Autárquicas portuguesas. Rio cala críticos e Costa vê um cartão amarelo. Opinião

Autárquicas portuguesas. Rui Rio (PSD) cala críticos e António Costa (PS e Primeiro-ministro) vê um cartão amarelo. 

PS teve mais votos no país mas perdeu hegemonia com as derrotas nas principais cidades, sobretudo em Lisboa, Coimbra e no Funchal. No Porto, socialistas continuam na oposição ao « independente » Rui Moreira. Há, no PS, quem peça uma remodelação do Governo.

Presidente Marcelo Rebelo de Sousa não quer crises e deseja que o Orçamento para 2022 seja aprovado. 

Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir na Rádio Alfa, na quarta-feira, 29, às 7h15, 13h15, 16h30 e 19h45.

Ou ouça já aqui: 

 

 

O português por amor que vai estar do lado de lá

 

Reportagem MaisFutebol de Sérgio Pereira Editor-chefe 

Viagem às raízes lusas de Raphael Guerreiro, que escolheu vestir as cores nacionais quando todos os motivos apontavam para outro lado. Esta noite vai estar do outro lado, como adversário do Sporting.

 

Raphael Guerreiro tinha dezenas de pretextos para não ser português, mas faltava-lhe o mais forte: uma justificação que viesse do fundo da alma. Por isso deixou-se levar pelo coração.

Quando teve de escolher uma camisola para colocar ao peito, escolheu a portuguesa.

 

«Tenho passaportes francês e português, mas o meu coração bateu sempre por Portugal. Respeito a França, mas nunca me imaginei a jogar pela seleção francesa», confessou ao site do Dortmund.

 

Bem vistas as coisas, o lateral nasceu em França, é filho de mãe francesa, praticamente só fala francês, tal como os três irmãos, foi na sociedade francesa que se fez homem e no futebol gaulês que se fez jogador. Afinal o que o liga assim de tão intenso a Portugal?

«Tenho uma forte identidade francesa, porque falo a língua melhor do que o português. No entanto, sinto-me definitivamente mais português. Quando era jovem, sempre torci por Portugal.»

É uma daquelas coisas que se sente no peito e é tão difícil de explicar. Chama-se amor.

Ora na véspera de Raphael Guerreiro defrontar uma equipa portuguesa pela terceira vez – jogou com o Sporting em 2016 e com o Benfica em 2017, tendo ainda ficado no banco de um outro jogo com o Benfica – o Maisfutebol foi atrás das raízes lusas do internacional português.

 

Antes de mais interessa dizer que a família de Raphael Guerreiro é algarvia. O avô tinha uma mercearia no bairro da Penha, em Faro, mas a crise obrigou-o a emigrar em 1969 para França com a mulher e os quatro filhos: duas meninas e dois rapazes. Um desses filhos era Adelino Guerreiro.

Na altura tinha 18 anos e para trás deixou o sonho de ser jogador no Farense. Foi trabalhar, com o pai, para uma empresa de refrigerantes, casou com uma francesa, Claudine, e teve também quatro filhos: Celso, Miguel, Manuel e Raphael. Ficou a viver em França para sempre.

Tal como o resto da família, aliás. Ninguém regressou a Portugal. Os três tios e a avó ainda vivem em Paris, o avô faleceu há alguns anos.

Para Raphael Guerreiro, para o pai Adelino e para os irmãos, Faro passou a ser apenas destino de férias. Todos os anos, no verão, a família viajava para a Ilha da Culatra, onde o avô comprou casa.

Ainda antes de Raphael nascer, a família ficava em casa de uma irmã da avó do internacional português, em Faro, depois disso passou a fazer férias na Culatra. E era sempre uma festa.

«Em casa, com os meus irmãos, houve sempre um grande fervor por Portugal. Todos os anos íamos de férias de carro para perto de Faro, como uma verdadeira família portuguesa. Adorava comer um peixe grelhado, em especial sardinhas», contou o internacional ao Le Parisien.

Raphael Guerreiro habituou-se desde criança a passar o verão em Portugal e em adolescente era habitual vê-lo fazer equipa com a família para entrar nos torneios do Clube União Culatrense.

O pai ainda vem uma vez por outra a Portugal, e à Culatra, Raphael Guerreiro só muito raramente. Desde que o futebol lhe começou a ocupar os meses de verão, perdeu esse hábito.

Nascido em Le Blanc-Mesnil, um subúrbio no norte de Paris, a cerca de dez quilómetros do Stade de France, onde haveria de se coroar campeão europeu, o esquerdino começou muito novo a jogar no Blanc-Mesnil SF, com quem o Colégio Nelson Mandela, onde estudava, tinha um protocolo.

Aos 12 anos o talento que já mostrava valeu-lhe a chamada ao restrito Centro Técnico Nacional de Clairefontaine, da Federação Francesa, onde se desenvolveu até ser recrutado pela academia do Caen, quando tinha 15 anos. A 250 quilómetros de casa, o esquerdino fez-se jogador rapidamente. Tanto que aos 18 anos já era titular da equipa principal.

 

 

A partir daqui a história é conhecida.

