Fronteiras fechadas Espanha/Portugal/França. Polícia espanhola obriga autocarro a regressar a Portugal

Polícia espanhola obriga autocarro a regressar a Portugal por excesso de passageiros

O autocarro com portugueses residentes na Suíça estava a caminho deste país e deveria fazer uma paragem em França, mas foi obrigado a voltar para o território português quando já estava em Zamora.

A polícia espanhola interceptou-o nesta cidade  – e obrigou-o a regressar a Portugal.

Tratava-se de um autocarro que se dirigia à Suíça com um número de passageiros superior ao permitido pelas restrições do estado de emergência em vigor em Espanha dedivo à pandemia de covid-19.

Na fronteira com a Galiza, no norte de Portugal, a Polícia Nacional espanhola já tinha obrigado os passageiros a serem divididos por dois veículos, o que foi feito inicialmente, mas alguns quilómetros depois os viajantes voltaram a ser colocados num só autocarro, informou a Guardia Civil, em comunicado.

Mais tarde, uma patrulha parou o autocarro quando este circulava na auto-estrada A-52 em Rias Bajas (Galiza), onde verificaram que a separação obrigatória entre passageiros não era respeitada.

Como o veículo não cumpriu as restrições para a segurança dos passageiros, os agentes da autoridade obrigaram o autocarro a regressar à fronteira com Portugal.

As regras de luta contra a covid-19 obrigam os passageiros nos autocarros e noutros transportes públicos a estarem separados com uma distância de mais de um metro, o que os impede de se sentarem lado a lado.

Fronteiras estão fechadas mas há exceções

O governo espanhol decidiu prolongar o controlo de fronteiras com Portugal e França, em acordo com os dois países. A medida será reavaliada a 25 de abril, mas pode continuar até meados de maio.
A restrição não se aplica ao transporte de mercadorias entre os três países, a fim de assegurar a continuidade da atividade económica. Mas aplica-se designadamente a turistas.
O restabelecimento dos controlos nas fronteiras da Espanha com a França e Portugal entrou em vigor a 17 de março, no âmbito das medidas de confinamento da covid-19. O objetivo, de acordo com os três paises, é proteger a saúde dos cidadãos e travar a propagação da contaminação.

Em princípio, estes controlos apenas permitem o acesso ao território espanhol aos cidadãos espanhóis, aos residentes em Espanha, aos trabalhadores transfronteiriços e àqueles que possam provar a deslocação por força maior ou devido a uma situação importante de necessidade.

Apenas os espanhóis e os residentes em Espanha, os residentes na UE (espaço Schengen) a caminho do seu local de residência estão autorizados a atravessar o país ou entrar no território.

Também podem circular as pessoas que viajam por razões familiares fortes e comprovadas, bem como as que forneçam provas documentais de força maior ou de necessidade.

Os emigrantes em França, na Suíça, ou noutro país europeu, que desejam atravessar a Espanha, devem levar consigo documentos comprovativos da sua residência ou da necessidade da viagem.

Morreu o ator Filipe Duarte

Filipe Duarte, de 46 anos, morreu esta sexta-feira, dia 17. O ator não terá resistido a um enfarte do miocardio, avançam os sites da SIC.

 

Foto de Victor Freitas

 

Em 2015, Filipe Duarte venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator de Cinema pela sua interpretação no filme “A Vida Invisível”.

Luís Filipe Duarte Ferreira da Silva nasceu a 5 de junho de 1973, em Angola. Estudou marketing e publicidade na universidade e também frequentou o curso de formação de atores na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e no Instituto de Investigação e Criação Teatral.

Participou em várias peças de teatro, sobretudo no início da sua carreira, de entre as quais se destacam A Farsa de Inês Pereira (1996), de Gil VicenteA Varanda de Frangipani (1999), de Mia Couto, e Macbeth (1999), de William Shakespeare.

O ator também deu cartas em televisão, tendo participado em telenovelas como Fúria de Viver (2002) e em Belmonte (2013). Em 2008 foi um dos protagonistas da série televisiva Equador, uma adaptação do romance homónimo de Miguel Sousa Tavares produzida pela TVI. Entrou também no telefime Teorema de Pitágoras, de Gonçalo Galvão Telles e nas séries A Ferreirinha e João Semana, ambas da RTP. Em 2019 trabalhou na novela da Globo Amor de Mãe.

Em 2007, Filipe Duarte viu o seu trabalho no filme A Outra Margem ser reconhecido no Festival de Cinema de Montreal. Partilhou com Tomás Almeida o prémio de Melhor Ator. Os ImortaisUm Tiro no EscuroO Milagre Segundo SaloméA Costa dos Murmúrios Coisa Ruim estão também entre os filmes cujo elenco integrou.
Faz também dobragens para desenhos animados e filmes de animação.

