O memorial português no cemitério de Boulogne-sur-mer está ao abandono e ameaçado de ruína.
« Uma vergonha ».
Ouça aqui a última crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal:
Foto Lusojornal, LSG
De acordo com os dados recolhidos pela agência de notícias francesa até às 11:00 de Lisboa, já morreram pelo menos 477.570 pessoas e há mais de 9.279.310 infetados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan.
Pelo menos 4.548.900 casos foram considerados curados pelas autoridades de saúde.
Contudo, a AFP adverte que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves, outros usam o teste como uma prioridade para rastreamento e muitos países pobres têm apenas capacidade limitada de rastreamento.
Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes e casos, com 121.225 e 2.347.102 casos, respetivamente. Pelo menos 647.548 pessoas foram declaradas curadas.
Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 52.645 mortes para 1.145.906 casos, Reino Unido com 42.927 mortes (306.210 casos), Itália com 34.675 mortes (238.833 casos) e França com 29.720 mortos (197.674 casos).
A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 83.430 casos (12 novos entre terça-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes e 78.428 curados.
A Europa totalizou 194.029 mortes para 2.567.220 casos, Estados Unidos e Canadá 129.724 mortes (2.449.065 casos), América Latina e Caraíbas 100.399 mortes (2.163.594 casos), Ásia 30.566 mortes (1.096.166 casos), Médio Oriente 14.155 mortes (669.097 casos), África 8.565 mortes (325.216 casos) e Oceânia 132 mortes (8.958 casos).
Esta avaliação foi realizada com dados recolhidos pela AFP junto de autoridades de saúde e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A AFP avisa que devido a correções pelas autoridades ou a publicação tardia dos dados, os valores de aumento de 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.
Portugal, com 1.543 mortes registadas e 40.104 casos confirmados é o 29.º país do mundo com mais óbitos e o 34.º em número de infeções.
Os dados da DGS indicam 1.543 mortes relacionadas com a covid-19 e 40.104 casos confirmados desde o início da pandemia.
Em comparação com os dados de terça-feira, hoje constatou-se um aumento de óbitos de 0,2%. Já os casos de infeção subiram 0,9%.
Na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se tem registado o maior número de surtos, a pandemia de covid-19 atingiu os 17.527 casos confirmados, mais 302 do que na terça-feira, o que corresponde a 82% dos novos contágios.
Rachida Dati, Anne Hidalgo et Agnès Buzyn durante o último debate, a 17 de junho, no canal France3.Às 10h, Franck DENION – Brie-Comte-Robert

Paralelamente, a queda do número de pacientes internados nas Unidades de Cuidados Intensivos manteve-se com 682 no total, menos 19 do que no relatório publicado na segunda-feira, segundo a Direção Geral da Saúde francesa.
Do total de óbitos, 19.232 ocorreram em hospitais e 10.488 em lares de idosos.
Atualmente, 9.491 pessoas permanecem hospitalizadas, com 117 novas entradas registadas nas últimas 24 horas.
Três em cada quatro casos estão registados nas regiões de leste e norte do país e ainda em Paris, segundo as autoridades, que consideram a situação epidémica “estável” na região metropolitana, mas a circulação do vírus é “particularmente ativa” na Guiana Francesa, onde se estão a organizar evacuações para as Antilhas, de forma a aliviar a carga hospitalar.
A França tem atualmente 89 surtos que estão a ser investigados, mais sete do que no último relatório.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 472 mil mortos e infetou mais de 9,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Esta será a nona reunião técnica realizada no Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, em Lisboa, por iniciativa do primeiro-ministro, para partilha de informação, em que participam também o presidente da Assembleia da República e líderes de confederações patronais e centrais sindicais e ainda, por videoconferência, os conselheiros de Estado.