Aos 20 anos foi contratado pelo Llorient, foi chamado por Rui Jorge aos sub-21 e deu o salto para a seleção principal. Aos 22 anos foi campeão europeu e foi contratado pelo Borussia Dortmund.

Em Le Blanc-Mesnil e em Faro deixou a família mais próxima e afastada, respetivamente, sempre a torcer por ele. Le Blanc-Mesnil onde, curiosamente, também está uma parte das raízes lusas.

A vila de 50 mil habitantes tem uma forte comunidade portuguesa, foi aliás muito castigada durante os motins de 2005, e é comum encontrar-se muito comércio português. É um subúrbio com uma forte marca lusitana, de gente simples, o que também terá influenciado o esquerdino.

Raphael Guerreiro cresceu a gostar do Benfica por influência do pai e com Pauleta como ídolo. Diz que os posters do avançado açoriano ainda estão nas paredes da casa dos pais. Tornou-se um homem discreto e recatado. Um pai dedicado à família: à esposa Marion e aos filhos Sacha e Ana.

Um português em França, no fundo.

«Já o conhecia o hino antes de chegar à seleção, de tanto ver os jogos de Portugal na televisão. Também aprendi A Marselhesa na escola. Mas sinto mais emoção ao cantar o hino português.»

Esta noite vai estar do outro lado da barricada. O que para ele não é uma novidade… mas quase.

 

Com MaisFutebol.

Três criadores portugueses na Semana da Moda Feminina de Paris

Participação portuguesa na Semana da Moda Feminina, que começou ontem, em Paris – até 05/10. Portugueses presentes no dia 01/10.

 

 

A semana da moda feminina de Paris começou ontem, 27 de setembro e vai decorrer até 5 de outubro.

Na « semana » participam três designers portugueses – Maria Carlos Baptista, Constança Entrudo e Ricardo Andrez.

« Esta participação insere-se num evento incluído no calendário oficial de eventos da Fédération de la Haute Couture et la Mode durante a Semana da Moda e é organizado conjuntamente pelo Portugal Fashion e ModaLisboa. Este evento terá lugar no dia 1 de outubro, às 16h30 locais na Galerie Joseph (5 rue Saint-Merri, 75004 Paris) e a entrada é sujeita a convite », informa a AICEP em comunicado.

 

Mais informações podem ser obtidas no website da Semana de Moda de Paris ou junto da Delegação da Aicep Portugal Global em Paris.

O Livro da Semana. 2 próximos programas. Entrevistas: Leonardo Tonus e Agnaldo Bata

O Livro da Semana. Dois próximos programas. Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris. Entrevistas de Nuno Gomes Garcia

 

29 setembro e 3 outubro: LEONARDO TONUS, autor de “DIÁRIOS EM MAR ABERTO”

6 e 10 outubro: AGNALDO BATA, autor de “SONHOS MANCHADOS, SONHOS VIVIDOS”

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (10h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Em destaque esta semana: LEONARDO TONUS, autor de “DIÁRIOS EM MAR ABERTO”

Leonardo Tonus é professor de literatura brasileira na Universidade da Sorbonne e mentor do Festival de Literatura “Printemps Brésilien”. A estas duas facetas, ele junta a de poeta, e foi como poeta que publicou, este verão, “Diários em mar aberto”, o seu terceiro livro de poesia.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Leonardo Tonus e descubra um livro que usa múltiplas vozes para analisar a viagem daqueles que trocam o seu país de origem por um novo país de acolhimento, onde, não raras vezes, são recebidos pelo ódio daqueles que já lá vivem.

Na Rádio Alfa, na quarta-feira às 12h30 (versão curta) e no domingo às 10h30 (versão longa). Repetição na terça-feira à 01h30 (versão longa). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Em destaque na próxima semana: AGNALDO BATA, autor de “SONHOS MANCHADOS, SONHOS VIVIDOS”.

Agnaldo Bata nasceu em Chamanculo, nos arredores de Maputo, em 1991, e vive em Paris, onde estuda Sociologia. Aos 30 anos de idade, já tem dois romances publicados: “Na Terra dos Sonhos” (2017) e “Sonhos Manchados, sonhos vividos”, distinguido com uma menção honrosa na 2ª edição do concurso Literário INCM-Eugénio Lisboa, uma importante rampa de lançamento para novos autores moçambicanos.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Agnaldo Bata e descubra um livro que explora as relações de amizade entre jovens que partilham os mesmos sonhos, mas que também é um alerta para os problemas que atingem a sociedade moçambicana.

Na Rádio Alfa, na quarta-feira às 12h30 (versão curta) e no domingo às 10h30 (versão longa). Repetição na terça-feira à 01h30 (versão longa). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Um programa de Nuno Gomes Garcia:

Autárquicas. Marcelo afasta crise política, lamenta abstenção e quer negociação do orçamento

Depois das autárquicas. Presidente Marcelo apela a negociação do orçamento sem crise política.

O presidente da República diz que as eleições decorreram de forma estável e normal, mas que gostaria que tivesse havido mais participação dos eleitores.

Marcelo Rebelo de Sousa lembra que há um orçamento para negociar e que no que depender do chefe de Estado não haverá qualquer crise política.

