Covid-19/Portugal: Mais oito mortes e 204 novos casos de infeção

Covid-19: Mais oito mortes e 204 novos casos de infeção – DGS

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Portugal regista hoje mais oito mortes e 204 novos casos de infeção por covid-19 em relação a quinta-feira, segundo o boletim diário da Direção-Geral de Saúde (DGS).

De acordo com o relatório da situação epidemiológica da DGS, desde o início da pandemia até hoje registaram-se 51.072 casos de infeção confirmados e 1.735 mortes.

A região de Lisboa e Vale do Tejo, onde continua a haver mais surtos ativos de covid-19, totaliza hoje 26.067 casos, mais 128 do que na véspera.

Dois mortos e 25 feridos em descarrilamento de Alfa Pendular no distrito de Coimbra

Dois mortos e 25 feridos em descarrilamento de comboio Alfa Pendular no distrito de Coimbra: “Não sei bem como mas alguém arrombou a porta e saímos”

ANDRÉ RITO

Alfa/ adaptação de informações do Expresso e da Lusa

Proteção Civil indica que há seis feridos graves e 19 ligeiros. André Rito, colaborador do Expresso, seguia na carruagem 4 e explica como alguns passageiros conseguiram escapar. Marcelo “lamenta o grave acidente ferroviário” e diz que já foi instaurado um inquérito para tentar apurar o que aconteceu

O descarrilamento de um comboio Alfa Pendular na região de Soure, em Coimbra, provocou pelo menos dois mortos, segundo diz ao Expresso o presidente da Junta de Freguesia de Soure, Santos Mota. As vítimas mortais são os trabalhadores de uma máquina de manutenção da linha em que o comboio embateu.

A Proteção Civil confirma o número de mortos e indica que há seis feridos « de média gravidade » – um deles, o maquinista, « a inspirar mais cuidados » – e 19 ligeiros. Estão no terreno 175 operacionais, apoiados por 68 veículos e dois meios aéreos, adianta. O alerta foi dado às 15h30 e o comboio seguia no sentido Sul-Norte, tendo partido às 14h de Santa Apolónia, em Lisboa, com destino a Braga.

« Houve um grande estrondo e rapidamente percebemos que o comboio estava fora da linha. Havia muita poeira. E alguém começou a gritar ‘deitem-se no chão, deitem-se no chão’. Não sei bem como, mas alguém conseguiu arrombar a porta da carruagem e saímos », relata o colaborador do Expresso André Rito, que seguia na carruagem 4 do comboio. « Quando saímos, o terreno era muito acidentado e tivemos de arrombar um portão para nos afastarmos da linha. Diria que o comboio, ao chocar, empurrou a máquina ao longo de cerca de 300 metros », acrescenta.

Neste momento, está montada uma tenda do INEM para prestar assistência aos « vários feridos ». « Está uma grande confusão. Há muita gente e as pessoas que não estão feridas estão a ser canalizadas para um pavilhão na vila de Soure », acrescenta Santos Mota.

Fonte das Infraestruturas de Portugal revelou que « fará um ponto de situação em breve », não precisando quando, e que « meios de socorro estão a caminho do local », confirmando ainda que « a linha está cortada nos dois sentidos ».

Segundo a Lusa: de acordo com o comandante Distrital de Operações de Coimbra, as duas vítimas mortais eram os únicos ocupantes da máquina da REFER – Rede Ferroviária Nacional.

Dos 212 passageiros do Alfa Pendular, registam-se seis feridos graves, sendo que nenhum corre risco de vida, acrescentou.

« Ameaças de patrões afastam emigrantes de férias em Portugal »

Ameaças de patrões afastam emigrantes de férias em Portugal – JN

Não vai ser um « querido mês de agosto » para metade dos portugueses que seriam esperados a partir de sábado nas fronteiras nacionais e que este ano decidiram não vir, escreve o Jornal de Notícias na sua edição de hoje.

Há quem alegue quebra de rendimentos e medo de contrair o vírus com as deslocações, mas « também há quem tenha sido pressionado pelos patrões estrangeiros a não viajar ».

Com efeito, diz o JN que o medo de perder o emprego e quarentena após os regresso « obrigam a rever planos de férias de verão ».

Quebra de rendimentos e receio da Covid-19 são outras razões, acrescenta o jornal, que chega à conclusão de que metade dos portugueses residentes no estrangeiro deverão ficar nos países que os acolhem.

300 empresários emigrantes em França esperados no encontro dos investidores da diáspora em 2021

Trezentos empresários emigrantes em França esperados no encontro dos investidores da diáspora em 2021

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Trezentos empresários portugueses sediados em França são esperados na 5.ª edição do Encontro dos Investidores da Diáspora de Fátima em agosto de 2021, anunciou ontem o presidente da Câmara Municipal de Ourém, no distrito de Santarém.

