Candidatos à presidência do Benfica tiveram primeiro frente-a-frente em 21 anos

Rui Costa e Francisco Benítez protagonizaram hoje o primeiro debate entre candidatos à presidência do Benfica nas últimas duas décadas, em vésperas do ato eleitoral agendado para sábado, do qual sairá o sucessor de Luís Filipe Vieira.

O frente-a-frente, que decorreu na BTV, foi o primeiro desde outubro de 2000, quando o então presidente João Vale e Azevedo esgrimiu argumentos com o candidato Manuel Vilarinho, que viria a vencer as eleições de 31 de outubro desse ano.

Duas décadas depois, foi possível ver e ouvir um debate entre candidatos, que reforçaram as ideias que constam dos respetivos programas eleitorais e não se recusaram a alguns momentos mais ‘quentes’ durante as duas horas que durou o debate no canal do clube.

Se Rui Costa, atual presidente, acusou Francisco Benítez de ainda não ter revelado o nome das pessoas que vão desempenhar alguns cargos na estrutura do futebol ou das modalidades, o candidato pela lista B fez questão de ‘colar’ o adversário a Luís Filipe Vieira, lembrando que o antigo futebolista é dirigente do clube há 13 anos.

As eleições para os órgãos sociais do Benfica para o quadriénio 2021-2025 realizam-se no sábado, com Rui Costa e Francisco Benítez a disputarem a sucessão a Luís Filipe Vieira, que ocupou o cargo de presidente durante quase 18 anos, entre novembro de 2003 e julho deste ano.

Rui Costa, que vinha desempenhando o cargo de vice-presidente, assumiu a presidência do Benfica em julho, na sequência da demissão de Luís Filipe Vieira, que foi constituído arguido no âmbito da investigação ‘cartão vermelho’, por suspeita de vários crimes económico-financeiros.

Já Francisco Benítez, principal rosto do movimento ‘Servir o Benfica’, foi o primeiro a anunciar a candidatura à presidência dos ‘encarnados’, depois de nas eleições anteriores ter desistido para apoiar João Noronha Lopes, que acabou por ser derrotado por Vieira.

 

Com Agência Lusa.

Seleção portuguesa sub-21 goleia Liechtenstein e obtém melhor registo de sempre

A seleção portuguesa de sub-21 de futebol derrotou hoje, em Vizela, a congénere do Liechtenstein por 11-0, a sua maior goleada de sempre, resultado que coloca a equipa lusa no segundo lugar do grupo D de apuramento para o Euro2023.

A goleada começou a ficar desenhada muito cedo, já que, aos 13 minutos, Portugal vencia por 4-0 e o melhor resultado de sempre dos sub-21 estava já ao alcance ao intervalo, quando a equipa das ‘quinas’ igualou esse registo (9-0), obtido em casa do Liechtenstein, em 11 de outubro de 2018.

Com o melhor registo à distância de um golo, Portugal geriu a segunda metade, durante a qual marcou mais dois golos, e fixou assim o recorde em 11-0.

Após esta vitória, Portugal isolou-se no segundo lugar do grupo, com seis pontos, resultantes de duas vitórias em outros tantos jogos, menos um ponto do que o líder Chipre, que tem mais um jogo, enquanto o Liechtenstein é sexto e último, sem qualquer ponto em quatro jogos.

A seleção portuguesa volta a entrar em ação na próxima terça-feira, deslocando-se à Islândia, quarta classificada do grupo, com quatro pontos.

Com Agência Lusa.

França apura-se para final da Liga das Nações com reviravolta frente à Bélgica

A França qualificou-se hoje para a final da Liga das Nações em futebol, ao vencer, em Turim, Itália, a Bélgica por 3-2, num jogo em que atingiu o intervalo a perder por 2-0.

Ferreira Carrasco (37 minutos) e Romelu Lukaku (40) permitiram aos belgas chegar a uma vantagem de dois golos, mas os gauleses reagiram na segunda metade e protagonizaram a reviravolta, com golos de Karim Benzema (62), Kylian Mbappé (69), na conversão de uma grande penalidade, e Theo Hernández (90), este obtido instantes depois de Lukaku ter visto um segundo tento anulado por fora de jogo.