Boavista e Estoril Praia empatam (1-1) na conclusão da jornada 7

O Estoril Praia empatou hoje 1-1 na visita ao Boavista, no jogo que encerrou a sétima jornada da I Liga portuguesa de futebol, perdendo terreno para o trio da frente do campeonato.

No Estádio do Bessa, Gustavo Sauer adiantou os ‘axadrezados’, de grande penalidade, aos 24 minutos, e André Franco fez o golo do empate dos estorilistas, aos 71, impedindo a equipa da casa de pôr fim a uma série de três jogos sem vencer.

O Estoril Praia, que ainda só tinha vencido na qualidade de visitante nesta edição da I Liga, continua no quarto lugar mas atrasou-se na perseguição aos três ‘grandes’, estando agora a sete pontos do líder Benfica e a três de FC Porto e Sporting, enquanto o Boavista subiu à sétima posição, com os mesmos nove pontos do Paços de Ferreira que horas antes tinha empatado em casa com o Belenenses SAD a dois golos (2-2).

Resultados da sétima jornada da I Liga:

– Sexta-feira, 24 set:

Sporting – Marítimo, 1-0 (0-0 ao intervalo)

Gil Vicente – FC Porto, 1-2 (1-1)

– Sábado, 25 set:

Moreirense – Arouca, 2-1 (1-0)

Vitória de Guimarães – Benfica, 1-3 (0-2)

Tondela – Famalicão, 3-2 (1-1)

– Domingo, 26 set:

Santa Clara – Sporting de Braga, 1-1 (0-0)

Portimonense – Vizela, 0-0

– Segunda-feira, 27 set:

Paços de Ferreira – Belenenses SAD, 2-2 (2-0)

Boavista – Estoril Praia, 1-1 (1-0)

Programa da oitava jornada:

– Sexta-feira, 01 out:

Marítimo – Moreirense, 20:00

Famalicão – Vitória de Guimarães, 22:15

– Sábado, 02 out:

Vizela – Santa Clara, 16:30

FC Porto – Paços de Ferreira, 19:00

Arouca – Sporting, 21:30

– Domingo, 03 out:

Belenenses SAD – Tondela, 16:30

Benfica – Portimonense, 19:00

Estoril Praia – Gil Vicente, 19:00

Sporting de Braga – Boavista, 21:30

Com Agência Lusa.

Portugal nas meias-finais do Mundial de futsal ao bater Espanha no prolongamento

A seleção portuguesa de futsal qualificou-se hoje pela terceira vez para as meias-finais do Mundial, ao vencer a Espanha, campeã em 2000 e 2004, por 4-2, após prolongamento, em Vílnius, na Lituânia.

Na reedição da final do Euro2018, conquistado por Portugal, os espanhóis estiveram a ganhar por 2-0, com tentos de Adolfo (21 minutos) e Adri (23), mas André Coelho (31), Zicky (36), Raya (43, na própria baliza) e Pany Varela (48) selaram a reviravolta.

A formação das ‘quinas’, que tem com melhores resultados em Mundiais o terceiro lugar de 2000 e o quarto de 2016, vai defrontar nas ‘meias’, na quinta-feira, o Cazaquistão que venceu por 3-2 o Irão.

O encontro está agendado para as 19 horas (em Paris) da próxima quinta-feira.

Com Agência Lusa.

Autárquicas: Lista dos presidentes de câmara eleitos

Lista dos 302 presidentes de câmara eleitos nas eleições autárquicas de domingo, segundo os resultados provisórios publicados pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

Em seis dos 308 concelhos do país não estavam ainda apurados, às 06:00 de hoje, os resultados da votação e, por isso, não estavam ainda indicados os nomes dos presidentes da câmara eleitos em Águeda, Mogadouro, Amarante, Montijo, Ponte de Lima e Funchal.

A lista dos 302 presidente de câmara eleitos está organizada por distrito/região autónoma, com a indicação do partido, coligação ou movimento de independentes pelo qual cada um dos eleitos se candidatou

Aveiro:

Águeda – (por apurar)

Albergaria-a-Velha – António Augusto Amaral Loureiro e Santos (CDS-PP)

Anadia – Maria Teresa Belém Correia Cardoso (Movimento Independente Anadia Primeiro)

Arouca – Margarida Maria de Sousa Correia Belém (PS)

Aveiro – José Agostinho Ribau Esteves (PSD/CDS-PP/PPM)

Castelo de Paiva – José Duarte de Sousa e Rocha (PSD)

Espinho – Adelino Miguel Lino Moreira Reis (PS)

Estarreja – Diamantino Sabina (PSD/CDS-PP)

Ílhavo – João António Filipe Campolargo (Unir Para Fazer)

Mealhada – António Jorge Fernandes Francos (MMMI – Movimento Independente Mais e Melhor)

Murtosa – Joaquim Manuel dos Santos Baptista (PSD)

Oliveira de Azeméis – Joaquim Jorge Ferreira (PS)

Oliveira do Bairro – Duarte dos Santos Almeida Novo (CDS-PP)

Ovar – Salvador Malheiro Ferreira da Silva (PSD)

Santa Maria da Feira – Emídio Ferreira dos Santos Sousa (PSD)

