Paris. Avião quebrou a barreira do som e provocou um enorme estrondo

Apesar de não haver sinais de fumo ou fogo, muitas pessoas achavam que se tratava de uma explosão, sentida não só no centro da capital como também nos subúrbios.

Várias testemunhas afirmaram que sentiram os edifícios a tremer.

Momentos depois as autoridades vieram esclarecer que o estrondo foi provocado pelo avião a jato que ultrapassou a barreira do som.

 

 

Roland Garros. Tenistas na altura do estrondo.

https://twitter.com/doublefault28/status/1311244168501628928

 

 

Informação com BFMTV

 

 

Quase 17 mil portugueses que tinham emigrado regressaram ao país no ano passado

Quase 17 mil portugueses que tinham emigrado regressaram ao país no ano passado, informa o jornal Expresso (expresso.pt).

« Do total de 72.700 pessoas que vieram viver para Portugal em 2019, cerca de um quarto são portugueses que estão de regresso ao país. É o maior número de retornos da última década. A emigração voltou a diminuir: saíram 28 mil portugueses no ano passado, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) ».

Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE) e registam, escreve o Expresso, que « os regressos representam 23% das entradas em Portugal no ano passado ». Os restantes são estrangeiros, oriundos na maioria de países fora da União Europeia.

« O número de retornos em 2019 é o mais alto pelo menos da última década, com quase dois mil regressos a mais do que os registados no ano anterior. Os cerca de 17 mil regressos são de pessoas com naturalidade portuguesa, ou seja, que nasceram em Portugal. Se alargarmos às pessoas com nacionalidade portuguesa, que incluem luso-descendentes, então o número de entradas no ano passado sobe para 26.379 », acrescenta o jornal.

No que diz respeito às saídas de Portugal, no ano passado houve 28 mil portugueses a deixar o país com intenção de ficar fora por mais de um ano. Quase três em cada quatro (72%) optaram por um país da União Europeia como destino.

 

Empregos e profissões de amanhã. Pascal de Lima e o seu novo livro

Capitalismo e tecnologia. Empregos e profissões de amanhã.

Pascal de Lima fala sobre o seu último livro  “Capitalisme et technologie : les liaisons dangereuses – vers les métiers de demain” .

Ouça aqui a última crónica do economista e professor de SciencesPo:

 

Covid-19/França. Mais 59 mortos e 8.051 novos casos em 24h

 A França registou mais 8.051 novos casos e 59 mortes em 24 horas, segundo dados oficiais divulgados ontem ao fim da tarde.

 

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Com os novos dados, o número total de pessoas contagiadas desde o início da pandemia no país passou para 550.690, segundo Santé Publique France.

Com mais 59 mortos, o número  total de óbitos em França é agora de 31.893.

Os hospitais estão sob tensão porque  os internamentos de doentes estão a aumentar: nos últimos sete dias houve 3.984 internamentos de doentes com covid-19, dos quais 815 estão em unidades de cuidados intensivos, 165 destes de anteontem para ontem, ou seja em 24 horas.

A taxa de testes positivos continua a aumentar e situa-se agora nos 7,6%, dois pontos percentuais acima do verificado há duas semanas.

Os surtos também aumentaram:  há 1.265 surtos ativos sob investigação, dos quais 72 surgiram em 24 horas.

244 dos surtos são em lares ou residências de idosos.

Som : Dan Tibério vencedor do prémio « World Music » nos Ipma2020 na Rádio Alfa

Tal como tinha prometido Dan Tibério aquando da última passagem na Rádio Alfa, afirmou que se ganhasse um prémio vinha aos estúdios mostrar…
Hoje passou por cá e esteve à conversa com Vitor Santos na emissão Nunca é Tarde.

 

 


Covid-19: Festival de Cinema de Cannes terá edição reduzida em outubro

O Festival de Cinema de Cannes (França), que viu a edição de maio adiada por causa da pandemia da covid-19, terá uma versão « especial », reduzida a três dias em outubro, mantendo dois filmes portugueses na competição oficial.