Na final de domingo, a França, detentora do título mundial, vai defrontar a Espanha, que na quarta-feira derrotou a Itália por 2-1, com o vencedor a suceder a Portugal, seleção que conquistou a primeira edição, em 2019.

https://twitter.com/equipedefrance/status/1446213568387485701

Com Agência Lusa.

Rui Oliveira campeão europeu de scratch no campeonato da Europa de pista

O português Rui Oliveira sagrou-se hoje campeão europeu de scratch nos Europeus de ciclismo de pista, a decorrerem em Grenchen, Suíça, somando a terceira medalha para Portugal na competição.

Oliveira, de 25 anos, sucede ao compatriota Iúri Leitão, que tinha conquistado o ouro em 2020, e somou a quarta medalha em Europeus de elite, depois de duas pratas e um bronze, ao cortar a meta bem à frente do pelotão, tendo somado uma volta de avanço quando faltavam 16 voltas.

Com a prata ficou o neerlandês Vincent Hoppezak, enquanto o irlandês Jb Murphy ficou no terceiro lugar da prova, já a uma volta de distância dos dois primeiros.

João Matias venceu a prata na eliminação e Iúri Leitão também foi ‘vice’ nos pontos, com Portugal a chegar a metade do pecúlio conseguido em todo o Europeu de 2020, quando conseguiu seis medalhas, duas de ouro, o scratch de Leitão e na perseguição individual por Ivo Oliveira.

No Velódromo Tissot, a postura ofensiva do ciclista natural de Vila Nova de Gaia fez a diferença ao longo da corrida, a começar pela volta de avanço conseguida a 16 voltas do final, mas depois por manter o ritmo alto, e bem distanciado na frente, em relação ao pelotão.

Numa corrida movimentada, que nem teve o ‘sprint’ final em grupo, o português e Hoppezak usaram a volta a mais para garantir a conquista de medalhas, e o maior estatuto do luso fez a diferença para uma vitória que fez parecer fácil.

O scratch é uma prova disputada em 60 voltas ao velódromo, um total de 15 quilómetros, decidida pela ordem de passagem na meta final, sem pontos intermédios, na qual conseguir uma volta de avanço (ou sofrer uma volta de avanço) pode ser decisivo, como foi o caso.

No omnium, em que foi sétima em Tóquio2020, Maria Martins acabou em 12º o concurso, com 60 pontos, longe do seu melhor, numa prestação penalizada pelo 19º e último lugar na terceira corrida, de eliminação, depois de estar em sexto após o scratch e a corrida tempo. Nos pontos, para terminar, fechou no 12º posto, após não somar mais pontos.

O primeiro ‘pistard’ português em ação foi João Matias, na qualificação da perseguição individual, acabando em 19º.

Com Agência Lusa.

Sábado/09. 40 anos da abolição da pena de morte em França. Uma data histórica fundamental

Alfa

Foto de abertura: Robert Badinter, grande homem político francês (socialista), autor da lei que aboliu a pena de morte em França.

Panthéon/Paris. Comemoração do 40º aniversário da abolição da pena de morte em França 

Oficial. Comunicado da presidência da República francesa:

« Le Président de la République, M. Emmanuel MACRON, commémorera le samedi 9 octobre le quarantième anniversaire de l’abolition de la peine de mort au Panthéon, en présence de M. Robert BADINTER, avocat, ancien Garde des Sceaux et ancien président du Conseil constitutionnel. Le Premier ministre, M. Jean CASTEX, le Garde des Sceaux, ministre de la Justice, M. Éric DUPONT-MORETTI et la ministre de la Culture, Mme Roselyne BACHELOT-NARQUIN, seront également présents.