São João da Madeira – Jorge Manuel Rodrigues Vultos Sequeira (PS)

Sever do Vouga – Pedro Amadeu Fernandes Lopes Lobo (PSD)

Vagos – Silvério Rodrigues Regalado (PSD)

Vale de Cambra – José Alberto Freitas Soares Pinheiro e Silva (CDS-PP)

Beja:

Aljustrel – Carlos Miguel Castanho Espada Teles (PS)

Almodôvar – António Manuel Ascensão Mestre Bota (PS)

Alvito – José Manuel Carvalho Penedo Martins Efigénio (PS)

Barrancos – Leonel Caçador Rodrigues (PCP/PEV)

Beja – Paulo Jorge Lúcio Arsénio (PS)

Castro Verde – António José Rosa de Brito (PS)

Cuba – João Manuel Casaca Português (PCP/PEV)

Ferreira do Alentejo – Luís António Pita Ameixa (PS)

Mértola – Mário José Santos Tomé (PS)

Moura – Álvaro José Pato Azedo (PS)

Odemira – Hélder António Guerreiro (PS)

Ourique – Marcelo David Coelho Guerreiro (PS)

Serpa – João Francisco Efigénio Palma (PCP/PEV)

Vidigueira – Rui Manuel Serrano Raposo (PCP/PEV)

Braga:

Amares – Manuel da Rocha Moreira (PSD/CDS-PP)

Barcelos – Mário Constantino Araújo Leite ds Silva Lopes (PSD/CDS-PP)

Braga – Ricardo Bruno Antunes Machado Rio (PSD/CDS-PP/PPM/Aliança)

Cabeceiras de Basto – Francisco Luís Teixeira Alves (PS)

Celorico de Basto – José António Peixoto Lima (PSD)

Esposende – António Benjamim da Costa Pereira (PSD)

Fafe – Antero da Silva Oliveira Barbosa Fernandes (PS)

Guimarães – Domingos Bragança Salgado (PS)

Póvoa de Lanhoso – Frederico de Oliveira Castro (PS)

Terras de Bouro – Manuel João Sampaio Tibo (PSD)

Vieira do Minho – António Cardoso Barbosa (PSD)

Vila Nova de Famalicão – Mário Sousa Passos (PSD/CDS-PP)

Vila Verde – Júlia Maria Cariedade Rodrigues Fernandes (PSD)

Vizela – Vítor Hugo Machado da Costa Salgado de Abreu (PS)

Bragança:

Alfândega da Fé – Eduardo Manuel Dobrões Tavares (PS)

Bragança – Hernâni Dinis Venâncio Dias (PSD)

Carrazeda de Ansiães – João Manuel dos Santos Lopes Gonçalves (PSD)

Freixo de Espada à Cinta – Nuno Manuel Rocha Gomes Ferreira (PS)

Macedo de Cavaleiros – Benjamim do Nascimento Pereira Rodrigues (PS)

Miranda do Douro – Helena Maria da Silva Ventura Barril (PSD/CDS-PP)

Mirandela – Júlia Maria de Almeida Lima e Sequeira Rodrigues (PS)

Mogadouro – (por apurar)

Torre de Moncorvo – Nuno Jorge Rodrigues Gonçalves (PSD/CDS-PP)

Vila Flor – Pedro Miguel Saraiva Lima Cordeiro de Melo (PSD/CDS-PP)

Vimioso – António Jorge Fidalgo Martins (PSD)

Vinhais – Luís dos Santos Fernandes (PS)

Castelo Branco:

Belmonte – António Pinto Dias Rocha (PS)

Castelo Branco – Leopoldo Martins Rodrigues (PS)

Covilhã – Vítor Manuel Pinheiro Pereira (PS)

Fundão – Paulo Alexandre Bernardo Fernandes (PSD)

Idanha-a-Nova – Armindo Moreira Palma Jacinto (PS)

Oleiros – Fernando Marques Jorge (PSD)

Penamacor – António Luís Beites Soares (PS)

Proença-a-Nova – João Manuel Ventura Grilo de Melo Lobo (PS)

Sertã – Carlos Alberto de Miranda (PS)

Vila de Rei – Ricardo Jorge Martins Aires (PSD)

Vila Velha de Ródão – Luís Miguel Ferro Pereira (PS)

Coimbra:

Arganil – Luís Paulo Carreira Fonseca da Costa (PSD)

Cantanhede – Maria Helena Rosa de Teodósio e Cruz Gomes de Oliveira (PSD)

Coimbra – José Manuel Monteiro de Carvalho e Silva (PSD/CDS-PP/Nós, Cidadãos!/PPM/Aliança/RIR/Volt)

Condeixa-a-Nova – Nuno Miguel Rondão Moita da Costa (PS)

Figueira da Foz – Pedro Miguel de Santana Lopes (Figueira a Primeira)

Góis – António Rui de Sousa Godinho Sampaio (PSD)

Lousã – Luís Miguel Correia Antunes (PS)

Mira – Raul José Rei Soares de Almeida (PSD)

Miranda do Corvo – António Miguel Costa Baptista (PS)

Montemor-o-Velho – Emílio Augusto Ferreira Torrão (PS)