 

Veja aqui um vídeo de Filipe Duarte que se juntou à campanha « Por uma Nova Lei de Protecção dos Animais em Portugal ». 

 

Alfa/Caras.sapo.pt

 

 

Covid-19/Estados Unidos. 4400 mortos em 24h. Um novo máximo diário

Estados Unidos registaram mais de 4400 mortes, um novo máximo diário, elevando para cerca de 33 mil o total de vítimas mortais no país.

Por todo o mundo, são já mais de dois milhões de casos e 145 mil mortes

Os EUA registaram 4.491 mortos nas últimas 24 horas devido à covid-19, elevando para cerca de 33 mil o total de vítimas mortais no país, indicou a Universidade Johns Hopkins esta quinta-feira.

Este número, obtido entre as 20:30 de quinta-feira (01:30 de hoje em Lisboa), poderá incluir óbitos « provavelmente relacionados » com a covid-19, mas que inicialmente não tinham sido contabilizados.

Esta semana, a cidade de Nova Iorque anunciou que ia acrescentar 3.778 mortes provavelmente causadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) ao número de óbitos locais.

De acordo com os centros de prevenção e de luta conta as doenças norte-americanos (CDC, uma agência governamental), o país contava às 20:00 TMG (21:00 em Lisboa) 31.071 mortos, incluindo 4.141 provavelmente causados pela covid-19, um número ligeiramente inferior ao avançado pela Universidade Johns Hopkins.

Os Estados Unidos são atualmente o país com mais óbitos no mundo, à frente da Itália (com 22.170 mortos), Espanha (19.130) e França (17.920) e Reino Unido (13.729 mortos).

A primeira potência mundial identificou também cerca de 667.800 casos.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na quinta-feira um plano de « reabertura » económica e social para o país, por fases e zonas, e sem um calendário definido.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 145 mil mortos e infetou mais de 2,1 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 465 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.

Covid-19/Portugal: 181 novos casos em 24h, o número mais baixo em quase um mês. Mais 28 mortos

Covid-19: 181 novos casos em Portugal, o número mais baixo em quase um mês.

Oficial: O boletim da Direção-Geral da Saúde regista mais 28 mortes, 26 recuperações e 181 casos de covid-19 em Portugal, esta quinta-feira.

Covid-19: Portugal com 657 mortos e 19.022 infetados

Oficial: Portugal regista hoje 657 mortos associados à covid-19, mais 28 do que na quinta-feira, e 19.022 infetados (mais 181), indica o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

 

Em atualização

Covid-19: Atualizado número total de mortos na cidade chinesa onde começou surto para 3.869

As autoridades da cidade onde começou o surto do novo coronavírus, em dezembro passado, anunciaram hoje que mais 1.290 pessoas morreram em Wuhan, o que eleva o número total de óbitos locais para 3.869.

Com esta atualização, o número de vítimas mortais na China subiu para 4.632.

Estes casos não tinham sido ainda contabilizados nas estatísticas oficiais porque, no auge da epidemia na cidade, alguns pacientes morreram em casa, sem terem sido atendidos nos hospitais, então sobrelotados, afirmaram.

Os números oficiais só incluíam, até aqui, mortos nos hospitais, indicaram, na nota difundida nas redes sociais.

Com 11 milhões de habitantes, Wuhan, capital da província de Hubei (centro), esteve mais de dois meses sob quarentena, com entradas e saídas bloqueadas.

Em quase todos os países europeus e nos Estados Unidos, a taxa de letalidade é superior a 10%, quase o dobro do registado pela China, mesmo com esta atualização das autoridades de Wuhan.

Vários líderes mundiais questionaram já a gestão da crise pelas autoridades chinesas.

Na quinta-feira, em entrevista ao jornal Financial Times, o Presidente de França, Emmanuel Macron, considerou existirem zonas cinzentas na gestão da epidemia pela China. « Claramente, aconteceram coisas que não sabemos », notou.

Também na quinta-feira, o Governo chinês refutou alegações de que a pandemia da covid-19 teve origem num laboratório perto da cidade de Wuhan, onde amostras de doenças contagiosas estão armazenadas.

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Zhao Lijian citou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros especialistas médicos não identificados para argumentar que não há evidências de que a transmissão tenha começado no laboratório.