A l’occasion de cette commémoration, le Président de la République prononcera un discours. Il visitera ensuite l’exposition « Un combat capital » retraçant l’histoire du combat politique pour l’abolition de la peine de mort en France, du XVIIIème siècle à nos jours. »

 

A Igreja católica e a nossa sociedade ocidental. O abalo dos escândalos sexuais contra menores. Opinião

Enorme escândalo em França/abusos sexuais de menores. A Igreja e a nossa sociedade ocidental.

Crónica de Ricardo Figueira, jornalista da Euronews, para ouvir, na Rádio Alfa, na sexta-feira, 08, às 7h15, 13h15, 16h30 e 19h45.

Ou ouça aqui:  

 

Igreja francesa pede dinheiro aos fiéis para pagar indemnizações. Abusos sexuais/menores

Abalada por denúncia de abusos sexuais contra menores, igreja francesa pede dinheiro aos fiéis para pagar indemnizações e fala em prevalência do segredo da confissão sobre as leis da República. 

O bispo de Reims e presidente da Conferência Episcopal francesa, Eric De Moulins Beaufort, causou indignação ao pedir ajuda financeira aos fiéis para pagar indemnizações por abusos sexuais cometidos por padres. Foto : François Nascimbeni/Afp/Getty Images

Bispos franceses aceitam indemnizar vítimas de abusos sexuais cometidos ao longo de décadas, mas querem lançar um peditório junto dos fiéis para reparar os danos causados, o que causa indignação entre os envolvidos. Igreja francesa reclama ainda a prevalência do segredo da confissão sobre as leis da República

Por Daniel Ribeiro. Alfa/Expresso. (Adaptação Alfa). Leia artigo na íntegra em Expresso.pt

« França continua sob o choque dos números estonteantes de vítimas — 330 mil ­— de crimes de abuso sexual sobre menores cometidos diretamente pelo clero católico no país (216 mil) ou por leigos que trabalharam em instituições religiosas desde os anos 1950 até 2020.

A comissão independente dirigida por Jean-Marc Sauvé, que revelou o escândalo após dois anos e meio de investigações, preconiza uma indemnização às vítimas de um fenómeno descrito como “de massa” e “sistémico”. Os peritos propõem o reconhecimento da responsabilidade civil e social da Igreja francesa. »

A igreja já reagiu à proposta, que inclui “individualizar” o cálculo da indemnização devida a cada uma das vítimas para reparar os danos provocados, recorrendo eventualmente aos tribunais. O episcopado não nega a necessidade de reparação monetária, mas refere que a Igreja francesa “é pobre e só tem dinheiro para pagar aos seus trabalhadores”.

Um dos dirigentes evocou mesmo a possibilidade de um peditório junto dos crentes. “Espero que os fiéis nos ajudem a pagar”, declarou na quarta-feira Monsenhor Éric de Moulins-Beaufort, presidente da Conferência Episcopal francesa. O também bispo de Reims referiu que este caso pode acentuar as dificuldades financeiras atuais da igreja gaulesa.

A ideia de lançar um peditório junto dos fiéis para pagar pelos crimes dos padres provocou imediata celeuma. Algumas vozes instaram a Igreja a “vender património”, porque foram precisamente fiéis e seus filhos e filhas que foram abusados.

(…)

O escândalo é assunto de conversa em todo o país, em reuniões de famílias, jantares privados ou em cafés e bares. O bispo Moulins-Beaufort lançou achas para a fogueira da polémica ao dizer que o episcopado reafirma a “omnipotência do segredo da confissão”, mesmo em casos que envolvem diretamente clérigos. “O segredo da confissão é mais forte do que as leis da República, porque abre um espaço de palavra livre que se faz perante Deus”, sustenta.

O presidente da Comissão independente que investigou os abusos sexuais, Jean-Marc Sauve, durante o anúncio das conclusões

O presidente da Comissão independente que investigou os abusos sexuais, Jean-Marc Sauvé, durante o anúncio das conclusões. Foto: Thomas Coex/Afp/Getty Images

Na classe política fala-se de “declarações inaceitáveis e particularmente graves” no contexto atual. “Onde estão os que defendem a separação [entre Estado e igreja] quando um muçulmano fala e nada dizem quando um bispo apela aos padres para ignorarem a lei da República sob pretexto religioso?”, perguntaram Corinne Narassiguin, secretária nacional do Partido Socialista, e Manon Aubry, deputada europeia do partido França Insumissa (esquerda radical).