Oliveira do Hospital – José Francisco Tavares Rolo (PS)

Pampilhosa da Serra – Jorge Alves Custódio (PSD)

Penacova – Álvaro Gil Ferreira Martins Coimbra (PSD)

Penela – Eduardo Jorge Mendes Nogueira Santos (PS)

Soure – Mário Jorge da Costa Rodrigues Nunes (PS)

Tábua – Ricardo Manuel da Silva Cruz (PS)

Vila Nova de Poiares – João Miguel Sousa Henriques (PS)

Évora:

Alandroal – João Maria Aranha Grilo (PS)

Arraiolos – Sílvia Cristina Tirapicos Pinto (PCP/PEV)

Borba – António José Lopes Anselmo (Movimento Unidos por Borba)

Estremoz – José Daniel Pena Sádio (PS)

Évora – Carlos Manuel Rodrigues Pinto de Sá (PCP/PEV)

Montemor-o-Novo – Olímpio Manuel Vidigal Galvão (PS)

Mora – Paula Cristina Calado Chuço (PS)

Mourão – João Filipe Cardoso Fernandes Fortes (PSD/CDS-PP)

Portel – José Manuel Clemente Grilo (PS)

Redondo – David Manuel Fialho Galego (PSD/CDS-PP)

Reguengos de Monsaraz – Marta Sofia da Silva Chilrito Prates (PSD)

Vendas Novas – Luís Carlos Piteira Dias (PS)

Viana do Alentejo – Luís Miguel Fialho Duarte (PCP/PEV)

Vila Viçosa – Inácio José Ludovico Esperança (PSD/CDS-PP/MPT/PPM)

Faro:

Albufeira – José Carlos Martins Rolo (PSD/CDS-PP/MPT/PPM)

Alcoutim – Osvaldo dos Santos Gonçalves (PS)

Aljezur – José Manuel Lucas Gonçalves (PS)

Castro Marim – Francisco Augusto Caimoto Amaral (PSD)

Faro – Rogério Conceição Bacalhau Coelho (PSD/CDS-PP/IL/MPT/PPM)

Lagoa – Luís António Alves da Encarnação (PS)

Lagos – Hugo Miguel Marreiros Henrique Pereira (PS)

Loulé – Vítor Manuel Gonçalves Aleixo (PS)

Monchique – Paulo Jorge Duarte Alves (PS)

Olhão – António Miguel Ventura Pina (PS)

Portimão – Isilda Maria Prazeres dos Santos Varges Gomes (PS)

São Brás de Alportel – Vítor Manuel Martins Guerreiro (PS)

Silves – Rosa Cristina Gonçalves da Palma (PCP/PEV)

Tavira – Ana Paula Fernandes Martins (PS)

Vila do Bispo – Rute Maria Dias Maia Nunes da Silva (PS)

Vila Real de Santo António – Álvaro Palma de Araújo (PS)

Guarda:

Aguiar da Beira – Virgílio da Cunha (Unidos Pela Nossa Terra)

Almeida – António José Monteiro Machado (PSD)

Celorico da Beira – Carlos Manuel da Fonseca Ascensão (PSD)

Figueira de Castelo Rodrigo – Carlos Manuel Martins Condesso (PSD)

Fornos de Algodres – António Manuel Pina Fonseca (PS)

Gouveia – Luís Manuel Tadeu Marques (PSD)

Guarda – Sérgio Fernando da Silva Costa (PG – Pela Guarda)

Manteigas – Flávio Miguel Tacanho Massano (Manteigas 2030)

Meda – João Germano Mourato Leal Pinto (PSD/CDS-PP)

Pinhel – Rui Manuel Saraiva Ventura (PSD)

Sabugal – Vítor Manuel Dias Proença (PSD)

Seia – António Luciano da Silva Ribeiro (PS)

Trancoso – Amílcar José Nunes Salvador (PS)

Vila Nova de Foz Côa – João Paulo Lucas Donas Botto Sousa (PSD)

Leiria:

Alcobaça – Hermínio José da Cruz Augusto Rodrigues (PSD)

Alvaiázere – João Paulo Carvalho Guerreiro (PSD)

Ansião – António José Vicente Domingues (PS)

Batalha – Raul Miguel de Castro (Batalha Para Todos Movimento Independente)

Bombarral – Ricardo Manuel Silva Fernandes (PS)

Caldas da Rainha – Vítor Manuel Calisto Marques (Vamos Mudar)

Castanheira de Pera – António Manuel Henriques Antunes (PS)

Figueiró dos Vinhos – Jorge Manuel Fernandes de Abreu (PS)

Leiria – Gonçalo Nuno Bértolo Gordalina Lopes (PS)

Marinha Grande – Aurélio Pedro Monteiro Ferreira (+MPM Movimento Pelo Concelho)

Nazaré – Walter Manuel Cavaleiro Chicharro (PS)

Óbidos – Filipe Miguel Alves Correia Daniel (PSD)

Pedrógão Grande – António José Ferreira Lopes (PSD)

Peniche – Henrique Bertino Batista Antunes (GCEPP – Grupo de Cidadãos Eleitores por Peniche)

Pombal – Pedro Alexandre Antunes Faustino Pimpão dos Santos (PSD)