Na segunda-feira, o primeiro-ministro, António Costa, reuniu-se com os presidentes dos municípios de Lisboa, Sintra, Amadora, Loures e Odivelas e anunciou medidas específicas para esta área metropolitana, entre as quais a reposição da proibição de ajuntamentos de mais de dez pessoas, encerramento do comércio às 20:00 e limites à venda bebidas alcoólicas e proibição do seu consumo em espaço público.
A última destas reuniões técnicas realizou-se há duas semanas, no dia 08 de junho, e no final o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que, a nível nacional, havia sinais de que as duas primeiras fases de desconfinamento não provocaram um agravamento do surto epidémico, mas sim « uma estabilização da descida, lenta » dos casos de covid-19.
Quanto ao aumento dos casos na região de Lisboa e Vale do Tejo, segundo Presidente da República, nessa reunião foi feita « uma análise muito cuidadosa daquilo se passa » e que parecia haver « uma subida retardada no tempo em relação a outras regiões ».
Marcelo Rebelo de Sousa procurou, no entanto, desdramatizar a situação, considerando que existia « uma perceção, quer dizer, uma compreensão pela opinião pública de um agravamento na região de Lisboa e Vale do Tejo que é superior ao agravamento efetivo ».
« Há aqui uma perceção que até é injusta para outras regiões, porque, quando temos a lista dos municípios com maior incidência de surto, nos primeiros dez não está nenhum município da região de Lisboa e Vale do Tejo », argumentou, observando: « Já esquecemos o que houve no Norte e no Centro de forma muito, muito acentuada, em fases anteriores ».
Por outro lado, o chefe de Estado referiu que « o peso » da construção civil e do trabalho temporário os novos casos de covid-19 surgidos na região de Lisboa e Vale do Tejo era um ponto que estava « a ser explorado, no sentido de investigado » pelos especialistas.
Segundo o Presidente da República, estas e outras « pistas de reflexão » iriam « ser aprofundadas » e novamente abordadas na reunião de hoje, na qual se analisará « a evolução global nacional » dos casos covid-19 e « a evolução na região de Lisboa e Vale do Tejo » em particular.
A pandemia de covid-19, doença provocada por um novo coronavírus detetado em dezembro do ano passado no centro da China, atingiu 196 países e territórios e já fez mais de 470 mil mortos a nível global, segundo a agência de notícias francesa AFP.
Em Portugal, os primeiros casos foram confirmados no dia 02 de março e até agora morreram 1.540 pessoas num total de 39.737 contabilizadas como infetadas, de acordo com o relatório de terça-feira da Direção-Geral da Saúde (DGS).
Os boletins da DGS divulgados entre 07 e 21 de junho indicam que neste período se registaram 4.440 novos casos de infeção com o novo coronavírus nos concelhos da Amadora, de Lisboa, Loures, Odivelas e Sintra, o que corresponde a 50,2% do total de novos casos em Portugal.
Pouco tempo após a derrota (4-3) em casa do Benfica diante do Santa Clara, os ‘dragões’ não desaproveitaram desta vez e obtiveram uma vitória clara no dérbi da ‘Invicta’, triunfando com golos de Marega (53 e 84), Alex Telles (60), de grande penalidade, e de Sérgio Oliveira (70), igualmente de grande penalidade.
Com este triunfo, e perante a derrota dos campeões nacionais, o FC Porto destacou-se na frente do campeonato com 67 pontos, mais três do que os ‘encarnados’, enquanto o Boavista é nono, com 35.
Resultados da 28ª jornada da I Liga de futebol:
– Domingo, 21 jun:
Gil Vicente – Desportivo das Aves, 3-0 (2-0 ao intervalo)
– Segunda-feira, 22 jun:
Portimonense – Marítimo, 3-2 (2-0)
– Terça-feira, 23 jun:
Vitória de Setúbal – Rio Ave, 1-2 (1-1)
Benfica – Santa Clara, 3-4 (0-0)
FC Porto – Boavista, 4-0 (0-0)
– Quarta-feira, 24 jun:
Tondela – Paços de Ferreira, 20:00
Moreirense – Famalicão, 22:15
– Quinta-feira, 25 jun:
Sporting de Braga – Vitória de Guimarães, 22:00
– Sexta-feira, 26 jun:
Belenenses SAD – Sporting, 20:15 (Cidade do Futebol)
Alfa/Lusa.