O evento, que deveria decorrer em dezembro de 2020 mas que foi adiado para os dias 05 a 07 de agosto do próximo ano devido à pandemia, estará associado ao Encontro Anual da Câmara de Comércio Luso-Francesa, que habitualmente junta 300 empresários emigrantes, avançou Luís Albuquerque, na apresentação do 5.º Encontro dos Investidores da Diáspora.

« Isso vai valorizar mais o mesmo, porque vai proporcionar um conjunto de contactos que poderão ser muito valiosos para a nossa região, saibamos nós potenciá-lo », acrescentou o presidente do município.

Luís Albuquerque acredita que Fátima é o local ideal para o Encontro de Investidores da Diáspora, « pelas acessibilidades e centralidade » mas, também, porque « na nossa região a emigração está bem presente e há uma grande potencialidade para investir ».

A secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, presente na cerimónia que serviu ainda para apresentar o Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora, realçou que o encontro de 2021 será « uma ótima oportunidade para divulgar as potencialidades do território, produtos e potencialidades de investimento ».

« Vamos trabalhar para que seja um sucesso ainda maior do que foram os anteriores », prometeu Berta Nunes.

Imagem do IV encontro dos investidores da diáspora Foto NUNO ANDRÉ FERREIRA/LUSA

 

Governo português quer captar apoios dos milhões de portugueses emigrados

Programa de Apoio ao Investimento da Diáspora quer captar apoios dos milhões de portugueses emigrados

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Alfa/com Lusa
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O Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora (PNAID) quer apoiar e captar investimento dos cerca cinco milhões de portugueses e lusodescendentes que vivem no estrangeiro, disse ontem na apresentação do plano a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas.

Em Ourém, Berta Nunes detalhou os quatro eixos, 23 medidas e 85 submedidas que compõem o PNAID, desenhado entre vários ministérios e secretarias de Estado para apoiar os emigrantes que já investem em Portugal e captar outros milhões de portugueses e lusodescendentes que, « segundo alguns cálculos », estão espalhados « por mais de 190 países ».

« O que pretendemos com este programa é não só facilitar esse investimento, mas atrair mais e apoiar os investidores que queiram vir investir », sublinhou a secretária de Estado, avançando que o Governo espera, através do PNAID, que acelerar « a atração do investimento da diáspora ».

Por outro lado, há a intenção de tornar visível essa aposta da comunidade emigrada no país de origem:

Atualmente « já temos muitos emigrantes que estão a viver no estrangeiro a regressar e a investir ou a investir continuando nos países onde residem », o que « passa despercebido ».

« Muitas vezes não temos a noção do contributo dos emigrantes nesta vertente do investimento », frisou Berta Nunes, revelando que identifica « alguns preconceitos « na forma como país olha para os seus emigrantes.

Segundo a secretária de Estado, os preconceitos « existem porque há falta de conhecimento do que realmente significa para Portugal essa nossa diáspora » e, por isso, o PNAID contempla uma componente de comunicação desses projetos.

A par do envio de remessas e do peso no turismo, o investimento da emigração despenha um papel « muito importante » para a economia nacional, que o Governo quer ver reforçado com um conjunto de majorações e avisos dedicados para investidores da diáspora, financiados pelo Orçamento do Estado e fundos comunitários.

Os apoios abrangem diversas áreas, da agricultura ao turismo, passando pela habituação e educação, ficando reservada uma quota de 07%, cerca de 3.500 vagas no ensino superior « em todos os cursos, incluindo medicina e engenharias », para emigrantes e familiares, de modo a permitir atrair lusodescendentes e, com eles, os pais, « que também podem vir e fazer o seu investimento em Portugal ».

De acordo com Berta Nunes, não está fixada nenhuma meta para o PNAID, porque essa aposta dos emigrantes no país nunca foi quantificada:

« Não temos propriamente um termos de comparação, porque não há informação que nos diga as empresas que foram criadas e investimentos feitos ou que a percentagem é investimento da diáspora ».

O PNAID foi aprovado na semana passada e, após a formalização, a Secretaria de Estado da Valorização do Interior divulgará avisos de linhas de apoio dedicados a investidores nacionais a residir no estrangeiro, num valor que não foi anunciado hoje.

Portugal. « Grande parte dos nossos turistas são emigrantes ou lusodescendentes »

Governo estima que 60% dos emigrantes venham a Portugal nas férias

Secretária de Estado das Comunidades diz que só no final de agosto será possível saber se os emigrantes vieram como habitualmente ou preferiram ficar nos países de origem

Berta Nunes
Alfa/ Adaptado, com Lusa e TVI24

Os líderes das comunidades portuguesas no estrangeiro estimam que 60% dos emigrantes virão de férias a Portugal, afirmou ontem a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas.

