarta-feira.

Os incêndios de Piódão, no distrito de Coimbra, Santo António, na Guarda, e Vilar de Perdizes, em Montalegre, vêm de dias anteriores, e os de Figueira de Castelo Rodrigo e Valongo, que deflagraram hoje também são considerados preocupantes.

As cinco ocorrências mobilizavam 2.775 operacionais, apoiados por 896 veículos e com o apoio ainda de 29 meios aéreos.

Segundo José Ribeiro, estão ainda em resolução, conclusão ou vigilância 44 incêndios, que envolvem a presença de 1.171 operacionais.

O segundo comandante disse que foi decidido manter o estado de prontidão especial de nível quatro até ao final de sexta-feira (nomeadamente para pré-posicionamento de meios), e que se mantêm ativados os planos distritais de emergência e proteção civil de Coimbra, Guarda e Castelo Branco.

José Ribeiro disse que os ventos fortes estão a dificultar o combate aos incêndios e referiu que a frente de incêndio na zona de Unhais da Serra, Fundão, que começou em Arganil, está a ser alvo de posicionamento de meios, com um “esforço muito significativo”.

E acrescentou que os dois aviões Canadair do dispositivo nacional e que estiveram avariados já estão em funções.

José Ribeiro começou por mostrar solidariedade para com pessoas e territórios afetados e deixou uma palavra de incentivo ao dispositivo de combate aos fogos, e votos de restabelecimento das pessoas feridas.

Hoje, deixou também as condolências da ANEPC aos familiares e amigos do manobrador da máquina que morreu na sequência de um acidente na luta contra o incêndio de Mirandela.

 

Com Agência Lusa.

LC: Benfica empata a zero em Istambul na primeira mão do play-off

O Benfica empatou hoje 0-0 na visita aos turcos do Fenerbahçe, treinado por José Mourinho, em jogo da primeira mão do play-off de acesso à fase de liga da Liga dos Campeões de futebol.

Com o ‘nulo’ em Istambul, os ‘encarnados’, que terminaram reduzidos a 10 elementos, por expulsão de Florentino, aos 71 minutos, adiam todas as decisões para o encontro da segunda mão, dentro de uma semana, em 27 de agosto, no Estádio da Luz, em Lisboa.

O vencedor desta eliminatória garante uma vaga na fase de liga da ‘Champions’, enquanto o derrotado será relegado para a Liga Europa.

Resultados dos encontros do play-off de acesso à fase de liga da Liga dos Campeões de futebol:

PRIMEIRA MÃO

– Terça-feira, 19 ago:

Ferencváros, Hun – Qarabag, Azb, 1-2

Estrela Vermelha, Ser – Pafos, Chp, 1-3

Rangers, Esc – Club Brugge, Bel, 1-3

 

– Quarta-feira, 20 ago:

Bodo/Glimt, Nor – Sturm Graz, Aut, 5-0

Celtic, Esc – Kairat Almaty, Caz, 0-0

Basileia, Sui – Copenhaga, Din, 1-1

Fenerbahçe, Tur – Benfica, Por, 0-0

 

Com Agência Lusa.

História das Bolas de Berlim: Da Alemanha às Praias de Portugal

As Bolas de Berlim são hoje um dos símbolos mais doces do verão português. Encontram-se de norte a sul, carregadas pelos vendedores de praia e irresistíveis com o seu recheio cremoso e o açúcar polvilhado. No entanto, poucos sabem que este doce tão associado a Portugal nasceu, na verdade, na Alemanha. A sua chegada ao nosso país é uma história de fuga, sobrevivência e adaptação que acabou por criar uma tradição única.

A chegada a Portugal (1935)

Tudo começou a 6 de outubro de 1935, quando o navio Kap Arcona atracou no porto de Lisboa. A bordo vinha a família Davidsohn, que deixava Berlim para fugir ao antisemitismo nazi. Procuravam segurança e uma nova vida, longe da perseguição que se intensificava na Alemanha.

O pai era consultor de arte, a mãe engenheira química. Nenhum dos dois pensava em trabalhar na área da pastelaria. Em Lisboa, abriram uma loja de relógios, acreditando que poderiam começar de novo.

Uma mudança forçada pela guerra

Com o rebentar da II Guerra Mundial, a economia portuguesa ressentiu-se e o negócio de relojoaria começou a perder clientes. Perante as dificuldades, a mãe decidiu recorrer a um conhecimento que trazia da sua terra natal: a confeção das famosas Bolas de Berlim. Começou a fazê-las em casa e a vendê-las na rua e sobretudo junto da comunidade Alemã e os ricos refugiados judeus que se tinham instalado na « Costa do Sol » na região da linha de Cascais, sem imaginar que estava a dar início a um novo capítulo na gastronomia portuguesa.