Rafa, aos 50 minutos, e Vinícius, aos 63 e 65, apontaram os tentos dos ‘encarnados’, que ainda viraram de 0-1 e 1-2 para 3-2, enquanto Anderson Carvalho, aos 44, Zaidu, aos 57, Cryzan, aos 82, de penálti, e Zé Manuel, aos 90+5, marcaram para os açorianos.
Na classificação, o Benfica mantém-se com 64 pontos e pode ficar ainda hoje a três pontos do FC Porto, que recebe o Boavista, e o Santa Clara é oitavo, com 38.
Resultados da 28ª jornada da I Liga de futebol:
– Domingo, 21 jun:
Gil Vicente – Desportivo das Aves, 3-0 (2-0 ao intervalo)
– Segunda-feira, 22 jun:
Portimonense – Marítimo, 3-2 (2-0)
– Terça-feira, 23 jun:
Vitória de Setúbal – Rio Ave, 1-2 (1-1)
Benfica – Santa Clara, 3-4 (0-0)
FC Porto – Boavista, 21:15
– Quarta-feira, 24 jun:
Tondela – Paços de Ferreira, 20:00
Moreirense – Famalicão, 22:15
– Quinta-feira, 25 jun:
Sporting de Braga – Vitória de Guimarães, 22:00
– Sexta-feira, 26 jun:
Belenenses SAD – Sporting, 20:15 (Cidade do Futebol)
O secretário de Estado Adjunto e da Economia, João Neves, afirmou hoje estar seguro « neste momento » que Portugal vai ser « o principal produtor de máscaras a nível europeu » para o futuro.
João Neves falava na comissão parlamentar de Economia e Finanças, no âmbito de uma audição dos secretários de Estado do Ministério da Economia e da Transição Digital sobre Orçamento do Estado Suplementar para 2020.
« Estou seguro neste momento que nós vamos ser o principal produtor de máscaras a nível europeu para o futuro », salientou o governante, apontando tratar-se de « máscaras mais sofisticadas ».
« Estou seguro pelos investimentos que nós já fizemos » e que « vamos manter para o futuro », acrescentou.
Na audição, o secretário de Estado Adjunto e da Economia referiu que na segunda-feira tinha tido a « oportunidade de ver » com o ministro do Planeamento um investimento de « 12 milhões de euros de uma empresa internacional » em Portugal que permite fazer 12 milhões de máscaras profissionais « a partir daqui para as necessidades do Serviço Nacional de Saúde e para exportação ».
Relativamente ao ‘lay-off’ simplificado, o governante referiu que « 0,5% dos pedidos de acesso foi feito por grandes empresas », com 95% entre micro e pequenas e médidas empresas e só apenas 0,5% de grandes empresas.
Sobre o programa Adaptar, João Neves explicou aos deputados que este tem duas componentes, uma exclusivamente para as microempresas, e a outra, que ainda está em funcionamento, à qual também estas empresas podem aceder.
« Vamos continuar a desenvolver apoios específicos para este tipo de empresas e aquilo que inscrevemos no Programa de Estabilização Económica e Social é, em relação ao programa Adaptar, uma previsão de um orçamento adicional de 50 milhões de euros este ano e 50 milhões de euros no próximo ano », acrescentou.
O comércio digital tem um orçamento de 40 milhões de euros, a que se junta ainda o fundo de modernização do comércio, de 47 milhões de euros.
Em resposta ao CDS-PP, referiu que os números relativos aos pagamentos em atraso de entidades públicas – de pagamentos além do prazo estabelecido contratualmente entre as empresas e o Estado – ascenderam a 476,7 milhões de euros no final de abril.
Tal representa « uma diminuição de 345 milhões m relação ao período homólogo », apontou.