Porto de Mós – José Jorge Couto Vala (PSD)

Lisboa:

Alenquer – Pedro Miguel Ferreira Folgado (PS)

Amadora – Carla Maria Nunes Tavares (PS)

Arruda dos Vinhos – André Filipe dos Santos Matos Rijo (PS)

Azambuja – Sílvino José Silva Lúcio (PS)

Cadaval – José Bernardo Nunes (PSD)

Cascais – Carlos Manuel Lavrador de Jesus Carreiras (PSD/CDS-PP)

Lisboa – Carlos Manuel Félix Moedas (PSD/CDS-PP/Aliança/MPT/PPM)

Loures – Ricardo Jorge Colaço Leão (PS)

Lourinhã – João Duarte Anastácio de Carvalho (PS)

Mafra – Hélder António Guerra de Sousa Silva (PSD)

Odivelas – Hugo Manuel dos Santos Martins (PS)

Oeiras – Isaltino Afonso Morais (Isaltino Inovar Oeiras)

Sintra – Basílio Adolfo de Mendonça Horta da Franca (PS)

Sobral de Monte Agraço – José Alberto Quintino da Silva (PCP/PEV)

Torres Vedras – Laura Maria de Jesus Rodrigues (PS)

Vila Franca de Xira – Fernando Paulo Ferreira (PS)

Portalegre:

Alter do Chão – Francisco José Cordeiro Miranda (PSD/CDS-PP)

Arronches – João Carlos Ventura Crespo (PSD)

Avis – Nuno Paulo Augusto da Silva (PCP/PEV)

Campo Maior – Luís Fernando Martins Rosinha (PS)

Castelo de Vide – António Manuel das Neves Nobre Pita (PSD)

Crato – Joaquim Bernardo dos Santos Diogo (PS)

Elvas – José António Rondão Almeida (MCPE – Movimento Cívico Por Elvas)

Fronteira – Rogério David Sádio da Silva (PSD)

Gavião – José Fernando da Silva Pio (PS)

Marvão – Luís António Abelho Sobreira Vitorino (PSD/CDS-PP)

Monforte – Gonçalo Nuno Ribeiro Brandão Amanso Pataca Lagem (PCP/PEV)

Nisa – Maria Idalina Alves Trindade (PS)

Ponte de Sor – Hugo Luís Pereira Hilário (PS)

Portalegre – Fermelinda de Jesus Pombo Carvalho (PSD/CDS-PP)

Sousel – Manuel Joaquim Silva Valério (PS)

Porto:

Amarante – (por apurar)

Baião – Joaquim Paulo de Sousa Pereira (PS)

Felgueiras – Nuno Alexandre Martins da Fonseca (Livre/PS)

Gondomar – Marco André dos Santos Martins Lopes (PS)

Lousada – Pedro Daniel Machado Gomes (PS)

Maia – António Domingos da Silva Tiago (PSD/CDS-PP)

Marco de Canaveses – Cristina Lasalete Cardoso Vieira (PS)

Matosinhos – Luísa Maria Neves Salgueiro (PS)

Paços de Ferreira – Humberto Fernando Leão Pacheco de Brito (PS)

Paredes – José Alexandre da Silva Almeida (PS)

Penafiel – Antonino Aurélio Vieira de Sousa (PSD/CDS-PP)

Porto – Rui de Carvalho de Araújo Moreira (Aqui Há Porto)

Póvoa de Varzim – Aires Henrique do Couto Pereira (PSD)

Santo Tirso – Alberto Manuel Martins da Costa (PS)

Trofa – Sérgio Humberto Pereira da Silva (PSD/CDS-PP)

Valongo – José Manuel Pereira Ribeiro (PS)

Vila do Conde – Vítor Manuel Moreira da Costa (PS)

Vila Nova de Gaia – Eduardo Vítor de Almeida Rodrigues (PS)

Santarém:

Abrantes – Manuel Jorge Séneca da Luz Valamatos dos Reis (PS)

Alcanena – Rui Fernando Anastácio Henriques (PSD/CDS-PP/MPT)

Almeirim – Pedro Miguel César Ribeiro (PS)

Alpiarça – Sónia Isabel Fernandes Sanfona Cruz Mendes (PS)

Benavente – Carlos António Pinto Coutinho (PCP/PEV)

Cartaxo – João Miguel Ferreira Heitor (PSD)

Chamusca – Paulo Jorge Mira Lucas Cegonho Queimado (PS)

Constância – Sérgio Miguel Santos Pereira de Oliveira (PS)

Coruche – Francisco Silvestre de Oliveira (PS)

Entroncamento – Jorge Manuel Alves de Faria (PS)

Ferreira do Zêzere – Bruno José da Graça Gomes (PS)

Golegã – António Carlos da Costa Camilo (2021ÉOANO)

Mação – Vasco António Mendonça Sequeira Estrela (PSD)

Ourém – Luís Miguel Marques Grossinho Coutinho Albuquerque (PSD/CDS-PP)

Rio Maior – Luís Filipe Santana Dias (PSD/CDS-PP)

Salvaterra de Magos – Hélder Manuel Ramalho de Sousa Esménio (PS)