Diferenças da receita original alemã

Na Alemanha, as Bolas de Berlim — conhecidas como Berliner — eram tradicionalmente recheadas com compota de frutos vermelhos. Mas em Portugal, rapidamente se adaptaram ao gosto local. O recheio passou a ser de doce de ovos, um creme rico e suave que conquistou o paladar dos portugueses.

O segredo do sucesso

A massa fofa, frita até atingir um tom dourado, polvilhada com açúcar e recheada generosamente tornou-se um prazer irresistível. O sabor, aliado à textura, ajudou a transformar este doce num verdadeiro clássico.

Bolas de Berlim e a Praia: Uma Tradição Portuguesa

Vendedores ambulantes, muitas vezes carregando cestos cheios e protegendo o recheio do calor, popularizaram a imagem que hoje todos associamos ao verão.

Nas areias, os pregões chamativos e a frescura do creme tornam as Bolas de Berlim quase impossíveis de resistir. Em poucos lugares do mundo este doce é tão fortemente associado à praia como em Portugal.

A mistura entre o doce e o salgado

Antes de mais, é preciso ter em conta que, na praia, depois de um mergulho no mar, fica um travo salgado na boca e, por isso, um bolo doce sabe ainda melhor. É este contraste de sabores que produz o apetite pela bola de Berlim.

O formato redondo

O formato redondo também é importante. Já que é (quase) possível comer este bolo sem sujar as mãos. Embrulhado no guardanapo ou ainda dentro de um saco de papel, a bola torna-se simples de comer.

Curiosidades sobre as Bolas de Berlim

  • Origem do nome: vêm da cidade de Berlim, onde eram chamadas Berliner Pfannkuchen.
  • Doce sazonal: apesar de disponíveis todo o ano, o consumo dispara no verão.
  • É o terceiro bolo mais consumido em Portugal, Depois do pastel de nata e do croissant que leva a medalha de prata, a bola de Berlim é o terceiro bolo mais consumido pelos portugueses. Em média, são vendidas mais de 250 mil bolas por dia.
  • Presença internacional: versões semelhantes existem noutros países, mas a portuguesa é única pelo recheio de doce de ovos.

As Bolas de Berlim são portuguesas?

Não. A receita é de origem alemã, mas adaptou-se ao gosto português e ganhou identidade própria.

Porque se comem mais na praia?

A tradição começou no pós-guerra, quando vendedores ambulantes descobriram nas praias da Costa do Sol — especialmente na linha de Cascais, frequentada pela comunidade alemã e por ricos refugiados judeus — um ponto de venda ideal. O ambiente cosmopolita e a elevada afluência de turistas criaram o cenário perfeito para transformar essa prática num verdadeiro costume da região.

Qual a diferença entre a versão alemã e a portuguesa?

A alemã é recheada com compota, enquanto a portuguesa usa doce de ovos.

A história das Bolas de Berlim em Portugal é uma lição de resiliência e de como a gastronomia pode nascer de circunstâncias improváveis. De um doce alemão de inverno, passou a ser um símbolo do verão português, inseparável da imagem das praias e das férias. Hoje, cada dentada traz consigo não apenas um sabor único, mas também uma história de coragem e adaptação.

José Maria Canossa já está em Portugal. Podcast & Fotos

José Maria Canossa, 40 anos, residente em Viry-Châtillon, partiu a 17 de maio para a maior aventura da sua vida: ligar Paris a Arcos de Valdevez apenas com a força das pernas… e da fé!

No caminho, já passou por Bordéus e pelo santuário de Lourdes. Agora, com destino a Fátima e depois à sua terra natal, chegou na tarde desta segunda feira (11 de Agosto) a Vilar Formoso, cansado e com calor, mas com um enorme sorriso e emoção por ter alcançado este marco.
Acolhido no posto de turismo pela vereadora do Município de Almeida, Nazaré Ribeiro  e pela unidade móvel de saúde do município, José surpreendeu pela positiva com o bom estado dos pés, tendo em conta os quilómetros percorridos.

Para assinalar o momento, colou um autocolante na famosa placa de “Portugal”.

Vítor Santos esteve à conversa em direto com o José!
Aqui fica o podcast e algumas fotos deste dia incrível.

Fotos do dia 11/08/2025

Jose também esteve em destaque nos órgãos de comunicação do Município veja aqui

 

Para levar a cabo esta incrível aventura você também pode ajudar, veja como nas redes sociais do José:
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