Em Ourém, onde apresentou o Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora, Berta Nunes salientou que não há números concretos, mas disse que « as perceções dos líderes das comunidades é que virão 60% dos emigrantes ».

Contudo, sublinhou, não há certezas, porque « na fronteira terrestre não há controlo » e só no fim de agosto, através das informações das autarquias « será possível saber se vieram como habitual ou muito menos ».

O Governo está a tentar, revelou, através das operadoras de telecomunicações, somar dados de « quantos portugueses com telemóvel português atravessaram a fronteira », de modo a melhorar a monitorização das entradas.

Esse controlo, que atualmente não existe, vai permitir ter informação mais rigorosa do peso dos emigrantes nos fluxos turísticos:

« Temos a noção de que grande parte dos nossos turistas são emigrantes ou lusodescendentes. Essa é uma forma de ajudar o país que não tem grande visibilidade, porque não temos esses números. Esta é mais uma razão para os queremos ter », disse Berta Nunes, referindo-se às entradas de emigrantes.

A secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, que estará sábado, ao final da manhã, na fronteira de Vilar Formoso para « ter mais perceção de como está a vinda dos emigrantes », mostrou-se ainda preocupada com os efeitos económicos nas comunidades de origem.

« Toda esta crise sanitária está a levar-nos a uma crise económica que tem várias componentes e esta é mais uma », porque a quebra no número de regressos nas férias « traduz-se também numa menor dinamização da economia local e também em mais problemas ».

Segundo Berta Nunes, o Governo espera que « venham todos aqueles que puderem », embora seja certo que « alguns não virão porque estão desempregados, perderam rendimentos ou têm problemas no trabalho ».

Alguns empregadores, concretamente na Suíça e Alemanha, têm feito pressão sobre os trabalhadores portugueses:

« Os líderes das comunidades com quem temos conversado, disseram-nos que alguns patrões que dizem: ‘Se fores a Portugal e se tiveres de fazer quarentena, não te pago a quarentena e podes ter problemas no trabalho' ». Isso retrai as pessoas, sobretudo quando os empregos são um pouco precários ».

Contudo, a secretária de Estado lembra que em países em que as comunidades de portugueses são numerosas, como Alemanha, Suíça, França, Espanha ou Luxemburgo, « não há nenhuma restrição a vir para Portugal nem a ir ».

« Nessas grandes comunidades, com exceção com o Reino Unido com quem temos um problema particular, todos os nossos emigrantes podem ir e vir. A expectativa é que não haja nenhum problema nem à vinda nem à volta », sublinhou.

Covid-19: Bares e discotecas podem funcionar como cafés e pastelarias. Só até às 20h na região de Lisboa

Covid-19: Bares e discotecas podem funcionar como cafés e pastelarias a partir de sábado

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Os bares e discotecas, encerrados desde março devido à pandemia de covid-19, vão poder funcionar a partir de sábado, 01 de agosto, como cafés e pastelarias, seguindo as mesmas regras, anunciou hoje o Governo.

Em conferência de imprensa após a reunião semanal do Conselho de Ministros, em Lisboa, a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, explicou que, no contexto da “situação epidemiológica do país mais controlada”, foi determinada “a possibilidade de os estabelecimentos que são bares na sua origem funcionarem enquanto pastelarias e cafés, seguindo as mesmas regras de distanciamento que estas instituições têm”.

A ministra esclareceu que os bares e discotecas continuam encerrados, permitindo-se apenas que os que queiram funcionar como cafés e pastelarias o possam fazer “sem alterar a sua atividade” oficialmente, como estava a acontecer.

“Se e quando queiram funcionar numa outra categoria que existe e tem semelhanças do ponto de vista da organização dos espaços, podem fazê-lo sem alterar a sua atividade”, referiu.

Os bares e discotecas que optem por esta possibilidade podem funcionar até às 20:00 na Área Metropolitana de Lisboa e até às 01:00 (com limite de entrada às 24:00) no resto do território continental, como a restauração.

“Permanecem encerrados os bares, outros estabelecimentos de bebidas sem espetáculos e os estabelecimentos de bebidas com espaços de dança, mas passam a poder funcionar como cafés ou pastelarias, sem necessidade de alteração da respetiva classificação de atividade económica, se cumpridas as regras da Direção-Geral da Saúde e os espaços destinados a dança permaneçam inutilizáveis para o efeito”, refere o comunicado do Conselho de Ministros entretanto divulgado.

As empresas do setor de diversão noturna, encerradas desde março, têm ficado de fora das diferentes etapas do plano de desconfinamento no âmbito da pandemia da covid-19, tendo o primeiro-ministro justificado anteriormente esta decisão com a impossibilidade de afastamento físico nestes espaços.

