Passagem de Nível, magazine de informação na Rádio Alfa com coordenação e apresentação de Artur Silva, aos domingos entre as 12h-14h.
Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h.
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O médio internacional luso marcou de forma acrobática aos sete e 14 minutos e completou o primeiro ‘hat-trick’ da carreira aos 78, com um remate de fora da área, anotando tantos golos num só encontro quanto os que tinha totalizado na época passada na prova pelos tetracampeões gauleses e campeões europeus, cuja vantagem foi ampliada por Bradley Barcola, aos nove, e com dois penáltis de Ousmane Dembélé, aos 31 e 51.
O Toulouse ainda reduziu pelo inglês Charlie Cresswell, aos 37 minutos, por Yann Gboho, aos 89, e pelo suplente Alexis Vossah, aos 90+1, mas viu o guarda-redes parisiense Lucas Chevalier defender duas grandes penalidades, do camaronês Frank Magri e do venezuelano Cristian Cásseres, aos 45+6 e 45+8 – a segunda por repetição da primeira.
João Neves foi totalista pelo PSG, adversário do Sporting na fase de liga da Liga dos Campeões, enquanto Nuno Mendes e Vitinha saíram ao intervalo e Gonçalo Ramos foi lançado aos 70 minutos, em substituição de Dembélé, lesionado, participando na vitória mais folgada esta temporada dos vice-campeões mundiais.
O PSG isolou-se na liderança provisória da Ligue 1, ao acumular nove pontos em outros tantos possíveis, contra seis do até aqui invicto Toulouse, sexto, do Lyon, treinado pelo português Paulo Fonseca e anfitrião do Marselha no domingo, do Lens, vitorioso na receção de sexta-feira ao Brest (3-1), e do Estrasburgo, que ainda visitará o Mónaco.
Para já, o PSG é perseguido pelo Lille, que goleou no terreno do Lorient (7-1), com golos de Romain Perraud (46 minutos), do belga Mathias Fernandez-Pardo (53 e 77), dos marroquinos Hamza Igamane (80 e 90+3) e Osame Sahraoui (90+5) e do islandês Hakon Haraldsson (87).
Autor das assistências para os dois primeiros tentos dos ‘dogues’, o extremo português Félix Correia atuou até aos 82 minutos, num duelo em que não jogaram os compatriotas Tiago Santos e André Gomes, ambos lesionados, e Rafael Fernandes, por opção técnica.
O resultado mais expressivo até ao momento da edição 2025/26 da Liga francesa, que foi atenuado pelo beninense Aiyegun Tosin (64 minutos), na recarga a um penálti falhado pelo senegalês Sambou Soumano, deixou o Lorient à condição em 13.º, com três pontos.
Os bretões foram alcançados pelo Nantes, face ao triunfo caseiro da equipa treinada por Luís Castro perante o Auxerre (1-0), após derrotas tangenciais com Estrasburgo e PSG.
O egípcio Mostafa Mohamed, logo aos oito minutos, selou a primeira vitória dos ‘canários’ com o treinador português, que utilizou o guarda-redes e compatriota Anthony Lopes a tempo inteiro, ao passo que o Auxerre permanece com três pontos, na 12.ª posição.
Com Agência Lusa.
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Entrevista do jornalista Artur Silva no Programa « Passagem de Nível »

Depois de uma primeira parte bem disputada, mas sem golos, no segundo período, a equipa da casa até começou por tomar a iniciativa do jogo, mas seriam os dragões a adiantar-se no marcador, primeiro pelo neerlandês Luuk de Jong, aos 61, e, três minutos depois, com um grande golo do brasileiro William Gomes.
Aos 74, o Sporting ainda reduziria a desvantagem, com um autogolo do argentino Nehuén Pérez, mas o resultado permaneceria inalterado até ao fim.
Com a quarta vitória em outras tantas jornadas, o FC Porto passou a somar 12 pontos e isolou-se na liderança da I Liga de futebol, enquanto o Sporting é terceiro classificado, com os mesmos nove pontos do Moreirense, quarto.
Com Agência Lusa.