Santarém – Ricardo Gonçalves Ribeiro Gonçalves (PSD)

Sardoal – António Miguel Cabedal Borges (PSD)

Tomar – Anabela Gaspar de Freitas (PS)

Torres Novas – Pedro Paulo Ramos Ferreira (PS)

Vila Nova da Barquinha – Fernando Manuel dos Santos Freire (PS)

Setúbal:

Alcácer do Sal – Vítor Manuel Chaves de Caro Proença (PCP/PEV)

Alcochete – Fernando Manuel Gonçalves Pina Pinto (PS)

Almada – Inês de Saint-Maurice Esteves de Medeiros Victorino de Almeida (PS)

Barreiro – Frederico Alexandre Aljustrel da Costa Rosa (PS)

Grândola – António de Jesus Figueira Mendes (PCP/PEV)

Moita – Carlos Edgar Rodrigues Albino (PS)

Montijo – (por apurar)

Palmela – Álvaro Manuel Balseiro Amaro (PCP/PEV)

Santiago do Cacém – Álvaro dos Santos Beijinha (PCP/PEV)

Seixal – Joaquim Cesário Cardador dos Santos (PCP/PEV)

Sesimbra – Francisco Manuel Firmino de Jesus (PCP/PEV)

Setúbal – André Valente Martins (PCP/PEV)

Sines – Nuno José Gonçalves Mascarenhas (PS)

Viana do Castelo:

Arcos de Valdevez – João Manuel do Amaral Esteves (PSD)

Caminha – Luís Miguel da Silva Mendonça Alves (PS)

Melgaço – Manoel Batista Calçada Pombal (PS)

Monção – António José Fernandes Barbosa (PSD)

Paredes de Coura – Vítor Paulo Gomes Pereira (PS)

Ponte da Barca – Augusto Manuel dos Reis Marinho (PSD)

Ponte de Lima – (por apurar)

Valença – José Manuel Vaz Carpinteira (PS)

Viana do Castelo – Joaquim Luís Nobre Pereira (PS)

Vila Nova de Cerveira – Rui Pedro Teixeira Ferreira da Silva (PS)

Vila Real:

Alijó – José Rodrigues Paredes (PSD/CDS-PP)

Boticas – Fernando Eirão Queiroga (PSD)

Chaves – Nuno Vaz Ribeiro (PS)

Mesão Frio – Paulo Jorge Peres Teixeira da SIlva (PS)

Mondim de Basto – Bruno Miguel de Moura Ferreira (PSD)

Montalegre – Manuel Orlando Fernandes Alves (PS)

Murça – Mário Artur Correia Lopes (PSD)

Peso da Régua – José Manuel Gonçalves (PSD)

Ribeira de Pena – João Avelino Noronha Rodrigues de Carvalho (PS)

Sabrosa – Maria Helena Marques Pinto da Lapa (PS)

Santa Marta de Penaguião – Luís Reguengo Machado (PS)

Valpaços – Amílcar Rodrigues Alves Castro de Almeida (PSD)

Vila Pouca de Aguiar – António Alberto Pires Aguiar Machado (PSD)

Vila Real – Rui Jorge Cordeiro Gonçalves dos Santos (PS)

Viseu:

Armamar – João Paulo Soares Carvalho Pereira da Fonseca (PSD/CDS-PP)

Carregal do Sal – Paulo Jorge Almeida Catalino Ferraz (PS)

Castro Daire – Paulo Martins de Almeida (PSD/CDS-PP)

Cinfães – Armando Silva Mourisco (PS)

Lamego – Francisco Manuel Lopes (PSD/CDS-PP)

Mangualde – Marco Filipe Pessoa de Almeida (PS)

Moimenta da Beira – Paulo Alexandre de Matos Figueiredo (PS)

Mortágua – Ricardo Sérgio Pardal Marques (PS)

Nelas – Joaquim Augusto Alves Amaral (PSD/CDS-PP)

Oliveira de Frades – João Carlos Ferreira Valério (PSD/CDS-PP)

Penalva do Castelo – Francisco Lopes de Carvalho (PS)

Penedono – Cristina Maria Ferreira (PSD)

Resende – Manuel Joaquim Garcez Trindade (PS)

Santa Comba Dão – Leonel José Antunes Gouveia (PS)

São João da Pesqueira – Manuel António Natário Cordeiro (Pela Nossa Terra)

São Pedro do Sul – Vítor Manuel de Almeida Figueiredo (PS)

Sátão – Alexandre Manuel Mendonça Vaz (PSD)

Sernancelhe – Carlos Silva Santiago (PSD)

Tabuaço – Carlos André Teles Paulo de Carvalho (PSD/CDS-PP)

Tarouca – Valdemar de Carvalho Pereira (PSD)

Tondela – José António Gomes de Jesus (PSD)

Vila Nova de Paiva – Paulo Manuel Teixeira Marques (PS)

Viseu – Fernando de Carvalho Ruas (PSD)

Vouzela – Rui Miguel Ladeira Pereira (PSD)

Madeira:

Calheta – Carlos Manuel Figueira de Ornelas Teles (PSD)

Câmara de Lobos – Pedro Emanuel Abreu Coelho (PSD)