 

 

Em comunicado, a direção do festival anunciou hoje uma edição condensada, entre os dias 27 e 29 de outubro naquela cidade francesa, com a exibição em sala de quatro longas-metragens da « seleção oficial de Cannes 2020 », das curtas-metragens em competição e ainda dos filmes do programa Cinéfondation.

O filme « O Cordeiro de Deus », de David Pinheiro Vicente, foi selecionado para a competição de curtas-metragens, e « Corte », dos realizadores Afonso Rapazote e Bernardo Rapazote, integra o programa « Cinéfondation ».

Segundo a direção do festival, em breve será anunciado o júri que decidirá quem receberá a Palma de Ouro nas curtas-metragens e nos prémios do Cinéfondation.

As quatro longas-metragens escolhidas para esta edição reduzida de Cannes são « Un triomphe », de Emmanuel Courcol, « True Mothers », de Naomi Kawase, « Beginning », de Dea Kulumbegashvili, e « Les Deux Alfred », de Bruno Kiberlain.

A organização tinha anunciado anteriormente uma série de filmes que poderiam ser exibidos nos cinemas no outono em 2021, com o selo « seleção oficial de Cannes ».

Entre os filmes anunciados no início de junho estavam « Na Penumbra », do realizador lituano Sharunas Bartas, coproduzido pela portuguesa Terratreme, « The French Dispatch », de Wes Anderson, « Été 85 », de François Ozon, « Falling », de Viggo Mortensen, « Soul », de Peter Docter pelos estúdios Pixar, e « Aya and the Witch », de Goro Miyazaki, primeiro filme em animação 3D dos estúdios Ghibli.

Além deste anúncio, a direção marcou na agenda a 74.ª edição do festival de Cannes, de 11 a 22 de maio de 2021.

 

Com Agência Lusa.

Diogo Piçarra tem música no « FIFA 21 »

« No Es Mi Culpa », junta Trooko e Diogo Piçarra integra a banda sonora de um dos videojogos mais jogados do Mundo.

 

A canção foi escrita em parceria com Dave Nada, Jesse Tittsworth, Eric Bobo e o produtor Jeffrey Penalva.

Diogo Piçarra vai lançar o tema no dia 9 de outubro.

Já o « FIFA 21 » sairá três dia antes, a 6 de outubro, e terá músicas de nomes como Dua Lipa, Anitta, Disclosure e Stormzy.

 

 

Alfa/SIC.

 

Camané, Mário Laginha e Maria Mendes nomeados para os Grammy Latinos

Os músicos Camané e Mário Laginha e a cantora Maria Mendes estão nomeados para os prémios de música Grammy Latinos 2020, segundo a lista de nomeados hoje divulgada.

O fadista Camané e o pianista Mário Laginha estão indicados na categoria de « Melhor Álbum de Raízes » em língua portuguesa com o disco « Aqui está-se sossegado », a partir do repertório de fado.

A cantora de jazz Maria Mendes está indicada para o Grammy Latino de « Melhor arranjo », com o tema « Asas Fechadas », de Amália Rodrigues, que gravou no álbum « Close to me » com John Beasley e a Metropole Orkest da Holanda, lançado em outubro de 2019.

A 21.ª edição dos Grammy Latino, com o colombiano J Balvin a liderar as nomeações em 13 categorias, decorrerá a 19 de novembro.

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Portugal. Mais 6 mortos e 688 infetados em 24 horas

Informação oficial da DGS. Covid-19/Portugal. Mais 6 mortos, 688 infetados e 309 recuperados em Portugal – em 24 horas.

O boletim diário da DGS desta terça-feira contabiliza um total de 74.717 infeções, 1953 mortes, 48193 recuperados e 24.561 casos ativos.

Cinco das seis vítimas mortais viviam na região de Lisboa e Vale do Tejo, que tem também o maior número de novos infetados – 478 . A outra vítima mortal é da zona Centro.

Há hoje mais duas pessoas internadas em hospitais portugueses (661) e mais uma em unidades de cuidados intensivos (99).