(…)

No seu relatório, a Comissão Independente sobre os Abusos Sexuais na Igreja aconselha a instituição a transmitir uma mensagem clara aos confessores para assinalarem às autoridades judiciais e administrativas “os casos de violências sexuais infligidas a um menor ou pessoa vulnerável”.

Reagindo diretamente a esta recomendação, a Conferência Episcopal francesa declarou: “Não é permitido a um padre de usar o que ouve em confissão, portanto, não pode em nenhum caso transmitir às autoridades judiciais o que ouviu do autor [do crime], da vítima ou de uma testemunha”. Os bispos acrescentam que a sanção neste caso será a “excomunhão”.

Para o Ministério da Administração Interna, que tem autoridade sobre os cultos em França, o Código Penal é claro: o segredo da confissão “não é superior às leis da República” em casos de violações ou abusos sexuais sobre menores de 15 anos e outras pessoas vulneráveis. “Um padre não deve respeitar o segredo da confissão em casos de violências sexuais ou abusos de menores”, explicou a jurista e professora de direito Christine Lazerges.

O Papa Francisco também defende o segredo da confissão, mas evocou “uma imensa dor” perante a “horrível realidade” e aconselhou a igreja de França a lançar-se na “via da redenção”, segundo o porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni. A instituição gaulesa, abalada pelas revelações e a dimensão gigantesca dos crimes, evocou a sua “vergonha” e pediu “perdão” às vítimas.

(Leia este artigo na íntegra em Expresso.pt)

Ouça, na Rádio Alfa, esta sexta-feira, 08, a crónica do jornalista Ricardo Figueira sobre este assunto

Mundial2022: Guerreiro e Trincão dispensados, Nélson Semedo chamado

O lateral Nélson Semedo foi hoje chamado à seleção portuguesa, que ficou privada de Raphaël Guerreiro e Trincão, ambos dispensados, para os jogos com Qatar e Luxemburgo, informou a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) através do site oficial.

De acordo com a nota publica pela FPF, o lateral do Borussia Dortmund “apresentou queixas” durante o treino de hoje e “o exame médico a que se submeteu confirmou que não estaria disponível a tempo” dos próximos compromissos da seleção nacional.

Já Francisco Trincão, que tinha sido convocado na terça-feira, teve um teste antigénio com resultado positivo para o novo coronavírus na chegada à concentração e já abandonou o estágio da equipa das ‘quinas’, na Cidade do Futebol.

De resto, o jogador do Wolverhampton nem sequer participou na sessão de trabalho de hoje, tendo sido “imediatamente colocado ao cuidado da Unidade de Saúde e Performance da FPF”, sendo que o diagnóstico positivo inicial “foi confirmado posteriormente por um teste RT-PCR”.

Face à indisponibilidade dos dois atletas, o selecionador Fernando Santos optou por chamar o lateral-direito Nélson Semedo, que também alinha nos ‘wolves’.

Na terça-feira, o técnico já tinha ficado privado do central Domingos Duarte (Granada) e do avançado Rafa (Benfica), ambos com problemas físicos, tendo chamado José Fonte, Rafael Leão e Trincão.

A seleção portuguesa joga com o Qatar no sábado, às 21:15 (hora em Paris), em encontro particular, e três dias depois defronta o Luxemburgo, às 20:45, para o grupo A de qualificação para o Mundial2022, sendo que ambas as partidas se realizam no Estádio Algarve.

Portugal lidera o grupo A de qualificação para o Campeonato do Mundo do próximo ano, com 13 pontos, mais dois do que a Sérvia (11), segunda colocada, e mais sete face ao Luxemburgo (seis), que é terceiro, à frente de República da Irlanda (dois) e Azerbaijão (um).