« Não há base científica para essas alegações », afirmou. « Sempre defendemos que esta é uma questão científica, que requer a avaliação profissional de cientistas e especialistas médicos », disse Zhao aos jornalistas, em conferência de imprensa, sobre estas alegações publicadas pela imprensa norte-americana, sem citar provas concretas.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 145 mil mortos e infetou mais de 2,1 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

 

Alfa/Lusa.

Morreu o cantor francês Christophe Tinha 74 anos. O cantor foi vítima de doença pulmonar.

O cantor francês Christophe, de 74 anos, que interpretou o êxito « Aline » em 1965, morreu devido a uma doença pulmonar, informou a mulher Véronique Bevilacqua.

Autor, compositor e intérprete, Christophe, cujo nome verdadeiro era Daniel Bevilacqua, foi hospitalizado a 26 de março num hospital em Paris, devido a um enfisema pulmonar, tendo sido posteriormente transferido para uma unidade médica em Brest, na região norte.

« Christophe partiu. Apesar da dedicação extrema das equipas médicas, as suas forças abandonaram-no », escreveu a mulher e a filha Lucie, num comunicado enviado à agência de notícias France-Presse (AFP).

No comunicado não é mencionada a doença respiratória Covid-19.

O diário francês Le Parisien noticiou, aquando da hospitalização, que o cantor estava infetado com o novo coronavírus (SARS-CoV-2), informação que o agente do cantor não confirmou.

Christophe ocupava uma posição única na música francesa, e o anúncio da hospitalização do cantor comoveu o mundo do espetáculo nas redes sociais. O compositor Jean-Michel Jarre escreveu as letras de dois dos principais álbuns de Christophe, « Les Paradis Perdus », 1973 e « Les Mots bleus », 1974.

Em dezembro passado, Christophe resumiu a sua carreira: « Conheci altos e baixos, tive belos baixos ».

 

 

Alfa/Lusa.

Covid-19/Brasil. Bolsonaro muda ministro da saúde a meio da pandemia. A dupla pena. Opinião

Bolsonaro muda ministro da saúde a meio da pandemia

Luiz Henrique Mandetta, defensor intransigente do isolamento social, anunciou a própria demissão pelas redes sociais, após conversa com o presidente, que discorda dessa medida. Nelson Teich, um oncologista, vai substituí-lo.

Ouça aqui a última crónica do jornalista Ricardo Figueira sobre a « dupla pena » dos povos brasileiro e americano. Crónica gravada e editada antes de ser conhecida a demissão do ministro:

 

Covid-19: PM Costa quer reabrir creches e atendimento presencial nos serviços do Estado em maio

Covid-19: António Costa aponta maio para reabrir creches e atendimento presencial nos serviços do Estado

Covid-19: Costa aponta maio para reabrir creches e atendimento presencial nos serviços do Estado

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O primeiro-ministro apontou ontem à tarde para maio a possibilidade de as creches reabrirem e de os serviços da administração pública retomarem o atendimento presencial aos cidadãos, e garantiu abundância de materiais de proteção individual no mercado.

Este cenário de levantamento de restrições por causa do combate à covid-19 foi transmitido por António Costa no final do debate sobre o pedido de autorização do Presidente da República de prorrogação do estado de emergência por novo período de 15 dias, até 02 de maio.

O líder do executivo defendeu que agora é preciso começar a definir as prioridades de qual deve ser o ritmo em termos de alívio da pressão social existente em termos de restrições à circulação e à atividade económica.

Neste contexto, António Costa disse esperar que, em maio, seja possível « reabrir as creches, que são fundamentais para apoiar as famílias e para evitar que muitas famílias estejam com perda de rendimento, ou que tenham esforço acrescido por se encontrarem em teletrabalho ».

« Gostaria muito que, pelo menos no período praia/campo, as crianças do pré-escolar pudessem voltar a conviver, porque é muito importante para a sua formação », completou o primeiro-ministro.

António Costa sustentou depois a tese de que o exemplo de confiança na reabertura da atividade de trabalho deve ser dado « através da administração pública ».

« Durante o mês de maio, temos de começar a restabelecer o serviço de atendimento presencial nos serviços da administração pública e pôr termo à suspensão de prazos procedimentais e processuais. A administração pública tem de transmitir ela própria a confiança necessária aos cidadãos de que podemos ir retomando o nosso ritmo de vida normal », frisou.

Ainda sobre as condições para a reabertura gradual de atividades económicas, tal como já antes afirmara o ministro de Estado e da Economia, Pedro Siza Vieira, também o líder do executivo classificou como « fundamental tornar abundante no mercado, nas próximas duas semanas, os meios de proteção individual ».