 

Nascimentos em França de mães portuguesas descem de 21.127 para 4.545 em 41 anos

Os nascimentos em França de mães portuguesas, que representavam 2,8% das crianças ali nascidas em 1977, diminuíram em quatro décadas para 0,6%, tendo recentemente aumentado graças à retoma da emigração para aquele país, segundo uma investigação hoje divulgada.

A conclusão resulta da análise de uma série estatística sobre os nascimentos em França de mães de origem estrangeira, entre 1977 e 2018, da autoria de Inês Vidigal, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do Instituto Universitário de Lisboa.

Intitulado “Nascimentos em França de mães portuguesas, 1977-2018”, a análise está a ser divulgada pelo Observatório da Emigração e identifica “o declínio” dos nascimentos em território francês das mães de origem portuguesa e suas relações com a evolução dos nascimentos em França.

A investigação começa por abordar o final da década de 1970 que se caracterizou por “valores muito elevados de nascimentos de mães portuguesas”.

“Em 1977 verifica-se o maior número da série em análise, com 21.127 nascimentos, quando o peso dos nascimentos de mães portuguesas era muito elevado: 2,8% em relação ao total de nascimentos em França e 16,9% no total de nascimentos de mães estrangeiras”.

No oposto, em 2010 registou-se o valor mais baixo do período em análise, com apenas 4.350 nascimentos em França de mães portuguesas, e o valor mínimo no total de nascimentos em território francês: 0,5% do total.

Entre 2013 e 2016 registou-se uma ligeira retoma dos nascimentos de mães portuguesas em França, um crescimento que “acompanhou a retoma da emigração que se verificou a nível mundial, e na qual a emigração portuguesa para França voltou a registar valores bastante elevados, com um máximo de quase 20 mil entradas em 2012”.

Nesta década, observa-se uma estabilização dos valores em cerca de 4.600 nascimentos por ano, sendo a representatividade dos nascimentos em França de mães portuguesas cerca de 0,5% em relação ao total de nascimentos e de 3% em relação aos de mães estrangeiras.

Entre os principais países de origem das mães que têm filhos em França, Portugal ocupava no último período em análise (2010-2018) o quinto lugar, com uma média de 4.181 nascimentos anuais.

Portugal seguia nesta posição a Argélia, que ocupava o primeiro lugar (25.247 nascimentos anuais), seguida de Marrocos (22.848), da Tunísia (7.257) e da Turquia (6.576).

Entre 1977 e 1979, Portugal ocupava a terceira posição (19.539 nascimentos anuais), com Marrocos no segundo lugar (19.826) e Argélia no primeiro (33.494).

A autora conclui que a evolução da variação dos nascimentos em França se explica “mais por fatores reportáveis ao país de nascimento das mães do que ao país de destino, a França”.

“São os ciclos de crescimento, estagnação e regressão da emigração portuguesa para França que explicam, com um hiato de quase uma década, a evolução do número de nascimentos de mães portuguesas a residir em França”, prossegue a investigadora.

E acrescenta: “Reduzindo-se a entrada de novos contingentes de emigrantes portuguesas em idade fértil, reduz-se o número de nascimentos de filhos de mães portuguesas, mesmo quando aumenta o número de portugueses a residir em França”.

Por outro lado, ressalva a investigadora do Observatório da Emigração, “o envelhecimento crescente desta população portuguesa emigrada em França explica o sentido globalmente decrescente do número de nascimentos de mães portuguesas”.

De acordo com esta investigação, “os nascimentos em França de mães estrangeiras têm uma característica comum ao longo da série em análise: a maioria dos nascimentos que ocorreram eram de mães de origem africana, sobretudo do norte de África”.

“A grande representatividade do continente africano nos nascimentos em França é facilmente explicada pelas grandes vagas migratórias que ocorreram com a descolonização de territórios ocupados pelos franceses, como a Argélia, o Senegal, a Costa do Marfim, a Tunísia e Marrocos”, lê-se nas conclusões do estudo.

Em 41 anos (1977 a 2018) nasceram em França 5.577.222 crianças de mães com origem estrangeira.

 

Com Agência Lusa.