Funchal – (por apurar)

Machico – Ricardo Miguel Nunes Franco (PS)

Ponta do Sol – Célia Maria da Silva Pessegueiro (PS)

Porto Moniz – João Emanuel Silva Câmara (PS)

Ribeira Brava – Ricardo António Nascimento (Ribeira Brava em Primeiro)

Santa Cruz – Filipe Martiniano Martins de Sousa (JPP)

Santana – Márcio Dinarte da Silva Fernandes (CDS-PP)

São Vicente – José António Gonçalves Garcês (PSD/CDS-PP)

Porto Santo – Nuno Filipe Melim Batista (PSD/CDS-PP)

Açores:

Vila do Porto – Bárbara Pereira Torres de Medeiros Chaves (PS)

Lagoa – Cristina de Fátima Silva Calisto (PS)

Nordeste – António Miguel Borges Soares (PSD)

Ponta Delgada – Pedro Miguel de Medeiros do Nascimento Cabral (PSD)

Povoação – Pedro Nuno de Sousa Melo (PS)

Ribeira Grande – Alexandre Branco Gaudêncio (PSD)

Vila Franca do Campo – Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues (PS)

Angra do Heroísmo – José Gabriel do Álamo Meneses (PS)

Vila da Praia da Vitória – Vânia Marisa Borges Figueiredo Ferreira (PSD/CDS-PP)

Santa Cruz da Graciosa – António Manuel Ramos dos Reis (PSD/CDS-PP/PPM)

Calheta – Décio Natálio Almada Pereira (Dar Vida ao Concelho)

Velas – Luís Virgílio de Sousa da Silveira (CDS-PP)

Lajes do Pico – Ana Catarina Terra Brum (PS)

Madalena – José António Marcos Soares (PSD)

São Roque do Pico – Luís Filipe Ramos Macedo da Silva (PSD)

Horta – Carlos Manuel da Silveira Ferreira (PSD/CDS-PP/PPM)

Lajes das Flores – Luís Carlos Martins Maciel (PS)

Santa Cruz das Flores – José Carlos Pimentel Mendes (PS)

Corvo – José Manuel Alves da Silva (PS)

Com Agência Lusa.

Pandemia, Brexit, vistos. Penúria de combustíveis no Reino Unido atingirá também a UE. Análise

(Foto de abertura: EPA/FACUNDO ARRIZABALAGA)

Pandemia, Brexit e política de vistos a trabalhadores estrangeiros conduzem a penúria de bens e de combustíveis sobretudo no Reino Unido.

Debandada de imigrantes causada pelo Brexit, política de vistos e a pandemia deixa o Reino Unido com falta de camionistas. O inverno prevê-se difícil essencialmente no Reino Unido.

Ouça a análise de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, nesta terça feira, 28, às 7h15, 13h15, 16h30 e 19h45.

Ou ouça aqui:

 

Autárquicas: Costa assume frustração com « derrota inesperada » em Lisboa

Autárquicas: Costa assume frustração com « derrota inesperada » em Lisboa

 

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O secretário-geral do PS, António Costa, assumiu hoje frustração com a « derrota inesperada » do socialista Fernando Medina na sua recandidatura à presidência da Câmara Municipal de Lisboa e desejou felicidades ao vencedor, Carlos Moedas.

Em declarações aos jornalistas, no Pátio da Galé, em Lisboa, onde foi cumprimentar Fernando Medina, António Costa considerou que o presidente cessante da Câmara Municipal de Lisboa assumiu « com total dignidade e frontalidade » a sua derrota nas eleições autárquicas de domingo.

António Costa lamentou o resultado obtido pela coligação entre o PS e o partido Livre em Lisboa, observando: « Como toda a gente sabe, foi uma derrota inesperada, não havia nenhum indicador que apontasse para este resultado, mas a democracia é mesmo assim ».

No seu entender, « há uma coisa que é clara, foi a vontade dos lisboetas, os lisboetas quiseram mudar ».

« Se sinto frustração, claro que sim, é evidente que sim, isso é indiscutível », afirmou o secretário-geral do PS e primeiro-ministro – que presidiu à Câmara Municipal de Lisboa entre 2007 e 2015, quando deixou a governação do executivo autárquico a Fernando Medina, até então seu vice-presidente.

« Como é sabido, tenho uma ligação particular à cidade, não só por viver cá, mas por ter tido a oportunidade de em 2007 ter reconquistado esta câmara para o PS e ter iniciado um ciclo de governação que durou até ao dia de hoje », referiu.

O secretário-geral do PS desejou ao social-democrata Carlos Moedas, que encabeçou uma coligação entre PSD, CDS-PP, Aliança, MPT e PPM, « as maiores felicidades e sucessos na governação desta cidade, que é uma cidade maravilhosa », mostrando-se convicto de que « seguramente fará também o seu melhor para cuidar dela e tratar do seu desenvolvimento e cuidar dos lisboetas ».

António Costa remeteu para os analistas a identificação das causas dos resultados em Lisboa e, questionado sobre as suas implicações para o país, retorquiu que a nível nacional « o resultado é muito claro, o PS teve uma vitória claríssima nestas eleições a nível nacional ».

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