O setor tem lamentado a falta de apoios do Governo.

Covid-19: Dinamarca retira Portugal da lista de países com restrições à mobilidade

Covid-19: Dinamarca retira Portugal da lista de países com restrições à mobilidade

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A Dinamarca levantou as restrições à mobilidade impostas a Portugal, anunciou hoje o gabinete do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, em comunicado.

O ministério liderado por Augusto Santos Silva considera que a decisão corrobora « o reconhecimento da transparência da informação fornecida » por Portugal relativamente à evolução da situação epidemiológica ».

Na nota hoje divulgada é referido que o levantamento das restrições resulta igualmente « da evidência da capacidade de resposta do nosso Serviço Nacional de Saúde, que em nenhum momento deixou de garantir acompanhamento às pessoas infetadas com covid-19 ».

« Reconhecem também a evolução positiva da situação epidemiológica em Portugal, nomeadamente a capacidade para testar em larga escala, detetar os casos positivos, controlar a sua transmissão e tratá-los da forma mais adequada », acentua o gabinete do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, no mesmo comunicado.

A Dinamarca junta-se à Grécia, à República Checa, à Hungria, a Malta, à Roménia, à Bélgica e aos Países Baixos, no levantamento total ou parcial das restrições, acrescenta a tutela.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 667 mil mortos e infetou mais de 17 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.727 pessoas das 50.868 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

Covid-19: Portugueses que recusem teste à chegada ao país incorrem em crime de desobediência

Covid-19: Portugueses que recusem teste à chegada ao país incorrem em crime de desobediência

Covid-19: Portugueses que recusem teste à chegada ao país incorrem em crime de desobediência

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Os cidadãos portugueses ou com residência em Portugal que cheguem ao país sem teste à covid-19 e se recusem a realizá-lo no aeroporto ou num laboratório nas 48 horas posteriores incorrem no crime de desobediência, determinou hoje o Governo.

O ministro da Administração Interna afirmou hoje que é obrigatório a realização de teste à chegada a território nacional para os que não o tiverem feito na origem.

« Caso se verifique por parte de cidadãos nacionais ou de cidadãos com residência em Portugal uma recusa de realização de teste no aeroporto esses passageiros são notificados para o realizar no prazo máximo de 48 horas no laboratório que lhes será indicado no próprio aeroporto », afirmou Eduardo Cabrita em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.

A não realização do teste será considerado « crime de desobediência » e será comunicado às autoridades o local de residência para verificação da realização do teste e, por sua vez, « a não realização do teste incorre nos pressupostos de crime de propagação de doença contagiosa », adiantou.

O ministro enquadrou esta situação no caso dos voos de apoio ao regresso de cidadãos nacionais, voos com características humanitárias bem como os voos originários de países que africanos de língua oficial portuguesa em que seja difícil garantir a realização de testes na origem.

Eduardo Cabrita explicou ainda que foram atualizadas as recomendações da União Europeia sobre regras de funcionamento de voos com origem e destino em Portugal.

Para o conjunto de países da União Europeia e da zona schengen (Noruega, Islândia e Suiça) e os países considerados sem risco epidemiológico « verifica-se um regime de liberdade plena de acesso aos aeroportos nacionais sujeitos às medidas gerais de controlo da temperatura. Qualquer passageiro mesmo num voo europeu que registe uma temperatura corporal de 38 graus ou superior será imediatamente dirigido para as estruturas de apoio sanitário que existem nos aeroportos nacionais », disse Eduardo Cabrita.

Sobre outros países terceiros, Portugal passou a autorizar a realização de todos os voos « desde que o reatar da atividade aeronáutica e o reativamento do turismo o permitam, mas sujeitos a uma regra de limitação a voos de vinda para Portugal de cidadãos da UE ou aqui residentes e suas famílias ou por deslocações consideradas essenciais (motivos profissionais, estudo, reunião familiar, razões de saúde ou humanitárias) », concretizou.

Relativamente a estes casos, « todos os passageiros deverão ter teste realizado na origem [teste negativo], que deve ser garantido pelas companhias aéreas nas 72 horas anteriores ao embarque ».

De acordo com o relatório da situação epidemiológica, desde o início da pandemia em Portugal e até hoje registaram-se 50.868 casos de infeção confirmados e 1.727 mortes.

Som. Rony Lopes apresentado hoje no Nice

Um ano depois de ter trocado o Mónaco pelo Sevilha, Rony Lopes regressa à Ligue 1 para representar o Nice num empréstimo válido por uma temporada, com opção de compra.

Na apresentação oficial, o extremo português mostrou-se satisfeito pela possibilidade de voltar a trabalhar com Patrick Vieira, que o orientou nas camadas jovens do Manchester City.

 

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