« Desde o início desta semana, já foram publicadas e validadas pelo Infarmed, após um trabalho do Centro Tecnológico do Vestuário, as normas que permitirão a massificação de máscaras de proteção comunitária no mercado português. Estão igualmente definidas as regras que vão permitir a massificação da produção de gel alcoolizado para que possa ser adquirido de forma abundante no mercado. Estas duas condições são essenciais para que, cada um possa ter acesso em segurança e confiança a bens de proteção individual », salientou António Costa.

Mais difícil, de acordo com o primeiro-ministro, será o desafio relativo às normas de higienização nos locais de trabalho, nos espaços públicos e, em particular, nos transportes públicos.

« É a maior dificuldade logística que enfrentamos e à qual temos de dar resposta. Temos de dar resposta gerindo do lado da procura, encontrando formas de horários desencontrados e com uma nova organização do trabalho que não crie ondas de ponta muito fortes. Terá de ser aumentada do lado da oferta a capacidade de que os portugueses possam voltar a circular em segurança nos transportes públicos », advertiu.

António Costa referiu-se ainda às condições de confiança « na robustez » do Serviço Nacional de Saúde.

« Significa que teremos capacidade de responder em qualquer circunstância ao aumento do risco de transmissão [do novo coronavírus] sempre que for aliviada a contenção. Nos cuidados intensivos, tem de haver sempre capacidade de resposta para as necessidades », acrescentou.

Covid-19/Portugal. O « milagre português ». Marcelo agradece a emigrantes terem adiado férias da Páscoa

O caso português « não é milagre, é fruto de muito esforço » e de os políticos terem ouvido especialistas, mostrado unidade e travado « o combate das suas vidas », disse esta noite o Presidente da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, numa comunicação ao país.

O estado de emergência foi prolongado e vai continuar em vigor em Portugal até 2 de maio.

Nos « esforços »,  Marcelo inclui o primeiro-ministro e o presidente da Assembleia da República, mas também todos os partidos, o Parlamento, bem como os parceiros económicos e sociais. No primeiro momento « não se opuseram » às medidas e « isso ficará para a História ».

Logo a abrir a sua comunicação ao país, nesta quinta-feira, 16, à noite, o PR agradeceu aos portugueses do estrangeiro por terem adiado as férias da Páscoa em Portugal. « Eles responderam » (positivamente), disse o Presidente.

« Não queremos morrer na praia »

Marcelo Rebelo de Sousa invocou o que alguns comentadores no estrangeiro descrevem como o « milagre português » dizendo que tudo dependerá agora do que se conseguir « alcançar » até ao fim de abril e do bom senso com que se vai gerir uma « reabertura sedutora mas complexa » da economia e da atividade comercial.

O PR acrescentou que, para entrar em maio entre « dever e esperança », é preciso primeiro consolidar os objetivos e « preparar cuidadosamente uma saída da crise que gere confiança ».

« Confiança é a palavra chave », sublinhou.

É preciso « resistir » e não « perder maio ». « Como diz o povo, nós não queremos morrer na praia », afirmou o chefe de Estado português.

« Desejo, todos desejamos, que seja a última declaração do estado de emergência », afirmou o presidente da República.

Covid-19: Mais 417 mortos em França, total quase nos 18 mil

 A França registou 417 mortos nas últimas 24 horas em meio hospitalar e 236 mortos nos lares, perfazendo assim um total de 17.920 mortos desde o início da pandemia, anunciou hoje fonte oficial.

Os números do avanço do vírus em França foram divulgados hoje por Jérôme Salomon, diretor-geral da Saúde.

Desde 01 de março, em meio hospitalar morreram 11.060 pessoas e nos lares foram registados 6.860 óbitos no mesmo período, acrescentou.

Em França há 31.305 pessoas hospitalizadas devido à covid-19 e 6.248 destes pacientes estão nos cuidados intensivos.

Tanto o número de pessoas hospitalizadas como os pacientes em estado grave tem vindo a descer, tendo « estabilizado a um nível muito alto », considerou Salomon.

A França registou até agora 108.847 casos de covid-19. Dos que foram tratados em hospital, mais de 32 mil foram considerados curados.

Jérôme Salomon indicou ainda que na semana de 30 de março a 05 de abril, foi registado um aumento de mortalidade no país de 58,2%.

« É algo que nunca aconteceu em França depois do verão de 2003 », revelou o diretor-geral da Saúde.

O episódio de calor de 2003 provocou cerca de 15 mil mortes em França nos primeiros 15 dias de agosto desse ano.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou quase 127 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 428 mil doentes foram considerados curados.

 

Alfa/Lusa.