Lista dos 24 convocados:

– Guarda-redes: Anthony Lopes (Lyon, Fra), Diogo Costa (FC Porto) e Rui Patrício (Roma, Ita).

– Defesas: Diogo Dalot (Manchester United, Ing), João Cancelo (Manchester City, Ing), Danilo Pereira (Paris Saint-Germain, Fra), José Fonte (Lille, Fra), Pepe (FC Porto), Rúben Dias (Manchester City, Ing), Nuno Mendes (Paris Saint-Germain, Fra) e Nélson Semedo (Wolverhampton, Ing).

– Médios: João Palhinha (Sporting), Rúben Neves (Wolverhampton, Ing), Bruno Fernandes (Manchester United, Ing), João Mário (Benfica), João Moutinho (Wolverhampton, Ing), Matheus Nunes (Sporting) e William Carvalho (Betis, Esp).

– Avançados: André Silva (Leipzig, Ale), Bernardo Silva (Manchester City, Ing), Diogo Jota (Liverpool, Ing), Cristiano Ronaldo (Manchester United, Ing), Rafael Leão (AC Milan, Ita) e Gonçalo Guedes (Valência, Esp).

Com Agência Lusa.

Espanha bate anfitriã Itália e qualifica-se para a final da Liga das Nações

A Espanha qualificou-se hoje para a final da segunda edição da Liga das Nações em futebol, ao vencer a anfitriã Itália, campeã europeia em título, por 2-1, em Milão, no primeiro jogo da ‘final four’.

Um ‘bis’ de Ferran Torres, aos 17 e 45+2 minutos, assistido por Oyarzabal, permitiu aos espanhóis ‘vingar’ o desaire nas meias-finais do Euro2020, perante um Itália que jogou com 10 desde os 42, por expulsão de Bonucci, e reduziu aos 83, por Pellegrini.

Na final de domingo, dia em que será encontrado o sucessor de Portugal, que conquistou a primeira edição, em 2019, a Espanha vai defrontar o vencedor do embate de quinta-feira entre a Bélgica e a França, detentora do título mundial.

Com Agência Lusa.

João Almeida terceiro na Milão-Turim ganha por Primoz Roglic

João Almeida (Deceuninck-QuickStep) foi hoje terceiro classificado na 102ª edição da Milão-Turim, ganha pelo esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma), tornando-se no primeiro ciclista português a ficar no pódio da corrida mais antiga do calendário.

O português acabou a 35 segundos de Roglic, que cumpriu os 190 quilómetros entre Magenta e a Basílica de Superga em 4:17.41 horas, com o britânico Adam Yates (INEOS) a 12 segundos do vencedor do dia.

O esloveno, que no sábado já tinha batido Almeida pela vitória no Giro dell’Emilia, distanciou o britânico nos últimos 300 metros da subida até à meta, após uma movimentação nos últimos três quilómetros.

A dupla deixou para trás o luso e também o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates), que foi batido pelo último lugar no pódio ao ‘sprint’ e ficou em quarto lugar.

Esta é a 12.ª vitória do ano para Roglic, de 31 anos, que junta o triunfo a outros de monta, do contrarrelógio dos Jogos Olímpicos Tóquio2020 à Volta a Espanha, em que conquistou também quatro etapas.

A caminho da Volta à Lombardia, último ‘Monumento’ da época, foi o ‘Canibal’ esloveno a mostrar-se, após a Deceuninck-QuickStep ter aproveitado um ‘abanico’ para tentar selecionar o pelotão.

Mais tarde, o bicampeão mundial, o francês Julian Alaphilippe, tentou aproveitar o trabalho da equipa belga para seguir com o polaco Rafal Majka (UAE Emirates), mas seria João Almeida a levar a equipa ao pódio.

Nelson Oliveira (Movistar) abandonou a corrida, que teve a sua primeira edição em 1876, e na qual João Almeida foi o primeiro português a fazer pódio.

Com Agência Lusa.

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