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-Para onde vai Portugal ? – interroga-se Jorge Chaminé Baryton, dada a calamidade provocada pelos incêndios neste verão e da situação dramática em que se encontram os sectores da saúde, do ensino, da cultura …
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A nota foi revista na avaliação periódica do ‘rating’ agendada para hoje e o resultado não era esperado por analistas de mercado, depois de a agência ter melhorado a nota de Portugal em fevereiro.
« Apesar de um ambiente comercial e geopolítico altamente incerto, Portugal deverá registar excedentes moderados e continuará a melhorar as suas métricas financeiras externas, caracterizadas por uma significativa desalavancagem da economia », aponta a agência de notação financeira.
A S&P sinaliza que « mesmo com a crescente pressão sobre os gastos com defesa e a instabilidade política interna, a sólida trajetória orçamentária de Portugal coloca a dívida pública num firme caminho descendente », pelo que decidiu elevar as notações de crédito soberano, com a perspetiva estável.
Quanto ao Orçamento do Estado para 2026, a S&P considera que o Governo « poderia contar com a abstenção do Partido Socialista para aprovar o orçamento de 2026, já que descartou um pacto com o Chega », sendo que « se não o fizer, o Governo pode transferir o sólido orçamento de 2025 para 2026 e, assim, manter a disciplina orçamental ».
Já no que diz respeito ao ‘outlook’ estável, este « reflete a resiliência económica de Portugal face à maior incerteza global e a expectativa de políticas orçamentais prudentes, apesar da instabilidade política interna ».
A S&P prevê que o rácio da dívida pública deverá continuar a trajetória de redução, atingindo 82% do PIB em 2028, projetando um excedente de 0,2% do PIB, abaixo dos 0,3% estimados pelo Governo.
Para a economia portuguesa, a S&P estima um crescimento de 1,7% este ano e de 2,2% no próximo.
O Ministério das Finanças reagiu a esta decisão sinalizando, em comunicado, que « é uma vitória para Portugal e para o caminho percorrido pelo país, pelas famílias e as empresas, nestes últimos anos », e que “resulta da política orçamental e das perspetivas de crescimento para a economia”.
O ‘rating’ é uma avaliação atribuída pelas agências de notação financeira, com grande impacto para o financiamento dos países e das empresas, uma vez que avalia o risco de crédito.
Com Agência Lusa.
Depois do triunfo por 62-50 sobre a República Checa, na estreia, a formação das ‘quinas’, que cumpre a quarta presença na fase final do Campeonato da Europa, depois de 1951, 2007 e 2011, já perdia ao intervalo por 43-33, na Xiomani Arena.
Cumpridas duas rondas, Portugal segue no terceiro lugar do Grupo A, com os mesmos três pontos da coanfitriã Letónia, quarta, e a um das líderes Sérvia e Turquia, enquanto a Estónia e a República Checa estão nas duas últimas posições, com dois.
Após os embates com os checos e sérvios, os comandados de Mário Gomes defrontam a Turquia (sábado), a Letónia (segunda-feira) e a Estónia (quarta-feira), precisando de ficar num dos quatro primeiros lugares do agrupamento para seguir para os ‘oitavos’.
A 42ª fase final do Europeu começou hoje e termina em 14 de setembro, disputando-se em Riga (Letónia), Limassol (Chipre), Tampere (Finlândia) e Katowice (Polónia).
Com Agência Lusa.
A turma portista vai enfrentar em casa os escoceses do Rangers, os sérvios do Estrela Vermelha, os franceses do Nice e os suecos do Malmö.
Fora, o FC Porto desloca-se ao terreno dos austríacos do Salzburgo, dos checos do Viktoria Plzen, dos ingleses do Nottinham Forest, do antigo treinador dos ‘dragões’, Nuno Espírito Santo, e dos neerlandeses do Ultrecht.
Já os bracarenses, vão jogar na ‘Pedreira’ com o Estrela Vermelha, o Nottingham Forest, os belgas do Genk e os neerlandeses do Feyenoord.
O Sporting de Braga terá dois jogos fora em Glasgow, para defrontar o Rangers e o Celtic, deslocando-se ainda ao reduto do Nice e do Go Ahead Eagles, dos Países Baixos.
A final da Liga Europa vai realizar-se a 30 de maio de 2026, em Budapeste.
O FC Porto recebe Rangers, Estrela Vermelha, Nice e Malmo, e visita Salzburgo, Plzen, Nottingham Forest e Utrech.
O SC Braga recebe Feyenoord, Estrela Vermelha, Nottingham Forest e Genk, e visita Rangers, Celtic, Nice e Go Ahead Eagles.
Com Agência Lusa.
O selecionador português, o espanhol Roberto Martínez, não esqueceu o ex-jogador do Liverpool e disse que esta convocatória seria de 23+1, com Cancelo a ser a única entrada em relação à lista para a fase final da Liga dos Nações, ganha por Portugal.
Em relação a essa lista, saíram os laterais Nélson Semedo e Nuno Tavares, que também acabou por sair da lista para a Liga das Nações, devido a lesão, o médio Rodrigo Mora e o avançado Rafael Leão.
Nos primeiros encontros após a conquista da Liga das Nações, Portugal vai defrontar a Arménia, em Erevan, em 06 de setembro, três dias antes de jogar em Budapeste, frente à Hungria.
A Irlanda, que Portugal defronta em outubro, é a outra equipa do Grupo F, com o vencedor de cada ‘poule’ a assegurar o apuramento para o torneio que se vai disputar nos Estados Unidos, no Canadá e no México, sendo que os segundos classificados disputam um play-off.
Lista dos 23 convocados:
– Guarda-redes: Diogo Costa (FC Porto), Rui Silva (Sporting) e José Sá (Wolverhampton, Ing).
– Defesas: Diogo Dalot (Manchester United, Ing), João Cancelo (Al Hilal, Ara), Nuno Mendes (Paris Saint-Germain, Fra), Gonçalo Inácio (Sporting), Rúben Dias (Manchester City, Ing), António Silva (Benfica) e Renato Veiga (Villarreal, Esp).
– Médios: João Palhinha (Tottenham, Ing), Rúben Neves (Al Hilal, Ara), João Neves (Paris Saint-Germain, Fra), Vitinha (Paris Saint-Germain, Fra), Bruno Fernandes (Manchester United, Ing), Pedro Gonçalves (Sporting) e Bernardo Silva (Manchester City, Ing),
– Avançados: João Félix (Al Nassr, Ara), Francisco Trincão (Sporting), Francisco Conceição (Juventus, Ita), Pedro Neto (Chelsea, Ing), Gonçalo Ramos (Paris Saint-Germain, Fra) e Cristiano Ronaldo (Al Nassr, Ara).
Com Agência Lusa.
Em causa está o seu plano que prevê um corte de 44 mil milhões de euros no orçamento do próximo ano, que foi rejeitado por parte da oposição e pela maioria da população.
O chefe do Governo considera que é preciso um esclarecimento sobre a situação orçamental e entende que deve ser o Parlamento pronunciar-se sobre os cortes propostos e não a « desordem das ruas ».
Consciente de que não dispõe de uma maioria clara, François Bayrou, justificou esta moção de confiança, que abre a porta à queda do executivo e a uma futura instabilidade política, com o argumento de que seria mais arriscado não fazer nada.
« Se tivermos uma maioria, o Governo é confirmado. Se não tivermos, o Governo cai », resumiu.
A verdade é que a oposição já pensa na era pós-Bayrou. O primeiro ministro afirmou que os deputados têm « treze dias » para « dizer se estão do lado do caos ou da responsabilidade ».
No entanto, as reações da oposição não dão esperanças de sucesso para o Governo. O partido França Insubmissa (LFI, esquerda radical) e o Partido Comunista Francês (PCF) anunciaram, em separado, que iriam votar para « derrubar o Governo ».
Por seu lado, o partido de extrema-direita União Nacional (RN) declarou que não iria votar a favor da confiança, com o seu presidente, Jordan Bardella, a prever « o fim do Governo ».
Segunda crise política no mesmo ano:
França está, assim, a mergulhar novamente na incerteza política, apenas oito meses após a tomada de posse do seu Governo, que corre o risco de cair pela mesma razão que a do seu antecessor, Michel Barnier: a incapacidade de aprovar um orçamento para o país.
Com RTP e BFMTV.